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	<title>Agropecuária |</title>
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	<title>Agropecuária |</title>
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		<title>Levantamento nacional quer medir impactos dos javalis na agropecuária brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa conduzida pelo Mapa reúne informações de produtores e manejadores para subsidiar ações de controle. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está conduzindo uma pesquisa nacional para mapear a presença de javalis no meio rural, iniciativa fomentada pelo Grupo de Trabalho (GT) de Javalis do Paraná. A importância do levantamento fez parte da reunião [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa conduzida pelo Mapa reúne informações de produtores e manejadores para subsidiar ações de controle.</p>



<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está conduzindo uma pesquisa nacional para mapear a presença de javalis no meio rural, iniciativa fomentada pelo Grupo de Trabalho (GT) de Javalis do Paraná. A importância do levantamento fez parte da reunião do GT, na terça-feira (10), como forma de reunir informações quantitativas e qualitativas sobre a presença do animal e os impactos no campo. A previsão é que os resultados sejam divulgados no segundo semestre deste ano.</p>



<p>Posteriormente, os dados coletados vão ajudar a dimensionar o avanço da espécie no país e na construção de propostas e pleitos voltados ao enfrentamento do problema que afeta diretamente a produção agropecuária.&nbsp;O questionário está disponível para participação de produtores rurais e manejadores autorizados até 31 de maio.</p>



<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/presidente-interino-do-Sistema-FAEP-Agide-Eduardo-Meneguette-foto-sistema-faep-e1748012245258-300x197.jpg?resize=300%2C197&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="197" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/presidente-interino-do-Sistema-FAEP-Agide-Eduardo-Meneguette-foto-sistema-faep-e1748012245258.jpg?resize=300%2C197&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/presidente-interino-do-Sistema-FAEP-Agide-Eduardo-Meneguette-foto-sistema-faep-e1748012245258.jpg?resize=600%2C395&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/05/presidente-interino-do-Sistema-FAEP-Agide-Eduardo-Meneguette-foto-sistema-faep-e1748012245258.jpg?w=760&amp;ssl=1 760w"></p>



<p id="caption-attachment-182655">Presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette: “Esse levantamento é fundamental para que possamos dimensionar o problema” – Foto: Divulgação/Sistema Faep</p>



<p>“Esse levantamento é fundamental para que possamos dimensionar o problema. Com a participação dos nossos produtores, teremos um retrato mais claro da presença dos javalis no campo e dos prejuízos causados. A partir dessas informações, será possível discutir medidas mais eficazes para o controle dessa espécie”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.</p>



<p>O Sistema Faep orienta que produtores rurais que já tenham avistado javalis em suas propriedades e/ou que tenham registrado prejuízos causados pelos animais&nbsp;<a href="https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=jrNnk-sXWEOmZVylvfrwwjc_Uo0i8gdLkmf1toNwtN1UMk9YQVkwR0lXMFAyTjdXNVhWUk03V0xVWi4u" target="_blank" rel="noreferrer noopener">respondam ao questionário.</a>&nbsp;Mesmo aqueles que não tenham tido contato direto com os animais podem contribuir divulgando a iniciativa para outros produtores que enfrentam essa situação.</p>



<p>A mobilização também inclui os manejadores autorizados que atuam no controle populacional da espécie. Caso o produtor conheça profissionais que realizam esse trabalho, a recomendação é&nbsp;<a href="https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=jrNnk-sXWEOmZVylvfrwwjc_Uo0i8gdLkmf1toNwtN1UREtLRTcxTDNTVDBGS1gyQTlOWjBaQUUyRS4u" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compartilhar o link da pesquisa</a>&nbsp;para ampliar o alcance do levantamento e fortalecer a base de informações sobre o tema.</p>



<p>“Os dados até o momento são preliminares, e o levantamento depende desses questionários complementares”, destaca a representante do Mapa, Juliane Galvani.</p>



<p id="h-pesquisa-para-produtores-rurais"><a href="https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=jrNnk-sXWEOmZVylvfrwwjc_Uo0i8gdLkmf1toNwtN1UMk9YQVkwR0lXMFAyTjdXNVhWUk03V0xVWi4u" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa para produtores rurais</a></p>



<p id="h-pesquisa-para-manejadores"><a href="https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=jrNnk-sXWEOmZVylvfrwwjc_Uo0i8gdLkmf1toNwtN1UREtLRTcxTDNTVDBGS1gyQTlOWjBaQUUyRS4u" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa para manejadores</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cartilha orienta produtores sobre riscos e controle</strong></h4>



<p>Como parte das ações de orientação aos produtores rurais, o Sistema Faep elaborou uma&nbsp;<a href="https://www.sistemafaep.org.br/javali-uma-ameaca-ao-agronegocio-paranaense/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cartilha que aborda os riscos causados pelos javalis&nbsp;</a>em diferentes áreas, incluindo impactos econômicos, ambientais e sanitários.</p>



<p>Disponibilizado gratuitamente no site da entidade, o material tem caráter orientativo e reúne informações que vão desde o histórico da presença do animal no Brasil até as normas que regulamentam o controle populacional por meio da caça.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Sistema Faep</em> / Foto: Shutterstock</p>



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<iframe title="ABERTURA DO CAMPEONATO MUNICIPAL DE IPIRÁ DE FUTEBOL 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pNieRMS0VYQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/levantamento-nacional-quer-medir-impactos-dos-javalis-na-agropecuaria-brasileira/">Levantamento nacional quer medir impactos dos javalis na agropecuária brasileira</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil e Bolívia avançam em agenda agropecuária e comercial no Mercosul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 12:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Bolívia]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunião entre os ministros Carlos Fávaro e Óscar Mario Justiniano discutiu cooperação técnica, sanidade animal e ampliação do comércio bilateral. O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, recebeu o ministro de Desenvolvimento Produtivo e Economia Plural da Bolívia, Óscar Mario Justiniano, para tratar do comércio bilateral e de temas agropecuários no âmbito do Mercosul. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reunião entre os ministros Carlos Fávaro e Óscar Mario Justiniano discutiu cooperação técnica, sanidade animal e ampliação do comércio bilateral.</p>



<p>O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, recebeu o ministro de Desenvolvimento Produtivo e Economia Plural da Bolívia, Óscar Mario Justiniano, para tratar do comércio bilateral e de temas agropecuários no âmbito do Mercosul. A reunião, realizada na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), antecedeu a 51ª Reunião Ordinária do Conselho Agropecuário do Sul (CAS).</p>



