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	<title>adultos |</title>
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	<title>adultos |</title>
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		<title>Cerca de um terço dos adultos interpreta mal as instruções médicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[instruções médicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novas pesquisas sugerem que mal-entendidos e erros relacionados a informações de saúde e instruções de medicamentos são generalizados As instruções dos medicamentos prescritos podem parecer claras, mas muitas vezes levam a interpretações diferentes. Novas pesquisas sugerem que mal-entendidos e erros relacionados a informações de saúde e instruções de medicamentos são generalizados. Quase um terço dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Novas pesquisas sugerem que mal-entendidos e erros relacionados a informações de saúde e instruções de medicamentos são generalizados<br><br>As instruções dos medicamentos prescritos podem parecer claras, mas muitas vezes levam a interpretações diferentes. Novas pesquisas sugerem que mal-entendidos e erros relacionados a informações de saúde e instruções de medicamentos são generalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase um terço dos americanos de meia-idade têm dificuldades com tarefas de saúde pessoal, como lembrar informações de uma consulta médica, ler materiais de saúde padrão e dosar corretamente os medicamentos, de acordo com uma pesquisa publicada na quarta-feira no Journal of Internal Medicine.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos dos participantes da pesquisa já tinham experiência com o sistema de saúde – alguns lidavam com múltiplas doenças crônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso estudo conseguiu realmente dar alguma validação às pessoas”, disse a coautora do estudo, Abigail Vogeley, pesquisadora e doutoranda da Faculdade de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern, em Chicago. “Elas não estão sozinhas em se sentirem confusas com o sistema de saúde e com os medicamentos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É algo que nós, como sistema de saúde, precisamos melhorar e ajudar as pessoas a lidar com isso, em vez de simplesmente dizer: &#8216;OK, boa sorte&#8217;.&#8217;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo solicitou a 942 pacientes de cuidados primários, com idade média de 52 anos, que realizassem uma série de tarefas para testar o nível de alfabetização em saúde — ou seja, sua capacidade de interpretar, compreender e utilizar com precisão as informações que lhes eram fornecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas tarefas incluíam simular uma consulta médica na qual os participantes recebiam um novo diagnóstico e observar quais informações conseguiam lembrar e relatar, além de dar aos participantes um frasco de remédio falso e observar quais informações conseguiam obter lendo o rótulo e as instruções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas 10 minutos depois, as pessoas já tinham dificuldade em se lembrar de todos os detalhes do diagnóstico que receberam, disse Vogeley. Além disso, os problemas com as prescrições frequentemente surgiam de nuances na linguagem e da variação nas práticas de rotulagem, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas queriam obter informações corretas sobre suas prescrições e fazer o melhor possível por sua saúde, mas&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/nordeste/pe/medico-cria-receitas-com-desenhos-a-mao-para-ajudar-pacientes-analfabetos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">promover a alfabetização em saúde</a>&nbsp;pode ser difícil quando as consultas médicas são curtas e as informações podem não ser escritas de forma clara, disse o autor sênior do estudo, Dr. Michael Wolf, professor de medicina e diretor do Centro de Pesquisa Aplicada em Saúde sobre Envelhecimento da Northwestern.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, os medicamentos funcionam melhor quando&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/uso-excessivo-de-analgesicos-agrava-enxaqueca-e-aumenta-incapacidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tomados conforme as instruções</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao tomar um medicamento prescrito, seja com alimentos, a frequência de administração ou até mesmo a finalidade do tratamento podem se perder na comunicação, principalmente quando os pacientes não se sentem à vontade para fazer perguntas aos seus profissionais de saúde, afirmou a Dra. Jan Carney, presidente do American College of Physicians e professora de medicina na Faculdade de Medicina Robert Larner da Universidade de Vermont.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Vogeley, mal-entendidos nas instruções podem levar o paciente a tomar uma <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/anvisa-recolhe-lote-de-anti-hipertensivo-por-erro-que-impacta-dosagem/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dose insuficiente ou excessiva</a> de um medicamento, a tomá-lo com outro medicamento com o qual não deve ser combinado, ou a tomá-lo de uma forma que o torne mais propenso a efeitos colaterais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil /  Foto: Freepik</p>



