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	<title>2ª Guerra Mundial |</title>
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	<title>2ª Guerra Mundial |</title>
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		<title>Obra de arte erótica roubada por nazista na Itália durante 2ª Guerra Mundial retorna a Pompeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 16:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[2ª Guerra Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um mosaico erótico feito durante o Império Romano, que havia sido roubado da Itália por um oficial nazista durante a Segunda Guerra Mundial, foi devolvido à sua região original. A peça, que retrata um casal seminu em um quarto de dormir, tem cerca de 2 mil anos e havia sido retirada da cidade de Pompeia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um mosaico erótico feito durante o Império Romano, que havia sido roubado da Itália por um oficial nazista durante a Segunda Guerra Mundial, foi devolvido à sua região original.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A peça, que retrata um casal seminu em um quarto de dormir, tem cerca de 2 mil anos e havia sido retirada da cidade de Pompeia, sítio arqueológico que foi soterrado pelo vulcão inativo Vesúvio em 79 d.C.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor do roubo era um oficial da Wermacht, nome dado ao exército nazista, que em 1944 chefiava a cadeia de suprimentos alemão no fronte italiano. Após a guerra, ele entregou o mosaico a um amigo cujo filho, nesta semana, entrou em contato com autoridades italianas para devolver a obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cada artefato roubado que é devolvido é uma ferida que se cura”, disse ao jornal britânico <em>The Guardian</em> Gabriel Zuchtriegel, diretor do parque arqueológico de Pompeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da morte do antigo dono, o filho telefonou para a Unidade de Proteção do Patrimônio Cultural da Arma dos Carabineiros da Itália, uma espécie de polícia militar italiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Consultamos os bancos de dados onde estão catalogados mais de 1 milhão de patrimônios perdidos, mas [o mosaico] não estava ali. Então contatamos a Superintendência Arqueológica de Pompeia, que reconheceu a autenticidade do artefato e sua origem”, explicou o general Francesco Gargaro, responsável pela divisão que recebeu a obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Zuchtriegel, a melhor hipótese é a de que a obra decorava o ambiente interno de alguma casa de Pompeia. O pesquisador, no entanto, confessa que a origem exata da peça pode nunca ser descoberta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mas nós vamos conduzir novos estudos e análises arqueológicas para atestar sua autenticidade e reconstruir essa história ao máximo possível”, prometeu o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Editado por: Lucas Estanislau</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Brasil de Fato / Foto: Reprodução/Parco archeologico di Pompei</p>



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<iframe title="O QUE É ESPIRITISMO? UMA CONVERSA ABERTA SOBRE FÉ, RAZÃO E AMOR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/snKhMQURfN0?start=4509&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Na Ucrânia, Alemanha ainda busca restos mortais de soldados da 2º Guerra Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 11:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[2ª Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Soldados]]></category>
		<category><![CDATA[túmulos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comissão Alemã de Túmulos de Guerra continua a atuar na Ucrânia, mesmo em meio à nova guerra que assola país. Em 2022, restos mortais de 816 soldados alemães foram localizados – alguns durante a construção de trincheiras A indicação foi dada pelo pastor do vilarejo de Sopiv, no oeste da Ucrânia: um avião de resgate alemão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Comissão Alemã de Túmulos de Guerra continua a atuar na Ucrânia, mesmo em meio à nova guerra que assola país. Em 2022, restos mortais de 816 soldados alemães foram localizados – alguns durante a construção de trincheiras</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A indicação foi dada pelo pastor do vilarejo de Sopiv, no oeste da Ucrânia: um avião de resgate alemão caiu nas proximidades do vilarejo, que fica no oblast de Ivano-Frankivsk, durante a Segunda Guerra Mundial .