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	<title>Ciências |</title>
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		<title>Agosto branco: alerta para conscientização e prevenção ao câncer de pulmão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:45:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tabagismo é o principal fator de risco para o câncer de pulmão, e abandonar o cigarro pode reduzir significativamente as chances de desenvolver a doença Segunda, 31 de agosto de 2026 O câncer de pulmão pode começar com nódulos de pequenos milímetros em sua fase inicial. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Tabagismo é o principal fator de risco para o câncer de pulmão, e abandonar o cigarro pode reduzir significativamente as chances de desenvolver a doença</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/08/CAMPANHA-AGOSTO-BRANCO-CANCER-DE-PULMAO_DRo_MARCIO-SAWAMURA.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segunda, 31 de agosto de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de pulmão pode começar com nódulos de pequenos milímetros em sua fase inicial. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil deve registrar cerca de 35.400 novos casos desse tipo de câncer entre 2026 e 2028. Dentro desse cenário, o agosto branco têm por objetivo alertar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce desse tipo de neoplasia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os exames de imagem evoluíram bastante e hoje representam uma importante ferramenta para o diagnóstico precoce. O diretor do corpo clínico do Instituto de Radiologia (InRad) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e especialista em diagnóstico por imagem do tórax, Marcio Sawamura, detalha que esse tipo de câncer é o que mais mata, pois os diagnósticos acabam acontecendo de maneira tardia. O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo. De acordo com ele, os sintomas costumam aparecer quando o câncer já está avançado. Alguns dos sinais que requerem atenção são: tosse persistente com escarro e sangue, dor no peito, rouquidão e perda de peso.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Exame de imagem</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O médico explica que é recomendado fazer a tomografia de tórax em pacientes de alto risco. Ou seja, adultos entre 50 e 80 anos que fumam mais de uma caixa de cigarro por dia há mais de 20 anos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_953487"><a class="no-lightbox" href="https://jornal.usp.br/ciencias/dispositivo-pode-aprimorar-o-rastreamento-do-cancer-de-pulmao/attachment/20251107_marcio-sawamura/"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/11/20251107_marcio-sawamura-300x300.jpg" alt="Homem adulto, de cabelo curto e escuro, usando um terno azul e camisa social branca sem gravata. Ele olha para a câmera. O fundo é uma parede cinza." class="wp-image-953487" style="width:149px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Marcio Sawamura – Foto: Arquivo pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“A tomografia de tórax é um exame muito simples, é muito parecido com raio X. A gente pode explicar assim de uma forma leiga como se fosse um raio X tridimensional, em que a gente consegue ver melhor as estruturas. No caso, o pulmão, a gente consegue ver com muito detalhe. A gente faz cortes muito finos de 1 mm, então consegue ver micronódulos, que são aqueles nódulos muito pequenos e a gente consegue fazer um diagnóstico precoce desses cânceres. Lembrando que nem todo nódulo de pulmão é igual a um câncer. Existem outros possíveis diagnósticos e, aí sim, podem ser necessários outros exames, tanto de imagem quanto até mesmo uma biópsia” , explica&nbsp; Sawamura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tomografia computadorizada hoje consegue fazer exames com baixa dose de radiação, além da resolução da imagem ser bem melhor. “Com tudo isso, a gente consegue identificar nódulos muito pequenos no pulmão que podem ser até lesões pré-malignas, ou então tumores muito pequenos, em que aí a gente consegue fazer um tratamento muito adequado e curativo nesses pacientes.”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tratamento para o câncer de pulmão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento do câncer de pulmão depende do estágio da doença e das características de cada paciente. Segundo o médico, o primeiro passo é o estadiamento, que avalia o tamanho do tumor e se houve comprometimento de outras estruturas ou órgãos. Em casos iniciais, a cirurgia pode ser indicada e ter caráter curativo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a quimioterapia pode ser utilizada antes ou depois do procedimento. Para casos mais avançados, também existem tratamentos novos como a imunoterapia e as terapias-alvo, que podem ajudar a controlar a doença e proporcionar boa evolução aos pacientes. Cada caso requer um tratamento individualizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prevenção do câncer de pulmão o principal alerta é para o tabagismo. O médico destaca que parar de fumar reduz os riscos e recomenda que pessoas que fumam há muito tempo procurem acompanhamento médico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / <em>O tratamento do câncer de pulmão depende do estágio da doença e das características de cada paciente – Ilustração: Cleber Siquette/</em><strong>Jornal da USP</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Bate Papo com o presidente do CDL Clodoaldo Ribeiro" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JmbWaEevt48?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/agosto-branco-alerta-para-conscientizacao-e-prevencao-ao-cancer-de-pulmao/">Agosto branco: alerta para conscientização e prevenção ao câncer de pulmão</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Autorizações para importação de cannabis aumentam 29% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 21:47:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quinta-Feira, 20/08/2026 &#8211; 14h20 Por&#160;Redação A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, entre janeiro e junho de 2026, um total de 116.372 importações de produtos à base de cannabis medicinal, aumento de quase 29% em comparação ao mesmo período do ano passado. Os números fazem parte de levantamento feito pela Cannect, ecossistema de saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quinta-Feira, 20/08/2026 &#8211; 14h20</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Redação</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, entre janeiro e junho de 2026, um total de 116.372 importações de produtos à base de cannabis medicinal, aumento de quase 29% em comparação ao mesmo período do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números fazem parte de levantamento feito pela Cannect, ecossistema de saúde voltado ao cuidado integral de pacientes com doenças crônicas, com base em informações obtidas via Lei de Acesso à Informação (LAI).