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	<title>saúde |</title>
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	<title>saúde |</title>
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		<title>Autismo: pesquisa aponta baixo acesso a diagnóstico e terapias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;estudo&#160;Mapa Autismo Brasil (MAB), primeiro perfil sociodemográfico nacional sobre pessoas autistas, revela que o acesso ao diagnóstico e a terapias no Brasil permanece limitado. Lançada pelo&#160;Instituto Autismos, a pesquisa ouviu autistas e cuidadores em todos os estados com o objetivo de identificar o perfil do autista brasileiro e a que serviços ele tem acesso. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O&nbsp;<a href="https://www.mapaautismobrasil.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>&nbsp;Mapa Autismo Brasil (MAB), primeiro perfil sociodemográfico nacional sobre pessoas autistas, revela que o acesso ao diagnóstico e a terapias no Brasil permanece limitado.</p>



<p>Lançada pelo&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/instituto-autismos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Autismos</a></strong>, a pesquisa ouviu autistas e cuidadores em todos os estados com o objetivo de identificar o perfil do autista brasileiro e a que serviços ele tem acesso.</p>



<p>O estudo colheu 23.632 entrevistas online no período entre 29 de março e 20 de julho de 2025, incluindo respostas de 16.807 responsáveis por pessoas autistas e de 4.604 adultos autistas, além de 2.221 participantes que se identificam tanto como autistas quanto como responsáveis.</p>



<p>Os dados mostram que, apesar de cerca de 25% da população brasileira ter acesso a planos de saúde, 20,4% das pessoas entrevistadas informaram ter confirmado o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA) pelo Sistema Único de Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS</a></strong>).</p>



<p>O estudo indica também que apenas 15,5% dos entrevistados disseram realizar terapias pela rede pública de saúde, enquanto mais de 60% informaram usar planos de saúde ou pagar de forma particular para ter acesso ao serviço.</p>



<p>Em nota, o Instituto Autismos avalia que gargalo é ainda mais amplo.</p>



<p>“Os resultados do Mapa Autismo Brasil também revelam que 56,5% dos entrevistados (englobando quem usa SUS e a rede privada) informaram que a pessoa autista em questão (o próprio respondente ou a pessoa sob sua responsabilidade) faz até duas horas semanais de terapia, o que destoa do preconizado internacionalmente – que são terapias multidisciplinares e em carga semanal elevada.”</p>



<p><strong>Análise</strong></p>



<p>Em maio de 2025, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ibge/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBGE</a></strong>) divulgou, pela primeira vez, dados do Censo Demográfico 2022, que mapeou 2,4 milhões de pessoas com TEA no Brasil – 1,2% da população brasileira.</p>



<p>“Diferentemente do Censo, o Mapa Autismo Brasil faz uma análise socioeconômica e de acesso a serviços de autistas e cuidadores de pessoas autistas, contribuindo com uma avaliação do cenário atual e apontando para demandas de melhorias nas políticas públicas”, destacou o Instituto Autismos.</p>



<p><strong>Perfil</strong></p>



<p>As 23.632 entrevistas colhidas traçam o seguinte perfil do autista brasileiro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>60,8% são brancos; 32%, pardos; 5,2%, pretos; 1,1%, amarelo; e 0,25%, indígena;</li>



<li>65,3% são homens e 34,2%, mulheres;</li>



<li>72,1% estão na faixa etária até 17 anos, enquanto 27,9% têm entre 18 e 76 anos;</li>



<li>28,6% têm renda familiar até R$ 2.862; 37,9%, entre R$ 2.862 e R$ 9.540; e 20,33%, acima de R$ 9.540;</li>



<li>53,7% têm nível 1 de suporte (o mais baixo); 33,7%, nível 2 de suporte; e 12,6%, nível 3 de suporte (o que requer maior auxílio no dia a dia);</li>



<li>Como comorbidades, 51,5% têm transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH); 41,1%, transtorno de ansiedade; 27,9%, transtornos do sono; 23,2%, distúrbios gastrointestinais; 19,3%, transtorno do desenvolvimento da linguagem; 19,1%, altas habilidades/superdotação; 17,5%, transtorno depressivo; 16,4%, deficiência intelectual; e 12,1%, transtornos específicos da aprendizagem;</li>



<li>Em termos de comunicação, 55,5% falam frases completas e longas; 29,5% fazem ecolalias (palavras e frases repetidas de forma repetitiva), 28,1% falam poucas palavras/frases, 7,65% não falam e não usam comunicação aumentativa e alternativa (CAA) ou escrita, 4,15% falam pouco e usam CAA, 3,51% não falam e usam CAA e 0,59% usam língua brasileira de sinais (Libras).</li>
</ul>



<p>Entre os respondentes responsáveis por pessoas autistas, 96% eram mãe ou pai – desses, 92,4% eram mães.</p>



<p>Entre os cuidadores, 55,2% informaram ter ensino superior completo ou pós-graduação. Do total, 30,47% dos cuidadores declararam não possuir renda ou estarem desempregados, enquanto parte expressiva disse estar inserida no mercado formal, sobretudo como servidores públicos (21,9%) e trabalhadores CLT (16%), além de modalidades informais e autônomas.</p>



<p>“A elevada proporção de cuidadores fora do mercado de trabalho sugere impacto direto das demandas de cuidado na trajetória profissional, ampliando vulnerabilidades econômicas e dependência de políticas de proteção social”, avaliou o Instituto Autismos.</p>



<p>Do total de entrevistados, 76,6% afirmaram utilizar algum tipo de benefício. No entanto, a maior parte é para acesso e identificação: 36,7% usam o cartão de identificação da pessoa com TEA, 30% usam atendimento preferencial em serviços e 20,7% usam vaga de estacionamento para pessoas com deficiência.</p>