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os moradores do local teriam recolhido os cadáveres, na maioria de soldados feridos que estavam sendo evacuados, e os enterrado num cemitério atrás da igreja. Depois da independência da Ucrânia, em 1991, moradores teriam colocado cruzes sobre os túmulos improvisados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril, em meio à guerra na Ucrânia, os restos mortais desses 41 soldados da antiga Wehrmacht, as forças armadas do regime nazista, foram desenterrados por especialistas da Comissão Alemã de Túmulos de Guerra (VdK, em alemão) para serem sepultados formalmente em cemitérios militares mantidos pela organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os horrores da Segunda Guerra Mundial voltaram à lembrança com a atual guerra na Ucrânia. Em especial depois de uma outra descoberta, no norte da capital, Kiev, já no início da invasão russa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lá, perto da cidade de Vyshhorod, nas proximidades de uma represa do rio Danápris, militares ucranianos encontraram os restos mortais de dois soldados alemães da Segunda Guerra Mundial durante as escavações de uma trincheira. Chapas metálicas permitiram a identificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso aconteceu em abril de 2022, ainda no início da invasão russa da Ucrânia. Naquela época, um comboio militar russo de 40 quilômetros de extensão estava parado perto de Vyshhorod, a caminho de Kiev.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os soldados ucranianos comunicaram o achado a Vladimir Ioseliani, o responsável pela seção da Ucrânia na VdK. À época, a comissão havia suspendido seus trabalhos nas regiões conflituosas da Ucrânia e se concentrado no oeste e no centro do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 3 milhões de soldados alemães que serviram na Segunda Guerra Mundial morreram no leste europeu, onde ocorreram as batalhas mais sangrentas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria das vezes, as condições não permitiam que os mortos fossem enterrados em túmulos identificáveis. Centenas de milhares ficaram em covas coletivas. Nas últimas décadas, a VdF vem atuando para localizar os corpos e enterrá-los em cemitérios militares. A comissão normalmente usa testemunhos e antigos registros militares no seu trabalho.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Trabalho interrompido pela guerra</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O achado em Sopiv foi um caso isolado este ano. Em 2022, a comissão conseguiu desenterrar os restos mortais de 816 soldados alemães da Segunda Guerra Mundial. Eles participaram da invasão da União Soviética pela&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/alemanha/">Alemanha</a>&nbsp;nazista. Esse número é cerca de metade do alcançado em anos anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Cemitérios de Guerra Alemães foi fundada após a Primeira Guerra Mundial, inicialmente para localizar e sepultar os restos mortais das batalhas de Verdun e Ypern. Depois da Segunda Guerra Mundial, a organização humanitária passou a se dedicar à&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/alemanha/">Alemanha</a>&nbsp;Ocidental e, mais tarde, aos países ocidentais vizinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a queda da Cortina de Ferro, a associação pôde ampliar seus trabalhos para os países do Leste Europeu e da antiga União Soviética. Sobretudo a Polônia, Belarus e Ucrânia, mas também a Rússia, ou seja, países atacados pela Wehrmacht, sob ordens de Adolf Hitler.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 1992, o a VdK localizou e exumou cerca de 990.000 soldados, principalmente na Europa Oriental. Espera-se que a marca de um milhão seja alcançada até o outono europeu.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados na identificação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento de identificação segue passos bem definidos. Soldados alemães costumam ser reconhecidos por objetos encontrados juntos aos restos mortais. Por exemplo botas militares da Wehrmacht costumam estar bem preservadas mesmo sete décadas depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais importante, porém, são chapas militares de identificação. &#8220;Soldados alemães quase sempre as carregavam consigo&#8221;, comenta Diane Tempel-Bornett, da VdK. Mas isso não significa automaticamente que a placa metálica seja de fato de quem a carregava, observa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo são necessários mais de sete passos para identificar de quem são os restos mortais encontrados. A idade pode ser determinada pela dentição ou pelo crânio. Já a altura aproximada pode ser calculada pelo tamanho do fêmur.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações dos restos mortais são comparadas com informações do Arquivo Nacional da Alemanha. Muitas vezes são antigos documentos militares que levam à localização de um cemitério de soldados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Familiares sempre são informados, mas apenas quando a identidade de um soldado alemão morto em combate pôde ser indubitavelmente determinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois disso, os restos mortais são enterrados, frequentemente com a presença de familiares, em cemitérios da VDK em toda a Europa – também na Ucrânia. Enterros no país eram comuns. Agora a VdK espera pelo fim da guerra para enterrar os 816 soldados mortos localizados em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>G1</strong></p>



