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	<title>Alimentação |</title>
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	<title>Alimentação |</title>
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		<title>O perigoso aumento da alimentação ultraprocessada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lobby e publicidade colaboram com indústria dos ultraprocessados, apesar de pesquisas reforçarem seus riscos à saúde Cada vez mais percebidos como nocivos à saúde, os alimentos classificados como ultraprocessados estão recebendo mais atenção de pesquisadores por todo o mundo. Neste sentido, o Brasil é visto como um dos países líderes na abordagem, uma vez que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lobby e publicidade colaboram com indústria dos ultraprocessados, apesar de pesquisas reforçarem seus riscos à saúde</p>



<p>Cada vez mais percebidos como nocivos à saúde, os alimentos classificados como ultraprocessados estão recebendo mais atenção de pesquisadores por todo o mundo. Neste sentido, o Brasil é visto como um dos países líderes na abordagem, uma vez que a classificação que está sendo largamente utilizada nos estudos foi criada pelo pesquisador Carlos Monteiro, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da FSP-USP, que também liderou coletânea de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-11/ultraprocessados-ja-sao-quase-um-quarto-da-alimentacao-dos-brasileiros">artigos publicada na <em>Revista Lancet</em></a>.</p>



<p>Em linhas gerais, o material reforça as correlações entre esse tipo de alimentação repleta de aditivos químicos e artificiais e o desenvolvimento de doenças crônicas. Hipertensão, diabetes e vários tipos de câncer, além de outras condições limitadoras, estão diretamente associadas a comidas industrializadas em lugar de uma dieta orgânica.</p>



<p>Os estudos epidemiológicos apontam para um temerário aumento do consumo de ultraprocessados, fabricados pela indústria alimentícia, também chamada de Big Food. Sua disseminação é ampliada com apoio de lobby político e pouca regulação publicitária. Mais que isso, as próprias condições de reprodução social e econômica contribuem para o aumento do consumo dos ultraprocessados na dieta individual, que se relaciona com fatores socioeconômicos mais complexos.</p>



<p>A título de exemplo, um estudo recente acompanhou a rotina alimentar de enfermeiras dos EUA durante 24 anos e concluiu que as maiores consumidoras de ultraprocessados tiveram&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/11/estudo-associa-consumo-de-ultraprocessados-a-cancer-colorretal-em-mulheres-com-menos-de-50-anos.shtml">maior incidência de câncer colorretal</a>&nbsp;antes dos 50 anos de idade.</p>



<p>De volta ao Brasil, grupos de pesquisa como o Nupens lutam para convencer governos a investir cada vez mais em incentivos ao consumo de alimentos&nbsp;<em>in natura</em>, o que passa por políticas de alimentação nas escolas até a tributação de variados setores produtivos na economia.</p>



<p>Fonte: Outra Saúde / Foto: © Marcello Casal Jr./Agência Brasil</p>



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<iframe title="Varizes: cuidados, resultados e prevenção de novas varizes" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4jI7QAD8a18?start=486&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/o-perigoso-aumento-da-alimentacao-ultraprocessada/">O perigoso aumento da alimentação ultraprocessada</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que estudo sobre ultraprocessados diz da alimentação dos brasileiros?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 14:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, publicada em artigo na&#160;Revista de Saúde Pública, realizou uma estimativa da participação de alimentos ultraprocessados nos 5.570 municípios brasileiros. Tendo como base os dados do Censo Demográfico de 2010 e a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2017-2018, os resultados indicam que a média de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, publicada em artigo na&nbsp;<em>Revista de Saúde Pública</em>, realizou uma estimativa da participação de alimentos ultraprocessados nos 5.570 municípios brasileiros. Tendo como base os dados do Censo Demográfico de 2010 e a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2017-2018, os resultados indicam que a média de consumo foi maior em pessoas do meio urbano em comparação à área rural.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A presença de ultraprocessados também é maior nas capitais em relação aos demais municípios. Utilizando um modelo estatístico, a novidade é que o estudo alcançou cidades sobre as quais não havia informações disponíveis, gerando um&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/ciencias/mapa-da-ma-alimentacao-revela-participacao-de-ultraprocessados-na-dieta-dos-brasileiros/">mapa detalhado do consumo de ultraprocessados no Brasil</a>.</p>



