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	<title>cultura |</title>
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	<title>cultura |</title>
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		<title>O demônio no espelho: arte, mito e as sombras do observador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Zackia Daura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Zackia Daura Há obras que repousam silenciosamente diante do olhar. Outras, porém, devolvem o olhar. São estas que frequentemente inquietam.&#160; Quando ultrapassa sua função ornamental, a arte torna-se território de revelação. Toca regiões que antecedem a razão, atravessa memórias e alcança aquilo que, muitas vezes, preferimos ocultar de nós mesmos.&#160; Talvez por isso algumas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Zackia Daura</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há obras que repousam silenciosamente diante do olhar. Outras, porém, devolvem o olhar. São estas que frequentemente inquietam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ultrapassa sua função ornamental, a arte torna-se território de revelação. Toca regiões que antecedem a razão, atravessa memórias e alcança aquilo que, muitas vezes, preferimos ocultar de nós mesmos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez por isso algumas obras despertem encantamento, enquanto outras provoquem medo, repulsa ou hostilidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tenho observado as reações suscitadas por figuras que integram meu universo artístico — o Minhocão, as sereias, a Mãe d’Água, a deusa Vereda e outros seres provenientes do imaginário das águas e da tradição ribeirinha do São Francisco. Para alguns, são poesia materializada, memória, ancestralidade e pertencimento. Para outros, estranhamente, tornam-se representações demoníacas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E então uma pergunta se impõe: quando alguém vê um demônio onde existe um mito, de onde, afinal, veio esse demônio?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certamente não nasceu do ferro, da argila, da pedra ou das mãos do artista. Talvez tenha vindo do olhar. E nenhum olhar é inteiramente inocente.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que vemos também nos revela.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não contemplamos o mundo a partir de um vazio. Olhamos através daquilo que somos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nossa percepção é atravessada por crenças, memórias, desejos, medos e preconceitos. Por isso, duas pessoas podem estar diante da mesma obra e encontrar nela universos absolutamente distintos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma criança olha uma sereia e encontra encantamento. Um pescador reconhece as histórias ouvidas à margem do rio. Um estudioso percebe a permanência ancestral do mito. Um artista encontra forma, movimento e metáfora.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra pessoa vê o demônio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sereia não mudou. Mudou o universo daquele que a contempla.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carl Gustav Jung encontrou na sombra uma das dimensões fundamentais da psique: nela permanecem aspectos de nós mesmos que recusamos, reprimimos ou ainda desconhecemos. Mas aquilo que não reconhecemos interiormente não desaparece. Muitas vezes, retorna sob a forma de projeção.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aquilo que não aceito em mim posso passar a enxergar no outro — ou no mundo — com extraordinária nitidez.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez essa seja uma das grandes ironias humanas: passamos, por vezes, a combater exteriormente aquilo que não tivemos coragem de encontrar ou enfrentar dentro de nós.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando desejos, medos, impulsos ou contradições não cabem na identidade moral que construímos, o mal precisa encontrar outro endereço. E então ele passa a habitar o diferente, o corpo, a sensualidade, a religião do outro, o artista, a serpente, a sereia, o monstro do rio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais rígidas nossas certezas, mais ameaçador pode parecer aquilo que não conseguimos compreender.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mito não é mentira.&nbsp;Uma sociedade culturalmente empobrecida corre o risco de confundir mito com falsidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mito, entretanto, constitui uma das linguagens mais antigas da humanidade. Por meio dele, diferentes civilizações buscaram compreender nascimento, morte, desejo, medo, natureza, transformação e transcendência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Joseph Campbell identificou estruturas míticas que reaparecem entre culturas distantes. Jung percebeu nos mitos manifestações de imagens arquetípicas que atravessam tempos e povos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez os antigos soubessem algo que nossa excessiva literalidade esqueceu: há verdades humanas que não cabem em conceitos e, por isso, precisam tornar-se imagens.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É daí que emergem serpentes, dragões, grandes mães, heróis, labirintos, sereias e monstros das águas. O símbolo não exige que se acredite literalmente nele. Ele nos convida a pensar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E talvez esteja justamente aí o perigo para as consciências aprisionadas em verdades absolutas: pensar exige suportar a dúvida, admitir a complexidade e reconhecer que o mundo pode ser maior do que as fronteiras que desenhamos para compreendê-lo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando perdemos a capacidade de ler simbolicamente, aquilo que deveria despertar reflexão passa a provocar medo. E o medo, aliado à ignorância, quase sempre procura um culpado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a fé se transforma em medo, é inquietante observar como certas formas de fundamentalismo religioso transformam em demoníaco tudo aquilo que escapa aos seus códigos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mito torna-se demoníaco. A diferença torna-se demoníaca. O corpo torna-se suspeito. A sensualidade torna-se ameaça. A imaginação passa a ser vigiada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não faço aqui uma crítica à fé.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tenho profundo respeito pela espiritualidade e pela busca humana do transcendente. Minha inquietação começa quando a fé se transforma em instrumento de medo e o evangelho, mal interpretado, em mecanismo de condenação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma distância profunda entre fé e fanatismo, entre espiritualidade e intolerância.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evangelho, em sua essência, nos fala de amor, misericórdia, acolhimento e transformação interior. Há, portanto, uma dolorosa contradição quando alguém, dizendo defender o sagrado, sente-se autorizado a odiar, perseguir ou destruir.