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	<title>Abin |</title>
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	<title>Abin |</title>
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		<title>“Coronéis”, Elmar, Azi e Marcinho: Parlamentares baianos participam de “festa da piscina” com investigado nas fraudes do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 03:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 09/08/2026 Por&#160;Redação Investigações da Polícia Federal (PF) revelaram registros de políticos baianos em uma festa ao lado do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e do empresário Willer Tomaz, ambos investigados em um esquema de fraudes e desvios de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A foto foi obtida pela Polícia Federal no celular [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Domingo, 09/08/2026 </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Redação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investigações da Polícia Federal (PF) revelaram registros de políticos baianos em uma festa ao lado do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e do empresário Willer Tomaz, ambos investigados em um esquema de fraudes e desvios de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A foto foi obtida pela Polícia Federal no celular do senador Weverton Rocha e divulgada pela Revista Piauí, neste sábado (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a reportagem publicada, o encontro ocorreu durante o feriado de Tiradentes de 2023 e foi articulado em um aplicativo de mensagens apelidado de “Grupo Seleto”. A foto foi tirada na piscina do “Rancho Tomaz”, uma propriedade de luxo em Planaltina (DF) pertencente à Willer.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No registro, aparecem os deputados federais baianos Elmar Nascimento (União), Paulo Azi (União), Angelo Coronel Filho (Republicanos), o senador Ângelo Coronel (Republicanos), e o deputado estadual Marcinho Oliveira (PDT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um trecho da reportagem diz que “os investigadores suspeitam que Willer lavava dinheiro para o senador Weverton Rocha (PDT-MA), e que parte dos valores provinham de desvios de aposentadorias e pensões” do INSS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros políticos como Arthur Lira (PP), ex-presidente da Câmara dos Deputados, Alexandre Ramagem (PL), que dirigiu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro, e Juscelino Filho (PSDB) também aparecem na foto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A viagem, de acordo com as informações da polícia, foi combinada em um grupo de WhatsApp intitulado ‘Grupo Seleto’, do qual participavam boa parte dos parlamentares que aparecem na foto. A piauí obteve um print da conversa, em que os participantes parecem formar uma lista de presença para o ‘FERIADO TIRADENTES’’, escreveu o jornalista Pedro Tavares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No inquérito, a PF destaca que a ligação entre o senador maranhense Weverton Rocha e o advogado Willer Tomaz levanta suspeitas de “ocultar ou dissimular a origem” de dinheiro obtido ilegalmente. A investigação cita que empresas de Willer transferiram cerca de 11 milhões de reais para Samya Rocha, a mulher de Weverton, além de indícios de que a casa onde o senador mora, no Lago Sul, foi comprada por Willer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fotografia não foi mencionada, mas está sob análise dos investigadores, podendo constar como registros das relações de ambos com diversas figuras públicas. Em resposta à Revista Piauí, “Elmar Nascimento admitiu ser próximo de Willer, mas disse que estava em Tiradentes (MG) naquele fim de semana para receber do governador Romeu Zema uma Medalha da Inconfidência Mineira, uma das maiores honrarias do estado”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cerimônia aconteceu em 21 de abril, dois dias antes da data registrada no rolo da câmera do senador Weverton Rocha. “Já Paulo Azi confirmou a presença no rancho: ‘Não é meu advogado, mas o conheço e fui convidado para essa comemoração’ e o senador Ângelo Coronel (Republicanos-BA), que estava no grupo de mensagens, disse não lembrar da viagem, mas afirmou: ‘Já estive no rancho, sim’.” (<em>Reportagem atualizada às 14h21</em>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Reprodução / Revista Piauí / Arquivo Polícia Federal</p>



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<iframe title="Mais saúde para os bebês: o que os pais podem fazer desde os primeiros dias de vida?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/boKe1FpFRFc?start=54&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/coroneis-elmar-azi-e-marcinho-parlamentares-baianos-participam-de-festa-da-piscina-com-investigado-nas-fraudes-do-inss/">“Coronéis”, Elmar, Azi e Marcinho: Parlamentares baianos participam de “festa da piscina” com investigado nas fraudes do INSS</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>PF envia a STF inquérito da &#8216;Abin paralela&#8217;: Bolsonaro não está indiciado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 00:37:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça, 17 de junho de 2025 A Polícia Federal (PF) entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o relatório final do inquérito que investiga o uso da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para espionar adversários e disseminar informações falsas sobre o sistema eleitoral durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Mais cedo, a BBC News Brasil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Terça, 17 de junho de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal (PF) entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o relatório final do inquérito que investiga o uso da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para espionar adversários e disseminar informações falsas sobre o sistema eleitoral durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais cedo, a BBC News Brasil publicou, com base em informações de outros veículos, que o ex-presidente teria sido indiciado pela PF nesse caso. No início da noite, no entanto, o portal Uol publicou que a informação não era verdadeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esquema teria ocorrido durante o governo Bolsonaro, quando o atualmente deputado federal Alexandre Ramagem era diretor-geral da Abin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota à imprensa divulgada em janeiro sobre o caso, a Abin disse que é a principal interessada na elucidação dos casos envolvendo a agência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A atual gestão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) vem colaborando com inquéritos da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal sobre eventuais irregularidades cometidas no período de uso de ferramenta de geolocalização, de 2019 a 2021. A Abin é a maior interessada na apuração rigorosa dos fatos e continuará colaborando com as investigações&#8221;, dizia a nota.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Para-que-serve-a-Abin">Para que serve a Abin</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1vxllpn5do">A Abin foi criada</a>&nbsp;em 1999, no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela preencheu um vácuo deixado pela extinção do Serviço Nacional de Informação (SNI), em 1990.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundado em 1964, logo após o golpe militar, o SNI colhia informações que orientaram a repressão da ditadura a militantes de esquerda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também entraram na mira do SNI partidos políticos, sindicatos e setores da Igreja Católica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a redemocratização, em 1985, houve pressões para que o SNI fosse extinto, o que só ocorreu em 1990, no governo de Fernando Collor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Abin é um órgão da Presidência da República, atualmente vinculado à Casa Civil, com orçamento para 2024 em cerca de R$ 833,4 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A missão da Abin é ser &#8220;responsável por fornecer ao presidente da República e a seus ministros informações e análises estratégicas, oportunas e confiáveis, necessárias ao processo de decisão&#8221;, conforme diz a agência em seu site oficial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Abin deve ainda &#8220;assegurar que o Executivo federal tenha acesso a conhecimentos relativos à segurança do Estado e da sociedade, como os que envolvem defesa externa, relações exteriores, segurança interna, desenvolvimento socioeconômico e desenvolvimento científico-tecnológico&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência diz colher informações relacionadas à proteção das fronteiras nacionais, à