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		<title>Preso, Vorcaro ameaça e intimida ministros do STF em recados levados à imprensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 19:59:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-banqueiro estaria disposto a revelar informações sobre autoridades para tentar deixar a prisão 18/09/2026&#160; Por Cleber Lourenço Preso preventivamente, Daniel Vorcaro passou a fazer chegar à imprensa recados de que pode expor ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e outras autoridades. As ameaças atribuídas ao ex-banqueiro aparecem justamente enquanto ele tenta deixar a prisão e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ex-banqueiro estaria disposto a revelar informações sobre autoridades para tentar deixar a prisão</p>



<p class="wp-block-paragraph">18/09/2026&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Cleber Lourenço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Preso preventivamente, <a href="https://iclnoticias.com.br/defesa-de-vorcaro-pede-revogacao-de-prisao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Daniel Vorcaro</a> passou a fazer chegar à imprensa recados de que pode expor ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e outras autoridades. As ameaças atribuídas ao ex-banqueiro aparecem justamente enquanto ele tenta deixar a prisão e seu pai, Henrique Vorcaro, busca obter prisão domiciliar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto mais grave dos relatos é a associação entre uma coisa e outra. Interlocutores atribuem a Vorcaro a disposição de revelar informações sobre autoridades caso o pai permaneça preso. O ex-banqueiro alegaria possuir fotos, recibos de pagamentos e outros documentos capazes de comprovar relações com integrantes do STF, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal (PF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até agora, esse suposto conjunto de provas não foi apresentado publicamente. O que veio a público foi o recado sobre sua existência — e a possibilidade de revelá-lo em meio à disputa pela liberdade de integrantes da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação coloca no centro da crise do caso Master uma questão institucional delicada: um investigado preso e com interesses sendo decididos pelo Judiciário passa a anunciar, por meio de interlocutores e da imprensa, que detém informações potencialmente comprometedoras sobre autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revista Veja revelou nesta sexta-feira (18) que Vorcaro enviou recentemente um recado ao STF. Segundo a publicação, se Henrique não for colocado em liberdade para tratar problemas de saúde, o ex-banqueiro revelará fatos sobre pessoas poderosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação é atribuída pela revista a um interlocutor da defesa. De acordo com esse relato, Vorcaro estaria convencido de que foi abandonado na prisão e desconfiaria da independência das próprias instituições às quais poderia recorrer para negociar uma colaboração premiada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo interlocutor afirmou que o ex-banqueiro teria fotos, recibos e outros papéis capazes de detalhar relações com figuras do STF, da PGR e da PF. “Daniel não tem nada a perder”, afirmou à revista. Horas depois, outra apuração reforçou o quadro de irritação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UOL informou que Vorcaro está “muito irritado, nervoso, ansioso” e “revoltado” com o período que passa preso e com a situação de pessoas próximas que também estão atrás das grades. Além do pai, estão presos seu primo, seu cunhado e um advogado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a apuração, esse estado de espírito tem alimentado nos bastidores a possibilidade de Vorcaro decidir falar sobre o caso Master e envolver autoridades, inclusive ministros do STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Gazeta do Povo também afirmou, com base em fontes a par da investigação, que os recados não seriam um episódio isolado. Segundo o jornal, ameaças de detalhar relações com autoridades têm sido frequentes durante o período em que Vorcaro está preso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aposta em outros caminhos para deixar a prisão é tamanha que uma nova tentativa de colaboração premiada ficou em segundo plano na estratégia de defesa. As tratativas para retomar uma negociação de delação estão escanteadas, enquanto os advogados concentram esforços na revogação da prisão de Daniel Vorcaro e na tentativa de retirar seu pai, Henrique, da cadeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que a crise no STF escalou entre os ministros, a prioridade imediata da defesa do ex-banqueiro passou a ser obter decisões favoráveis no STF para os dois atrás de questionamentos referentes ao processo e a cadeia de custódia de provas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Recados aparecem em meio à tentativa de deixar a prisão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O momento em que as ameaças atribuídas a Vorcaro chegam à imprensa é parte central da história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta mesma sexta-feira, a defesa do ex-banqueiro apresentou ao presidente do STF, Edson Fachin, um novo pedido para revogar sua prisão preventiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vorcaro está preso desde 4 de março no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. Seus advogados sustentam que a preventiva completou dois ciclos de 90 dias sem a reavaliação exigida pela legislação e afirmam que a crise instalada no próprio Supremo não pode manter o empresário indefinidamente atrás das grades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido também explora o impasse criado dentro da Corte em torno do caso Master.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na terça-feira (15), Flávio Dino pediu vista durante a sessão que discutia os desdobramentos das investigações envolvendo Alexandre de Moraes. Processos relacionados à Operação Compliance Zero haviam sido enviados ao gabinete da Presidência do STF em meio à disputa sobre a condução das apurações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa argumenta que Vorcaro não pode permanecer preso enquanto o Supremo resolve internamente quem deve conduzir e decidir questões relacionadas ao caso. Os advogados pedem a liberdade ou, alternativamente, a substituição da prisão por medidas cautelares. Ao mesmo tempo, Henrique Vorcaro também tenta sair da prisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pai do ex-banqueiro pediu que seu caso seja destravado para que seja analisado um pedido de prisão domiciliar humanitária. A defesa alega problemas de saúde e reclama que recursos contra a prisão ainda não foram julgados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente a situação de Henrique que aparece como condição nos recados atribuídos ao filho: se o pai continuar preso, Vorcaro poderá revelar o que afirma saber sobre autoridades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diz que pode falar, mas depoimentos foram adiados</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma contradição importante entre os recados que chegam à imprensa e o caminho adotado até agora pela defesa. Enquanto interlocutores descrevem Vorcaro como alguém cada vez mais disposto a revelar informações, depoimentos nos quais ele poderia formalmente apresentar fatos e provas às autoridades foram adiados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa alegou que não tinha acesso integral aos autos e, por isso, não haveria condições adequadas para os interrogatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal agora marcou para 30 de setembro novos depoimentos de Daniel e Henrique Vorcaro no inquérito que investiga a atuação de grupos que teriam sido utilizados para obter informações sigilosas, invadir sistemas e intimidar adversários da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As oitivas serão realizadas às 14h e às 16h e constituem o último ato previsto antes do encerramento desta fase da investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente nesse depoimento que Vorcaro terá uma oportunidade formal de apresentar às autoridades o que diz saber e entregar eventuais documentos que afirma possuir. A diferença é relevante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma coisa é apresentar às autoridades elementos capazes de demonstrar a prática de crimes ou irregularidades. Outra é fazer circular a informação de que esses elementos existem enquanto decisões de interesse direto do investigado e de sua família aguardam análise.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Inquérito apura estrutura de intimidação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O contexto ganha peso adicional porque o depoimento de Vorcaro ocorrerá justamente em uma investigação sobre suspeitas de intimidação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF investiga dois grupos conhecidos como “A Turma” e “Os Meninos”. Segundo a investigação, eles teriam atuado na obtenção ilegal de informações, invasão de sistemas e intimidação de pessoas consideradas adversárias dos interesses de Vorcaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investigações da PF apontam que “A Turma” operava de forma organizada e recebia recursos de empresas ligadas ao grupo empresarial do ex-banqueiro. O grupo teria acesso a sistemas oficiais restritos e seria empregado para levantar informações pessoais e processuais, além de realizar ações de intimidação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Henrique Vorcaro é investigado por suspeita de participação no chamado “núcleo violento” dessa estrutura. As responsabilidades individuais ainda são objeto da investigação, e cabe à Justiça decidir sobre as acusações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daniel Vorcaro foi preso novamente em março depois que a PF encontrou mensagens que, segundo os investigadores, indicariam planos de ataques contra adversários. A defesa contesta as acusações e sustenta que sua prisão se baseia em interpretações e suposições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de os novos recados surgirem enquanto está em andamento um inquérito que apura justamente métodos de intimidação torna ainda mais sensível a estratégia de anunciar publicamente a existência de informações sobre autoridades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Relações com ministros já provocaram crise no Supremo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A ameaça de Vorcaro de revelar informações também não ocorre no vazio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As relações mantidas pelo ex-banqueiro com ministros, familiares de magistrados e integrantes de outras instituições estão no centro da crise aberta no Supremo nas últimas semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mensagens, documentos e outros materiais obtidos pela Polícia Federal colocaram sob escrutínio contatos envolvendo diferentes integrantes da Corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta sexta-feira, a Folha de S.Paulo revelou que Vorcaro se reuniu em abril de 2024 com Gilmar Mendes no STF e pediu apoio em uma discussão bilionária envolvendo indenizações a usinas do setor sucroalcooleiro. O Banco Master possuía créditos relacionados a essas empresas. Segundo a reportagem, Gilmar posteriormente votou contra interesses defendidos pelo ex-banqueiro em casos semelhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O gabinete do ministro afirmou que a audiência ocorreu em ambiente institucional e que Gilmar desconhecia tratativas privadas envolvendo Vorcaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também nesta sexta, Kassio Nunes Marques pediu à PF acesso à íntegra dos dados extraídos do celular do ex-banqueiro. O material já havia sido disponibilizado a outros ministros do Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação também encontrou mensagens relacionadas ao filho de Kassio, Kevin Marques. Ele nega ter recebido dinheiro de Vorcaro e afirma que prestou serviços para uma consultoria tributária, por R$ 281,6 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros episódios envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça, Dias Toffoli e parentes de ministros já provocaram questionamentos, pedidos de investigação e declarações de impedimento. Cada caso possui circunstâncias próprias e versões apresentadas pelos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há, portanto, dúvida de que Vorcaro circulou por ambientes de poder e manteve contatos relevantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não comprova, porém, a alegação agora atribuída a seus interlocutores de que existiriam documentos comprometedores contra integrantes dessas instituições.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Se existem provas, elas podem ser entregues</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente essa distinção que torna os recados levados à imprensa relevantes. Vorcaro tem o direito de colaborar com investigações, prestar depoimento, entregar documentos e relatar eventuais crimes de que tenha conhecimento. Se possuir provas de irregularidades cometidas por ministros, procuradores, policiais ou qualquer outra autoridade, esse material pode ser apresentado formalmente e submetido à investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que ocorre agora é diferente. Segundo os relatos publicados nesta sexta-feira, a possibilidade de revelação aparece associada à permanência de seu pai na prisão e em um momento no qual o próprio Vorcaro também pede ao Supremo para ser libertado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ameaça, portanto, não é apresentada apenas como disposição genérica de colaborar com as investigações. Ela chega acompanhada de uma circunstância concreta: a situação carcerária da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E ocorre enquanto o Supremo atravessa uma crise provocada justamente pelas relações entre o ex-banqueiro e integrantes da Corte. Agora, Daniel e Henrique Vorcaro têm data marcada para falar oficialmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 30, diante da Polícia Federal, o ex-banqueiro terá a oportunidade de transformar os recados que vêm chegando à imprensa em fatos, documentos e provas submetidos formalmente às autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até lá, permanece uma situação incomum: preso e tentando deixar a cadeia, Vorcaro diz, por meio de interlocutores, possuir informações capazes de atingir integrantes das mesmas instituições que têm nas mãos decisões importantes sobre seu futuro e o de sua família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ICL Noticias / </p>



