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	<title>economia |</title>
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	<title>economia |</title>
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		<title>Banco Mundial prevê desaceleração na América Latina e defende continuidade de reformas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[continuidade de reformas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Região deve crescer 2,1% em 2026, abaixo do ritmo registrado no ano anterior, em meio a desafios macroeconômicos e pressão global A América Latina e o Caribe devem registrar crescimento econômico mais lento em 2026, segundo relatório do Banco Mundial, que também reforça a necessidade de continuidade das reformas estruturais na região. A projeção indica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 class="wp-block-heading"><em><strong>Região deve crescer 2,1% em 2026, abaixo do ritmo registrado no ano anterior, em meio a desafios macroeconômicos e pressão global</strong></em></h5>



<p>A América Latina e o Caribe devem registrar crescimento econômico mais lento em 2026, segundo relatório do Banco Mundial, que também reforça a necessidade de continuidade das reformas estruturais na região. A projeção indica expansão de 2,1% neste ano, abaixo dos 2,4% observados em 2025.</p>



<p>De acordo com a instituição, o desempenho mais moderado reflete um ambiente macroeconômico desafiador, marcado por custos elevados de financiamento, demanda externa enfraquecida e pressões inflacionárias associadas às incertezas geopolíticas.</p>



<p>O relatório será debatido nas reuniões de primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), previstas para a próxima semana, em Washington.</p>



<p>Além das projeções, o documento destaca o avanço das discussões sobre políticas industriais em países em desenvolvimento, impulsionadas pelo aumento do protecionismo em economias como os Estados Unidos. Para o economista-chefe do Banco Mundial para a região, William Maloney, o foco deve estar na eficiência do Estado, e não necessariamente em sua expansão. “O relatório defende um Estado mais competente e capaz, não necessariamente maior”, afirmou.</p>



<p>Segundo Maloney, a região ainda enfrenta entraves históricos ao crescimento, como baixa produtividade, deficiência na qualificação da força de trabalho e limitações fiscais que dificultam investimentos públicos de grande escala. “São problemas de longa data, que remontam a décadas”, disse.</p>



<p>O relatório também menciona o caso da Argentina, que adotou uma agenda econômica mais agressiva sob o governo de Javier Milei, com cortes significativos nos gastos públicos. As medidas têm sido elogiadas por organismos internacionais em termos de controle do déficit e da dívida, mas ainda levantam dúvidas sobre seus efeitos no crescimento de longo prazo.</p>



<p>Apesar das diferentes estratégias adotadas ao longo dos anos, o Banco Mundial avalia que o desempenho econômico da América Latina segue aquém do esperado, tanto em modelos mais intervencionistas quanto em abordagens mais liberais.</p>



<p>Entre as recomendações, a instituição destaca a importância de investimentos em educação superior, estabilidade regulatória, gestão fiscal responsável e segurança institucional como pilares para impulsionar o crescimento sustentável na região.</p>



<p>Fonte: Money Report </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Ipirá em transformação ?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/TSVYGld10ig?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Índia: um mercado com 1,4 bilhão de consumidores em potencial para feijões e pulses do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Importações indianas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Importações indianas de pulses cresceram 220% nos últimos quatro anos, chegando em 8 milhões de toneladas em 25/26 O país mais populoso do mundo é o grande foco do mercado de feijão e pulses do Brasil. Com uma população de 1,4 bilhão de pessoas, sete vezes mais que a brasileira em um território duas vezes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Importações indianas de pulses cresceram 220% nos últimos quatro anos, chegando em 8 milhões de toneladas em 25/26<br><br></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/e12363a00741f9cc7caf23469101a4aa.png" alt="Logotipo Notícias Agrícolas"/></figure>



<p>O país mais populoso do mundo é o grande foco do mercado de feijão e pulses do Brasil. Com uma população de 1,4 bilhão de pessoas, sete vezes mais que a brasileira em um território duas vezes menor, as possibilidades para exportação desses grãos são enormes.&nbsp;</p>



<p>O país asiático é hoje o maior produtor mundial de pulses, com produção entre 25 e 26 milhões de toneladas, e também o maior importador deste tipo de produto, com demanda que cresceu de 2,5 milhões de toneladas em 2022/23 para 8 milhões em 25/26.&nbsp;</p>



<p>“O Brasil é essencial para garantir a segurança alimentar da Índia e para que o país siga crescendo entre 6 e 7% por ano, com renda per capita dobrando a cada 10 anos. Aumento de renda significa elevação no consumo de alimentos, maior consumo de calorias e de alimentos nutritivos”, avalia Leonardo Ananda, CEO da Câmara de Comércio Índia Brasil.&nbsp;</p>



<p>Ananda, que já foi cônsul da Índia no Brasil, destaca que as oportunidades de negócios são muitas, mas precisam acontecer com calma e planejamento. “Fazer negócios com a Índia é fazer negócios com uma civilização milenar, que consome esse tipo de produto a mais de cinco mil anos e conhece a fundo as características e a qualidade dos produtos”.&nbsp;</p>



