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	<title>agronegócio |</title>
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	<title>agronegócio |</title>
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		<title>Aberturas de mercado para o Brasil na Arábia Saudita, no Azerbaijão, em El Salvador, na Jordânia e na Etiópia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo brasileiro concluiu negociações que permitirão ao Brasil exportar novos produtos para diversos parceiros comerciais. Na Arábia Saudita, o Brasil obteve autorização para exportar nove produtos da fruticultura nacional: abacate, atemoia, goiaba, carambola, citros, gengibre, mamão, maracujá e melancia. Um dos principais mercados para o agronegócio brasileiro no Oriente Médio, a Arábia Saudita importou, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O governo brasileiro concluiu negociações que permitirão ao Brasil exportar novos produtos para diversos parceiros comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Arábia Saudita, o Brasil obteve autorização para exportar nove produtos da fruticultura nacional: abacate, atemoia, goiaba, carambola, citros, gengibre, mamão, maracujá e melancia. Um dos principais mercados para o agronegócio brasileiro no Oriente Médio, a Arábia Saudita importou, em 2025, mais de US$ 2,8 bilhões em produtos agropecuários do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em El Salvador, as autoridades locais aprovaram a exportação de maçã e, no Azerbaijão, foi autorizada a exportação de uvas. Em 2025, as exportações de produtos agropecuários do Brasil para El Salvador e para o Azerbaijão somaram, respectivamente, US$ 103 milhões e US$ 24 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Jordânia, o Brasil obteve autorização para exportar feno. O país importou, no ano passado, mais de US$ 499 milhões em produtos agropecuários brasileiros. Na Etiópia, foi autorizada a exportação de sementes de forrageiras das espécies Brachiaria spp., Panicum spp. e Setaria spp., contribuindo para diversificar a pauta exportadora do Brasil àquele país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 591 aberturas de mercado desde o início de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os avanços são fruto da atuação coordenada do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Mapa / Foto: Reprodução</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/aberturas-de-mercado-para-o-brasil-na-arabia-saudita-no-azerbaijao-em-el-salvador-na-jordania-e-na-etiopia/">Aberturas de mercado para o Brasil na Arábia Saudita, no Azerbaijão, em El Salvador, na Jordânia e na Etiópia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Nova lei reduz benefícios fiscais federais e pode aumentar custos no agronegócio a partir de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lei Complementar nº 224/2025 corta parte dos incentivos tributários e pode elevar despesas em diferentes cadeias do setor A Lei Complementar nº 224/2025, publicada no fim de 2025, determina a redução de benefícios fiscais federais e pode aumentar custos em várias cadeias do agronegócio a partir de 2026. A medida atinge tributos como PIS/Pasep, Cofins, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Lei Complementar nº 224/2025 corta parte dos incentivos tributários e pode elevar despesas em diferentes cadeias do setor</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/e12363a00741f9cc7caf23469101a4aa.png" alt="Logotipo Notícias Agrícolas"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Complementar nº 224/2025, publicada no fim de 2025, determina a redução de benefícios fiscais federais e pode aumentar custos em várias cadeias do agronegócio a partir de 2026. A medida atinge tributos como PIS/Pasep, Cofins, IPI, IRPJ, CSLL, Imposto de Importação e contribuições previdenciárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, grande parte dos insumos e produtos agropecuários conta com algum tipo de vantagem tributária, como isenção, alíquota zero, suspensão ou crédito presumido de PIS e Cofins. Com a nova lei, esses benefícios serão reduzidos em 10%, passando a valer 90% do que representam atualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o advogado Túlio Vivian Antunes Campos, do escritório Duarte Garcia, Serra Netto e Terra, a mudança terá impacto econômico relevante sobre as operações com insumos e produtos agropecuários. Ele explica que a maioria desses itens está atualmente sujeita a regimes favorecidos de PIS e Cofins e que, a partir de 1º de abril de 2026, a redução dos benefícios fiscais aumentará imediatamente a carga tributária do setor. “A intensidade do impacto variará conforme o enquadramento fiscal de cada contribuinte, se está no regime cumulativo ou não cumulativo, além da posição na cadeia produtiva e do tipo de benefício utilizado”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mudanças entram em vigor de forma escalonada. As alterações relativas ao IRPJ e ao Imposto de Importação passaram a valer em janeiro de 2026. Já a redução linear aplicada a PIS, Cofins, CSLL, IPI e contribuições previdenciárias começa a produzir efeitos em 1º de abril de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos que mais preocupam, segundo o advogado, é a vedação ao aproveitamento de créditos do adicional de PIS e Cofins nas etapas seguintes da cadeia. Para ele, essa regra pode gerar um efeito acumulativo de tributação. “A vedação afronta os princípios da neutralidade e da não cumulatividade e cria um efeito cascata que pode pressionar o preço final dos alimentos”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei prevê que itens da cesta básica listados na legislação da reforma tributária não estarão sujeitos ao adicional de 10%, incluindo carnes, pães e derivados já processados. No entanto, produtos in natura e grãos recém-colhidos não estão expressamente incluídos nessa exceção. Na avaliação de Campos, isso pode elevar custos ao longo de praticamente toda a cadeia produtiva, do produtor rural ao varejo, com exceção da venda final ao consumidor pessoa física.