<p>Apenas 16,6% informaram ter acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), 12,9% disseram usar passe livre para pessoas com deficiência e 7,7% informaram ter isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).</p>



<p><strong>Diagnóstico</strong></p>



<p>O Mapa Autismo Brasil revela dificuldades de acesso ao diagnóstico de TEA pelo SUS e também atraso do diagnóstico de forma geral, o que dificulta intervenções precoces.</p>



<p>Os resultados indicam uma concentração de diagnósticos na faixa até 4 anos (51,7%), seguida pela faixa de 5 a 9 anos (17,1%) e pela faixa de 10 a 14 anos (6,1%).</p>



<p>“A diferença entre a mediana (4 anos) e a média (11 anos) revela que, embora a maior parte dos diagnósticos ocorra precocemente, ainda há um número relevante de diagnósticos realizados em idades mais avançadas, que elevam a média da amostra”, alertou o Instituto Autismos.</p>



<p>A pesquisa identificou também que os primeiros sinais de TEA são percebidos majoritariamente por familiares próximos (55,9%) ou pela própria pessoa autista (11,4%), enquanto médicos e professores alertaram sobre os primeiros sinais apenas em 7,3% e 9,4% dos casos, respectivamente.</p>



<p>Ainda segundo o estudo, neurologistas ou neuropediatras foram responsáveis pelo diagnóstico em 67% dos casos, seguidos por psiquiatras (22,9%), o que, para o Instituto Autismos, evidencia a necessidade de acesso a especialistas, nem sempre disponíveis nas redes públicas e mesmo privadas de algumas localidades.</p>



<p>Os dados mostram que 55,2% dos diagnósticos foram feitos na rede particular de saúde, 23% por plano de saúde e apenas 20,4% pelo SUS, sendo que as proporções variam quando consideradas as diferentes regiões do país – a pesquisa indica dependência maior do SUS para diagnóstico no Norte e no Nordeste.</p>



<p><strong>Terapias</strong></p>



<p>Entre as terapias mais frequentes, destacam-se psicoterapia (52,2%), terapia ocupacional (39,4%), fonoaudiologia (38,9%), psicopedagogia (30,8%) e terapia ABA (29,8%).</p>



<p>Em menor proporção, foram relatadas fisioterapia (12,5%), nutrição (10,2%), musicoterapia (11,0%), psicomotricidade (15,0%), equoterapia (4,3%) e estimulação precoce (3,7%).</p>



<p>Também se observa que 16,4% dos participantes declararam não realizar terapias.</p>



<p>Quando questionados sobre a rede utilizada para terapias, 15,5% disseram usar o SUS, enquanto 35,3% informaram usar o plano de saúde, 28,5% disseram fazer pela rede particular e 7,93% disseram usar associações como as associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/apae/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Apaes</a></strong>).</p>



<p>Entre usuários do SUS, apenas 33,8% fazem terapia ocupacional, em comparação com 64,5% dos usuários de planos de saúde. Usuários do SUS também relataram significativo menor acesso a sessões de psicoterapia, fonoaudiologia, terapia comportamental ABA, psicomotricidade e musicoterapia quando comparado ao acesso pelo plano de saúde.</p>



<p>Os resultados do MAB ainda indicam um investimento mensal em terapias concentrado principalmente nas faixas de R$ 501 a R$ 1 mil (24,8%), de R$ 1.001 a R$ 3 mil (22,2%) e de R$ 101 a R$ 500 (20,9%). Segundo os dados, 5,7% têm investimento mensal de até R$ 100.</p>



<p>Entre os respondentes, 4,3% relataram gastos superiores a R$ 5 mil por mês e 4,2% não souberam informar.</p>



<p>Considerando tanto quem usa a rede pública quanto quem usa a rede privada de saúde, a carga horária semanal informada de terapias, na avaliação do Instituo Autismos, é baixa. A maioria realiza uma hora (25,90%), nenhuma (18,13%) e duas horas (12,44%) semanais de terapia enquanto apenas 1,54% alcança 40 horas ou mais.</p>



<p>“A concentração em poucas horas semanais sugere limitações de acesso, custo e disponibilidade de serviços, indicando que grande parte das pessoas autistas recebe suporte terapêutico aquém do ideal para necessidades mais intensivas”, destacou o instituto.</p>



<p><strong>Escola e vida adulta</strong></p>



<p>Os resultados ainda trazem uma fotografia sobre o acesso à educação. Do total, 83,7% informaram que frequentam uma instituição de ensino, sendo 52,26% escola pública e 31% estabelecimento particular, enquanto 16% disseram não frequentar nenhuma instituição.</p>



<p>Em relação aos recursos de acessibilidade e inclusão, 39,9% informaram não receber nenhum tipo de apoio. Entre os apoios mais frequentes, destacam-se educador social, monitor ou tutor (23,8%), acompanhamento especializado, como mediador escolar ou acompanhante terapêutico (18,8%), adaptações pedagógicas (18,8%) e sala de recursos (18,1%).</p>



<p>“Os dados mostram que a presença na escola não garante, por si só, a inclusão efetiva. A elevada proporção de estudantes sem apoios básicos sugere fragilidade na implementação das políticas de educação inclusiva e desigualdade no acesso aos recursos educacionais previstos em lei”, avaliou o Instituto Autismos.</p>



<p>Na faixa de 18 e 76 anos, 29,9% dos respondentes autistas afirmaram estar desempregados ou sem renda, o que, para o instituto, evidencia um desafio estrutural de inclusão.</p>



<p>Entre os que afirmaram estar empregados, 21,1% atuam como servidores públicos, 20% têm emprego com carteira assinada, 8,1% trabalham de forma autônoma, 6,7% atuam como pessoa jurídica e 5,9% exercem atividades sem carteira assinada.</p>



