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	<title>Alzheimer |</title>
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	<title>Alzheimer |</title>
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		<title>Câmara aprova política de rastreamento para pessoas com Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2285/25, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), que institui a Política Nacional de Proteção e Localização Assistida de Pessoas com Alzheimer (PPLAPA). A proposta garante o fornecimento gratuito de dispositivos eletrônicos de rastreamento geolocalizável para familiares e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2285/25, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), que institui a Política Nacional de Proteção e Localização Assistida de Pessoas com Alzheimer (PPLAPA).</p>



<p>A proposta garante o fornecimento gratuito de dispositivos eletrônicos de rastreamento geolocalizável para familiares e cuidadores de pessoas com Alzheimer e outras condições que comprometam a orientação espacial.</p>



<p>A política beneficia familiares, responsáveis legais ou cuidadores formais de pessoas com Alzheimer em qualquer estágio clínico; demências senis ou degenerativas que comprometam a orientação no tempo e espaço; e condições neurológicas, psiquiátricas ou cognitivas que gerem risco recorrente de fuga, desorientação ou desaparecimento.</p>



<p>O benefício poderá ser estendido a outras condições clínicas de risco, conforme regulamentação do Ministério da Saúde.</p>



<p>Crédito da imagem: www.medicinasa.com.br (proibida a reprodução sem autorização)<br>Crédito da imagem: www.medicinasa.com.br (proibida a reprodução sem autorização)<br>Características dos dispositivos</p>



<p>O texto determina que os dispositivos fornecidos devem possuir sistema de geolocalização ativa (GPS, bluetooth ou similar) e ser compatíveis com plataformas de monitoramento digital acessíveis por responsáveis ou cuidadores.</p>



<p>Os equipamentos também devem garantir alerta de movimentação anormal, queda ou afastamento de zona segura configurada pelo usuário, além de possuir bateria de longa duração e funcionalidade de emergência, sempre que viável.</p>



<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) fornecerá os dispositivos a partir de prescrição médica e apresentação de laudo clínico. Haverá prioridade para famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).</p>



<p>A distribuição também poderá ocorrer por meio de parcerias com instituições públicas, privadas e de pesquisa, nos termos da regulamentação federal.</p>



<p>Regulamentação</p>



<p>Competirá ao Ministério da Saúde, em articulação com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, regulamentar a lei.</p>



<p>Os ministérios devem definir critérios técnicos para compra, distribuição e manutenção dos dispositivos; fomentar parcerias com empresas de tecnologia e universidades; e manter banco de dados sobre os casos atendidos, respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>



<p>O Poder Executivo poderá ainda instituir campanhas públicas de conscientização sobre os riscos associados ao desaparecimento de pessoas com Alzheimer, o uso correto dos dispositivos e o apoio a famílias cuidadoras.</p>



<p>Segundo Tavares, a política representa um avanço fundamental para que o Estado atue de forma proativa, cuidadosa e preventiva, garantindo dignidade, segurança e acolhimento às pessoas mais vulneráveis da sociedade.</p>



<p>Proteção e segurança</p>



<p>A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), afirmou que o projeto reforça a preocupação do Estado em garantir a segurança, a integridade e o direito à vida dessas pessoas, por meio do fornecimento gratuito de dispositivos eletrônicos de rastreamento geolocalizável.</p>



<p>“O projeto promove a proteção e a segurança, tanto do indivíduo vulnerável quanto do seu cuidador, fortalecendo a rede de apoio, valorizando o papel de quem se dedica a essa tarefa e reforçando a importância de uma abordagem que assegure o bem-estar de todos os envolvidos na trajetória de cuidado”, disse.</p>



<p>O Brasil possui mais de 1,2 milhão de pessoas vivendo com Alzheimer, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e esse número poderá triplicar até 2050. Mais de 17% dos desaparecimentos de idosos estão associados a quadros demenciais, de acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz).</p>



<p>Próximos passos</p>



<p>A proposta ainda será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado. </p>



<p>(Com informações da Agência Câmara de Notícias) / <em>O Alzheimer afeta diretamente idosos, o melhor é se prevenir durante o processo de envelhecimento.</em> (Foto: Reprodução)</p>



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		<title>Brasileiros temem Alzheimer, mas subestimam importância do diagnóstico precoce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa abrangente realizada pelo Datafolha em dezembro de 2025, com mais de dois mil entrevistados em todo o Brasil, revela um cenário complexo da percepção da doença de Alzheimer no país. O estudo aponta que, embora a doença gere grande preocupação, ainda há lacunas significativas no conhecimento sobre suas possibilidades de tratamento e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa abrangente realizada pelo Datafolha em dezembro de 2025, com mais de dois mil entrevistados em todo o Brasil, revela um cenário complexo da percepção da doença de Alzheimer no país. O estudo aponta que, embora a doença gere grande preocupação, ainda há lacunas significativas no conhecimento sobre suas possibilidades de tratamento e a importância do diagnóstico no momento correto. No entanto, os resultados também indicam possíveis caminhos para fortalecer o conhecimento e o planejamento do cuidado, transformando apreensão em ação.</p>