segurança de infraestruturas críticas, à contraespionagem, ao terrorismo e à proliferação de armas de destruição de massa, entre outros temas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde sua criação, a Abin já passou por diferentes pastas, num reflexo da disputa entre civis e militares pelo seu controle. Nos seus primeiros 16 anos de existência, ela esteve subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), órgão que costuma ser gerido por militares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2015, no entanto, a então presidente Dilma Rousseff (PT) extinguiu o GSI e transferiu a Abin para o controle civil, subordinando a entidade à Secretaria de Governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida foi desfeita pelo sucessor de Dilma, Michel Temer (MDB), que recriou o GSI e devolveu a Abin ao órgão. A agência então voltou a ser subordinada a um órgão comandado por militares e manteve esse status durante o governo Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até que, em maio de 2023, em nova reviravolta, o presidente Lula transferiu a Abin para a Casa Civil. Meses depois, Lula publicou dois decretos alterando o funcionamento da agência e do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a fundação da Abin, houve várias ocasiões em que seus agentes foram acusados de agir com fins políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa dessas ocasiões, em 2002, houve denúncias de que agentes da Abin teriam participado de investigações que culminaram na operação de apreensão de documentos e dinheiro vivo na empresa Lunus, de propriedade da ex-governadora do Maranhão e então pré-candidata do PFL (atual Democratas) à Presidência da República, Roseana Sarney.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio à repercussão do caso, Roseana desistiu de concorrer à Presidência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2008, foi revelado pela revista Veja que a agência tinha grampeado autoridades como o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o então senador Demóstenes Torres, do Democratas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além deles, diversos outros parlamentares teriam sido grampeados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-geral da Abin à época, Paulo Lacerda, foi afastado do cargo — de início, temporariamente, e depois de forma definitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lacerda defendeu a agência, afirmou que a imprensa acusava &#8220;sem provas&#8221; e que não havia envolvimento da Abin em grampos ilegais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC Brasil / Carolina Antunes/Presidência da República</p>



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<iframe title="AS IMPLICAÇÕES DO NOVO CENSO RELIGIOSO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AlvEdbBBgaI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Novatos da Abin foram usados para tentar vincular STF e PCC, diz PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 11:14:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos três recém-nomeados da Abin realizaram consulta em software que permitia ver localização de alvos espionados de forma ilegal Servidores recém-nomeados da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teriam sido usados no esquema de espionagem ilegal durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Três desses novatos são apontados como participantes da tentativa de vincular ministros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Pelo menos três recém-nomeados da Abin realizaram consulta em software que permitia ver localização de alvos espionados de forma ilegal</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Servidores recém-nomeados da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) teriam sido usados no esquema de espionagem ilegal durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Três desses novatos são apontados como participantes da tentativa de vincular ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ao Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as investigações da Polícia Federal (PF), os agentes novatos da Abin eram obrigados a realizar consultas no software israelense FirstMile para verificar a localização de alvos apontados por delegados da PF que faziam parte da cúpula da Abin entre 2019 e 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suspeita é que a cúpula da Abin de Bolsonaro se aproveitava da situação dos servidores recém-nomeados, em estágio probatório, para conseguir as consultas ilegais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos esquemas de espionagem ilegal apontado pela PF foi a tentativa de vincular os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes à advogada Nicole Fabre, da ONG Anjos da Liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nicole fazia lobby contra uma portaria do Ministério da Justiça que limitava o contato presencial entre advogados e detentos em presídios federais. Segundo a PF, o objetivo da chamada “Abin paralela”, nesse caso, era alimentar a difusão de fake news contra os magistrados, sugerindo uma ligação do PCC com o STF.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Consultas impostas a novatos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Boa parte das consultas no software FirstMile foi feita por servidores recém-nomeados da Abin, de acordo com parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) do dia 22 de janeiro, baseado em pedido da PF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas consultas foram impostas aos novatos, sem seguir os protocolos exigidos pela Agência, que são os chamados planos de operações, ordens de busca e pedidos de conhecimento, segundo a corporação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“[As consultas] eram feitas, portanto, no mais das vezes, sem ordens formais, prevenindo-se rastro material das atividades ilícitas”, diz trecho do parecer da PGR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contrato para uso do software, assinado com a empresa Cognyte Brasil S.A., permitia até 11 mil consultas por ano, o que gera o potencial de até 33 mil consultas no prazo de três anos, período de vigência do contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal apontou, por exemplo, os nomes de quatro servidores que teriam feito consultas no FirstMile para a espionagem ilegal que tentava ligar PCC e STF. Dos quatro citados, três são servidores que entraram no último concurso, de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o advogado Ricardo Wright Minussi Macedo, assistente do senador Alan Rick (União Brasil – AC), seria responsável por consolidar o relatório falso com as informações coletadas de maneira ilegal, denominado “previa mini docx”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Núcleo político</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal realizou ações nos dias 25 e 29 de janeiro, cumprindo mandados de busca e apreensão relacionados à investigação sobre a “Abin paralela”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta-feira, os alvos foram policiais federais que faziam parte da diretoria da Abin durante o governo Bolsonaro, incluindo o então diretor da Agência, Alexandre Ramagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na última segunda, houve buscas em endereços do filho do ex-presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), além de assessores dele, de Ramagem e um militar que seria ligado ao esquema. Carlos é suspeito de receber informações do esquema ilegal de espionagem.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Outro lado</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem tenta contato com os agentes da Abin citados na investigação, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o senador Alan Rick, chefe do investigado Ricardo Minussi, disse que considera inaceitáveis tentativas de ligar o parlamentar a um assessor que prestou serviço para a Abin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O senador expressa preocupação com o desrespeito às prerrogativas de cada poder, destacando que as funções exercidas pelo seu assessor jurídico não permitem ingerências em suas decisões parlamentares”, escreveu. A reportagem tenta contato com Minussi.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