<p>Há ainda 4,1% que dependem de auxílio governamental, 3,5% que recebem aposentadoria ou pensão e 0,35% que integram a carreira militar. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



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		<title>Portaria oficializa perícia médica remota do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Inss]]></category>
		<category><![CDATA[perícia médica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portaria&#160;publicada&#160;no Diário Oficial da União torna mais claras as regras das perícias médicas feitas de forma remota pelos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).&#160;Mesmo com o atendimento do perito sendo à distância, os segurados terão de comparecer presencialmente a uma Agência da Previdência Social (APS), em data e horário previamente agendados. Na agência, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portaria&nbsp;<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-conjunta-dpmf/inss-n-18-de-31-de-marco-de-2026-698032176" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicada</a>&nbsp;no Diário Oficial da União torna mais claras as regras das perícias médicas feitas de forma remota pelos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/inss/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">INSS</a></strong>).&nbsp;Mesmo com o atendimento do perito sendo à distância, os segurados terão de comparecer presencialmente a uma Agência da Previdência Social (APS), em data e horário previamente agendados.</p>



<p>Na agência, o segurado passará por uma triagem, durante a qual terá de apresentar seus documentos pessoais e médicos digitalizados que serão anexados ao requerimento.</p>



<p>O segurado também assinará um termo de consentimento para, então, aguardar o chamado em uma sala equipada com computador, câmera, áudio e conexão à internet.&nbsp;A portaria consolida a teleperícia como procedimento regular da Perícia Médica Federal e padroniza o uso da telemedicina, com avaliações por videoconferência.</p>



<p>A modalidade aprimora o uso do Sistema de Atendimento Remoto (SAT Central) como canal exclusivo para as teleperícias.</p>



<p>As regras descritas na portaria consolidam, para os beneficiários, a possibilidade de utilizar a APS como ponto de apoio da teleperícia.</p>



<p><strong>Clareza</strong></p>



<p>Segundo o Ministério da Previdência Social, os procedimentos já vêm sendo adotados, e a portaria foi publicada com o objetivo de dar maior clareza ao método e às responsabilidades das partes envolvidas.</p>



<p>Entre as vantagens desses procedimentos, está a possibilidade de a teleperícia chegar em localidades remotas onde não existem peritos médicos do INSS.</p>



<p>Em geral, os atendimentos serão feitos no contraturno dos médicos peritos que se dispuserem a trabalhar além das metas estabelecidas, para receber bonificações.</p>



<p>Até então, a teleperícia vinha sendo aplicada apenas em situações pontuais.</p>



<p>Com as novas regras, o atendimento remoto passará a ter uma base normativa mais definida, deixando mais claros os tipos de perícia que poderão ser feitos de maneira remota pelos médicos peritos.</p>



<p>A portaria também detalha como os atendimentos deverão ser feitos nas APS, bem como as atribuições de gestores, peritos e das unidades administrativas envolvidas nos processos.</p>



<p>Entre os serviços que poderão ser avaliados na forma prevista pela portaria estão a perícia médica inicial e a avaliação e reavaliação médico-pericial do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de outros serviços que venham a ser autorizados pelo Departamento de Perícia Médica Federal (DPMF) ou pelas áreas técnicas do INSS. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



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		<title>Nova lei reforça direito a três folgas por ano para exames preventivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[exames preventivos]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Nova lei]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma&#160;nova lei&#160;publicada reforça o direito do trabalhador com contrato via Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de se afastar até três dias por ano para realizar exames preventivos de câncer, sem desconto salarial. O direito já estava incluído na CLT desde 2018. A partir de agora, as empresas passam a ser obrigadas a divulgar essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma&nbsp;<a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-15.377-de-2-de-abril-de-2026-697377506" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nova lei</a>&nbsp;publicada reforça o direito do trabalhador com contrato via Consolidação das Leis do Trabalho (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/clt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a></strong>) de se afastar até três dias por ano para realizar exames preventivos de câncer, sem desconto salarial.</p>



<p>O direito já estava incluído na CLT desde 2018. A partir de agora, as empresas passam a ser obrigadas a divulgar essa informação, além de outras relacionadas a campanhas oficiais de vacinação contra o HPV e sobre o acesso a serviços de diagnósticos de cânceres de mama, próstata e de colo do útero.</p>



<p>O texto estende o uso das folgas também para a realização de exames preventivos do HPV, além dos de câncer que já estavam previstos na legislação anterior. A a Lei 15.377 foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU). </p>



<p><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



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<iframe title="O IMPACTO DAS REDES SOCIAIS NA SAÚDE MENTAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-Cm1LC7gAjo?start=4&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/nova-lei-reforca-direito-a-tres-folgas-por-ano-para-exames-preventivos/">Nova lei reforça direito a três folgas por ano para exames preventivos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo inédito da Fiocruz pode ampliar prevenção de HIV entre jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia lança, nesta sexta-feira (10), em Salvador, um estudo para ampliar a prevenção do vírus da imunodeficiência humana (HIV) entre adolescentes e jovens na periferia. A iniciativa é inédita e inovadora, segundo informou o pesquisador da Fiocruz Bahia e professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Laio Magno. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia lança, nesta sexta-feira (10), em Salvador, um estudo para ampliar a prevenção do vírus da imunodeficiência humana (HIV) entre adolescentes e jovens na periferia. A iniciativa é inédita e inovadora, segundo informou o pesquisador da Fiocruz Bahia e professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Laio Magno.</p>



<p>A ideia é testar a profilaxia pré-exposição (PrEP) em adolescentes e jovens na faixa etária de 15 a 24 anos, especialmente homens gays, travestis e mulheres trans. A PrEP é um método preventivo que utiliza medicamentos antirretrovirais antes de uma possível exposição ao vírus, preparando o organismo para bloquear a infecção pelo HIV. O estudo será realizado em Salvador e São Paulo e terá a participação de cerca de 1,4 mil jovens.</p>