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No campo jurídico, a norma já é questionada no Supremo Tribunal Federal. A Confederação Nacional da Indústria ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 7.920, sob relatoria do ministro André Mendonça. De acordo com o advogado, há argumentos de que a redução de benefícios concedidos por prazo determinado pode violar o direito adquirido e o princípio da segurança jurídica. Ele também menciona possíveis questionamentos relacionados à não cumulatividade e à imunidade das receitas de exportação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do impacto tributário, o setor financeiro também avalia os efeitos da nova regra. Para David Télio, advisor do Conacredi, bancos e gestoras já estão elaborando cenários sobre os impactos das reduções de incentivos fiscais na concessão de crédito e na capacidade de pagamento do produtor rural. “O produtor poderá arcar com uma carga maior de impostos na sua gestão fiscal, pagar insumos mais caros com o imposto incluído nos custos e ainda ter impacto na venda da sua produção”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Télio, o possível aumento de custos tende a influenciar a demanda por crédito de custeio e capital de giro ao longo de 2026. “O produtor deverá repensar a contratação do crédito via Plano Safra e também será impactado nas operações com juros livres e no mercado de capitais”, afirma. Ele avalia ainda que, a médio prazo, pode haver aumento nos preços dos alimentos, já que os custos adicionais tendem a ser repassados ao longo da cadeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à possibilidade de ajustes nas linhas de financiamento para compensar eventuais perdas de margem, a avaliação é cautelosa. “Muito provavelmente não haverá espaço para redução de spreads”, diz Télio. Segundo ele, bancos, cooperativas de crédito e o mercado de capitais ainda enfrentam perdas relacionadas ao aumento da inadimplência desde 2023. “O nível de provisões não permitirá redução do custo do crédito e pode haver aumento nas restrições, considerando a possível redução da capacidade de pagamento do produtor”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das preocupações no curto prazo, a própria legislação prevê a transição para o novo modelo da reforma tributária do consumo. A partir de 2027, PIS e Cofins serão substituídos pela Contribuição sobre Bens e Serviços, com previsão de alíquota zero para itens da cesta básica e redução de 60% da alíquota para produtos agropecuários em geral, além de direito amplo a crédito ao longo da cadeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até lá, o setor deverá atravessar um período de adaptação e incertezas ao longo de 2026, com reflexos potenciais sobre custos, crédito e preços ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Priscila Alves</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias Agrícolas </p>



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<iframe title="O USO CORRETO DO MARKETING NAS ELEIÇOES 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/fJQPzfhjQk4?start=4&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Normas e Regulamentos Redefinem a Competitividade do Agronegócio na África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento “Além das Tarifas: como normas e regulamentos moldam a competitividade do agronegócio” reuniu cerca de 100 formuladores de políticas públicas, reguladores, organismos de normalização, empresas do agronegócio, organizações internacionais e parceiros de desenvolvimento da África Oriental e Austral, com o objetivo de debater como normas e regulamentos técnicos influenciam a competitividade do comércio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O evento “Além das Tarifas: como normas e regulamentos moldam a competitividade do agronegócio” reuniu cerca de 100 formuladores de políticas públicas, reguladores, organismos de normalização, empresas do agronegócio, organizações internacionais e parceiros de desenvolvimento da África Oriental e Austral, com o objetivo de debater como normas e regulamentos técnicos influenciam a competitividade do comércio agrícola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro também apresentou ferramentas práticas oferecidas pela OMC e por organizações parceiras — como a Plataforma ePing SPS &amp; TBT, o Standards and Trade Development Facility (STDF), o Global Trade Helpdesk e o Standards Map — destinadas a apoiar agricultores e empresas da região a navegar pelo, por vezes, complexo universo das normas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em mensagem de abertura enviada por vídeo ao evento, a Diretora-Geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, afirmou que, embora as tarifas tenham voltado a ganhar destaque no comércio global, “em muitos casos, provavelmente na maioria deles, são as normas e os regulamentos que determinam, ainda mais do que as tarifas, o que chega ou não aos consumidores”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Normas de saúde e segurança. Regulamentos técnicos. Certificação e garantia de qualidade. Esses elementos decidem cada vez mais quem consegue competir e quem fica para trás. E, para muitas micro, pequenas e médias empresas de países em desenvolvimento, atender a requisitos em constante evolução pode significar a diferença entre o sucesso nas exportações e a perda repentina de um mercado”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua conferência principal, o secretário de Gabinete do Ministério de Investimentos, Comércio e Indústria do Quênia, Lee Kinyanjui, afirmou: “Devemos tratar as normas e as medidas técnicas não como obstáculos, mas como instrumentos estratégicos para competitividade, agregação de valor e expansão de mercados. Como região, portanto, nossa tarefa é harmonizar essas medidas, fortalecer nossa capacidade comercial e garantir que nossos produtores, especialmente as PMEs, estejam preparados para atendê-las”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Garantir que nossos agricultores, exportadores e reguladores sejam capazes de antecipar e se adaptar a novos requisitos é essencial para salvaguardar o acesso aos mercados e fortalecer nossa integração às cadeias globais de valor”, prosseguiu o secretário. “É por isso que o trabalho realizado pelas organizações aqui representadas é tão importante.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento marcou o lançamento de um novo projeto financiado pelo STDF no Quênia, Namíbia, África do Sul, Tanzânia e Uganda, com o objetivo de ampliar o uso da plataforma ePing, por meio de atualizações tecnológicas e de capacitação direcionada para ajudar usuários dos setores público e privado a monitorar, compreender e responder melhor às mudanças regulatórias que afetam o comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O projeto avança o compromisso assumido pelos membros da OMC em nossa 13ª Conferência Ministerial de apoiar os membros mais afetados por desafios regulatórios”, observou a Diretora-Geral em suas declarações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também ressaltou que a África “tem o que o mundo deseja: terras aráveis, produtos sustentáveis, impulsionados por uma força de trabalho jovem e dinâmica”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso trabalho conjunto é garantir que os exportadores africanos consigam atender às normas em qualquer parte do mundo e, ao mesmo tempo, contribuir para moldar essas normas como líderes nos mercados globais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um painel de líderes no dia de abertura reuniu representantes de governos, empresas, setor financeiro e parceiros internacionais de desenvolvimento para discutir como normas e