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	<title>agro |</title>
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	<title>agro |</title>
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		<title>Crise financeira no agro ameaça próxima safra no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de anos impulsionando recordes de produção, exportações e crescimento econômico, produtores rurais passaram a enfrentar uma combinação de juros elevados, perdas em decorrência de eventos climáticos e retração do crédito que elevou o endividamento no campo e colocou em risco a continuidade da atividade agrícola em diferentes regiões do país. Presidente da Frente Parlamentar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Depois de anos impulsionando recordes de produção, exportações e crescimento econômico, produtores rurais passaram a enfrentar uma combinação de juros elevados, perdas em decorrência de eventos climáticos e retração do crédito que elevou o endividamento no campo e colocou em risco a continuidade da atividade agrícola em diferentes regiões do país.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2026/05/Portal-ipira-city.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion: “O produtor não se endividou porque quis crescer demais”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lideranças do setor afirmam que o avanço das dívidas não está ligado à expansão desordenada ou à especulação, mas à tentativa de manter a produção diante da alta dos custos de fertilizantes, diesel e insumos, somada à queda da rentabilidade das lavouras nos últimos ciclos. “O produtor não se endividou porque quis crescer demais. Ele se endividou tentando continuar produzindo”, destaca o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Ministério da Agricultura apontam desaceleração nas operações do Plano Safra 2025/2026. As contratações de custeio registraram queda de 13%, enquanto as linhas de investimento recuaram 20% em relação ao ciclo anterior. Programas voltados à modernização da produção, como Moderfrota e Proirriga, tiveram retração próxima de 50%.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Perdas por eventos climáticos agravam cenário no Sul</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A situação se agravou em estados afetados por eventos climáticos extremos. No Rio Grande do Sul, produtores convivem há anos com estiagens sucessivas e, em 2024, sofreram com enchentes históricas que atingiram mais de 206 mil propriedades rurais, segundo a Defesa Civil estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/shutterstock_2327332179.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="198" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/shutterstock_2327332179.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/shutterstock_2327332179.jpg?resize=1024%2C676&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/shutterstock_2327332179.jpg?resize=768%2C507&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/shutterstock_2327332179.jpg?resize=600%2C396&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/shutterstock_2327332179.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-209108">Foto: Shutterstock</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamento da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) estima que as perdas acumuladas do agro gaúcho ultrapassaram R$ 100 bilhões nos últimos cinco anos. O atual presidente da entidade, Domingos Velho Lopes, afirmou que o produtor rural gaúcho enfrenta um dos períodos mais difíceis das últimas décadas em razão da sequência de eventos climáticos extremos e do encarecimento do crédito.&nbsp;“O mundo nos vê como responsáveis pela segurança alimentar, como um País amigo, capaz de produzir alimento e energia”, declarou Domingos Lopes após assumir a presidência da entidade em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em municípios do interior gaúcho, agricultores relatam venda de máquinas, renegociação de arrendamentos e dificuldade para financiar a próxima safra.&nbsp;“Tem produtor que não está discutindo lucro. Está tentando descobrir como vai continuar plantando”, resume um dirigente do setor agropecuário do estado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mato Grosso enfrenta pressão financeira</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A pressão financeira também atingiu Mato Grosso, principal produtor de grãos do país. Com a queda nos preços internacionais da soja e do milho e o aumento das taxas de financiamento, agricultores passaram a enfrentar dificuldades para renovar operações de crédito e contratar custeio para o próximo ciclo agrícola.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Soja-2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Soja-2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Soja-2.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Soja-2.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Soja-2.jpg?w=850&amp;ssl=1 850w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-205986">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Costa Beber, afirmou neste ano que a combinação entre juros elevados, quebra de produtividade e queda na rentabilidade comprometeu a capacidade de pagamento de parte expressiva dos produtores do estado.&nbsp;“Nós não estamos pedindo perdão de dívida. O produtor quer prazo para conseguir continuar produzindo e honrar seus compromissos”, afirmou Lucas Beber durante debate sobre crédito rural e endividamento promovido pela entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outra frente de discussão sobre a crise financeira no agro, o produtor rural Regis Porazzi, afirmou que muitos agricultores passaram a operar no limite financeiro após sucessivas perdas de margem.&nbsp;“Nós estamos impossibilitados de pagar as nossas contas porque a nossa produtividade ficou muito próxima do nosso custo de produção”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Porazzi, muitos produtores recorreram a linhas privadas com juros superiores a 16% ao ano diante da retração do crédito oficial.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Matopiba reduz investimentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/soja-foto-Caio-Inacio.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="214" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/soja-foto-Caio-Inacio.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/soja-foto-Caio-Inacio.jpg?resize=768%2C548&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/soja-foto-Caio-Inacio.jpg?resize=600%2C428&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/soja-foto-Caio-Inacio.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-209121">Foto: Caio Inácio</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Matopiba, região formada por áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, produtores relatam redução dos investimentos e aumento da pressão bancária após queda de produtividade causada por irregularidades climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes do agro classificam o atual cenário como uma&nbsp;‘tempestade perfeita’, resultado da combinação entre juros elevados, retração do crédito, aumento dos custos de produção e perdas climáticas sucessivas.&nbsp;“A preocupação do setor é que o agravamento da situação financeira provoque redução da área plantada e menor capacidade de investimento nos próximos ciclos, com impacto sobre a produção de alimentos e a inflação”,&nbsp;enfatiza&nbsp;Lupion.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Congresso amplia pressão por renegociação</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-04-01-at-12.16.09-750x375-1.jpeg?resize=300%2C150&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="150" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-04-01-at-12.16.09-750x375-1.jpeg?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-04-01-at-12.16.09-750x375-1.jpeg?resize=600%2C300&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-04-01-at-12.16.09-750x375-1.jpeg?w=750&amp;ssl=1 750w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-184611">Vice-presidente da FPA no Senado, senadora Tereza Cristina</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do cenário, a Frente Parlamentar da Agropecuária intensificou a articulação política no Congresso Nacional em torno do Projeto de Lei nº 5.122/2023 que prevê mecanismos para renegociação das dívidas rurais com recursos do Fundo Social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta passou a ser tratada como prioridade pela bancada no Senado Federal. A vice-presidente da FPA no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS), articula o avanço do texto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), enquanto entidades do agro defendem uma solução mais ampla para o passivo financeiro acumulado pelos produtores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da renegociação emergencial, parlamentares e entidades defendem o fortalecimento do seguro rural, a ampliação de fundos garantidores e a construção de uma política agrícola plurianual que dê previsibilidade ao financiamento da produção agropecuária brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Assessoria FPA</em></p>



