<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>adolescentes |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/adolescentes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Jun 2026 12:12:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>adolescentes |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Uso do celular à noite prejudica sono e estudos de adolescentes, diz estudo</title>
		<link>https://ipiracity.com/uso-do-celular-a-noite-prejudica-sono-e-estudos-de-adolescentes-diz-estudo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uso-do-celular-a-noite-prejudica-sono-e-estudos-de-adolescentes-diz-estudo</link>
					<comments>https://ipiracity.com/uso-do-celular-a-noite-prejudica-sono-e-estudos-de-adolescentes-diz-estudo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[celular à noite]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=177574</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa aponta que mais da metade utiliza o aparelho por mais de uma hora em noites de aula, comprometendo descanso essencial O hábito dos adolescentes de ficarem&#160;grudados no celular&#160;está transformando muitos deles em notívagos em noites que antecedem dias de aula — justamente quando precisam dormir o máximo possível. A American Academy of Pediatrics (Academia [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/uso-do-celular-a-noite-prejudica-sono-e-estudos-de-adolescentes-diz-estudo/">Uso do celular à noite prejudica sono e estudos de adolescentes, diz estudo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa aponta que mais da metade utiliza o aparelho por mais de uma hora em noites de aula, comprometendo descanso essencial<br><br>O hábito dos adolescentes de ficarem&nbsp;<strong>grudados no celular</strong>&nbsp;está transformando muitos deles em notívagos em noites que antecedem dias de aula — justamente quando precisam dormir o máximo possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A American Academy of Pediatrics (Academia Americana da Pediatria) e a American Academy of Sleep Medicine (Academia Americana de Medicina do Sono) recomendam que os adolescentes durmam de oito a dez horas por noite. Mas mais da metade dos adolescentes nos Estados Unidos passa até&nbsp;<strong>uma hora ou mais no celular</strong>&nbsp;entre 22h e 6h nas noites de dia de aula, segundo nova pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, mais da metade dos adolescentes&nbsp;<strong>usava o celular no meio da noite</strong>, entre 0h e 4h, de acordo com o autor principal do estudo, Jason M. Nagata, professor associado de pediatria da Universidade da Califórnia, em São Francisco. Nagata e seus colegas analisaram dados coletados do Adolescent Brain Cognitive Development Study, que mostra como os padrões de uso do celular pelos adolescentes e tipos específicos de uso<strong>&nbsp;prejudicam o sono</strong>&nbsp;durante as horas noturnas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a pesquisa não vincule diretamente o uso noturno do celular a consequências prejudiciais para os adolescentes, estudos anteriores demonstraram que a&nbsp;<strong><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/jet-lag-social-conheca-efeito-causado-por-dormir-tarde-e-acordar-cedo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">perturbação do sono</a>&nbsp;tem impactos negativos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ao substituir a oportunidade de dormir, pode ser difícil para os adolescentes obterem sono adequado, e isso tem impacto posterior no<strong>&nbsp;comportamento</strong>&nbsp;deles durante o dia, como sabemos há muitos, muitos anos&#8221;, disse a Dra. Mary A. Carskadon, professora de psiquiatria e comportamento humano da Brown University. Ela não participou do estudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A falta de sono tem muitos impactos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dormir de forma inadequada pode afetar as pessoas de inúmeras maneiras. Para os adolescentes, que estão em uma fase em que o cérebro e o corpo estão se desenvolvendo, a privação de sono tem c<strong>onsequências ainda maiores</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A função cognitiva é prejudicada quando o corpo não está bem descansado. Torna-se mais difícil&nbsp;<strong>consolidar e reter as informações</strong>&nbsp;adquiridas ao longo do dia. &#8220;Uma das tarefas da vida dos adolescentes é aprender&#8221;, disse Carskadon. &#8220;Seja no aprendizado escolar, nos esportes, no comportamento com outras pessoas, nas interações sociais, há muito aprendizado acumulando-se ao longo da adolescência.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regulação emocional piora com o sono inadequado. Em um estudo de 2013, um grupo de adolescentes saudáveis entre 14 e 17 anos participou de um experimento de três semanas que começou com uma semana típica de sono. Em seguida, veio uma semana de restrição de sono com 6 horas e meia de descanso por noite, seguida de uma semana final de sono saudável com 10 horas por noite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes se avaliaram como ligeiramente mais ansiosos, irritados, confusos e fatigados durante o período de restrição de sono em comparação com o período de sono saudável. Os adolescentes e seus pais também relataram&nbsp;<strong>mais irritabilidade e pior regulação emocional</strong>. &#8220;Quanto menos sono um adolescente tem, mais irritável ele fica&#8221;, disse Carskadon. &#8220;Os pais vão te dizer que é um daqueles tipos de conclusão óbvia.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para certos jovens mais vulneráveis, a falta de sono pode representar&nbsp;<strong>riscos à saúde mental</strong>. Nagata observou que pesquisas anteriores sugerem que crianças privadas de sono têm maior risco de<strong>&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/uso-excessivo-de-redes-sociais-agrava-saude-mental-de-adolescentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sintomas de depressão e ansiedade</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de sono também pode tornar os &#8216;<strong>adolescentes vulneráveis à ideação suicida, automutilação e comportamentos de risco&#8217;</strong>, disse Carskadon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os adolescentes concentraram seu tempo de tela em&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/eca-digital-uso-excessivo-de-redes-sociais-prejudica-bem-estar-dos-jovens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aplicativos de redes sociais</a>, entretenimento, jogos, comunicação e música, de acordo com Nagata. Os adolescentes passaram mais tempo — uma média de 33 minutos por noite — em aplicativos como YouTube, Instagram e TikTok.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando solicitado para comentar, o YouTube forneceu links para seu site com informações sobre controles parentais. TikTok e Instagram não responderam ao pedido de comentário até o prazo final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carskadon apontou o&nbsp;<strong>engajamento ativo exigido</strong>&nbsp;pela maioria desses aplicativos como uma perturbação adicional ao sono geral. &#8220;Quando você deveria estar dormindo, seus níveis de excitação precisam diminuir, mas esse é o tipo de interação que aumenta sua excitação e dificulta o sono&#8221;, disse Carskadon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficar rolando o celular de madrugada pode atrasar a hora de dormir, mas as vibrações, toques e a luz das notificações também podem fragmentar o sono ao longo da noite, dizem especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há também um ciclo comportamental, ou de hábito, associado a pegar ou verificar o celular imediatamente após acordar. Quando uma notificação soa no meio da noite, o reflexo imediato é checar o aparelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nagata liderou uma análise separada em 2023 usando dados do Adolescent Brain Cognitive Development Study. Nesse relatório, ele e outra equipe de pesquisadores descobriram que 17% dos adolescentes relataram ser acordados por ligações, mensagens de texto ou e-mails pelo menos uma vez por noite enquanto dormiam. Além disso, 20% relataram usar o celular caso acordassem durante a noite. &#8220;De repente você vê essas mensagens e isso pode reativá-los e dificultar o retorno ao sono&#8221;, disse Nagata.