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		<title>MP processa Luciano Hang por assédio eleitoral e pede R$ 30 milhões de indenização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 19:40:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão aponta coerção a funcionários recém-contratados em Goiás após discurso do empresário contra o fim da escala 6&#215;1 18/09/2026  &#8211; Por Brasil de Fato O Ministério Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO) entrou, nesta quinta-feira (17), com uma ação civil pública contra a rede Havan e o seu proprietário,&#160;Luciano Hang, por assédio eleitoral. Durante a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Órgão aponta coerção a funcionários recém-contratados em Goiás após discurso do empresário contra o fim da escala 6&#215;1</p>



<p class="wp-block-paragraph">18/09/2026  &#8211; <strong>Por <a href="https://www.brasildefato.com.br/2026/09/17/ministerio-publico-processa-luciano-hang-por-assedio-eleitoral-e-pede-r-30-milhoes-de-indenizacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil de Fato</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO) entrou, nesta quinta-feira (17), com uma ação civil pública contra a rede Havan e o seu proprietário,&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/janja-rebate-luciano-hang/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luciano Hang</a>, por assédio eleitoral. Durante a inauguração de uma filial em Caldas Novas, em Goiás, no final de agosto, Hang discursou perante funcionários recém-contratados, criticando duramente a proposta do fim da escala 6×1, chamando a possível aprovação do projeto de “estelionato eleitoral”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o MPT-GO pede uma indenização coletiva de R$ 30 milhões por danos morais coletivos e indenizações individuais de ao menos 20 vezes o salário a cada funcionário atingido, além de solicitar que Hang grave um vídeo de retratação em até 48 horas, a garantia de liberação da equipe para votar nos dias de eleição e a criação de normas permanentes de neutralidade política nas lojas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No vídeo que vazou para as redes sociais, o empresário disse aos funcionários que “a liberdade do trabalho é de vocês, não é do Congresso Nacional. Eles querem ganhar o voto de vocês”, acrescentando que o custo da mão de obra na Havan vai crescer 15% e que esse valor vai ser repassado para os preços, e os funcionários terão que procurar outros trabalhos sem direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso não é nada mais, nada menos do que um estelionato”, completou.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128575"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/48b45dd2631f1525a21755969a3add47-e1789742493177.webp" alt="Luciano Hang fala a funcionários. Foto: Reprodução" class="wp-image-128575"/><figcaption class="wp-element-caption">Luciano Hang falando com funcionários. Foto: Reprodução</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Contraponto</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, Hang disse que “a Justiça não pode ter lado” e “não pode ser parcial e prejudicar quem gera empregos no país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tenho direito de dar a minha opinião. Foi exatamente o que fiz durante a inauguração em Caldas Novas. Eu estava falando sobre a liberdade de poder trabalhar, que o emprego é sinônimo de felicidade e sobre a importância de trabalhar para conquistar seus objetivos. Nesse contexto, expressei minha opinião sobre uma proposta que está sendo discutida no país”, disse o empresário, que destacou que não falou nem de candidato, nem de partido e que não pediu voto para ninguém e que, desde 2018, tem sido “perseguido”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ICL Noticias / </p>



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<iframe title="BATE PAPO COM O CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL ANDRE FIDALGO - PT" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/EvOQ2GkkbvE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Planilha de bicheiro indica pagamento de R$ 10 mi para aliados da família Bolsonaro </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 19:30:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Registros encontrados com o capo do jogo do bicho indicam pagamentos para ex-governador e parlamentares ligados ao bolsonarismo 18/09/2026&#160; Por Igor Mello e Flávio VM Costa Planilhas apreendidas pela Polícia Federal (PF) com um dos integrantes da nova cúpula do jogo do bicho do Rio de Janeiro indicam o pagamento de mais de R$ 10 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Registros encontrados com o capo do jogo do bicho indicam pagamentos para ex-governador e parlamentares ligados ao bolsonarismo</p>



<p class="wp-block-paragraph">18/09/2026&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Igor Mello e Flávio VM Costa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Planilhas apreendidas pela <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Polícia Federal (PF)</a> com um dos integrantes da nova cúpula do jogo do bicho do Rio de Janeiro indicam o pagamento de mais de R$ 10 milhões em propina para aliados muito próximos da família Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os documentos foram encontrados durante a operação <a href="https://iclnoticias.com.br/operacao-da-pf-tem-alvos-pastor-marcio-poncio/">contra o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho</a>, em novembro de 2022, durante uma das fases da Operação Smoke Free, que investiga a venda de cigarros ilegais no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os registros foram analisados em 2026 na Operação Unha e Carne, que combate a penetração do crime organizado na política fluminense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong> Núcleo Investigativo do ICL Notícias</strong> teve acesso a mais de quatro mil páginas de documentos relacionados ao inquérito. As planilhas de Adilsinho reproduzidas pela PF sugerem pagamentos para 61 pessoas – quase todos são políticos e partidos, mas em alguns casos o uso de codinomes impede a identificação dos destinatários de pagamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista de aliados da família Bolsonaro com pagamentos na planilha de Adilsinho inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), com R$ 3,63 milhões;</li>



<li>O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) Rodrigo Bacellar (União Brasil), R$ 5,43 milhões, identificado pelo codinome “Barba”;</li>



<li>O deputado federal Hélio Lopes (PL), R$ 323,2 mil;</li>



<li>O ex-deputado federal e ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) Alexandre Ramagem (PL), com R$ 91,8 mil;</li>



<li>O ex-secretário do governo Castro e candidato a deputado federal Gutemberg Fonseca (PL), com R$ 727,9 mil;</li>
</ul>