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma fé verdadeiramente profunda não deveria temer uma escultura.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sagrado que precisa destruir símbolos para sobreviver talvez revele não a sua força, mas a fragilidade daquele que o interpreta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Minhocão que transformei em escultura não nasceu como entidade religiosa. Nasceu das águas, da memória oral e das histórias daqueles que aprenderam a reconhecer no São Francisco mais do que um curso d’água: uma presença viva.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em minha obra, ele ressurge como Guardião do Rio São Francisco, metáfora da proteção das águas e da responsabilidade humana diante de uma natureza que insistimos em explorar como se dela não dependêssemos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas os seres que habitam as profundezas sempre exerceram fascínio sobre a humanidade. E a água é, por excelência, uma imagem das profundezas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A superfície é aquilo que conhecemos. Sob ela existe outro mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o Minhocão provoque inquietação justamente porque emerge simbolicamente desse lugar — como emergem nossos sonhos, nossas memórias, nossos desejos e nossos medos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também as sereias habitam essa fronteira entre mundos. Reúnem natureza e humanidade, beleza e mistério, desejo e profundidade. Em minhas obras, pertencem ainda ao território mítico e afetivo de Três Marias e às histórias que ajudaram a construir nosso imaginário.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando alguém olha para elas e vê apenas perversão ou presença demoníaca, volto à pergunta: o que essa pessoa está realmente vendo? A obra? Ou aquilo que sua própria consciência depositou sobre ela?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quebrar o espelho não apaga o reflexo. A história humana está repleta de livros queimados, imagens destruídas, esculturas mutiladas e obras censuradas em nome de alguma certeza moral.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há algo revelador nesse desejo de destruir um símbolo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se fosse absolutamente insignificante, bastaria ignorá-lo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando alguém sente necessidade de destruí-lo, talvez esteja tentando destruir não o objeto, mas aquilo que o objeto despertou dentro de si. E quebrar o espelho jamais eliminou o rosto refletido.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A arte possui essa inquietante capacidade de abrir portas que passamos a vida tentando manter fechadas. Conhecer-se exige reconhecer que somos constituídos de luz e sombra, beleza e contradição, razão e instinto, consciência e mistério.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maturidade não nasce da negação dessas dimensões, mas da capacidade de reconhecê-las e integrá-las.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quando alguém encontra um demônio numa obra de arte, talvez a pergunta mais importante não seja: “Por que o artista colocou o demônio ali?”. Mas: “Por que eu o vejo ali?”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pergunta desloca o julgamento do mundo para a consciência. E talvez seja justamente aí que começa o conhecimento de si.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não acredito numa arte destinada apenas a oferecer respostas confortáveis. Interessa-me a arte que produz perguntas. Aquela que abre fissuras nas certezas e nos devolve algo que não sabíamos estar procurando.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minhas criaturas das águas não pedem adoração. Pedem imaginação. Não reivindicam verdades religiosas. Carregam memória. Não pretendem converter ninguém.&nbsp;Desejam lembrar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrar que antes de nossas doutrinas existiram rios. Antes de nossos dogmas existiram estrelas. Antes de nossos livros, histórias eram contadas ao redor do fogo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, antes de aprendermos a explicar o mundo, aprendemos a imaginá-lo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma sociedade não amadurece destruindo seus símbolos. Amadurece quando aprende a lê-los, quando amplia seu repertório e compreende que uma cultura incapaz de conviver com metáforas torna-se prisioneira da literalidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, continuarei buscando nas águas do São Francisco seus seres, suas histórias, seus guardiões, suas mulheres e seus mistérios. Porque acredito que o olhar lançado sobre uma obra é, muitas vezes, uma autobiografia involuntária daquele que olha.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da arte, cada um revela algo de si. Uns encontram beleza. Outros, memória. Alguns encontram poesia. Outros encontram perguntas. E há aqueles que encontram demônios.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra permanece diante de todos. Silenciosa. Como um espelho. Talvez esperando apenas que compreendamos: nem todo monstro que enxergamos habita o mundo. Alguns emergem das águas profundas de nós mesmos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Zackia Daura, artista, escritora, escultora e pesquisadora dos mitos, símbolos e arquétipos ligados às águas, à memória e ao imaginário ribeirinho do Rio São Francisco&nbsp;</strong></p>



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		<title>Projeto KAIALA nos Terreiros celebra 10 anos com apresentações gratuitas em terreiros da Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[10 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto KAIALA]]></category>
		<category><![CDATA[terreiros da Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O espetáculo&#160;KAIALA, primeiro solo do ator, comunicador e humorista&#160;Sulivã Bispo, completa dez anos de trajetória com o projeto&#160;KAIALA nos Terreiros, que promove apresentações gratuitas em casas de Candomblé da Bahia. A iniciativa conta com apoio do&#160;Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC)&#160;e da&#160;Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (Setur). A primeira apresentação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O espetáculo&nbsp;<strong>KAIALA</strong>, primeiro solo do ator, comunicador e humorista&nbsp;<strong>Sulivã Bispo</strong>, completa dez anos de trajetória com o projeto&nbsp;<strong>KAIALA nos Terreiros</strong>, que promove apresentações gratuitas em casas de Candomblé da Bahia. A iniciativa conta com apoio do&nbsp;<strong>Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC)</strong>&nbsp;e da&nbsp;<strong>Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (Setur)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira apresentação ocorreu em&nbsp;<strong>14 de agosto de 2026</strong>, durante a celebração dos 190 