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relatório, o mês de junho registrou 18.255 pedidos, mantendo a alta observada ao longo do ano. Salvo o pico atípico registrado em março (23.199), a média de 2026 tem se mantido na casa de quase 20 mil autorizações mensais, contra as 15 mil observadas no primeiro semestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação da Cannect, os números demonstram uma mudança estrutural no comportamento do paciente, indicando que a cannabis deixou de ser uma terapia alternativa de exceção para se consolidar como um tratamento de manutenção para milhares de brasileiros com doenças crônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEGISLAÇÃO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro, a Anvisa publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 1.015/2026, que atualizou o marco regulatório sobre a autorização sanitária para fabricação e importação de produtos de cannabis para uso medicinal humano, instituído pela RDC 327/2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova norma entrou em vigência em 4 de maio deste ano e a agência esclareceu alguns de seus dispositivos por meio de perguntas e respostas adaptadas a partir de dúvidas recebidas pelos canais de atendimento e de discussões técnicas realizadas durante o processo regulatório de revisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia Noticias /</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/autorizacoes-para-importacao-de-cannabis-aumentam-29-em-2026/">Autorizações para importação de cannabis aumentam 29% em 2026</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>França promulga lei que cria direito à assistência para morrer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 20:25:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A lei abrange a possibilidade de situações de suicídio assistido e casos de substância letal administrada por profissional da saúde Quarta, 19 de agosto de 2026 A França promulgou a lei que institui o direito à assistência para morrer, nesta quarta-feira (19). O processo acerca do debate sobre o fim da vida iniciou em 2022 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A lei abrange a possibilidade de situações de suicídio assistido e casos de substância letal administrada por profissional da saúde</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quarta, 19 de agosto de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">A França promulgou a lei que institui o direito à assistência para morrer, nesta quarta-feira (19). O processo acerca do debate sobre o fim da vida iniciou em 2022 e mobilizou profissionais de saúde, o Parlamento, representantes religiosos, associações e o povo francês para a discussão. O texto foi publicado no equivalente ao Diário Oficial Francês, o Journal officiel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei cria uma categoria jurídica que é o aide à mourir, ou &#8220;ajuda para morrer&#8221;, e tem possibilidade de abranger situações de suicídio assistido e casos em que uma substância letal é administrada por profissionais da saúde, tendo em vista as condições físicas do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Constitucional chegou a conclusão de que o texto não viola a Constituição do país, portanto, a lei foi validada. O presidente francês, Emmanuel Macron, classificou que a decisão tomada foi o desfecho de um debate democrático exemplar. A nova norma estabelece que o direito à&nbsp;&#8220;ajuda para morrer&#8221; só é concedido sob condições rigorosas, para pacientes específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Metro 1 /Foto: <strong>Pixabay</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/08/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf-3.png" alt="" class="wp-image-182837" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/08/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf-3.png 500w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/08/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf-3-300x300.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/08/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf-3-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/franca-promulga-lei-que-cria-direito-a-assistencia-para-morrer/">França promulga lei que cria direito à assistência para morrer</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Rede de vigilância é essencial para evitar propagação de sarampo em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:14:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cobertura de 75% aumenta risco de novos surtos, alerta infectologista&#160; Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil A&#160;concentração de casos de sarampo em São Paulo&#160;expõe o risco de novos surtos enquanto a cobertura vacinal permanecer abaixo de 95%, índice considerado necessário para interromper a transmissão da doença. Segundo o infectologista Renato Kfouri, a entrada de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Cobertura de 75% aumenta risco de novos surtos, alerta infectologista&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/estado-de-sao-paulo-confirma-23-casos-de-sarampo-16-nao-se-vacinaram">concentração de casos de sarampo em São Paulo</a>&nbsp;expõe o risco de novos surtos enquanto a cobertura vacinal permanecer abaixo de 95%, índice considerado necessário para interromper a transmissão da doença. Segundo o infectologista Renato Kfouri, a entrada de novos casos é esperada na capital paulista, que recebe diariamente pessoas de diferentes partes do mundo.&nbsp;</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699281&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699281&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ciclo de incubação e transmissão da doença é de cerca de 20 dias. São 10 dias de incubação até os primeiros sintomas, dois dias de transmissão antes da febre e mais 12 dias após o início da febre&#8221;, explicou à Agência Brasil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kfouri é vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações e presidente da Câmara Técnica para a Eliminação do Sarampo do Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo ele, uma pessoa completamente imunizada não se torna um transmissor, mas para aqueles que não estão com o ciclo completo o risco é real e está ligado à dinâmica de transmissão.&nbsp;</strong>O vírus do sarampo viaja em gotículas de saliva, que saem na fala ou no espirro. A imunização é suficiente para evitar essa transmissão quando atinge 95% da população. Na capital paulista ela está em torno de 75%.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para manter o país livre do sarampo, temos dois pilares: a vacinação e a vigilância. Na vigilância temos de estar atentos, fazer o isolamento e a vacinação dos contatos. Não é algo simples pois São Paulo é um hub, uma cidade onde há eventos internacionais diários. A entrada de sarampo vai ocorrer, e por isso precisamos voltar a manter altos índices vacinais altos para evitar a transmissão de casos, mas também mantê-la homogênea&#8221;, continua Kfouri.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, a importância da homogeneidade não pode ser subestimada. Um bairro ou comunidade com índices baixos se torna um bolsão vulnerável e um local à espera de novos surtos. A estratégia de reforço vacinal indiscriminado é eficaz, pois atinge quem eventualmente não recebeu alguma das doses, além dos poucos em que a imunização não foi efetiva, pois toda vacina tem uma margem de pessoas que não é efetivamente protegida com o ciclo normal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o sarampo essa margem é estimada em 5%, afirma o infectologista, mas se aproxima de zero quando é aplicadas uma terceira dose. Identificar essas exceções em uma população é inviável, pelo tempo e custos, mas a dose de reforço resolve o problema a um custo baixo, complementa.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Casos confirmados&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na Grande São Paulo, onde se concentraram 23 dos 24 casos confirmados nesta temporada, houve casos importados e uma ocorrência importante de cadeia de transmissão, com casos novos surgindo dentro de um grupo ou comunidade.&nbsp;</strong>Na zona norte da capital isso levou a sete casos na Vila Medeiros e dois na Vila Maria, bairros próximos entre si, tendo como principal cenário uma escola de educação infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao menos um dos dois casos de Guarulhos também está relacionado a esse grupo. As crianças com menos de um ano não recebem imunização para o sarampo e são a maior parte dos infectados e hospitalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há possibilidade de esses casos serem relacionados a algum dos casos importados confirmados pela prefeitura da capital, que confirmou que um caso veio da Bolívia, em fevereiro, e outro da Guatemala, em março. A transmissão, segundo Kfouri, se dá apenas entre aqueles que não estão imunizados, geralmente por não terem tomado uma ou ambas as doses da vacina.