<p>Em Salvador, o estudo é coordenado pelos professores Laio Magno e Inês Dourado, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e, em São Paulo, por Alexandre Granjeiro e Márcia Couto, da Faculdade de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p>O projeto tem financiamento do National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, onde é desenvolvido também pela Universidade do Alabama, e conta com parceria do Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais e organizações da sociedade civil.</p>



<p>Vulnerabilidades</p>



<p>Denominado PrEP na Comunidade (COmPrEP), o estudo nasceu da experiência dos pesquisadores com a oferta da profilaxia pré-exposição a adolescentes no país. Jovens de 15 a 24 anos são a população que têm mais vulnerabilidade à infecção pelo HIV por diversos motivos, entre eles a dificuldades de acessar serviços de saúde.</p>



<p>“Muitas vezes, o espaço do serviço de saúde não é receptivo para esses jovens, e menos ainda para populações da diversidade sexual e de gênero. Nossas pesquisas registram muito estigma, discriminação mesmo”, ressaltou Magno.</p>



<p>Segundo o professor, baseado em dados do Ministério da Saúde, a população de gays, mulheres trans e travestis é a que menos acessa os serviços de saúde.</p>



<p>“Para se ter uma ideia, no painel de Previdência, os dados do Ministério da Saúde revelam que apenas 0, 2% da população que usa PrEP hoje, no país, tem idades entre 15 e 19 anos. Em contrapartida, temos observado que a população de homens nesta faixa etária é a que mais sofre com infecção pelo HIV, que tem maior taxa de incidência de infecção. É um grande desafio acessar essa população.”</p>



<p>Educadores pares</p>



<p>Os pesquisadores vão testar a oferta do pré-teste na comunidade por educadores pares, que são jovens da própria comunidade, treinados e supervisionados por profissionais de saúde.</p>



<p>Para o professor Magno, o efeito será positivo para a continuidade do uso da profilaxia, em comparação com o cuidado padrão do serviço de saúde apenas por profissionais de saúde.</p>



<p>Os participantes serão divididos entre dois modelos de cuidado: o tradicional, feito em unidades de saúde, e o comunitário, com oferta de PrEP mediada por educadores pares e supervisionada por equipe clínica.</p>



<p>O acompanhamento terá duração de até 12 meses, com avaliação de indicadores como início, adesão e permanência no uso da profilaxia.<br>Recrutamento</p>



<p>O estudo piloto deverá estar pronto no próximo mês de junho e, entre setembro e outubro, deve ser iniciado o recrutamento de pessoas em campo. Já foram identificados os espaços de sociabilidade que serão alvo do recrutamento em Salvador e em São Paulo, locais do centro das duas cidades onde se reúnem esses os jovens.</p>



<p>“Fizemos um mapeamento nas cidades, uma pesquisa para entender quais eram os locais de sociabilidade, como era a interação desses jovens na comunidade. Os educadores vão atuar nesses espaços de sociabilidade”.</p>



<p>O jovem que aceitar participar da pesquisa será sorteado para saber se vai para o braço de intervenção ou para o braço de controle de oferta de PrEP no serviço de saúde. Os resultados finais estão previstos para 2028. </p>



<p>(Com informações da Agência Brasil)</p>



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<iframe title="O IMPACTO DAS REDES SOCIAIS NA SAÚDE MENTAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-Cm1LC7gAjo?start=4&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>SUS em disputa: regionalização ou colapso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para superar a fragmentação do cuidado, não basta oferecer especialistas. É inadiável uma “reforma da reforma sanitária”, com a criação de autarquias regionais e a garantia de que a Atenção Básica funcione como ordenadora das redes. Papel do sanitarista é essencial Por Rafael Dall’Alba e Liane Beatriz Righi O Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para superar a fragmentação do cuidado, não basta oferecer especialistas. É inadiável uma “reforma da reforma sanitária”, com a criação de autarquias regionais e a garantia de que a Atenção Básica funcione como ordenadora das redes. Papel do sanitarista é essencial</p>



<p>Por Rafael Dall’Alba e Liane Beatriz Righi</p>



<p>O Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, impõe anualmente uma reflexão sobre os desafios sanitários globais: das mudanças climáticas ao recrudescimento de doenças negligenciadas, passando pelo envelhecimento populacional, pelas sequelas das crises sanitárias recentes e pela escalada da violência no mundo. Nesse contexto, em 2026, no Dia Internacional da Saúde, a Organização Pan-Americana de Saúde reafirma a ciência e sustenta “Uma Só Saúde” como a perspectiva para a saúde global.</p>



<p>Ao aterrissarmos essas inquietações globais na realidade brasileira, deparamo-nos com um desafio crônico e estrutural que ameaça a própria espinha dorsal do Sistema Único de Saúde (SUS): a profunda fragmentação do cuidado e de sua gestão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A ilusão do acesso pontual e a fragmentação</h3>



<p>Apesar dos inegáveis esforços de expansão da rede nas últimas décadas e da importância do programa Agora Tem Especialistas, a realidade nos territórios mostra que a simples disponibilidade de profissionais especializados não garante o direito à saúde. De que adianta a consulta com um especialista se o paciente se perde no labirinto de um sistema desconectado?</p>



<p>A fragmentação transforma a jornada do usuário em um percurso errático. A ausência de comunicação entre os níveis de atenção gera desperdício de recursos, repetição desnecessária de exames e agravamento de quadros clínicos. Esses quadros poderiam ser precocemente estabilizados nas Redes de Atenção à Saúde (RAS) (MENDES, 2011; OPAS 2025).</p>