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<iframe title="Eleições 2026: o que esperar para o município de Ipirá ?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Dh5YB2QZUt4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Uso de antidepressivos aumenta 12,4% entre adultos no Brasil, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 20:19:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adultos]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa também revela aumento de 9,4% no uso de medicamentos crônicos por idosos e queda no uso de pílula anticoncepcional por mulheres O uso de medicamentos antidepressivos cresceu 12,4% entre adultos de 29 a 58 anos no Brasil, segundo levantamento feito pela Fucional Health Tech, empresa referência em inteligência de dados para programas de suporte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa também revela aumento de 9,4% no uso de medicamentos crônicos por idosos e queda no uso de pílula anticoncepcional por mulheres</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de medicamentos antidepressivos cresceu 12,4% entre adultos de 29 a 58 anos no Brasil, segundo levantamento feito pela Fucional Health Tech, empresa referência em inteligência de dados para programas de suporte a pacientes. O trabalho foi feito com base em informações de mais de 2,5 milhões de beneficiários do Benefício Farmácia da Funcional, comparando dados de junho de 2023 a maio de 2024 com junho de 2024 a maio de 2025. A&nbsp;<strong>CNN</strong>&nbsp;recebeu os dados com exclusividade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisa, os antidepressivos são o segundo tipo de medicamento mais utilizado na base de beneficiários do Benefício Farmácia, ficando atrás apenas de antibióticos. Por outro lado, o uso de ansiolíticos caiu 10,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse aumento reflete tanto o impacto do estilo de vida moderno, marcado por jornadas longas, estresse e insegurança econômica, quanto uma mudança cultural importante: hoje falar sobre saúde mental e buscar tratamento deixou de ser tabu para boa parte da população&#8221;, afirma Alexandre Vieira, diretor médico da Funcional Health Tech à&nbsp;<strong>CNN</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do levantamento também refletem o cenário do Brasil. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 10,2% das pessoas com 18 anos ou mais relataram ter recebido diagnóstico médico de depressão. Dentro desse grupo, cerca de 48% usavam antidepressivos nas semanas anteriores à pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esses dados confirmam que o crescimento do uso de antidepressivos entre adultos não é isolado: está associado a uma prevalência significativa da doença, desigualdade de acesso ao cuidado em saúde mental e às pressões da vida moderna. Isso reforça que saúde mental é um tema crítico e urgente para políticas de Saúde&#8221;, analisa Vieira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Envelhecimento da população também influencia no uso de medicamentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outras informações levantadas pelo estudo também mostram que houve um aumento no uso de medicamentos crônicos entre adultos e idosos. Entre os seus beneficiários do Benefício Farmácia com mais de 58 anos, o estudo aponta um aumento de 9,4% no número de usuários que fazem uso de fármacos como antidiabéticos, anti-hipertensivos e estatinas, nos últimos dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, mais de 25% dos usuários do Benefício Farmácia da Funcional têm acima de 49 anos, proporção que segue em expansão à medida que a população brasileira envelhece. Segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país poderá alcançar 75,3 milhões de idosos em 2070, representando 37,8% da população total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse crescimento está diretamente ligado ao envelhecimento acelerado da população brasileira e ao aumento dos diagnósticos precoces de doenças como hipertensão, diabetes e colesterol elevado&#8221;, afirma Vieira. &#8220;À medida que as pessoas vivem mais [o que é muito bom enquanto sociedade], também acumulam mais condições crônicas que exigem tratamento contínuo, precisamos nos adaptar a esta nova realidade.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto é que as diretrizes médicas indicam o início mais precoce de alguns tratamentos preventivos, como o uso de estatinas e anti-hipertensivos em pessoas com risco cardiovascular aumentado, observa o especialista. Isso leva a um número maior de prescrições e, consequentemente, a um maior uso simultâneo de medicamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O desafio é que, com mais idosos tomando três ou mais medicamentos ao mesmo tempo, aumenta não só o risco de interações medicamentosas, mas também a baixa adesão, pois pode gerar um elevado custo financeiro a esta população. Isso exige um acompanhamento muito mais estruturado para garantir que o tratamento realmente resulte em qualidade de vida e prevenção de complicações graves, e que principalmente seja economicamente viável&#8221;, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mulheres entre 34 a 43 anos estão tomando menos anticoncepcional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo aponta para uma redução de 9,8% no uso de anticoncepcionais por mulheres de 34 a 43 anos. Para Vieira, isso sugere uma tendência de adesão à maternidade tardia, mas também pode estar relacionado ao maior uso de outros métodos contraceptivos, como DIU e implante hormonal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No Brasil, a partir de 2020, o Ministério da Saúde incluiu oficialmente esse procedimento na atenção básica do