<p>As discrepâncias não param por aí: há também uma grande diferença na porcentagem de calorias provenientes de ultraprocessados entre os estados brasileiros. O município de Aroeira do Itaim (PI), por exemplo, conta com 6% da participação desse tipo de alimento na alimentação de seus habitantes; já Florianópolis (SC), ultrapassa os 30%. Em geral, as médias mais altas foram observadas no Distrito Federal e nos estados do Sul e Sudeste, enquanto a região Norte e Nordeste apresentaram as mais baixas.</p>



<p>O estudo também mostrou que, em comparação aos homens, as mulheres consomem mais esses alimentos de baixo teor nutricional. A ingestão diminui com o aumento da idade e aumenta conforme nível de escolaridade e renda. O autor da pesquisa, Leandro Cacau, lembra como, apesar de se tratar de análise qualitativa, é necessário entender o porquê dessas diferenças: “Nossos principais objetivos eram que esses resultados fossem úteis para a tomada de decisão especialmente para pensar políticas públicas e realizar ações mais locais. Queremos que os municípios possam utilizar esses resultados para desenvolver estratégias específicas”, disse ele.</p>



<p>O Brasil, que tem contado com experiências locais de promoção de hábitos alimentares saudáveis (<a href="https://alimentacaosaudavel.org.br/blog/lei-que-proibe-ultraprocessados-em-escolas-e-sancionada-em-niteroi-rj/11403/">1</a>,&nbsp;<a href="https://www.camara.rio/comunicacao/noticias/1628-agora-e-lei-alimentos-ultraprocessados-sao-proibidos-nas-escolas-do-rio">2</a>) e que, com o novo governo, saiu novamente do Mapa da Fome, possui ainda um enorme desafio: o&nbsp;<em>acesso</em>&nbsp;a uma alimentação saudável. É certo que o trabalho destaca evidências de que domicílios de baixa renda e das regiões rurais brasileiras apresentam alto consumo de alimentos&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;ou minimamente processados.&nbsp;</p>



<p>Entretanto, outro estudo, conduzido pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP, do qual Leandro faz parte, define que esse consumo é marcado por alimentos básicos, enquanto outros alimentos saudáveis – como frutas e verduras – são inferiores ao desejado. Ou seja, como bem alerta Leandro, um baixo consumo de ultraprocessados não implica, necessariamente, uma boa qualidade da alimentação.</p>



<p>Maria Laura Louzada, também integrante no Nupens e co-autora do artigo, bem lembra que, embora a pesquisa ajude a entender onde estão os maiores desafios acerca do consumo excessivo de ultraprocessados – que está ligado ao aumento de doenças crônicas –, é preciso avançar com os indicadores sobre a diversidade e qualidade nutricional da alimentação dos brasileiros.</p>



<p>Fonte: Outra Saúde /  Crédito: depositphotos.com/beats1.</p>



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<iframe title="Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/CU_iaQa6ewA?start=2&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Institutos federais pedem R$ 1 bilhão para alimentação de estudantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 12:07:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Renda familiar de 85% dos alunos é de até dois salários mínimos Reitores de institutos federais, Cefets e do Colégio Pedro II estão recorrendo ao Congresso Nacional para obter uma recomposição orçamentária no Orçamento de 2025 em favor da rede de ensino técnico do país, que tem atualmente 1,5 milhão de estudantes matriculados, sendo mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Renda familiar de 85% dos alunos é de até dois salários mínimos</p>



<p>Reitores de institutos federais, Cefets e do Colégio Pedro II estão recorrendo ao Congresso Nacional para obter uma recomposição orçamentária no Orçamento de 2025 em favor da rede de ensino técnico do país, que tem atualmente 1,5 milhão de estudantes matriculados, sendo mais de 85% oriundos de famílias de baixa renda, que ganham até dois salários mínimos por mês. Desse total, 60% são mulheres e 54% são negros, segundo dados da Plataforma Nilo Peçanha, do Ministério da Educação (MEC).</p>