anos do&nbsp;<strong>Terreiro Ilê Axé Oxumarê</strong>, na Federação, em Salvador. A programação continua no próximo domingo (30/08/2026), às 16h, no&nbsp;<strong>Ilê Axé Opô Ajagunã</strong>, em Lauro de Freitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, o projeto prevê&nbsp;<strong>seis apresentações gratuitas</strong>. Além da estreia e das cinco sessões programadas para os próximos dias, o espetáculo passará por terreiros de&nbsp;<strong>Salvador, Lauro de Freitas, Santo Amaro e Ilha de Itaparica</strong>, com programação prevista até 19 de setembro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Espetáculo aborda intolerância religiosa e ancestralidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Inspirado em&nbsp;<strong>fatos reais, com elementos ficcionais</strong>,&nbsp;<em>KAIALA</em>&nbsp;apresenta a história de uma menina de 10 anos, iniciada no Candomblé de Nação Angola, assassinada em um terreiro em um episódio de intolerância religiosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sulivã Bispo interpreta&nbsp;<strong>três personagens</strong>&nbsp;na montagem: um irmão de santo, a avó e ialorixá da menina e uma mulher evangélica. A partir dessas perspectivas, a narrativa aborda questões relacionadas à fé, ao preconceito, à ancestralidade e à resistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção cênica incorpora&nbsp;<strong>toques percussivos, violino, canto, contos sagrados e referências da cultura popular</strong>, articulados à linguagem do humor utilizada pelo artista. O espetáculo também propõe reflexões sobre liberdade religiosa, racismo religioso, cultura negra e representatividade artística.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projeto aproxima teatro e comunidades de matriz africana</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A realização de&nbsp;<em>KAIALA nos Terreiros</em>&nbsp;leva a montagem para espaços diretamente relacionados ao universo cultural e simbólico que integra a obra. A proposta estabelece uma relação entre&nbsp;<strong>teatro, performance negra, ancestralidade e comunidades de matriz africana</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto também utiliza as apresentações como espaços de encontro e diálogo com os territórios. A iniciativa busca ampliar o acesso ao teatro por meio de&nbsp;<strong>sessões gratuitas realizadas dentro dos próprios terreiros</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a proposta apresentada, a circulação marca um movimento de aproximação entre a produção artística e as comunidades de Candomblé, além de colocar em discussão temas relacionados à liberdade religiosa e ao enfrentamento do racismo religioso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">KAIALA completa uma década de circulação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de&nbsp;<strong>dez anos</strong>,&nbsp;<em>KAIALA</em>&nbsp;passou por diferentes espaços de apresentação e chegou ao palco principal do&nbsp;<strong>Teatro Castro Alves</strong>, em Salvador. A montagem consolidou a trajetória de Sulivã Bispo no teatro a partir de uma narrativa vinculada à cultura afro-brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a circulação pelos terreiros, a comemoração de uma década da obra ocorre em espaços associados às referências culturais presentes no espetáculo. A programação também amplia o alcance territorial da montagem na Bahia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa reúne, portanto,&nbsp;<strong>arte, memória, ancestralidade e debate sobre intolerância religiosa</strong>, tendo os terreiros de Candomblé como locais de apresentação e encontro com o público.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira as próximas apresentações</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As cinco sessões que ainda integram a programação de&nbsp;<em>KAIALA nos Terreiros</em>&nbsp;estão distribuídas entre&nbsp;<strong>30 de agosto e 19 de setembro de 2026</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>30/08/2026 – 16h:</strong> Ilê Axé Opô Ajagunã — Lauro de Freitas;</li>



<li><strong>04/09/2026 – 19h:</strong> Ilê Axé Ojú Onirê — Santo Amaro;</li>



<li><strong>05/09/2026 – 16h:</strong> Terreiro Tuntun Olokutun — Ilha de Itaparica;</li>



<li><strong>11/09/2026 – 19h:</strong> Terreiro São Jorge Filho da Goméia — Lauro de Freitas;</li>



<li><strong>19/09/2026 – 19h:</strong> Ilê Axé Kalé Bokum — Salvador.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A programação completa do projeto totaliza&nbsp;<strong>seis apresentações gratuitas</strong>, considerando a sessão realizada em 14 de agosto no Ilê Axé Oxumarê. A iniciativa é apoiada pelo IPAC e pela Setur e integra as ações de celebração dos dez anos de&nbsp;<em>KAIALA</em>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornalgrandebahia.com.br/wp-content/uploads/2026/08/KAIALA-nos-Terreiros-20260826-1.jpg?resize=1200%2C800&amp;quality=30&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-1380879"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal Grande Bahia</p>



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<iframe title="Homenagem ao Dia do Psicólogo: um bate-papo para conhecermos mais sobre a Psicologia e suas…" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/W1ZAv-p_9Kg?start=2378&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Armando CR lança Retratos da Alma com 80 fotografias de culturas de nove países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Armando CR]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[culturas de nove países]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografias]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fotógrafo baiano&#160;Armando CR lança, em 1º de setembro de 2026, o livro&#160;Retratos da Alma, obra que reúne&#160;80 fotografias distribuídas em 160 páginas&#160;e registros produzidos ao longo de mais de cinco décadas de atuação. O lançamento será realizado no&#160;Palacete Tirachapéu, em evento exclusivo para convidados. A publicação reúne imagens realizadas em&#160;Índia, Cuba, Marrocos, Vietnã, Indonésia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O fotógrafo baiano&nbsp;<strong>Armando CR lança, em 1º de setembro de 2026</strong>, o livro&nbsp;<em>Retratos da Alma</em>, obra que reúne&nbsp;<strong>80 fotografias distribuídas em 160 páginas</strong>&nbsp;e registros produzidos ao longo de mais de cinco décadas de atuação. O lançamento será realizado no&nbsp;<strong>Palacete Tirachapéu</strong>, em evento exclusivo para convidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação reúne imagens realizadas em&nbsp;<strong>Índia, Cuba, Marrocos, Vietnã, Indonésia, Camboja, Butão, Myanmar e Brasil</strong>. As fotografias são acompanhadas por textos que contextualizam as experiências vividas pelo autor durante os registros e apresentam aspectos relacionados às culturas, memórias e cotidianos dos locais fotografados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro marca também uma mudança na apresentação da linguagem fotográfica de Armando CR. Conhecido pela produção em&nbsp;<strong>preto e branco</strong>, o fotógrafo utiliza a&nbsp;<strong>fotografia colorida</strong>&nbsp;em&nbsp;<em>Retratos da Alma</em>, explorando expressões, ambientes e elementos culturais presentes nas imagens.