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		<title>Agro segura o PIB, mas consumo fraco acende alerta para a economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Lorena Scavone GironBoletim Regional do Banco Central mostra um Brasil em duas velocidades: regiões puxadas pela agropecuária avançam, enquanto áreas mais dependentes de comércio, indústria e crédito perdem fôlego A economia brasileira entrou em 2025 com um sinal claro de perda de tração. O consumo das famílias, que havia sustentado parte importante da atividade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Lorena Scavone Giron</strong><strong><em>Boletim Regional do Banco Central mostra um Brasil em duas velocidades: regiões puxadas pela agropecuária avançam, enquanto áreas mais dependentes de comércio, indústria e crédito perdem fôlego</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A economia brasileira entrou em 2025 com um sinal claro de perda de tração. O consumo das famílias, que havia sustentado parte importante da atividade nos últimos anos, começou a mostrar sinais de cansaço, enquanto setores mais sensíveis aos juros, como comércio e indústria, cresceram em ritmo menor. Nesse cenário, o agronegócio voltou a exercer papel decisivo para evitar uma desaceleração mais forte do Produto Interno Bruto (PIB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico aparece no Boletim Regional divulgado nesta quinta-feira (21) pelo Banco Central. O relatório mostra que o Brasil e quatro das cinco regiões do país cresceram menos em 2025 do que no ano anterior, refletindo os efeitos de uma demanda doméstica mais fraca, do crédito mais caro e da perda de impulso em atividades ligadas ao consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exceção foi o Centro-Oeste, única região a acelerar no período, impulsionada pelo desempenho da agropecuária. O Sul também se beneficiou da recuperação do setor agrícola e avançou acima da média nacional. Já o Norte cresceu mais do que o país, apoiado não apenas pelo campo, mas também pela indústria de transformação e pelo comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O retrato é de uma economia cada vez mais dependente do setor agropecuário e das regiões com maior ligação ao setor externo. Quando o campo vai bem, parte relevante da atividade se sustenta. Mas o mesmo relatório expõe uma fragilidade: nas áreas em que o consumo urbano tem peso maior, o ritmo foi bem mais fraco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sudeste e Nordeste registraram os menores crescimentos entre as regiões. Segundo o Banco Central, o desempenho dessas áreas foi prejudicado justamente pela desaceleração de setores como comércio e indústria. O dado é relevante porque o Sudeste concentra boa parte da produção industrial, do mercado consumidor e dos serviços do país. Quando essa região perde força, o sinal para a economia nacional fica menos confortável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também reforça a diferença entre crescimento puxado por oferta e crescimento puxado por demanda. A agropecuária ajudou a sustentar o PIB, mas o consumo mais fraco mostra que a expansão não está distribuída de forma homogênea. Em outras palavras: o campo entrega resultado, mas não resolve sozinho a perda de fôlego da economia urbana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado de trabalho, por enquanto, segue como ponto de resistência. Todas as regiões registraram as menores taxas de desocupação desde o início da série histórica, em 2012. A população ocupada cresceu, a informalidade recuou e a participação de trabalhadores com carteira assinada atingiu máximas históricas. A renda média também avançou em termos reais na comparação com 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, o quadro não é livre de riscos. O crédito bancário desacelerou em todas as regiões, especialmente no Centro-Oeste, Sul e Norte, onde o crédito rural tem maior peso. A perda de força ocorreu principalmente nas linhas com recursos livres e nas modalidades voltadas às pessoas físicas. Ao mesmo tempo, a inadimplência aumentou em todo o país, com destaque para operações ligadas ao agronegócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação é delicada. De um lado, o emprego e a renda ainda ajudam a sustentar parte da demanda. De outro, juros elevados, crédito mais seletivo e aumento dos atrasos limitam o consumo e os investimentos. O resultado é uma economia que cresce, mas com bases desiguais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Boletim Regional do BC deixa uma mensagem pouco confortável: o agronegócio segue sendo um motor importante da atividade, mas o enfraquecimento do consumo e da indústria reduz a qualidade do crescimento. Para o PIB ganhar consistência, não basta o campo compensar a fraqueza dos demais setores. Será preciso recuperar a demanda interna sem reacender pressões inflacionárias, um equilíbrio que continua sendo o grande desafio da política econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Money Report</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong><br></strong><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/agro-segura-o-pib-mas-consumo-fraco-acende-alerta-para-a-economia/">Agro segura o PIB, mas consumo fraco acende alerta para a economia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Restrição da União Europeia à carne brasileira pode pressionar crédito, custos e investimentos no agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perda de acesso a mercados premium afeta frigoríficos, produtores, logística, rastreabilidade e formação de preços ao consumidor. A possível restrição da União Europeia à carne brasileira tem impacto que vai além da perda de um mercado comprador. Na avaliação do administrador Roberto Simioni, especialista em Engenharia de Produção, Mercado de Capitais e Engenharia Econômica, mestre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Perda de acesso a mercados premium afeta frigoríficos, produtores, logística, rastreabilidade e formação de preços ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A possível restrição da União Europeia à carne brasileira tem impacto que vai além da perda de um mercado comprador. Na avaliação do administrador Roberto Simioni, especialista em Engenharia de Produção, Mercado de Capitais e Engenharia Econômica, mestre em Economia e Mercados e PhD em Direito Bancário, Corporativo, Financeiro e de Valores Mobiliários, o efeito se espalha por toda a cadeia do agronegócio, com reflexos sobre crédito rural, investimentos em tecnologia, logística, renda regional e preços dos alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?resize=218%2C218&amp;ssl=1" alt="" width="218" height="218" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?resize=80%2C80&amp;ssl=1 80w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Administrador-com-especializacao-em-Engenharia-de-Producao-Mercado-de-Capitais-e-Engenharia-Economica-Roberto-Simioni.jpg?w=303&amp;ssl=1 303w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-210301">Administrador, com especialização em Engenharia de Produção, Mercado de Capitais e Engenharia Econômica, com mestrado em Economia e Mercados e PhD em Direito Bancário, Corporativo, Financeiro e de Valores Mobiliários, Roberto Simioni: “O&nbsp;bloqueio das exportações de carne bovina e de outros produtos de origem animal para a UE altera as condições de lucratividade, a estrutura de incentivos à modernização e a dinâmica de formação de preços ao longo de toda a cadeia”&nbsp;– Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carne bovina ocupa posição estratégica na estrutura produtiva nacional. Além de ser um produto final de exportação, sustenta uma rede de demanda por ração, genética, medicamentos veterinários, fertilizantes, transporte, processamento industrial e serviços financeiros. Por isso, a perda de acesso ao mercado europeu, mesmo que parcial e concentrada em cortes de maior valor agregado, reduz a margem disponível para investimentos em rastreabilidade, nutrição animal, melhoramento genético e controle sanitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Simioni, o problema central está no fato de a União Europeia ser um mercado de alta renda, capaz de remunerar melhor produtos com maior exigência técnica. “Isso gera uma subutilização de capital físico e humano especializado, com possível redução de investimentos futuros em tecnologia de rastreabilidade, automação de abate e gestão de custos, já que o retorno esperado desses investimentos cai em cenário de acesso restrito”, expõe.