<p>A inovadora proposta da Oferta de Cuidados Integrados (OCI) não pode ficar restrita ao tempo de uma gestão, necessitando de muito mais que um mandato para poder frutificar. É preciso reposicionar o planejamento territorial, que foi sendo reduzido a processos de governança em contextos de efetiva privatização e hegemonia de modelos caracterizados pela capacidade de sugar os recursos do SUS.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A inadiável “Reforma da Reforma Sanitária” e as regiões de saúde</h3>



<p>Para enfrentar esse cenário, torna-se impreterível o que pesquisadores têm chamado de uma “reforma da reforma sanitária”. O modelo de municipalização autárquica, que foi fundamental na gênese do SUS para descentralizar o poder, hoje cobra seu preço. A imensa maioria dos municípios brasileiros é incapaz de sustentar, sozinha, redes em seus diferentes níveis de atenção à saúde. É preciso repensar a engenharia institucional do sistema.</p>



<p>Nesse sentido, ganha força a urgência de redimensionar e institucionalizar as regiões de saúde. Como há anos defende o sanitarista Gastão Wagner de Sousa Campos (2007), a saída passa pela instituição de um ente regional gestor. A proposta de criação de autarquias interfederativas regionais — com orçamento próprio, corpo técnico qualificado e gestão compartilhada entre municípios, estado e União — permitiria que as regiões deixassem de ser meras linhas em mapas burocráticos para se tornarem os territórios vivos onde as redes operam de forma integrada e resolutiva na lógica do público.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O sanitarista como ator estratégico na gestão das redes</h3>



<p>Contudo, a operação dessa complexa engenharia de redes regionais demanda saberes técnicos e políticos específicos. É nesse gargalo que o sanitarista emerge como uma das soluções essenciais para a articulação do sistema. Historicamente fundamental na construção do SUS, esse profissional teve sua atuação recentemente respaldada pelo Decreto n.º 12.921, de 6 de abril de 2026, que regulamentou a Lei n.º 14.725/2023 (BRASIL, 2026).</p>



<p>Ao regulamentar a profissão, o Estado brasileiro reconhece que analisar, planejar, coordenar e avaliar as engrenagens da saúde coletiva exige atividade profissional específica. O sanitarista possui a formação vocacionada para atuar na institucionalidade do SUS, traduzindo as necessidades epidemiológicas em planejamento viável e garantindo que o cuidado transite de forma fluida entre a atenção primária, os ambulatórios de especialidades e os hospitais (SOUSA&nbsp;<em>et al.</em>, 2021). Sem gestores formados para atuação em realidades complexas e conflitivas, as autarquias regionais correriam o risco de reproduzir a mesma fragmentação administrativa característica do modelo que tentam combater.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O modelo de atenção em disputa, Cidadania e Bem Viver</h3>



<p>A mudança institucional e gerencial, contudo, é insuficiente se não for acompanhada por uma disputa ferrenha pelo modelo de cuidado. O SUS precisa reafirmar e materializar a Atenção Básica não como uma porta de entrada estreita ou uma mera triagem, mas como a verdadeira ordenadora do cuidado e coordenadora das linhas terapêuticas.</p>



<p>Se não disputarmos politicamente e financeiramente esse modelo, o horizonte é sombrio. Sem uma Atenção Básica robusta, os nossos equipamentos públicos correm o sério risco de sofrerem uma mutação perversa. Em vez de atuarem na promoção da saúde, esses espaços passarão a mimetizar o modelo hegemônico: tornar-se serviços pontuais, de baixa resolutividade e voltados apenas para o alívio de sintomas agudos. Esse modelo é coerente com a precarização do trabalho e, em cenário de derrota, o SUS deixaria de responder às necessidades reais da população para tornar-se responsivo somente à demanda do mercado da doença e da medicalização da vida.</p>



<p>Ao contrário, em um desejado e viável cenário de fortalecimento do SUS, o modelo de atenção e gestão deve ser orientado pela perspectiva da Determinação Social da Saúde. Isso inclui o aumento da capacidade para enfrentar diferentes situações e formas de vulnerabilidade e a desigualdade no acesso em todos os níveis de atenção. Em&nbsp;<a href="https://cebes.org.br/saude-unica-em-disputa/41388/">publicação recente</a>, Heleno Correa Filho identifica “velhos e novos adversários” do projeto democratizando do SUS e afirma que, no período atual, ampliou-se o rol de atores que operam contra a Saúde Coletiva. Essa constatação indica limitações na aposta política e institucional da saúde única e, ao mesmo tempo, alerta para a complexidade dos processos de planejamento e gestão da política de saúde<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/sus-em-disputa-regionalizacao-ou-colapso/#_ftn2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">[2]</a>.</p>



<p>O Dia Mundial da Saúde deve nos lembrar que defender a integração regional, a gestão qualificada, a centralidade da Atenção Básica é a única forma de garantir que a saúde pública no Brasil continue sendo instrumento de cidadania ativa e a base material para o&nbsp;<em>bem viver</em>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>



<p>BRASIL.&nbsp;<strong>Decreto nº 12.921, de 6 de abril de 2026</strong>. Regulamenta a Lei nº 14.725, de 16 de novembro de 2023, que regula a profissão de sanitarista.&nbsp;<em>Diário Oficial da União</em>: seção 1, Brasília, DF, p. 2, 7 abr. 2026. Disponível em:&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/decreto/D12921.htm"><u>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/decreto/D12921.htm</u></a>.</p>



<p>CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa. Reforma política e sanitária: a sustentabilidade do SUS em questão?&nbsp;<strong>Ciência &amp; Saúde Coletiva</strong>, Rio de Janeiro, v. 12, n. 2, p. 301-306, mar./abr. 2007.</p>



<p>MENDES, Eugênio Vilaça.&nbsp;<strong>As redes de atenção à saúde</strong>. 2. ed. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011.</p>