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fotografia como registro de culturas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Armando CR, o trabalho busca registrar mais do que os rostos presentes nas imagens.&nbsp;<strong>“Cada fotografia é um encontro”</strong>, afirma o fotógrafo ao definir a relação entre seus registros e as pessoas retratadas. A proposta apresentada na obra é associar as fotografias a histórias e experiências observadas durante as viagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em&nbsp;<strong>Salvador</strong>, Armando CR desenvolveu uma trajetória voltada à fotografia e ao registro de aspectos culturais e sociais de diferentes povos. Ao longo de décadas, percorreu países em busca de imagens relacionadas ao cotidiano, às tradições e às manifestações presentes nas comunidades visitadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>Bahia e sua população</strong>&nbsp;permanecem entre as referências do fotógrafo. A produção também inclui trabalhos realizados em diferentes partes do mundo, reunindo experiências de contextos culturais distintos em torno da observação de pessoas, lugares e modos de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Livro reúne imagens e narrativas de nove países</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Retratos da Alma</em>&nbsp;apresenta registros feitos em diferentes períodos da trajetória de Armando CR. A organização das imagens é acompanhada por textos que contextualizam as situações fotografadas e estabelecem uma relação entre&nbsp;<strong>fotografia, memória e experiência cultural</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de países da Ásia, África e América Latina amplia a diversidade geográfica da publicação. Índia, Vietnã, Indonésia, Camboja, Butão e Myanmar aparecem ao lado de Cuba, Marrocos e Brasil, formando um conjunto de registros produzidos em diferentes contextos sociais e culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A opção pela cor representa outro aspecto da publicação. As imagens passam a explorar&nbsp;<strong>cores, expressões, ambientes e elementos visuais</strong>&nbsp;que fazem parte das experiências registradas pelo fotógrafo, mantendo como eixo a observação das pessoas e de seus contextos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Trajetória de mais de cinco décadas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de&nbsp;<strong>mais de 50 anos dedicados à fotografia</strong>, Armando CR construiu uma produção relacionada à cultura e à identidade dos povos. Parte desse percurso foi desenvolvida por meio de viagens e registros realizados em diferentes países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As obras do fotógrafo já participaram de&nbsp;<strong>exposições em diferentes partes do mundo</strong>. A trajetória inclui trabalhos voltados à documentação de pessoas e comunidades, com atenção a manifestações culturais e situações do cotidiano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com&nbsp;<em>Retratos da Alma</em>, Armando CR apresenta seu&nbsp;<strong>segundo livro</strong>&nbsp;e reúne parte dessa experiência em uma publicação de 160 páginas. A obra estabelece uma conexão entre imagens produzidas em diferentes locais e textos destinados a contextualizar as histórias relacionadas aos registros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lançamento ocorre em Salvador</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento de&nbsp;<em>Retratos da Alma</em>&nbsp;está marcado para&nbsp;<strong>1º de setembro</strong>, no&nbsp;<strong>Palacete Tirachapéu</strong>, em Salvador, em evento destinado a convidados. A publicação chega ao público como um novo registro da trajetória do fotógrafo baiano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra reúne&nbsp;<strong>80 fotografias</strong>&nbsp;e textos produzidos a partir das experiências do autor em diferentes países. O conjunto apresenta pessoas e ambientes fotografados em contextos culturais diversos, com a fotografia como principal elemento de aproximação entre essas realidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro amplia a produção editorial de Armando CR ao reunir registros realizados durante décadas e apresentar uma abordagem em cores. A publicação mantém como eixo a relação entre&nbsp;<strong>fotografia, pessoas, culturas e memória</strong>, elementos presentes na trajetória do artista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fotografia e diversidade cultural</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de&nbsp;<em>Retratos da Alma</em>&nbsp;parte da observação de diferentes comunidades e de seus modos de vida. As imagens registram expressões, tradições e situações cotidianas, enquanto os textos complementam as fotografias com informações sobre as experiências que deram origem a cada registro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diversidade dos locais fotografados permite reunir no mesmo volume diferentes referências culturais. Ao lado dos registros internacionais, a presença do&nbsp;<strong>Brasil e, em especial, da Bahia</strong>, mantém a relação da obra com as origens e referências do fotógrafo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o lançamento, Armando CR apresenta uma síntese de parte de sua trajetória de mais de cinco décadas, reunindo&nbsp;<strong>80 fotografias, textos contextualizadores e registros produzidos em nove países</strong>. O livro passa a integrar sua produção editorial e dá continuidade à trajetória do fotógrafo na documentação de pessoas e culturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal Grande Bahia </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="IGREJA VÉTERO CATÓLICO DO BRASIL EM IPIRÁ “" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/N-fDbhH-mA4?start=7&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Luiz Caldas leva a força do Axé Music ao Festival Conexão com o Paraíso, em Praia do Forte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Criador do Axé Music e figura marcante da programação do festival ao longo dos anos, artista se apresenta no dia 6 de setembro ao lado de Alceu Valença e Monarka Luiz Caldas é uma das atrações do Festival Conexão com o Paraíso, que acontece entre os dias 4 e 6 de setembro, em Praia do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Criador do Axé Music e figura marcante da programação do festival ao longo dos anos, artista se apresenta no dia 6 de setembro ao lado de Alceu Valença e Monarka</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luiz Caldas é uma das atrações do Festival Conexão com o Paraíso, que acontece entre os dias 4 e 6 de setembro, em Praia do Forte, no Litoral Norte da Bahia. Figura marcante do evento e presença recorrente em sua programação, o artista retorna ao festival no domingo, 6 de setembro, para uma apresentação no histórico Castelo Garcia d’Ávila, em uma noite que também contará com shows de Alceu Valença e Monarka.