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Elaborando um plano familiar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Lidar com o problema do uso do celular à noite não é uma tarefa que os adolescentes devam enfrentar sozinhos. Construir hábitos mais saudáveis começa pelos pais, disseram Nagata e Carskadon. Os<strong>&nbsp;pais precisam ser modelos do comportamento</strong>&nbsp;que desejam ver em seus filhos adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por ser uma questão familiar, pode ser mais difícil minimizar ou controlar o comportamento se ele não for aplicado e esperado de forma consistente por todos. &#8220;Acho importante que os pais sirvam de modelo para comportamentos saudáveis em relação às telas&#8221;, disse Nagata. &#8220;Também descobrimos que um dos principais preditores do uso de telas pelos adolescentes é, na verdade, o uso de telas pelos próprios pais.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das recomendações da Academia Americana da Pediatria é<strong>&nbsp;criar um plano familiar de mídia</strong>&nbsp;que oriente toda a família a ter hábitos saudáveis com as telas. Algumas sugestões incluem criar zonas livres de telas em casa e momentos em que não é permitido usar dispositivos.Estabelecer diretrizes sobre por quanto tempo os dispositivos podem ser usados e impor limites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Planejar atividades que não envolvam telas é uma boa forma de preencher o tempo que, de outra forma, incluiria um dispositivo. Manter celulares e outros dispositivos fora dos quartos também é recomendado, e Carskadon sugere criar um &#8220;cofre familiar de mídia&#8221; que obrigue os membros da família a se separarem fisicamente de seus dispositivos. &#8220;Não é apenas um problema de adolescente; é um problema de família&#8221;, finaliza Carskadon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil / Foto: Pexels</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="“ MATERNIDADE SEM PAUSA: A SOBRECARGA EMOCIONAL DAS MÃES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Sv-iHdcVcdM?start=2561&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/uso-do-celular-a-noite-prejudica-sono-e-estudos-de-adolescentes-diz-estudo/">Uso do celular à noite prejudica sono e estudos de adolescentes, diz estudo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/uso-do-celular-a-noite-prejudica-sono-e-estudos-de-adolescentes-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto cria regras para prevenir a obesidade em crianças e adolescentes</title>
		<link>https://ipiracity.com/projeto-cria-regras-para-prevenir-a-obesidade-em-criancas-e-adolescentes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=projeto-cria-regras-para-prevenir-a-obesidade-em-criancas-e-adolescentes</link>
					<comments>https://ipiracity.com/projeto-cria-regras-para-prevenir-a-obesidade-em-criancas-e-adolescentes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=170935</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 6274/25 cria a Política Nacional de Prevenção e Combate à Obesidade, com atenção especial para crianças e adolescentes. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Apresentado pelo deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), o texto estabelece uma série de diretrizes divididas em eixos principais, como o incentivo à alimentação saudável, o estímulo à [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/projeto-cria-regras-para-prevenir-a-obesidade-em-criancas-e-adolescentes/">Projeto cria regras para prevenir a obesidade em crianças e adolescentes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei 6274/25 cria a Política Nacional de Prevenção e Combate à Obesidade, com atenção especial para crianças e adolescentes. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentado pelo deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), o texto estabelece uma série de diretrizes divididas em eixos principais, como o incentivo à alimentação saudável, o estímulo à atividade física e o apoio à pesquisa e ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas previstas para promover uma alimentação melhor estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph">campanhas educativas contínuas em escolas, comunidades e meios de comunicação;<br>rotulagem obrigatória com informações claras sobre calorias, açúcares, gorduras saturadas e sódio, seguindo normas da Organização Mundial da Saúde (OMS);<br>incentivos fiscais para a produção e venda de alimentos frescos, como frutas, legumes e hortaliças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Infraestrutura e trabalho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No eixo da atividade física, o projeto prevê a construção e manutenção de parques, ciclovias e academias ao ar livre, prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto também incentiva empresas a adotarem programas de bem-estar, como ginástica laboral e horários flexíveis para exercícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tratamento pelo SUS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) para o atendimento de pessoas com sobrepeso e obesidade. O projeto prevê:</p>



<p class="wp-block-paragraph">ampliação de serviços com nutricionistas, psicólogos e médicos especializados;<br>oferta gratuita de tratamentos farmacológicos e cirúrgicos para casos de obesidade grave, conforme critérios médicos;<br>suporte psicológico focado em distúrbios alimentares, em colaboração com a Secretaria Nacional de Saúde Mental.<br>Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2025 indicam que cerca de 31% da população brasileira vive com a condição. “Não estamos diante de um problema individual, mas sim de um problema estrutural e coletivo”, diz o autor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximas etapas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EMAGRECIMENTO MODERNO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/FeGat2T796U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/projeto-cria-regras-para-prevenir-a-obesidade-em-criancas-e-adolescentes/">Projeto cria regras para prevenir a obesidade em crianças e adolescentes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/projeto-cria-regras-para-prevenir-a-obesidade-em-criancas-e-adolescentes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Adolescentes em CTs: tragédia anunciada</title>
		<link>https://ipiracity.com/adolescentes-em-cts-tragedia-anunciada/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=adolescentes-em-cts-tragedia-anunciada</link>
					<comments>https://ipiracity.com/adolescentes-em-cts-tragedia-anunciada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 12:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[CTs]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=159289</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Deivisson Santos e Sabrina Stefanello Não são incomuns as mortes em comunidades terapêuticas, que internam pessoas com transtornos mentais e abuso de drogas. Controlam 80 mil leitos, sem respeitar os princípios do SUS. Com licença para internar menores de idade, os riscos se multiplicam Em 31 de agosto, cinco pessoas morreram e outras onze ficaram [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/adolescentes-em-cts-tragedia-anunciada/">Adolescentes em CTs: tragédia anunciada</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Deivisson Santos e Sabrina Stefanello<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não são incomuns as mortes em comunidades terapêuticas, que internam pessoas com transtornos mentais e abuso de drogas. Controlam 80 mil leitos, sem respeitar os princípios do SUS. Com licença para internar menores de idade, os riscos se multiplicam</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em 31 de agosto, cinco pessoas morreram e outras onze ficaram feridas em um incêndio em uma comunidade terapêutica (CT) “dedicada à recuperação de dependentes químicos” no Distrito Federal, conforme relatado por diversos portais de notícias. Segundo relatos de internos, as pessoas, diagnosticadas como dependentes químicos, estavam internadas para tratamento e morreram em um incêndio. Segundo a Polícia Civil, o local que pegou fogo&nbsp;estava trancado com cadeado e havia três extintores de incêndio vazios&nbsp;do lado de fora do alojamento. Sim, é isso mesmo. As pessoas que estavam lá para serem “recuperadas”, estavam, na verdade, presas e sem nenhuma estrutura real de proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso isolado? Infelizmente, não. Arroio dos Ratos-RS, 2016, incêndio na comunidade terapêutica&nbsp;“<em>Centro Novos Horizontes”</em>&nbsp;matou sete pessoasque estavam trancadas numa das alas. Carazinho-RS, 2022,&nbsp;<a href="https://www.crp-01.org.br/notices/9757">onze pessoas morreram queimadas</a>&nbsp;em uma comunidade terapêutica custeada pelo Ministério do Desenvolvimento Social. A imprensa vem noticiando casos dessa natureza por todo o Brasil. Em rápida busca pelo Google, só nos últimos cinco anos, tivemos 25 mortes em comunidades terapêuticas em seis estados diferentes: Alagoas, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023 o canal de notícias&nbsp;<em>Intercept</em>&nbsp;pediu ao governo federal, via Lei de Acesso à Informação,&nbsp;<a href="https://www.intercept.com.br/2023/12/18/milena-morreu-dopada-e-espancada-em-uma-comunidade-terapeutica-o-tipo-de-morte-que-o-governo-escolheu-ignorar/">o número de mortes ocorridas dentro de comunidades terapêuticas</a>&nbsp;em todo país. A resposta dada foi que essa informação é inexistente.