<p>ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD.&nbsp;<strong>Redes integradas de servicios de salud: Actualización del marco conceptual y operacional para la Región de las Américas</strong>. , 2025. Disponível em: &lt;https://iris.paho.org/items/72b91cbd-a8ed-433f-9190-441ce5daa9a6&gt;. Acesso em: 9 fev. 2026</p>



<p> SOUSA, J. M. de et al. Atuação do sanitarista em equipes multiprofissionais na atenção primária à saúde: atividades, desafios e potencialidades.&nbsp;<strong>REFACS (online)</strong>, Uberaba, v. 9, n. 4, p. 936-945, out./dez. 2021.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/sus-em-disputa-regionalizacao-ou-colapso/#_ftnref1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">[1]</a>&nbsp;A esse respeito, ver texto na página da OPAS e, especificamente, pronunciamento do Dr. Jarbas Barbosa – Together for Science: World Health Day 2026. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Dbf0ebHEMJQ&amp;t=160s</p>



<p><a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/sus-em-disputa-regionalizacao-ou-colapso/#_ftnref2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">[2]</a> O texto referido está disponível na página do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes). <a href="https://cebes.org.br/saude-unica-em-disputa/41388/">https://cebes.org.br/saude-unica-em-disputa/41388/</a></p>



<p>Fonte: Outra Saúde / Unidade de saúde rural em Manaus. Créditos: Divulgação/Secretaria Municipal de Saúde de Manaus-AM</p>



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<iframe title="ELEIÇÕES 2026:A POLARIZAÇÃO NA POLÍTICA BRASILEIRA CONFIRMADA…." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/oJYguq8dtM8?start=3720&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br><br></p>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/sus-em-disputa-regionalizacao-ou-colapso/">SUS em disputa: regionalização ou colapso</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Mulheres entre 45 e 55 anos têm maior risco de morte após infarto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Ministério da Saúde apontam que doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil – estima-se que cerca de 400 mil óbitos ocorram por ano em decorrência de problemas do gênero, sobretudo por infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Nesse contexto, um estudo desenvolvido por pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Ciências [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do Ministério da Saúde apontam que doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil – estima-se que cerca de 400 mil óbitos ocorram por ano em decorrência de problemas do gênero, sobretudo por infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Nesse contexto, um estudo desenvolvido por pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), avaliou a influência da idade e do sexo na mortalidade de pacientes admitidos com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio (IAM) em hospitais da rede pública de Curitiba.</p>



<p>Os pesquisadores acompanharam cerca de 5 mil pacientes hospitalizados por infarto no Sistema Único de Saúde (SUS), em Curitiba, entre janeiro de 2008 e dezembro de 2015. A mortalidade total da amostra foi de 29,5%. Os resultados revelaram que mulheres na meia-idade (entre 45 e 54,9 anos) apresentam risco significativamente maior de mortalidade após um infarto em comparação com homens da mesma faixa etária, independentemente do histórico médico prévio. A análise ainda mostrou que uma proporção maior de mulheres apresentou infarto em idades mais avançadas – dado já observado em outros estudos.</p>



<p>De modo geral, a idade mais elevada no momento do infarto é um fator determinante para o prognóstico, com exceção do grupo de mulheres de meia-idade. “Persistem disparidades de gênero que afetam particularmente as mulheres. Em geral, elas sofrem infarto em idade mais avançada e na presença de mais comorbidades – a idade média das mulheres no momento do IAM foi aproximadamente cinco anos superior à dos homens (65,1 para eles e 60,3 para elas). No entanto, há o que chamamos de paradoxo de gênero, pois esse grupo da meia-idade tende a apresentar menos fatores de risco que, em tese, estariam associados a um melhor prognóstico na população geral”, explica José Rocha Faria Neto, médico cardiologista, coordenador do PPGCS da PUCPR e um dos autores do estudo.</p>



<p>Os dados indicam ainda que mulheres no início da meia-idade configuram um subgrupo de alta vulnerabilidade, que demanda atenção específica do sistema de saúde. “Esses achados representam um importante alerta para a necessidade de abordagens clínicas diferenciadas e direcionadas a esse grupo. No Brasil, especialmente no sistema público de saúde, ainda há escassez de dados sobre o tema. A redução dessas disparidades entre os sexos exige investimento em educação médica continuada, maior compreensão das barreiras ao tratamento adequado e intervenções voltadas aos determinantes sociais da saúde”, destaca Faria Neto.</p>



<p>Segundo os pesquisadores, essa maior vulnerabilidade pode estar associada a características hormonais próprias do sexo feminino – uma vez que o período em questão coincide com a perimenopausa e o início da menopausa -, bem como a fatores vasculares e psicossociais. Somam-se a isso a presença de sintomas atípicos (como fadiga extrema, náuseas e dor na mandíbula), o subdiagnóstico, o subtratamento e a falta de acompanhamento adequado.</p>



<p>Além de José Rocha Faria Neto, assinam o trabalho os pesquisadores Edson Marcos Campos Lessa Júnior, Carolina Perin Maia da Silva, Tatiana Lorena da Luz Kaestner, Cecília Rubini Rocha, Gabriela Redivo Stroher, Gabriele da Silva, Giovanni Augusto de Oliveira Baccin, Marcia Olandoski e Andre Bernardi. O artigo “Mulheres de Meia-Idade e Mortalidade Pós-Infarto: Um Grupo Vulnerável? Evidências de Mundo Real em uma Coorte do Sistema Único de Saúde” foi publicado nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, periódico oficial da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e referência na divulgação de pesquisas cardiovasculares no Brasil.</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