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Infelizmente é esperado. Chegam todo dia ao país milhares de pessoas, a trabalho ou a turismo, além dos brasileiros que estiveram no exterior recentemente. Como nossos vizinhos tem sofrido com surtos recentes isso vai nos influenciar&#8221;, definiu Kfouri.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;A dinâmica é a mesma do ano passado, quando o país teve 39 casos notificados, a maioria relacionados a casos importados da Bolívia, que chegaram através de caminhoneiros. Os estados mais atingidos foram o Mato Grosso do Sul e o Tocantins.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Kfouri, as equipes de saúde estão treinadas para reconhecer os sintomas, os testes estão disponíveis na rede e as ações de vigilância têm ocorrido em tempo adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agencia Brasil / </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Bate Papo com Lailton Mendes" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ICaAVq8G42M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Médico é preso em flagrante sob suspeita de estuprar colega em SP</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 03:34:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 09/08/2026 Por&#160;Gabriella Franco &#124; Folhapress Um médico de 44 anos foi preso em flagrante nesta sexta-feira (7) em São Paulo por suspeita de estupro de vulnerável. A vítima é uma médica de 30 anos, colega de trabalho do investigado.&#160; Segundo o boletim de ocorrência, o crime teria ocorrido no apartamento da vítima, no Cambuci, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/medico-e-preso-em-flagrante-sob-suspeita-de-estuprar-colega-em-sp/">Médico é preso em flagrante sob suspeita de estuprar colega em SP</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 09/08/2026 </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Gabriella Franco | Folhapress</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um médico de 44 anos foi preso em flagrante nesta sexta-feira (7) em São Paulo por suspeita de estupro de vulnerável. A vítima é uma médica de 30 anos, colega de trabalho do investigado.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o boletim de ocorrência, o crime teria ocorrido no apartamento da vítima, no Cambuci, na região central da capital paulista.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela relatou aos policiais que havia combinado um almoço com o médico para comemorar a publicação de artigos de sua autoria. Ainda segundo o boletim, a pedido dela, o homem providenciou LSD (ácido lisérgico), que os dois ingeriram com bebida alcoólica.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vítima afirma não se lembrar do que ocorreu após o almoço, tendo apenas &#8220;flashes&#8221; do colega tentando manter relação sexual com ela em seu apartamento.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por volta das 21h, a vítima recuperou parcialmente a consciência e enviou mensagens à mãe e a uma colega de trabalho, pedindo ajuda. A médica também disse, no depoimento, ter notado que estava sem os acessórios e com roupas diferentes das que vestia no almoço.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acionada, a Polícia Militar foi ao apartamento e encontrou a vítima parcialmente despida, em &#8220;visível estado de abalo emocional&#8221; e com &#8220;sinais de alteração psíquica ou de consciência&#8221;, segundo registro policial. O investigado estava no interior da residência, sem camisa.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vítima foi encaminhada ao Hospital da Mulher, onde passou por atendimento médico e perícia. Segundo o boletim, ela também relatou dores na região íntima.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso foi registrado na 1ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">MÉDICO DIZ NÃO SE RECORDAR DE ATO SEXUAL<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em depoimento à polícia, o médico investigado disse ter providenciado a substância a pedido da colega. Segundo ele, os dois a ingeriram depois do almoço, além de bebida alcoólica.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O suspeito afirmou que, após o consumo do LSD, a colega teria passado mal no próprio apartamento, caído no banheiro e sido levada por ele até o quarto. Disse ainda que também teve alterações de percepção e memória e que não se recorda de ter praticado ato sexual, trocado beijos ou usado violência física contra a vítima.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A polícia destacou que a admissão do médico sobre a aquisição da droga e sobre ter permanecido sozinho com a colega após o consumo foi um dos elementos que fundamentaram a prisão em flagrante.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva (sem prazo), alegando risco à ordem pública e à instrução criminal. A medida ainda depende de decisão da Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Reprodução/ Prefeitura de São Paulo</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Bate Papo com o presidente do CDL Clodoaldo Ribeiro" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JmbWaEevt48?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/medico-e-preso-em-flagrante-sob-suspeita-de-estuprar-colega-em-sp/">Médico é preso em flagrante sob suspeita de estuprar colega em SP</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo da polilaminina mostra que ainda não há conclusões sobre eficácia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 01:17:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
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		<category><![CDATA[medula espinhal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quarta-feira, 05/08/2026 &#8211; 22h00 Por&#160;Jairo Marques &#124; Folhapress A revista Spinal Cord, publicação da Nature especializada em lesões e doenças da medula espinhal, publicou nesta terça-feira (4) o estudo piloto que testou a polilaminina em oito pacientes em hospitais do Rio de Janeiro e Niterói, de 2016 a 2021. O artigo, assinado por pesquisadores liderados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quarta-feira, 05/08/2026 &#8211; 22h00</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Jairo Marques | Folhapress</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revista Spinal Cord, publicação da Nature especializada em lesões e doenças da medula espinhal, publicou nesta terça-feira (4) o estudo piloto que testou a polilaminina em oito pacientes em hospitais do Rio de Janeiro e Niterói, de 2016 a 2021. O artigo, assinado por pesquisadores liderados pela bióloga Tatiana Coelho de Sampaio, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), relata que a aplicação da polilaminina mostra melhora no quadro dos voluntários, mas afirma que ainda não há conclusões sobre eficácia da substância.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pacientes com lesão medular grave (AIS A) se submeteram à aplicação da substância durante o estudo piloto. Seis deles tiveram regressão do quadro para AIS C ou D (menos graves), com retomada de movimentos e melhorias nas funções fisiológicas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o processo, três dos oito voluntários morreram por causas que, de acordo com o comitê de ética que acompanhou o experimento, não tinham relação com a aplicação (problemas cardíacos, sepse e pneumonia). Os óbitos foram analisados pela Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa) e por um consultor clínico externo, não sendo considerados relacionados à intervenção.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo publicado nesta terça conclui que a aplicação da substância durante o estudo piloto transcorreu sem intercorrências e demonstrou ser segura nesse grupo pequeno de oito pessoas e com lesões provocadas por diferentes tipos de acidentes.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ressalta que o estudo não permite conclusões sobre a eficácia da polilaminina, mas fornece uma prova de conceito para essa abordagem terapêutica e justifica avaliações adicionais em estudos clínicos controlados.