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<p class="wp-block-paragraph">Segundo a PF, as anotações do bicheiro revelam um esquema de cooptação de autoridades no estado do Rio de Janeiro pelo crime organizado. A relação de Adilsinho reúne ao menos 61 políticos, entre eles membros do Congresso e da Alerj, entre outros órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pagamentos a agentes políticos somam mais de R$ 29 milhões – a investigação não explica quando eles teriam sido feitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Das planilhas acima descritas temos que a associação em comento capturou o poder público fluminense. Os valores transacionados por ADILSINHO incluiriam o chefe do&nbsp;Poder Executivo, e agora ex-governador, CLAUDIO CASTRO e ainda o agora ex-chefe do&nbsp;Poder Legislativo RODRIGO BACELLAR. Abaixo desses diversos servidores públicos,&nbsp;municipais, estaduais e federais, aparecem relacionados à teia criada por ADILSINHO”, diz um dos relatórios da investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo político da família Bolsonaro governa o Rio de Janeiro desde 2019, quando Wilson Witzel tomou posse como governador, tendo como principal cabo eleitoral Flávio Bolsonaro. Após o impeachment de Witzel por denúncias de corrupção em contratações na saúde durante a pandemia de Covid-19, Flávio foi o principal fiador de Cláudio Castro como governador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O senador era considerado dono de diversas áreas do governo Castro e foi o responsável por indicar secretários, caso de Gutemberg Fonseca (Defesa do Consumidor) e Victor Cesar dos Santos (Segurança). Flávio Bolsonaro também chancelou a candidatura de Castro à reeleição, a escolha de Bacellar como pré-candidato ao governo do estado em 2026 — o plano foi abandonado com a prisão do deputado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascido em 1970, na cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Adilsinho era filho de um sócio de uma banca de jogo do bicho. Investigações policiais apontam que ele fabricava softwares para máquinas de videobingo adulteradas. Com o tempo, se transformou no principal contrabandista de cigarros no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os anos de 2015 e 2024, a quadrilha de Adilsinho movimentou cerca de R$ 5 bilhões, de acordo com investigações da PF. Ele é suspeito de ser mandante de vários homicídios e integra a nova cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro. Está preso desde fevereiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Proximidade com a família Bolsonaro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a PF, as duas planilhas são evidências de um amplo esquema multimilionário de compra de apoio político. Os supostos pagamentos beneficiam políticos de uma ampla gama de partidos, quase todos da extrema direita e do Centrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O achado ganha relevância porque não se trata de anotação genérica ou isolada: a planilha organiza beneficiários, quantifica valores e consolida um total expressivo, compatível com uma contabilidade paralela de grande escala, circunstância que recomenda o confronto sistemático com dados bancários, fiscais, eleitorais e com as prestações de contas declaradas à Justiça Eleitoral. A importância investigativa da Lista 1 reside, sobretudo, na possibilidade de ela representar um mapa de circulação de recursos destinados ao financiamento político, formal ou informal, por estrutura vinculada à organização criminosa investigada”, diz um trecho de um relatório elaborado pela corporação em junho deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença dos nomes de Castro e Bacellar na planilha de Adilsinho já havia sido revelada em junho pelo portal G1. Em agosto, o UOL informou sobre a presença do nome de Gutemberg de Paula Fonseca. A presença dos demais aliados da família Bolsonaro na lista, no entanto, ainda era desconhecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as investigações, a menção a Bacellar foi disfarçada sob o uso do codinome “Barba”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É imprescindível salientar que, ante as evidências coletadas até o presente momento, a pessoa denominada com o codinome ‘BARBA’ seja o ex-Deputado Estadual RODRIGO DA SILVA BACELLAR”, escreve a PF em relatório. A defesa de Bacellar, no entanto, nega que ele seja o destinatário do dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Hélio Lopes é um dos amigos mais próximos do ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem conheceu na década de 1980 quando ambos ainda estavam no Exército. A proximidade era tanta que ele disputou uma vaga na Câmara dos Deputados em 2018 com o nome de Helio Bolsonaro na urna e foi eleito. Durante o mandato de Bolsonaro, ele era presença frequente nas agendas do presidente, com livre trânsito no Palácio do Planalto.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128478"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/helio_bolsonaro_flavio.webp" alt="Hélio Lopes com Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro em lançamento de livro" class="wp-image-128478"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Hélio Lopes com Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro em lançamento de livro (Crédito: Reprodução/ Facebook)</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ramagem, por sua vez, fez parte da equipe de segurança de Bolsonaro durante a campanha de 2018, tornando-se íntimo da família. Ele virou amigo pessoal dos filhos de Bolsonaro, tendo inclusive passado o Réveillon de 2018 ao lado de Carlos Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Jair Bolsonaro subiu a rampa do Palácio do Planalto, Ramagem foi nomeado para o comando da Abin. Entre as atribuições da agência está reunir informações e assessorar o presidente sobre temas de interesse nacional — inclusive o impacto do crime organizado, como o jogo do bicho, sobre as instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ramagem era um dos homens de confiança de Bolsonaro. O ex-presidente tentou nomeá-lo diretor da Polícia Federal após afirmar, em reunião ministerial, que iria intervir na corporação para conter investigações contra familiares e amigos. A posse de Ramagem, contudo, foi barrada por decisão do STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ramagem permaneceu no comando da Abin e participou ativamente da tentativa de golpe de Estado arquitetada por Bolsonaro em 2022. Ele foi condenado pelo STF a 16 anos e 1 mês de prisão, mas fugiu do país antes de ser preso. Hoje, ele está foragido nos Estados Unidos.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128479"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/ramagem-ano-novo.webp" alt="Ramagem e a esposa passaram ano novo com Carlos Bolsonaro" class="wp-image-128479"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Ramagem e a esposa passaram ano novo com Carlos Bolsonaro (Crédito: Reprodução/ Instagram)</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto era investigado pela tentativa de golpe, Ramagem foi escolhido por Jair e Flávio Bolsonaro para ser candidato à prefeitura do Rio de Janeiro em 2024, reduto político do clã. Mesmo com o apoio de Flávio Bolsonaro, Ramagem foi derrotado por Eduardo Paes (PSD) ainda no primeiro turno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Flávio Bolsonaro virou sócio de filho de aliado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Já Gutemberg de Paula Fonseca é um dos principais aliados políticos de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro. Marqueteiro e ex-árbitro de futebol, ele foi indicado por Flávio para ocupar cargos de secretário na prefeitura do Rio de Janeiro, durante a gestão de Marcelo Crivella (Republicanos-RJ).</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128480"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/gutemberg-flavio-th-joias.webp" alt="Gutemberg Fonseca (primeiro plano) com Flávio Bolsonaro e o ex-deputado TH Jóias, preso por envolvimento com o Comando Vermelho" class="wp-image-128480"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Gutemberg Fonseca (primeiro plano) com Flávio Bolsonaro e o ex-deputado TH Jóias, preso por envolvimento com o Comando Vermelho (Crédito: Reprodução)</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No governo Cláudio Castro, foi nomeado, também por indicação de Flávio Bolsonaro, como secretário de Defesa do Consumidor. Antes dos supostos pagamentos de Adilsinho, ele já estava na mira de investigações por relação com o crime organizado. Mensagens interceptadas pela PF mostram o traficante Índio do Lixão, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho no Grande Rio, falando de encontros e trocas de favores com Fonseca, em troca de apoio político a ele mesmo. O aliado de Flávio Bolsonaro nega as acusações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o vínculo entre Flávio Bolsonaro e a família Fonseca vai além das alianças políticas. Pouco depois de tomar posse no Senado, Flávio tornou-se sócio do filho de Gutemberg, Yan Thierry Santos Fonseca, que na época tinha apenas 20 anos. Os dois se uniram a outros quatro sócios na empresa Kryafs Participações. O objetivo, conforme revelado à época pelo jornal Folha de S. Paulo, era instalar uma planta industrial da fabricante de sabão em pó Espumil no Rio de Janeiro. Além de sócio, Flávio era “representante comercial” da empreitada, com a previsão de receber R$ 500 mil pelo serviço.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relação com Castro e Bacellar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Castro e Bacellar contavam com o apoio de Flávio Bolsonaro e de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, para integrarem a chapa bolsonarista na eleição deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bacellar seria o candidato ao governo do estado, enquanto Castro deixaria o governo para disputar uma cadeira no Senado. Contudo, ambos tiveram os planos políticos frustrados por serem alvo de uma série de denúncias de corrupção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Castro foi alvo de uma série de operações da PF por conta de investigações de casos de corrupção durante seu governo, como os repasses da Rioprevidência e da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) para o Banco Master, assim como a acusação de favorecimento sistemático às empresas de Ricardo Magro, maior sonegador do país, em troca de supostas contrapartidas — como pagamento de despesas pessoais e uso de imóveis de luxo mantidos por empresas ligadas ao esquema.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128482"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/mercedes-edit.webp" alt="Veículo de luxo encontrado pela PF em casa de Bacellar" class="wp-image-128482"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Veículo de luxo encontrado pela PF em casa de Bacellar – Crédito: Reprodução</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Já Bacellar foi preso na Operação Unha e Carne, também da PF, por participar da obstrução de uma operação contra o então deputado estadual TH Joias (MDB-RJ), apontado como braço político do Comando Vermelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante uma das operações em que foi alvo, em dezembro de 2025, os agentes da PF encontraram uma Mercedes na garagem da casa de campo do ex-presidente da Alerj, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Ao buscarem os dados do veículo, os investigadores constataram que ele estava registrado em nome de uma empresa ligada a um dos operadores do esquema de Adilsinho.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128483"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/castro_camarote-editada.webp" alt="O ex-governador Cláudio Castro e o ex-deputado TH Jóias, preso por ligação com o CV, no camarote de sobrinho de Adilsinho" class="wp-image-128483"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>O ex-governador Cláudio Castro e o ex-deputado TH Jóias, preso por ligação com o CV, no camarote de sobrinho de Adilsinho (Crédito: Reprodução/ Instagram)</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto mencionado pela Polícia Federal foi a presença tanto de Castro quanto de Bacellar no Camarote Arpoador durante os desfiles de escolas de samba do Rio de Janeiro, no carnaval de 2024. O espaço pertence a Bernardo Coutinho Loyola, sobrinho de Adilsinho e, segundo as investigações, “diálogos interceptados entre ADILSON COUTINHO e BERNARDO teriam revelado a importância deste na organização criminosa, inclusive no contexto de discussões sobre a formação de uma ‘nova cúpula’” do jogo do bicho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No camarote, Castro posou para fotos com o ex-deputado estadual TH Joias, preso sob a acusação de atuar como braço político e financeiro do Comando Vermelho. Alexandre Ramagem também frequentou o espaço com a esposa</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128484"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/ramagem-sem-marca.webp" alt="Ramagem e a esposa no camarote do sobrinho de Adilsinho na Sapucaí" class="wp-image-128484"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Ramagem e a esposa no camarote do sobrinho de Adilsinho na Sapucaí (Crédito: Reprodução)</em></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Outro lado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado, o ex-governador Cláudio Castro negou envolvimento com o esquema do chefe do jogo do bicho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“A defesa do ex-governador Cláudio Castro nega categoricamente que ele tenha recebido qualquer pagamento, direto ou indireto. Cláudio Castro não reconhece os valores atribuídos a seu nome em anotações produzidas por terceiros.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A Gráfica Editora Completa foi contratada pela campanha de 2022 para a prestação de serviços gráficos. A despesa foi regularmente declarada à Justiça Eleitoral e as contas da campanha foram aprovadas. À época, não havia conhecimento de qualquer eventual relação da empresa ou de seus responsáveis com os fatos atualmente investigados.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Sobre o Camarote Arpoador, nos anos em que foi governador, Cláudio Castro visitou diversos espaços a convite dos organizadores, prestigiando os espaços como compete ao cargo de governador”</em>, afirma em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa de Rodrigo Bacellar negou que o ex-deputado seja o destinatário dos pagamentos na planilha de Adilsinho, sob o codinome “Barba”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“A defesa esclarece que Rodrigo Bacellar não recebeu pagamentos, direta ou indiretamente, de Adilsinho, não havendo qualquer elemento concreto apresentado pela Polícia Federal que comprove tal afirmação. A investigação aponta, como suposta comprovação dos recebimentos ilícitos, uma planilha na qual a alcunha “Barba” teria sido vinculada a Rodrigo Bacellar. Importa esclarecer, contudo, que Rodrigo Bacellar jamais foi chamado dessa forma ou utilizou o apelido “Barba” em qualquer âmbito, seja profissional, político ou pessoal.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Quanto ao veículo Mercedes-Benz, o automóvel foi disponibilizado pela concessionária a Rodrigo Bacellar, temporariamente, para experimentação e avaliação, no contexto de tratativas comerciais para eventual aquisição. A negociação não foi concretizada, o veículo foi devolvido à concessionária e posteriormente comercializado a outro cliente. Portanto, o automóvel jamais integrou o patrimônio de Rodrigo Bacellar, inexistindo vínculo patrimonial ou qualquer relação com eventual esquema atribuído a terceiros.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A defesa ressalta, por fim, que eventuais referências a pessoas que tenham integrado anteriormente o quadro societário da concessionária não estabelecem qualquer vínculo de Rodrigo Bacellar com essas pessoas ou com os fatos a elas atribuídos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Importa ressaltar, ainda, que Rodrigo Bacellar desconhecia completamente que o automóvel estivesse registrado em nome de empresa relacionada às pessoas mencionadas na investigação.</em><br><em>Sobre o camarote, vale dizer se tratar do maior camarote da Sapucaí, com mais de 1.200 pessoas por dia. E seria muito leviano afirmar que estar ali sugere algo ilícito”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong> ICL Notícias</strong> também tentou contato com a defesa do ex-deputado Alexandre Ramagem, mas não teve retorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado pela reportagem, Gutemberg Fonseca disse não ter relações com Adilsinho: “Não conheço e nunca estive com Adilsinho. Nunca houve qualquer tipo de pagamento deste senhor para minha campanha”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Hélio Lopes enviou nota negando qualquer envolvimento com Adilsinho:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“A assessoria de comunicação do deputado federal Helio Lopes (PL-RJ) esclarece que o parlamentar não reconhece os valores, nem a anotação atribuída ao seu nome, constantes na suposta planilha mencionada no âmbito da investigação.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Todas as receitas e despesas de sua campanha eleitoral de 2022 foram devidamente registradas e declaradas à Justiça Eleitoral, em estrita observância à legislação vigente. A prestação de contas foi regularmente aprovada pela Justiça Eleitoral e permanece pública, podendo ser consultada nos canais oficiais.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O deputado também esclarece que não recebeu recursos ou apoio financeiro provenientes de Adilsinho ou de gráficas investigadas na operação.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>É importante ressaltar, ainda, que até o momento, o deputado Helio&nbsp; Lopes não foi procurado pela Polícia Federal para prestar esclarecimentos sobre os fatos mencionados que ele desconhece.&nbsp; No entanto, o parlamentar informa que está à disposição das autoridades competentes para prestar quaisquer esclarecimentos que se façam necessários e colaborar com as investigações”</em>, diz o posicionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ICL Noticias / Divulgação/ Eliane Carvalho/ Governo do Rio de Janeiro<br></p>