regulamentos influenciam a competitividade do agronegócio e o comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das sessões do evento permitiu aos participantes analisar como normas e marcos regulatórios são elaborados e aplicados na África e globalmente, bem como seu impacto sobre a competitividade do agronegócio. Entre os temas debatidos estiveram a interação entre normas internacionais e regionais, a evolução dos requisitos no âmbito do Acordo da Área de Livre Comércio Continental Africana (AfCFTA) e das comunidades econômicas regionais africanas, além de como produtores e exportadores podem enfrentar os desafios da conformidade regulatória e competir de forma eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro painel reuniu produtores, exportadores e especialistas de setores agrícolas-chave da África Oriental — incluindo horticultura, café, chá, pecuária e pesca — para examinar como regulamentos e normas, inclusive requisitos sanitários e fitossanitários (SPS) e medidas técnicas, moldam o comércio na prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento foi coorganizado pela Fundação Gates e pelo Secretariado da Organização Mundial do Comércio (OMC), em colaboração com o Governo do Quênia, o STDF e o Centro de Comércio Internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: OMC</em> / Foto: OMC</p>



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</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://wa.me/?text=Normas%20e%20Regulamentos%20Redefinem%20a%20Competitividade%20do%20Agroneg%C3%B3cio%20na%20%C3%81frica%20https%3A%2F%2Fwww.diplomaciabusiness.com%2Fnormas-e-regulamentos-redefinem-a-competitividade-do-agronegocio-na-africa%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/normas-e-regulamentos-redefinem-a-competitividade-do-agronegocio-na-africa/">Normas e Regulamentos Redefinem a Competitividade do Agronegócio na África</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Novas aberturas de mercado fortalecem presença do agronegócio brasileiro na Índia e na Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo brasileiro concluiu novas negociações fitossanitárias com as autoridades da Índia e da Rússia, abrindo importantes oportunidades para a exportação de nozes de macadâmia, feijão comum e feijão-fradinho. Na Índia, as autoridades fitossanitárias autorizaram a importação de nozes de macadâmia brasileiras. Com mais de 1,4 bilhão de habitantes, o país é um dos maiores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O governo brasileiro concluiu novas negociações fitossanitárias com as autoridades da Índia e da Rússia, abrindo importantes oportunidades para a exportação de nozes de macadâmia, feijão comum e feijão-fradinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Índia, as autoridades fitossanitárias autorizaram a importação de nozes de macadâmia brasileiras. Com mais de 1,4 bilhão de habitantes, o país é um dos maiores e mais dinâmicos mercados consumidores de alimentos do mundo. Em 2024, adquiriu mais de US$ 3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para itens dos complexos sucroalcooleiro e soja, além de fibras e produtos têxteis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na Rússia, o Brasil obteve autorização para exportar feijão comum e feijão-fradinho. Com cerca de 144 milhões de habitantes, o país é tradicional importador de leguminosas para suprir sua demanda interna, sobretudo no inverno e em períodos de menor oferta doméstica. No último ano, comprou mais de US$ 1 bilhão em bens agropecuários brasileiros, especialmente produtos do complexo soja, carnes e café. As novas aberturas permitirão ao Brasil — hoje o terceiro maior produtor mundial de feijões — ampliar sua presença no mercado internacional, diversificar destinos e gerar mais oportunidades de negócios para estados produtores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 499 aberturas de mercado desde o início de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados são fruto da atuação conjunta do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Ministério das Relações Exteriores do Brasil</em> / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="VOCÊ NÃO ESCOLHE O QUE VOCÊ NÃO COMPREENDE: A VERDADE INSCONSCIENTE POR TRÁS DE QUEM VOCÊ AMA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/C6-o8QkJJSo?start=384&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/novas-aberturas-de-mercado-fortalecem-presenca-do-agronegocio-brasileiro-na-india-e-na-russia/">Novas aberturas de mercado fortalecem presença do agronegócio brasileiro na Índia e na Rússia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Agronegócio bate novo recorde de emprego e contrata 28,2 milhões de pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro alcançou um novo recorde de empregabilidade no segundo trimestre de 2025, empregando um total de 28,2 milhões de pessoas. O número representa um avanço de 0,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, incorporando aproximadamente 244 mil novos trabalhadores ao setor, conforme indicam dados recentes de pesquisas realizadas pelo Centro de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O agronegócio brasileiro alcançou um novo recorde de empregabilidade no segundo trimestre de 2025, empregando um total de 28,2 milhões de pessoas. O número representa um avanço de 0,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, incorporando aproximadamente 244 mil novos trabalhadores ao setor, conforme indicam dados recentes de pesquisas realizadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o maior índice da série histórica Cepea/CNA, iniciada em 2012. Com o crescimento, a participação do agronegócio no total de ocupações do Brasil atingiu 26% no segundo trimestre de 2025. No mercado de trabalho nacional, a alta foi de 2,3% na mesma comparação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Crescimento puxado por serviços e indústria</h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados do Cepea, o avanço no número de pessoas trabalhando no agronegócio foi impulsionado principalmente pelo maior contingente ocupado nos segmentos de insumos, com crescimento de 7,4%, na agroindústria, com alta de 2,1%, e nos agrosserviços, que registraram expansão de 3,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que o crescimento percentual de insumos tenha sido mais intenso, os pesquisadores do Cepea/CNA destacam a elevação verificada nos agrosserviços, que agregou pouco mais de 325 mil trabalhadores, alcançando um total de 10,5 milhões de pessoas empregadas, também um recorde para o segmento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os pesquisadores, o cenário reflete tanto o contexto econômico do País quanto a crescente importância do setor para a economia brasileira. A expansão das ocupações em agrosserviços está diretamente ligada à recuperação das atividades agroindustriais e ao bom desempenho da agropecuária, que prevê safras recordes e manutenção de altos volumes de abate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraste com os demais segmentos, o número de pessoas atuando no segmento primário (produção agropecuária) apresentou uma queda de 2,6% no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: O Presente Rural</em> / Fotos: Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ENTENDENDO OS DESAFIOS SEXUAIS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/OC53B-hrJ74?