<p>Nos últimos anos, a relação comercial entre Brasil e Índia tem aumentado significativamente, com novos acordos sendo firmados, assim como investimentos nos dois países.&nbsp;</p>



<p>Exemplo disso é a maçã, que tinha o mercado indiano totalmente fechado para as exportações brasileiras até 2017. “O Brasil não exportava maçã para a Índia, que comprava muito da Polônia. Nós identificamos esse potencial e trabalhamos para derrubar a barreira fitossanitária que existia, o que aconteceu no final de 2017. O potencial era tão grande que, já no início de 2018, a Índia se tornou a maior importadora das maçãs do Brasil no mundo”, conta Ananda.&nbsp;</p>



<p>Entre as possibilidades que o mercado de feijão e pulses tem, se destacam o feijão mungo, que tem exportação projetada entre 320 e 500 mil toneladas para 2026, o feijão caupi, que deve registrar comércio de 40 mil toneladas neste ano, o gergelim, que já tem a Índia respondendo por mais de 24% das exportações brasileiras, e o feijão guandu, que está em fase de negociações para a abertura de mercado.&nbsp;</p>



<p>“A população indiana é majoritariamente vegetariana e está em busca de nutrientes e dessas fontes vegetais de proteínas. Vários pratos muito típicos do país, que são a base da alimentação local, são feitos a partir desses grãos, então o potencial é muito grande”, afirma o representante da Câmara de Comércio.&nbsp;</p>



<p>Hoje, a maior parte das importações indianas vem de países como Myanmar, Paquistão, Uzbequistão e Sudão, origens que têm facilidades logísticas ante ao Brasil. Por outro lado, a qualidade, constância de abastecimento e garantia de que os contratos serão cumpridos são pontos que pesam a favor dos brasileiros nessa disputa.&nbsp;</p>



<p>Por: Guilherme Dorigatti</p>



<p>Fonte: Notícias Agrícolas</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PNAB CICLO 2 E PERSPECTIVA DA CULTURA NO CAMPO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YCl593o_j0M?start=660&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/india-um-mercado-com-14-bilhao-de-consumidores-em-potencial-para-feijoes-e-pulses-do-brasil/">Índia: um mercado com 1,4 bilhão de consumidores em potencial para feijões e pulses do Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Governo quer liberar R$ 7 bilhões do FGTS de 10 milhões de trabalhadores, diz Marinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro afirmou que valor se refere a residual retido de quem foi demitido e tinha restrição por causa do saque-aniversário; medida deve ajudar a conter o endividamento Oministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o governo quer liberar R$ 7 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 10 milhões de trabalhadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ministro afirmou que valor se refere a residual retido de quem foi demitido e tinha restrição por causa do saque-aniversário; medida deve ajudar a conter o endividamento<br><br>Oministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o governo quer liberar R$ 7 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 10 milhões de trabalhadores que tinham o valor retido por terem aderido ao saque-aniversário. A medida deve ajudar a conter o endividamento no país, uma das preocupações do governo em ano eleitoral.</p>



<p>Em entrevista no programa Alô Alô Brasil, apresentado por José Luiz Datena, Marinho citou as duas medidas provisórias assinadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para liberar o valor retido do fundo para quem tinha sido demitido e estava com restrição de saque por conta da lei do saque-aniversário.</p>



<p>&#8220;Liberamos no primeiro semestre R$ 12 bilhões para 12 milhões de trabalhadores e, no final do ano, liberamos R$ 8 bilhões e meio para 14 milhões de trabalhadores&#8221;, disse Marinho. &#8220;A Caixa (Econômica Federal), no meu entendimento, cometeu um erro aqui porque ela não liberou a totalidade desses recursos&#8221;, afirmou.</p>



<p>E complementou: &#8220;Tem um resíduo de R$ 7 bilhões que nós estamos trabalhando e propondo que libere agora. Estamos apurando exatamente a quantidade de trabalhadores e trabalhadoras que vão receber o que é direito legítimo deles, mas acreditamos que é em torno de 10 milhões.&#8221;</p>



<p>Na entrevista, Marinho citou o processo grande de endividamento de parte da população. &#8220;Nós estamos trabalhando essa lógica de buscar criar condições de redução desse endividamento&#8221;, disse. &#8220;Criar condições efetivas para que os trabalhadores possam voltar à sua vida normal.&#8221;</p>



<p>O saque-aniversário foi criado por lei em 2019 e permite ao trabalhador sacar parte do saldo da conta do FGTS todos os anos no mês de seu aniversário.</p>



<p>No entanto, caso ele seja demitido, poderia sacar apenas o valor referente à multa rescisória, sem ter acesso ao valor integral da conta.</p>



<p>No final do ano passado, o governo editou uma medida provisória para permitir, temporariamente, a liberação do saldo do FGTS retido para trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário e foram demitidos entre janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025.</p>