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<iframe title="Bate Papo com Maria Marighella - Candidata a Deputada Federal - PT" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/OvhHfZo5dbM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Cunhado de Mendonça trabalha para deputado suspeito de vender influência sobre tribunais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:45:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>José Nagliatti, cunhado do ministro André Mendonça, está lotado no gabinete do deputado federal Cezinha de Madureira e atua em instituto fundado por ministro&#160; 17/09/2026&#160; Por Alice Maciel(Esta reportagem foi iniciada com informações encaminhadas ao site&#160;Denunciei.com) Cunhado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, José Nagliatti trabalha no gabinete do deputado federal Cezinha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">José Nagliatti, cunhado do ministro André Mendonça, está lotado no gabinete do deputado federal Cezinha de Madureira e atua em instituto fundado por ministro&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">17/09/2026&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Alice Maciel<br></strong><em>(Esta reportagem foi iniciada com informações encaminhadas ao site&nbsp;<a href="https://denunciei.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Denunciei.com</a>)</em><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cunhado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) <a href="https://iclnoticias.com.br/instituto-de-mendonca-recebeu-r-52-milhoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">André Mendonça</a>, José Nagliatti <strong><a href="https://www.camara.leg.br/transparencia/recursos-humanos/remuneracao/Rw29VM35zd6zrJY8yEb4?ano=2026&amp;mes=8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">trabalha</a></strong> no gabinete do deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) e também atua no Instituto Iter, instituição de ensino dedicada a ministrar cursos de formação e aperfeiçoamento profissional, fundado pelo magistrado em 2023.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cezinha, que mantém uma relação próxima com Mendonça, foi alvo, nesta segunda-feira (dia 14), de uma operação da Polícia Federal (PF) que investiga suspeitas de tráfico de influência em tribunais superiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nagliatti está lotado no gabinete do parlamentar desde<strong><a href="https://www.camara.leg.br/boletimadm/suplementos/2023/SP300323.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> março de 2023</a></strong>, segundo registros da Câmara dos Deputados. Paralelamente ao cargo de secretário parlamentar, ele organiza e recepciona visitas de potenciais parceiros do Instituto Iter, conforme revelam publicações nas redes sociais.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma postagem no Linkedin no dia 28 de julho de 2025, o Banco de Olhos de Sorocaba (BOS) atribui ao cunhado de André Mendonça a organização de um encontro entre os representantes da instituição de saúde com dirigentes do instituto. Na publicação, o BOS identifica José Nagliatti como “executivo de vendas”. André Mendonça também participou do encontro.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128464"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/Captura-de-tela-2026-09-17-150444-e1789668687863.webp" alt="" class="wp-image-128464"/><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução/LinkedIn</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Outro registro mostra Nagliatti recebendo visitantes no Iter. O advogado Marcus Reis, um dos organizadores do VII Congresso Nacional de Direito Agrário, afirmou ter sido recebido no local por Nagliatti. “Recebido com gentileza e entusiasmo pelo amigo José Nagliatti”, escreveu no dia 6 de junho de 2025. “Agradeço o Instituto Iter, o convite do Ministro André Mendonça e todo carinho recebido pelo meu amigo José Nagliatti”, escreveu em outro post o vereador de Peruíbe (SP), Fábio Mariano.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128465"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/Captura-de-tela-2026-09-17-150959-e1789668744432.webp" alt="" class="wp-image-128465"/><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução/LinkedIn</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/vereadorfabiomariano/?utm_source=ig_embed&amp;ig_rid=APTu5VuYesrVZpp8EAClste">https://www.instagram.com/vereadorfabiomariano/?utm_source=ig_embed&amp;ig_rid=APTu5VuYesrVZpp8EAClste</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionado pelo ICL Notícias sobre sua atuação no Iter, José Nagliatti respondeu, sem dar detalhes: “só divulgo os cursos e dou apoio quando estou em SP [sede do instituto]”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A explicação sobre os serviços ao gabinete de Cezinho de Madureira ficou a cargo do deputado, que por meio de nota, informou que José Nagliatti “exerce cargo de secretário parlamentar, com atuação pública e regularmente registrada pela Câmara dos Deputados, desempenhando funções técnicas de apoio à agenda e aos deslocamentos do parlamentar”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Participações pontuais em outras atividades ocorrem sem prejuízo das atribuições funcionais e sem sobreposição de jornadas”, acrescentou. Ainda segundo a nota, a nomeação do cunhado de Mendonça “seguiu o rito próprio dos cargos de livre provimento no âmbito da Câmara dos Deputados”. “Não há circunstância que tenha interferido no regular exercício das funções no gabinete”, diz a nota.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado, o ministro André Mendonça informou que&nbsp; manifestou e o Instituto Iter, que não responderam até a publicação.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cunhado de Mendonça tem jornada de 40 horas na Câmara</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Câmara dos Deputados, o secretário parlamentar está sujeito a uma jornada semanal de 40 horas&nbsp; poderá realizar atividade privada, desde que fora do período de trabalho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">José Nagliatti está lotado no gabinete de Cezinha de Madureira como secretário parlamentar, nível SPO2, com salário bruto de R$ 1,9 mil e R$ 1,8 mil de auxílios.&nbsp; Ele é irmão de Janey Nagliatti de Mendonça, esposa de André Mendonça, que constava nos registros do Iter como administradora.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 3 de setembro, porém, Janey e o ministro anunciaram que deixariam a sociedade, sem qualquer contrapartida financeira. A decisão foi divulgada após o <a href="https://iclnoticias.com.br/vaza-mendonca-mensagens-e-audios-ineditos/"><strong>ICL Notícias</strong>,</a> em parceria com a newsletter Noites Húngaras, do repórter Paulo Motoryn, revelar que Mendonça havia se reunido com Daniel Vorcaro no instituto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem revelou mensagens e áudios extraídos do celular do banqueiro que mostram Cezinha de Madureira atuando, ao lado do advogado Ciro Rocha Soares, na aproximação do então dono do Banco Master com Mendonça. Em março de 2025, o deputado marcou uma reunião entre os dois no Instituto Iter, em São Paulo, enviou o endereço a Vorcaro e, pouco antes do encontro, avisou: “Ministro já está te esperando”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mendonça confirmou ter recebido o banqueiro e afirmou que se limitou a ouvi-lo sobre um processo no STF envolvendo créditos de precatórios de interesse do Master. O ministro afirmou ainda que votou contra os interesses de Daniel Vorcaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Registre-se, aliás, que a atuação jurisdicional do ministro foi contrária à posição defendida pelo empresário, em linha com sua posição historicamente defendida em casos semelhantes, conforme se pode verificar nos autos.”</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Aliado de Mendonça é investigado por tráfico de influência</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A relação de Cezinha com Mendonça voltou ao centro das atenções nesta semana. Na segunda-feira (14/9), o deputado foi alvo da terceira fase da Operação Transparência, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF. A PF investiga suspeitas de que o parlamentar usava sua posição e o acesso a integrantes de tribunais superiores para oferecer influência sobre decisões judiciais em troca de pagamentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As investigações apontam que integrantes do grupo teriam negociado com terceiros o pagamento de valores expressivos, condicionados ao resultado de processos em curso, a pretexto de influir em decisões judiciais. ”, <strong><a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2026/09/pf-deflagra-a-operacao-transparencia-3-para-apurar-trafico-de-influencia-junto-a-tribunais-superiores" target="_blank" rel="noreferrer noopener">informou </a></strong>a PF. Para os investigadores, as mensagens indicam que cabia&nbsp; ao deputado “o suposto contato pessoal e direto com ministros de tribunais superiores”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal ressalta que os ministros citados não são investigados. Em trecho da representação reproduzido por Flávio Dino na decisão, a PF afirma que os magistrados aparecem “exclusivamente como destinatários cogitados da influência anunciada pelos investigados […] e jamais como suspeitos”. Segundo a corporação, “não há, nos elementos reunidos, notícia de solicitação, de aceitação ou de recebimento de vantagem indevida por integrante do Poder Judiciário”, nem de decisão judicial contrária ao direito.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação chegou ao deputado a partir de outra apuração, aberta para investigar irregularidades na destinação de emendas parlamentares. Em dezembro de 2025, a PF apreendeu o celular de Mariângela Fialek, Tuca, advogada e ex-assessora do deputado Arthur Lira (PP-AL). A análise das mensagens encontradas no aparelho levou os investigadores aos contatos de Cezinha e da advogada Valéria Rodrigues Linhares, apontada pela como esposa do deputado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os investigadores, “o padrão de conduta é constante e se repete em todos os episódios” analisados: “(i) Fialek encaminha ao parlamentar a peça, o memorial ou o andamento processual; (ii) o parlamentar confirma que “falou”, “despachou”, “pediu” ou que será atendido pelo Ministro; (iii) a advogada cobra o resultado (“Manda notícias”, “Me de boas notícias!”, “Qual o próximo passo”; e (iv) paralelamente, formaliza-se o instrumento de honorários de êxito, em valores incompatíveis com a simples atuação técnica e vinculados exclusivamente ao resultado do julgamento”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação também tenta esclarecer a origem dos R$ 510 mil em espécie apreendidos pela PF, em agosto, na bagagem de mão de Valéria no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A polícia suspeita que o dinheiro possa estar relacionado aos fatos investigados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as buscas na casa de Cezinha, os policiais encontraram um porta-retrato com uma fotografia do deputado e de Valéria ao lado de André Mendonça e da esposa do ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota enviada à reportagem, o deputado foi questionado sobre as investigações, mas não respondeu. Ao portal G1, a defesa do deputado informou que os fatos serão devidamente esclarecidos no devido processo legal, com a demonstração de que nenhuma irregularidade foi cometida. Importante ressaltar que, conforme a jurisprudência do STF estabelece, medidas de tamanha repercussão deveriam ter sido conduzidas com a devida distância de qualquer circunstância política ou eleitoral”, acrescentam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ICL Notícias também procurou a defedera de Valéria e de Mariangela Fialek, que não retornaram.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ICL Noticias / </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Instituto ligado a Mendonça recebeu R$ 5,2 mi de empresa de parceiro de Vorcaro, diz site</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:20:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instituto Iter recebeu recursos da Cedro Participações em contrato de mútuo, diz site 17/09/2026&#160; O Instituto Iter, ligado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, recebeu R$ 5,2 milhões da Cedro Participações, empresa controlada pelo empresário Lucas Kallas, que manteve negócios com o banqueiro Daniel Vorcaro. O contrato de mútuo conversível foi firmado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Instituto Iter recebeu recursos da Cedro Participações em contrato de mútuo, diz site</p>