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<iframe title="Análise da política ipiraense" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/jwT6macJpjQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Metrópoles</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/novatos-da-abin-foram-usados-para-tentar-vincular-stf-e-pcc-diz-pf/">Novatos da Abin foram usados para tentar vincular STF e PCC, diz PF</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Para que serve Abin e por que é alvo de críticas desde sua fundação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 18:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No centro das&#160;investigações da Polícia Federal (PF)&#160;que apuram possíveis desvios em suas ações, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) é alvo de críticas e questionamentos desde que foi fundada, em 1999. A agência também já enfrentou uma série de reviravoltas institucionais — ora sob comando militar, ora civil — e hoje lida com uma defasagem [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/para-que-serve-abin-e-por-que-e-alvo-de-criticas-desde-sua-fundacao/">Para que serve Abin e por que é alvo de críticas desde sua fundação</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No centro das&nbsp;investigações da Polícia Federal (PF)&nbsp;que apuram possíveis desvios em suas ações, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) é alvo de críticas e questionamentos desde que foi fundada, em 1999.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência também já enfrentou uma série de reviravoltas institucionais — ora sob comando militar, ora civil — e hoje lida com uma defasagem de 80% em seu quadro de pessoal, segundo servidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF apura se houve a formação de uma suposta organização criminosa, apelidada de&nbsp;&#8220;Abin paralela&#8221;, para monitorar, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), adversários do ex-presidente e de sua família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF já fez operações contra Carlos Bolsonaro (Republicanos), vereador do Rio de Janeiro e&nbsp;filho do ex-presidente, e&nbsp;o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), aliado de Bolsonaro que comandou a Abin no seu governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A BBC News Brasil procurou os gabinetes de Ramagem e Carlos Bolsonaro para comentar as acusações, mas não houve resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem também entrou em contato com a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que não se manifestou até a publicação deste texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em transmissão ao vivo em suas redes sociais, Bolsonaro negou a existência de uma &#8220;Abin paralela&#8221; e chamou a investigação de uma &#8220;narrativa&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro investigado na operação é o diretor-adjunto da Abin, Alessandro Moretti.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta terça-feira (30/01), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em entrevista à rádio CBN que Moretti poderá se defender. Mas Lula indicou que, se for comprovado algum vínculo entre ele e Ramagem, o diretor-ajunto será demitido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moretti também não se pronunciou sobre a operação da PF até a publicação deste texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na entrevista, Lula disse ainda que Bolsonaro cometeu uma &#8220;grande asneira&#8221; ao criticar a operação da PF. Disse, no entanto, que a polícia não pode fazer &#8220;pirotecnia&#8221; em suas operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente expressou desconfianças ao se referir à Abin. &#8220;A gente nunca está seguro&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota à imprensa, a Abin disse que é a principal interessada na elucidação dos casos envolvendo a agência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Há 10 meses a atual gestão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) vem colaborando com inquéritos da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal sobre eventuais irregularidades cometidas no período de uso de ferramenta de geolocalização, de 2019 a 2021. A Abin é a maior interessada na apuração rigorosa dos fatos e continuará colaborando com as investigações&#8221;, diz a nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Abin foi criada em 1999, no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso. É um órgão da Presidência da República, atualmente vinculado à Casa Civil, com orçamento para 2024 em cerca de R$ 800 milhões. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A missão da Abin é ser &#8220;responsável por fornecer ao presidente da República e a seus ministros informações e análises estratégicas, oportunas e confiáveis, necessárias ao processo de decisão&#8221;, conforme diz a agência em seu site oficial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Abin deve ainda &#8220;assegurar que o Executivo federal tenha acesso a conhecimentos relativos à segurança do Estado e da sociedade, como os que envolvem defesa externa, relações exteriores, segurança interna, desenvolvimento socioeconômico e desenvolvimento científico-tecnológico&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência diz colher informações relacionadas à proteção das fronteiras nacionais, à segurança de infraestruturas críticas, à contraespionagem, ao terrorismo e à proliferação de armas de destruição de massa, entre outros temas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/7.jpg" alt="" class="wp-image-86858" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/7.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/7-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="Sucessora-do-SNI">Sucessora do SNI</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A criação da agência preencheu um vácuo deixado pela extinção do Serviço Nacional de Informação (SNI), em 1990.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundado em 1964, logo após o golpe militar, o SNI colhia informações que orientaram a repressão da ditadura a militantes de esquerda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também entraram na mira do SNI partidos políticos, sindicatos e setores da Igreja Católica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a redemocratização, em 1985, houve pressões para que o SNI fosse extinto, o que só ocorreu em 1990, no governo de Fernando Collor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde sua criação, a Abin já passou por diferentes pastas, num reflexo da disputa entre civis e militares pelo seu controle. Nos seus primeiros 16 anos de existência, ela esteve subordinada ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), órgão que costuma ser gerido por militares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2015, no entanto, a então presidente Dilma Rousseff (PT) extinguiu o GSI e transferiu a Abin para o controle civil, subordinando a entidade à Secretaria de Governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida foi desfeita pelo sucessor de Dilma, Michel Temer (MDB), que recriou o GSI e devolveu a Abin ao órgão. A agência então voltou a ser subordinada a um órgão comandado por militares e manteve esse status durante o governo Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até que, em maio de 2023, em nova reviravolta, o presidente Lula transferiu a Abin para a Casa Civil. Meses depois, Lula publicou dois decretos alterando o funcionamento da agência e do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre outras medidas, os decretos fortaleceram a Escola de Inteligência e deixaram mais claras as atribuições dos órgãos que compõem o Sisbin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo, segundo o governo, é &#8220;dinamizar o ambiente de cooperação, fortalecer o papel da Abin como órgão central (do Sisbin) e aumentar a efetividade do assessoramento&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, muitos servidores da Abin se queixam do que consideram uma falta de prestígio do órgão, o que, segundo eles, se reflete na falta de profissionais e de reajustes salariais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outubro de 2022, a União dos Profissionais de Inteligência de Estado da Abin (Intelis) divulgou uma carta na qual diz que a agência tem uma &#8220;defasagem de mais de 80% em seu quadro de pessoal&#8221;. O problema ainda não foi resolvido, segundo os servidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tal situação não encontra precedente no Poder Executivo Federal e representa risco para a realização do trabalho da agência&#8221;, diz o texto.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Uso-para-fins-políticos">Uso para fins políticos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a fundação da Abin, houve várias ocasiões em que seus agentes foram acusados de agir com fins políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Numa dessas ocasiões, em 2002, houve denúncias de que agentes da Abin teriam participado de investigações que culminaram na operação de apreensão de documentos e dinheiro vivo na empresa Lunus, de propriedade da ex-governadora do Maranhão e então pré-candidata do PFL (atual Democratas) à Presidência da República, Roseana Sarney.