&nbsp;Por outro lado, diversos relatórios de órgãos fiscalizadores do Estado brasileiro caracterizam as CTs como estabelecimentos que passam longe da alcunha “terapêutica”, mas sim como uma mistura de prisões, igrejas e manicômios. Laborterapia, práticas de leitura de bíblias, orações forçadas e ausência de projetos terapêuticos singulares são exemplos destes relatos. Além disso há um forte recorte racializado na segregação realizada, uma vez que boa parte dos internos são negros e pobres, submetidos, em várias denúncias, a trabalhos análogos a escravidão. Tais práticas&nbsp;<a href="https://mnpctbrasil.wordpress.com/2025/03/27/as-comunidades-terapeuticas-em-evidencia-o-que-dizem-as-avaliacoes-e-fiscalizacoes-do-estado-brasileiro/">foram apontadas como comuns</a>&nbsp;e não possuem relação com qualquer lógica ressocializadora que considere o cuidado de pessoas com problemas relacionados ao álcool e outras drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas são&nbsp;reguladas pela Anvisa, órgão vinculado ao Ministério da Saúde, entretanto, não são consideradas serviços de saúde e o seu licenciamento é pouco exigente, similar à liberação de salões de beleza, por exemplo. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em 2017, havia cerca de 2 mil comunidades terapêuticas operando em todo o Brasil com cerca de 60.000 a 80.000 vagas. De acordo com o órgão,&nbsp;<a href="https://repositorio.ipea.gov.br/server/api/core/bitstreams/31d17e47-59bb-4972-a272-f73b5ccb23c4/content">mais 80% das instituições pesquisadas</a>&nbsp;declararam ter orientação religiosa. Apenas para se ter uma ideia, no auge da era dos manicômios nacionais, 1990, tínhamos 100.000 brasileiros internados em hospitais psiquiátricos. Os dados oficiais da reforma psiquiátrica brasileira demonstram que reduzimos esses 100 mil leitos para menos de 25 mil em 35 anos, mudando o modelo que antes mirava a segregação para uma diversidade de equipamentos de saúde mental nos territórios, próximo onde as pessoas vivem. Entretanto, se consideramos as 80 mil vagas em comunidades terapêuticas que possuem modalidades de intervenção similares aos antigos manicômios, o número retorna ao valor dos anos 1990.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, quase 600 CTs recebem financiamento público no Brasil e aqui também há falta de transparência. Em estudo realizado pela Conectas Direitos Humanos, entre 2017 e 2020, o investimento federal nessas comunidades&nbsp;<a href="https://conectas.org/publicacao/financiamento-publico-de-comunidades-terapeuticas-brasileiras-entre-2017-e-2020/">totalizou R$ 300 milhões e o valor chega a R$ 560 milhões</a>&nbsp;quando considerados os repasses por governos estaduais e municipais. Fora alguns estudos independentes, não há uma base de dados nacional para se acompanhar o financiamento público destas entidades e com o crescimento das emendas parlamentares, o trabalho ficou ainda difícil. Por mais que a explosão de financiamento das CTs tenha ocorrido no governo Bolsonaro, mesmo no governo Lula o lobby, principalmente de entidades religiosas, em favor das CTs, é presente. No início de 2023, Lula chegou a criar um departamento de apoio a comunidades terapêuticas bem no seio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, movimento que foi sustado graças às pressões de associações e aos movimentos populares em defesa do SUS e à sensibilidade do governo Lula de ouvi-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, apesar dos vários horrores noticiados continuamente pelos meios de comunicação e denunciados pela sociedade civil em relação a mortes e outras violações de direitos humanos em muitas comunidades terapêuticas, o seu lobby continua. Em 03 de setembro deste ano, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL 383/2024), de autoria da senadora Damares Alves, que derruba a Resolução 249/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que limitava o atendimento em comunidades terapêuticas apenas a adultos. A mesma resolução determinava o óbvio: que o público infantojuvenil fosse tratado exclusivamente pelo SUS, em unidades como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), unidades de acolhimento, hospitais gerais, serviços de atenção básica articulados com outras políticas, onde as evidências cientificas apontam para a melhor efetividade e dignidade do cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A derrubada da Resolução do Conanda, possibilita, assim, que adolescentes sejam internados em comunidades terapêuticas. A Organização Mundial da Saúde, por outro lado, preconiza que as ofertas de atenção para esta população sejam integradas entre serviços de saúde mental e assistência social, numa perspectiva comunitária e territorializada, algo diametralmente oposto à proposta de isolamento e internamentos de longa duração das CTs. Por conseguinte, já temos novas tragédias anunciadas, só que desta vez, com adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde / Créditos: Vitor Shimomura/Agência Pública para a reportagem</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A FÉ É A DEPRESSÃO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/UemMeW7RQX8?start=2943&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/adolescentes-em-cts-tragedia-anunciada/">Adolescentes em CTs: tragédia anunciada</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/adolescentes-em-cts-tragedia-anunciada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ChatGPT pode oferecer conselhos a adolescentes?</title>
		<link>https://ipiracity.com/chatgpt-pode-oferecer-conselhos-a-adolescentes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=chatgpt-pode-oferecer-conselhos-a-adolescentes</link>
					<comments>https://ipiracity.com/chatgpt-pode-oferecer-conselhos-a-adolescentes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
		<category><![CDATA[conselhos]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=158402</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Gabriela Leite Pesquisa demonstra os perigos de jovens confiarem saúde mental à inteligência artificial, ferramenta desregulamentada Uma pesquisa, feita com jovens norte-americanos mas que pode oferecer pistas para o Brasil, buscou descobrir o quanto eles confiam nos chats de inteligência artificial para serem seus conselheiros. Segundo seus resultados, 72% dos adolescentes buscaram os chatbots como [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/chatgpt-pode-oferecer-conselhos-a-adolescentes/">ChatGPT pode oferecer conselhos a adolescentes?</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://outraspalavras.net/author/gabrielaleite/">Gabriela Leite</a><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa demonstra os perigos de jovens confiarem saúde mental à inteligência artificial, ferramenta desregulamentada</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa, feita com jovens norte-americanos mas que pode oferecer pistas para o Brasil, buscou descobrir o quanto eles confiam nos chats de inteligência artificial para serem seus conselheiros. Segundo seus resultados, 72% dos adolescentes buscaram os chatbots como companheiros e cerca de 12,5% procuraram apoio emocional pela ferramenta.