<p>“Os institutos federais têm essa estrutura de excelência, ela é pública para todos, mas principalmente para aqueles jovens e adultos que não tiveram oportunidade, e não têm oportunidade em outras estruturas. Para que tenhamos êxito, precisamos de recursos que vão viabilizar a permanência desse jovem lá. Nós estamos elegendo uma grande bandeira para 2025, que é a alimentação escolar, que demanda um aporte de R$ 1,1 bilhão. Nossos estudantes não aprendem com fome e a nossa grande luta é para que todos os alunos recebam pelo menos uma refeição quente durante o dia nas unidades de ensino”, disse Elias Monteiro, presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), entidade que reúne os dirigentes dos institutos.</p>



<p>O orçamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) destinado aos institutos federais este ano foi de R$ 55 milhões e deve beneficiar quase 357 mil estudantes em todo o país. O montante, no entanto, é considerado muito insuficiente e destinado exclusivamente à aquisição de alimentos, e não para o seu preparo nas cozinhas das unidades.</p>



<p>Elias Monteiro liderou um grupo de 30 reitores na terceira Marcha de Dirigentes dos Institutos Federais por mais Orçamento para a Rede de Ensino, nesta quarta-feira. Durante a tarde, eles percorreram gabinetes e se reuniram com lideranças parlamentares em busca de emendas suplementares ou para negociar que não haja cortes no Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) do ano que vem, que será analisado pelo Legislativo no próximo semestre.</p>



<p>“O principal mote dessa marcha é conscientizar e comprometer, e chamar para a responsabilidade, também o Poder Legislativo, para que tenhamos um orçamento robusto e que realmente venha ao encontro das nossas necessidades, porque o orçamento da rede, desde de 2016, só vem em movimento de decréscimo”, apontou Elias Monteiro.</p>



<p>A situação geral ainda é considerada crítica. De acordo com levantamento realizado pelo Fórum de Planejamento do Conif (Forplan), as 41 instituições vinculadas à entidade dispunham de um orçamento de R$ 3,6 bilhões em 2015. Neste ano, o montante destinado ao custeio de manutenção, limpeza, energia e pagamento de terceirizados foi de R$ 2,5 bilhões. Esse volume contrasta ainda com o número de matrículas ter saído de 512 mil, há 9 anos, para os atuais 857 mil alunos matriculados.</p>



<p>O número de unidades acadêmicas nas instituições também cresceu. Em 2015, eram 528, e hoje são 633, com a expectativa de o governo federal inaugurar mais 100 unidades até 2027, conforme&nbsp;anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em março deste ano.</p>



<p>Em toda rede federal, atualmente, são oferecidos 5,3 mil cursos técnicos e 2,4 mil cursos de graduação, em 578 municípios. Ao todo, calculam os reitores, a rede tem necessidade de um orçamento de pelo menos R$ 4,7 bilhões para garantir seu funcionamento no próximo ano.</p>



<p>“Nossos estudantes são muito carentes e a falta de verba contribui para a evasão escolar”, alertou Elias Monteiro, que também é reitor do IF Goiano.</p>



<p>Além de pedir suplementação orçamentária do MEC, o dirigente espera que parlamentares possam apoiar a rede com destinação de emendas parlamentares, cujo volume vem se ampliando ao longo dos últimos anos.</p>



<p>Em junho, o governo federal anunciou que vai&nbsp;investir em melhorias na infraestrutura&nbsp;de todas universidades e institutos, com R$ 3,17 bilhões; hospitais universitários com R$ 1,75 bilhão, e na criação de dez novos campi nas cinco regiões do país, com R$ 600 milhões. O total é de R$ 5,5 bilhões do novo PAC.</p>



<p>Também em junho, o governo assinou acordos com entidades representativas de professores e de técnicos administrativos das universidades públicas e institutos federais de educação, pondo fim à uma greve que durou mais de 70 dias em todo o país.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil / Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</p>