<p><strong>6&#215;1</strong></p>



<p>Marinho também falou sobre o fim da escala 6&#215;1, uma das bandeiras do governo Lula, e disse que seria prudente o presidente deixar tramitar os projetos de lei que estão na Câmara.</p>



<p>&#8220;E aí o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) teria condição de, imediatamente, caso ele assim tenha a vontade, dialogando com as lideranças da Câmara, pautar em plenário&#8221;, disse o ministro, referindo-se ao presidente da Câmara.</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto / Foto: © Shutterstock</p>



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<iframe title="A CÂMARA COMO A VOZ DA POPULAÇÃO !" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/qVe4792Zsys?start=1931&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/governo-quer-liberar-r-7-bilhoes-do-fgts-de-10-milhoes-de-trabalhadores-diz-marinho/">Governo quer liberar R$ 7 bilhões do FGTS de 10 milhões de trabalhadores, diz Marinho</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo da ApexBrasil destaca complementaridade econômica e identifica oportunidades no comércio Brasil-México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[ApexBrasil]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atualizou o estudo Perfil de Comércio e Investimentos – México, com um panorama das relações comerciais entre os dois países até o ano de 2025. O levantamento mostra que o México se consolida como um dos principais parceiros do Brasil na América Latina, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atualizou o estudo Perfil de Comércio e Investimentos – México, com um panorama das relações comerciais entre os dois países até o ano de 2025. O levantamento mostra que o México se consolida como um dos principais parceiros do Brasil na América Latina, com uma corrente de comércio dinâmica e marcada pela forte presença de produtos industrializados.</p>



<p>De acordo com o estudo, o México é o sexto principal destino das exportações brasileiras, com destaque para bens de maior valor agregado. Entre os principais produtos exportados estão automóveis, autopeças, máquinas e equipamentos, produtos químicos e siderúrgicos. Com cerca de US$ 7,7 bilhões em vendas brasileiras para o país, o México figura entre os grandes parceiros comerciais do Brasil e como um dos mercados mais relevantes da América Latina, pela complementaridade entre as duas economias, especialmente no setor industrial.</p>



<p>A Inteligência de Mercado da ApexBrasil aponta que há amplo espaço para expansão das exportações brasileiras. O Mapa de Oportunidades identifica 505 produtos com potencial de crescimento no mercado mexicano, especialmente nos segmentos de máquinas e equipamentos, químicos, alimentos e bebidas, além de bens manufaturados. A ferramenta também aponta oportunidades para diversificação da pauta exportadora, com inserção em nichos de maior valor agregado.</p>



<p>Além do comércio, o México também se destaca como parceiro relevante em investimentos. O fluxo bilateral tem crescido nos últimos anos, com empresas brasileiras ampliando sua presença no mercado mexicano, especialmente nos setores de indústria, energia e serviços. Ao mesmo tempo, empresas mexicanas mantêm investimentos no Brasil, reforçando a integração produtiva entre os países. Com estoque de Investimento Estrangeiro Direto de aproximadamente US$ 13,1 bilhões, concentrado em setores como telecomunicações, alimentos e bebidas, energia, logística e varejo, empresas mexicanas têm ampliado sua presença por meio de projetos greenfield e operações de fusões e aquisições.</p>



<p><strong>Integração regional e desafios comerciais</strong></p>



<p>O fluxo comercial entre Brasil e México é influenciado pelos Acordos de Complementação Econômica nº 53 e nº 54 (ACE-53 e ACE-55), que regulam parte do comércio bilateral e estabelecem preferências tarifárias para diversos produtos.</p>



<p>Dentro desse escopo, ainda há espaço para aprofundamento das relações, especialmente com a ampliação do ACE-53, aumentando a redução das barreiras tarifárias e não tarifárias. O ACE-53 rege produtos não automotivos, enquanto o ACE-55 estrutura o comércio de veículos e autopeças, sendo fundamental para a presença brasileira no setor automotivo mexicano. Em 2025, cerca de 40,8% das exportações brasileiras ao México estavam amparadas por esses acordos, somando aproximadamente US$ 3,15 bilhões.</p>



<p>Sendo uma das economias mais abertas do mundo, com ampla rede de acordos comerciais — incluindo o tratado com Estados Unidos e Canadá (USMCA) —, o México possui uma estrutura de importações fortemente influenciada por esses acordos, o que eleva a competitividade entre fornecedores no mercado. Esse cenário aumenta a competitividade no mercado mexicano, exigindo das empresas brasileiras maior adaptação a padrões técnicos, regulatórios e logísticos.</p>



<p>Mesmo diante desses desafios, o México se mantém como um mercado estratégico, com mais de 120 milhões de consumidores e forte integração às cadeias globais de valor. A proximidade cultural e econômica com o Brasil, aliada ao dinamismo industrial mexicano, cria condições favoráveis para a ampliação das exportações brasileiras.</p>