SUS, confirmando que enfermeiros capacitados podem inserir DIU. Em 2023, uma nota técnica reforçou a segurança dessa prática, e desde então o número de inserções feitas por enfermeiros aumentou bastante, principalmente em regiões com menor disponibilidade de médicos&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já entre as mulheres mais jovens, o uso de contraceptivos segue em alta, com crescimento de 15,3%, indicando que o planejamento reprodutivo continua sendo uma prioridade nessa faixa etária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Gestações a partir dos 35 anos sempre foram consideradas de risco na medicina, mas esse perfil etário está se tornando cada vez mais comum, e tende a se tornar o novo padrão nos próximos anos, diante da tendência de maternidade tardia e do envelhecimento populacional. Mapear essa realidade ajuda as empresas a estruturar políticas de saúde feminina mais assertivas e a antecipar riscos relacionados à gestação e ao cuidado materno-infantil&#8221;, ressalta Vieira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil /  Foto: Freepik</p>



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</div></figure>



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		<title>OMS alerta para o uso de adoçantes em dietas alimentares de adultos e crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 09:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adocante]]></category>
		<category><![CDATA[adultos]]></category>
		<category><![CDATA[Criancas]]></category>
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		<category><![CDATA[OMS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para a nutricionista Patrícia Campos Ferraz a notícia não traz surpresa, uma vez que já existem estudos sobre os efeitos danosos que esses produtos causam à saúde Por Sandra Capomaccio &#8211; Segunda, 5 de junho de 2023 A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para o consumo desnecessário de adoçantes voltado para o controle [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Para a nutricionista Patrícia Campos Ferraz a notícia não traz surpresa, uma vez que já existem estudos sobre os efeitos danosos que esses produtos causam à saúde</em></p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/ADOCANTE-OMS_SANDRA-CAPOMACCIO.mp3"></audio></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por <a href="https://jornal.usp.br/author/scapousp-br/">Sandra Capomaccio</a> &#8211; Segunda, 5 de junho de 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta para o consumo desnecessário de adoçantes voltado para o controle de peso.&nbsp;Segundo a OMS, esses produtos não devem ser ingeridos por causarem danos à saúde, independentemente de qual seja a base do adoçante.&nbsp;Existem evidências de que a longo prazo esse tipo de produto pode provocar sérios efeitos colaterais.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_645153"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/05/20230531_patricia_campos_ferraz.png?resize=250%2C250&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-645153" width="157" height="157"/><figcaption class="wp-element-caption">Patrícia Campos Ferraz – Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A nutricionista&nbsp; Patrícia Campos Ferraz,&nbsp; da Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP-USP),&nbsp; diz que a notícia não traz surpresa, porque inclusive já existem estudos de prejuízos à microbiota, uma espécie de inflação crônica levando a lesões em vasos sanguíneos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas que não têm quadro de diabete preexistente&nbsp; não devem consumir adoçantes. A preferência deve ser pelos&nbsp; alimentos&nbsp;<em>in natura</em>, que são adoçados naturalmente, sem o uso de produtos químicos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Danos colaterais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O uso prolongado de adoçantes pode provocar sérios efeitos no corpo, como o risco de diabete 2, doenças cardiovasculares, como AVC, até alguns tipos de câncer. A especialista em ciência dos alimentos da USP  explica  que o brasileiro precisa mudar essa relação com o açúcar e é necessário ressignificar esse  paladar infantil. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="70022" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a diabete tipo 2 é a moléstia mais incidente no mundo, responsável por 90% dos casos contra 10% de diabete do tipo 1.&nbsp;O uso indiscriminado de adoçantes pode aumentar a mortalidade entre os adultos e, por isso,&nbsp;Patrícia orienta a beber os líquidos sem açúcar ou adoçantes. Dar preferência sempre aos sucos e produtos naturais ao invés dos industrializados. Segundo ela, é preciso valorizar o sabor real dos alimentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que os pais iniciem seus filhos no hábito de não consumir açúcar já na infância, fazendo com que as crianças se tornem os futuros adultos que consumam menos açúcar e aprendam o gosto natural  de alimentos como frutas e sucos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Audiência Pública em defesa da Universidade Federal do Nordeste da Bahia" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/04Pczmjr_sM?start=18&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oms-alerta-para-o-uso-de-adocantes-em-dietas-alimentares-de-adultos-e-criancas/">OMS alerta para o uso de adoçantes em dietas alimentares de adultos e crianças</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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