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Fora o perigo de que buscar esse tipo de interação com máquinas fragilize os laços desses jovens com pessoas reais, surgem outros problemas – mas também benefícios. As ferramentas de IA, como ChatGPT, Gemini, Copilot e MetaAI não são cobrados para que sigam padrões de um atendimento minimamente seguro de saúde mental. E, embora os chatbots já sejam treinados para identificar situações de risco à vida dos adolescentes, como pedidos de ajuda para automutilação, especialistas enxergam muitas falhas no sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os chatbots de IA precisam de um marco regulatório – semelhante aos aplicados a dispositivos médicos — estabelecendo proteções claras para uso com jovens”, afirmou um pesquisador estadunidense em&nbsp;<a href="https://www.nytimes.com/2025/08/25/opinion/teen-mental-health-chatbots.html">artigo de opinião</a>&nbsp;para o&nbsp;<em>NY Times&nbsp;</em>no qual apresentou os dados acima. Segundo ele, o Estado precisa exigir padrões de segurança, proteções rígidas de privacidade e medidas que responsabilizem as empresas quando ocorrem danos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outro artigo do&nbsp;<em>NY Times</em>, um exemplo do risco da desregulação dessas plataformas que utilizam inteligência artificial em chats. Um adolescente norte-americano de 16 anos se suicidou, e seus pais descobriram que ele&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/08/um-adolescente-se-suicidou-o-chatgpt-foi-o-amigo-em-quem-ele-confiou-agora-a-familia-processa-a-openai.shtml">conversava com o ChatGPT por meses</a>&nbsp;sobre transtornos mentais e ideações suicidas antes de tirar sua própria vida. Ele buscava apoio emocional e ajuda com técnicas de violência contra si próprio – e os pais acreditam que a tecnologia falhou em fazer os alertas de que aquele jovem estava em risco. Eles abriram um processo contra a OpenAI, empresa dona do chatbot, e a culpam pela perda de seu filho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A OpenAI lançou seu modelo mais recente (GPT-4o) com recursos intencionalmente projetados para fomentar dependência psicológica”, argumentam. A empresa responde que está “trabalhando para tornar o ChatGPT mais solidário em momentos de crise, facilitando o acesso a serviços de emergência, ajudando as pessoas a se conectarem com contatos confiáveis e fortalecendo proteções para adolescentes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MARCHA PARA JESUS 2025" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-MXf3TAahHU?start=3558&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/chatgpt-pode-oferecer-conselhos-a-adolescentes/">ChatGPT pode oferecer conselhos a adolescentes?</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/chatgpt-pode-oferecer-conselhos-a-adolescentes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É por isso que adolescentes não devem estar em aplicativos de namoro</title>
		<link>https://ipiracity.com/e-por-isso-que-adolescentes-nao-devem-estar-em-aplicativos-de-namoro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=e-por-isso-que-adolescentes-nao-devem-estar-em-aplicativos-de-namoro</link>
					<comments>https://ipiracity.com/e-por-isso-que-adolescentes-nao-devem-estar-em-aplicativos-de-namoro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 13:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=155562</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa inédita mostra que quase 1 em cada 4 jovens entre 13 e 18 anos utiliza plataformas de relacionamento; especialistas alertam para riscos à saúde mental e segurança online Uma nova pesquisa publicada esta semana no&#160;Journal of Psychopathology and Clinical Science&#160;revelou que adolescentes estão usando aplicativos de namoro com mais frequência do que se imaginava. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/e-por-isso-que-adolescentes-nao-devem-estar-em-aplicativos-de-namoro/">É por isso que adolescentes não devem estar em aplicativos de namoro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa inédita mostra que quase 1 em cada 4 jovens entre 13 e 18 anos utiliza plataformas de relacionamento; especialistas alertam para riscos à saúde mental e segurança online</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova pesquisa publicada esta semana no&nbsp;<em>Journal of Psychopathology and Clinical Science</em>&nbsp;revelou que adolescentes estão usando aplicativos de namoro com mais frequência do que se imaginava. O estudo apontou que 23,5% dos jovens entre 13 e 18 anos utilizaram esse tipo de plataforma ao longo de um período de seis meses — um índice superior às estimativas anteriores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A novidade do estudo, segundo os pesquisadores, é que ele é o primeiro a monitorar o uso de aplicativos de namoro por adolescentes por meio da atividade no teclado do celular, e não apenas com base em relatos autodeclarados, como costuma ser feito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de não haver diferença significativa, após seis meses, entre os níveis gerais de sintomas de saúde mental entre usuários e não usuários, o estudo observou que os adolescentes que usaram os aplicativos com mais frequência apresentaram mais sintomas associados à&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/produtivo-mas-deprimido-entenda-o-que-e-depressao-de-alto-funcionamento/">depressão</a>&nbsp;maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa pesquisa mostrou algum grau de associação entre o uso de aplicativos de namoro e o aumento de sintomas depressivos, além de maior envolvimento em comportamentos de risco”, explicou Lilian Li, autora principal do estudo e pesquisadora no Departamento de Psiquiatria e Ciências do Comportamento da Feinberg School of Medicine da Universidade Northwestern, em Chicago.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A amostra, porém, foi limitada: dos 149 adolescentes analisados, apenas 35 utilizaram aplicativos de namoro. Além disso, como o estudo monitorou apenas entradas no teclado, não foi possível captar outros tipos de interações, como curtidas ou visualizações de perfis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, especialistas afirmam que há motivos para os pais se preocuparem. Aplicativos de namoro podem representar riscos adicionais para os adolescentes, como exposição a predadores sexuais, segundo alertam pesquisadores. Há ainda o perigo do&nbsp;<em>catfishing</em>, quando alguém se passa por outra pessoa para manipular emocionalmente o jovem e obter imagens íntimas, que podem ser usadas para extorsão ou chantagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses riscos são preocupantes mesmo entre adultos, mas se agravam entre adolescentes, cujo&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/por-que-assistir-videos-acelerados-esta-mudando-o-seu-cerebro/">cérebro</a>&nbsp;ainda está em desenvolvimento e tende a assumir mais riscos em busca de recompensas, de acordo com o Centro para o Adolescente em Desenvolvimento da UCLA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O estudo mostrou que adolescentes que já se envolvem em outros comportamentos de risco, como uso de substâncias e quebra de regras, também são mais propensos a usar aplicativos de namoro”, aponta Li.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator preocupante é que os adolescentes podem não estar preparados para reconhecer possíveis armadilhas online, como um relacionamento com um adulto criminoso, ou para avaliar as consequências de marcar encontros presenciais com desconhecidos da internet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta à pesquisa, o Match Group — dono do Tinder, aplicativo mais usado entre os adolescentes estudados — afirmou que &#8220;menores de idade não são permitidos em nossas plataformas, ponto final&#8221;. A empresa também destacou o uso de tecnologias como verificação de idade com IA, bloqueio de dispositivos, moderação humana e parcerias com organizações como a THORN e a ROOST, voltadas à segurança infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa ressalta ainda que as estatísticas da pesquisa incluem &#8220;aplicativos de descoberta social&#8221;, que são diferentes dos de namoro. No entanto, o problema vai além dos riscos de segurança. Especialistas alertam que o uso precoce dessas plataformas pode atrapalhar o desenvolvimento de habilidades interpessoais importantes para a construção de relacionamentos saudáveis e duradouros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relacionamentos bem-sucedidos dependem de habilidades como diálogo, empatia e resolução de conflitos — competências que se desenvolvem em interações reais. Pesquisas de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/governo-trump-abre-investigacao-sobre-programa-de-vistos-de-harvard/">Harvard</a>&nbsp;mostram que relações próximas e saudáveis são fundamentais para a felicidade e até para a saúde física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevistas para um livro sobre o tema, usuários relataram que os aplicativos fazem com que os relacionamentos pareçam descartáveis. &#8220;Se alguém te desagrada por qualquer motivo, basta entrar no app e encontrar outra pessoa&#8221;, afirmou uma das entrevistadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, os especialistas recomendam que os pais conversem com os filhos sobre o uso de aplicativos e alternativas mais saudáveis de socialização, como atividades extracurriculares e encontros presenciais com colegas. Também é importante preparar os adolescentes para o uso responsável dessas plataformas no futuro, com dicas práticas de segurança: fazer chamadas de vídeo antes de encontros, marcar encontros em locais públicos, informar familiares sobre o local e evitar ficar a sós com alguém até haver confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora muitos pais acreditem que seus filhos jamais usariam aplicativos de namoro ou se encontrariam com desconhecidos, os dados sugerem o contrário. Por isso, é essencial manter o diálogo aberto e ajudar os adolescentes a desenvolver relacionamentos mais saudáveis — fora das telas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil / Foto:  Freepik</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EDUCAÇÃO ESPECIAL E ESCOLA INCLUSIVA:PRÁTICAS E PARADIGMAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Kx2VhN6E3sE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/e-por-isso-que-adolescentes-nao-devem-estar-em-aplicativos-de-namoro/">É por isso que adolescentes não devem estar em aplicativos de namoro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/e-por-isso-que-adolescentes-nao-devem-estar-em-aplicativos-de-namoro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma em cada 23 adolescentes torna-se mãe por ano no país</title>
		<link>https://ipiracity.com/uma-em-cada-23-adolescentes-torna-se-mae-por-ano-no-pais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uma-em-cada-23-adolescentes-torna-se-mae-por-ano-no-pais</link>
					<comments>https://ipiracity.com/uma-em-cada-23-adolescentes-torna-se-mae-por-ano-no-pais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[mães]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=155259</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um estudo sobre&#160;maternidade na adolescência&#160;no Brasil feito por pesquisadores do Centro Internacional de Equidade em Saúde da Universidade Federal de Pelotas (ICEH/UFPel) revelou que uma em cada 23 adolescentes entre 15 e 19 anos torna-se mãe a cada ano. Entre 2020 e 2022, mais de 1 milhão de jovens nessa nessa faixa etária tiveram filhos. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/uma-em-cada-23-adolescentes-torna-se-mae-por-ano-no-pais/">Uma em cada 23 adolescentes torna-se mãe por ano no país</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um estudo sobre&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/gravidez-na-adolescencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">maternidade na adolescência</a></strong>&nbsp;no Brasil feito por pesquisadores do Centro Internacional de Equidade em Saúde da Universidade Federal de Pelotas (ICEH/<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ufpel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFPel</a></strong>) revelou que uma em cada 23 adolescentes entre 15 e 19 anos torna-se mãe a cada ano. Entre 2020 e 2022, mais de 1 milhão de jovens nessa nessa faixa etária tiveram filhos. Entre meninas de 10 a 14 anos, o número passou de 49 mil.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a legislação, nessa faixa etária, qualquer gestação é considerada resultado de estupro de vulnerável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisa, que calculou a taxa de fecundidade entre adolescentes para os mais de 5,5 mil municípios brasileiros, um em cada cinco municípios tem taxas comparáveis às dos países mais pobres do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados indicam que a taxa nacional de fecundidade na adolescência é de 43,6 nascimentos por mil adolescentes. O número é quase o dobro do observado entre países de renda média alta (24 por mil), como o Brasil, e muito superior às dos países parceiros no BRICS, como Rússia, Índia e China, grupo onde a taxa máxima não ultrapassa 16,3 por mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o epidemiologista, pesquisador do ICEH/UFPel e líder do estudo Aluísio Barros, o esperado era que a maioria dos municípios apresentasse indicadores parecidos com os de países com nível de renda semelhante ao do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mas o que observamos foi um padrão muito mais próximo ao de países de renda média baixa ou até mesmo de baixa renda. Por trás da média nacional, os resultados apontam uma falha sistêmica, com 69% dos municípios brasileiros apresentando taxas piores que as esperadas para um país de renda média alta, sendo que um em cada cinco (22%) tem indicadores de fecundidade tão altos quanto os de países de baixa renda”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo mostra que a Região Sul registra taxa de 35 por mil e que, no Norte, a taxa mais do que dobra, atingindo 77,1 por mil. A disparidade se reflete na classificação dos municípios: enquanto 76% das cidades do Norte se enquadram na faixa de fecundidade de países de baixa renda, no Sudeste, a proporção é de apenas 5,1%, no Sul, de 9,4%, no Nordeste, de 30,5%, e no Centro-Oeste, de 32,7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os dados, a privação socioeconômica é o fator mais associado às taxas elevadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Municípios com maior escassez de recursos, baixa renda, analfabetismo e infraestrutura precária concentram as mais altas taxas de fecundidade adolescente. Esse achado reforça que a maternidade na adolescência é, fundamentalmente, um desfecho de um contexto de exclusão e falta de oportunidades”, conclui o estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Barros, os resultados mostram que o Brasil está falhando em proteger suas jovens e que são necessárias políticas públicas que ataquem as causas básicas do problema, como a pobreza, a evasão escolar, a falta de acesso a serviços e de perspectivas para o futuro. “A gravidez na adolescência não é uma escolha, mas o desfecho de um contexto de privação e falta de oportunidades. É para jogar luz sobre essas questões que estamos lançando o Observatório de Equidade em Saúde”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A superintendente-geral da Umane, Thais Junqueira, lembrou que o Sistema Único de Saúde (SUS) promove diversas ações voltadas à saúde sexual e reprodutiva, como o acesso gratuito a métodos contraceptivos e programas de educação sexual voltados aos adolescentes, e que também chegam ao ambiente escolar e são trabalhados também por muitas organizações comunitárias. “As pesquisas são essenciais para compreendermos os múltiplos desafios que ainda enfrentamos no Brasil. O fato de a gravidez na adolescência ainda hoje representar um desafio tão grande para o Brasil demanda respostas articuladas e maior engajamento de diferentes setores da sociedade”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa é destaque de lançamento de uma nova página no Observatório da Saúde Pública, para monitorar e dar visibilidade às disparidades de saúde no país. A iniciativa é uma parceria com a Umane, organização da sociedade civil que fomenta projetos no âmbito da saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> <em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PORNOGRAFIA : MOCINHA OU VILÃ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/EeeKhcI8jac?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/uma-em-cada-23-adolescentes-torna-se-mae-por-ano-no-pais/">Uma em cada 23 adolescentes torna-se mãe por ano no país</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/uma-em-cada-23-adolescentes-torna-se-mae-por-ano-no-pais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos</title>
		<link>https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos</link>
					<comments>https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 04:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Bate Papo na City]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=124213</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sexta, 14 de junho de 2024 No Bate-Papo na City desta Sexta–feira (14 ) a nossa convidada é Mayele Brandão &#8211; Psicologia o nosso tema será: Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo Facebook, Instagram e YouTube do Ipirá City, e pela rádio @ipirafm</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/">Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sexta, 14 de junho de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Bate-Papo na City desta Sexta–feira (14 ) a nossa convidada é <strong><em>Mayele Brandão &#8211; Psicologia</em></strong> o nosso tema será: <strong><em>Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo <strong><em><a href="https://www.facebook.com/share/ZTSb8jQVVf4Pksnh/" target="_blank" rel="noopener" title="">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/oficialipiracity/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=AvNgjBm0FVI" target="_blank" rel="noopener" title="">YouTube</a></em> </strong>do Ipirá City, e pela rádio @ipirafm</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AvNgjBm0FVI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/">Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vício em internet pode afetar comportamento e desenvolvimento de adolescentes</title>