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Impacto sobre frigoríficos e produtores</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-de-Peixes-C.Vale-Foto-Renan-Pereira.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-206430">Foto: Renan Pereira/C.Vale</p>



<p class="wp-block-paragraph">A restrição cria o que Simioni define como “capacidade ociosa qualificada”. Na prática, frigoríficos que investiram em certificações, rastreabilidade e controle de resíduos antimicrobianos podem perder espaço justamente no mercado que remunera esses diferenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O efeito também chega ao produtor. Cadeias mais integradas, formadas por contratos entre pecuaristas, cooperativas e grandes frigoríficos, dependem de mercados premium para pagar melhor por animais enquadrados em padrões sanitários e de rastreabilidade mais rigorosos. “Do ponto de vista do agronegócio, o bloqueio das exportações de carne bovina e de outros produtos de origem animal para a UE altera as condições de lucratividade, a estrutura de incentivos à modernização e a dinâmica de formação de preços ao longo de toda a cadeia, desde o produtor até a indústria de processamento”, pontua Simioni.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Crédito rural pode ficar mais caro</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="180" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=768%2C460&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=590%2C354&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=400%2C240&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?resize=600%2C359&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/08/dinheiro-Foto-Marcelo-Casal-Jr.-Ag%C3%AAncia-Brasil-.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-154418">Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto sensível é o financiamento. O acesso ao crédito rural e às linhas de longo prazo depende da previsibilidade de receita, especialmente em cadeias exportadoras. Com menor perspectiva de entrada em mercados de alta renda, aumenta a percepção de risco das instituições financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse movimento pode encarecer o capital e limitar investimentos em modernização pecuária, automação, bem-estar animal, rastreabilidade e gestão produtiva. A consequência é a perda de competitividade em relação a países que conseguem cumprir exigências sanitárias e manter presença regular no bloco europeu.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Regiões pecuárias ficam mais expostas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os impactos tendem a ser desiguais no território brasileiro. Estados com forte dependência da pecuária de corte e da indústria frigorífica, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Minas Gerais e áreas do Nordeste, podem sentir os efeitos sobre emprego, renda municipal, logística e serviços ligados ao campo. “Do ponto de vista regional, o agronegócio da carne concentra efeitos fortemente desiguais sobre o interior do país, especialmente em regiões pecuaristas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Minas Gerais e partes do Nordeste”, frisa Simioni.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Exigências sanitárias também podem induzir modernização</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="179" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=1000%2C600&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=590%2C354&amp;ssl=1 590w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=400%2C240&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?resize=600%2C359&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/c7ce57c4-3ca3-44b5-a68b-9e4e44e7e8bb-1.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-204768">Foto: Divulgação/Porto de Santos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos custos, o especialista avalia que as exigências europeias sobre antimicrobianos, rastreabilidade e controle sanitário também podem funcionar como pressão para modernizar a cadeia. O problema é que esse processo tende a favorecer empresas com maior capacidade financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segmentos mais estruturados conseguem absorver custos regulatórios, investir em tecnologia e manter padrões exigidos por mercados premium. Já produtores e frigoríficos menos capitalizados podem ficar fora desse processo, ampliando a concentração do setor. “A exigência europeia de maior controle sobre o uso de antimicrobianos na pecuária, bem como de rastreabilidade mais aprimorada, impõe custos adicionais ao produtor brasileiro, mas, ao mesmo tempo, pode funcionar como um estímulo a uma modernização de qualidade da cadeia”, salienta.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Oriente Médio adiciona pressão de custos</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/01/porto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-201824"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A análise ganha outra camada com a instabilidade no Oriente Médio. Segundo Simioni, um conflito envolvendo o Irã e a região do Golfo Pérsico poderia elevar petróleo, diesel, gás natural, nafta e fertilizantes nitrogenados, insumos diretamente ligados ao custo de produção agropecuária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse efeito atinge a pecuária de forma indireta, mas relevante. O encarecimento de fertilizantes pressiona milho e soja, base da alimentação animal. Ao mesmo tempo, a alta do diesel eleva o frete do gado, da ração, da carne resfriada e dos produtos industrializados. “Essa ‘pinça econômica’ esmaga a lucratividade e pode desestimular investimentos futuros em automação e bem-estar animal, forçando o setor a uma escolha difícil entre manter a modernização sob prejuízo ou regredir para modelos produtivos menos sofisticados e focados apenas em volume de commodity”, menciona.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inflação de alimentos</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Pier-de-Graneis-Liquidos-Porto-de-Paranagua-Foto-Claudio-Neves-Portos-do-Parana.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-175098"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Embora a restrição europeia pudesse, em tese, aumentar a oferta de cortes no mercado interno, Simioni avalia que esse efeito pode ser neutralizado pelo aumento dos custos de produção, embalagem, energia e transporte. “A carne torna-se mais cara na origem devido aos custos operacionais, enquanto os frigoríficos tentam desovar estoques de alto valor no mercado interno em um cenário de compressão de lucro”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto também pode alcançar outras proteínas. Se a carne bovina sobe, consumidores tendem a migrar para frango e suíno. No entanto, essas cadeias também dependem de milho, soja, fertilizantes, energia e diesel, o que limita o efeito de substituição no varejo. “O aumento dos preços da proteína bovina força um efeito de substituição para o frango e o porco; entretanto, como essas cadeias também são dependentes de grãos impactados pelos fertilizantes e do transporte movido a diesel, elas sofrem a mesma pressão de alta, gerando uma inflação generalizada de alimentos”, enfatiza.