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<iframe title="Política:a arte da discussão" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DtAHE_kcQ7Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/institutos-federais-pedem-r-1-bilhao-para-alimentacao-de-estudantes/">Institutos federais pedem R$ 1 bilhão para alimentação de estudantes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O que a cor do xixi revela sobre sua saúde ou alimentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 14:56:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cor do xixi]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vermelho, amarelo, rosa, verde — sua urina pode ser de diversas cores do arco-íris. Ou ainda roxa, laranja e azul. E algumas outras cores não usuais além dessas, que podem ser surpreendentes. A urina funciona como um meio pelo qual o corpo coloca para fora vários resíduos. Isso inclui resíduos nitrogenados da quebra de proteínas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Dan Baumgardt</strong></li>



<li><strong>The Conversation*</strong></li>
</ul>



<p>Vermelho, amarelo, rosa, verde — sua urina pode ser de diversas cores do arco-íris. Ou ainda roxa, laranja e azul. E algumas outras cores não usuais além dessas, que podem ser surpreendentes.</p>



<p>A urina funciona como um meio pelo qual o corpo coloca para fora vários resíduos. Isso inclui resíduos nitrogenados da quebra de proteínas e músculos (na forma de ureia e creatinina) e glóbulos vermelhos. Além disso, diversos compostos ingeridos, incluindo vitaminas e medicamentos, além de itens da nossa dieta, saem do corpo através dela.</p>



<p>Mas há muitas coisas que não devem estar presentes na urina, e uma pergunta importante que um médico deve considerar é “Qual é a cor?”. A pergunta pode ajudar a se chegar a um diagnóstico.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Vermelho">Vermelho</h2>



<p>A urina vermelha geralmente significa sangramento, que pode ter origem em qualquer lugar do trato urinário — rins, bexiga, próstata e todos os tubos que o conectam.</p>



<p>A aparência do sangue varia de acordo com o volume e o frescor dele e pode produzir muitas cores diferentes. Em sangramentos de alto volume, a cor pode estar tão forte a ponto de lembrar um vinho tinto. E são muitas as condições que podem causar sangramento, de pedras nos rins a câncer, traumas e infecções do trato urinário.</p>



<p>Mas a urina vermelha também pode aparecer após o consumo elevado de beterraba.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Laranja-e-amarelo">Laranja e amarelo</h2>



<p>Claro, sabemos que a cor natural da urina passa por muitos tons de amarelo — a depender de quão bem hidratado você está. A desidratação torna a urina um amarelo mais escuro, às vezes próximo do laranja. Já uma boa ingestão de líquidos deixa a urina num amarelo pálido diluído.</p>



<p>O composto que deixa a urina amarela é chamado de urobilina. E o processo de produção dele começa com a quebra de glóbulos vermelhos antigos que precisam ser removidos do sistema circulatório.</p>



<p>Esse processo cria um composto chamado bilirrubina. Ele é excretado em parte pela urina e em parte pelo intestino, pois é usado pelo fígado para fazer a bile, importante na quebra e digestão de gorduras. A bile é secretada no intestino e se perde nas fezes. São esses compostos presentes na bile que dão a coloração marrom às fezes.</p>



<p>Quando a bile não pode ser liberada no intestino — devido, por exemplo, a cálculos biliares ou cânceres que bloqueiam os dutos biliares — a bilirrubina é absorvida de volta pela corrente sanguínea e é excretada pela urina. Isso a torna mais escura — uma cor laranja ou acastanhada. Concentração elevada de bilirrubina também deixa a pele amarela. A condição é chamada de icterícia obstrutiva.</p>



<p>Vários medicamentos, entre eles o antibiótico rifampicina, também podem deixar a urina na cor laranja.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Verde-e-azul">Verde e azul</h2>



<p>Urina verde ou azul é um pouco mais rara e provavelmente gerará espanto.</p>



<p>Mas há razões pelas quais seu corpo pode estar produzindo urina verde ou azul. Substâncias que dão cor a alimentos e bebidas verdes (como aspargos) ou azuis, quando ingeridas em grandes quantidades, podem ser a causa, bem como certos medicamentos, como anti-histamínicos, anestésicos e vitaminas.</p>