		<link>https://ipiracity.com/vicio-em-internet-pode-afetar-comportamento-e-desenvolvimento-de-adolescentes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vicio-em-internet-pode-afetar-comportamento-e-desenvolvimento-de-adolescentes</link>
					<comments>https://ipiracity.com/vicio-em-internet-pode-afetar-comportamento-e-desenvolvimento-de-adolescentes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 18:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vício em internet]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=123404</guid>

					<description><![CDATA[<p>Achado é de novo estudo que mostra que a dependência da internet pode levar a alterações cerebrais em jovens de 10 a 19 anos Adolescentes viciados em internet passam por alterações cerebrais que podem levar a mudanças de comportamento e ao aumento nas tendências de dependência. Os achados são de um novo estudo publicado nesta [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/vicio-em-internet-pode-afetar-comportamento-e-desenvolvimento-de-adolescentes/">Vício em internet pode afetar comportamento e desenvolvimento de adolescentes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Achado é de novo estudo que mostra que a dependência da internet pode levar a alterações cerebrais em jovens de 10 a 19 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adolescentes viciados em internet passam por alterações cerebrais que podem levar a mudanças de comportamento e ao aumento nas tendências de dependência. Os achados são de um novo estudo publicado nesta terça-feira (4) na revista científica PLOS Mental Health.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://eur01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Flink.mediaoutreach.meltwater.com%2Fls%2Fclick%3Fupn%3Du001.wc16nnrQaeN4luysnGxkivkcZieEB9PAdXnS5QLzQgle3XtSCzH2iaehfJE-2FlZ-2BdqMdr-2FwiJtjkqVz4RlNtcRJbX602s0Z0xwOInwPjU52A9y2L-2FDK6cAJaU1MUlShgHZ4-6_sbahmll-2FAgb-2FeiPuDSgO2G5FN4c4ihRI5p1atFM-2Fdr9dDFRAFE8bHSU41cIj4lnhZbb0LodnBRBhrGbm8WAkJfuMcVG66boAAIJxqoc-2BSow35-2FdB1q9vdoFz0gUCxLPuhAtApu7snTUzVySSNcUYuEaCawe03Fttr922gifDAwwHuVf0EJ0SdAVW-2FCfetwvayut8JWHvI5GyyqQOGxGuUDlqKO9-2F53gmMN6bG27rZhgRa2qpCq-2BYVoWoyzimjH6m2aHKkg4aDB0dTvDfcow0v7B-2BgFYNhywtVQwo3fb5bq648LzURAgXtxT9au24Uqgujj2dZPoSGoY5-2FZjk8MmE6T2mI8rPoOWfHT9GNmZ76i7FQFvWWdlvwNhPVkXX-2BvTA&amp;data=05%7C02%7Cp.tombs%40ucl.ac.uk%7C7a9ddf991e9642bd9fb608dc7f4dad34%7C1faf88fea9984c5b93c9210a11d9a5c2%7C0%7C0%7C638525218832006533%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=GXEu01fPvNvfpaFLHqeMnLIytrP4dvofx7RMaazTh1s%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa</a>, realizada por cientistas da <em>University College London</em> (UCL), foi feita a partir da revisão de 12 artigos envolvendo 237 jovens de 10 a 19 anos com diagnóstico formal de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/uso-excessivo-de-celular-por-criancas-afeta-desenvolvimento-psicomotor-entenda/">dependência de internet</a> entre 2013 e 2023. A “dependência” é definida como a incapacidade de uma pessoa resistir ao impulso de utilizar a internet, impactando negativamente seu bem-estar psicológico, bem como a sua vida social, acadêmica e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para realizar o estudo, os pesquisadores usaram imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) para inspecionar a conectividade funcional — ou seja, como as regiões do cérebro interagem entre si — de participantes viciados na internet. Essas imagens foram colhidas tanto enquanto descansavam, quanto quando completavam uma tarefa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o estudo, os efeitos da dependência de internet foram observados em múltiplas redes neurais no cérebro de adolescentes. Houve uma mistura de aumento e diminuição da atividade nas partes do cérebro que são ativadas durante o repouso (rede de modo padrão). Por outro lado, houve uma diminuição na conectividade funcional das regiões do cérebro envolvidas no pensamento ativo (rede de controle executivo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas mudanças, segundo os pesquisadores, podem levar a um <strong>aumento da dependência em adolescentes</strong> e a <strong>mudanças de comportamento</strong> associadas à capacidade intelectual, coordenação física, <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mudanca-de-comportamento-pode-indicar-que-a-saude-mental-de-adolescentes-nao-vai-bem-veja-como-perceber/">saúde mental</a> e desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A adolescência é um estágio crucial de desenvolvimento durante o qual as pessoas passam por mudanças significativas em sua biologia, cognição e personalidades. Como resultado, o cérebro fica particularmente vulnerável a impulsos relacionados ao vício em internet durante esse período, como uso compulsivo da internet, desejo pelo uso do mouse ou teclado e consumo de mídia”, explica Max Chang, estudante de mestrado na&nbsp;<em>UCL Great Ormond Street Institute for Child Health</em>&nbsp;e principal autor do estudo, em comunicado à imprensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As descobertas do nosso estudo mostram que isso pode levar a mudanças comportamentais e de desenvolvimento potencialmente negativas que podem impactar a vida dos adolescentes. Por exemplo, eles podem ter dificuldades para manter relacionamentos e atividades sociais, mentir sobre atividades online e experimentar alimentação irregular e sono perturbado”, completa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possíveis soluções</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/seis-dicas-para-controlar-o-vicio-em-celular-quem-manda-no-aparelho-e-voce-nao-o-contrario/">vício em internet</a>&nbsp;é um problema crescente em todo o mundo, principalmente diante do maior acesso a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ameaca-ao-iphone-conheca-o-smartphone-superpoderoso-pura-70-da-huawei/">smartphones</a>&nbsp;e outros dispositivos eletrônicos. No Reino Unido, onde o estudo foi realizado, dos 50 milhões de internautas, mais de 60% afirmaram que o uso de internet teve algum efeito negativo nas suas vidas, segundo a Ofcom (órgão de comunicação do Reino Unido). Além disso, pesquisas já mostraram que mais da metade dos entrevistados declarou ser viciada em internet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, 25,3% dos adolescentes entrevistados por um levantamento da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) afirmou ser dependentes moderados ou graves de internet.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não há dúvida de que a Internet tem certas vantagens. Porém, quando começa a afetar nosso dia a dia, é um problema”, comenta Irene Lee, da&nbsp;<em>UCL Great Ormond Street Institute for Child Health</em>&nbsp;e autora sênior do estudo. “Aconselhamos que os jovens imponham limites de tempo razoáveis ​​para a sua utilização diária da Internet e garantam que estão conscientes das implicações psicológicas e sociais de passar demasiado tempo online”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores esperam que o estudo ajude a demonstrar como o vício em internet altera a conexão entre as redes cerebrais na adolescência e a permitir que os médicos rastreiem e tratem o início do vício em internet de forma mais eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os médicos poderiam prescrever tratamento direcionado a certas regiões do cérebro ou sugerir psicoterapia, ou terapia familiar visando os principais sintomas do vício em internet”, sugere Chang.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante ressaltar que a educação dos pais sobre o vício em internet é outra via possível de prevenção do ponto de vista da saúde pública. Os pais que estão cientes dos primeiros sinais e do início do vício em internet lidarão com mais eficácia com o tempo de tela, a impulsividade e minimizarão os fatores de risco que cercam o vício em internet”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil / Anchiy/GettyImages</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A importância do trabalho de comunicação no Sistema de Justiça" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/wjhJIeSwAgU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/vicio-em-internet-pode-afetar-comportamento-e-desenvolvimento-de-adolescentes/">Vício em internet pode afetar comportamento e desenvolvimento de adolescentes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/vicio-em-internet-pode-afetar-comportamento-e-desenvolvimento-de-adolescentes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dercca vai oferecer acompanhamento psicossocial 24 horas à crianças e adolescentes vítimas de violência no Carnaval</title>