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Teste para o modelo exportador</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para Simioni, a discussão sobre a carne brasileira na União Europeia deixou de ser apenas sanitária. O episódio revela a crescente dependência entre acesso a mercados, padrões regulatórios, capacidade de compliance, crédito, custos globais e competitividade. “O resultado é um processo de seleção rigoroso e, por vezes, excludente: os grandes players integrados, com maior fôlego financeiro para internalizar custos regulatórios e absorver choques de insumos, tendem a se fortalecer, enquanto polos regionais dependentes da pecuária podem enfrentar uma redução na força de arrasto econômico”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do especialista, a questão coloca em teste a capacidade do agronegócio brasileiro de competir em cadeias globais de maior valor agregado sem perder margem, investimento e presença em mercados de alta renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: O Presente Rural</em> / Fotos: Claudio Neves</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="OAB NAS ESCOLAS : COMBATE A EXPLORAÇÃO SE..AL DA CRIANÇA E ADOLESCENTE”" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/D6EGhGZTHb8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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		<title>Agro busca aproximação com universidades e startups para acelerar inovação no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pressão por maior competitividade, sustentabilidade e incorporação tecnológica no campo tem ampliado a aproximação entre universidades, centros de pesquisa, governo e empresas ligadas ao agronegócio. Em meio à demanda crescente por inovação aplicada à produção agropecuária, iniciativas voltadas ao empreendedorismo rural, desenvolvimento de tecnologias e integração de ecossistemas de inovação ganharam espaço nas discussões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A pressão por maior competitividade, sustentabilidade e incorporação tecnológica no campo tem ampliado a aproximação entre universidades, centros de pesquisa, governo e empresas ligadas ao agronegócio. Em meio à demanda crescente por inovação aplicada à produção agropecuária, iniciativas voltadas ao empreendedorismo rural, desenvolvimento de tecnologias e integração de ecossistemas de inovação ganharam espaço nas discussões do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mapa-Inova-Rural-RJ1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mapa-Inova-Rural-RJ1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mapa-Inova-Rural-RJ1.jpeg?resize=600%2C401&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mapa-Inova-Rural-RJ1.jpeg?w=768&amp;ssl=1 768w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-209581">Foto: Divulgação/Mapa&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou, na última semana, do Inova Rural, realizado na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica (RJ). O evento integrou o seminário de acompanhamento do programa Mai Dai, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e reuniu pesquisadores, representantes do setor público, empresas e instituições ligadas ao desenvolvimento tecnológico do agro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação concentrou debates sobre ciência, inovação e empreendedorismo aplicados à agropecuária e áreas correlatas, com foco na articulação entre pesquisa, extensão rural e setor produtivo para acelerar soluções tecnológicas no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro reuniu representantes de instituições públicas, pesquisadores, agentes do setor privado e organizações ligadas ao desenvolvimento tecnológico no agro, em uma agenda voltada à construção de conexões entre pesquisa científica, empreendedorismo e demandas práticas do setor produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação do Ministério da Agricultura ocorreu em meio ao esforço do governo federal para ampliar a</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mapa-Inova-Rural-RJ.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mapa-Inova-Rural-RJ.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mapa-Inova-Rural-RJ.jpeg?resize=600%2C401&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Mapa-Inova-Rural-RJ.jpeg?w=768&amp;ssl=1 768w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-209582">Foto: Divulgação/Mapa</p>



<p class="wp-block-paragraph">articulação entre universidades, centros de pesquisa, startups, assistência técnica e cadeias produtivas, sobretudo em áreas ligadas à inovação aplicada ao campo, digitalização e desenvolvimento sustentável da produção agropecuária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representando o Mapa, o coordenador-geral de Articulação para Inovação, César Simas Teles, apresentou ações desenvolvidas pelo programa Mapa Conecta em diferentes regiões do país e discutiu estratégias para fortalecimento do ecossistema de inovação agropecuária no Rio de Janeiro. A iniciativa busca aproximar atores públicos e privados envolvidos no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o agro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Inova%C3%A7%C3%A3o-e1734447215467-300x264.jpg?resize=300%2C264&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="264" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Inova%C3%A7%C3%A3o-e1734447215467.jpg?resize=300%2C264&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Inova%C3%A7%C3%A3o-e1734447215467.jpg?resize=1024%2C901&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Inova%C3%A7%C3%A3o-e1734447215467.jpg?resize=768%2C676&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Inova%C3%A7%C3%A3o-e1734447215467.jpg?resize=600%2C528&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Inova%C3%A7%C3%A3o-e1734447215467.jpg?w=1053&amp;ssl=1 1053w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-166147">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante os debates, participantes discutiram formas de ampliar a integração entre instituições de ensino, pesquisa, extensão rural e setor produtivo, com foco na criação de ambientes mais favoráveis à geração e difusão de tecnologias voltadas à agropecuária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação também contou com representantes da coordenação regional Centro-Sul do Mapa Conecta e consultores de inovação parceiros do Ministério, que atuam na estruturação de ecossistemas regionais de inovação agropecuária. O grupo discutiu mecanismos de articulação para acelerar projetos ligados à transformação tecnológica do setor e à conexão entre conhecimento científico e aplicação prática no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento reuniu ainda integrantes da&nbsp;Embrapa Agroindústria de Alimentos&nbsp;e do&nbsp;Polo de Inovação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro&nbsp;(Pitec), instituição que atua no desenvolvimento de diagnósticos e estratégias voltadas ao fortalecimento da inovação no agro fluminense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As discussões ocorreram em um cenário de crescente demanda por tecnologias capazes de elevar produtividade, eficiência e sustentabilidade no campo, além de ampliar a competitividade das cadeias agropecuárias brasileiras em mercados cada vez mais pressionados por inovação e rastreabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: O Presente Rural com Mapa</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BATE PAPO COM O PRÉ-CANDIDATO A DEP. ESTADUAL WENCESLAU JÚNIOR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/s8MG7VWsVO4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/agro-busca-aproximacao-com-universidades-e-startups-para-acelerar-inovacao-no-campo/">Agro busca aproximação com universidades e startups para acelerar inovação no campo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Aprimoramento genético promove ganhos em produtividade e sustentabilidade no agro brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avanços em