<p>O ministro Fávaro parabenizou o ministro boliviano pela presidência pro tempore do CAS e destacou o ambiente construtivo que marca as relações diplomáticas e comerciais entre os dois países. Segundo ele, o encontro também teve caráter preparatório para a próxima reunião bilateral entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Bolívia.</p>



<p>“Tratamos de temas estratégicos e de oportunidades concretas para aprofundar as relações de amizade e ampliar o comércio entre Brasil e Bolívia. Já avançamos em pautas de interesse comum que poderão ser consolidadas nos próximos dias”, afirmou.</p>



<p><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Foto-Percio-Campos-Mapa.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="182" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Foto-Percio-Campos-Mapa.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Foto-Percio-Campos-Mapa.jpg?resize=600%2C365&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Foto-Percio-Campos-Mapa.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w"></p>



<p id="caption-attachment-204646">Foto: Percio Campos/Mapa</p>



<p>Durante a reunião bilateral, a delegação boliviana manifestou interesse em firmar termo de cooperação técnica com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), voltado ao desenvolvimento de culturas estratégicas para o país. Também houve intercâmbio de informações sobre o Programa de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), política adotada pelo Brasil para assegurar renda ao produtor e estabilidade de mercado, com vistas à possível estruturação de mecanismo semelhante na Bolívia.</p>



<p>No campo sanitário, o Mapa defendeu a aplicação do princípio da regionalização em casos de influenza aviária e doença de Newcastle, em consonância com parâmetros internacionais, como instrumento para mitigar impactos comerciais decorrentes de ocorrências localizadas. Também foram discutidos o andamento dos processos de abertura de mercado para manga, cana-de-açúcar e soja brasileiras.</p>



<p>Óscar Mario Justiniano destacou o interesse em aprofundar a cooperação em biotecnologia. “Tivemos a oportunidade de conversar sobre como podemos homologar os eventos biotecnológicos no âmbito do Mercosul, trocar critérios e aprender com o Brasil nesse avanço tão rápido na produção e na produtividade agrícola. Isso é essencial, principalmente para os nossos pequenos e médios produtores, que poderão produzir mais com menos. Vamos tratar de como o Brasil avançou na ciência, com a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), na regulamentação de biotecnologias e transgênicos, algo que a Bolívia também deseja”, disse.</p>



<p>Ao final da reunião, Fávaro mencionou a próxima agenda presidencial e a preparação de instrumento de cooperação técnica. “Vamos preparar um acordo de cooperação entre a Embrapa e o instituto de pesquisa agropecuária boliviano para que, no encontro entre os presidentes, esse ato possa ser formalizado, permitindo que a Embrapa contribua com o fortalecimento da produção boliviana e, acima de tudo, para consolidar os laços de amizade e prosperidade entre brasileiros e bolivianos”, afirmou.</p>



<p>A reunião bilateral reforça o compromisso do Brasil e da Bolívia com o aprofundamento da cooperação técnica e a ampliação do comércio agropecuário, consolidando uma agenda conjunta voltada à inovação, à previsibilidade sanitária e ao fortalecimento da integração produtiva na América do Sul.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Mapa</em> / Foto: Claudio Neves</p>



<p></p>



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<iframe title="INÍCIO DOS TRABALHOS LEGISLATIVO 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/51NL4hBGyTs?start=3424&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-e-bolivia-avancam-em-agenda-agropecuaria-e-comercial-no-mercosul/">Brasil e Bolívia avançam em agenda agropecuária e comercial no Mercosul</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Bahia cresce acima da média nacional em 2025, impulsionada pela indústria e agropecuária, mas enfrenta desaceleração em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 12:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A economia da Bahia mantém desempenho superior ao da média nacional em 2025, com crescimento estimado de&#160;2,6% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB). O resultado consolida o&#160;quinto ano consecutivo de expansão econômica&#160;do estado e supera a projeção de crescimento do PIB brasileiro, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia da Bahia mantém desempenho superior ao da média nacional em 2025, com crescimento estimado de&nbsp;<strong>2,6% do Produto Interno Bruto (PIB)</strong>, segundo o Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB). O resultado consolida o&nbsp;<strong>quinto ano consecutivo de expansão econômica</strong>&nbsp;do estado e supera a projeção de crescimento do PIB brasileiro, estimada em&nbsp;<strong>2,25%</strong>. Apesar do cenário positivo, as projeções para 2026 indicam&nbsp;<strong>desaceleração</strong>, em razão de restrições macroeconômicas internas e externas.</p>



<p>A Bahia permanece como a&nbsp;<strong>sétima maior economia do Brasil</strong>, respondendo por&nbsp;<strong>29% do PIB do Nordeste</strong>&nbsp;e liderando o setor industrial da região, com&nbsp;<strong>33,4% do Valor da Transformação Industrial (VTI)</strong>&nbsp;nordestino. No comércio exterior, o estado reforçou sua posição estratégica ao concentrar&nbsp;<strong>45,2% das exportações do Nordeste no primeiro semestre de 2025</strong>, consolidando-se como o principal polo exportador regional.</p>



<p>De acordo com o superintendente da FIEB,&nbsp;<strong>Vladson Menezes</strong>, o desempenho da economia baiana se destaca por manter ritmo superior ao nacional, inclusive no setor industrial. A projeção indica crescimento de&nbsp;<strong>1,5% do PIB industrial</strong>, acompanhado de avanço expressivo do emprego industrial, que alcançou&nbsp;<strong>1,1%</strong>, o maior patamar da série histórica, impulsionado principalmente pela&nbsp;<strong>construção civil</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mercado de trabalho atinge melhor resultado histórico</h2>



<p>O mercado de trabalho acompanha a trajetória de crescimento. No&nbsp;<strong>terceiro trimestre de 2025</strong>, a taxa de desemprego na Bahia caiu para&nbsp;<strong>8,5%</strong>, o menor nível desde o início da série histórica em 2012. O resultado reflete a&nbsp;<strong>geração líquida de empregos formais</strong>, o aumento da&nbsp;<strong>massa salarial</strong>&nbsp;e a sustentação da demanda interna.</p>



<p>Apesar do desempenho positivo, a FIEB alerta para&nbsp;<strong>desafios estruturais persistentes</strong>, que limitam ganhos mais robustos de competitividade. Entre os principais entraves estão&nbsp;<strong>custos elevados de produção</strong>,&nbsp;<strong>gargalos logísticos e de infraestrutura</strong>&nbsp;e a crescente&nbsp;<strong>concorrência de produtos importados</strong>, especialmente da China, que exerce pressão direta sobre a indústria nacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agropecuária lidera crescimento setorial em 2025</h2>