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio à repercussão do caso, Roseana desistiu de concorrer à Presidência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2008, foi revelado pela revista Veja que a agência tinha grampeado autoridades como o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o então senador Demóstenes Torres, do Democratas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além deles, diversos outros parlamentares teriam sido grampeados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor-geral da Abin à época, Paulo Lacerda, foi afastado do cargo — de início, temporariamente, e depois de forma definitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lacerda defendeu a agência, afirmou que a imprensa acusava &#8220;sem provas&#8221; e que não havia envolvimento da Abin em grampos ilegais.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Coleta-de-informações-para-governar">Coleta de &#8216;informações para governar&#8217;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desde antes da criação da Abin, analistas já apontavam a possibilidade de que a agência fosse vulnerável a abusos e desvios de função.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em &#8220;SNI e Abin: uma leitura da atuação dos serviços secretos brasileiros ao longo do século 20&#8221; (FGV editora), de 2002, Priscila Carlos Brandão, professora de História da UFMG, descreve debates que sucederam a criação do órgão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais idealizadores da Abin foi o general Alberto Cardoso, que entre 1995 e 1999 foi ministro-chefe da então Casa Militar da Presidência da República (o órgão foi depois transformado no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, o GSI).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em audiência na Comissão de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados em 1996, três anos antes da criação da Abin, o general defendeu que o órgão fosse &#8220;não ideologizado, um órgão de Estado, e não de governo, que em hipótese alguma poderia ter conotações político-partidárias&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma audiência, porém, o cientista político Thomaz Guedes da Costa, hoje professor de Estudos de Defesa na National Defense University, nos Estados Unidos, apontou o que considerou uma discrepância entre o objetivo declarado dos idealizadores da agência e as atribuições que eles queriam conferir ao órgão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Costa, o governo argumentava que, ao criar a Abin, pretendia dotar o Brasil de um serviço de inteligência comparável aos que existem em outras democracias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, no entanto, o professor opinou que as tratativas para a criação da agência apontavam em outra direção: desenhava-se um órgão voltado à coleta de &#8220;informações para governar&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de enfocar a defesa nacional e questões estratégicas de segurança, a Abin corria o risco de se imiscuir em temas variados, como economia, política e questões sociais, alertou o professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O serviço de inteligência que se propõe a &#8216;dar informações para governar&#8217; é algo intrinsecamente diferente das competências das atividades de inteligência observadas nos outros países&#8221;, destacou o professor. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua conclusão, o livro de Brandão também apontava possíveis problemas na atuação da agência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a professora, &#8220;da forma em que se encontra na lei, a competência da atividade de inteligência dá margem a uma série infinita de interpretações, o que, na cultura política brasileira, pode significar uma &#8216;grande possibilidade de abusos'&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Modus-operandi-militar">Modus operandi militar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para Priscila Carlos Brandão, autora do livro e professora de História da UFMG, mesmo após a extinção do SNI a cultura militar continuou a influenciar o&nbsp;<em>modus operandi&nbsp;</em>do setor de inteligência no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após 1967, diz ela, o SNI se tornou um órgão &#8220;extremamente militarizado&#8221; e, mesmo após sua extinção, manteve-se o modo de produção de inteligência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não só o modo de produção, como (se mantiveram) os instrutores que passariam a treinar os seus novos agentes, reproduzindo a lógica cultural&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Brandão, outro problema da criação da Abin é que &#8220;não houve uma separação da inteligência doméstica (ameaças internas ao Estado), da inteligência voltada à segurança pública e a assuntos externos; a Abin englobava os três campos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte desse problema foi atenuado, segundo ela, com a criação do Sistema de Inteligência de Defesa (Sinde), em 2002, e do Sistema de Inteligência de Segurança Pública (Sisp), em 2005.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os órgãos passaram a concentrar as ações de inteligência militar e de segurança pública, respectivamente — o que, em tese, reduziu o escopo da Abin. A criação desses órgãos, no entanto, não proibiu a Abin de atuar nessas áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, a professora diz que a falta de uma missão clara para a Abin impediu sua consolidação como um &#8220;órgão capaz de subsidiar o poder brasileiro frente às demandas relativas à sua presença estratégica no cenário internacional &#8220;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, segundo ela, outro fator que pesa sobre a instituição é a &#8220;falta de estímulo de muitos concursados, que não têm perspectivas profissionais positivas, além de considerarem que ganham mal comparado com outras carreiras&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> &nbsp;<strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>BBC</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/para-que-serve-abin-e-por-que-e-alvo-de-criticas-desde-sua-fundacao/">Para que serve Abin e por que é alvo de críticas desde sua fundação</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>PF encontra computador da Abin com Carlos Bolsonaro durante operação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 18:41:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[computador]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o segundo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi alvo na manhã desta segunda-feira, 29, de uma operação da PF (Polícia Federal) que investiga a realização de espionagem ilegal na Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante a gestão do ex-mandatário. Segundo a apresentadora Daniela Lima, do programa “Conexão GloboNews”, a corporação teria encontrado um computador da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O vereador <strong>Carlos Bolsonaro</strong> (Republicanos-RJ), o segundo filho do ex-presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong> (PL), foi alvo na manhã desta segunda-feira, 29, de uma operação da PF (Polícia Federal) que investiga a realização de espionagem ilegal na <strong>Abin</strong> (Agência Brasileira de Inteligência) durante a gestão do ex-mandatário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a apresentadora Daniela Lima, do programa “Conexão GloboNews”, a corporação teria encontrado um computador da Abin com o vereador. A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Carlos Bolsonaro e no seu gabinete na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Alguns assessores do vereador também são alvos da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um segundo computador da Abin teria sido encontrado e apreendido na residência de um dos assessores do vereador, que é casado com uma funcionária da agência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À <strong>ISTOÉ</strong>, o órgão informou que abriu uma investigação para apurar o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio de uma publicação no X (antigo Twitter), Eduardo Bolsonaro afirmou que a apresentadora da GloboNews “não é louca, é desonesta. Não há qualquer compromisso com a verdade ou com o dever ético de um jornalismo sério em informar sua audiência. A gravidade desta fakenews, na ânsia de condenar um Bolsonaro, apenas evidencia o seu caráter”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, a corporação cumpriu nove mandados de busca e apreensão em Angra dos Reis (RJ – 1), Rio de Janeiro (5), Brasília (DF – 1), Formosa (GO – 1) e Salvador (BA – 1).