plantas e animais adaptados ao clima tropical aumentam eficiência, reduzem custos e fortalecem a competitividade do país no mercado global. O aprimoramento genético tem se consolidado como um dos principais motores de transformação do agronegócio moderno. Em um cenário marcado por crescente demanda global por alimentos, mudanças climáticas e pressão por sustentabilidade, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Avanços em plantas e animais adaptados ao clima tropical aumentam eficiência, reduzem custos e fortalecem a competitividade do país no mercado global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aprimoramento genético tem se consolidado como um dos principais motores de transformação do agronegócio moderno. Em um cenário marcado por crescente demanda global por alimentos, mudanças climáticas e pressão por sustentabilidade, o investimento em genética deixou de ser diferencial para se tornar estratégia central de produtividade e competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil é considerado uma potência agrícola reconhecida mundialmente, e por isso os avanços nessa área são resultados de décadas de pesquisa conduzidas por instituições como a Embrapa, universidades e empresas privadas. O desenvolvimento de cultivares e raças mais adaptadas às condições tropicais foi decisivo para a expansão da produção em regiões antes consideradas marginais, como o Cerrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=682%2C1024&amp;ssl=1 682w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=768%2C1153&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=300%2C450&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?resize=600%2C901&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-escrito-por-Natalia-Venturelli-gerente-de-Contas-da-Corning-Brasil.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-207075">Artigo escrito por Natalia Venturelli, gerente de Contas da Corning Brasil – Foto:Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">No setor vegetal, o aprimoramento genético possibilitou o surgimento de variedades mais produtivas, resistentes a pragas e doenças e tolerantes a estresses hídricos e térmicos. A soja, por exemplo, passou por uma verdadeira revolução genética nas últimas décadas. O Brasil, um dos maiores produtores globais atualmente, colhe os frutos de sementes com ciclos mais curtos, com maior potencial produtivo e melhor adaptação a diferentes fotoperíodos. Isso permite ao produtor otimizar o uso da terra, realizar safras sucessivas e reduzir perdas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pecuária, os ganhos também são expressivos. Programas de melhoramento em bovinos de corte e de leite têm proporcionado animais com maior eficiência alimentar, melhor conversão de pasto em proteína e maior precocidade reprodutiva. Dessa forma, as raças adaptadas ao clima tropical, como o Nelore, foram aprimoradas para apresentar carcaças de melhor qualidade e maior rendimento. Já na bovinocultura leiteira, os cruzamentos estratégicos elevaram significativamente a produtividade por animal, reduzindo custos por litro produzido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, os impactos econômicos são diretos, pois ao aumentar a produtividade por hectare ou por cabeça, o produtor diminui custos fixos, melhora margens e ganha competitividade tanto no mercado interno quanto no externo. Em um ambiente globalizado, onde países disputam mercados com base em preço, qualidade e regularidade de oferta, a genética torna-se ferramenta estratégica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o aprimoramento genético contribui para a sustentabilidade. As plantas mais resistentes demandam menos defensivos; animais mais eficientes emitem menos metano por quilo de carne ou litro de leite produzido. Assim, produzir mais com menos recursos naturais torna-se viável, alinhando a rentabilidade à responsabilidade ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E também a incorporação de biotecnologias, como a seleção genômica e a edição gênica, amplia ainda mais as possibilidades. Com o uso de marcadores moleculares, é possível identificar características desejáveis com maior precisão e reduzir o tempo necessário para consolidar ganhos genéticos. Isso acelera o progresso e aumenta a previsibilidade dos resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, destaca-se também a aplicação da biotecnologia de&nbsp;<strong>interferência por RNA</strong>&nbsp;na agricultura, uma inovação que permite o silenciamento específico de genes em plantas, pragas e patógenos. Essa tecnologia tem sido explorada principalmente para o controle de insetos, vírus e nematoides, ao bloquear genes essenciais ao seu desenvolvimento ou sobrevivência, reduzindo a pressão de pragas de forma altamente seletiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, é fundamental que o avanço tecnológico caminhe acompanhado de regulação, transparência e comunicação clara com a sociedade. A confiança do consumidor e o acesso a mercados internacionais dependem do cumprimento de normas sanitárias e ambientais rigorosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em síntese, o aprimoramento genético é um pilar estruturante do agronegócio contemporâneo. Ao elevar produtividade, reduzir custos, aumentar eficiência e contribuir para a sustentabilidade, ele fortalece a competitividade do setor. Investir em pesquisa, inovação e difusão tecnológica significa apostar no futuro da produção de alimentos e no desenvolvimento econômico do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Artigo escrito por Natalia Venturelli, gerente de Contas da Corning Brasil.</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ELEIÇÕES 2026:A POLARIZAÇÃO NA POLÍTICA BRASILEIRA CONFIRMADA…." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/oJYguq8dtM8?start=3720&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Entidades do agro defendem aumento da mistura de biodiesel no diesel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manifesto propõe elevar percentual de 15% para 17% como estratégia para reforçar a segurança energética e reduzir dependência de importações. O Sistema Faep assinou, ao lado de outras entidades do setor agropecuário nacional, o manifesto “Pela Elevação da Mistura de Biodiesel como Estratégia de Segurança Energética e Desenvolvimento Nacional”. O documento, elaborado pelo Instituto Pensar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manifesto propõe elevar percentual de 15% para 17% como estratégia para reforçar a segurança energética e reduzir dependência de importações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Faep assinou, ao lado de outras entidades do setor agropecuário nacional, o manifesto “Pela Elevação da Mistura de Biodiesel como Estratégia de Segurança Energética e Desenvolvimento Nacional”. O documento, elaborado pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA), propõe ao governo federal o imediato aumento do percentual de mistura obrigatória de biodiesel no diesel de 15% para 17% (B17). A medida é estratégica para fortalecer a segurança energética do país e reduzir riscos de desabastecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa ocorre em meio ao cenário de preocupação com o mercado internacional de combustíveis, agravado pelas tensões no Oriente Médio, que podem afetar o fornecimento global de petróleo e derivados. No interior do Paraná,&nbsp;sindicatos rurais já relatam falta de combustíveis, insumo essencial para a produção mecanizada no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ampliar a mistura significa reduzir a dependência do diesel importado, além de fortalecer a produção nacional e gerar mais renda e desenvolvimento no campo”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, que também integra o Conselho Executivo do IPA. “A medida contribui para dar mais previsibilidade ao setor produtivo e para os nossos produtores rurais, que precisam de segurança energética para continuar produzindo alimentos”, complementa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O manifesto reforça que a elevação da mistura de biodiesel para 17% é uma medida estratégica, podendo ampliar a oferta interna de combustível, reduzir a dependência de importações e fortalecer a indústria nacional. Segundo as entidades, a iniciativa também garante maior previsibilidade para produtores, protege a economia de choques externos e acelera a transição energética por meio de biocombustíveis renováveis, em um período crítico para o escoamento da safra e para a competitividade do agronegócio brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Assessoria Sistema Faep</em> / Foto: Sistema Faep</p>