<p>A análise setorial aponta a&nbsp;<strong>agropecuária</strong>&nbsp;como o principal motor do crescimento em 2025, com expansão estimada de&nbsp;<strong>8,1%</strong>, impulsionada por um&nbsp;<strong>recorde na produção de grãos</strong>, projetada para crescer&nbsp;<strong>12,3%</strong>&nbsp;no ano. O resultado reforça o peso estratégico do agronegócio na economia baiana.</p>



<p>A&nbsp;<strong>indústria</strong>&nbsp;deve crescer&nbsp;<strong>1,5%</strong>, com destaque para a&nbsp;<strong>construção civil</strong>, que tende a avançar&nbsp;<strong>3,9%</strong>, refletindo tanto a expansão da habitação de interesse social quanto investimentos públicos e privados em infraestrutura. A&nbsp;<strong>indústria de transformação</strong>&nbsp;deve registrar crescimento de&nbsp;<strong>1,1%</strong>, enquanto os&nbsp;<strong>Serviços Industriais de Utilidade Pública</strong>&nbsp;avançam&nbsp;<strong>2,6%</strong>. Em sentido oposto, a&nbsp;<strong>indústria extrativa</strong>&nbsp;enfrenta retração, influenciada pela queda na produção de magnesita, cobre e brita.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviços crescem de forma moderada sob restrições monetárias</h2>



<p>O setor de&nbsp;<strong>serviços</strong>&nbsp;segue em recuperação gradual, com crescimento estimado de&nbsp;<strong>2,0%</strong>&nbsp;em 2025. O comércio apresenta desempenho mais contido, com alta de&nbsp;<strong>0,8%</strong>, enquanto segmentos como&nbsp;<strong>transportes, comunicações e serviços às famílias</strong>&nbsp;mostram resultados mais favoráveis.</p>



<p>Esse avanço ocorre em um ambiente ainda marcado por&nbsp;<strong>política monetária restritiva</strong>, com juros elevados, fator que limita a expansão do consumo e dos investimentos produtivos. Para a FIEB, esse contexto exige atenção especial às empresas com menor capacidade de absorver custos financeiros elevados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">FIEB alerta para dificuldades de competitividade industrial</h2>



<p>O presidente da FIEB,&nbsp;<strong>Carlos Henrique Passos</strong>, destaca que o principal foco da entidade está no apoio às empresas que enfrentam dificuldades para competir. Segundo ele, a indústria continua sendo o setor com maior capacidade de&nbsp;<strong>induzir desenvolvimento econômico regional</strong>, especialmente quando novos empreendimentos se instalam no estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projeções para 2026 indicam desaceleração do crescimento</h2>



<p>Para&nbsp;<strong>2026</strong>, a expectativa é de crescimento mais moderado da economia baiana, com avanço estimado de&nbsp;<strong>1,4% do PIB estadual</strong>. A desaceleração reflete um ambiente macroeconômico mais restritivo no Brasil e no cenário internacional.</p>



<p>Ainda assim, alguns segmentos devem apresentar desempenho relativamente melhor. O&nbsp;<strong>refino de petróleo e biocombustíveis</strong>&nbsp;tende a se beneficiar do aumento da demanda regional, enquanto a&nbsp;<strong>construção civil</strong>&nbsp;deve ser impulsionada pelo programa&nbsp;<strong>Minha Casa Minha Vida</strong>&nbsp;e por grandes obras de infraestrutura na Região Metropolitana de Salvador. Também há perspectivas positivas para&nbsp;<strong>minerais não metálicos</strong>,&nbsp;<strong>máquinas e materiais elétricos</strong>&nbsp;e para o&nbsp;<strong>setor automotivo</strong>, que começa a sentir os efeitos do início das operações da&nbsp;<strong>BYD em Camaçari</strong>, com impacto positivo sobre o emprego.</p>



<p>Por outro lado, setores ligados a&nbsp;<strong>bens de consumo</strong>, como alimentos, bebidas e calçados, devem enfrentar maior pressão em razão da desaceleração da demanda interna. As&nbsp;<strong>energias renováveis</strong>&nbsp;continuam limitadas por gargalos de transmissão e pelo curtailment, enquanto a&nbsp;<strong>extração mineral</strong>&nbsp;sofre com o declínio natural da produção de petróleo e gás.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cenário nacional e internacional impõe riscos adicionais</h2>



<p>No plano nacional, o mercado de trabalho segue aquecido, com taxa de desemprego de&nbsp;<strong>5,6% em outubro de 2025</strong>, a menor desde 2012. Ainda assim, a economia brasileira apresenta sinais de perda de fôlego, com crescimento projetado de&nbsp;<strong>1,8% em 2026</strong>, segundo o Relatório Focus do Banco Central. Entre os principais riscos estão&nbsp;<strong>juros reais elevados</strong>,&nbsp;<strong>dificuldade de geração de superávits primários</strong>,&nbsp;<strong>aumento da dívida pública</strong>&nbsp;e redução dos saldos comerciais.</p>



<p>No cenário internacional, persistem&nbsp;<strong>tensões geopolíticas</strong>, disputas comerciais e políticas protecionistas. Apesar disso, o Fundo Monetário Internacional projeta crescimento de&nbsp;<strong>3,1% da economia global em 2026</strong>, com desaceleração nas economias avançadas e desempenho ainda relevante dos emergentes, mesmo com perda de fôlego da China.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crescimento resiliente, mas abaixo do potencial</h2>



<p>O desempenho da economia baiana em 2025 confirma a&nbsp;<strong>resiliência do estado diante de um ambiente econômico adverso</strong>, sustentado pela força da agropecuária, pela liderança industrial regional e pela recuperação do mercado de trabalho. O crescimento acima da média nacional reforça a relevância da Bahia no contexto econômico brasileiro.</p>



<p>Entretanto, as projeções para 2026 evidenciam&nbsp;<strong>limitações estruturais não resolvidas</strong>, como infraestrutura deficiente, elevada dependência de condições macroeconômicas nacionais e dificuldades de competitividade industrial. A desaceleração prevista indica que o crescimento atual ocorre&nbsp;<strong>abaixo do potencial histórico do estado</strong>, exigindo políticas públicas mais consistentes de longo prazo.</p>