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">ENTENDA O PROCESSO DA APRESENTAÇÃO DA POLILAMININA À PUBLICAÇÃO DO NOVO ARTIGO<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A polilaminina foi apresentada em setembro do ano passado em um evento da farmacêutica Cristália, parceria comercial do estudo, com a expectativa de ser uma substância capaz de restabelecer a medula espinhal em pessoas que sofreram lesões e perderam movimentos do corpo.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o artigo pré-print apresentado (sem revisão de outros pesquisadores), publicado em fevereiro de 2024 na plataforma MedRxiv, havia sido rejeitado por revistas científicas por conter erros e imprecisões.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em março deste ano, Tatiana afirmou que o texto passaria por uma revisão geral com correções técnicas, ajustes na apresentação dos dados e mudança nas explicações sobre os resultados.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais pontos questionados por especialistas sobre o artigo pré-print era que o texto não trazia informações sobre se os pacientes tratados com polilaminina passaram por exames para descartar o diagnóstico de choque medular antes da aplicação da substância.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O quadro de choque medular, comum em pacientes que sofrem trauma na medula, leva a perda temporária de reflexos e atividade motora, que podem ser recuperadas posteriormente. A falta de confirmação poderia levar a um erro na classificação da lesão e na interpretação dos resultados.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No artigo publicado na Spinal Cord, os autores detalharam que &#8220;todos os exames foram conduzidos com os participantes totalmente alertas, orientados e sem o uso de medicamentos sedativos. No momento da administração do tratamento, o reflexo bulbocavernoso ou o sinal de Babinski estava presente em todos os participantes, indicando a resolução do choque medular&#8221;.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa informação, os pesquisadores afirmam que há um baixo risco de classificação equivocada por choque medular, o que dá mais credibilidade à ação da polilaminina na melhora do quadro dos pacientes.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A administração intramedular de laminina polimerizada transcorreu sem intercorrências e demonstrou ser segura nesta coorte pequena e heterogênea. Embora o desenho do estudo não permita conclusões sobre a eficácia, ele fornece uma prova de conceito para essa abordagem terapêutica e justifica avaliações adicionais em estudos clínicos controlados&#8221;, afirmam os autores sobre a conclusão do estudo.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">COMO ESTÃO OS TESTES CLÍNICOS NA ANVISA<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro deste ano, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou que a farmacêutica Cristália desenvolvesse o estudo clínico regulatório da polilaminina.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cinco voluntários com lesões medulares torácicas (com menos comprometimentos de funções motoras) devem receber a aplicação no Hospital das Clínicas de São Paulo. O comitê de ética da instituição aprovou recentemente o procedimento. Esta é a fase 1 da pesquisa clínica, que avalia a segurança da substância.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os trabalhos devem começar nas próximas semanas. Segundo a equipe de Tatiana, na semana que vem neurocirurgiões passarão por treinamento para a aplicação da injeção.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a substância se revele segura, a pesquisa deve avançar para a fase 2, que vai analisar a eficácia.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">APLICAÇÕES DA POLILAMININA FORA DOS ESTUDOS<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde dezembro do ano passado, 105 pessoas fizeram aplicações compassivas da polilaminina no Brasil, por força judicial e com autorização da Anvisa. A Cristália, que faz o monitoramento dos casos, afirma que não houve registro de efeitos colaterais nos pacientes e que os seis óbitos registrados nesse período não têm relação com a substância, mas com implicações da própria lesão medular.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As aplicações estão sendo permitidas, de forma compassiva, em pessoas com lesões medulares completas —quando há rompimento total da medula— e ocorridas em até três dias. Pacientes, médicos e fisioterapeutas têm divulgado evolução no quadro de paraplegia e tetraplegia após as aplicações. Alguns já ficam em pé e afirmam ter retomado funções fisiológicas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados, porém, não podem ser analisados como estudo clínico. Segundo Tatiana, após seis meses da aplicação, os pacientes estão sendo reavaliados pelo grupo de pesquisa e tendo suas informações tabuladas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Podemos estudar esses indicadores e tratá-los como uma série de casos analisados retrospectivamente. Isso expande os resultados. A pergunta, nesse caso, não é mais se a aplicação de polilaminina é factível e segura, o que também será mostrado pelo estudo clínico regulatório, mas se as observações se estendem para uma amostra não selecionada, sendo amostra da vida real&#8221;, afirmou Tatiana.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento padrão ouro para lesões medulares foca o atendimento emergencial, em geral, nas primeiras 72 horas (imobilização, estabilização da coluna e descompressão medular cirúrgica), seguido de reabilitação intensiva (fisioterapia e terapia ocupacional).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:Bahia Noticias / Foto: Divulgação</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="500" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/08/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf.png" alt="" class="wp-image-181917" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/08/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf.png 500w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/08/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf-300x300.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/08/logo-credito-forte-pdf-1-2.pdf-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-da-polilaminina-mostra-que-ainda-nao-ha-conclusoes-sobre-eficacia/">Estudo da polilaminina mostra que ainda não há conclusões sobre eficácia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Família de Darino Sena pede empatia e privacidade após crise de saúde do jornalista no Centro Histórico de Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 22:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda-feira, 03/08/2026 &#8211; 18h50 Por&#160;Redação Nesta segunda-feira (3), familiares e amigos do jornalista Darino Sena divulgaram uma nota oficial informando que ele já se encontra sob cuidados médicos e recebendo o suporte necessário para sua recuperação. O comunicado surge após um&#160;episódio de saúde ocorrido no último sábado (1), no Centro Histórico de Salvador. A nota [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segunda-feira, 03/08/2026 &#8211; 18h50</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Redação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta segunda-feira (3), familiares e amigos do jornalista Darino Sena divulgaram uma nota oficial informando que ele já se encontra sob cuidados médicos e recebendo o suporte necessário para sua recuperação. O comunicado surge após um&nbsp;<a href="https://www.bahianoticias.com.br/noticia/319586-ex-apresentador-da-tv-bahia-darino-sena-e-contido-apos-surto-no-centro-historico-de-salvador" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>episódio de saúde ocorrido no último sábado (1), no Centro Histórico de Salvador.