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<iframe title="PREPARATIVOS PARA A ESTRÉIA NO CAMPEONATO IPIRAENSE 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/2dbWot0WNaU?start=2057&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/entidades-do-agro-defendem-aumento-da-mistura-de-biodiesel-no-diesel/">Entidades do agro defendem aumento da mistura de biodiesel no diesel</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil amplia mercados do agro com novas aberturas nos Emirados Árabes Unidos, Gana e Peru</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Concluídas negociações sanitárias e fitossanitárias autorizam a exportação de embriões bovinos, bovinos vivos, sêmen e sementes de sorgo, elevando para 511 o número de mercados abertos desde 2023. O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias e fitossanitárias com os Emirados Árabes Unidos, Gana e Peru, que permitirão ao Brasil exportar diversos produtos do agronegócio àqueles países. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Concluídas negociações sanitárias e fitossanitárias autorizam a exportação de embriões bovinos, bovinos vivos, sêmen e sementes de sorgo, elevando para 511 o número de mercados abertos desde 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias e fitossanitárias com os Emirados Árabes Unidos, Gana e Peru, que permitirão ao Brasil exportar diversos produtos do agronegócio àqueles países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos Emirados Árabes Unidos, as autoridades sanitárias aprovaram a exportação de embriões bovinos. A decisão reflete o reconhecimento internacional à qualidade genética do rebanho nacional. Entre janeiro e novembro de 2025, os Emirados Árabes Unidos importaram mais de US$ 2,3 bilhões em produtos agropecuários brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/asbia-index-embrioes-foto-divulgacao.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/asbia-index-embrioes-foto-divulgacao.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/asbia-index-embrioes-foto-divulgacao.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/asbia-index-embrioes-foto-divulgacao.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/12/asbia-index-embrioes-foto-divulgacao.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-199888">Foto: Divulgação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Gana, as autoridades aprovaram a exportação brasileira de bovinos vivos e sêmen bovino. A abertura fortalece a posição do Brasil como fornecedor de material genético de alto valor agregado, o que contribuirá para o aumento da produtividade do rebanho no país importador e para novas oportunidades de negócio para o setor brasileiro em termos de consultoria e assistência técnica. Com população estimada em 34 milhões de habitantes e demanda crescente por alimentos, Gana importou mais de US$ 315 milhões em produtos agropecuários brasileiros entre janeiro e novembro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/sorgo-IDR-PARANA.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/sorgo-IDR-PARANA.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/sorgo-IDR-PARANA.webp?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/sorgo-IDR-PARANA.webp?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/sorgo-IDR-PARANA.webp?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/sorgo-IDR-PARANA.webp?w=1078&amp;ssl=1 1078w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-196898">Fotos: IDR-PARANÁ</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Peru, as autoridades aprovaram a exportação de sementes de sorgo. As sementes brasileiras são reconhecidas internacionalmente por sua qualidade genética, alta taxa de germinação e sanidade, resultado de investimentos contínuos em pesquisa e inovação. Esses atributos contribuem para aumentar a produtividade e a segurança alimentar em países parceiros. Entre janeiro e novembro de 2025, o Brasil exportou mais de US$ 675 milhões em produtos agropecuários para o Peru.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 511 aberturas de mercado desde o início de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Assessoria Mapa</em> / Foto: Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="VOCÊ NÃO ESCOLHE O QUE VOCÊ NÃO COMPREENDE: A VERDADE INSCONSCIENTE POR TRÁS DE QUEM VOCÊ AMA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/C6-o8QkJJSo?start=384&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-amplia-mercados-do-agro-com-novas-aberturas-nos-emirados-arabes-unidos-gana-e-peru/">Brasil amplia mercados do agro com novas aberturas nos Emirados Árabes Unidos, Gana e Peru</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil precisa virar o jogo para manter liderança no agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-ministro Antônio Cabrera alertou que, apesar do enorme potencial produtivo e da relevância global em segurança alimentar, o Brasil perde competitividade por falhas internas. O Brasil ocupa uma posição estratégica no abastecimento mundial de alimentos, com destaque para o setor avícola, mas enfrenta obstáculos internos e pressões externas que podem comprometer seu protagonismo. A análise [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ex-ministro Antônio Cabrera alertou que, apesar do enorme potencial produtivo e da relevância global em segurança alimentar, o Brasil perde competitividade por falhas internas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil ocupa uma posição estratégica no abastecimento mundial de alimentos, com destaque para o setor avícola, mas enfrenta obstáculos internos e pressões externas que podem comprometer seu protagonismo. A análise foi feita pelo médico-veterinário e ex-ministro da Agricultura, Antônio Cabrera Mano Filho, durante o Avicultor Mais 2025 – Frangos, Ovos &amp; Peixes, promovido pela Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig), entre os dias 25 e 26 de junho, no Expominas, em Belo Horizonte (MG). “O Brasil é uma potência em segurança alimentar, mas ainda não entendeu plenamente o jogo global. Precisamos mudar a forma de comunicar e corrigir gargalos internos que não são do país em si, mas de seus sistemas institucionais e governamentais”, enfatizou Cabrera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do palestrante, é preciso substituir o discurso de o Brasil ser uma potência mundial do agronegócio pela ideia de segurança alimentar, a fim de aproximar a sociedade da atividade produtiva. Ele lembra que países altamente dependentes de importações, como a Arábia Saudita, que compra 92% de seus alimentos do exterior, têm no Brasil um seus principais parceiros comerciais. “O Oriente Médio é abastecido em grande parte pela produção brasileira, mas isso precisa ser mais bem valorizado e compreendido, tanto internamente quanto lá fora. Não vendemos apenas commodities, vendemos comida, vendemos estabilidade alimentar”, ressaltou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Comunicação frágil</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja o maior fornecedor mundial de carne, produzida de forma sustentável, o Brasil não consegue promover sua imagem de forma eficiente. “É impressionante como produtos de outros países chegam aos mercados internacionais com forte identidade, enquanto a carne brasileira não é devidamente identificada e valorizada. Esse jogo precisa ser mudado”, enfatizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Cabrera, a ausência de uma estratégia clara de comunicação faz com que narrativas contrárias ganhem espaço, reforçando mitos sobre desmatamento e ameaçando a competitividade nacional.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Infraestrutura: o atraso que custa caro</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Cabrera.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="225" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Cabrera.