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<iframe title="ANÁLISE DAS ELEIÇÕES 2026." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Tbo881xHY_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mulheres-entre-45-e-55-anos-tem-maior-risco-de-morte-apos-infarto/">Mulheres entre 45 e 55 anos têm maior risco de morte após infarto</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Bahia fortalece vigilância em saúde com nova etapa do EpiSUS Fundamental em Vitória da Conquista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[EpiSUS]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória da Conquista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Teve início no último dia (6) e segue até o dia (11), em Vitória da Conquista, o segundo módulo da Oficina 2 do EpiSUS Fundamental, programa estratégico voltado à formação de profissionais para atuação na vigilância em saúde. A iniciativa marca mais uma etapa no fortalecimento da capacidade técnica do Sistema Único de Saúde (SUS) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Teve início no último dia (6) e segue até o dia (11), em Vitória da Conquista, o segundo módulo da Oficina 2 do EpiSUS Fundamental, programa estratégico voltado à formação de profissionais para atuação na vigilância em saúde. A iniciativa marca mais uma etapa no fortalecimento da capacidade técnica do Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia.</p>



<p>Participam da oficina profissionais dos municípios de Vitória da Conquista, Belo Campo e Barra do Choça, além de técnicos dos Núcleos e Bases Regionais de Saúde das regiões Sudoeste e Sul do estado.</p>



<p>Ao longo da semana, as atividades têm como foco a investigação de surtos, a análise de dados epidemiológicos e a integração entre a epidemiologia de campo e o laboratório. A proposta é ampliar a capacidade de análise e garantir respostas mais rápidas e eficazes diante de eventos de relevância em saúde pública, sempre com base em evidências e atuação coordenada.</p>



<p>As atividades também incluem a preparação para a Oficina 3, etapa final da formação, que marcará a conclusão do ciclo de capacitação dos treinandos. A oficina reúne cerca de 40 participantes, entre instrutora, tutores, equipe de apoio e profissionais em formação, reforçando o compromisso com o fortalecimento da vigilância em saúde no estado.</p>



<p>O EpiSUS (Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS), iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), por meio da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa), tem como objetivo qualificar profissionais para atuação direta nos serviços de vigilância. O programa capacita técnicos para detectar e intervir de forma oportuna em cenários de relevância e emergências em saúde pública.</p>



<p>Inspirado em um modelo internacional de treinamento em serviço, o EpiSUS alia teoria e prática, aproximando o aprendizado da realidade dos territórios. Na modalidade Fundamental, é voltado à formação inicial de profissionais que atuam na linha de frente da vigilância em saúde, especialmente nos níveis estadual e municipal.</p>



<p>Segundo a instrutora Samantha Andrade, ainda há desafios importantes no cotidiano dos serviços. “Na prática, muitos profissionais enfrentam dificuldades para identificar o momento adequado de iniciar uma investigação, definir objetivos e conduzir o processo de forma estruturada, respeitando suas etapas”, destaca.</p>



<p>Ela também ressalta a importância da integração com o laboratório. “Essa interface é fundamental, especialmente na fase descritiva, sendo determinante para o desenvolvimento das etapas seguintes e para a definição da resposta ao evento”, explica.</p>



<p>Nesse contexto, o EpiSUS se consolida como uma ferramenta essencial para fortalecer a capacidade de detecção e resposta a emergências em saúde pública, especialmente no nível local, contribuindo diretamente para a proteção da população e o aprimoramento contínuo do SUS.</p>



<p>Com Informações da Sesab </p>



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		<title>Farmácias descartam mais de mil toneladas de medicamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As 29 maiores redes do varejo farmacêutico nacional tiveram novo recorde no descarte correto de medicamentos. O recolhimento de resíduos de remédios vencidos ou em desuso, bem como suas embalagens, superou pela primeira vez a marca de 1 mil toneladas em um ano. Os dados são da Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As 29 maiores redes do varejo farmacêutico nacional tiveram novo recorde no descarte correto de medicamentos. O recolhimento de resíduos de remédios vencidos ou em desuso, bem como suas embalagens, superou pela primeira vez a marca de 1 mil toneladas em um ano.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://medicinasa.com.br/wp-content/uploads/2026/04/grafico-Abrafarma-descartes-1b.jpg"><img decoding="async" src="https://medicinasa.com.br/wp-content/uploads/2026/04/grafico-Abrafarma-descartes-1b.jpg" alt="" class="wp-image-157941"/></a></figure>
</div>


<p>Os dados são da Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/abrafarma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Abrafarma</a></strong>). O volume que passou pela destinação ambientalmente correta em 2025 totalizou 1.011,54 toneladas, soma 18 vezes maior que a quantidade de 55,7 mil quilos descartada em 2021 – período que marcou o início do processo de adequação ao sistema de logística reversa previsto no&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/decreto/d10388.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Decreto Federal 10.388/2020</a>. O contingente também é substancialmente superior ao de 2024, com avanço de 30%.</p>



<p>O número de pontos de recolhimento mais que dobrou, passando de 3.634 para 7.780 em cinco anos. Hoje, 775 municípios já dispõem de sistemas de logística reversa, com alcance populacional em torno de 199 milhões de pessoas. As farmácias incineraram 93% do montante total e destinaram 7% para aterros sanitários.</p>



<p>“Esse é o resultado de um esforço conjunto, que envolve a crescente conscientização dos brasileiros para as causas de impacto socioambiental e o empenho das redes de farmácias em divulgar os benefícios concretos dessa prática”, pontua Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma.</p>



<p><strong>Ações de estímulo</strong></p>



<p>Para estimular o aumento de adesões de empresas e dos consumidores, a entidade vem expondo continuamente um modelo de contentor – recipiente usado para o descarte – em eventos setoriais. A Abrafarma, inclusive, integra um grupo de trabalho de entidades parceiras do sistema LogMed, responsável por parametrizar e monitorar a operação de logística reversa.</p>



<p>“Temos espaço para evoluir ainda mais, considerando que as grandes redes contam com 11,5 mil lojas e a julgar pelo exemplo de Portugal, onde a média anual atinge 1.200 toneladas”, complementa Barreto.</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



