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	<title>abandono |</title>
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		<title>Saúde no cárcere: a domiciliar de Bolsonaro e o abandono de mulheres vulneráveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após anos de crescimento político por meio de ataques aos direitos humanos de pessoas encarceradas, Bolsonaro preso reivindica privilégios. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve sua prisão domiciliar humanitária autorizada com base no agravamento de seu quadro clínico expondo ainda mais a seletividade judicial e a desigualdade relacionadas ao sistema prisional brasileiro. A concessão temporária, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Após anos de crescimento político por meio de ataques aos direitos humanos de pessoas encarceradas, Bolsonaro preso reivindica privilégios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve sua prisão domiciliar humanitária autorizada com base no agravamento de seu quadro clínico expondo ainda mais a seletividade judicial e a desigualdade relacionadas ao sistema prisional brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A concessão temporária, válida por até 90 dias, se deu com a justificativa de que seu quadro de saúde demandava a transferência para o ambiente domiciliar. Trata-se de uma medida excepcional, já que a lei não permite a aplicação a casos mais gravosos, de pessoas que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto como o ex-presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente a medida aplicada a Bolsonaro não se estende a todas as pessoas que têm esse direito no sistema prisional. Em 2018, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu um&nbsp;<em>habeas corpus&nbsp;</em>coletivo determinando a substituição da prisão preventiva por domiciliar de gestantes, lactantes e mães de crianças de até 12 anos ou de pessoas com deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, o relator, ministro Ricardo Lewandowski, pontuava que estas mulheres eram privadas de cuidados médicos pré-natal e pós-parto e de berçários e creches para as crianças, caracterizando uma “imposição exagerada de prisões provisórias a mulheres pobres e vulneráveis”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, segundo&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/justica-mantem-maes-presas-com-filhos/">matéria</a>&nbsp;do&nbsp;<em>ICL</em>, os números do sistema prisional (SISDEPEN) apontavam que no primeiro semestre de 2025, 286 mulheres gestantes e lactantes e 90 crianças viviam em unidades prisionais no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao site, o advogado e ex-secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira, disse que “o sistema carcerário brasileiro é desigual, desumano e racista”, ressaltando que “Bolsonaro sempre defendeu os maus-tratos que este sistema proporciona às pessoas presas. Agora que está preso, usa de sua hipocrisia para reivindicar o tratamento que sempre negou a mulheres e idosos que, embora doentes, são condenados a morrerem no cárcere todos os anos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PNAB CICLO 2 E PERSPECTIVA DA CULTURA NO CAMPO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YCl593o_j0M?start=660&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Cerca de 30% das crianças com câncer abandonam o tratamento em países em desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Cuidar de uma criança com câncer exige mais do que remédios. Exige presença, amor, estrutura e acolhimento. E isso muda tudo.” A frase de Bianca Provedel, CEO do&#160;Instituto Ronald McDonald, resume o que especialistas e organizações vêm reforçando: tratar o&#160;câncer&#160;infantojuvenil vai muito além da quimioterapia ou da internação hospitalar. Envolve toda uma rede de apoio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Cuidar de uma criança com câncer exige mais do que remédios. Exige presença, amor, estrutura e acolhimento. E isso muda tudo.” A frase de Bianca Provedel, CEO do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/instituto-ronald-mcdonald/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Ronald McDonald</a></strong>, resume o que especialistas e organizações vêm reforçando: tratar o&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oncologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>&nbsp;</strong>infantojuvenil vai muito além da quimioterapia ou da internação hospitalar. Envolve toda uma rede de apoio, especialmente para famílias que enfrentam a doença longe de casa e em meio à vulnerabilidade social.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/opas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OPAS</a></strong>), as taxas de abandono do tratamento em países de média e baixa renda podem chegar a 30%, um número preocupante que compromete diretamente as chances de cura. No Brasil, embora não haja uma estimativa exata nacional atualizada, especialistas apontam que questões como pobreza, distância dos centros especializados, falta de transporte e suporte emocional são fatores decisivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil registrará quase 8 mil novos casos de câncer infantojuvenil por ano entre 2023 e 2025. A doença já é a principal causa de morte por enfermidade entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, o que reforça ainda mais a urgência de políticas públicas integradas e ações de suporte ampliado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acolhimento salva vidas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, iniciativas como as unidades do Programa Casa Ronald McDonald, coordenadas pelo Instituto Ronald McDonald, se mostram essenciais para garantir a continuidade do tratamento e reduzir as taxas de abandono. Apenas em 2024, as 7 unidades acolheram mais de 1.200 hóspedes, oferecendo hospedagem, transporte e alimentação, incluindo quase 59 mil idas e voltas aos hospitais e mais de 500 mil refeições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas unidades funcionam como uma segunda moradia para famílias que precisam se deslocar até outras cidades em busca de tratamento para seus filhos. Além de hospedagem e alimentação, oferecem suporte emocional, oficinas, espaços de convivência e acompanhamento constante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A jornada de uma criança com câncer afeta toda a família. Muitos pais abandonam seus empregos, mães deixam os outros filhos em suas cidades e enfrentam o medo e a incerteza longe de casa. Sem uma rede de apoio, o risco de abandono do tratamento aumenta. Acolher essas famílias é cuidar da saúde pública”, afirma Bianca Provedel.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidar de quem cuida</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro das unidades do Programa Casa Ronald McDonald, os profissionais que atuam no dia a dia também enfrentam desafios emocionais intensos. São histórias de dor, luta e superação que exigem preparo psicológico e empatia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As histórias que atravessam nossos corredores não são fáceis. Lidar com a vulnerabilidade humana todos os dias exige preparo, escuta e um olhar integral. Por isso, cuidar de quem cuida também é parte da nossa missão. O acolhimento começa dentro da nossa equipe”, reforça Bianca.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impacto real e duradouro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 26 anos de atuação no Brasil, o Instituto Ronald McDonald já investiu mais de R$ 422 milhões em programas de combate ao câncer infantojuvenil, impactando mais de 15 milhões de vidas em todo o país. As unidades do Programa Casa Ronald McDonald são uma das principais frentes de ação, ao lado dos Espaços da Família Ronald McDonald, implantados em hospitais públicos e voltados ao acolhimento durante o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira os números de impacto das unidades do Programa Casa Ronald McDonald em 2024:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>1.292 hóspedes acolhidos</li>