</strong></a></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.bahianoticias.com.br/fotos/holofote_noticias/85172/mg/WhatsApp%20Image%202026-08-03%20at%2017.57.58.1.jpg" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A nota enfatiza que uma crise de saúde mental não deve ser motivo de &#8220;espetacularização&#8221; e lamenta o uso de registros de momentos difíceis como conteúdo de notícias ou especulações. &#8220;Darino encontra-se sob cuidados médicos e recebendo o suporte necessário para sua plena recuperação. Problemas de saúde mental podem afetar qualquer ser humano, e é em nome desta humanidade que pedimos a devida seriedade, acolhimento e empatia de todos, seja dos colegas jornalistas, seja das pessoas que acompanham a sua carreira de mais de 20 anos na imprensa&#8221;, diz a nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio que motivou a nota ocorreu por volta das 23h de sábado (1), nas proximidades do monumento Cruz Caída. A Polícia Militar foi acionada para conter um homem em &#8220;aparente surto psicológico&#8221; que ameaçava se lançar do local e agredir transeuntes. Darino foi contido em uma operação conjunta entre a PM e o SAMU<strong>,</strong>&nbsp;sendo encaminhado para a Central de Regulação para receber atendimento especializado. Vídeos do jornalista em trajes íntimos e em estado de alteração circularam em grupos de mensagens antes do posicionamento oficial da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Darino Sena é uma figura pública amplamente conhecida na Bahia, com mais de 20 anos de carreira na imprensa. Ele ganhou destaque como apresentador e comentarista na TV Bahia, afiliada da Rede Globo, onde atuou principalmente nas áreas de esportes e entretenimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NO PERÍODO ELEITORAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pRwNByTWbUI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/familia-de-darino-sena-pede-empatia-e-privacidade-apos-crise-de-saude-do-jornalista-no-centro-historico-de-salvador/">Família de Darino Sena pede empatia e privacidade após crise de saúde do jornalista no Centro Histórico de Salvador</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Farmacêutica recusa oferta do Brasil por injeção semestral contra HIV, e governo aguarda contraproposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 17:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
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		<category><![CDATA[farmaceutica]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[injecao semestral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 01/08/2026 &#8211; 08h20 Por&#160;Bruno Lucca &#124; Folhapress A farmacêutica Gilead Sciences não aceitou a proposta apresentada pelo governo brasileiro para a compra do lenacapavir, medicamento injetável de aplicação semestral apontado como a principal inovação recente na prevenção do HIV. Em reunião realizada nesta quinta-feira (30), o Ministério da Saúde ofereceu pagar até US$ 400 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sábado, 01/08/2026 &#8211; 08h20</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Bruno Lucca | Folhapress</p>



<p class="wp-block-paragraph">A farmacêutica Gilead Sciences não aceitou a proposta apresentada pelo governo brasileiro para a compra do lenacapavir, medicamento injetável de aplicação semestral apontado como a principal inovação recente na prevenção do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em reunião realizada nesta quinta-feira (30), o Ministério da Saúde ofereceu pagar até US$ 400 por tratamento (cerca de R$ 2.037), valor até dez vezes superior ao praticado em países de perfil econômico semelhante, como Indonésia, Tailândia e África do Sul, segundo a pasta. Com a recusa, o ministério agora aguarda uma contraproposta da empresa.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o governo afirma que as tratativas envolvem tanto a redução do preço como a possível transferência de tecnologia para o Brasil, com potencial de produção do medicamento para abastecer também outros países da América Latina.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As negociações incluem o uso do lenacapavir para profilaxia pré-exposição (PrEP) e para tratamento de pessoas vivendo com HIV.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurada, a Gilead confirmou a reunião com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, mas não comentou a proposta financeira apresentada pelo governo.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa afirmou que permanece &#8220;comprometida em trabalhar de forma colaborativa&#8221; para ampliar o acesso ao medicamento no Brasil e disse continuar discutindo alternativas sustentáveis de longo prazo para o país, que ficou fora dos acordos de licenciamento voluntário firmados pela companhia com outros mercados de renda média e baixa.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A farmacêutica também destacou que assinou um memorando de entendimento com a Fiocruz para avaliar oportunidades de transferência de tecnologia e produção regional do medicamento.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A negociação ocorre paralelamente ao processo de definição do preço máximo de comercialização do lenacapavir no Brasil. Após a aprovação do medicamento pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) iniciou a análise do pedido de precificação, mas a Gilead entrou com recurso em 30 de junho.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Anvisa, o processo deve ser concluído até 28 de setembro. Os pareceres técnicos só serão divulgados após o encerramento da fase de recurso.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição do preço pela CMED, porém, é diferente da negociação conduzida pelo Ministério da Saúde. Enquanto a Câmara estabelece o preço-teto para comercialização do medicamento no país, a pasta negocia o valor que poderá pagar para incorporá-lo ao SUS (Sistema Único de Saúde).<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impasse ocorre em um momento em que o governo tenta ampliar o acesso a novas tecnologias para prevenção do HIV. Nesta semana, o ministério anunciou um acordo para aquisição do cabotegravir, da GSK/ViiV Healthcare, primeira PrEP injetável de longa duração que poderá ser ofertada gratuitamente.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pasta também firmou um acordo com a farmacêutica MSD para acompanhar o desenvolvimento do MK-8527, comprimido de uso mensal para prevenção ao HIV que ainda está em estudos clínicos e poderá ser produzido no país futuramente.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desses avanços, o lenacapavir é considerado hoje o principal medicamento na prevenção da infecção por combinar alta eficácia com apenas duas aplicações por ano, o que pode aumentar a adesão à PrEP entre pessoas que têm dificuldade em manter o uso diário dos medicamentos disponíveis atualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação / SES-DF</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NO PERÍODO ELEITORAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pRwNByTWbUI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/farmaceutica-recusa-oferta-do-brasil-por-injecao-semestral-contra-hiv-e-governo-aguarda-contraproposta/">Farmacêutica recusa oferta do Brasil por injeção semestral contra HIV, e governo aguarda contraproposta</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Médicos se dividem entre acompanhar ou não pacientes que usam canetas emagrecedoras paraguaias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 17:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