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<iframe title="PNAB CICLO 2 E PERSPECTIVA DA CULTURA NO CAMPO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YCl593o_j0M?start=660&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Feira de Santana recebe mutirão gratuito para crianças neurodivergentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[FSA]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação oferece atendimentos de saúde, atividades de inclusão e apoio a famílias neste sábado (11) Crianças neurodivergentes em situação de vulnerabilidade social terão acesso a uma série de atendimentos gratuitos neste sábado (11), em Feira de Santana. O mutirão será realizado das 9h às 13h, no Centro de Convenções de Feira de Santana, com acesso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ação oferece atendimentos de saúde, atividades de inclusão e apoio a famílias neste sábado (11)</p>



<p>Crianças neurodivergentes em situação de vulnerabilidade social terão acesso a uma série de atendimentos gratuitos neste sábado (11), em Feira de Santana. O mutirão será realizado das 9h às 13h, no Centro de Convenções de Feira de Santana, com acesso aberto ao público e sem necessidade de agendamento prévio.</p>



<p>A iniciativa reúne serviços de saúde, inclusão e cidadania, com atendimentos em diversas especialidades. Entre eles estão consultas com pediatras, ortopedistas e oftalmologistas, além de acompanhamento em áreas como psicologia, nutrição, fisioterapia, odontologia e fonoaudiologia. Também haverá vacinação, testes de glicemia, aferição de pressão arterial e entrega de óculos para crianças atendidas.</p>



<p>Além dos serviços médicos, o evento contará com uma programação voltada ao lazer e à convivência, incluindo atividades culturais, esportivas, teatro de fantoches, contação de histórias e demonstrações de equoterapia. A ação também terá atividades educativas sobre prevenção de acidentes domésticos e participação de instituições como forças de segurança e órgãos de trânsito.</p>



<p>Outro destaque do mutirão é o apoio às chamadas mães atípicas. A programação inclui oficinas de empreendedorismo, orientações para pequenos negócios e informações sobre acesso ao microcrédito, com foco na autonomia financeira das famílias.</p>



<p>A ação é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Feira de Santana e a Câmara da Mulher Empresária, e busca ampliar o acesso a serviços essenciais, além de fortalecer a rede de apoio a crianças neurodivergentes e seus responsáveis.</p>



<p>Fonte: Metro 1 / Foto: <strong>Matheus Landim/GOVBA</strong></p>



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<iframe title="A CÂMARA COMO A VOZ DA POPULAÇÃO !" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/qVe4792Zsys?start=1931&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Audiência pública no Senado debate internacionalização da Fiocruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (8/4), o Senado Federal vai realizar, às 10h, uma audiência pública para debater a internacionalização da Fiocruz enquanto instituição estratégica do Estado Brasileiro. O objetivo é discorrer sobre o papel da instituição no âmbito da Saúde Pública, ciência e cooperação internacional, e como essa atuação fortalece políticas públicas e a presença do Brasil no exterior. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (8/4), o Senado Federal vai realizar, às 10h, uma <a href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoaudiencia?id=38310"><strong>audiência pública para debater a internacionalização da Fiocruz</strong></a> enquanto instituição estratégica do Estado Brasileiro. O objetivo é discorrer sobre o papel da instituição no âmbito da Saúde Pública, ciência e cooperação internacional, e como essa atuação fortalece políticas públicas e a presença do Brasil no exterior. O presidente da Fiocruz, Mario Moreira, participará da sessão. A audiência será transmitida e aberta para a participação de interessados por meio do portal e-cidadania. </p>



<p>Além de Mario Moreira, participarão da audiência representantes da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores, da Agência de Promoção e Exportação do Brasil (ApexBrasil) e do Ministério da Saúde. A sessão será durante a 5ª Reunião Extraordinária da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional.</p>



<p>Como parte do seu compromisso histórico com a saúde e a vida, a Fiocruz atua de forma cada vez mais estruturada na frente internacional e na Diplomacia da Saúde. Nos últimos anos, a presença da Fundação no exterior vem sendo fortalecida, apesar de um cenário global cada vez mais desafiador, marcado por conflitos, instabilidade geopolítica, ameaças ao multilateralismo, impactos da crise climática e emergências sanitárias. A saúde, neste contexto, assume centralidade no debate, exigindo atuação conjunta entre países.</p>



<p>Nas colaborações firmadas pela Fiocruz figuram, principalmente, o eixo Sul-Sul até a geração de conhecimento e tecnologias na interface com países líderes no contexto industrial em saúde. Neste contexto, a atuação internacional gera resultados concretos para a população brasileira e o Sistema Único de Saúde (SUS), como redução de custos na produção de medicamentos, fortalecimento da capacidade de produção nacional, avanços em pesquisas, ampliação de opções de terapias e imunizantes mais eficazes e acessíveis e fortalecimento da soberania nacional por meio de acordos de transferência de tecnologia.</p>



<p>Ao mesmo tempo, as ações de internacionalização, pautadas na defesa do multilateralismo, apoiam sistemas de saúde locais a partir do princípio da solidariedade entre nações. “Nosso olhar e nossos esforços estão voltados para garantir o direito à vida e o acesso equitativo a bens e serviços em saúde para as pessoas que vivem situações de vulnerabilidade”, reforça Mario Moreira. “Sem dúvida, o parlamento brasileiro é um grande aliado neste compromisso com a soberania nacional e o multilateralismo”.</p>



<p>Fonte: Fiocruz / <em>Foto destaque: Marcos Oliveira/Agência Senado</em></p>



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<iframe title="ELEIÇÕES 2026: UM PANORAMA REAL NO CENÁRIO POLÍTICO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AudYU1cuGaA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/audiencia-publica-no-senado-debate-internacionalizacao-da-fiocruz/">Audiência pública no Senado debate internacionalização da Fiocruz</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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