O plano de Vishnu

Quando Brahma criou este universo e foi sugado para dentro da sua própria criação, ele adoeceu. Poucos são os que se perguntam por que um Deus precisa descansar no sétimo dia como acontece no gênesis?

Foto: Google

Por Rodrigo Santana – Domingo, 12 de janeiro de 2020

Quando Brahma criou este universo e foi sugado para dentro da sua própria criação, ele adoeceu. Poucos são os que se perguntam por que um Deus precisa descansar no sétimo dia como acontece no gênesis? E a resposta é por que o criador estava doente. Sendo que essa doença foi transmitida para o DNA de todos os seres que foram criados neste universo. A espécie Homo Sapiens Sapiens tem 4% do DNA de Brahma. Isso fez com que fosse manifestado o sentimento da desconfiança de uns para com os outros. Ou seja, se essa desconfiança prevalecesse, as relações sociais seriam totalmente diferentes do que vemos na história da humanidade. Sem o sentimento de amor, nós mataríamos nossos pais para ficar com a herança ou nossos irmãos para ficar sozinho com a herança dos pais, a continuação da espécie seria comprometida por que viveríamos apenas para manter a nossa sobrevivência a qualquer custo. Sendo que esse é outro comportamento herdado da doença de Brahma. Seriamos então totalmente dominados pelo orgulho e egoísmo.

O primeiro plano de Vishnu foi criar formas avatáricas para ajudar Brahma e tentar mudar o rumo da espécie Homo Sapiens Sapiens. Daí Vishnu cria uma forma avatárica que ficou conhecida nas mitologias como Eros/Cupido. Esse avatar consegue fazer alterações no DNA humano e o sentimento de desconfiança de uns para com os outros passa a ser substituído pelo sentimento de amor. É, no entanto que no livro de ouro da mitologia- histórias de Deuses e Heróis de Thomas Bulfinch Cupido diz a Psique: “O amor não pode conviver com a desconfiança”. Esse gene da desconfiança foi detectado desde o comportamento dos primeiros seres unicelulares que surgiram na Terra.

O segundo plano de Vishnu foi a incarnação da sua forma avatárica que ficou conhecida como Yeshua ben Youssef continuando a missão de alteração do nosso DNA. A espécie Homo Sapiens Sapiens tem sido apenas uma cobaia dos experimentos da Trimurti durante milhares de anos. Uma alegoria que pode ser feita para se compreender melhor o plano de Vishnu é analisando “a teoria do centésimo macaco” proposta pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake que é a seguinte:

 “Era uma vez duas ilhas tropicais, habitadas pela mesma espécie de macaco, mas sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha “A” descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, que lhe permite aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos dessa forma. Por imitação, o procedimento rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia. Quando o centésimo símio da ilha “A” aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha “B” começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira.

         Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie”.

Ou seja quem será o centésimo homo sapiens Sapiens a desbloquear o chacra cardíaco e alterar o DNA do restante da espécie humana?

PS: o conteúdo dessa matéria tem por base os conhecimentos absorvidos nas palestras e nos livros do médium Jan Val Ellam.


EU SOU Rodrigo Santana Costa e a minha missão é divulgar o conhecimento. 

 

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