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesta nova etapa, a Polícia Federal busca avançar no núcleo político, identificando os principais destinatários e beneficiários das informações produzidas ilegalmente no âmbito da Abin, por meio de ações clandestinas”, informou a PF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há suspeita de que o parlamentar obtinha “materiais” ilegais do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, que foi alvo da corporação no dia 25 de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filho do ex-presidente é vereador desde 2001 e está em seu sexto mandato consecutivo na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Ele é apontado como o principal responsável pela administração das redes sociais de Jair Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, o vereador não se pronunciou sobre a operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Isto é</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pf-encontra-computador-da-abin-com-carlos-bolsonaro-durante-operacao/">PF encontra computador da Abin com Carlos Bolsonaro durante operação</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cúpula da Abin se reúne durante operação, PF suspeita e convoca servidores para depor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2024 14:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 27/01/2024 &#8211; 11h40 Por Catia Seabra, Julia Chaib e Ranier Bragon &#124; Folhapress Uma reunião interna da cúpula da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) convocada pelo atual diretor-geral, Luiz Fernando Corrêa, na quinta-feira (25), dia da operação que mirava a agência, entrou na mira da Polícia Federal. A PF convocou três servidores para depor buscando [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/cupula-da-abin-se-reune-durante-operacao-pf-suspeita-e-convoca-servidores-para-depor/">Cúpula da Abin se reúne durante operação, PF suspeita e convoca servidores para depor</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sábado, 27/01/2024 &#8211; 11h40</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Catia Seabra, Julia Chaib e Ranier Bragon | Folhapress</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma reunião interna da cúpula da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) convocada pelo atual diretor-geral, Luiz Fernando Corrêa, na quinta-feira (25), dia da operação que mirava a agência, entrou na mira da Polícia Federal. A PF convocou três servidores para depor buscando informações sobre o teor do encontro.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação na quinta-feira trouxe a público mais uma linha de investigação da polícia, além das que já existiam na primeira fase da apuração, a de que a direção atual da Abin estaria atrapalhando as investigações.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora isso tenha surgido nos relatos do delegado responsável pelo caso para o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou a ação, não havia na decisão do ministro nenhuma diligência a ser cumprida sobre o tema.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após investigadores tomarem ciência da reunião, a PF decidiu intimar servidores para depor nesta sexta-feira (26). Um dos objetivos, de acordo com pessoas familiarizadas com o inquérito, é apurar se a cúpula da Abin sob Lula tentou interferir nas investigações.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta-feira, a reunião começou por volta das 11h, quando Moraes ainda não havia retirado o sigilo da decisão em que autorizou a operação nas dependências da Abin.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até então, não era de conhecimento público que a atual cúpula da Abin também era citada pela PF no pedido que motivou a operação que investiga a suposta espionagem ilegal da agência.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a PF, há indício de &#8220;conluio&#8221; entre a atual gestão e servidores que atuaram no governo passado e são investigados, o que a agência nega. Os agentes federais chegaram ao prédio da Abin por volta das 6h e saíram de lá à noite.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Funcionários da agência negaram qualquer tipo de tentativa de interferência e dizem que a reunião foi convocada para gestão de crise, o que, dizem, é normal em situações em que o órgão tem a sua imagem atingida por algo de vulto.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investigadores da Polícia Federal relataram no pedido a Moraes haver indícios de que a cúpula da Abin tentou obstruir antes as investigações.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles dizem ainda que os diretores da agência barraram o acesso a documentos e por isso foi necessário realizar medidas de busca e apreensão na sede da agência mais de uma vez. Além disso, apontam que a cúpula do órgão chegou a passar informações erradas à PF, dificultando a apuração.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já servidores da Abin negam esses relatos e dizem que nenhum pedido da PF relativo a essa investigação ficou sem resposta.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação desta quinta-feira mirou o ex-diretor da agência Alexandre Ramagem, que comandou o órgão na gestão de Jair Bolsonaro e hoje é deputado federal, e outros policiais que trabalham no órgão.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a PF, houve &#8220;conluio de parte dos investigados com a atual alta gestão da Abin&#8221;, que teria causado prejuízos à investigação e também à própria agência.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão cita o número dois da agência, Alessandro Moretti, e diz que, em reunião com investigados, ele afirmou que a apuração sobre o caso tinha &#8220;fundo político e iria passar&#8221;. Moretti é delegado da PF.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para pessoas envolvidas no caso, houve falta de vontade por parte da cúpula da Abin de elucidar a investigação.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Abin também nega esses pontos. Integrantes da agência ressaltam que no dia da citada reunião de Moretti, no final de março, os servidores não estavam sendo investigados ainda. E que o &#8220;fundo político&#8221; citado se referia à rixa de bastidor entre a cúpula das duas corporações, Abin e PF, não a investigações.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira vez que a PF realizou operação nas dependências da Abin ocorreu em outubro, também autorizada por Moraes, para apurar uso irregular de seu sistema de geolocalização.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a tomada de depoimentos desta sexta-feira acontece quando o comando da agência corre risco de exoneração. Aliados do presidente Lula apostam na saída de Moretti e têm dúvidas sobre a permanência do diretor-geral.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação da PF na quinta-feira ocorre numa investigação sobre o suposto uso político da Abin contra adversários políticos do ex-presidente Bolsonaro.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal alvo da operação é Ramagem, pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro. A PF chegou a pedir a suspensão do mandato do parlamentar, mas a medida não teve a concordância da PGR e foi negada por Moraes.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As suspeitas que vieram à tona na operação causaram reação política em Brasília, com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, falando em &#8220;um dos maiores escândalos da história&#8221; e a &#8220;ponta de um novelo que envolveu dezenas de milhares de pessoas&#8221;.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o caso deve causar ainda mais tensão na relação de parte do Congresso com o Supremo, já que foi a segunda operação em pouco mais de uma semana com buscas dentro da sede do Legislativo.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bolsonaristas tentam articular medidas para rever os poderes do STF na volta do recesso, em fevereiro, e dizem que há perseguição política.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) escreveu em rede social: &#8220;Mais um capítulo da ditadura do Judiciário. Cabe ao Senado brecar esta perseguição e preservar as liberdades&#8221;.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF mira o uso pela Abin do software espião FirstMile, de fabricação israelense, e apura se a agência produziu relatórios sobre ministros do STF e opositores de Bolsonaro. Em outra frente, a investigação encontrou indícios de que a Abin atuou para fornecer informações sobre investigações em andamento para Jair Renan e Flávio Bolsonaro, filhos do ex-presidente.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Ramagem negou qualquer utilização ou relação com softwares de espionagem da Abin. &#8220;Nenhum plano de operação, em três anos de Abin, assinado por mim, colocava a utilização do FirstMile [como um pedido]&#8221;, disse o deputado, em entrevista à GloboNews nesta quinta-feira.