<li>58.942 idas e voltas para hospitais oferecidas</li>



<li>563.189 refeições servidas</li>



<li>84,7% das famílias afirmaram que não teriam onde ficar se não fossem acolhidas</li>



<li>72,8% das famílias atendidas vivem com até 1 salário-mínimo</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O modelo de acolhimento segue o legado de Audrey Evans, oncopediatra americana que, nos anos 1970, iniciou a iniciativa abrindo sua própria casa para abrigar famílias. Desde então, a rede Ronald McDonald House Charities (RMHC) se espalhou por mais de 60 países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso maior desejo é que nenhuma criança precise abandonar o tratamento por falta de estrutura. Que todas encontrem não só cuidados médicos, mas um lar temporário onde possam continuar acreditando na cura. E que, ao final dessa jornada, levem consigo não só cicatrizes, mas também memórias de acolhimento e dignidade”, diz Bianca que acredita que para reduzir de forma estrutural os índices de abandono e ampliar o acesso ao tratamento, é fundamental que o acolhimento seja visto como parte da estratégia de saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil precisa de políticas públicas que entendam o câncer infantojuvenil como prioridade, com estratégias específicas para garantir diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e suporte às famílias. Também precisamos de mais pessoas e empresas engajadas, com um olhar macro, que entendam que apoiar essa causa é investir no futuro do país. O Instituto Ronald McDonald existe para isso: para ser ponte, para garantir cuidado, mas também para transformar o sistema”, finaliza Bianca.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>McDia Feliz: Campanha que salva vidas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma forma concreta de mudar essa história é apoiar o McDia Feliz, a maior campanha nacional pela saúde de crianças e adolescentes com câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, a mobilização acontece no dia 23 de agosto. Cada Big Mac vendido (R$ 20,00) será revertido em recursos para 75 projetos de 48 instituições que atuam em todas as etapas da jornada do câncer infantojuvenil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode ajudar comprando tíquetes antecipados pelo&nbsp;<a href="http://www.mcdiafeliz.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a>, adquirindo os produtos oficiais da campanha com estampa exclusiva da estilista Lethicia Bronstein ou divulgando a causa nas redes sociais. Empresas também podem participar comprando lotes de tíquetes e promovendo ações solidárias com colaboradores e clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Medicia SA / Foto: Reprodução</p>



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		<title>O preconceito ao idoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 04:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Waldeck Alves &#8211; Segunda, 26 de fevereiro de 2024 O preconceito ao idoso &#8211; A mudança demográfica e a longevidade no repensar da velhice. Um dos sintomas da crise moral atual da sociedade é o número assustador de abandono dos idosos pelos familiares. ====================== Por Waldeck Alves &#8211; Cientista político e jornalista . Pareceria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Waldeck Alves &#8211; Segunda, 26 de fevereiro de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preconceito ao idoso &#8211; A mudança demográfica e a longevidade no repensar da velhice. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos sintomas da crise moral atual da sociedade é o número assustador de abandono dos idosos pelos familiares. </p>



<p class="wp-block-paragraph">====================== </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Waldeck Alves &#8211; Cientista político e jornalista . </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pareceria : TV Door e Ipirá City</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Mulher que abandonou bebê em banheiro do metrô é presa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 May 2021 20:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mulher de 27 anos foi presa após abandonar a filha recém-nascida, no banheiro de uma estação de metrô, em Salvador. A prisão foi feita por policiais da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Contra Criança e o Adolescente (Dercca) nesta quinta-feira (27) horas depois da recém nascida ser encontrada. A jovem, que não teve a identidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher de 27 anos foi presa após abandonar a filha recém-nascida, no banheiro de uma estação de metrô, em Salvador. A prisão foi feita por policiais da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Contra Criança e o Adolescente (Dercca) nesta quinta-feira (27) horas depois da recém nascida ser encontrada. A jovem, que não teve a identidade revelada, vai responder por abandono de incapaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher foi localizada no bairro da Mata Escura e deverá ser encaminhada para audiência de custódia, no Núcleo de Prisão em Flagrante (NPF). A criança está internada em uma unidade de saúde e será direcionada ao Conselho Tutelar. “Identificamos o hospital onde tinha ocorrido o parto e conseguimos chegar aos familiares do bebê e o endereço da genitora”, detalhou a titular da Derca, delegada Simone Moutinho, sobre a prisão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Metro 1</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mulher-que-abandonou-bebe-em-banheiro-do-metro-e-presa/">Mulher que abandonou bebê em banheiro do metrô é presa</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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