<p class="wp-block-paragraph">17/09/2026&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://iclnoticias.com.br/instituto-mendonca-recebe-380-mil-prefeitura-sp/">Instituto Iter</a>, ligado ao ministro do <a href="https://iclnoticias.com.br/stf-retoma-sessao-que-analisa-acusacoes/">Supremo Tribunal Federal (STF)</a> <a href="https://iclnoticias.com.br/gilmar-mendes-chama-mendonca-de-pixuleco/">André Mendonça</a>, recebeu R$ 5,2 milhões da <a href="https://iclnoticias.com.br/antonio-rueda-e-advogado-contratado-por-magnata/">Cedro Participações</a>, empresa controlada pelo empresário Lucas Kallas, que manteve negócios com o banqueiro <a href="https://iclnoticias.com.br/mensagens-vorcaro-mencionam-filho-kassio-nunes/">Daniel Vorcaro</a>. O contrato de mútuo conversível foi firmado em abril de 2024 e previa R$ 5,9 milhões em repasses. As informações são de Cézar Cézar Feitoza, Fabio Serapião e Marcela Mattos do site UOL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Iter decidiu interromper os repasses e começar a devolver os recursos em janeiro deste ano. No mês seguinte, Mendonça foi sorteado relator das investigações relacionadas ao <a href="https://iclnoticias.com.br/mpf-diferenca-r-14-bi-carteiras-master/">Banco Master</a>. Segundo o instituto, a decisão de encerrar o empréstimo ocorreu porque a entidade já havia alcançado sustentabilidade financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contrato previa que o dinheiro seria usado exclusivamente na estruturação e nas atividades do Iter. O instituto afirma que os recursos foram depositados em sua conta e que não houve distribuição de lucros, dividendos ou participações nos resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A negociação foi conduzida pelo presidente do Iter, Victor Godoy Veiga, com representantes da Cedro. Segundo o instituto, Mendonça e Kallas não participaram das tratativas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Relação com Vorcaro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Kallas manteve negócios com empresas ligadas a Vorcaro. Em 2023, a Cedro tinha 8% da Biomm, enquanto a gestora WNT, ligada a Vorcaro e Nelson Tanure, passou a comprar ações da empresa em 2024. O grupo ligado ao banqueiro chegou a deter 25% da Biomm em janeiro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mensagens encontradas no celular de Vorcaro também mostram que ele e Kallas viajaram juntos para Caracas, na Venezuela, em novembro de 2023, para prospectar negócios. Registros do Palácio do Planalto mostram que os dois entraram juntos na sede do governo em dezembro daquele ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Cedro nega que Vorcaro tenha tido relação societária ou vínculo empresarial com seus negócios. Kallas também afirma que as viagens internacionais faziam parte de sua agenda de prospecção comercial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empresário não é investigado na <a href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2026/07/policia-federal-deflagra-10a-fase-da-operacao-compliance-zero" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Operação Compliance Zero</a>, que apura fraudes envolvendo Vorcaro e o Banco Master. A Cedro também não é citada nos inquéritos sobre as fraudes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Encontro com Vorcaro</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mendonça e Vorcaro se encontraram em março de 2025, na sede do Instituto Iter. Segundo o ministro, a reunião tratou de precatórios de interesse do Banco Master.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo mês, Mendonça recebeu um advogado de Vorcaro em seu gabinete no <a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">STF</a> para tratar do mesmo assunto. O ministro afirma que sua atuação no processo foi contrária à posição defendida pelo banqueiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mendonça deixou o Iter no início de setembro. O instituto afirma que ele nunca recebeu dividendos, lucros ou participação nos resultados. Procurado, o ministro não se manifestou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte; ICL Noticias / </p>