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		<category><![CDATA[Medicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 01/08/2026 &#8211; 13h40 Por&#160;Vitor Hugo Batista &#124; Folhapress Quando decidiu trocar o Mounjaro por uma versão paraguaia da tirzepatida, a advogada Andreza Botan, 47, já sabia que seria difícil encontrar um médico disposto a acompanhar seu tratamento. Só não esperava ouvir durante a consulta que o profissional cogitava chamar a polícia quando ela disse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sábado, 01/08/2026 &#8211; 13h40</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Vitor Hugo Batista | Folhapress</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando decidiu trocar o Mounjaro por uma versão paraguaia da tirzepatida, a advogada Andreza Botan, 47, já sabia que seria difícil encontrar um médico disposto a acompanhar seu tratamento. Só não esperava ouvir durante a consulta que o profissional cogitava chamar a polícia quando ela disse que usava uma caneta do Paraguai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ele olhou para mim e falou: &#8216;Não imaginava você, uma advogada, usando substância proibida. O que a gente faz? Eu ligo para o 190 agora?'&#8221;, relata Andreza.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, o endocrinologista disse que não acompanhava pacientes que usam medicamentos comprados no Paraguai e encerrou a consulta após avaliar rapidamente seus exames.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência de Andreza ilustra um impasse que vem se tornando frequente nos consultórios à medida que cresce o uso de canetas emagrecedoras adquiridas ilegalmente no Paraguai. Afinal, o médico deve continuar acompanhando um paciente que optou por um medicamento sem registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ou pode recusar esse atendimento?<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os conselhos de medicina ouvidos pela reportagem afirmam que ambas as condutas são eticamente aceitáveis.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O endocrinologista Neuton Dornelas, presidente da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), diz que acompanhar pacientes que utilizam canetas paraguaias pode transmitir a impressão de que o tratamento é respaldado pelo médico, além de expor o profissional a riscos éticos e legais.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu não acompanho pacientes que estejam usando medicamentos sem registro na Anvisa. Se essa for a escolha do paciente, peço que procure outro médico. Não me sinto confortável em assumir o acompanhamento de um tratamento com um produto cuja segurança não é garantida. Se houver alguma complicação, existe a responsabilidade médica sobre essa conduta&#8221;, afirma.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posição semelhante é adotada pelo nutrólogo Alfio Borghi Neto. Segundo ele, o problema não está apenas na ausência de registro sanitário, mas também na impossibilidade de verificar a origem do princípio ativo, a concentração da substância e as condições em que o medicamento foi transportado.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu com certeza não seguiria acompanhando esse paciente porque é como se eu estivesse sendo conivente com aquilo e legitimando um produto irregular&#8221;, afirma. &#8220;Não tem como eu me sentir seguro como médico se eu não sei o que realmente existe ali dentro. É como se você desse um tiro no escuro. É algo muito arriscado&#8221;, diz.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O endocrinologista Clayton Macedo, diretor da SBEM, afirma que numa situação assim buscaria alternativas com registro sanitário no Brasil compatíveis com a realidade financeira do paciente, caso não consiga arcar com o custo do Mounjaro &#8211;medicamento da farmacêutica Eli Lilly, que detém a patente da tirzepatida no Brasil. O preço do Mounjaro varia entre R$ 1.422 para a dose de 2,5 mg e R$ 3.499 para a de 15 mg.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu nunca vou deixar um paciente sem tratamento, mas também não vou deixar ele com um tratamento que não é seguro. A primeira coisa que eu tenho que prezar é pela segurança dele&#8221;, diz.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu prescreveria semaglutida. A gente consegue oferecer um tratamento adequado com uma versão segura, regulada e cuja origem é conhecida.&#8221;<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A patente da semaglutida, que pertencia a Novo Nordisk, com as canetas Ozempic e Wegovy (cujos preços partem de R$ 1.314,38, sem desconto), caiu em março deste ano. Depois disso, outros medicamentos com a substância receberam o aval da Anvisa para serem comercializados, como Ozivy, Extensior e Poviztra, com preços que vão de R$ 465 a R$ 1.000.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última quarta-feira (29), a Anvisa aprovou cinco novas canetas de semaglutida: Owozy, Seemasun, Zempneo, Semavy e Orsema. A CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), órgão vinculado à Anvisa, deve definir em breve os valores máximos. Só depois disso elas estarão disponíveis nas prateleiras.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros profissionais avaliam que deixar de acompanhar pacientes que usam canetas paraguaias pode aumentar os riscos à saúde e tornar o tratamento ainda mais inseguro.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Um médico que acompanha alguém com dependência química não vai prescrever a droga, mas isso não significa que ele vai deixar de acompanhar o paciente. O meu papel é oferecer alternativas para aquela demanda, não simplesmente apontar o problema e deixar que ele resolva sozinho&#8221;, diz o endocrinologista Júlio Américo Batatinha.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Antes do uso havia uma demanda e, possivelmente, um sofrimento. A primeira coisa é acolher esse paciente, entender por que ele quis usar uma caneta paraguaia e qual objetivo ele busca.&#8221;<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática clínica, Batatinha tenta sensibilizar o paciente sobre os riscos que a caneta paraguaia pode trazer e os benefícios de trocar para uma medicação mais segura. Ele diz encontrar diferentes perfis de pacientes. Alguns aceitam migrar para medicamentos aprovados pela Anvisa. Outros optam por tratamentos alternativos. Há ainda aqueles que, mesmo orientados sobre os riscos, decidem permanecer com a versão paraguaia.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nesses casos, eu não vou prescrever essas canetas, mas continuo acompanhando o paciente, fazendo as melhores orientações possíveis e monitorando para identificar qualquer complicação&#8221;, afirma Batatinha.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A endocrinologista Carolina Janovsky, professora associada da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), tem posição semelhante. Ela afirma que o problema não é o país de origem do medicamento, mas a ausência de garantias sobre o produto.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu não acompanho a caneta irregular, eu acompanho o paciente. Se ele já chega usando uma caneta paraguaia, eu tenho que continuar acompanhando. Eu vejo isso como uma estratégia de redução de danos. Acho que interromper esse acompanhamento só aumentaria os riscos&#8221;, diz.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo José Hiran Gallo, presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina), um médico pode recusar acompanhar um paciente caso veja que o medicamento que ele usa traz riscos à saúde.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gallo orienta que sejam prescritos apenas medicamentos autorizados pela Anvisa e alerta que produtos contrabandeados não oferecem garantias sobre seu conteúdo ou condições de fabricação e transporte.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) diz que o médico não é obrigado a acompanhar pacientes que usam produtos sem registro na Anvisa. O Código de Ética Médica garante autonomia profissional para atuar de acordo com a consciência, as evidências científicas e as normas sanitárias. Mas caso o profissional decida interromper o acompanhamento, deve fazer de forma ética, sem abandonar o paciente, garantindo a continuidade da assistência e orientando sobre os riscos envolvidos.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o médico que decide acompanhar o paciente deve fazê-lo com o objetivo de reduzir danos, desde que deixe claro que não está validando o uso do produto irregular, registre essa orientação em prontuário e não participe da prescrição nem incentive a continuidade do tratamento, diz o Cremesp.