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Cabrera.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Cabrera.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Cabrera.jpeg?resize=600%2C450&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Cabrera.jpeg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-197873">Médico-veterinário e ex-ministro da Agricultura, Antônio Cabrera Mano Filho: “Temos tudo para consolidar nossa liderança: clima, água, sol, tecnologia e gente capaz. O que precisamos é reduzir o custo de produção, melhorar a qualidade e superar as barreiras institucionais e governamentais” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais enfáticos da palestra foi o déficit logístico do Brasil. Ao comparar a malha ferroviária nacional com grandes potências, Cabrera destacou a distância entre o potencial agrícola e a capacidade de escoamento da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os Estados Unidos contam com 293 mil quilômetros de ferrovias, a China com 141 mil e a Índia com 108 mil, o Brasil soma apenas 30 mil quilômetros. O contraste é ainda mais marcante no Mato Grosso, maior produtor agrícola do país. “O estado, que sozinho colhe mais soja que a Argentina inteira, tem apenas 200 km de ferrovias. É inacreditável”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto Ferrogrão, que pretende transferir 20 milhões de toneladas de grãos do transporte rodoviário para o ferroviário na BR-163, é visto como exemplo de como o país perde oportunidades. “Essa ferrovia reduziria em 77% as emissões de CO₂. É um projeto ambientalmente correto, mas enfrenta resistência de ONGs e até de entidades estrangeiras”, criticou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Hidrovias esquecidas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outro gargalo logístico apontado por Cabrera é o uso limitado do potencial hidroviário. Enquanto o Rio Mississipi é vital para o transporte de cargas nos EUA, o Brasil possui três rios de porte semelhante – Paraguai, Teles Pires/Tapajós e Madeira – praticamente subutilizados. “O país insiste em depender do transporte rodoviário, mais caro e poluente, quando tem um dos maiores potenciais hidroviários do mundo”, enalteceu.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A sustentabilidade como diferencial</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-ministro também rebateu as críticas internacionais sobre desmatamento e sustentabilidade. Imagens de satélite, afirmou, mostram com clareza as Áreas de Preservação Permanente (APPs) preservadas no Brasil, em contraste com países como os Estados Unidos, onde regiões agrícolas, como de Nebraska, não mantêm áreas de proteção. “O Brasil é o maior exportador de sustentabilidade do planeta, mas falhamos em mostrar isso ao mundo”, lamentou, acrescentando: “A narrativa de que comprar produtos brasileiros destrói a Amazônia é uma mentira usada como protecionismo comercial”, salientou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, Cabrera destacou que países que se se apresentam como ambientalmente responsáveis, caso da Alemanha, por exemplo, destruiu florestas milenares (dos Irmãos Grimm) para instalar turbinas eólicas e reabriu a maior mina de carvão a céu aberto do mundo, removendo nove cidades para acessar combustíveis fósseis. “Isso é muita hipocrisia”, criticou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Vantagem competitiva</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Cabrera destacou que, no mundo, apenas três países conseguem atender simultaneamente a três critérios considerados essenciais para sustentar o desenvolvimento econômico: ter uma área superior a cinco milhões de km², uma economia acima de US$ 3,8 trilhões e uma população maior que 150 milhões de habitantes. Segundo ele, esses países são China, Estados Unidos e Brasil, posições que conferem a eles relevância estratégica no cenário global. “Entre esses, só o Brasil reúne abundância de água e sol, o que o coloca numa posição única em termos de oportunidades para a agricultura”, destacou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Oportunidades para explorar</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos desafios enfrentados, o Brasil já se consolidou como referência mundial em diversos segmentos do agronegócio. O país é o maior exportador de carne de frango e o maior produtor e exportador de soja. Além disso, ocupa o segundo lugar entre os maiores exportadores de alimentos e na produção de carne de frango, é o terceiro maior produtor de milho e possui a terceira maior reserva de potássio do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário global, o Brasil se destaca também pelo seu tamanho e economia: possui a sexta maior população e a oitava maior economia, reforçando sua relevância estratégica. Ao se somar a isso a liderança no recolhimento de embalagens no campo e uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta, o país demonstra capacidade de conciliar produtividade, responsabilidade ambiental e potencial de crescimento sustentável. “Temos tudo para consolidar nossa liderança: clima, água, sol, tecnologia e gente capaz. O que precisamos é reduzir o custo de produção, melhorar a qualidade e superar as barreiras institucionais e governamentais”, evidenciou Cabrera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://www.flip3d.com.br/pub/opresenterural/?numero=267&amp;edicao=5708" target="_blank" rel="noreferrer noopener">versão digital</a>&nbsp;está disponível gratuitamente no&nbsp;<a href="https://www.flip3d.com.br/pub/opresenterural/?numero=267&amp;edicao=5708" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site oficial de O Presente Rural</a>. A edição impressa já circula com distribuição dirigida a leitores e parceiros em 13 estados brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: O Presente Rural</em> / Foto: Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="COPA FEMININA DE FUTEBOL IPIRAENSE - 2025" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/65ZgysJNstE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-precisa-virar-o-jogo-para-manter-lideranca-no-agro/">Brasil precisa virar o jogo para manter liderança no agro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O poder feminino no campo: Pesquisa inédita da Bayer destaca contribuição das mulheres para o agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo revela que produtoras rurais são fundamentais para a sustentabilidade do setor &#8220;A ideia é transformar dados técnicos em narrativas, em histórias&#8221;, disse a sócia-diretora da Quiddity, Rebeca Gharibian, durante a coletiva de imprensa nesta terça-feira (21), que divulgou dados da pesquisa inédita realizada pela consultoria em parceria com a Bayer. Intitulado&#160;Produtoras rurais e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo revela que produtoras rurais são fundamentais para a sustentabilidade do setor</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/e12363a00741f9cc7caf23469101a4aa.png" alt="Logotipo Notícias Agrícolas"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A ideia é transformar dados técnicos em narrativas, em histórias&#8221;, disse a sócia-diretora da Quiddity, Rebeca Gharibian, durante a coletiva de imprensa nesta terça-feira (21), que divulgou dados da pesquisa inédita realizada pela consultoria em parceria com a Bayer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Intitulado&nbsp;<em>Produtoras rurais e a inovação no campo</em>, o estudo busca destacar o importante papel das mulheres para o agronegócio. A pesquisa entrevistou produtores e produtoras rurais brasileiros, gestores de suas propriedades, em todas as regiões do país.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/whatsapp-image-2025-10-21-at-171514-1-TjG7T.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-10-21 at 17.15.14 (1)"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 80% dos entrevistados concordam que a mulher é criativa, questionadora, propõe novas ideias e agrega para a inovação e a sustentabilidade do agro. &#8220;As mulheres são inspiradoras e ganham destaque no agro, no trabalho do campo, porque dão mais atenção aos detalhes, ao cuidado pessoal e à natureza. Há muito espaço para a mulher no agro, e elas estão buscando ampliar cada vez mais esse espaço&#8221;, explicou ainda Gharibian.