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação, batizada de Vigilância Aproximada, investiga uma &#8220;organização criminosa que se instalou na Abin com o intuito de monitorar ilegalmente autoridades públicas e outras pessoas, utilizando-se de ferramentas de geolocalização de dispositivos móveis sem a devida autorização judicial&#8221;.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa espião investigado pela PF tem capacidade de obter informações de georreferenciamento de celulares. Segundo pessoas com conhecimento da ferramenta, não permite acesso a conteúdos de ligação ou de trocas de mensagem.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a PF, a &#8220;Abin Paralela&#8221; criada na gestão Ramagem tentou atrelar Moraes e o também ministro do STF Gilmar Mendes à facção criminosa PCC. Para a corporação, as informações sobre a tentativa de ligar os ministros ao PCC foram encontradas em documentos apreendidos na Abin.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Sucesso como influencer e Rota oficial 233" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/y4xoenlocnQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/cupula-da-abin-se-reune-durante-operacao-pf-suspeita-e-convoca-servidores-para-depor/">Cúpula da Abin se reúne durante operação, PF suspeita e convoca servidores para depor</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Abin foi usada para monitorar promotora do caso Marielle, diz PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 18:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Mariele]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigação aponta para estrutura paralela infiltrada na agência, sob comando de Alexandre Ramagem A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi “instrumentalizada” para monitorar a promotora do Rio de Janeiro responsável pela apuração das mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A suspeita é da Polícia Federal (PF) e consta na decisão do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Investigação aponta para estrutura paralela infiltrada na agência, sob comando de Alexandre Ramagem</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi “instrumentalizada” para monitorar a promotora do Rio de Janeiro responsável pela apuração das mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suspeita é da Polícia Federal (PF) e consta na decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou operação sobre uso ilegal de ferramentas da agência para espionar autoridades e outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ficou patente a instrumentalização da ABIN, para monitoramento da Promotora de Justiça do Rio de Janeiro e coordenadora da força-tarefa sobre os homicídios qualificados perpetrados em desfavor da vereadora MARIELLE FRANCO e o motorista que lhe acompanhava ANDERSON GOMES”, escreveu Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a decisão, a Controladoria-Geral da União (CGU) identificou um resumo do currículo da promotora com a “mesma ausência de identidade visual nos moldes dos Relatórios apócrifos da estrutura paralela” da Abin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a investigação, os relatórios apócrifos criados pela estrutura paralela “seriam divulgados com o fim de criar narrativas falsas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a Polícia Federal, havia uma “estrutura paralela infiltrada” na Abin, na gestão do delegado Alexandre Ramagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ramagem comandou a agência durante o governo Jair Bolsonaro (PL). Hoje ele é deputado federal e foi um dos alvos da operação. Os investigadores cumpriram mandatos de busca em seu gabinete e no apartamento funcional da Câmara atualmente ocupado por ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>CNN</strong> procurou o deputado Ramagem para se manifestar sobre o caso, mas não houve resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>CNN</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/abin-foi-usada-para-monitorar-promotora-do-caso-marielle-diz-pf/">Abin foi usada para monitorar promotora do caso Marielle, diz PF</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>PRF recebeu alerta da Abin sobre bloqueios três dias antes da eleição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 11:13:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueios]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[PRF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Silvinei Vasques, então diretor-geral da PRF, disse à Polícia Federal que Abin não tinha previsto bloqueios após o segundo turno da eleição A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) enviou um relatório à Polícia Rodoviária Federal (PRF), no dia 27 de outubro do ano passado, com o alerta de que caminhoneiros poderiam obstruir estradas diante da derrota de Jair Bolsonaro no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Silvinei Vasques, então diretor-geral da PRF, disse à Polícia Federal que Abin não tinha previsto bloqueios após o segundo turno da eleição</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) enviou um relatório à Polícia Rodoviária Federal (PRF), no dia 27 de outubro do ano passado, com o alerta de que caminhoneiros poderiam obstruir estradas diante da derrota de Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição, em 30 de outubro. Estradas federais foram bloqueadas horas após a vitória de Lula no pleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação consta de um relatório sigiloso da Abin que avaliava ameaças de conflitos institucionais entre os dias 29 de outubro e 4 de novembro. A íntegra do documento foi obtida pela coluna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Abin também enviou o relatório ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ao Ministério da Defesa, ao Ministério da Justiça, à Polícia Federal, ao STF, ao TSE e à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência identificou, naquela época, a existência de “chamamentos para que os caminhoneiros parem à beira de rodovias, visando uma eventual paralisação, em caso de derrota do atual Presidente da República”. A ameaça foi considerada de médio risco pela Abin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, a PRF era comandada por Silvinei Vasques, preso pela Polícia Federal por suspeita de interferência no segundo turno da eleição. Vasques é acusado de planejar as blitze que dificultaram a locomoção de eleitores no dia do segundo turno, sobretudo no Nordeste.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/4.jpg" alt="" class="wp-image-86855" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/4.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/4-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 25 de novembro de 2022, Vasques prestou depoimento à PF e afirmou que “não tinha previsão de bloqueio nas rodovias” após o segundo turno e que “a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Abin, a Polícia Federal e o GSI não conseguiram prever o bloqueio nas rodovias”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório da Abin contradiz Vasques. O documento informava que existiam convocações para caminhoneiros organizarem bloqueios na beira de rodovias e em bases de apoio. “Atos pontuais tendem a ocorrer, especialmente após a divulgação dos resultados, com possível participação de empresas de transporte e de caminhoneiros ligados ao agronegócio”, dizia a agência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesse cenário, a atuação de indivíduos ou de pequenos grupos, ainda que de forma espontânea e descoordenada, tem potencial para impactar as rodovias, com consequências para a circulação de pessoas, bens e serviços. Ademais, o sucesso inicial de pequenos bloqueios tem potencial para incentivar ações similares em outras regiões do país, devido à rapidez com que grupos de caminhoneiros se comunicam por meio de aplicativos de mensageria, ampliando os impactos e o potencial de crise”, informava a Abin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência, no entanto, disse não ter identificado “articulações efetivas para movimentos paredistas coordenados nacionalmente” e que caminhoneiros apresentavam “dificuldade de coordenar ações e organizar eventual paralisação a nível nacional”. Apesar de a ameaça ser considerada de risco médio, a agência avaliou, naquele momento, que era baixa a perspectiva de adesão às paralisações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os primeiros bloqueios ocorreram em rodovias da Região Sul, horas depois da vitória de Lula. As paralisações se espalharam rapidamente pelo país, o que levou o ministro do STF Alexandre de Moraes a determinar ação imediata da PRF para desobstruir as estradas. A própria PRF divulgou, no dia 1º de novembro, que havia bloqueios em 227 rodovias federais. A corporação aplicou R$ 21 milhões em multas para liberar o tráfego nas estradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Metrópoles </strong></p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/prf-recebeu-alerta-da-abin-sobre-bloqueios-tres-dias-antes-da-eleicao/">PRF recebeu alerta da Abin sobre bloqueios três dias antes da eleição</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Abin vê conexão de ato golpista com garimpo e transportadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 14:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[CPI]]></category>