<p>Nesse contexto, a manutenção e a ampliação de investimentos em infraestrutura, logística, energia e inovação industrial surgem como fatores decisivos para que a Bahia retome um ciclo de crescimento mais robusto quando o ambiente macroeconômico se tornar mais favorável.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Principais dados</h1>



<h2 class="wp-block-heading">Crescimento Econômico (PIB)</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>PIB da Bahia em 2025:</strong> crescimento estimado de <strong>2,6%</strong></li>



<li><strong>PIB do Brasil em 2025:</strong> crescimento projetado de <strong>2,25%</strong></li>



<li><strong>PIB da Bahia em 2026 (projeção):</strong> crescimento de <strong>1,4%</strong></li>



<li><strong>PIB do Brasil em 2026 (projeção):</strong> crescimento de <strong>1,8%</strong></li>



<li><strong>Anos consecutivos de crescimento da Bahia:</strong> <strong>5 anos</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Estrutura Econômica e Relevância Regional</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Posição no ranking nacional:</strong> <strong>7ª maior economia do Brasil</strong></li>



<li><strong>Participação no PIB do Nordeste:</strong> <strong>29%</strong></li>



<li><strong>Participação no Valor da Transformação Industrial (VTI) do Nordeste:</strong> <strong>33,4%</strong></li>



<li><strong>Liderança industrial regional:</strong> 1º lugar no Nordeste</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Comércio Exterior</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Participação da Bahia nas exportações do Nordeste (1º semestre de 2025):</strong> <strong>45,2%</strong></li>



<li><strong>Status regional:</strong> principal polo exportador do Nordeste</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Mercado de Trabalho</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Taxa de desemprego na Bahia (3º trimestre de 2025):</strong> <strong>8,5%</strong></li>



<li><strong>Menor nível desde:</strong> <strong>2012</strong></li>



<li><strong>Crescimento do emprego industrial:</strong> <strong>1,1%</strong> (recorde histórico)</li>



<li><strong>Taxa de desemprego no Brasil (outubro de 2025):</strong> <strong>5,6%</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Indústria</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Crescimento do PIB industrial da Bahia (2025):</strong> <strong>1,5%</strong></li>



<li><strong>Construção civil:</strong> crescimento de <strong>3,9%</strong></li>



<li><strong>Indústria de transformação:</strong> crescimento de <strong>1,1%</strong></li>



<li><strong>Serviços Industriais de Utilidade Pública:</strong> crescimento de <strong>2,6%</strong></li>



<li><strong>Indústria extrativa:</strong> <strong>retração</strong>, com queda em magnesita, cobre e brita</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Agropecuária</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Crescimento do setor em 2025:</strong> <strong>8,1%</strong></li>



<li><strong>Crescimento da produção de grãos:</strong> <strong>12,3%</strong></li>



<li><strong>Destaque:</strong> recorde histórico na safra</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Serviços e Comércio</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Crescimento do setor de serviços (2025):</strong> <strong>2,0%</strong></li>



<li><strong>Crescimento do comércio:</strong> <strong>0,8%</strong></li>



<li><strong>Segmentos com melhor desempenho:</strong> transportes, comunicações e serviços às famílias</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">&nbsp;Fatores de Risco e Restrições</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Juros elevados e política monetária restritiva</strong></li>



<li><strong>Altos custos de produção</strong></li>



<li><strong>Gargalos de infraestrutura e logística</strong></li>



<li><strong>Concorrência de produtos importados, especialmente da China</strong></li>



<li><strong>Curtailment e limitações na transmissão de energia</strong></li>



<li><strong>Queda natural da produção de petróleo e gás</strong></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Perspectivas para 2026 – Setores com Destaque</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Construção civil:</strong> Minha Casa Minha Vida e obras de infraestrutura</li>



<li><strong>Refino de petróleo e biocombustíveis</strong></li>



<li><strong>Minerais não metálicos</strong></li>



<li><strong>Máquinas e materiais elétricos</strong></li>



<li><strong>Setor automotivo:</strong> início das operações da <strong>BYD em Camaçari</strong>, com impacto no emprego</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Cenário Internacional</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Crescimento da economia global em 2026 (FMI):</strong> <strong>3,1%</strong></li>



<li><strong>Principais riscos:</strong> tensões geopolíticas, disputas comerciais e políticas protecionistas</li>



<li><strong>Economias avançadas:</strong> desaceleração</li>



<li><strong>Economias emergentes:</strong> crescimento ainda relevante, apesar da perda de fôlego da China</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_1309628"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornalgrandebahia.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Vladson-Menezes-superintendente-da-FIEB.jpg?resize=800%2C534&amp;quality=100&amp;ssl=1" alt="A economia da Bahia deve crescer 2,6% em 2025, superando a média nacional e consolidando sua liderança no Nordeste, impulsionada pela agropecuária, indústria e mercado de trabalho aquecido. Para 2026, a projeção é de desaceleração, com crescimento de 1,4%, refletindo juros elevados, restrições fiscais e cenário internacional adverso. Apesar dos desafios, a diversidade produtiva e os investimentos em curso mantêm o estado em posição estratégica para uma retomada futura." class="wp-image-1309628"/><figcaption class="wp-element-caption">O superintendente da FIEB, Vladson Menezes, apresenta dados econômicos e projeções para a economia baiana em 2025 e 2026.</figcaption></figure>



<p>Fonte: Jornal Grande Bahia </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="JÁ COMEÇARAM AS ELEIÇÕES 2026?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/2lEb4o_Q_y4?start=5435&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/bahia-cresce-acima-da-media-nacional-em-2025-impulsionada-pela-industria-e-agropecuaria-mas-enfrenta-desaceleracao-em-2026/">Bahia cresce acima da média nacional em 2025, impulsionada pela indústria e agropecuária, mas enfrenta desaceleração em 2026</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Brasil e Uruguai firmam acordo para ampliar cooperação agropecuária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil e Uruguai]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ipiracity]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parceria prevê facilitação do comércio de insumos, harmonização de regras sanitárias e incentivo à inovação no campo. O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, assinou um Memorando de Entendimento (MoU) com o ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca da República Oriental do Uruguai, Luis Alfredo Fratti Silveira, durante a Conferência de Ministros da Agricultura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parceria prevê facilitação do comércio de insumos, harmonização de regras sanitárias e incentivo à inovação no campo.</p>



<p>O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, assinou um Memorando de Entendimento (MoU) com o ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca da República Oriental do Uruguai, Luis Alfredo Fratti Silveira, durante a Conferência de Ministros da Agricultura das Américas 2025, realizada em Brasília. O acordo tem como objetivo fortalecer a cooperação entre os dois países no desenvolvimento de políticas, produtos, processos e tecnologias de origem biológica voltadas à melhoria da produção agrícola e pecuária.</p>