<p>A pesquisa Datafolha destaca que a doença de Alzheimer é a segunda condição, dentre quatro doenças graves avaliadas na pesquisa, que as pessoas mais têm medo de um familiar receber o diagnóstico, perdendo apenas para o câncer e à frente de AIDS e Parkinson. Contudo, quando se questiona a importância do diagnóstico precoce, ocupa a terceira posição (35%), ficando atrás do câncer (94%) e AIDS (57%). Essa disparidade sugere uma necessidade urgente de maior conscientização sobre os benefícios da detecção no momento correto e dos benefícios clínicos das intervenções farmacológicas e não farmacológicas.</p>



<p>A complexidade da doença e a importância da intervenção precoce</p>



<p>A doença de Alzheimer é uma condição neurodegenerativa progressiva que afeta o sistema nervoso central, levando à morte de neurônios, especialmente em áreas cruciais para a linguagem, raciocínio e memória. Isso resulta em um comprometimento gradual das funções cognitivas, impactando a capacidade de lembrar, pensar, se comunicar e realizar atividades cotidianas.</p>



<p>A prevenção e o diagnóstico no momento certo são pilares essenciais no manejo da doença, porque os fatores de estilo de vida e os cuidados com a saúde mental desempenham um papel crucial. Estudos científicos recentes demonstram consistentemente que o isolamento social e a solidão, por exemplo, não são apenas fatores de risco para a mortalidade geral, mas também possuem uma correlação direta com a saúde cognitiva, associados a uma maior carga amiloide cortical em idosos, um marcador biológico da fisiopatologia da doença de Alzheimer.</p>



<p>“A saúde do nosso cérebro não deve ser um tabu, nem ser ignorada, mas sim uma parte integrante do nosso cuidado geral. A consulta com o neurologista deveria fazer parte da rotina, assim como fazemos o checkup cardiológico”, afirma Luiz André Magno, Diretor Médico Sênior da Lilly do Brasil. O Relatório da Comissão Lancet sobre Prevenção, Intervenção e Cuidados com a Demência destaca que intervenções direcionadas a múltiplos fatores de risco, como sedentarismo, obesidade e isolamento social, podem modificar a trajetória da doença. “Intervenções não farmacológicas, como manter-se socialmente ativo, praticar exercícios físicos e ter uma alimentação saudável, são poderosas ferramentas preventivas”, complementa Luiz André. Os primeiros sintomas da doença de Alzheimer, como lapsos de memória e dificuldade para planejar tarefas, frequentemente são confundidos com estresse ou envelhecimento normal, o que atrasa o reconhecimento e favorece a progressão da doença.</p>



<p>Desafios na busca por diagnóstico e a relevância de novas terapias</p>



<p>Apesar de 94% dos entrevistados afirmarem que procurariam um médico se um familiar ou amigo apresentasse queixas de perda de memória e dificuldade para se planejar e fazer tarefas, a realidade da busca por auxílio é mais complexa. Menos da metade (46%) já discutiu o tema da memória e raciocínio com um médico ou realizou algum teste cognitivo. Dentre esses, 11% o fizeram há mais de 5 anos, enquanto 54% nunca discutiram o tema ou fizeram exames.</p>



<p>Entre os 41% dos brasileiros que conhecem alguém com doença de Alzheimer, 60% admitem que houve uma demora significativa em procurar um especialista após os primeiros sintomas de confusão e perda de memória. Esse percentual é maior entre homens (66%), pessoas com ensino fundamental (70%) ou médio (64%), na classe DE (73%) e em moradores de cidades do interior (64%). Além disso, 88% concordam que as pessoas geralmente só procuram um médico depois de sintomas graves, como repetir as mesmas perguntas e não conseguir fazer tarefas básicas do dia a dia. A demora é ainda mais evidente: entre aqueles que convivem com a doença, 45% levaram mais de 30 dias para agendar a consulta médica, e outros 27% não souberam precisar o tempo.</p>