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		<category><![CDATA[Golpista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda-Feira, 17/07/2023 &#8211; 09h40 Por Thaísa Olivera e Mateus Vargas &#124; Folhapress Relatórios de inteligência produzidos pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) indicam a participação de transportadoras, donas de caminhões e de empresas suspeitas de envolvimento com garimpo ilegal nos atos de bolsonaristas contrários à eleição de Lula (PT).  Em documentos entregues à CPI do 8 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segunda-Feira, 17/07/2023 &#8211; 09h40</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Thaísa Olivera e Mateus Vargas | Folhapress</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatórios de inteligência produzidos pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) indicam a participação de transportadoras, donas de caminhões e de empresas suspeitas de envolvimento com garimpo ilegal nos atos de bolsonaristas contrários à eleição de Lula (PT).</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="70022" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br> Em documentos entregues à CPI do 8 de janeiro, os agentes afirmam que 272 caminhões entraram em Brasília a partir de novembro para participar das manifestações concentradas em frente ao quartel-general do Exército, além da destruição das sedes dos três Poderes.<br> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de metade dos veículos pertencia a empresas, segundo o relatório. A maior parte da frota restante era nova ou seminova e registrada no nome de pessoas físicas com participação societária em empresas de médio porte do setor agropecuário.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na leitura da Abin, essas características sinalizam baixa participação de caminhoneiros autônomos.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Folha de S.Paulo mostrou, em novembro do ano passado, que empresários de diferentes estados bancaram o envio de caminhões para engrossar o protesto antidemocrático em frente ao QG do Exército.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência também cruzou dados de maquinário encontrado em operações contra crimes ambientais no Pará. Os agentes afirmam que Enric Juvenal da Costa Lauriano, empresário que participava do lobby pró-garimpo, teria ajudado a divulgar canais de arrecadação de dinheiro para o movimento golpista.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lauriano teria participado do acampamento em Brasília e das invasões registradas em 8 de janeiro, ainda segundo relatório da Abin. O documento cita como conexão dele com o garimpo ilegal a apreensão de uma escavadeira em 2022, dentro da Terra Indígena Kayapó, no Pará, que pertenceria ao empresário.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os documentos entregues ao Congresso também apontam que Lauriano teria divulgado a &#8220;rede de financiamento&#8221; dos golpistas a partir de Marabá (PA), por meio do Pix de uma empresa de informática.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dono da empresa que teria recebido os pagamentos é Ricardo Pereira Cunha, que também é proprietário da Mineração Carajás Limitada, segundo o mesmo relatório.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado, Pereira Cunha não se manifestou. A reportagem não localizou Lauriano.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento ainda afirma que Cunha foi citado por George Washington de Oliveira Souza, um dos envolvidos na tentativa de explodir uma bomba nas imediações do aeroporto de Brasília dias antes da posse de Lula.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório não afirma em qual contexto o empresário foi citado por Souza.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essas conexões evidenciam o vínculo entre a prática de ilícitos ambientais e a atuação de grupos extremistas contrários à eleição para a Presidência da República em 2022, além de permitirem identificar redes de práticas delituosas abrangendo diversas atividades, atores e verbas oriundas da exploração ilegal de recursos naturais&#8221;, afirma a Abin no relatório.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório sobre possíveis conexões do garimpo ilegal com os atos golpistas foi elaborado em março pela Abin e distribuído para diversos órgãos do governo federal.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o documento intitulado &#8220;participação de grupos econômicos em comboios de caminhões com destino a Brasília&#8221; foi elaborado em fevereiro pela agência.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse relatório, os agentes de inteligência afirmam que a ida de caminhões para Brasília ganhou corpo no começo de novembro.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos 272 veículos identificados, metade (136) tem registro de Mato Grosso. O resto tem placas da Bahia (46), de Goiás (46) e do Paraná (26), dentre outros estados.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Abin, o perfil dos caminhões é similar ao das manifestações de 7 de setembro de 2021, pois, nos dois casos, os veículos eram ligados a empresas ou empresários.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele momento, Bolsonaro atacou o STF (Supremo Tribunal Federal) e, dois dias depois, assinou uma carta de recuo para desmobilizar seus apoiadores que cobravam um golpe.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mesmo repertório de protestos, empregado de maneira combinada, foi utilizado nas duas ocasiões. Além disso, a base social mobilizada também apresentava aspectos comuns&#8221;, afirma a agência.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em 6 e 7 de setembro de 2021, a maioria dos caminhões utilizados na invasão da Esplanada pertenciam a empresas agrícolas do ramo de transportes, sendo reduzida a participação de caminhoneiros autônomos. O mesmo pode ser dito dos caminhões enviados em comboio à Brasília a partir de 4 de novembro de 2022&#8221;, aponta ainda o relatório.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência identificou que ao menos 12 empresas eram donas de mais de um caminhão usado na tentativa de golpe.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sipal Indústria e Comércio, de Paranaguá (PR), tinha dez veículos, maior número identificado pela Abin como de uma mesma empresa. O grupo havia tido contas bloqueadas pelo STF ainda em novembro de 2022, por causa de paralisações nas estradas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também identificou que um empresário, Alexandro Lermen, era dono de sete caminhões que participaram dos atos golpistas. Ele também teve contas bloqueadas pelo Supremo. Procurados, a Sipal e Alexandro Lermen não se manifestaram.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresários de diferentes estados bancaram o envio de caminhões para engrossar o protesto antidemocrático em Brasília a partir de novembro.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes das manifestações na capital federal, caminhões bloquearam rodovias em mais de cem pontos pelo país. Em novembro, Bolsonaro chegou a pedir que os bloqueios fossem desfeitos, mas não pediu o fim dos atos golpistas e o reconhecimento da vitória do petista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Discutindo sobre a Lei Paulo Gustavo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/j8WVzVgM7p8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/abin-ve-conexao-de-ato-golpista-com-garimpo-e-transportadora/">Abin vê conexão de ato golpista com garimpo e transportadora</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Abin citou conivência da PM e de militares em alerta ao GSI de Lula no dia 8/1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2023 14:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[GSI]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[militares]]></category>