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o conselho, eventuais responsabilizações éticas, civis ou penais dependerão das circunstâncias específicas de cada caso. Um profissional que prescreveu um produto sem registro, por exemplo, responde pelos próprios atos nas esferas ética, civil e penal.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico que apenas passa a acompanhar um paciente que iniciou esse tratamento por decisão própria ou por indicação de outro profissional não assume automaticamente responsabilidade pela prescrição original, segundo o Cremesp.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na interpretação do advogado Eduardo Tomasevicius Filho, professor de Direito da USP (Universidade de São Paulo) e especialista em bioética, ainda que o médico não tenha vendido ou fornecido a caneta, o simples fato de acompanhar o paciente enquanto ele utiliza um medicamento sem registro pode ser suficiente para gerar responsabilização caso ocorra algum evento adverso.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você não forneceu a caneta, mas deu uma recomendação ou uma anuência. Disse: &#8216;Pode usar que eu vou acompanhar&#8217;. De alguma forma, você está dentro dessa relação de consumo&#8221;, afirma, com base no artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o episódio com o médico que ameaçou chamar a polícia, Andreza encontrou uma endocrinologista que aceitou acompanhar seu tratamento com canetas paraguaias, mas que a orientou a tomar cuidado com o manejo, transporte e armazenamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Reprodução / Freepik</p>



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		<title>A morfologia cerebral do TOC: estudo inédito aponta mecanismos do cérebro ligados à origem da doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa sobre Transtorno Obsessivo-Compulsivo foi conduzida com 4,5 mil pessoas, pelo cientista brasileiro Leonardo Saraiva, premiado internacionalmente, e envolveu um consórcio científico integrado por pesquisadores de diversos países Texto: Redação* Arte: Livia Bortoletto** Domingo, 26 de julho de 2026 Alterações na curvatura cortical e na similaridade entre estruturas cerebrais refletem processos essenciais para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">A pesquisa sobre Transtorno Obsessivo-Compulsivo foi conduzida com 4,5 mil pessoas, pelo cientista brasileiro Leonardo Saraiva, premiado internacionalmente, e envolveu um consórcio científico integrado por pesquisadores de diversos países</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Texto: Redação*</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Arte: Livia Bortoletto**</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 26 de julho de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alterações na curvatura cortical e na similaridade entre estruturas cerebrais refletem processos essenciais para o desenvolvimento do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). É o que revela um&nbsp;<a href="https://www.nature.com/articles/s41467-026-74153-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">grande estudo</a>&nbsp;que, de forma pioneira, examinou características específicas do cérebro em sua relação com o TOC. As descobertas demonstram a importância de uma abordagem abrangente para a caracterização da morfologia cerebral para maior compreensão sobre a origem e o tratamento do transtorno de saúde mental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa acaba de ser publicada na&nbsp;<em>Nature Communications</em>,&nbsp; fruto de uma intensa produção científica iniciada pelo cientista brasileiro Leonardo Saraiva ainda durante doutorado no Programa de Pós-graduação em Psiquiatria na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Atualmente, Saraiva é pós-doutorando em psiquiatria pela Escola de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e pesquisador do grupo Gen_TOC, projeto de pesquisa do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC), da FMUSP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação envolveu extensa análise de dados de forma completa e contou com o auxílio de&nbsp;<em>machine learning</em>&nbsp;– modelos estatísticos que ajudaram a explorar associações entre cérebro e comportamento. Ao final das análises, os cientistas apresentaram uma caracterização morfológica abrangente do TOC em uma grande amostra formada por 4.519 participantes – 2.255 pacientes com TOC e 2.264 “controles”, ou seja, sem o transtorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para chegar à caracterização, os pesquisadores avaliaram nove características corticais (fenótipos) e quatro subcorticais, incluindo várias que nunca tinham sido examinadas anteriormente no TOC e raramente em outros transtornos. Além disso, analisaram um novo fenótipo de rede de similaridade estrutural subcortical – diferentes regiões do cérebro que se parecem entre si em termos de características estruturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As análises foram feitas a partir da verificação de exames de neuroimagem e observação da expressão gênica, ou seja, a atividade dos genes, o chamado RNA, em tecido cerebral coletado em participantes durante neurocirurgia de Estimulação Cerebral Profunda, inclusive em pacientes que tinham o Transtorno Obsessivo-Compulsivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo envolve forte colaboração internacional a partir do consórcio científico Enigma-OCD&nbsp;<em>(Enhancing NeuroImaging Genetics through Meta-Analysis – Obsessive-Compulsive Disorder</em>), o maior consórcio de pesquisa em neuroimagem sobre TOC, que reúne dezenas de centros de pesquisa no mundo todo. Mais de 100 cientistas, brasileiros e estrangeiros, assinam o artigo final publicado no periódico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo incluiu 47 conjuntos de dados de 26 centros internacionais participantes do Enigma-OCD. Cada conjunto continha dados demográficos, clínicos e de neuroimagem estrutural de pacientes com TOC e neurotípicos. Em relação aos pacientes brasileiros, alguns integram a Coorte Brasileira de Alto Risco para Condições Mentais (BHRC) –&nbsp;<em>Brazilian High Risk Cohort</em>&nbsp;– um dos maiores estudos do mundo sobre o desenvolvimento do cérebro, ligado ao Centro de Pesquisa e Inovação em Saúde Mental (CISM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Centro de Pesquisa envolve a FMUSP, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), o Centro Universitário Max Planck (UniMAX – Indaiatuba) e é patrocinado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pelo Banco Industrial do Brasil (BIB).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Necessidade de uma análise abrangente</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos sobre a forma, estrutura e organização do cérebro em doenças mentais geralmente se concentram em algumas características observadas em exames de neuroimagem. O diferencial da atual pesquisa é que ela foi além nos fenótipos observados e conseguiu chegar a uma caracterização mais abrangente em relação ao transtorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TOC foi um dos primeiros transtornos mentais associados a alterações em regiões específicas do cérebro. Quatro décadas de pesquisa em neuroimagem do transtorno fomentaram modelos de circuitos neurais da doença e apoiaram intervenções neurocirúrgicas em casos resistentes ao tratamento. Entretanto, o TOC ainda é definido apenas por critérios subjetivos, ou seja, não existem mecanismos neurobiológicos ou biomarcadores (medidas) estabelecidos para definir a ocorrência da doença. Para Saraiva, este fato ressalta a necessidade de novas estratégias para analisar dados de neuroimagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A arquitetura do cérebro é complexa e qualquer uma das inúmeras características cerebrais pode ser afetada por patologias. No