<p>Essa hesitação é, em parte, impulsionada pelo medo: 87% dos entrevistados concordam que o diagnóstico da doença de Alzheimer causa muito medo e ansiedade, e 60% acreditam que saber da doença pode atrapalhar a qualidade de vida. Entre quem já convive com a doença, 90% concordam que perceber os sintomas gera muito medo do diagnóstico, e 80% sentiram tristeza e ansiedade, sem saber o que fazer. No entanto, é importante ressaltar que 93% dos que convivem com a doença também concordam que o diagnóstico ajudou as pessoas próximas a se planejar e se adaptar aos cuidados. Além disso, 86% da população geral acreditam que receber um diagnóstico precoce de doença de Alzheimer ajudaria nas decisões sobre tratamento, cuidados e planejamento futuro.</p>



<p>Em contraste com a percepção popular de ineficácia, a ciência tem avançado. Luiz André Magno destaca que, além das abordagens não farmacológicas, “a ciência avança com novas terapias medicamentosas que, quando aplicadas no momento certo nas fases iniciais da doença, podem oferecer melhor qualidade de vida”.</p>



<p>Oportunidades para o futuro do cuidado</p>



<p>Os resultados da pesquisa Datafolha são um convite à ação. Eles sublinham a necessidade de campanhas de conscientização que não apenas informem sobre os sinais da doença de Alzheimer, mas que também desmistifiquem os tratamentos, destacando sua capacidade de gerenciar os sintomas, planejar o futuro e melhorar a qualidade de vida. Transformar o medo em conhecimento e a inação em proatividade é crucial para incentivar o diagnóstico precoce e o acesso oportuno a cuidados. A abordagem à longevidade saudável, conforme enfatizado pela OMS, passa por um entendimento abrangente dos fatores de risco e pela promoção de ambientes que favoreçam o bem-estar físico, mental e social. Isso inclui o acesso a informações claras, serviços de saúde de qualidade e uma cultura que valorize a conexão humana em todas as fases da vida.</p>



<p>Metodologia da Pesquisa “Percepções sobre o Alzheimer no Brasil”</p>



<p>Este estudo quantitativo foi realizado entre 01 e 02 de dezembro de 2025, por meio de 2.002 entrevistas pessoais em pontos de fluxo populacional em todo o Brasil. O objetivo foi mapear a percepção da população brasileira com 16 anos ou mais sobre a doença de Alzheimer, abrangendo desde o medo da doença até a compreensão sobre diagnóstico, tratamento e impacto na vida dos pacientes e suas famílias. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo IBGE 2022, e a amostra é representativa da população brasileira com 16 anos ou mais (160,1 milhões de habitantes). Para leitura do total da amostra, os dados foram ponderados de acordo com a distribuição da população brasileira, com ajuste nas variáveis região, tipo de município, sexo, idade, classe econômica e escolaridade, utilizando dados do Censo IBGE 2022 e da ABEP. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA </p>



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<iframe title="ABERTURA DOS TRABALHOOS LEGISLATIVO E ELEIÇÃO 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Ax0xhIcT_hM?start=1207&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasileiros-temem-alzheimer-mas-subestimam-importancia-do-diagnostico-precoce/">Brasileiros temem Alzheimer, mas subestimam importância do diagnóstico precoce</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Mais de 1 milhão de brasileiros vivem com Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil já soma mais de 1 milhão de pessoas vivendo com Alzheimer, segundo estimativas epidemiológicas. A doença, que vem apresentando crescimento progressivo nos últimos anos, acende um alerta para a importância do diagnóstico precoce e da informação à população. De acordo com o neurologista Edson Marquez, do Mário Palmério Hospital Universitário (MPHU), muitos casos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil já soma mais de 1 milhão de pessoas vivendo com Alzheimer, segundo estimativas epidemiológicas. A doença, que vem apresentando crescimento progressivo nos últimos anos, acende um alerta para a importância do diagnóstico precoce e da informação à população.</p>



<p>De acordo com o neurologista Edson Marquez, do Mário Palmério Hospital Universitário (MPHU), muitos casos começam de forma silenciosa e acabam sendo confundidos com alterações normais do envelhecimento.</p>



<p>“A maioria dos casos começa com pequenos esquecimentos que muita gente considera ‘coisas da idade’. Mas quando esses lapsos passam a interferir na rotina e na autonomia da pessoa, é preciso investigar”, explica o especialista.</p>



<p>A Doença de Alzheimer é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva que afeta principalmente a memória, mas também compromete funções como linguagem, raciocínio e comportamento. Segundo o neurologista, isso ocorre porque as primeiras áreas cerebrais atingidas são justamente as responsáveis pelo armazenamento e organização das lembranças.</p>



<p>“O sintoma inicial mais comum é o esquecimento de fatos recentes, repetição de perguntas e dificuldade para lembrar compromissos. Com a progressão, pode surgir confusão temporal, alterações de humor e dificuldade para realizar tarefas simples”, destaca.</p>