<p>Curiosamente, alguns micróbios também podem produzir compostos com cores esverdeadas. A bactéria Pseudomonas aeruginosa (nomeada de acordo com sua cor verdigris) produz piocianinas verde-azuladas. É uma causa mais rara de infecções do trato urinário — que muitas vezes é acompanhada por uma sensação de queimação ou picada ao se fazer xixi.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Índigo-ou-roxo">Índigo ou roxo</h2>



<p>O xixi índigo ou roxo é mais raro. Uma das possíveis causas é a porfiria (que significa roxo) e é uma família genética de condições que afetam a pele e o sistema nervoso.</p>



<p>Outra é apropriadamente chamada de síndrome do saco de urina roxa e é outro fenômeno bacteriano. Trata-se de uma condição em que as bactérias presentes em um paciente com um cateter (um dreno de urina) colorem a urina de roxo.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Violeta-ou-rosa">Violeta ou rosa</h2>



<p>De volta ao sangue (e beterraba). Em quantidades menores, ambos podem deixar a urina com uma cor rosa, em vez de vermelho profundo. Nesse caso, os urologistas geralmente comparam a aparência a vinho rosé, em vez de um cabernet sauvignon.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Outras-cores">Outras cores</h2>



<p>Há ainda cores possíveis de urina que não estão no arco-íris.</p>



<p>Algumas são mais escuras, geralmente marrom ou preto, quando a comparação pode ser com uma Coca-Cola. Isso às vezes é causado pela quebra do músculo em um composto chamado mioglobina e está associado a uma condição grave chamada rabdomiólise, que pode ser causada por esforço extremo ou pela ingestão de certos medicamentos.</p>



<p>Também pode vir da bilirrubina —-tornando a urina tão escura a ponto de ficar marrom em vez de laranja. Mas também pode ser causado pelo sangue, nesse caso menos fresco. A inflamação do rim — uma condição chamada glomerulonefrite — pode desencadear sangramento, que varia de vermelho a marrom à medida que se move pelo trato urinário.</p>



<p>Mas, finalmente, do lado mais claro do espectro de cores, há a urina incolor. Embora seja preferível não ter uma urina amarelo forte, um grande volume de urina diluída também pode ser sinal de doença, seja diabetes ou consumo excessivo de bebida alcoólica.</p>



<p>Tudo isso revela a grande variedade de cores e tons que nossa urina pode assumir e as condições diferentes que podem estar por trás dessa variação. E esta não é, de forma alguma, uma lista completa de cores possíveis.</p>



<p>Mas, ao entender as causas da urina descolorida, você também pode ficar atento a sinais como sangramento que justificam uma visita ao seu médico. Ou pegar aquela garrafa de água para um gole muito necessário.</p>



<p><em>Dan Baumgardt é professor da Escola de Fisiologia, Farmacologia e Neurociências da Universidade de Bristol, no Reino Unido.</em></p>



<p><em>*Este artigo foi publicado no The Conversation e reproduzido aqui sob a licença Creative Commons. </em><a href="https://theconversation.com/coca-cola-rose-wine-red-wine-and-fifty-shades-of-yellow-what-the-colour-of-your-pee-means-231553"><em>Clique aqui </em></a><em>para ler a versão original (em inglês).</em></p>