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Brasil lidera exportações mundiais de commodities do agronegócio e tem potencial de expansão em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 12:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil alcançou um marco histórico ao se tornar líder mundial nas exportações de commodities do agronegócio, segundo estudo recente da Insper Agro Global. O país superou os Estados Unidos, seu principal concorrente nessa categoria, e atingiu US$ 137,7 bilhões em exportações no ano passado, US$ 14,4 bilhões a mais do que o total exportado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Brasil alcançou um marco histórico ao se tornar líder mundial nas exportações de commodities do agronegócio, segundo estudo recente da Insper Agro Global. O país superou os Estados Unidos, seu principal concorrente nessa categoria, e atingiu US$ 137,7 bilhões em exportações no ano passado, US$ 14,4 bilhões a mais do que o total exportado pelos norte-americanos no setor. A análise do instituto considera apenas países e a classificação de commodities agropecuárias e agroindustriais usada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. O especialista em comércio exterior e diretor da Tek Trade, Sandro Marin, atribui o avanço das exportações brasileiras do agro às recentes safras de grãos recordes e à guerra comercial entre EUA e China, que impulsionaram o Brasil como principal fornecedor de produtos agropecuários para os chineses.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Credito-Freepik-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-177007"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil é referência global em exportações do agronegócio e vem aumentando ano a ano a produtividade por hectare, o que permite a expansão desse mercado internacional. Hoje, o país já é o maior exportador global de soja, por exemplo, e está em posição vantajosa no comércio com a China, sendo o seu principal fornecedor de produtos agropecuários, o que pode ser ampliado com as taxações impostas pelo governo dos Estados Unidos. Mesmo com a redução das exportações de soja e milho no início deste ano, o Brasil deve continuar expandindo sua presença global, especialmente com a abertura de novos mercados para o agro, como no Oriente Médio e no Sudeste Asiático”, explica Marin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), apontam que o agro brasileiro exportou US$ 11 bilhões em janeiro deste ano, o segundo maior valor da série histórica para o período. Também foram abertos 24 novos mercados para os produtos agropecuários brasileiros, com destaque para Paquistão, Bangladesh e Turquia. Esse aumento é atribuído a alta nas cotações de produtos como café, celulose, carnes, suco de laranja e cacau. Além disso, setores como carnes, produtos florestais, café, complexo soja, complexo sucroalcooleiro e cereais, farinhas e preparações superaram US$ 1 bilhão em exportações no primeiro mês do ano.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Credito-Freepik.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-177009"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Para Sandro Marin, as tendências internacionais estão favoráveis às exportações do agro brasileiras, mas é necessário adotar medidas para minimizar impactos das oscilações cambiais, barreiras comerciais e mudanças climáticas. “O agronegócio brasileiro tem uma posição consolidada no cenário global, mas manter essa liderança exige visão estratégica e investimentos contínuos. A competitividade do setor depende não apenas de safras robustas e do crescimento da demanda internacional, mas também da nossa capacidade de diversificar mercados, reforçar a infraestrutura logística e agregar valor aos produtos, já que nas exportações totais do agro continuamos atrás dos Estados Unidos justamente por conta dos produtos com maior valor agregado. O Brasil tem potencial para expandir ainda mais sua presença internacional, desde que adote um planejamento de longo prazo alinhado às tendências globais e às exigências dos novos consumidores”, completa o especialista e diretor da Tek Trade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Assessoria Tek Trade</em>/ Fotos: Freepik</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TDAH - TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE: DO DIAGNÓTICO À INTERVENÇÃO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YOuY2pe3d1A?start=1331&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-lidera-exportacoes-mundiais-de-commodities-do-agronegocio-e-tem-potencial-de-expansao-em-2025/">Brasil lidera exportações mundiais de commodities do agronegócio e tem potencial de expansão em 2025</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Soja e carnes lideram aumento das exportações do agronegócio brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 12:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[carnes]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgou os dados das exportações do agronegócio em fevereiro, totalizando US$ 11,2 bilhões, aumento de 2,2% em relação ao mês de janeiro, e 2,7% inferior a fevereiro de 2024. Principais destaques Com o andamento da colheita no Mato Grosso, a exportação de soja cresceu em fevereiro em relação a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgou os dados das exportações do agronegócio em fevereiro, totalizando US$ 11,2 bilhões, aumento de 2,2% em relação ao mês de janeiro, e 2,7% inferior a fevereiro de 2024.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Captura-de-tela-2025-03-24-114927.jpg?resize=681%2C455&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-176233"/></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading">Principais destaques</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com o andamento da colheita no Mato Grosso, a exportação de soja cresceu em fevereiro em relação a janeiro, alcançando o volume de 6,4 milhões de toneladas, aumento de 501% frente a janeiro de 2025, mas ainda 3% menor que fevereiro de 2024. Os preços foram 10% menores do que em 2024 na mesma comparação, a US$ 398,2/t.