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criador do Axé Music, Luiz Caldas chega ao festival com um repertório que celebra sua trajetória e a diversidade da música brasileira. Cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor musical, o artista baiano é reconhecido pela liberdade criativa e pela capacidade de transitar por diferentes ritmos e linguagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua trajetória está diretamente ligada à construção do Axé Music, movimento que transformou a música baiana em um dos principais fenômenos culturais do país. Desde então, Luiz Caldas mantém uma produção marcada pela mistura de ritmos, experimentação e pela busca constante por novas possibilidades dentro da música.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa versatilidade aparece também nos trabalhos recentes, como o projeto “Voz &amp; Violão”, que está percorrendo o país e apresenta uma faceta mais intimista de seu repertório, e “Piscadinha”, composição de Roberta Miranda gravada por Luiz para o Carnaval, com uma sonoridade dançante e voltada à celebração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação no Conexão com o Paraíso acontece em um momento de intensa atividade para Luiz Caldas e ganha um cenário especial. O Castelo Garcia d’Ávila, um dos principais patrimônios históricos da Bahia, será palco da programação musical durante o feriado da Independência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua quinta edição, o festival reúne música, cultura, turismo e experiências em diferentes espaços de Praia do Forte. Para Luiz Caldas, a apresentação representa mais um encontro entre sua música e o público baiano, em um evento que valoriza a cultura, a história e os diferentes caminhos da música brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">SERVIÇO — Luiz Caldas no Festival Conexão com o Paraíso</p>



<p class="wp-block-paragraph">Data: 6 de setembro de 2026 (domingo)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Local: Castelo Garcia d’Ávila – Praia do Forte, Mata de São João (BA)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atrações: Luiz Caldas, Monarka e Alceu Valença</p>



<p class="wp-block-paragraph">Festival: 4 a 6 de setembro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ingressos: disponíveis pela Ticket Maker</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://vendas.ticketmaker.com.br/evento/festival-conexao-com-o-paraiso/7124-504">https://vendas.ticketmaker.com.br/evento/festival-conexao-com-o-paraiso/7124-504</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Aldeia Nagô</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Bate Papo com Lailton Mendes" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ICaAVq8G42M?start=5387&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Ney Matogrosso anuncia turnê em comemoração aos 85 anos; veja cidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:49:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ney Matogrosso&#160;anunciou, nesta quarta-feira (26), uma nova turnê para celebrar seus&#160;85 anos. Batizado de&#160;“85 Anos de Ousadia”, o projeto terá dez apresentações ao longo de 2027, das quais cinco já tiveram datas e cidades divulgadas. A primeira apresentação anunciada será em&#160;São Paulo, no dia 30 de janeiro, no Nubank Parque. Depois, Ney passa por&#160;Curitiba, em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ney Matogrosso</strong>&nbsp;anunciou, nesta quarta-feira (26), uma nova turnê para celebrar seus&nbsp;<strong>85 anos</strong>. Batizado de&nbsp;<strong>“85 Anos de Ousadia”</strong>, o projeto terá dez apresentações ao longo de 2027, das quais cinco já tiveram datas e cidades divulgadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira apresentação anunciada será em&nbsp;<strong>São Paulo</strong>, no dia 30 de janeiro, no Nubank Parque. Depois, Ney passa por&nbsp;<strong>Curitiba</strong>, em 3 de abril, na Arena da Baixada;&nbsp;<strong>Recife</strong>, em 17 de abril, no Classic Hall; e&nbsp;<strong>Belo Horizonte</strong>, em 1º de maio, na Esplanada do Mineirão. O último show entre os divulgados até agora acontecerá no&nbsp;<strong>Maracanã, no Rio de Janeiro, em 18 de dezembro</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras cinco apresentações previstas para integrar a turnê ainda serão anunciadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Me reconheço no conceito da ousadia, embora ache que há muita ênfase [na turnê]. Eu não saberia viver de outra maneira. Nunca foi para chocar; era uma necessidade minha de estar livre e solto”, afirmou Ney durante coletiva de imprensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ingressos custam entre&nbsp;<strong>R$ 97,50 e R$ 895</strong>. A pré-venda começa nesta quinta-feira (27), às 10h, para clientes Private e Itaú Personnalité. Os demais clientes do Itaú terão acesso a partir de sexta-feira (28), também às 10h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A venda geral será aberta na&nbsp;<strong>segunda-feira (31), ao meio-dia pela internet e às 13h nas bilheterias oficiais</strong>&nbsp;das cidades contempladas nesta primeira etapa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A turnê&nbsp;<strong>“85 Anos de Ousadia”</strong>&nbsp;é realizada pela 30e.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Alô alô Bahia /  Foto: David LaChapelle</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NO PERÍODO ELEITORAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pRwNByTWbUI?start=14&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Podcast Axé Das plantas lança a 3ª temporada com plantas da Caatinga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[3ª temporada]]></category>
		<category><![CDATA[Axé Das plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ouçam o 1º episódio no dia 28 de agosto nos principais streamings de podcast A 3ª temporada do podcast&#160;Axé das Plantas – Cura do Corpo e da Alma&#160;está chegando com a proposta de abordar as plantas dos biomas existentes no Brasil. As primeiras plantas trazidas para o público são da Caatinga, um bioma exclusivamente brasileiro, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ouçam o 1º episódio no dia 28 de agosto nos principais streamings de podcast</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª temporada do podcast&nbsp;<strong>Axé das Plantas – Cura do Corpo e da Alma</strong>&nbsp;está chegando com a proposta de abordar as plantas dos biomas existentes no Brasil. As primeiras plantas trazidas para o público são da Caatinga, um bioma exclusivamente brasileiro, que ocupa nove estados nordestinos e o norte de Minas Gerais. Devido à extensão, foi feito um recorte geográfico no Baixo São Francisco, região que compreende o trecho final da bacia do Rio São Francisco, pegando os estados da Bahia, Alagoas e Sergipe. Esta temporada terá 5 episódios, com as seguintes plantas: Catingueira, Cactáceas, Juazeiro,&nbsp; Jurema Preta, Licurizeiro e Umbuzeiro.