<p><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/865151ee-d2cd-4ff0-ad92-5895a77b77c7.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1" alt="" width="300" height="182" srcset="https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/865151ee-d2cd-4ff0-ad92-5895a77b77c7.jpg?resize=300%2C182&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/865151ee-d2cd-4ff0-ad92-5895a77b77c7.jpg?resize=600%2C365&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2025/11/865151ee-d2cd-4ff0-ad92-5895a77b77c7.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w"></p>



<p id="caption-attachment-196415">Foto: Percio Campos/Mapa</p>



<p>O documento estabelece um marco legal de referência para que Brasil e Uruguai desenvolvam atividades de cooperação voltadas ao amplo fortalecimento de políticas, produtos e ações conjuntas em áreas de interesse comum, especialmente no campo dos bioinsumos. A iniciativa busca ampliar o intercâmbio de conhecimento técnico e científico, impulsionar a inovação e contribuir para a sustentabilidade do setor agropecuário nos dois países.</p>



<p>Para o ministro Carlos Fávaro, a parceria reforça o compromisso do Brasil com o avanço da agricultura sustentável e com o fortalecimento da integração regional.&nbsp;“A cooperação entre países vizinhos é essencial para desenvolvermos soluções que unam produtividade, inovação e respeito ao meio ambiente”, destacou.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Mapa</em> / Foto: Freepik</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SEGURANÇA PÚBLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/1C8xn8Z_jww?start=2374&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-e-uruguai-firmam-acordo-para-ampliar-cooperacao-agropecuaria/">Brasil e Uruguai firmam acordo para ampliar cooperação agropecuária</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Inteligência Artificial no campo já transforma a agropecuária brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A utilização da Inteligência Artificial (IA) na agropecuária, tanto na pesquisa quanto à campo, foi o tema abordado pelas três palestras de abertura do 14º Salão de Iniciação Científica e de Inovação Tecnológica (14º Sicit), que se iniciou nesta quarta-feira (24). O evento, realizado conjuntamente com o 9º Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A utilização da Inteligência Artificial (IA) na agropecuária, tanto na pesquisa quanto à campo, foi o tema abordado pelas três palestras de abertura do 14º Salão de Iniciação Científica e de Inovação Tecnológica (14º Sicit), que se iniciou nesta quarta-feira (24). O evento, realizado conjuntamente com o 9º Workshop de Pós-Graduação e a Mostra de Pesquisa 2025, é uma promoção do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDPA/Seapi).</p>



<p>A professora Erli Schneider Costa, da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), apresentou uma definição e breve histórico da IA, sua utilização na ciência, com exemplos práticos na agropecuária, tendências de pesquisa na área e questões éticas envolvidas.&nbsp;“A IA surge para otimizar nosso trabalho, não para substituí-lo. Está se tornando profundamente integrada ao ambiente acadêmico, ocasionado transformações profundas na forma como estudantes, professores, pesquisadores e extensionistas lidam com o conhecimento”, destacou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>No campo da pesquisa científica, a IA tem sido aplicada para automação da coleta e análise de dados, identificação de padrões complexos, geração de novas hipóteses e otimização dos experimentos. “No entanto, alguns desafios persistem: é preciso ter dados de alta qualidade; saber como operam os modelos, para que não seja uma IA “caixa preta”; e ter ética e uso responsável desta ferramenta”, pontuou.</p>



<p>Dentre alguns exemplos de utilização de IA no setor agropecuário, a professora Erli citou a previsão de safra com análise climática e do solo; monitoramento de pragas com sensores e imagens; drones para análise visual das plantações; e otimização de irrigação para economia de água. “Uma fazenda paulista implementou um sistema de irrigação inteligente e monitoramento por IA que reduziu em 30% o consumo da água e aumentou em 20% a produtividade da soja, com diminuição de 26% no uso de defensivos agrícolas”, contou.</p>



<p><strong>Modelos de IA na avicultura</strong></p>



<p>Carlos Tadeu Pippi Salle, professor aposentado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), destacou como os avanços científicos, entre eles a utilização de redes neurais, transformou a avicultura no Brasil. “A avicultutra era tradicionalmente feita pelas mulheres nas fazendas, e era legada a um segundo plano. Hoje tudo mudou, fomos altamente eficazes na transformação de proteína vegetal em animal, revolucionando a avicultura industrial”, frisou.</p>



<p>Conforme Salle, desde 2001 o&nbsp;Departamento de Medicina Veterinária da UFRGS vem conduzindo pesquisas com redes neurais artificiais e modelos preditivos de IA que possam auxiliar a tomada de decisão de um médico veterinário responsável em uma granja. Esses modelos podem ser usados nos mais diversos aspectos do manejo dos animais, desde tratamentos e aplicação de vacinas, até reprodução e venda.&nbsp;“É importante destacar que essas ferramentas não substituem o conhecimento. As respostas que nos são dadas pela IA são um reflexo do que conhecemos e sabemos”,&nbsp;ressaltou.</p>



<p>Para o professor, a IA não é uma ferramenta inerentemente boa ou ruim. “É a mesma coisa que usar um Word, um editor de texto. Num mesmo programa, você pode escrever um trabalho que ganhe um prêmio Nobel, mas também pode escrever um trabalho que vá para o lixo. Temos que ter a coragem e a desinibição de usar essas tecnologias, que podem nos ajudar muito”,&nbsp;frisou.</p>



<p><strong>Sistemas Multiagentes de IA</strong></p>



<p>O professor Rudiney Soares Pereira, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), abordou em sua apresentação a utilização de Sistemas Multiagentes (SMA) de IA na produção agrícola e florestal. “Em um SMA, múltiplos agentes interagem, resolvem problemas juntos, mudando o paradigma da IA de uma forma monolítica, de pergunta-resposta, para uma rede coletiva. Os agentes têm autonomia, operam independentemente, de forma especializada, mas sempre de forma cooperativa: reagem ao ambiente, assumindo funções falhas e corrigindo rumos”, explicou.</p>



<p>Rudiney apresentou, em linhas gerais, o protótipo do Sistema Multiagente para Gestão Florestal, em desenvolvimento na UFSM. “Trata-se de uma simulação inteligente que combina agentes de IA autônomos para otimizar a gestão florestal através de estratégias de conservação, lucro e segurança”, complementou.</p>