<p><strong>Atuação da ApexBrasil no México</strong></p>



<p>A ApexBrasil tem atuado no mercado mexicano de maneira estratégica e diversificada, combinando ações de promoção comercial, inteligência de mercado e articulação institucional para promover as empresas brasileiras no país. O México foi um dos poucos países a receber visitas oficiais tanto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto do vice-presidente Geraldo Alckmin. A Agência acompanhou as duas missões, realizando encontros entre empresários brasileiros e mexicanos que reforçam o diálogo de alto nível e a atração de investimentos.</p>



<p>A participação também se estendeu a feiras setoriais relevantes — como a Expotransporte, ANPIC, Expo Nacional Ferretera, Tecno Mueble Internacional, Expo ANTAD e Plastimagen —, evidenciando o esforço da Agência em ampliar a presença brasileira em segmentos-chave da economia local, como logística, couro e calçados, construção, varejo e indústria plástica.</p>



<p>Missões empresariais multissetoriais também contribuíram para qualificar a inserção internacional das empresas brasileiras, promover parcerias estratégicas e</p>



<p>ampliar o acesso a oportunidades em um dos mercados mais dinâmicos e abertos das Américas.</p>



<p>Com informações da ApexBrasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OS TRABALHOS LEGISLATIVO!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/guNddan4V0s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Aprimoramento genético promove ganhos em produtividade e sustentabilidade no agro brasileiro</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Avanços em plantas e animais adaptados ao clima tropical aumentam eficiência, reduzem custos e fortalecem a competitividade do país no mercado global. O aprimoramento genético tem se consolidado como um dos principais motores de transformação do agronegócio moderno. Em um cenário marcado por crescente demanda global por alimentos, mudanças climáticas e pressão por sustentabilidade, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Avanços em plantas e animais adaptados ao clima tropical aumentam eficiência, reduzem custos e fortalecem a competitividade do país no mercado global.</p>



<p>O aprimoramento genético tem se consolidado como um dos principais motores de transformação do agronegócio moderno. Em um cenário marcado por crescente demanda global por alimentos, mudanças climáticas e pressão por sustentabilidade, o investimento em genética deixou de ser diferencial para se tornar estratégia central de produtividade e competitividade.</p>



<p>O Brasil é considerado uma potência agrícola reconhecida mundialmente, e por isso os avanços nessa área são resultados de décadas de pesquisa conduzidas por instituições como a Embrapa, universidades e empresas privadas. O desenvolvimento de cultivares e raças mais adaptadas às condições tropicais foi decisivo para a expansão da produção em regiões antes consideradas marginais, como o Cerrado.</p>



<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=682%2C1024&amp;ssl=1 682w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=768%2C1153&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=300%2C450&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=600%2C901&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w"></p>



<p id="caption-attachment-207075">Artigo escrito por Natalia Venturelli, gerente de Contas da Corning Brasil – Foto:Divulgação</p>



<p>No setor vegetal, o aprimoramento genético possibilitou o surgimento de variedades mais produtivas, resistentes a pragas e doenças e tolerantes a estresses hídricos e térmicos. A soja, por exemplo, passou por uma verdadeira revolução genética nas últimas décadas. O Brasil, um dos maiores produtores globais atualmente, colhe os frutos de sementes com ciclos mais curtos, com maior potencial produtivo e melhor adaptação a diferentes fotoperíodos. Isso permite ao produtor otimizar o uso da terra, realizar safras sucessivas e reduzir perdas.</p>



<p>Na pecuária, os ganhos também são expressivos. Programas de melhoramento em bovinos de corte e de leite têm proporcionado animais com maior eficiência alimentar, melhor conversão de pasto em proteína e maior precocidade reprodutiva. Dessa forma, as raças adaptadas ao clima tropical, como o Nelore, foram aprimoradas para apresentar carcaças de melhor qualidade e maior rendimento. Já na bovinocultura leiteira, os cruzamentos estratégicos elevaram significativamente a produtividade por animal, reduzindo custos por litro produzido.</p>



<p>Diante disso, os impactos econômicos são diretos, pois ao aumentar a produtividade por hectare ou por cabeça, o produtor diminui custos fixos, melhora margens e ganha competitividade tanto no mercado interno quanto no externo. Em um ambiente globalizado, onde países disputam mercados com base em preço, qualidade e regularidade de oferta, a genética torna-se ferramenta estratégica.</p>



<p>Além disso, o aprimoramento genético contribui para a sustentabilidade. As plantas mais resistentes demandam menos defensivos; animais mais eficientes emitem menos metano por quilo de carne ou litro de leite produzido. Assim, produzir mais com menos recursos naturais torna-se viável, alinhando a rentabilidade à responsabilidade ambiental.</p>



<p>E também a incorporação de biotecnologias, como a seleção genômica e a edição gênica, amplia ainda mais as possibilidades. Com o uso de marcadores moleculares, é possível identificar características desejáveis com maior precisão e reduzir o tempo necessário para consolidar ganhos genéticos. Isso acelera o progresso e aumenta a previsibilidade dos resultados.</p>