		<category><![CDATA[PM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mesmo alerta, enviado às 13h40 daquele dia, a Abin disse que, enquanto caminhavam em direção à Esplanada dos Ministérios, manifestantes pintavam o rosto como se estivessem indo para &#8220;um combate&#8221;. THAÍSA OLIVEIRA E CÉZAR FEITOZABRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) &#8211; Minutos antes da invasão e ataque às sedes dos três Poderes em 8 de janeiro, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No mesmo alerta, enviado às 13h40 daquele dia, a Abin disse que, enquanto caminhavam em direção à Esplanada dos Ministérios, manifestantes pintavam o rosto como se estivessem indo para &#8220;um combate&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>T</strong>HAÍSA OLIVEIRA E CÉZAR FEITOZA<br>BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) &#8211; Minutos antes da invasão e ataque às sedes dos três Poderes em 8 de janeiro, a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) diz ter alertado o ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) Gonçalves Dias que vândalos afirmavam que as &#8220;forças de segurança policiais e militares&#8221; não iriam confrontá-los.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">No mesmo alerta, enviado às 13h40 daquele dia, a Abin disse que, enquanto caminhavam em direção à Esplanada dos Ministérios, manifestantes pintavam o rosto como se estivessem indo para &#8220;um combate&#8221;.<br>&#8220;Iniciado o deslocamento para a Esplanada. Há discursos inflamados com pessoas pintando o rosto com [sic] se fossem para um combate. Há entre manifestantes relatos de que as forças de segurança policiais e militares não irão confrontá-los&#8221;, afirmou o alerta da Abin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a publicação da reportagem, a defesa de Gonçalves Dias afirmou em nota que ele &#8220;não foi alertado por nenhuma agência ou órgão oficial&#8221; antes dos atos de 8 de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ao contrário do divulgado, o general promoveu todos os esforços que estavam a seu alcance para que nada de mais grave ocorresse, conforme será provado ao cabo de todas as investigações em curso&#8221;, afirmou o advogado André Callegari.<br>A informação da Abin está em documento, mantido sob sigilo, enviado à CCAI (Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência) do Congresso Nacional no dia 20 de janeiro.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="724" data-id="84581" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/141445470_5198416846867240_7759560590837691650_n-2-1024x724.png" alt="" class="wp-image-84581" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/141445470_5198416846867240_7759560590837691650_n-2-1024x724.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/141445470_5198416846867240_7759560590837691650_n-2-300x212.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/141445470_5198416846867240_7759560590837691650_n-2-768x543.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/141445470_5198416846867240_7759560590837691650_n-2-1536x1085.png 1536w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/141445470_5198416846867240_7759560590837691650_n-2.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">O relatório, ao qual a Folha teve acesso, é um compilado de mensagens distribuídas pelo WhatsApp entre os dias 2 e 8 de janeiro. Segundo o documento, os destinatários eram 13 órgãos ligados ao Sisbin (Sistema Brasileiro de Inteligência) e o então ministro do GSI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O envio de informes de inteligência via WhatsApp se tornou uma prática da Abin durante o governo Jair Bolsonaro (PL), que escanteou o sistema oficial utilizado para a distribuição desses alertas sob o pretexto de acelerar os processos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O general GDias -como o ex-ministro do GSI é conhecido- nega ter recebido os alertas. Em depoimento à PF (Polícia Federal), ele afirmou que só tomou conhecimento de mensagens da Abin quando reuniu as informações para responder aos questionamentos da CCAI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Justiça, em nota, também disse não ter sido notificado dos informes. &#8220;Nenhum dos dirigentes da nova gestão do ministério foi convidado a adentrar grupo de WhatsApp gerenciado pela Abin para receber relatórios sobre golpistas e criminosos que atuaram no dia 8 de janeiro&#8221;, disse a pasta.<br>Três avisos foram repassados somente ao ex-ministro Gonçalves Dias, conforme o relatório, todos na tarde do dia 8.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro, às 12h05, a agência disse que o deslocamento dos manifestantes entre o Quartel-General do Exército e a Esplanada dos Ministérios estava previsto para às 13h e que, apesar do &#8220;ânimo pacífico&#8221;, havia relatos de pessoas que se diziam armadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No segundo, às 13h, a Abin informou ter identificado &#8220;discurso radical de vândalo com perfil já conhecido com ânimo exaltado&#8221;.<br>A última mensagem enviada somente ao ex-ministro alertou para a possibilidade das forças de segurança serem coniventes com os bolsonaristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 8, a Polícia Militar do Distrito Federal escoltou os vândalos num trajeto de quase 8 km do Quartel-General do Exército à Esplanada dos Ministérios. A caminhada começou por volta das 13h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Congresso Nacional foi o primeiro a ser invadido, por volta de 14h50. Pouco depois, golpistas iniciaram a depredação do Palácio do Planalto e, por fim, do STF (Supremo Tribunal Federal) às 15h45.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medidas mais enérgicas contra os radicais só começaram a ser tomadas após o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decretar intervenção federal na segurança do Distrito Federal.<br>O alerta da Abin na véspera dos ataques já havia sido revelado pela Folha em 9 de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O GSI não preparou um esquema especial de segurança para o dia. Na sexta-feira, 6 de janeiro, a Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial do órgão comunicou ao Exército que considerava a situação como &#8220;normalidade&#8221;.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No entanto, uma vez que este FDS é o primeiro do novo governo, os órgãos de inteligência estarão monitorando a capital. Qualquer mudança de cenário, informaremos de pronto&#8221;, comunicou a pasta ao Comando Militar do Planalto, via WhatsApp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na hora em que a Abin enviou o informe sobre os relatos de possível omissão das forças de segurança, uma comitiva inicial com 36 militares do BGP tinha acabado de chegar ao Palácio do Planalto, para reforçar a segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o documento da Abin, os alertas de inteligência começaram a ser repassados ao ex-ministro GDias em 6 de janeiro. Teriam recebido ainda os informes órgãos federais e do Distrito Federal, como a Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Militar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em depoimento à PF, Gonçalves Dias afirmou que não recebeu relatórios da Abin sobre os atos de 8 de janeiro.<br>&#8220;Indagado se recebeu informações de inteligência da Abin a respeito do aumento de fluxo de ônibus e chegada de pessoas após 6 de janeiro aBSB, [GDias] informou que não recebeu qualquer relatório de inteligência&#8221;, diz trecho do depoimento.<br>O ex-ministro ainda disse aos investigadores que &#8220;não havia informações relevantes&#8221; nas mensagens enviadas de 2 a 7 de janeiro. Ele defendeu também que o compilado de mensagens de WhatsApp &#8220;não pode ser considerado tecnicamente um relatório de inteligência para produção de conhecimento para assessorar a decisão do gestor&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O GSI afirmou que o ex-ministro não recebeu os comunicados da Abin. GDias deixou o comando do Gabinete de Segurança Institucional no último dia 19 após a divulgação de imagens dele no Palácio do Planalto durante a invasão e destruição do prédio.<br>As gravações do circuito interno de segurança do Planalto mostram o baixo efetivo de policiais e militares no início das invasões. A entrada do palácio, por exemplo, chegou a ficar desguarnecida por 45 minutos enquanto vândalos depredavam vidraças, equipamentos de segurança e obras de arte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acesso dos golpistas à porta principal do Planalto só foi dificultado pelas forças de segurança por volta de 16h, quando os militares do BGP avançaram em linha contra os vândalos. O principal meio para dispersar os golpistas foi o gás lacrimogêneo, sem necessidade de confronto direto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somente às 16h43 dois grupos com cerca de cem militares do BGP deixaram o estacionamento reservado ao comboio presidencial rumo à área externa do Planalto. Parte do grupo foi para a entrada do palácio, enquanto outra se mobilizou no segundo andar do prédio e auxiliou na prisão dos vândalos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Noticias ao Minuto</p>



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