<p>A arquitetura do sistema conta com um grid dinâmico representando a floresta, com atributos detalhados de cada célula: saúde, idade, valor e carbono. São sete tipos de agentes de IA, especializados em sensoriamento, análise e execução de tarefas florestais. O sistema avalia o estado das árvores – como saudável, doente ou removida – além de definir tipos de tarefas a serem feitas, como desbaste sanitário e seletivo, limpeza de risco, plantio de mudas e combate a incêndios.&nbsp;“Os agentes inteligentes podem otimizar a gestão florestal através de três diferentes estratégias: conservação, lucro e segurança. A estratégia de conservação prioriza estoque de carbono e biodiversidade para sustentabilidade ambiental. A estratégia de lucro maximiza o retorno financeiro, através da extração otimizada de madeira madura. E a estratégia de segurança minimiza os riscos de incêndios e doenças, com resposta rápida a ameaças”, detalhou.</p>



<p>As palestras de abertura podem ser assistidas&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=T8pHkA3n2yU" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>O 14º Sicit continua até quinta-feira (25), com 22 apresentações orais de trabalhos ligados ao setor agropecuário. O evento pode ser acompanhado no&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/@eventosesicitddpa-rs9105" target="_blank" rel="noreferrer noopener">canal do DDPA no Youtube</a>.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Seapi</em> / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Negociações de dívidas e suas armadilhas" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/MG1UKTN2P1w?start=30&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Abertura de dez novos mercados para a exportação agropecuária brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com os anúncios, o agronegócio brasileiro atinge 381 desde o início de 2023 O governo brasileiro concluiu, nesta semana, dez negociações na área agrícola com seis parceiros comerciais: Bahamas, Cameroun, Coreia do Sul, Costa Rica, Japão e Peru. As novas autorizações contemplam uma variedade de produtos, como carne bovina, carne suína, carne de aves e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com os anúncios, o agronegócio brasileiro atinge 381 desde o início de 2023</p>



<p>O governo brasileiro concluiu, nesta semana, dez negociações na área agrícola com seis parceiros comerciais: Bahamas, Cameroun, Coreia do Sul, Costa Rica, Japão e Peru. As novas autorizações contemplam uma variedade de produtos, como carne bovina, carne suína, carne de aves e seus derivados, material genético bovino, material genético avícola, óleo de peixe e produtos do etanol de milho.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Nas Bahamas, as autoridades locais aprovaram o certificado sanitário para que o Brasil exporte carne bovina, carne suína, carne de aves e seus produtos. Essa abertura reflete o elevado grau de confiança no sistema de controle sanitário brasileiro e poderá contribuir para a segurança alimentar da população bahamense.</p>



<p>No Cameroun, as autoridades locais aprovaram a exportação de bovinos vivos para reprodução e material genético bovino pelo Brasil, o que permitirá o fortalecimento da pecuária local, além de oferecer aos produtores brasileiros oportunidades futuras para ampliação de negócios na África.</p>



<p>Na Coreia do Sul, as autoridades locais autorizaram a exportação de material genético avícola (ovos férteis e pintos de um dia), reforçando a liderança do Brasil nessa área e o reconhecimento internacional sobre a qualidade, a sanidade e a rastreabilidade do plantel brasileiro.</p>



<p>Na Costa Rica, as autoridades locais autorizaram as exportações brasileiras de “grãos secos de destilaria” (DDG e DDGS, na sigla em inglês). Trata-se de um subproduto do etanol de milho que constitui fonte valiosa de proteína para alimentação animal e que, pelas características produtivas, reflete as credenciais de sustentabilidade da produção bioenergética brasileira.</p>



<p>No Japão, as autoridades sanitárias autorizaram a exportação de óleo de peixe produzido no Brasil, o que corrobora o elevado nível de confiança depositado por aquele país nos padrões sanitários brasileiros.</p>



<p>No Peru, as autoridades sanitárias aprovaram a exportação de filé de tilápia refrigerada ou congelada do Brasil. Essa abertura poderá ampliar as oportunidades de negócio para a piscicultura nacional, uma vez que o país andino é grande importador de pescados.</p>



<p>Com esses anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 381 aberturas de mercado desde o início de 2023.</p>



<p>Esses resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).</p>



<p>Fonte: Diplomacia Business / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ABOMPROCI E SEGURANÇA DO TRABALHO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pYzBB0uF1uo?start=2879&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/abertura-de-dez-novos-mercados-para-a-exportacao-agropecuaria-brasileira/">Abertura de dez novos mercados para a exportação agropecuária brasileira</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil conclui missão na Tailândia com avanços em cooperação agropecuária, negociações comerciais e promoção do agro brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 14:21:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Tailândia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como segundo maior importador de produtos agrícolas da Ásia, país é um parceiro estratégico para o Brasil no Sudeste Asiático, com grande potencial para a diversificação de exportações agrícolas O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), representado pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luis Rua, esteve em Bangkok, na Tailândia, para uma série de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como segundo maior importador de produtos agrícolas da Ásia, país é um parceiro estratégico para o Brasil no Sudeste Asiático, com grande potencial para a diversificação de exportações agrícolas</p>



<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), representado pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luis Rua, esteve em Bangkok, na Tailândia, para uma série de compromissos estratégicos, incluindo o Encontro dos SECOMs, SECTECs e Adidos Agrícolas do Sudeste Asiático e Oceania.</p>



<p><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="169" srcset="https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mapa-na-Tailândia3.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mapa-na-Tailândia3.jpeg?resize=600%2C338&amp;ssl=1 600w, https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mapa-na-Tailândia3.jpeg?w=768&amp;ssl=1 768w" src="https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mapa-na-Tail%C3%A2ndia3.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1" alt=""></p>



<p>O evento, promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), sob a liderança do Presidente Jorge Viana, e pelo Ministério das Relações Exteriores, em parceria com o Mapa, teve como objetivo discutir novas estratégias e ações pragmáticas para expandir e aprofundar as relações econômicas entre o Brasil e os países da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) e Oceania.</p>



<p>A Asean, composta por Brunei, Camboja, Singapura, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Myanmar, Tailândia e Vietnã, se consolidou como o terceiro principal destino das exportações brasileiras em 2023, superando o Mercosul. Atualmente, o Brasil exporta mais para cinco economias da Asean – Singapura, Malásia, Tailândia, Indonésia e Vietnã – do que para países tradicionais do G7, como Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mapa-na-Tail%C3%A2ndia5.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-161057"/></figure>
</div>