<p>Nesse contexto, destaca-se também a aplicação da biotecnologia de&nbsp;<strong>interferência por RNA</strong>&nbsp;na agricultura, uma inovação que permite o silenciamento específico de genes em plantas, pragas e patógenos. Essa tecnologia tem sido explorada principalmente para o controle de insetos, vírus e nematoides, ao bloquear genes essenciais ao seu desenvolvimento ou sobrevivência, reduzindo a pressão de pragas de forma altamente seletiva.</p>



<p>Contudo, é fundamental que o avanço tecnológico caminhe acompanhado de regulação, transparência e comunicação clara com a sociedade. A confiança do consumidor e o acesso a mercados internacionais dependem do cumprimento de normas sanitárias e ambientais rigorosas.</p>



<p>Em síntese, o aprimoramento genético é um pilar estruturante do agronegócio contemporâneo. Ao elevar produtividade, reduzir custos, aumentar eficiência e contribuir para a sustentabilidade, ele fortalece a competitividade do setor. Investir em pesquisa, inovação e difusão tecnológica significa apostar no futuro da produção de alimentos e no desenvolvimento econômico do país.</p>



<p><em>Fonte: Artigo escrito por Natalia Venturelli, gerente de Contas da Corning Brasil.</em></p>



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		<title>Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes desde o fim do Desenrola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O programa durou cerca de 10 meses e conseguiu reduzir o número de inadimplentes que ganhavam até dois salários mínimos ou eram inscritos no Cadastro Único de 25,2 milhões para 23,1 milhões quando terminou, em maio de 2024. Esse era o público-alvo do Desenrola &#160;O alívio foi temporário. Quase dois anos após o fim do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa durou cerca de 10 meses e conseguiu reduzir o número de inadimplentes que ganhavam até dois salários mínimos ou eram inscritos no Cadastro Único de 25,2 milhões para 23,1 milhões quando terminou, em maio de 2024. Esse era o público-alvo do Desenrola</p>



<p>&nbsp;O alívio foi temporário. Quase dois anos após o fim do Desenrola, programa de renegociação de dívidas criado pelo governo federal em julho de 2023, o Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes, e convive com um calote do consumidor no maior patamar desde 2012. Hoje há um contingente de 81,7 milhões de pessoas que estão com contas atrasadas.</p>



<p>O governo agora debate a reedição de um programa voltado para endividados que, para especialistas, foi pensado desde o início para atacar os sintomas e não a raiz do superendividamento.</p>



<p>Promessa de campanha do governo Lula, o Desenrola foi lançado com o objetivo de combater a inadimplência crescente do pós-pandemia. Na época, o número de inadimplentes estava no patamar recorde de 71,4 milhões, segundo dados da Serasa, e a inadimplência era de 4,14% (índice de contas com mais de 90 dias em atraso).</p>



<p>O programa durou cerca de 10 meses e conseguiu reduzir o número de inadimplentes que ganhavam até dois salários mínimos ou eram inscritos no Cadastro Único de 25,2 milhões para 23,1 milhões quando terminou, em maio de 2024. Esse era o público-alvo do Desenrola.</p>



<p>O número total de devedores, de todas as faixas de renda, subiu a 72,5 milhões, enquanto o calote acima de 90 dias se reduziu a 3,69%.</p>



<p>Segundo especialistas, o programa ajudou a controlar um crescimento que poderia ser ainda maior do superendividamento. Passado esse efeito pontual, a inadimplência voltou a crescer com força, impulsionada pelos juros cada vez maiores, pela oferta agressiva de crédito pelas instituições financeiras e pela explosão das bets.</p>



<p>Esse cenário levou o número de inadimplentes a alcançar quase 82 milhões de indivíduos em fevereiro deste ano, enquanto a inadimplência da carteira de crédito total das pessoas físicas (incluindo os empréstimos imobiliários) alcançou 5,24%, a maior em 14 anos.</p>



<p>&#8220;O governo tomou uma medida paliativa, que não interrompeu o ciclo que promove o endividamento&#8221;, diz a economista Ione Amorim, consultora de serviços financeiros do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor). &#8220;Parte dos consumidores saiu temporariamente das estatísticas, mas isso não quer dizer que não estavam mais endividados.&#8221;</p>



<p>Para ela, a proposta do Desenrola foi reabilitar a situação financeira dos brasileiros para que voltassem a consumir. Ela lembra que a primeira medida do programa foi excluir os negativados com dívidas de até R$ 100 dos cadastros dos birôs de crédito.</p>



<p>&#8220;Quem teve o nome limpo foi pegar crédito, mas houve um rebote, com a inadimplência voltando a crescer de forma acelerada&#8221;, afirma a economista.<br>Atualmente, a maior parte das dívidas são com bancos, principalmente de cartão de crédito (26,7% do total), seguidos por contas de consumo, como água e luz (21,3%) e dívidas com financeiras (20,3%), segundo dados da Serasa.</p>