		<link>https://ipiracity.com/dercca-vai-oferecer-acompanhamento-psicossocial-24-horas-a-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia-no-carnaval/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dercca-vai-oferecer-acompanhamento-psicossocial-24-horas-a-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia-no-carnaval</link>
					<comments>https://ipiracity.com/dercca-vai-oferecer-acompanhamento-psicossocial-24-horas-a-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia-no-carnaval/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Feb 2024 21:43:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[\violencianocarnaval]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=112284</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sábado, 03/02/2024 &#8211; 17h40 Por&#160;Ana Clara Pires / Carine Andrade “Você também pode ser um guardião da infância”. Esse é o slogan da campanha da Polícia Civil que visa sensibilizar a população quanto a importância de denunciar casos de exploração sexual de crianças e adolescentes, assim como a exploração do trabalho infantil e a venda [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/dercca-vai-oferecer-acompanhamento-psicossocial-24-horas-a-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia-no-carnaval/">Dercca vai oferecer acompanhamento psicossocial 24 horas à crianças e adolescentes vítimas de violência no Carnaval</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sábado, 03/02/2024 &#8211; 17h40</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Ana Clara Pires / Carine Andrade</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Você também pode ser um guardião da infância”. Esse é o slogan da campanha da Polícia Civil que visa sensibilizar a população quanto a importância de denunciar casos de exploração sexual de crianças e adolescentes, assim como a exploração do trabalho infantil e a venda de bebibas alcóolicas ao público infanto-juvenil.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A delegada Simone Moutinho conversou com o Bahia Notícias, na tarde deste sábado (3), durante o Fuzuê, em Ondina, sobre a iniciativa da Polícia Civil, através da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente (Dercca), na qual ela é titular, para o Fuzuê, Furdunço (neste domingo) e o Carnaval.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure data-wp-context="{&quot;galleryId&quot;:&quot;6a4a1bbe425fc&quot;}" data-wp-interactive="core/gallery" class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure data-wp-context="{&quot;imageId&quot;:&quot;6a4a1bbe427c2&quot;}" data-wp-interactive="core/image" data-wp-key="6a4a1bbe427c2" class="wp-block-image size-large is-style-default wp-lightbox-container"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="819" height="1024" data-wp-class--hide="state.isContentHidden" data-wp-class--show="state.isContentVisible" data-wp-init="callbacks.setButtonStyles" data-wp-on--click="actions.showLightbox" data-wp-on--load="callbacks.setButtonStyles" data-wp-on--pointerdown="actions.preloadImage" data-wp-on--pointerenter="actions.preloadImageWithDelay" data-wp-on--pointerleave="actions.cancelPreload" data-wp-on-window--resize="callbacks.setButtonStyles" data-id="112286" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-01-31-at-10.46.29-819x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-112286" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-01-31-at-10.46.29-819x1024.jpeg 819w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-01-31-at-10.46.29-240x300.jpeg 240w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-01-31-at-10.46.29-768x960.jpeg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-01-31-at-10.46.29.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><button
			class="lightbox-trigger"
			type="button"
			aria-haspopup="dialog"
			data-wp-bind--aria-label="state.thisImage.triggerButtonAriaLabel"
			data-wp-init="callbacks.initTriggerButton"
			data-wp-on--click="actions.showLightbox"
			data-wp-style--right="state.thisImage.buttonRight"
			data-wp-style--top="state.thisImage.buttonTop"
		>
			<svg xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" width="12" height="12" fill="none" viewBox="0 0 12 12">
				<path fill="#fff" d="M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z" />
			</svg>
		</button></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse ano, além dessas ações do guardião da infância, nós teremos as carteirinhas de ‘policialzinho’. Essas carteirinhas têm um QrCode, porque esse ano teremos uma novidade que é o ‘Posto Cuidar’, um posto da Dercca, que vai ficar ao lado do TCA [Teatro Castro Alves]. E através dessas carteirinhas, os pais farão o cadastramento dos filhos no banco de dados nosso, atrelado ao representante legal”, explicou, completando que caso a criança se perca em um dos circuitos do Carnaval, ficará mais fácil a polícia identificar os pais para entrar em contato.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade adiantada pela delegada é o reforço do efetivo no posto do Dercca durante o período festivo, de forma a oferecer os serviços de coleta do depoimento especial e acompanhamento psicossocial, ambos 24 horas. “Essa vai ser a oportunidade não só de sensibilizar [às vítimas], mas de fazer o registro de ocorrências também com a equipe psicossocial”, reiterou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia Noticias</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A importância de uma alimentação adequada na infância!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/riTXU_Kl42E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/dercca-vai-oferecer-acompanhamento-psicossocial-24-horas-a-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia-no-carnaval/">Dercca vai oferecer acompanhamento psicossocial 24 horas à crianças e adolescentes vítimas de violência no Carnaval</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/dercca-vai-oferecer-acompanhamento-psicossocial-24-horas-a-criancas-e-adolescentes-vitimas-de-violencia-no-carnaval/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Campanha convoca adolescentes a cuidar da saúde</title>
		<link>https://ipiracity.com/campanha-convoca-adolescentes-a-cuidar-da-saude/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=campanha-convoca-adolescentes-a-cuidar-da-saude</link>
					<comments>https://ipiracity.com/campanha-convoca-adolescentes-a-cuidar-da-saude/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 13:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=97962</guid>