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		<title>Nagasaki: 77 anos do bombardeio que matou milhares e pôs fim à Segunda Guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 10:31:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[2ª Guerra Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[77 anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há exatos 77 anos, em 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram a bomba atômica “Fat Man” sob a cidade japonesa de Nagasaki. Foi o segundo uso desse tipo de armamento, inédito nas guerras até hoje, pelos americanos contra o Japão durante a Segunda Guerra Mundial. Três dias antes, 70 mil pessoas morreram após o lançamento da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Há exatos 77 anos, em 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram a bomba atômica “Fat Man” sob a cidade japonesa de Nagasaki. Foi o segundo uso desse tipo de armamento, inédito nas guerras até hoje, pelos americanos contra o Japão durante a Segunda Guerra Mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Três dias antes, 70 mil pessoas morreram após o lançamento da “Little Boy”, apelido dado à primeira bomba atômica, lançada sobre Hiroshima. Desta vez, em Nagasaki, 40 mil pessoas morreram na hora e cerca de 30 mil nos anos seguintes devido a ferimentos e aos impactos da radiação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 15 de agosto daquele ano, seis dias após o ataque a Nagasaki, o imperador Hirohito anunciou a rendição de seu país em uma transmissão de rádio. O acordo formal foi assinado em 2 de setembro, a bordo do navio de guerra americano Missouri, ancorado na Baía de Tóquio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Terminava ali a Segunda Guerra Mundial, o conflito militar mais mortal da história da Humanidade, responsável pela morte de cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alvo secundário</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo relatos históricos, os EUA decidiram utilizar o poderio devastador das bombas atômicas para pôr fim à guerra “do jeito mais rápido possível”. Após a rendição da Alemanha de Adolf Hitler em 1945, os Aliados voltaram toda sua atenção ao Pacífico, onde as tropas japonesas continuavam a lutar bravamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho, o Japão recusou a exigência de rendição apresentada na Declaração de Potsdam, que ameaçava os japoneses com “destruição imediata e total” em caso de recusa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o presidente dos EUA à época, Harry Truman, decidiu colocar em prática as bombas atômicas criadas pelo “Projeto Manhattan”, programa de pesquisa americano voltado para o desenvolvimento de armamento nuclear.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 6 de agosto de 1945, o Enola Gay, um bombardeiro B-29 da Força Aérea americana, lançou a “Little Boy” na cidade de Hiroshima, cidade de 350 mil habitantes escolhida como primeiro alvo. A explosão, equivalente á 15 mil toneladas de TNT, causou a morte de 70 mil pessoas de maneira instantânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem sinais de rendição japonesa, os EUA decidiram por um novo ataque. Três dias depois, o major Charles Sweeney, a bordo do bombardeiro B-29 Bockscar, partiu em direção a Kokura, mas as nuvens espessas em volta da cidade causaram uma mudança de planos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A “Fat Man”, segunda bomba atômica, acabou sendo lançada às 11h02 da manhã de 9 de agosto de 1945 em Nagasaki, alvo secundário. A bomba, mais pesada e poderosa que a usada em Hiroshima, causou a morte de 40 mil pessoas instantaneamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>CNN</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-15-at-10.41.14-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-53290"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/nagasaki-77-anos-do-bombardeio-que-matou-milhares-e-pos-fim-a-segunda-guerra/">Nagasaki: 77 anos do bombardeio que matou milhares e pôs fim à Segunda Guerra</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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