<p>Quando foi encerrado, o Desenrola havia atendido 15 milhões de pessoas com dívidas de R$ 53,2 bilhões. O Ministério da Fazenda afirmou, por meio da sua assessoria de imprensa, que a pasta avalia que o Desenrola atingiu seu objetivo. &#8220;O valor negociado corresponde a 0,5% do Produto Interno Bruto&#8221;, afirmou.</p>



<p>Um número preliminar previa alcançar até 30 milhões de indivíduos. O resultado ficou abaixo do esperado, na avaliação de especialistas, por erros de implementação principalmente na segunda fase do programa.</p>



<p>A primeira se concentrou nos devedores com renda até R$ 20 mil, que renegociaram dívidas diretamente com as instituições financeiras. Já a segunda etapa, com foco na população de baixa renda, exigia que os inadimplentes entrassem na plataforma digital criada para o programa.</p>



<p>Isso se revelou uma barreira, já que a plataforma demandava que o devedor possuísse contas ouro e prata no portal Gov.br para acesso. Posteriormente, a exigência foi reduzida para contas do nível bronze.</p>



<p>&#8220;Isso deixou a adesão mais lenta&#8221;, aponta Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV. Entre os pontos positivos do programa ele cita a limitação da taxa de juros do crédito renegociado e a construção da plataforma do governo para renegociação de dívidas, que pode ser usada futuramente.</p>



<p>&#8220;Não me parece que houve uma preocupação com as causas estruturais do superendividamento&#8221;, afirma.</p>



<p>O salto do número de endividados nos últimos anos pode ser explicado, segundo ele, por uma oferta agressiva de crédito. &#8220;Hoje há uma combinação de mais atores atuando no mercado de crédito digital, oferecendo empréstimos de forma quase automática. Os juros altos são a cereja do bolo&#8221;, diz.</p>



<p>É a mesma avaliação de André Sacconato, economista da FecomercioSP. &#8220;Isso, somado à baixa educação financeira e altas taxas de juros, levou ao crescimento do endividamento.&#8221;</p>



<p>Para Fabio Bentes, economista-chefe da CNC (Confederação Nacional do Comércio), o pano de fundo da elevação do superendividamento é a alta na taxa básica de juros, que subiu de 10,50% ao ano, patamar de quando o Desenrola foi encerrado, a 14,75% ao ano hoje.</p>



<p>&#8220;O Desenrola teve boas intenções, mas não resolveu o problema nem de longe. Quando o paciente tem uma doença grave e você dá uma aspirina para ele, não vai resolver&#8221;, diz.</p>



<p>O Ministério da Fazenda estuda hoje um novo programa, cujo objetivo é renegociar principalmente dívidas de modalidades mais caras, como cartão, cheque especial e crédito pessoal sem garantia, oferecendo abatimentos de até 80% e refinanciamento do restante.</p>



<p>Os especialistas avaliam que a nova renegociação corre o risco de cometer os mesmos erros se o foco for em uma solução apenas emergencial.</p>



<p>O governo avalia estipular contrapartidas para quem acessar a ajuda federal -entre elas uma restrição a apostas em bets e a necessidade de se fazer um curso de educação financeira, como mostrou a Folha.</p>



<p>Gonzalez, da FGV, acredita que é preciso aprimorar a regulação da oferta do crédito digital. &#8220;Quando um imóvel vai ser financiado, por exemplo, existe uma limitação do quanto o crédito vai representar da renda da pessoa. Essa limitação poderia ser pensada para outras modalidades.&#8221;</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto / Foto: © DR</p>



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<iframe title="A CÂMARA COMO A VOZ DA POPULAÇÃO !" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/qVe4792Zsys?start=1931&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-ganhou-9-milhoes-de-novos-inadimplentes-desde-o-fim-do-desenrola/">Brasil ganhou 9 milhões de novos inadimplentes desde o fim do Desenrola</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Banco Mundial reduz estimativa de crescimento econômico da América Latina para 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Brendan O&#8217;Boyle CIDADE DO MÉXICO &#8211; O Banco Mundial reduziu sua estimativa de crescimento econômico na América Latina e no Caribe para 2026, citando os desafios estruturais de longa data da região, agravados pelos altos custos de empréstimos, fraca demanda externa, tensões geopolíticas e inflação persistente. Em sua última Atualização Econômica da América Latina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/0f687b0f35da9d220b6477534ce7c667.gif" alt="Logotipo Reuters"/></figure>



<p>Por Brendan O&#8217;Boyle</p>



<p>CIDADE DO MÉXICO &#8211; O Banco Mundial reduziu sua estimativa de crescimento econômico na América Latina e no Caribe para 2026, citando os desafios estruturais de longa data da região, agravados pelos altos custos de empréstimos, fraca demanda externa, tensões geopolíticas e inflação persistente.</p>



<p>Em sua última Atualização Econômica da América Latina e do Caribe, publicada nesta quarta-feira, o Banco Mundial prevê que a região crescerá 2,1%, abaixo do crescimento de 2,4% registrado em 2025 e menos que o crescimento de 2,5% previsto pelo banco em outubro.</p>