<p>Fonte: BBC Brasil / GETTY IMAGES</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Fraude PIX" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/HZklpa22Z-E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><figcaption dir="ltr" class="bbc-1jsyunq e6i104o0" style="box-sizing: inherit; font-size: 0.875rem; line-height: 1.125rem; font-family: ReithSans, Helvetica, Arial, sans-serif; color: rgb(84, 86, 88); margin: 0.5rem 0px 0px; padding-left: 0.5rem; padding-right: 0px; width: 645.328px; border-left: 0.0625rem solid rgb(110, 110, 115); white-space-collapse: collapse; background-color: rgb(246, 246, 246);"><span role="text" style="box-sizing: inherit;"></span></figcaption><div><span style="font-size: 0.75rem; background-color: rgba(34, 34, 34, 0.75); color: rgb(255, 255, 255); font-family: ReithSans, Helvetica, Arial, sans-serif; text-transform: uppercase; white-space-collapse: collapse;"></span></div></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/o-que-a-cor-do-xixi-revela-sobre-sua-saude-ou-alimentacao/">O que a cor do xixi revela sobre sua saúde ou alimentação</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Alimentação tem impacto direto em doenças autoimunes; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 21:57:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[doenças autoimunes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma alimentação saudável contribui para a saúde do intestino, órgão responsável pelo surgimento de doenças autoimunes Segundo o Ministério da Saúde, as doenças autoimunes ocorrem quando o sistema imunológico reconhece partes e proteínas do próprio organismo como um objeto estranho. Isto é, ele perde a capacidade de diferenciar o que é próprio do que não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma alimentação saudável contribui para a saúde do intestino, órgão responsável pelo surgimento de doenças autoimunes</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022" width="841" height="105"/></figure>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, as doenças autoimunes ocorrem quando o sistema imunológico reconhece partes e proteínas do próprio organismo como um objeto estranho. Isto é, ele perde a capacidade de diferenciar o que é próprio do que não é próprio. O quadro leva ao aumento da produção de anticorpos contra suas próprias células, tecidos ou órgãos.</p>



<p>É importante destacar que todo o processo de autoimunidade inicia-se no&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/cancer-no-intestino-entenda-as-causas-e-sintomas-da-doenca.phtml">intestino</a>, e começa com a má alimentação. Isso significa que o que comemos pode ativar ou desativar doenças adormecidas em nós.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O intestino e a imunidade</strong></h2>



<p>“A doença autoimune é uma desordem do sistema imunológico que se inicia na destruição da mucosa do intestino. Ela é causada pela má alimentação, por uma disbiose intestinal, levando a dificuldade do intestino de filtrar e selecionar o que é bom ou ruim para o corpo. É quando o próprio&nbsp;<a href="https://sportlife.com.br/3-coisas-que-atrapalham-a-absorcao-de-nutrientes-pelo-organismo/">organismo</a>&nbsp;não diferencia as células saudáveis e passa a atacar a si mesmo por uma alteração chamada de mimetismo molecular”, detalha o Dr. Aurélio Relíquias, médico clínico geral e pós-graduado em: longevidade, nutrologia, homeostase fisiológica e modulação hormonal.</p>



<p>Nesse sentido, alimentos inflamatórios (como açúcar refinado, doces, sucos processados e refrigerantes); carboidratos (como farinha branca, glúten e óleos de sementes); e alimentos com alto teor de conservantes (como glutamato monossódico) são exemplos de produtos que pioram os sintomas de quase todas as doenças autoimunes conhecidas.</p>



<p>É o caso da artrite reumatoide, psoríase, artrose, lúpus e problemas dermatológicos, como descamação da pele e dermatites auto imunes. Até mesmo alergias inexplicáveis podem se agravar devido à alimentação. Isso ocorre em condições como rinite, sinusite, e outras doenças sem causas aparentes.&nbsp;</p>



<p>Basicamente, todos esses alimentos podem aumentar a inflamação no corpo e piorar os sintomas, causando dores, fadiga, cansaço, desânimo, entre outros. Uma dieta saudável e anti-inflamatória é importante para todos, mas pode ser particularmente importante para pessoas com doenças autoimunes.</p>



<p>“Infelizmente, o tratamento com uma visão mais abrangente e integrativa do corpo foi muito pouco disseminado. No entanto, existe outra maneira de tratar uma doença autoimune que não só com remédios”, afirma o médico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Alimentação pode aliviar doenças autoimunes</strong></h2>



<p>Alguns estudos mostram que certos alimentos podem agravar a inflamação e os sintomas das doenças. Por outro lado, outras opções podem ajudar a reduzir a inflamação e melhorar a função imunológica.&nbsp;</p>



<p>É o que mostrou um estudo realizado pelo Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia (NCBI), nos Estados Unidos. Um grupo de pessoas com doenças inflamatórias no intestino, incluindo a Doença de Crohn e colite ulcerativa, seguiram uma dieta específica, chamada de&nbsp;<strong>protocolo autoimune (AIP)</strong>, que resultou na diminuição dos sintomas.</p>