&nbsp; A Catingueira é a planta escolhida para o 1o. episódio, que será lançado 28 de agosto de 2026, nos principais streamings de podcasts. Os apresentadores Dr. Victor Diógenes Silva e Dr. Vagner Rocha, conversaram com 24 convidados e convidadas,, entre pesquisadores e pesquisadoras de universidades públicas brasileiras, caciques e caçicas, pajés, lideranças de terreiro de candomblé, juremeiros e quilombolas, consolidando a proposta do podcast de cruzar saberes tradicionais e da ciência moderna sobre as plantas medicinais do Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta temporada começar com a Catingueira não é por acaso, ela batiza o bioma. Extremamente presente e marcante na Caatinga, ela é conhecida popularmente também como “pau-de-rato” ou “catinga-de-porco”, resiste ao semiárido, é a primeira a renascer quando chegam as chuvas. A catingueira tem sido usada amplamente na medicina tradicional, suas cascas, folhas, flores e raízes são utilizadas na forma de decocção e infusão para o tratamento de gastrite, cólica, diarreia, asma, bronquite, diabetes, inflamação, além de apresentarem atividade curativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Laboratório de Neuroquímica e Biologia Celular do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Bahia, representado pela entrevistada Profa. Silvia Lima Costa, desenvolveu estudos pré-clínicos com um composto da catingueira, que apresentou potencial antitumoral, antioxidante, antiinflamatório e neuroprotetor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participam também do 1º episódio a Caciça Neide, dos Truká Tupan; as artesãs Marlene e Maria Eliene, da Associação de Mulheres Quilombolas da Serra da Viúva; Makota Kayaci, do Terreiro de Katendê de Òdòmìròsóòdún ; Prof. Me. Maristela Mazzotti, Farmacêutica e Profª Colegiados Farmácia e Odontologia do Centro Universitário do Rio São Francisco- Unirios; Cacique Milton, liderança da Aldeia Pankararé, no Raso da Catarina; Profa. Márcia Vanusa da Silva, Doutora em Biologia e Professora do Departamento de Bioquímica do Centro de Biociências da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e a jornalista cearense e podcaster Pamela Queiroz, criadora do Catingueiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Caçica Neide, da aldeia Truká Tupan, nos conta que “A catingueira serve para gripe, serve para inflamação urinária e para inflamação de mulher quando tá com problema, né? E ela cura também o câncer, ajuda também se tratar. A raiz serve, a casca serve e a flor também. As folhas “serve” para banho, a flor serve para chá e também para banho. Tanto o banho para limpar o corpo, como também para inflamação. Aqui nós não “destrói” de nada. A gente quer mais para plantar, para nos curar e curar também quem precisa. Não só para nós da aldeia, como para outros fora.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A profa Maristela, Farmacêutica e Profª Colegiados Farmácia e Odontologia do Centro Universitário do Rio São Francisco- Unirios, traz em sua fala a importância de conhecimentos tradicionais para as pesquisas acadêmicas, “Sim, é a perspectiva mais promissora que tem é a gente trabalhar com os detentores do conhecimento tradicional. A partir do momento que a gente quer desenvolver algo e a gente aborda, iniciamos a nossa pesquisa através de um estudo etnodirigido, seja ele etnobotânico, etnofarmacológico, até químico-sistemático, né? Quando você já conhece uma determinada família e os metabólicos secundários dela, a perspectiva da gente ter um estudo promissor lá na frente na área de fitoquímica e farmacologia é muito alta. Então eu acho que iniciar por um estudo etnodirigido é o padrão ouro de quem trabalha com a ciência experimental, né, de bancada.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da 3a temporada, o podcast falará das plantas dos biomas brasileiros. Para o Dr. Victor Diógenes Silva, “A escolha de falar sobre os biomas brasileiros nasceu da importância de valorizar nossa biodiversidade, cultura e conhecimentos tradicionais. Cada bioma possui espécies e saberes únicos, que fazem parte da história e da identidade do nosso país. Queremos aproximar esses conhecimentos da sociedade de forma acessível e interessante. Falar sobre os biomas também é falar sobre preservação, saúde e cultura. É uma forma de mostrar a riqueza do Brasil e a importância de conhecê-la e protegê-la.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chegar a três temporadas com a parceria do Instituto Serrapilheira é fundamental para a equipe do podcast Axé das Plantas seguir em frente. Segundo o Dr. Vagner Rocha, “Chegar à terceira temporada do Axé das Plantas é uma conquista que mostra a força e a relevância do projeto. O apoio do Instituto Serrapilheira foi fundamental para ampliar o alcance e consolidar essa iniciativa de divulgação científica. Esse apoio nos permite continuar aproximando ciência, biodiversidade, cultura e sociedade. Também fortalece a valorização dos saberes populares e da nossa biodiversidade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com lançamentos quinzenais, o podcast “Axé das Plantas – Cura do Corpo e da Alma” é uma produção da Universidade Federal da Bahia, em parceria com o podcast Viagem Gastronômica com Dr. Dendê, e apoio do Instituto Serrapilheira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3ª Temporada podcast Axé das Plantas – Cura do Corpo e da Alma</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estreia</strong>: 1º episódio em 28 de agosto de 2026, com lançamentos quinzenais dos demais episódios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Streamings:</strong>&nbsp;Spotify, Deezer, Youtube, Apple Podcast e Amazon Music</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Jean Cardoso</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Aldeia Nagô </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="“ CANTO DA BACIA DO JACUIPE “" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/BpKlruVy7Qg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/podcast-axe-das-plantas-lanca-a-3a-temporada-com-plantas-da-caatinga/">Podcast Axé Das plantas lança a 3ª temporada com plantas da Caatinga</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Amelinha comemora 50 anos de carreira com show na Estação Rubi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 12:40:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sucessos como ‘Foi Deus que fez você’ e ”Frevo Mulher’ estarão no repertório da musa nordestina Ícone da música nordestina, a cantora cearense&#160;Amelinha&#160;está comemorando cinco décadas de carreira e traz para a&#160;Estação Rubi&#160;– agora instalada no icônico Palacete Tirachapéu (rua Chile, 1), Centro Histórico de Salvador – nos dias&#160;28 e 29 de agosto, às 20h,&#160;o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Sucessos como ‘Foi Deus que fez você’ e ”Frevo Mulher’ estarão no repertório da musa nordestina</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ícone da música nordestina, a cantora cearense&nbsp;<strong>Amelinha&nbsp;</strong>está comemorando cinco décadas de carreira e traz para a&nbsp;<strong>Estação Rubi</strong>&nbsp;– agora instalada no icônico Palacete Tirachapéu (rua Chile, 1), Centro Histórico de Salvador – nos dias&nbsp;<strong>28 e 29 de agosto, às 20h,&nbsp;</strong>o show&nbsp;<strong>50 Estações.