					<description><![CDATA[<p>Movimento deste ano está focado em sexualidade, contracepção e drogas Para incentivar cuidados com a saúde entre meninos e adolescentes de 9 a 14 anos, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realiza, durante todo o mês de setembro, a 6ª edição da Campanha #VemProUro, que&#160;este ano aborda as principais questões que afetam essa faixa etária. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/campanha-convoca-adolescentes-a-cuidar-da-saude/">Campanha convoca adolescentes a cuidar da saúde</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Movimento deste ano está focado em sexualidade, contracepção e drogas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para incentivar cuidados com a saúde entre meninos e adolescentes de 9 a 14 anos, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realiza, durante todo o mês de setembro, a 6ª edição da Campanha #VemProUro, que&nbsp;este ano aborda as principais questões que afetam essa faixa etária.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1553078&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1553078&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelas redes sociais, serão abordadas&nbsp;dúvidas sobre sexualidade, infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e a importância da vacinação contra o HPV (Papilomavírus Humano).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A&nbsp;dificuldade&nbsp;de trazer os adolescentes para um cuidado maior com sua saúde ficou extremamente evidente quando começamos a comparar os índices de vacinação contra o HPV, que é muito maior nas meninas do que nos meninos&#8221;, disse o&nbsp;presidente da entidade, Alfredo Canalini, em entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Apesar de a vacina ser gratuita e estar disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), os meninos não procuravam se imunizar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina contra o HPV se destina a meninos e meninas de 9 a 14 anos, mas a adesão dos meninos ainda é baixa. Entre eles, a taxa de vacinação da primeira dose é de 52% e da segunda dose, de 36%, enquanto a meta recomendada é 95%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HPV&nbsp;é um vírus que infecta pele ou mucosas das áreas oral, genital ou anal, tanto de homens quanto de mulheres, provocando verrugas anogenitais e câncer, dependendo do tipo de vírus. É&nbsp;uma infecção sexualmente transmissível (IST). Dois tipos de HPV (16 e 18) causam 70% dos cânceres do colo do útero e lesões pré-cancerosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os urologistas da SBU analisaram os números de atendimento na saúde pública de meninos e meninas, na faixa etária de 12 a 18 anos. “Observamos que o número de meninas que se consultam na rede pública é 18 vezes maior que o de meninos&#8221;, informou Canalini.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20.jpg" alt="" class="wp-image-86871" style="width:841px;height:105px" width="841" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/20-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Sexualidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outra pesquisa, feita sobre sexualidade, para descobrir como o adolescente se informa sobre o assunto, revelou que nem sempre a fonte era&nbsp;segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nem era com o professor na escola, nem dentro de casa. Parece que a conversa com os meninos acaba ficando meio tabu. Então, os meninos ou se informam com os garotos mais velhos, o que nem sempre é uma troca de informações verdadeiras; na maioria das vezes, são informações equivocadas, ou se informa pela internet, que é pior ainda.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo&nbsp;Alfredo Canalini, a SBU tem o dever de conscientizar as pessoas que não é assim que se lida com a saúde dos meninos. “Porque isso é um ato que começa a se prolongar ao longo da vida. O próprio homem adulto só procura o médico quando está sentindo alguma coisa. E quando o sintoma aparece, muitas vezes já é uma doença que está avançada.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha #VemProUro está muito focada&nbsp;neste ano&nbsp;na questão da sexualidade, da contracepção, no uso de drogas. O urologista afirmou que a liberação do uso da maconha, por exemplo, tem que ser muito bem discutida, até para que os adolescentes possam fazer as suas opções, se eles querem aquilo ou não. Informação é tudo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo se aplica ao cigarro, apontou Canalini. Já existem evidências de que o cigarro causa câncer. Mas as pessoas têm de ser informadas sobre os riscos a que estão se expondo pelo uso do tabaco e seus derivados. Em relação ao cigarro, por exemplo, o relatório Covitel2, lançado em junho deste ano, que monitora os fatores de risco para doenças crônicas no Brasil, revela que a maior prevalência de experimentação do cigarro eletrônico ocorre entre os jovens de 18 a 24 anos, com 23,9% no primeiro trimestre de 2023. No primeiro trimestre do ano passado, a taxa nessa faixa etária era mais baixa (19,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SBU lembra que a venda de cigarro eletrônico no Brasil é proibida e que, apesar disso, o dispositivo tem se popularizado entre os jovens que, muitas vezes, desconhecem os seus malefícios.“São temas importantes e têm de ser trazidos à tona, que educam o menino para toda uma atitude de saúde e cuidar do próprio organismo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o médico, atualmente, há muitos meninos novos se tornando pais&nbsp;sem que estejam emocionalmente nem financeiramente preparados para isso. “Não têm maturidade para arcar com a obrigação, nem com a beleza da paternidade. É uma oportunidade que se perde.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cultura</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da SBU considera que essa deficiência é cultural, porque os pais também não se cuidam e, por isso, muitas vezes, não se preocupam em levar os filhos a cuidarem da saúde. Ao contrário das mulheres que levam as filhas quando entram na puberdade, no ginecologista para fazer exames e se informar. O mesmo não acontece com o pai em relação ao filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O homem não tem esse cuidado, começando pela higiene do órgão genital. Há pais que se preocupam com a saúde dos filhos em termos de imunização, mas não vê como o filho está urinando, se está lavando direito o pênis”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de higiene é uma das causas do câncer de pênis, que tem levado muitos homens à amputação do membro. A entidade defende a importância de se criar no homem, desde a adolescência, a cultura da prevenção de doenças e da rotina de ir ao médico para prevenir e evitar problemas, como as mulheres já fazem tradicionalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante todo o mês de setembro, a sociedade vai abordar, em seu canal nas redes sociais Instagram, Facebook e TikTok (@portaldaurologia), temas em linguagem pertinente à faixa etária em vídeos e&nbsp;<em>lives</em>. No próximo dia 11, às 20h, especialistas se reunirão no Instagram para&nbsp;a palestra&nbsp;<em>Álcool e cigarro eletrônico na adolescência</em>. No dia 25, no mesmo horário, o tema será&nbsp;<em>Sexualidade na adolescência</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Infecções</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a SBU, outro problema que ameaça os jovens são as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), que exigem o uso de preservativos nas relações sexuais e a volta do conceito do sexo seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022, revela que no período de 2009 a 2019, o percentual de escolares que usaram preservativo na última relação sexual caiu de 69,1% para 53,5% entre as meninas e de 74,1% para 62,8% entre os meninos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alfredo Canalini afirmou que, sem proteção, os jovens ficam suscetíveis a infecções como a gonorreia e a clamídia que podem causar infertilidade, ao HPV que é fator de risco para o câncer, à sífilis que, se não tratada, pode gerar problemas cardíacos e neurológicos, ao HIV, a herpes, entre outras doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os meninos e meninas adolescentes de hoje não vivenciaram a pandemia de HIV/Aids, na década de 1980. Naquela época, o Ministério da Saúde se empenhou na divulgação do uso de preservativo para evitar a contaminação pelo vírus. Canalini defendeu que essas campanhas têm de voltar para conscientização do sexo seguro, diante do aumento que se percebe das infecções sexualmente transmissíveis, como HPV, hepatites, sífilis. “E, junto com isso, vai a questão da paternidade responsável”, indicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as dúvidas que o adolescente pode tirar em uma consulta estão prevenção a Infecções sexualmente transmissíveis; câncer de testículo; inflamação na cabeça do pênis e prepúcio; fimose; ejaculação precoce; veias dilatadas nos testículos, ou varicocele; efeitos de anabolizantes; atraso da puberdade; tamanho do pênis; vacinação; paternidade responsável e prevenção de gravidez indesejada; orientações a respeito do início da vida sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Edição: Maria Claudia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasil </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eleições Conselho Tutelar 2023" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ZdCK9ysY590?start=2669&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/campanha-convoca-adolescentes-a-cuidar-da-saude/">Campanha convoca adolescentes a cuidar da saúde</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/campanha-convoca-adolescentes-a-cuidar-da-saude/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