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		<title>Operação Overclean: A Polícia Federal pediu ao (STF) autorização para realizar buscas relacionadas a ACM Neto. O pedido foi negado pelo ministro Kassio Nunes Marques</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:02:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quinta, 17 de setembro de 2026 A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (17), a 10ª fase da Operação Overclean para investigar suspeitas de direcionamento de contratações públicas realizadas pela Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte entre 2024 e 2025. A apuração envolve contratos para o fornecimento de serviços e materiais didáticos. Ao todo, são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quinta, 17 de setembro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (17), a 10ª fase da Operação Overclean para investigar suspeitas de direcionamento de contratações públicas realizadas pela Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte entre 2024 e 2025. A apuração envolve contratos para o fornecimento de serviços e materiais didáticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, são cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em seis estados: Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Tocantins, Paraná e Espírito Santo. A investigação apura a possível atuação de uma organização criminosa em processos de contratação da administração pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a PF, pelo menos três procedimentos analisados resultaram em contratos que, somados, ultrapassam R$ 80 milhões.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contratos sob investigação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova etapa concentra as apurações na forma como foram conduzidos os processos de contratação e na eventual participação coordenada de agentes públicos e privados. Os investigadores também buscam identificar as empresas envolvidas e se houve favorecimento na escolha dos fornecedores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a PF, os fatos investigados podem caracterizar, em tese, crimes contra a administração pública, fraude em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro.&nbsp;Entre os alvos da operação está Bruno Barral, ex-secretário municipal de Educação de Belo Horizonte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também ocupou o mesmo cargo em Salvador durante a gestão de ACM Neto. A investigação atual analisa contratações realizadas pela secretaria durante o período em que Barral estava à frente da pasta. A PF apura se houve favorecimento a empresas durante os procedimentos investigados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedido à Justiça</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal chegou a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para realizar buscas relacionadas a ACM Neto, candidato ao governo da Bahia pelo União Brasil. O pedido, porém, foi negado pelo ministro Kassio Nunes Marques, relator do caso no STF. A PGR havia se manifestado favoravelmente à medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Histórico da Overclean</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Operação Overclean foi deflagrada pela primeira vez em dezembro de 2024. A investigação começou a partir de suspeitas relacionadas a contratos públicos na Bahia e posteriormente passou a abranger outras administrações e agentes públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas fases anteriores, a Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Receita Federal entraram na investigacão.&nbsp;O caso chegou ao STF após a investigação identificar possíveis envolvidos com prerrogativa de foro. O inquérito passou a ser relatado pelo ministro Kassio Nunes Marques.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto deste ano, a PF informou ter indiciado 25 pessoas no âmbito da investigação, entre agentes públicos e privados, por suspeitas relacionadas aos crimes apurados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Metro 1/ Foto: <strong>PF/Divulgação</strong></p>



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		<title>Holding da família de Jorginho Mello compra imóvel de luxo por R$ 11,25 mi à vista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 01:03:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Compra da FFM Participações, de Filipe Mello e da esposa, foi paga por transferência bancária; Justiça barrou nomeação dele para secretaria do pai 16/09/2026 O conjunto patrimonial do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, e dos filhos dele, Bruno Mello e Filipe Mello, ambos ligados à política, é formado por imóveis geridos por holdings, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Compra da FFM Participações, de Filipe Mello e da esposa, foi paga por transferência bancária; Justiça barrou nomeação dele para secretaria do pai</p>