<p>Isso ocorre porque o intestino, essencial no processo digestivo, é um dos órgãos mais importantes e relevantes quando o assunto é sistema imunológico e doenças autoimunes.</p>



<p>Alimentos anti-inflamatórios, como fígado de boi, vísceras de animais, coração de galinha, são ricos em vitaminas do complexo B, vitaminas K2 MK7 e poderosos antioxidantes. Além disso, há os peixes ricos em ômega-3, DHA, além da própria luz solar que está ligada diretamente a produção de vitamina D3. Todos eles ajudam a reduzir a inflamação e melhorar a função imunológica.</p>



<p>Esses alimentos contém ainda vitaminas, minerais e antioxidantes que ajudam a manter o corpo saudável e fortalecem o sistema imunológico, não por ativação do mesmo, mas por um ação anti-inflamatória, e adormecimento do sistema imunológico.</p>



<p>“A alimentação é um fator de risco para ocasionar inflamações no organismo e desencadear patologias diversas com diversas manifestações clínicas. Por isso, há alimentos que devem ser evitados dentro de uma dieta para os portadores de doenças autoimunes, pois eles podem sim, agravar um quadro inflamatório ou beneficiar o tratamento”, finaliza Aurélio.</p>



<p>Fonte: Saúde em dia</p>



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<iframe title="CME- sua relação com a educação municipal" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DTpe4UsCFSc?start=1816&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Exercícios e alimentação podem aumentar a imunidade de gestantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 14:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas revelem algumas atitudes simples que podem fortalecer a saúde de mulheres gestantes A gravidez é um período muito importante e delicado para a saúde das mulheres. É necessário ter uma boa&#160;estrutura física&#160;e emocional para garantir que o período de gestação será tranquilo. O organismo passa por inúmeras&#160;mudanças hormonais&#160;e fisiológicas e o cuidado com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas revelem algumas atitudes simples que podem fortalecer a saúde de mulheres gestantes</p>



<p>A gravidez é um período muito importante e delicado para a saúde das mulheres. É necessário ter uma boa&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/obesidade/obesidade-pode-diminuir-chances-de-engravidar-entenda/" rel="noreferrer noopener" target="_blank" class="">estrutura física</a>&nbsp;e emocional para garantir que o período de gestação será tranquilo. O organismo passa por inúmeras&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/saude-da-mulher/cresce-a-procura-por-congelamento-de-ovulos-na-pandemia-entenda/" rel="noreferrer noopener" target="_blank" class="">mudanças hormonais</a>&nbsp;e fisiológicas e o cuidado com a saúde, nessa hora, precisa ser redobrado também.</p>



<p>É comum que algumas mulheres grávidas sofram com a queda de imunidade, por exemplo. Algo que, se não tiver a devida atenção, pode favorecer o aparecimento de doenças. “O sistema imunológico da mulher grávida trabalha de forma menos agressiva para evitar que o organismo reconheça o feto como um corpo estranho e o rejeite, tornando-se assim menos eficiente no combate a agentes patógenos e, consequentemente, mais vulnerável a sofrer com infecções e complicações que podem colocar a saúde da mãe e do bebê em risco&#8221;, explica o Dr. Rodrigo Rosa, ginecologista obstetra.</p>



<p>Porém, existem quatro maneiras simples de potencializar a saúde das gestantes e aumentar a imunidade do organismo. Confira:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alimentação saudável</h2>



<p>Sabe aquela crença popular de que mulheres gestantes estão liberadas para comer o que quiserem? Pois é, elas até podem comer um pouco de tudo, mas é fundamental ter&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/saude-da-mulher/dia-da-gestante-7-alimentos-que-devem-ser-evitados-para-uma-gestacao-saudavel/" rel="noreferrer noopener" target="_blank" class="">consciência e evitar abusos</a>. Além de garantir a ingestão de todos os nutrientes necessários para uma gestação saudável.</p>