entanto, estudos de neuroimagem sobre TOC, e a maioria dos estudos em outros transtornos, têm se concentrado somente em alguns fenótipos estruturais, o que captura apenas uma fração da complexidade”, aponta o pesquisador. “Uma mudança em direção a uma análise de neuroimagem multi-fenótipo poderia aprimorar nossa compreensão da disfunção cerebral, integrando insights complementares de fenótipos com fundamentos neurobiológicos distintos”, acrescenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As descobertas do estudo</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2026/07/20260723grafico2.jpg" alt="Desenho de cérebros em branco com marcações em vermelho e azul indicando diferenças na região cortical e subcortical" class="wp-image-1033412"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Figura mostra alterações em características cerebrais visualizadas em neuroimagem e diferenças entre participantes com e sem TOC – Foto: Reprodução do artigo</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cientista Saraiva explica que alterações em diferentes partes do cérebro, localizadas em regiões distintas, foram notadas quando os pesquisadores analisaram características estruturais. “Observamos alterações na curvatura cortical localizadas em regiões constituintes da rede frontoparietal, aumento do grau dos nós da rede de similaridade estrutural em regiões sensório-motoras, e alterações localizadas no formato de estruturas subcorticais subcortical”, explica o cientista especialista em TOC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores desenvolveram uma nova medida de similaridade estrutural entre regiões subcorticais. Os fenótipos revelaram padrões distintos de alterações regionais – curvatura cortical, profundidade dos sulcos e redes de similaridade estrutural – mostrando associações mais específicas com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de examinarem as características a partir de neuroimagem, os cientistas também realizaram uma análise de expressão gênica (de atividade dos genes) – RNA – em tecido do córtex pré-frontal dorsolateral coletado em pacientes durante neurocirurgia de Estimulação Cerebral Profunda. A análise revelou que os genes com atividade reduzida estavam relacionados às alterações observadas no córtex cerebral, implicando desregulação de neurônios excitatórios (aqueles que estimulam outros neurônios).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Genes com expressão diferencial previamente relatados em tecido cerebral post-mortem de pacientes com TOC também contribuíram para as alterações notadas no córtex. Essas descobertas reforçam a importância de uma abordagem abrangente e multifenotípica para a caracterização da morfologia cerebral e sugerem que alterações na curvatura cortical e na similaridade estrutural refletem processos fisiopatológicos essenciais no TOC. Tudo isso pode impulsionar a descoberta dos mecanismos neurais que estão por trás das doenças mentais, apoiando sua adoção para melhor caracterizar os transtornos e os traços comportamentais de forma mais ampla”, enfatiza o pesquisador principal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa colaborativa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi supervisionado por grandes cientistas de renome internacional quando o assunto é TOC, entre eles a professora Carolina Cappi, da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, o Professor Christopher Pittenger, da Universidade de Yale (EUA), e o professor Euripedes Constantino Miguel, coordenador do Centro de Pesquisa e Inovação em Saúde Mental (CISM), orientador do doutorado de Saraiva e chefe do Departamento de Psiquiatria da FMUSP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor Euripedes destaca a forte colaboração internacional, envolvendo inúmeras instituições, que possibilitou a realização do estudo. “O projeto está inserido nas linhas de atuação do CISM e do Protoc, ambos com forte compromisso na construção de uma ciência verdadeiramente colaborativa. Trata-se de um estudo que reúne&nbsp;<em>hard science</em>, métodos rigorosos, experimentos controlados e uma análise de dados extremamente abrangente, com demanda de grande capacidade computacional, permitindo levantar hipóteses heurísticas sobre os mecanismos envolvidos na origem do TOC”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo conta o professor, esse avanço só foi possível graças a uma articulação internacional ampla, envolvendo inúmeros centros ao redor do mundo, no âmbito do consórcio Enigma-OCD. “Destaco, em particular, a colaboração com a Universidade de Yale, que disponibilizou um cluster de computadores essencial para viabilizar análises dessa magnitude e complexidade”, afirma. “No centro desse esforço está o talento e a dedicação do Leonardo Saraiva, cujo trabalho foi decisivo para transformar essa possibilidade em realidade. O reconhecimento desse talento o levou a ser incorporado como pós-doutorando em Yale, o que é motivo de grande orgulho para todos nós.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor Euripedes explica que o próximo passo, e talvez o mais estratégico, é criar no Brasil a infraestrutura necessária para que pesquisadores como Saraiva possam retornar e continuar desenvolvendo estudos competitivos em nível internacional, “fortalecendo de forma sustentável a ciência no nosso país”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem é Leonardo Saraiva</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Graduado pela FMUSP em 2020, Leonardo Cardoso Saraiva concluiu doutorado direto em um programa de psiquiatria da FMUSP, com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Os estudos iniciados no doutorado, com orientação dos professores Euripedes e Carolina Cappi, levaram o jovem cientista a ser selecionado para o pós-doutorado em Yale.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, Saraiva recebeu um dos mais prestigiados prêmios da área de saúde mental: o Michael A. Jenike Young Investigator Award, concedido pela International OCD Foundations (IOCDF), a maior organização do mundo dedicada ao TOC. Ele foi premiado por propor uma abordagem inovadora para entender as bases biológicas do transtorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi publicado no periódico&nbsp;<em>Nature Communications</em>. Além do Professor Euripedes, conta com outros pesquisadores do CISM entre os autores: Marcelo Q. Hoexter e Maria Alice de Mathis. Disponível&nbsp;<a href="https://www.nature.com/articles/s41467-026-74153-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link</a>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2026/07/20260724_leonardosaraiva.jpg" alt="" class="wp-image-1033588" style="width:182px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Brasileiro, Leonardo Saraiva formou-se na USP e agora realiza pesquisas em Yale &#8211; Foto: Arquivo pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><em>Da Assessoria de Imprensa e Comunicação do CISM.&nbsp;Adaptado para o<strong>&nbsp;Jornal da USP</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações: e-mail leonardo.saraiva@yale.edu</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Estagiária sob orientação de Simone Gomes</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / Pesquisadores avaliaram características corticais (fenótipos) e subcorticais, incluindo várias que nunca tinham sido examinadas anteriormente no TOC – Foto: <a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/mao-medico-doutor-apontando-4226264/">Anna Shvets/Pexels</a><br><br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SAIBA MAIS SOBRE AS HEPATITES VIRAIS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/hFr_td-dTJs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/a-morfologia-cerebral-do-toc-estudo-inedito-aponta-mecanismos-do-cerebro-ligados-a-origem-da-doenca/">A morfologia cerebral do TOC: estudo inédito aponta mecanismos do cérebro ligados à origem da doença</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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