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os derivados também foram mais exportados neste mês. O óleo de soja apresentou um aumento de 252% nas exportações, associado à decisão do governo de manutenção do B14. O volume enviado foi de 112 mil toneladas, vendidas a US$ 1.008,8/t, valor 3% menor que fevereiro de 2024. Para o farelo de soja, o volume enviado foi de 1,7 milhões de toneladas, 8,4% maior que em fevereiro de 2024, a US$ 356,2/t, 23% a menos na mesma comparação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os embarques de carne bovina in natura seguiram em alta, atingindo o volume de 190 mil toneladas, 6,7% maior em relação ao mesmo mês do último ano. Os preços da tonelada&nbsp; embarcada caíram 2% frente ao último mês, mas foram 8,9% maiores que em fevereiro de 2024, com a tonelada embarcada a US$ 4.927,4/t.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação à carne de frango in natura, houve um aumento do volume em 8% em relação a fevereiro de 2024, atingindo 406 mil toneladas enquanto os preços subiram 7% na mesma comparação, mas caíram 1,5% frente a janeiro de 2025. A média da tonelada embarcada foi de US$ 1.837,7.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com fevereiro de 2024, apesar dos envios terem caído para os quatro principais importadores, houve um aumento de 273% nas exportações para o México, que foi o sexto principal destino da carne de frango, no entanto, ainda é cedo para falar que esse movimento está relacionado às tarifas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a carne suína in natura, os envios foram recordes para fevereiro, 20% superiores ao ano passado e atingiram 101 mil toneladas, impulsionados pela demanda das Filipinas, que dobrou os embarques e adquiriu 20% do total embarcado pelo Brasil. O preço médio também aumentou 2,2% frente a janeiro de 2025 e subiu 11% com relação a fevereiro de 2024, para US$ 2.506,2/t.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com relação aos embarques de milho, houve um aumento na demanda iraniana,&nbsp; que triplicou, importando 40% do total. Ao todo os envios somaram 1,4 milhão de toneladas em fevereiro, ainda 16% menor com relação ao último ano, já os preços ficaram em US$ 225/t, estável na mesma comparação, mas 3,4% maiores que em janeiro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a safra chegando no fim, os embarques do setor sucroenergético também diminuíram. A quantidade exportada de etanol caiu 72% com relação ao ultimo ano, para 41 mil m3, com preços em alta de 19%, para US$ 599,9/m3. Os envios de açúcar VHP também caíram, 41%, com a exportação de 1,5 milhão de toneladas, a US$ 455,6/t, 12% menor que no último ano. Para o açúcar refinado na mesma comparação foram embarcadas 317 mil t, queda de 27%, a USD/t 512,2,14% a menos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exportações destinadas ao México</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No ano de 2024, dentre os produtos do agronegócio, o Brasil exportou para o México USD 2,92 bi, o que representou 1,78% do total, um número relativamente baixo, enquanto a China foi responsável por 30% da receita e os Estados Unidos 7,3%, o 2° principal destino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O restante das exportações é mais pulverizado, sendo que o 3° maior destino é a Holanda com 3,3%, assim, todos os outros países que são parceiros comerciais do Brasil possuem um share reduzido. Porém, a relevância do México tem crescido, sendo que em termos de receita o país representava 0,56% das exportações do agronegócio brasileiro em 2014, e em 2024 representou 1,78%, aumento de 218%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve um aumento expressivo dos envios do setor de carnes para o México no ano passado, sendo que as exportações de carne bovina in natura tiveram um aumento de 802,9% ante 2023, somando 46 mil toneladas. Os envios de carne de frango, subiram 23,3%, para 211 mil toneladas e a carne suína in natura, cresceu 51%, para 43 mil toneladas. Apesar do México ainda comprar pouco relativamente do Brasil, os envios das carnes podem seguir crescendo diante das tarifas impostas pelos Estados Unidos, que são um dos principais fornecedores desses produtos para o país da América Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro produto que apresentou um aumento considerável foi o café verde, onde houve um crescimento de 51% nas importações do México, para 76 mil toneladas, ao mesmo tempo em que os Estados Unidos também são um player importante para o Brasil neste mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dado que os americanos são importantes fornecedores de produtos agrícolas para o México e a participação mexicana entre os destinos das exportações brasileiras é relativamente baixa, em caso de escalada tarifária, pode haver oportunidades para as exportações para o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Consultoria Agro Itáu BBA</em> / Fotos: Claudio Neves</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PORNOGRAFIA : MOCINHA OU VILÃ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/EeeKhcI8jac?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/soja-e-carnes-lideram-aumento-das-exportacoes-do-agronegocio-brasileiro/">Soja e carnes lideram aumento das exportações do agronegócio brasileiro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Agronegócio lança marca para fortalecer reputação do setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 11:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agro do Brasil busca consolidar imagem do setor no mercado nacional e internacional.&#160; O Agronegócio, setor que deve faturar quase 1,3 trilhão, lançará uma marca para ajudar a fortalecer sua reputação. O projeto Marca Agro do Brasil conta com o apoio de entidades do setor e autoridades e tem como objetivo aproximar a cidade do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Agro do Brasil busca consolidar imagem do setor no mercado nacional e internacional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Agronegócio, setor que deve faturar quase 1,3 trilhão, lançará uma marca para ajudar a fortalecer sua reputação. O projeto Marca Agro do Brasil conta com o apoio de entidades do setor e autoridades e tem como objetivo aproximar a cidade do campo, despertando a admiração dos brasileiros pelo agro brasileiro.