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia é revisitar grandes sucessos vividos ao longo da trajetória desta musa brasileira. Com voz potente e forte presença na cena musical desde os anos 1970, Amelinha se consolidou como uma das grandes intérpretes da MPB, acumulando prêmios ao longo de uma carreira recheada de canções que reforçam sua forte ligação com a música do Nordeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Será uma grande alegria ter o público no Rubi. Além das minhas músicas, faço uma conexão entre compositores que gravei de diferentes gerações”, conta Amelinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Canções de Fagner, Zé Ramalho, Dominguinhos e Belchior sempre estiveram presentes na trajetória profissional desta cearense, dona de uma sólida carreira na MPB. A cantora gravou também músicas de Roupa Nova, Fausto Nilo, Geraldo Azevedo e Gilberto Gil, que devem estar no repertório do show.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O disco&nbsp;<em>Frevo Mulher</em>&nbsp;(1979) foi uma febre nacional e lhe deu o primeiro disco de ouro da carreira. O fenômeno aconteceu quando a intérprete colocou abaixo o Maracanãzinho, no Festival MPB 80, cantando&nbsp;<em>Foi Deus que fez você&nbsp;</em>(Luiz Ramalho), estrondoso sucesso que tornou-se marca registrada da artista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1982, emplacava outro disco de ouro com o tema de abertura do seriado&nbsp;<em>Lampião e Maria Bonita</em>, da Rede Globo, através da música&nbsp;<em>Mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor&nbsp;</em>(Zé Ramalho).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dona de uma trajetória consagrada, Amelinha conquistou o público de todo o País com inúmeras interpretações emocionantes e, com isso, tornou-se uma das grandes artistas da MPB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Estação Rubi é uma iniciativa da parceria entre o Nace – Núcleo de Ações Culturais Estratégicas – e o Tirachapéu, patrocinada pela Heineken e pelo Estado da Bahia, através do Fazcultura, da Secretaria de Cultura e da Secretaria da Fazenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Serviço:</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>O quê</u></strong>: 50 Estações – Amelinha</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Quando</u></strong>: 28 e 29 de agosto</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Horário</u></strong><strong>:</strong>&nbsp;20h</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Onde:</u></strong>&nbsp;Palacete Tirachapéu (Rua Chile, 1, Centro Histórico de Salvador)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Valor</u></strong><strong>:</strong>&nbsp;R$ 280 (inteira), R$ 140 (meia)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Vendas</u></strong><strong>:</strong>&nbsp;WhatsApp: 71 99993.7110 e 99992.9868, de segunda a sábado, das 10h às 19h.&nbsp;<strong><em>Eugênio Afonso</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Aldeia Nagô </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OAB NÃO É BICHO DE 7 CABEÇAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/18efSrIlKr4?start=2935&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/amelinha-comemora-50-anos-de-carreira-com-show-na-estacao-rubi/">Amelinha comemora 50 anos de carreira com show na Estação Rubi</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Oscar 2027: 15 filmes brasileiros entram na disputa por uma vaga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[disputa]]></category>
		<category><![CDATA[filmes brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2027]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema brasileiro já tem os primeiros candidatos na corrida pelo&#160;Oscar 2027. A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais anunciou os&#160;15 filmes pré-selecionados&#160;para representar o país na categoria de Melhor Filme Internacional. A lista reúne produções de diferentes gêneros e nomes conhecidos do audiovisual, como&#160;Carlos Saldanha, diretor de&#160;100 Dias,&#160;Antonio Pitanga, de&#160;Malês, e&#160;Gabriel Martins, de&#160;Vicentina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O cinema brasileiro já tem os primeiros candidatos na corrida pelo&nbsp;<strong>Oscar 2027</strong>. A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais anunciou os&nbsp;<strong>15 filmes pré-selecionados</strong>&nbsp;para representar o país na categoria de Melhor Filme Internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista reúne produções de diferentes gêneros e nomes conhecidos do audiovisual, como&nbsp;<strong>Carlos Saldanha</strong>, diretor de&nbsp;<em>100 Dias</em>,&nbsp;<strong>Antonio Pitanga</strong>, de&nbsp;<em>Malês</em>, e&nbsp;<strong>Gabriel Martins</strong>, de&nbsp;<em>Vicentina Pede Desculpas</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, a disputa terá mais duas etapas. Em&nbsp;<strong>9 de setembro</strong>, seis títulos serão escolhidos como finalistas. O filme que vai representar oficialmente o Brasil no Oscar será anunciado em&nbsp;<strong>16 de setembro</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os concorrentes estão ainda&nbsp;<em>A Conspiração Condor</em>,&nbsp;<em>A Fabulosa Máquina do Tempo</em>,&nbsp;<em>A Natureza das Coisas Invisíveis</em>,&nbsp;<em>Ato Noturno</em>,&nbsp;<em>Cinco Tipos de Medo</em>,&nbsp;<em>Dolores</em>,&nbsp;<em>Feito Pipa</em>,&nbsp;<em>Herança de Narcisa</em>,&nbsp;<em>Nosso Segredo</em>,&nbsp;<em>O Rei da Internet</em>,&nbsp;<em>Quando Vira a Esquina</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Papagaios</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de 2027 também terá uma novidade nas regras da Academia de Hollywood: filmes de língua não inglesa que vencerem o principal prêmio de festivais como&nbsp;<strong>Cannes, Veneza, Berlim ou Sundance</strong>&nbsp;poderão conquistar elegibilidade automática para a categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio dos indicados ao Oscar está previsto para&nbsp;<strong>21 de janeiro de 2027</strong>, enquanto a cerimônia de entrega das estatuetas acontece em&nbsp;<strong>14 de março</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Alô alô Bahia /  Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NO PERÍODO ELEITORAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pRwNByTWbUI?start=1598&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Festival da Cultura Japonesa de Salvador terá quatro dias de programação em setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;18ª edição do Festival da