<p class="wp-block-paragraph">16/09/2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conjunto patrimonial do governador de Santa Catarina, <a href="https://iclnoticias.com.br/tre-sc-manda-meta-preservar-dados-de-perfis-de-jorginho-mello-sob-suspeita-de-uso-da-maquina-publica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jorginho Mello</a>, e dos filhos dele, Bruno Mello e Filipe Mello, ambos ligados à política, é formado por imóveis geridos por holdings, com uma transação recente que chama atenção. No dia 29 de abril de 2026, a empresa de Filipe, que é advogado, mas ficou entre 2011 e 2018 na vida pública e sem poder exercer a carreira, comprou um imóvel de luxo em Florianópolis à vista, por R$ 11 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A compra foi feita via transferência bancária, conforme registrado no 1º Tabelionato de Notas e 3º Oficio de Protestos da Capital. Na escritura, registra-se a transação de um apartamento com área total de 472 metros quadrados, em uma das regiões mais valorizadas de Florianópolis, a Beira-Mar Norte, onde costumam ocorrer os atos políticos do bolsonarismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A transação incluiu um armário privativo e quatro vagas de garagem cobertas. Somente o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) recolhido ao município de Florianópolis foi de R$ 225 mil. Segundo anúncios imobiliários, o condomínio tem piscinas (adulto, infantil e aquecida com raia), spa com jacuzzi e sauna, academia equipada e espaço para pilates. Além disso, tem dois salões de festas, salão de jogos, quadras poliesportiva e de tênis, brinquedoteca e playground.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128136"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/Captura-de-Tela-2026-09-15-as-13.57.58.webp" alt="" class="wp-image-128136"/><figcaption class="wp-element-caption">Captura do Google Street View</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Patrimônio da família reúne mais de 80 imóveis</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Juntos, Filipe, o irmão Bruno, que é dentista e vice-presidente do PL-SC, e o governador do Estado acumulam um patrimônio com mais de 80 imóveis movimentados nos últimos anos, 54 deles ainda associadas ao clã em julho de 2026, constando também registros de terrenos, garagens, salas comerciais e depósitos. Os dados são do Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis. Em 2022, uma reportagem do UOL registrou um total de 107 imóveis da família Bolsonaro, entre o pai, os filhos, ex-mulheres, mães e irmãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os negócios da família Mello têm a titularidade dos três nomes ou de duas holdings, a FFM Participações Societárias Ltda, de Filipe com a esposa, e a JSM Participações Societárias Ltda, onde pai e filhos são sócios, conforme já noticiado na <a href="https://iclnoticias.com.br/patrimonio-jorginho-mello-salta-155-em-12-anos/">coluna</a> com o levantamento patrimonial do governador apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral. Nos bens da empresa também há uma curiosa <a href="https://iclnoticias.com.br/governador-bolsonarista-sociedade-liderancas-pt/">sociedade</a> com personalidades históricas do PT no estado, o ex-prefeito e deputado Jailson Lima e o ex-vereador Nacir Marchesini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FFM Participações Societárias Ltda é a que administra o maior número de imóveis e tem como sócia administradora a dentista Carolina Zanella Ghisi Mello, esposa de Filipe. O pai dela, João Carlos Ghisi, é funcionário comissionado como consultor executivo na secretaria da Casa Civil, com o salário bruto de R$ 18.517,10.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa foi fundada em 2010, um ano antes de Filipe ser nomeado Secretário de Estado do Planejamento do governo Raimundo Colombo (PSD), cargo que ocupou por um ano até se tornar Secretário Executivo de Assuntos Internacionais, por mais um ano. Neste mesmo mandato, o filho do governador também foi Secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128327"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/jorginho-e-filipe.webp" alt="Jorginho e filho, Filipe Mello - Foto: Reprodução" class="wp-image-128327"/><figcaption class="wp-element-caption">Jorginho Mello e o filho Filipe Mello — Foto: Reprodução</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Nomeação barrada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2017 e 2018, Mello também foi secretário municipal da Casa Civil em Florianópolis. A partir de 2019, quando o pai já era senador, Filipe ficou afastado das funções públicas, que retomaria em 2023 como uma espécie de assessor informal do governo. Jorginho Mello tentou nomear o próprio filho como secretário, mas foi impedido pela justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação de imóveis da família do governador conta com unidades em sete municípios catarinenses, entre eles Itapema e Balneário Camboriú, principais polos do boom imobiliário no litoral do Estado. Em Florianópolis, onde está concentrada a maior parte dos imóveis, há registros na praia de Jurerê Internacional e no Canto da Lagoa, igualmente pontos valorizados da Ilha. No Canto da Lagoa, um terreno de 2.645,50 metros quadrados foi adquirido em 2021, por R$ 2,6 milhões, na titularidade de Filipe e esposa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O patrimônio do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), cresceu 154% em 12 anos, impulsionado pela holding familiar em que mantém sociedade com os filhos. O governador declarou ter R$ 2.818.036,89 em bens ao Tribunal Superior Eleitoral, dentre eles a participação na sociedade com os filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2014, quando se candidatou a deputado federal, ele apresentou R$ 1.105.924,22, com apenas R$ 8 mil na empresa JSM Participações Societárias, valor que hoje está em R$ 1.688.000. A holding familiar que leva as iniciais do nome do governador foi criada em 2010 e hoje representa a principal fatia do patrimônio de Jorginho. Entre 2022 e 2026, a soma de todos os bens do governador cresceu em 16,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Filipe Mello e a assessoria de comunicação de Jorginho Mello e do governo de Santa Catarina foram contactados pela coluna, mas não obtivemos resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ICL Noticias  / </p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/holding-da-familia-de-jorginho-mello-compra-imovel-de-luxo-por-r-1125-mi-a-vista/">Holding da família de Jorginho Mello compra imóvel de luxo por R$ 11,25 mi à vista</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>MPF aponta diferença de R$ 1,4 bi em informações sobre carteiras do Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 00:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Master informou cerca de R$ 304 milhões em operações da The-Pay; meses depois, BC disse ao Ministério Público que recompra envolveu R$ 1,7 bilhão 16/09/2026 Por Cleber Lourenço Documentos da investigação do Banco Master mostram uma diferença de quase R$ 1,4 bilhão entre informações prestadas pelo banco e pelo Banco Central sobre carteiras de crédito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Master informou cerca de R$ 304 milhões em operações da The-Pay; meses depois, BC disse ao Ministério Público que recompra envolveu R$ 1,7 bilhão</p>



<p class="wp-block-paragraph">16/09/2026</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Cleber Lourenço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Documentos da investigação do<a href="https://iclnoticias.com.br/lula-cobra-stf-credibilidade-acusa-mendonca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Banco Master</a> mostram uma diferença de quase R$ 1,4 bilhão entre informações prestadas pelo banco e pelo Banco Central sobre carteiras de crédito originadas pela The-Pay Soluções de Pagamentos e posteriormente negociadas com o BRB. A inconsistência foi apontada pelo próprio Ministério Público Federal (<a href="https://www.mpf.mp.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPF</a>), que confrontou os documentos e registrou nos autos que as informações eram contraditórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 25 de março de 2025, o Master apresentou ao Banco Central uma relação de operações que incluía duas carteiras compradas da The-Pay em dezembro do ano anterior. Os valores registrados na coluna “Vlr. Compra” eram de R$ 203,88 milhões e R$ 100,48 milhões, totalizando aproximadamente R$ 304,36 milhões. O MPF posteriormente se referiu ao montante como cerca de R$ 303 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cinco meses depois, porém, o próprio Banco Central informou ao Ministério Público que a recompra das carteiras da The-Pay anteriormente cedidas ao BRB havia movimentado “volume da ordem de R$ 1,7 bilhão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença entre os valores é de aproximadamente R$ 1,4 bilhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os documentos disponíveis não permitem concluir que o “valor de compra” informado pelo Master e o “volume da recompra” mencionado posteriormente pelo Banco Central sejam conceitos financeiros equivalentes. O ponto relevante é que o próprio MPF analisou as duas informações e registrou formalmente que uma contradizia a outra.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Master apresentou uma ‘primeira versão’</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A origem da divergência está em uma cobrança feita pelo Banco Central ao Master em março de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta ao Ofício 7062/2025 do BC, o banco apresentou, em 25 de março, informações sobre carteiras posteriormente negociadas com o BRB. O MPF classificou posteriormente aquele documento como a “primeira versão” apresentada pelo Master sobre as cessões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nela apareciam a The-Pay e associações de servidores da Bahia como originadoras de carteiras negociadas entre dezembro de 2024 e março de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da The-Pay, a tabela indicava duas operações. A primeira, datada de 20 de dezembro de 2024, tinha “valor de compra” de R$ 203.881.028,28. A segunda, de 24 de dezembro, registrava R$ 100.483.424,89.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somadas, as duas operações chegam a R$ 304.364.453,17.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As carteiras foram posteriormente cedidas pelo Master ao BRB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio ganhou outra dimensão porque o Master decidiu recomprar esses créditos em 12 de fevereiro de 2025. Segundo a explicação posteriormente registrada pelo Banco Central, clientes começaram a reclamar que não reconheciam os empréstimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Master teria então verificado que esses clientes não possuíam histórico anterior de operações e que o relacionamento deles com a The-Pay era recente. O banco decidiu interromper novas operações com a empresa e recomprar as carteiras que haviam sido transferidas ao BRB.</p>