<p>“A alimentação, possui um papel fundamental na manutenção e fortalecimento do organismo, pois é responsável por fornecer nutrientes essenciais para as funções orgânicas, inclusive as imunológicas”, explica a Dra. Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da&nbsp;<a href="https://abran.org.br/" rel="noreferrer noopener" target="_blank" class="">Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).</a></p>



<p>Uma boa dica é apostar em alimentos ricos em betacaroteno, como damasco, cenoura, abóbora, mamão, manga e batata-doce. Além de buscar fontes de vitamina C e B6, encontradas em ingredientes como frutas cítricas, batata inglesa, aveia, banana, gérmen de trigo, abacate, levedo de cerveja, cereais, sementes e nozes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atividades físicas</h2>



<p>Praticar algum tipo de exercício físico de baixa intensidade e sem impactos pode ser fundamental para uma gestação saudável. “Isso porque a prática de atividade física promove um estímulo da produção dos linfócitos, células de defesa do organismo que atuam no combate a vírus, bactérias e outros agentes patógenos que podem causar doenças”, afirma o Dr. Rosa.</p>



<p>No entanto, antes de iniciar algum tipo de esporte, é necessário passar por uma avaliação médica adequada. &#8220;As melhores opções de atividade física para mulheres grávidas incluem caminhada, hidroginástica, natação, bicicleta e ioga&#8221;, finaliza o especialista.</p>



<p>Fonte: <a class="" href="https://www.altoastral.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alto Astral</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/06/par.jpg" alt="" class="wp-image-53194"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/exercicios-e-alimentacao-podem-aumentar-a-imunidade-de-gestantes/">Exercícios e alimentação podem aumentar a imunidade de gestantes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Alimentação na Primavera: salada colorida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 01:08:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A seguir postamos uma receita que vai agradar até aqueles que viram os olhos para a palavra salada POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL &#8211; Domingo, 3 de outubro de 2021 A primavera já começou com ela as temperaturas mais elevadas começam a chegar. Por esta razão, o cardápio precisa começar a transitar das comidas mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A seguir postamos uma receita que vai agradar até aqueles que viram os olhos para a palavra salada</p>



<p>POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL &#8211; Domingo, 3 de outubro de 2021</p>



<p>A primavera já começou com ela as temperaturas mais elevadas começam a chegar. Por esta razão, o cardápio precisa começar a transitar das comidas mais pesadas e quentes do inverno para comidas mais leves, frescas e até mesmo mais frias. As saladas começam a se tornar excelentes opções de almoços, por serem, além de refrescantes, muito nutritivas e saborosas.</p>



<p>A seguir postamos uma receita de salada da rede de supermercados portuguesa Pingo Doce, que vai agradar até aqueles que viram os olhos para a palavra salada. Confira!</p>



<p>Ingredientes (para 4 pessoas)</p>



<p>4 ovos codorna</p>



<p>1 dente alho</p>



<p>2 fatias pão integral sem casca</p>



<p>100 g queijo feta</p>



<p>300 g cenoura ralada</p>



<p>200 g tomate cereja</p>



<p>200 g alface americana</p>



<p>1 col de sopa manjericão picado</p>



<p>1 col de sopa azeite</p>



<p>croutons a gosto</p>



<p>Modo de Preparo</p>



<p>1. Aqueça o forno a 200ºC.</p>



<p>2. Cozinhe os ovos de codorna durante cinco minutos e, em seguida, esfrie-os em água fria.</p>



<p>3. Esfregue o dente de alho nas fatias de pão, corte-as em cubos pequenos e leve-as ao forno para torrar.Corte o queijo em cubos e reserve. Corte as cenouras em fatias ou rale. Corte o tomate cereja ao meio e a alface em tiras. Descasque os ovos e corte-os ao meio.</p>



<p>4. Junte todos os ingredientes numa saladeira e tempere com a mistura de manjericão, azeite e o sal.</p>



<p>Fonte: Noticias ao Minuto/Foto:© Reprodução / Pingo Doce</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/alimentacao-na-primavera-salada-colorida/">Alimentação na Primavera: salada colorida</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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