Cultura Japonesa de Salvador&#160;será realizada entre os dias&#160;4 e 7 de setembro, no Parque de Exposições. Em 2026, o evento terá, pela primeira vez,&#160;quatro dias consecutivos de programação, ampliando a agenda dedicada à cultura japonesa na capital baiana. O festival reunirá&#160;apresentações artísticas, gastronomia típica, oficinas, exposições, concursos e atividades para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<strong>18ª edição do Festival da Cultura Japonesa de Salvador</strong>&nbsp;será realizada entre os dias&nbsp;<strong>4 e 7 de setembro</strong>, no Parque de Exposições. Em 2026, o evento terá, pela primeira vez,&nbsp;<strong>quatro dias consecutivos de programação</strong>, ampliando a agenda dedicada à cultura japonesa na capital baiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O festival reunirá&nbsp;<strong>apresentações artísticas, gastronomia típica, oficinas, exposições, concursos e atividades para diferentes faixas etárias</strong>, além de atrações ligadas ao universo dos animes, games e da cultura pop.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os convidados confirmados está&nbsp;<strong>Bianca Alencar</strong>, atriz e dubladora conhecida por dar voz a personagens como Mabel Pines, de “Gravity Falls”, Twilight Sparkle, de “My Little Pony”, e Pinky Dinky Doo, da série de mesmo nome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro nome da programação é&nbsp;<strong>Henrique Marangon, o Core</strong>, criador de conteúdo que reúne milhões de seguidores nas redes sociais com vídeos sobre games e mistérios relacionados ao universo dos jogos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação internacional contará ainda com a cantora japonesa&nbsp;<strong>Nanase Aikawa</strong>, um dos nomes do J-rock dos anos 1990 e que mantém uma relação com o público brasileiro construída ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Encontros com convidados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição também terá uma programação de&nbsp;<strong>Meet &amp; Greet</strong>, com encontros entre o público e convidados ligados a animes, games, música, dublagem e cultura pop japonesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Bianca Alencar, Core e Nanase Aikawa, a agenda inclui nomes como&nbsp;<strong>Foxyzinho, Heron Hayashi, Luísa Horta, Francisco Jr., Feh Dubs e o Trio One Piece</strong>, formado por Glauco, Tati e Vyni.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os encontros acontecem durante os quatro dias de festival e têm ingressos vendidos separadamente, com&nbsp;<strong>valores entre R$ 30 e R$ 80</strong>, de acordo com cada convidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ingresso social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival da Cultura Japonesa terá ingressos nas modalidades&nbsp;<strong>inteira, meia-entrada e social</strong>. A opção social pode ser adquirida por qualquer pessoa mediante a entrega de&nbsp;<strong>1 kg de alimento não perecível</strong>&nbsp;na entrada do evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os alimentos arrecadados serão destinados ao programa&nbsp;<strong>Bahia Sem Fome</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ingressos estão disponíveis pela internet e nas lojas da Ticket Maker no&nbsp;<strong>Shopping da Bahia, Shopping Paralela e Parque Shopping Bahia</strong>. Também haverá bilheteria no Parque de Exposições durante os quatro dias de programação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Alô alô Bahia / Foto:  Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EDUCAÇÃO IMERSIVA COM IA NA AGRONOMIA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/nQa-1fq2zR8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/festival-da-cultura-japonesa-de-salvador-tera-quatro-dias-de-programacao-em-setembro/">Festival da Cultura Japonesa de Salvador terá quatro dias de programação em setembro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Musical sobre Moraes Moreira é apresentado no TCA com ingressos a R$ 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Moraes Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[TCA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Teatro Castro Alves&#160;recebe, no dia 30 de agosto, às 11h, o espetáculo&#160;“Moraes Musical Moreira”, dentro da programação do&#160;Domingo no TCA, em Salvador. A apresentação acontece na Sala Principal e terá&#160;ingressos a R$ 1 (inteira). As vendas dos ingressos começam às&#160;9h do domingo (30), exclusivamente na bilheteria do TCA, localizada em frente ao Campo Grande. Cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>Teatro Castro Alves&nbsp;</strong>recebe, no dia 30 de agosto, às 11h, o espetáculo&nbsp;<strong>“Moraes Musical Moreira”</strong>, dentro da programação do&nbsp;<strong>Domingo no TCA</strong>, em Salvador. A apresentação acontece na Sala Principal e terá&nbsp;<strong>ingressos a R$ 1 (inteira)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas dos ingressos começam às&nbsp;<strong>9h do domingo (30)</strong>, exclusivamente na bilheteria do TCA, localizada em frente ao Campo Grande.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada pessoa poderá comprar&nbsp;<strong>apenas um ingresso</strong>. O pagamento será aceito&nbsp;<strong>somente em dinheiro</strong>, com orientação para levar troco para valores de até R$ 5.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não serão aceitos pagamentos por&nbsp;<strong>Pix ou cartão</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">“Moraes Musical Moreira” celebra legado do artista</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O musical revisita a trajetória e o legado de&nbsp;<strong>Moraes Moreira</strong>, um dos nomes marcantes da música popular brasileira. A montagem aborda momentos importantes da carreira do artista e sua relação com o&nbsp;<strong>sertão baiano, os Novos Baianos, o Carnaval e a renovação da música brasileira</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma combinação de&nbsp;<strong>teatro, música e dança</strong>, o espetáculo estreou nacionalmente em agosto e ganhou uma temporada na Sala Principal do Teatro Castro Alves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão especial do&nbsp;<strong>Domingo no TCA</strong>, com preço popular, marca o encerramento da temporada de “Moraes Musical Moreira” em Salvador. Depois da apresentação na capital baiana, o espetáculo seguirá para temporadas em&nbsp;<strong>Recife, Brasília e Rio de Janeiro</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Alô alô Bahia </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OAB NÃO É BICHO DE 7 CABEÇAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/18efSrIlKr4?start=2935&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/musical-sobre-moraes-moreira-e-apresentado-no-tca-com-ingressos-a-r-1/">Musical sobre Moraes Moreira é apresentado no TCA com ingressos a R$ 1</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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