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/12/lavoura-com-maquin%C3%A1rio-foto-divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-165337"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O agronegócio brasileiro se prepara para dar um passo estratégico para melhorar e consolidar sua imagem no mercado nacional e internacional com o lançamento da marca “Agro do Brasil”. Com o apoio de autoridades, entidades e associações, e a Associação Brasileira de Marketing Rural e Agrícola (ABMRA) como mentora, o projeto tem como ponto de partida a pesquisa “Percepções sobre o Agro: O que pensa o Brasileiro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o estudo, que entrevistou 4.215 pessoas seguindo a amostragem do IBGE, sete a cada 10 brasileiros têm uma posição positiva e estão solícitos a ouvir as histórias do setor, que aparece entre os mais apreciados pela população. No entanto, 30% se dizem propensos a boicotar o Agro, e destes, 51% são jovens com idades entre 15 e 29 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante uma apresentação magna do projeto realizada em São Paulo, no primeiro semestre de 2024, o ex-ministro da agricultura, Roberto Rodrigues, declarou estar admirado com a iniciativa que reúne tantas pessoas em prol do reconhecimento do setor agropecuário: “Eu estou encantado com o projeto. Eu estou há muitos anos engajado nessa luta da comunicação do Agro e percebo claramente que faltava uma iniciativa como essa, que unisse o setor todo na causa. Nós precisamos amar, respeitar e admirar o agro. Porque é a admiração que traz o orgulho. O Agro vai fazer o Brasil campeão mundial na segurança alimentar, que trará paz. E eu sonho com o momento em que nós levantaremos essa taça de campeões mundiais no combate à fome e na conquista da paz”, menciona Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A marca “Agro do Brasil” pretende ir além de destacar o agronegócio como o responsável por alimentar o Brasil e uma grande população ao redor do mundo. O objetivo é ampliar o entendimento sobre o setor, evidenciando também seu papel como um robusto mercado consumidor, repleto de oportunidades para negócios e inovação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2021/08/tressafrasmaquinapalhada.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-79778"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente do sistema Faesp/Senar-SP, Tirso Meirelles, o projeto Marca Agro do Brasil simboliza uma evolução na representação do agronegócio tal como ele é. “Essa iniciativa é essencial para a construção de uma imagem do Agro mais próxima da realidade. A falta de informação, assim como a inexistência de uma política de Estado para o setor agropecuário, enfraquece o campo e as cadeias produtivas. Esse é um momento de união de esforços para que o Agro assuma seu lugar de direito, como motor da economia nacional e derrube os mitos construídos ao longo de décadas”, destaca Meirelles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conquista da confiança e da simpatia tanto da população urbana quanto rural é um dos pilares do movimento. “O Agro não é apenas produção; é mercado, tecnologia, sustentabilidade e uma força econômica que atinge diretamente a vida de todos os brasileiros. Queremos aproximar a cidade do campo e mostrar que o Agro é de todos e para todos”, ressalta o presidente da ABMRA, Ricardo Nicodemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que produção de alimentos, com a força de um setor que alimenta uma boa parte do mundo e gera empregos para milhões de brasileiros, a marca “Agro do Brasil” chega como um símbolo de orgulho e oportunidade, conectando o Agro brasileiro ao futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aumentar o impacto de todas as ações e a efetividade dos resultados, o projeto atuará norteado em três pilares essenciais. O primeiro é a Consistência, com foco na produção de conteúdos baseados em ciência e em informações sérias extraídas de fontes oficiais. A Frequência direcionará para ações e mensagens contínuas, convivendo no dia a dia da população de forma perene. E a Sequência, com informações transmitidas de forma gradual e em evolução, para que haja melhor compreensão pelos diversos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/plantio-soja-foto-Aiba-4.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/plantio-soja-foto-Aiba-4.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/plantio-soja-foto-Aiba-4.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/plantio-soja-foto-Aiba-4.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/plantio-soja-foto-Aiba-4.jpg?resize=600%2C338&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/plantio-soja-foto-Aiba-4.jpg?w=1400&amp;ssl=1 1400w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-133494">Foto: Divulgação/Aiba</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion, o projeto Marca Agro do Brasil ajudará a combater as narrativas inverídicas contadas sobre o setor, que atrapalham seu desenvolvimento como um todo. “A grande dificuldade que nós, que trabalhamos com o Agro, temos no dia a dia é a comunicação. Eu passo o dia todo combatendo inverdades acerca do nosso setor. Infelizmente, nós precisamos sempre jogar na defensiva, ficar nos explicando. Então, nós precisamos incutir isso na nossa sociedade da forma mais natural possível. Precisamos falar sobre o desenvolvimento social e das grandes fronteiras agrícolas, como o Agro está presente na vida de cada brasileiro”, ressalta Lupion.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Apoio de peso para um movimento robusto</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com a expectativa de fechar o Valor Bruto da Produção agropecuária (VPB) em quase R$1,3 trilhão em 2024, segundo levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o agronegócio brasileiro é fundamental para a economia e o bem-estar do país. A união das entidades do setor em torno do projeto reforça a seriedade e a importância do projeto “Marca Agro do Brasil”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O apoio de autoridades e especialistas do segmento agrega ainda mais credibilidade à iniciativa, que visa construir uma reputação consistente e duradoura para o Agro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2022/11/plantio-de-soja-foto-Alessandro-Vieira.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2022/11/plantio-de-soja-foto-Alessandro-Vieira.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2022/11/plantio-de-soja-foto-Alessandro-Vieira.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2022/11/plantio-de-soja-foto-Alessandro-Vieira.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2022/11/plantio-de-soja-foto-Alessandro-Vieira.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2022/11/plantio-de-soja-foto-Alessandro-Vieira.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-105928">Foto: Alessandro Vieira</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, ressalta a dificuldade latente da comunicação para a construção de credibilidade em um contexto de grande crescimento do setor nos últimos cinquenta anos, quando o Brasil deixou a condição de importador para exportador de alimentos. “O Agro teve um crescimento muito grande nos últimos cinquenta anos. Entretanto, a questão da comunicação ainda é um desafio, porque muitas vezes nós nos comunicamos apenas internamente, com os produtores. É essencial que o Agro melhore a sua comunicação, especialmente com o meio urbano. Nós precisamos mostrar para a sociedade todo o impacto do setor, seja ele ambiental, social ou econômico. Por isso, é muito interessante ver a união desta iniciativa, que junta os setores público e privado, porque ninguém faz nada sozinho”, explica a presidente da Embrapa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Site que apresenta o projeto para as lideranças e para patrocinadores</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas empresas e associações têm procurado a ABMRA a fim de apoiarem e patrocinarem o projeto “Marca Agro do Brasil”. Há, inclusive, várias negociações de patrocínio em estágio bem avançado. No entanto, notou-se que há muitas pessoas que atuam no Agro e entidades que ainda não conhecem em detalhes o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por essa razão, foi desenvolvido um&nbsp;<a href="https://marcaagrodobrasil.