<p>O evento também foi uma oportunidade para explorar o estudo “Impulso das Exportações”, da ApexBrasil, que&nbsp;identificou mais de 2000 oportunidades para produtos brasileiros na Asean, com destaque para combustíveis, produtos alimentares e manufaturados.</p>



<p>Ainda durante a missão, Luis Rua, acompanhado da adida agrícola na Tailândia, Ana Carolina Lamy, se reuniu com o Embaixador do Brasil na Tailândia, José Borges dos Santos Junior, e com autoridades tailandesas, incluindo a Dra. Nalinee Taveesin, representante comercial do país e assessora da primeira-ministra Paetongtarn Shinawatra, e membros do Departamento de Desenvolvimento da Pecuária (DLD), para discutir temas de negociações comerciais, cooperação nas áreas de pecuária, segurança alimentar e sustentabilidade agrícola.</p>



<p>Nos encontros, foram abordados o compromisso mútuo de promover o comércio entre os dois países, especialmente no setor agropecuário, e o potencial de ampliação do comércio de produtos agropecuários, considerando as exigências sanitárias locais para garantir o alinhamento entre as duas nações. Dra. Nalinee destacou o Brasil como o principal parceiro comercial da Tailândia na América Latina e Caribe e o 23º no mundo, com o comércio bilateral somando US$ 6,266 bilhões em 2023, ano que também marca o 65º aniversário das relações diplomáticas entre os dois países. Durante as conversas, ficou evidente que o Brasil pode servir como um importante portal para produtos tailandeses na América do Sul, assim como a Tailândia pode ser uma ponte de entrada para produtos brasileiros na Asean.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mapa-na-Tail%C3%A2ndia1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-161060"/></figure>
</div>


<p>Além disso, houve discussões sobre a troca de conhecimentos em técnicas de pecuária sustentável, como o sistema “Grass-fed” no Brasil, onde o gado é criado de forma natural e alimentado diretamente com pastagem. Os países também comemoraram a resolução da disputa sobre açúcar na Organização Mundial do Comércio (OMC), encerrada permanentemente em 24 de fevereiro de 2024, durante a 13ª Conferência Ministerial da OMC em Abu Dhabi. Esse acordo histórico reflete o bom relacionamento entre Tailândia e Brasil e fortalece a cooperação em acordos internacionais.</p>



<p>A missão também foi uma oportunidade para o secretário da SCRI alinhar pessoalmente estratégias com os demais adidos agrícolas da região: Juliano Vieira, no Vietnã; Bruno Breitenbach, na Indonésia; Luiz Caruso, em Singapura; e Daniela Aviani, na Austrália.</p>



<p>“Com o encerramento desta missão, reafirmamos nosso compromisso com a expansão do agro brasileiro nos mercados internacionais, alinhando nossos esforços aos do MRE e da ApexBrasil para aumentar e diversificar as exportações para a Asean. Esta visita à Tailândia fortaleceu os laços entre nossos países e abriu novas possibilidades de cooperação com toda a região, em um momento em que o mercado asiático ganha ainda mais relevância para o comércio global brasileiro”, destacou o secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luis Rua.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Comércio tailandês</h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/opresenterural.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mapa-na-Tail%C3%A2ndia2.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-161059"/></figure>
</div>


<p>A Tailândia, como segundo maior importador de produtos agrícolas da Ásia, é um parceiro estratégico para o Brasil no&nbsp;Sudeste Asiático, com grande potencial para a diversificação de exportações agrícolas, incluindo produtos como lácteos, carne bovina, uvas, castanhas e cafés especiais, entre outros.</p>



<p>Nos últimos anos, as exportações agrícolas brasileiras para a Tailândia registraram um aumento expressivo, passando de pouco mais de US$ 1,3 bilhão em 2014 para US$ 3 bilhões em 2023. O complexo de soja tem sido responsável por mais de 95% do total exportado pelo Brasil para o mercado tailandês.</p>



<p><em>Fonte: Assessoria Mapa</em> / Fotos: Divulgação/Mapa</p>



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<iframe title="A IMPORTÂNCIA DO MARKETING NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AA0sFT7o6Y8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Brasil firma acordos de cooperação Agropecuária com Japão, Portugal e Azerbaijão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 11:27:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil firmou acordos de cooperação agrícola, agroalimentar, pecuária e saúde animal com Japão, Portugal e Azerbaijão. Os memorandos de entendimento foram assinados pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, durante reuniões bilaterais com os ministros dos demais países, em paralelo aos encontros do grupo de trabalho da Agricultura do G20 Brasil. O pacto com o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil firmou acordos de cooperação agrícola, agroalimentar, pecuária e saúde animal com Japão, Portugal e Azerbaijão. Os memorandos de entendimento foram assinados pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, durante reuniões bilaterais com os ministros dos demais países, em paralelo aos encontros do grupo de trabalho da Agricultura do G20 Brasil.</p>



<p>O pacto com o Japão prevê o fortalecimento da cooperação entre os dois países no âmbito da agricultura. De acordo com o Ministério da Agricultura, o acordo objetiva a expansão das relações comerciais entre os países, o fornecimento estável de grãos do Brasil ao Japão e a promoção de sistemas agroalimentares sustentáveis. “Temos grandes oportunidades na cooperação e produção de alimentos e energias renováveis”, disse Favaro em reunião com o ministro da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão, Tetushi Sakamoto.</p>



<p>Com Portugal, o Brasil firmou acordo voltado a produtos agroalimentares com foco na regulação do controle de segurança e qualidade dos produtos alimentícios e na cooperação institucional e técnica entre os dois países. “Esta assinatura demonstra o equilíbrio nas relações e reciprocidade entre Brasil e Portugal, além de abrir portas para novos diálogos e parcerias Temos outros setores que também podemos explorar em conjunto”, afirmou Fávaro, ao ministro da Agricultura e Pescas de Portugal, José Manuel Fernandes. No encontro, o Brasil solicitou o apoio de Portugal nas negociações sanitárias e fitossanitárias junto à União Europeia.</p>



<p>Já o memorando de entendimento firmado entre Brasil e Azerbaijão é direcionado à cooperação em pecuária e saúde animal. A cooperação envolve o desenvolvimento da pecuária, saúde animal e matérias-primas; fomento à horticultura; e gestão sustentável do agronegócio e sustentável territorial, além de áreas como genética, biotecnologias de processamento e colheita, aprimoramento de maquinário agrícola e controle de pragas e doenças, segundo o Ministério da Agricultura. “Vamos avançar na implementação dessas cooperações. Este é um momento muito oportuno para firmar novas oportunidades comerciais que sejam benéficas e equilibradas para ambos os países”, disse Fávaro ao ministro da Agricultura do Azerbaijão, Magnum Mammadov. O Azerbaijão também discutiu parcerias para pesquisa sobre mudanças climáticas com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>