<h3 class="wp-block-heading">BC informou recompra de R$ 1,7 bilhão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em 6 de agosto de 2025, o Departamento de Supervisão Bancária do Banco Central enviou ao MPF o Ofício 20035/2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento retomou o caso da The-Pay e confirmou que as carteiras haviam sido compradas pelo Master e posteriormente cedidas ao BRB nos dias 20 e 24 de dezembro de 2024 — exatamente as datas que aparecem na documentação anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois, o BC acrescentou uma informação que não constava daquela tabela apresentada pelo Master:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A referida recompra envolveu volume da ordem de R$ 1,7 bilhão.”</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O Banco Central também informou que não realizou novos exames sobre aquelas carteiras porque elas já haviam sido substituídas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação surgiu depois de o MPF questionar o regulador sobre possíveis irregularidades também nas operações realizadas pelo BRB em 2024, e não apenas nas transações ocorridas no ano seguinte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi ao comparar essa resposta do Banco Central com a documentação enviada anteriormente pelo Master que o Ministério Público apontou a inconsistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manifestação, o MPF registrou que a informação sobre a recompra de aproximadamente R$ 1,7 bilhão “contradiz” o ofício apresentado pelo Master em 25 de março, no qual as carteiras compradas da The-Pay e posteriormente cedidas ao BRB apareciam com valor próximo de R$ 303 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença nominal entre os dois números é de aproximadamente R$ 1,4 bilhão. O montante informado posteriormente pelo Banco Central é cerca de 5,6 vezes o valor registrado na tabela apresentada pelo Master.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Documentos não explicam diferença</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A documentação disponível, no entanto, deixa uma questão importante em aberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na tabela apresentada pelo Master, os aproximadamente R$ 304 milhões aparecem em uma coluna denominada “Vlr. Compra”. Já o Banco Central usa a expressão “volume da recompra” ao mencionar os R$ 1,7 bilhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso impede concluir, apenas a partir desses documentos, que os dois valores representem necessariamente a mesma grandeza financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também não aparece nos documentos analisados uma memória de cálculo que explique como foi formado o montante de R$ 1,7 bilhão ou que demonstre se ele corresponde exatamente aos mesmos contratos relacionados aos R$ 304 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência dessa explicação não passou despercebida pelo Ministério Público. Ao analisar a documentação, o MPF não tratou simplesmente os números como valores referentes a operações distintas: registrou expressamente a existência de uma contradição entre as informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto permanece sem resposta nos documentos disponíveis: qual foi o valor pelo qual o Master efetivamente cedeu ao BRB, em dezembro de 2024, as carteiras compradas da The-Pay e qual foi o preço pago para retomá-las em fevereiro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São esses valores que podem esclarecer se a diferença de quase R$ 1,4 bilhão decorre de critérios distintos de contabilização, da composição das carteiras ou de informações divergentes prestadas durante a fiscalização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Clientes diziam não reconhecer empréstimos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença de valores ocorre em um conjunto de operações que já havia despertado atenção por outro motivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A justificativa apresentada para a recompra foi o surgimento de reclamações de titulares que diziam não reconhecer os empréstimos registrados em seus nomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a reconstrução feita pelo Banco Central a partir das informações prestadas pelo Master, o banco verificou ainda que esses clientes não possuíam histórico anterior de operações e que a relação deles com a The-Pay havia começado recentemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião o Master decidiu encerrar novas operações com a empresa e recomprar as carteiras cedidas ao BRB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A The-Pay também aparece na investigação do MPF cercada de dúvidas sobre sua capacidade operacional. Documentos dos autos apontam que a empresa não tinha empregados registrados e que seu objeto social não previa a atividade financeira necessária para explicar, por si só, a dimensão das operações que passaram por ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ICL Noticias / </p>



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		<title>Advogado deixa ação citada pela PF em investigação contra Cezinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 23:59:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Processo de prefeita no STF é um dos casos usados pela PF para investigar suposta venda de influência do deputado junto a ministros 16/09/2026 Por Cleber Lourenço O advogado Daniel Feitosa de Menezes renunciou nesta quarta-feira (16) à defesa da prefeita de Beberibe (CE), Michele Cariello, em uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Processo de prefeita no STF é um dos casos usados pela PF para investigar suposta venda de influência do deputado junto a ministros</p>



<p class="wp-block-paragraph">16/09/2026</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Cleber Lourenço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado Daniel Feitosa de Menezes renunciou nesta quarta-feira (16) à defesa da prefeita de Beberibe (CE), Michele Cariello, em uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que se tornou uma das peças da investigação da Polícia Federal contra o deputado <a href="https://iclnoticias.com.br/cezinha-de-madureira-tinha-porta-retrato-com-mendonca-na-sala-de-casa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cezinha</a> de Madureira (PL-SP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A renúncia foi protocolada no STF às 12h12. No documento, o advogado não informa o motivo da decisão. Diz apenas que comunicou Michele e que continuará representando a prefeita pelos próximos dez dias, caso um novo advogado não assuma antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso foi um dos episódios que motivou a operação realizada pela PF na segunda-feira (14), com autorização do ministro Flávio Dino. A investigação apura a suspeita de que Cezinha, aliado do ministro André Mendonça, usava sua proximidade com integrantes de tribunais superiores para oferecer influência sobre processos de interesse de terceiros. A defesa do deputado nega irregularidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de Michele, a ligação encontrada pela PF é a seguinte: Daniel era o advogado da prefeita em uma ação relatada pelo ministro Kassio Nunes Marques. O escritório dele firmou um contrato relacionado a esse processo com a advogada Mariângela Fialek. O acordo previa R$ 500 mil em honorários após o julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mariângela, por sua vez, aparece nas mensagens obtidas pela PF tratando justamente dessa ação com Cezinha. Em junho de 2025, ela perguntou ao deputado se ele havia “despachado” sobre o processo. Cezinha respondeu: “Despachei sim. Ontem”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF investiga se situações como essa faziam parte de uma estrutura em que valores elevados eram negociados a pretexto de obter influência sobre decisões judiciais. Segundo os investigadores, Cezinha teria realizado contatos com ministros em processos apresentados por advogadas ligadas ao grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daniel também renunciou à representação de Michele em outros dois processos no Tribunal de Justiça do Ceará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota para a reportagem, o advogado declarou que a sua “atuação profissional se limitou ao ajuizamento da mencionada reclamação, encerrando-se com o trânsito em julgado da ação no STF”.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que era o processo de Michele</h3>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_128353"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2026/09/8-e1789597975762.webp" alt="Michele Cariello, prefeita de Beberibe (CE)" class="wp-image-128353"/><figcaption class="wp-element-caption">Michele Cariello, prefeita de Beberibe (CE)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A ação de Michele no Supremo, a Reclamação 79.545, questionava atos de uma investigação criminal conduzida pelo Ministério Público do Ceará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa alegava que diligências haviam sido realizadas quando a investigação já atingia a prefeita, mas antes de o caso ficar sob supervisão do Tribunal de Justiça do Ceará. Por ocupar o cargo de prefeita, Michele tem foro por prerrogativa de função.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nunes Marques, relator do processo, concedeu um habeas corpus de ofício e invalidou diligências realizadas antes da supervisão judicial. A decisão foi posteriormente mantida pela Segunda Turma do STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a movimentação paralela identificada pela PF em torno desse processo — o contrato envolvendo os advogados e as mensagens nas quais Cezinha afirma ter “despachado” — que levou o caso de Michele para dentro da investigação sobre a suposta comercialização de influência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Operação Transparência cumpriu quatro mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo na segunda-feira. Além de Cezinha, a advogada Valéria Rodrigues Linhares foi alvo das buscas. A PF apura possíveis crimes de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ICL Noticias / </p>



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		<title>MPF marca debate sobre menções a Paulo Gonet em mensagens de Vorcaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 17:11:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conselho Superior discutirá se referências ao procurador-geral da República em conversas do ex-banqueiro comprometem sua imparcialidade no Caso Master Quarta, 16 de setembro de 2026 O Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) marcou para 25 de setembro uma reunião para examinar as referências ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, em conversas do ex-banqueiro Daniel [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Conselho Superior discutirá se referências ao procurador-geral da República em conversas do ex-banqueiro comprometem sua imparcialidade no Caso Master</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quarta, 16 de setembro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) marcou para 25 de setembro uma reunião para examinar as referências ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, em conversas do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo proprietário do Banco Master. A análise faz parte de um procedimento interno instaurado para avaliar a situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa surgiu após deputados do partido Novo apresentarem uma representação solicitando que Gonet fosse afastado das investigações relacionadas ao banco. O subprocurador-geral da República Francisco de Assis Sanseverino, integrante do conselho, é o responsável pela relatoria do caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão não envolve um processo administrativo contra o procurador-geral nem prevê a aplicação de punições. O objetivo é avaliar se as menções encontradas em um relatório da Polícia Federal podem comprometer a imparcialidade de Gonet na condução do Caso Master.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na defesa encaminhada ao conselho na terça-feira (15), Gonet afirmou não possuir vínculos pessoais com o ex-banqueiro nem interesses nos processos em que ele é investigado ou figura como parte. O procurador-geral também negou ter qualquer relação de amizade com Vorcaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O chefe do MPF já havia abordado o assunto durante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), na mesma terça-feira. Na ocasião, disse que encontrou Vorcaro apenas uma vez, durante um painel jurídico realizado em Londres, e descreveu o contato como “brevíssimo e banal”. O evento tinha o Banco Master entre os patrocinadores, mas Gonet afirmou que desconhecia previamente os responsáveis pelo financiamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manifestação, o procurador-geral acrescentou que nenhum contato relacionado a ele foi localizado no celular de Vorcaro. As referências a Gonet, no entanto, aparecem em mensagens investigadas pela Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraudes financeiras bilionárias e corrupção de agentes públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma das conversas com o ministro do STF Alexandre de Moraes, Vorcaro escreveu: “Não podemos reverter isso com Paulo e Andrei”. Os investigadores identificam os nomes como referências a Gonet e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O procurador-geral também aparece em diálogos do ex-banqueiro com o advogado Ciro Soares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Metro 1 / Foto: <strong>Rosinei Coutinho/STF</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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