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a>&nbsp;bem completo que mostra o quão estruturada a iniciativa é, apresentando suas bases, disponibilizando o relatório da pesquisa “Percepções Sobre o Agro: O Que Pensa o Brasileiro” e o plano comercial com o detalhamento das entregas do projeto para os patrocinadores. Clique&nbsp;<a href="https://marcaagrodobrasil.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>&nbsp;para acessar o site.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Assessoria ABMRA</em> /Foto: Divulgação/Arquivo OPR</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DESENVOLVIMENTO DE IPIRÁ: COMO OS JOVENS PODEM CONTRIBUIR PARA ESSE DESENVOLVIMENTO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/6Ew-VUjxpIg?start=1938&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/agronegocio-lanca-marca-para-fortalecer-reputacao-do-setor/">Agronegócio lança marca para fortalecer reputação do setor</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Como a transformação digital está redefinindo o futuro do agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 11:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apoia em todo o processo, desde a produção de insumos até a comercialização da produção. Fotos: Divulgação/Arquivo OPR O agronegócio é um dos principais pilares da economia mundial. Demonstrando sua relevância, só no Brasil, em 2023, o setor correspondeu a 23,8% do PIB do país, de acordo com dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Apoia em todo o processo, desde a produção de insumos até a comercialização da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="169" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2.jpg?w=413&amp;ssl=1 413w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-163512">Fotos: Divulgação/Arquivo OPR</p>



<p class="wp-block-paragraph">O agronegócio é um dos principais pilares da economia mundial. Demonstrando sua relevância, só no Brasil, em 2023, o setor correspondeu a 23,8% do PIB do país, de acordo com dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Um dos grandes aliados para esse desempenho, é o uso da tecnologia, que apoia em todo o processo, desde a produção de insumos até a comercialização da produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segmento já utiliza inovações como a Internet das Coisas (IoT), Big Data, automação, machine learning e Inteligência Artificial, demonstrando assim como os demais setores, que o agronegócio também sente os impactos da transformação digital e precisa se adaptar às novas tendências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais temos visto a aplicação de tecnologias que antes eram destinadas para grandes empresas do setor, sendo aplicadas de forma crescente no campo e na agroindústria, com o intuito não apenas de apoiar na maior eficiência, mas também aprimorar a adoção de práticas sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A utilização dos recursos tecnológicos também ganha força, considerando o fato de que cada vertical dentro do segmento, possui suas especificidades e regulamentações que precisam ser atendidas. Desta forma, a tecnologia torna-se uma grande aliada na execução de tarefas, bem como no cumprimento das obrigatoriedades previstas para o setor.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/SKYFLD-CESB-foto-divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-163513"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Além do aspecto operacional, o uso da tecnologia também pode ser estratégico para auxiliar o segmento a superar outros desafios, como por exemplo, garantir a segurança alimentar do planeta. Trata-se de uma missão desafiadora, tendo em vista que até 2050, segundo as projeções da ONU, o mundo deve atingir a marca de 9,7 bilhões de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto ganha destaque nessa jornada: unir tecnologia, inovação e gestão. Como citado anteriormente, cada frente do setor possui suas particularidades e a medida que os desafios do segmento aumentam é primordial buscar por estratégias que ajudem a obter diferenciais competitivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente neste ponto, que se destaca a importância de uma plataforma de gestão integrada. Ou seja, mais do que produzir em larga escala, o agronegócio precisa observar as frequentes transformações, buscar sempre por uma melhor eficiência operacional, atender as&nbsp; demandas e estar em conformidade com a legislação e órgãos regulatórios.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/dados-digitaliza%C3%A7%C3%A3o-da-agricultura.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-163514"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A melhor maneira de garantir sua completa administração é por meio da tecnologia embarcada no uso de um ERP (Enterprise Resource Planning), software que auxilia a gestão empresarial. A ferramenta torna-se uma importante aliada, agregando para a organização, uma melhor governança, estruturação de processos, controle operacional, visibilidade e controle de custos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Utilizar um sistema de gestão garante desde uma maior assertividade, mitigação de riscos, otimização de recursos e a inovação, visto que estimula a criação e implementação de ideias, baseados em dados e informações confiáveis. Além disso, o software ajuda na melhor compreensão do negócio, elimina operações manuais repetitivas e apresenta indicativos em tempo real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua utilização de uma plataforma de gestão inovadora, ganha ainda mais relevância considerando a atual era da valorização dos dados, os quais, mais do que serem coletados, precisam ser analisados e administrados em favor da geração de valor para o negócio. Vale destacar que, no ato da escolha da ferramenta, é importante investir em uma solução referência no mercado que ofereça as melhores prática de processos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/tecnologia-Vantagens-%C3%81rvores-Pasto-Foto-Juliana_Sussai-1.