<p>O relatório observou que o consumo privado continua sendo o principal impulsionador da demanda.</p>



<p>&#8220;A principal restrição é o investimento, que permanece moderado enquanto as empresas esperam por sinais mais claros sobre o ambiente externo e as estruturas de políticas domésticas&#8221;, disse o Banco Mundial.</p>



<p>O relatório destacou a Argentina como a exceção regional, &#8220;uma vez que a estabilização e as reformas melhoraram as expectativas e as condições financeiras&#8221; na terceira maior economia da região.</p>



<p>O Banco Mundial previu um crescimento lento para as duas maiores economias da região para este ano e o próximo, apontando para &#8220;um impulso mais lento em meio a condições financeiras internas apertadas, espaço fiscal limitado e incerteza na política comercial&#8221;.</p>



<p>O Produto Interno Bruto (PIB) da maior economia da região, o Brasil, deve crescer 1,6% este ano, antes de subir para 1,8% no próximo ano, segundo o relatório.</p>



<p>O crescimento no México &#8212; onde a revisão em andamento do acordo comercial com os EUA e o Canadá alimentava a incerteza e atingia os fluxos de investimento &#8212; está previsto em 1,3% em 2026, antes de aumentar para 1,7% no próximo ano.</p>



<p>Como ponto positivo, a região tem um potencial inexplorado significativo para crescimento futuro, disse o Banco Mundial, enfatizando que a região possui cerca de metade das reservas mundiais de lítio, um terço do cobre, uma combinação de energia limpa e esforços de reforma em andamento em várias nações.</p>



<p>O relatório aconselha os países da região a não se lançarem diretamente em políticas industriais complexas para aproveitar esse potencial. Em vez disso, ele recomenda que os governos se concentrem em &#8220;acertar primeiro o básico&#8221;, como investir em habilidades, manter economias abertas e fortalecer as instituições para criar um ambiente em que as empresas possam prosperar, criando, em última instância, empregos de qualidade.</p>



<p>Fonte: Reuters / Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil</p>



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<iframe title="ELEIÇÕES BRASILEIRA 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DOOb1GDs5sY?start=626&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br><br><br><br><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/banco-mundial-reduz-estimativa-de-crescimento-economico-da-america-latina-para-2026/">Banco Mundial reduz estimativa de crescimento econômico da América Latina para 2026</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Aberturas de mercado para o Brasil na Etiópia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Etiópia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo brasileiro concluiu negociações com a Etiópia que permitirão a exportação de diversos produtos do segmento de proteína animal. Os novos mercados abrangem carne bovina, suína e de aves e respectivos produtos cárneos e miúdos; alimentos para animais de companhia; produtos lácteos; pescado extrativo e de cultivo; produtos para alimentação animal de origem não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro concluiu negociações com a Etiópia que permitirão a exportação de diversos produtos do segmento de proteína animal.</p>



<p>Os novos mercados abrangem carne bovina, suína e de aves e respectivos produtos cárneos e miúdos; alimentos para animais de companhia; produtos lácteos; pescado extrativo e de cultivo; produtos para alimentação animal de origem não animal; palatabilizantes (aditivos que melhoram aroma, sabor, textura e atratividade de rações animais); alevinos; ovos férteis; bovinos vivos para abate, engorda e reprodução; sêmen e embriões de caprinos e ovinos; e pintos de um dia.</p>



<p>A abertura amplia a presença do agronegócio brasileiro em mercado estratégico no Chifre da África e reforça as relações no campo da agropecuária com a Etiópia, onde foi estabelecida adidância agrícola em 2025.</p>



<p>Com este resultado, o agronegócio brasileiro alcança 574 aberturas de mercado desde o início de 2023.</p>



<p>O avanço é fruto da atuação coordenada do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).</p>



<p>Fonte: MAPA</p>



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<iframe title="O IMPACTO DAS REDES SOCIAIS NA SAÚDE MENTAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-Cm1LC7gAjo?start=4&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/aberturas-de-mercado-para-o-brasil-na-etiopia/">Aberturas de mercado para o Brasil na Etiópia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Governo contraria Motta e mantém plano de novo projeto por fim da escala 6&#215;1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Planalto, as discussões vinham sendo conduzidas principalmente por Boulos e Gleisi; o envio do projeto é visto como uma estratégia para acelerar a tramitação da proposta no Legislativo O governo Lula (PT) deve contrariar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e insistir no envio de um novo projeto de lei que propõe a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Planalto, as discussões vinham sendo conduzidas principalmente por Boulos e Gleisi; o envio do projeto é visto como uma estratégia para acelerar a tramitação da proposta no Legislativo<br><br>O governo Lula (PT) deve contrariar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e insistir no envio de um novo projeto de lei que propõe a redução da escala de trabalho 6&#215;1.</p>



<p>À reportagem um integrante do Palácio do Planalto envolvido nas discussões negou que exista um acordo para recuar e dar prioridade à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que já está em tramitação na Câmara, conforme anunciou Motta nesta terça-feira (7).</p>