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostram que 93% dos participantes acreditam no papel relevante da mulher para o setor, mas 39% destacam que a visibilidade da liderança feminina ainda não é clara e natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como forma de ganhar mais voz e promover mais ações no campo, 51% das mulheres entrevistadas afirmam buscar capacitação de forma constante e 22% quando sentem necessidade, por meio de cursos, palestras e eventos. A sustentabilidade, em particular, é o assunto que desperta maior interesse, sendo apontada por 76% como prioridade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/whatsapp-image-2025-10-21-at-171513-l1l7l.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-10-21 at 17.15.13"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Investir na mulher do agro é investir no futuro do setor, na continuidade do trabalho para as próximas gerações&#8221;, destacou a diretora de Comunicação da divisão agrícola da Bayer, Daniela Barros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Daniela, a pesquisa é apenas o início do trabalho para dar mais visibilidade e voz às mulheres do campo. &#8220;A gente vai analisar esses achados e certamente vamos ter mais ações e vamos melhorar as que já fazemos&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa destaca também a importância de redes femininas para conectar histórias, inspirar ideias e impulsionar novos projetos. A diretora do negócio de carbono da Bayer para a América Latina, Marina Menin, reforça, por experiência própria, a relevância de ter referências femininas durante a trajetória. &#8220;Claro que, ao longo da minha jornada, eu tive o apoio de muitos homens. Tudo faz parte de um trabalho colaborativo. Não é sobre gênero necessariamente, é sobre você entender o ser humano e potencializar aquilo que ele tem de melhor&#8221;, completou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/thumbs/800x2000/whatsapp-image-2025-10-21-at-171514-yFmfj.jpeg" alt="WhatsApp Image 2025-10-21 at 17.15.14"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Raphaela Ribeiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias Agrícolas</p>



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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br></strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/o-poder-feminino-no-campo-pesquisa-inedita-da-bayer-destaca-contribuicao-das-mulheres-para-o-agro/">O poder feminino no campo: Pesquisa inédita da Bayer destaca contribuição das mulheres para o agro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>2º Fórum Bioinsumos no Agro reúne especialistas para evidenciar potencial do mercado no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 12:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoridades, lideranças, executivos e pesquisadores vão tratar, nesta quinta-feira (09), sobre regulamentação, temas para o desenvolvimento sustentável e modelos de negócio, gestão e marketing. O agronegócio estará reunido nesta quinta-feira, dia 9 de outubro, no Auditório da Ocesp, em São Paulo, para acompanhar as discussões mais importantes relacionados à cadeia dos bioinsumos com o objetivo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Autoridades, lideranças, executivos e pesquisadores vão tratar, nesta quinta-feira (09), sobre regulamentação, temas para o desenvolvimento sustentável e modelos de negócio, gestão e marketing.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O agronegócio estará reunido nesta quinta-feira, dia 9 de outubro, no Auditório da Ocesp, em São Paulo, para acompanhar as discussões mais importantes relacionados à cadeia dos bioinsumos com o objetivo de fortalecer e difundir o setor no país. O&nbsp;2º Fórum Bioinsumos no Agro é uma promoção da Embrapa, Sistema Ocesp e Sociedade Rural Brasileira (SRB), organizado pela Araiby. Para se inscrever gratuitamente, acesse clicando&nbsp;<a href="https://forumbioinsumosnoagro.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação terá início às 13h45, com a solenidade de abertura, que terá os pronunciamentos de Guilherme Piai, secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Silvia Massruhá, presidente da Embrapa, Jacyr Costa, presidente do Conselho Consultivo do Fórum e do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Cosag/Fiesp), Sergio Bortolozzo, presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Edivaldo Del Grande, presidente da Ocesp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, o painel “Prioridades para o desenvolvimento sustentável” debaterá a importância e a valorização dos bioinsumos para o desenvolvimento sustentável no agro, as linhas de pesquisa neste segmento que estão sendo realizadas no país e perspectivas de novos estudos na área. Moderado por João Adrien, vice-presidente da SRB, o painel terá a participação confirmada de Eduardo Bastos, diretor do Instituto de Estudo do Agronegócio (IEAg) da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Guilherme Bastos, coordenador da FGVAgro, e Rodrigo Mendes, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Francisco Matturro, presidente executivo da Rede ILPF e diretor da ABAG, moderará o painel “Modelos de Negócios, Gestão e Marketing”, que trará assuntos como a importância do cooperativismo para a área de bioinsumos, a formação e qualificação de mão de obra no setor e como construir valor para os bioinsumos no mercado através da comunicação e marketing. Participam do painel Matheus Kfouri Marino, presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus, Marco Vinholi, diretor do Sebrae-SP, o jornalista José Luiz Tejon e Camila Macedo Soares, sócia-diretora da Biomarketing.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a mesa redonda “Regulamentação – Questões relevantes e perspectivas sobre a Lei dos Bioinsumos”, a ser moderada por Roberto Betancourt, vice-presidente da Fiesp, estarão como debatedores Carlos Goulart, secretário do Ministério da Agricultura e Abastecimento (MAPA), Artur Soares, diretor de Assuntos Regulatórios da Associação Brasileira de Indústrias de Bioinsumos (ABINBIO), Roberto Levrero, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (ABISOLO), Eduardo Martins, presidente do Grupo Associado de Agricultura Sustentável (GAAS), Amália Borsari, diretora de Bioinsumos da CropLife Brasil (CLB) e Lídia Cristina Jorge dos Santos, consultora Jurídica do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (SINDIVEG).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;2º Fórum Bioinsumos no Agro&nbsp;terá ainda as considerações do Roberto Rodrigues, professor Emérito da Fundação Getúlio Vargas e Envoy do Agro Brasileiro na COP 30, antes do encerramento, que terá os pronunciamentos de Alberto Amorim, secretário-executivo da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e de Roberto Betancourt (Fiesp).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e de entidades relevantes do agro como, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Associação Brasileira de Indústrias de Bioinsumos (ABINBIO), Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (ABISOLO), CropLife Brasil (CLB), Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Sebrae-SP, Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (SINDIVEG), entre outras, o&nbsp;2º Fórum Bioinsumos no Agro&nbsp;tem o patrocínio da OCESP, ABINBIO, Faesp/Senar e Itaú BBA.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/2025.10.07-Programacao-2o-Forum-Bioinsumos-no-Agro.jpg?resize=740%2C949&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-194382"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Assessoria Araiby</em> / Foto: Alberto Greiber</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O QUE OS SONHOS REVELAM? PSICNÁLISE, FILOSOFIA E CIÊNCIA DO SONHAR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/0QiPdILM3r0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/2o-forum-bioinsumos-no-agro-reune-especialistas-para-evidenciar-potencial-do-mercado-no-pais/">2º Fórum Bioinsumos no Agro reúne especialistas para evidenciar potencial do mercado no país</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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