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="214" srcset="https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/tecnologia-Vantagens-Árvores-Pasto-Foto-Juliana_Sussai-1.jpg?resize=300%2C214&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/tecnologia-Vantagens-Árvores-Pasto-Foto-Juliana_Sussai-1.jpg?resize=768%2C548&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/tecnologia-Vantagens-Árvores-Pasto-Foto-Juliana_Sussai-1.jpg?resize=600%2C428&amp;ssl=1 600w, https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/tecnologia-Vantagens-Árvores-Pasto-Foto-Juliana_Sussai-1.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="caption-attachment-163515">Foto: Juliana Sussai</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perceber a importância deste investimento é o primeiro passo na mudança da mentalidade organizacional, ainda que o caminho nem sempre seja fácil. Afinal, esse processo impacta a cultura da empresa, que precisa se adaptar com um novo modelo de gestão. Por isso, ter a presença de uma consultoria especializada em plataformas de gestão e conhecimento de negócio, será o fator chave para indicar o caminho&nbsp; mais adequado para a empresa, observando sua estrutura atual, capacidade de absorver a mudança e observando os investimentos necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Novas tecnologias surgem a todo instante e, o grande desafio dos setores, entre eles o agronegócio, será justamente de fazer escolhas e aderir soluções irão contribuir para o seu desempenho. Mais do que entregar, o setor precisará internalizar cada vez mais uma gestão eficiente e que acompanhe o atual momento disruptivo, propondo soluções rápidas e efetivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O agro irá se manter como uma potência econômica mundial, e o uso da tecnologia continuará sendo um aliado importante na entrega de resultados e amplo desempenho. Deste modo, a missão do setor está em utilizar a inovação não apenas para a produção, mas também em favor da gestão administrativa e financeira. Para aplicar essa mudança internamente, o segmento precisa o quanto antes deixar de classificar a utilização de plataformas de gestão como um custo, e compreender que se trata de um investimento que trará retorno a curto, médio e longoprazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Por Luiz Fabiano Mendes, especialista em Logística Empresarial com atuação em tecnologia para o Agronegócio há mais de 13 anos</em> / Foto: Mapa</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="FRIGBAHIA: O MAIOR FRIGORÍFICO DA AGRICULTURA FAMILIAR DO NORDESTE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/tuzl05Xp9rI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/como-a-transformacao-digital-esta-redefinindo-o-futuro-do-agronegocio/">Como a transformação digital está redefinindo o futuro do agronegócio</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Bahia é o estado com maior potencial de crescimento do agronegócio, diz secretário da Agricultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 14:18:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wallison Tum também afirmou que o estado tem clima e recursos hídricos em abundância para crescer no setor A Bahia está se preparando para se consolidar como uma das principais fronteiras agrícolas do Brasil, com grande potencial para expandir sua produção de grãos e se tornar relevante no cenário nacional. A afirmação é do secretário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Wallison Tum também afirmou que o estado tem clima e recursos hídricos em abundância para crescer no setor</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bahia está se preparando para se consolidar como uma das principais fronteiras agrícolas do Brasil, com grande potencial para expandir sua produção de grãos e se tornar relevante no cenário nacional. A afirmação é do secretário de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) do estado, Wallison Tum, em entrevista à EXAME.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Tum, a Bahia é o estado brasileiro com o maior potencial de crescimento do agronegócio. “A Bahia tem clima, recursos hídricos em abundância, além de terras e áreas a serem exploradas e cultivadas”, afirmou o secretário. O objetivo do governo estadual é fazer do estado um dos maiores produtores de grãos do país, ao lado do Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os planos da gestão estadual, o destaque é a instalação de uma indústria de processamento de suco de laranja, com início das operações previsto para 2025. O projeto está alinhado com a estratégia do estado de se tornar um centro de produção de sucos, aproveitando a produção local de frutas, especialmente a laranja, que tem mostrado crescimento nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa contará com um pacote de incentivos fiscais para atrair empresas processadoras de suco de laranja, muitas das quais já compram a fruta de agricultores baianos, mas ainda processam em outros estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário também mencionou que, além do incentivo à indústria do suco de laranja, o governo está trabalhando para ampliar parcerias com entidades como a Federação de Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb) e o Sebrae Bahia, com o objetivo de qualificar e profissionalizar os produtores locais. Segundo Tum, essa é uma das principais demandas do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção de laranja na Bahia tem mostrado evolução nos últimos anos, mas ainda está distante dos números de estados como São Paulo e Minas Gerais, responsáveis por 74,6% da produção nacional. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a área destinada à colheita de laranja na Bahia atingiu 49,3 mil hectares em 2023, com a produção subindo de 573 mil toneladas em 2021 para 610 mil toneladas em 2023, um crescimento de 6,5%. No entanto, o estado ainda está longe do ‘cinturão citrícola’ que domina o mercado brasileiro de laranja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão do agronegócio baiano também inclui investimentos no setor algodoeiro, um dos mais tradicionais do estado. O governo estadual está ampliando os recursos destinados aos programas Prodeagro e Fundeagro, voltados para o desenvolvimento do setor. O Prodeagro receberá R$ 60 milhões em 2025, um aumento de 50% em relação a 2024, enquanto o Fundeagro terá R$ 28 milhões, representando um crescimento de 47% no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além desses investimentos, o governo baiano também destinou R$ 77,7 bilhões ao Plano Safra 2023/2024, com o objetivo de fortalecer a produção agrícola e pecuária do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia.ba / Foto: Divulgação/Seagri</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CONVIVÊNCIA COM A SECA, COM FOCO NA PALMA FORRAGEIRA E ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/NxQa5d98lbA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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