<p>Membros do governo afirmam que a possibilidade de envio do PL segue sendo considerada e que será observada a tramitação das propostas atualmente deliberadas pelo Congresso antes de enviar o texto próprio.</p>



<p>Uma possível mudança de planos não teria sido discutida pelos ministros que lideravam a discussão, Guilherme Boulos (Secretaria-Geral) e Gleisi Hoffmann, que até recentemente chefiava a Secretaria de Relações Institucionais.</p>



<p>O envio do projeto é visto como uma estratégia para acelerar a tramitação da proposta no Legislativo.</p>



<p>Motta havia afirmado a jornalistas que a mudança de posição do governo teria sido fruto de um alinhamento que definiu as próximas etapas para a votação da PEC. Segundo ele, o líder do governo, José Guimarães (PT-PE), afirmou que o projeto com urgência constitucional não será mais enviado.</p>



<p>Ao contrário de uma PEC, os projetos de lei têm prazo de 45 dias para serem votados na Câmara. Propostas de redução da jornada já tramitam na Casa neste formato, que tem tramitação mais lenta.</p>



<p>&#8220;A admissibilidade deverá ser votada na próxima semana na CCJ e imediatamente criaremos a comissão especial para trabalharmos a votação em plenário até o final do mês de maio, dando a oportunidade de que todos os setores possam se manifestar acerca dessa proposta que é importante para a classe trabalhadora do país, pois nós estamos tratando a redução da jornada de trabalho sem prejuízo salarial&#8221;, disse Motta.</p>



<p>Atualmente, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) está analisando duas propostas: uma, de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), prevê a adoção da carga semanal de quatro dias de trabalho e três dias de descanso. Já a proposta de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) reduz de 44 para 36 horas a jornada semanal do trabalhador. A proposta de Lopes tem sido priorizada nos debates da comissão.</p>



<p>No Planalto, as discussões vinham sendo conduzidas principalmente por Boulos e Gleisi -então à frente da articulação política do governo.</p>



<p>O movimento ocorre em meio à transição no comando da Secretaria de Relações Institucionais, pasta responsável pela articulação política do governo. Desde a saída de Gleisi para disputar as eleições, o cargo é ocupado interinamente pelo secretário-executivo, Marcelo Costa.</p>



<p>Inicialmente, o governo não pretendia enviar um texto próprio ao Congresso, mas apoiar propostas que garantissem ao menos dois dias de descanso semanal e jornada máxima de 40 horas.</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto / Foto: © Getty</p>



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		<title>Distribuidoras de gás estimam aumento de 20% em contratos com Petrobras e pedem medidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>RIO DE JANEIRO &#8211; As distribuidoras de gás canalizado estimam um aumento de 20% em contratos com a Petrobras 100% referenciados no petróleo Brent, a partir de 1º de maio, e pedem que o governo tome medidas para atenuar os impactos, assim como fez com combustíveis concorrentes, disse o diretor-executivo da associação que as representa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/0f687b0f35da9d220b6477534ce7c667.gif" alt="Logotipo Reuters"/></figure>



<p>RIO DE JANEIRO &#8211; As distribuidoras de gás canalizado estimam um aumento de 20% em contratos com a Petrobras 100% referenciados no petróleo Brent, a partir de 1º de maio, e pedem que o governo tome medidas para atenuar os impactos, assim como fez com combustíveis concorrentes, disse o diretor-executivo da associação que as representa (Abegás), Marcelo Mendonça.</p>



<p>Tais contratos são reajustados trimestralmente e a Abegás projeta um efeito ainda mais alto em agosto, quando poderiam ser reajustados em mais 35%.</p>



<p>As projeções apontam para uma alta média de 50% a 60% em tais contratos em agosto, quando comparados com valores de fevereiro, disse Mendonça, considerando dados atuais de mercado.</p>



<p>&#8220;A gente não tem margem, não tem lastro para conseguir suportar um aumento dessa magnitude&#8221;, afirmou Mendonça, em entrevista à Reuters.</p>



<p>O governo lançou um programa de subvenção ao diesel e posteriormente agregou o querosene de aviação (QAV), como forma de atenuar os efeitos da disparada dos preços do petróleo e seus derivados no mercado internacional, em meio a uma restrição de oferta gerada pela guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.</p>



<p>O governo também lançou recentemente um programa de subsídio voltado ao gás liquefeito de petróleo (GLP), o chamado gás de cozinha.</p>



<p>&#8220;Quando você incentiva combustíveis concorrentes e até, inclusive, mais poluentes que o gás natural, você acaba incentivando esses combustíveis. E o gás natural, o combustível da transição, perde mercado&#8221;, disse Mendonça.</p>



<p>(Por Marta Nogueira; edição de Roberto Samora)</p>



<p>Fonte: Reuters / © Reuters. Refinaria Gabriel Passos (REGAP) da Petrobras no estado de Minas Geraisn20 de março de 2026nREUTERS/Washington Alves</p>



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