<p><em>Isadora Duarte / Estadão Conteúdo</em> </p>



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<iframe title="Fibromialgia e tratamento através da Cannabis Medicinal" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JOhVa1eALt8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Crescimento da economia brasileira é impulsionado pela alta de 15% da agropecuária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 15:58:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avanço do setor é o maior da série histórica divulgada pelo IBGE. O Produto Interno Bruto do país cresceu 2,9% Puxando o crescimento da economia do país, a agropecuária brasileira cresceu 15,1% em 2023, com um total de R$ 677,6 bilhões. O setor teve a maior alta entre as atividades e refletiu diretamente no Produto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Avanço do setor é o maior da série histórica divulgada pelo IBGE. O Produto Interno Bruto do país cresceu 2,9%</p>



<p>Puxando o crescimento da economia do país, a agropecuária brasileira cresceu 15,1% em 2023, com um total de R$ 677,6 bilhões. O setor teve a maior alta entre as atividades e refletiu diretamente no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, que aumentou 2,9% em relação ao ano anterior, com R$ 10,9 trilhões. As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou os dados nesta sexta-feira (1º).</p>



<p>O crescimento anual do setor agropecuário foi o maior da série histórica da pesquisa, que teve início em 1995. Segundo o relatório, a alta decorreu, principalmente, do crescimento da produção e ganho de produtividade da atividade Agricultura. O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE) revelou que várias culturas registraram crescimento de produção no ano de 2023, tendo como destaque a soja (27,1%) e o milho (19,0%), que alcançaram produções recordes na série histórica.</p>



<p>“Mais uma vez a agropecuária puxou a atividade econômica brasileira, mesmo com as intempéries climáticas e o achatamento de preço das commodities. O Governo Federal trabalhou muito para adotar medidas de apoio ao setor. Ampliamos linha de crédito, abrimos mercados e geramos empregos”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. “Teremos mais desafios em 2024, mas continuaremos trabalhando e gerando oportunidades”, completou.</p>



<p>No país, também apresentaram bom desempenho o setor de Serviços e o da Indústria, com alta de 2,4% e 1,6%, respectivamente. Sob a ótica da demanda, o crescimento foi puxado pelo consumo das famílias (3,1%), consumo do governo (1,7%) e exportações (9,1%). A queda de 1,2% das importações também contribuiu para o resultado.</p>



<p>Na comparação do terceiro semestre do ano para o quarto, o PIB brasileiro manteve-se estável. No comparativo do quarto trimestre de 2023 com o mesmo período do ano anterior, houve alta de 2,1%.</p>



<p><em>Fonte: Mapa</em> / Foto: Divulgação/Mapa</p>



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<iframe title="Uma análise sobre os pecados da mente" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/kE3f3P0Jp3M?start=556&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Boas práticas na agropecuária contribuem para produção de alimentos com menor impacto ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 17:56:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma dieta inadequada pode contribuir para maiores emissões de GEE pelos animais e pelo sistema de produção. Sistemas sustentáveis de produção agropecuária são tendências mundiais. Produtores rurais que não considerarem práticas de bem-estar animal e conservação do meio ambiente podem perder mercados, nacionais e internacionais, com consumidores cada vez mais conscientes . Para chamar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dieta inadequada pode contribuir para maiores emissões de GEE pelos animais e pelo sistema de produção.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/12.jpg" alt="" class="wp-image-86863" width="838" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/12.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/12-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 838px) 100vw, 838px" /></figure>



<p>Sistemas sustentáveis de produção agropecuária são tendências mundiais. Produtores rurais que não considerarem práticas de bem-estar animal e conservação do meio ambiente podem perder mercados, nacionais e internacionais, com consumidores cada vez mais conscientes .</p>



<p>Para chamar a atenção das pessoas sobre os problemas ambientais causados pela ação humana, nesta segunda-feira, dia 5 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<p>O pesquisador Julio Palhares, da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos – SP), destaca que para uma produção de alimentos com menor impacto ambiental é necessário implementar boas práticas produtivas na fazenda, que, entre outros aspectos, garantem bem-estar animal e manejo adequado dos resíduos.</p>



<p>O bem-estar dos animais tem benefícios na produtividade da atividade, na sanidade do rebanho, nos menores índices de mortalidade e morbidade, redução de estresse, etc.</p>



<p>Para Palhares, o uso de conhecimentos, de métodos e de tecnologias contribui para reduzir os efeitos ambientais negativos da atividade agropecuária e melhorar a eficiência do uso de nutrientes.</p>



<p>O adequado manejo de dejetos na propriedade auxilia no equilíbrio entre o meio ambiente e a pecuária. “Os dejetos são fontes de água e nutrientes, recursos indispensáveis para as culturas vegetais. No entanto, se aplicados de forma incorreta, sem considerar a necessidade da cultura vegetal, a fertilidade do solo e a concentração de nutrientes no dejeto, o uso do resíduos como fertilizante causará impactos ambientais negativos no solo, águas e ar”, observa o pesquisador.</p>



<p>Ainda, os dejetos, dependendo da tecnologia de tratamento e da forma de disposição no solo, emitem gases de efeito estufa (metano e óxido nitroso). Palhares explica que uma dieta nutricional imprecisa, condições de estresse para os animais, manejo inadequado dos resíduos ou de seu uso como fertilizante, determinam maiores emissões de GEE pelos animais e pelo sistema de produção e vão contribuir para o processo de aquecimento do planeta, afetando a saúde humana, animal e ambiental. “Os desafios para que as boas práticas de produção sejam aplicadas no cotidiano das produções animais, em relação ao bem-estar animal e ao manejo dos resíduos, envolvem a interação dos conhecimentos do sistema de produção nas dimensões humana, animal e ambiental. Capacitações para identificar e aplicar as boas práticas nas rotinas produtivas também devem ser programadas pelos gestores das fazendas. Além disso, é importante que haja a mudança do paradigma produtivo onde a rentabilidade econômica não seja o único objetivo mas, sim, o equilíbrio do sistema de produção com o meio ambiente, com as pessoas e os animais”, conclui.</p>



<p>Fonte: Embrapa Pecuária Sudeste</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Ipirá em pauta" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3OP51m_VDq0?start=10&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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