<p>Genética não é a principal causa</p>



<p>Um dos pontos que mais gera dúvidas, segundo o médico, é a relação da doença com a hereditariedade. “Apenas cerca de 5% dos casos são de origem genética. Isso significa que 95% não têm uma causa aparente definida. O Alzheimer não é uma doença 100% hereditária, como muitas pessoas imaginam”, esclarece Marquez.</p>



<p>Envelhecimento normal x Alzheimer</p>



<p>O neurologista também reforça a diferença entre o esquecimento comum do envelhecimento e os sinais da doença.</p>



<p>“No envelhecimento normal, a pessoa pode demorar um pouco mais para lembrar, mas depois consegue recuperar a informação. No Alzheimer, a memória pode simplesmente não voltar. A pessoa esquece algo que aconteceu há poucos minutos e, em fases mais avançadas, pode não reconhecer pessoas próximas.”</p>



<p>Diagnóstico precoce faz diferença</p>



<p>Embora ainda não exista cura, o diagnóstico precoce é determinante para retardar a evolução da doença e preservar a qualidade de vida.</p>



<p>“Quanto antes identificamos, mais cedo iniciamos medicações e intervenções multidisciplinares, como estimulação cognitiva e acompanhamento familiar. Isso impacta diretamente na evolução do quadro”, ressalta o neurologista do MPHU.</p>



<p>O especialista reforça que o principal sinal de alerta é quando o esquecimento começa a comprometer a identidade e a autonomia do indivíduo. “Esquecer não é normal quando começa a apagar quem você é”, conclui.</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



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<iframe title="EMAGRECIMENTO MODERNO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/FeGat2T796U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Pesquisa desenvolve instrumento para avaliação cognitiva e motora de idosos com Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório Multidisciplinar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa do Laboratório Multidisciplinar de Pesquisa em Saúde do Idoso (LaPeSI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) tem por objetivo desenvolver uma nova tecnologia, reunindo conhecimentos da Saúde e da Engenharia, que permita avaliar as funções cognitivas e motoras de forma concomitante em pessoas com doença de&#160;Alzheimer&#160;no estágio leve. O estudo integra projetos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa do Laboratório Multidisciplinar de Pesquisa em Saúde do Idoso (LaPeSI) da Universidade Federal de São Carlos (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ufscar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UFSCar</a></strong>) tem por objetivo desenvolver uma nova tecnologia, reunindo conhecimentos da Saúde e da Engenharia, que permita avaliar as funções cognitivas e motoras de forma concomitante em pessoas com doença de&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/alzheimer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alzheimer</a>&nbsp;</strong>no estágio leve. O estudo integra projetos de graduação, mestrado e doutorado e une pesquisadores do Departamento de Fisioterapia (DFisio) e de Engenharia Elétrica (DEE).</p>



<p>O projeto é orientado pelos professores da UFSCar Larissa Pires de Andrade, do DFisio, e Robson Barcellos, do DEE. De acordo com Renata Gerassi, doutoranda que integra o LaPeSI, a importância do desenvolvimento do novo instrumento está na obtenção de medidas automatizadas, válidas e confiáveis, “o que pode avançar o conhecimento científico, melhorar estratégias de avaliação, além de propor medidas de prevenção e reabilitação e qualificar o cuidado clínico das pessoas com Alzheimer em estágio leve”.</p>



<p>Gerassi expõe que a nova tecnologia permite avaliar as funções cognitivas e motoras de forma concomitante, “além do baixo custo, fácil transporte e possibilidades de aplicação em diferentes contextos profissionais, superando limitações dos instrumentos atuais”.</p>



<p>A pesquisadora pontua que o diferencial do projeto atual está exatamente “na integração entre a avaliação cognitiva e motora em um mesmo teste automatizado, no caráter interdisciplinar, envolvendo diferentes conhecimentos da Fisioterapia e da Engenharia Elétrica, além do potencial de uso futuro clínico e comercial do novo instrumento, após os estudos de validação”.</p>



<p>Para realizar a pesquisa, são convidadas pessoas a partir de 60 anos, que tenham Alzheimer em estágio leve, que consigam caminhar sem ajuda de suportes como bengalas e andadores, que residam em São Carlos, e tenham exames de imagem, como ressonância ou tomografia. As pessoas voluntárias participarão de avaliações e testes gratuitos e presenciais no LaPeSI da UFSCar. Ao final, cada participante receberá um relatório multidisciplinar sobre sua saúde mental e física, com informações sobre seu desempenho nos testes propostos e que poderá ser apresentado aos profissionais que os acompanham.</p>



<p>As pessoas interessadas em participar do estudo podem entrar em contato com a equipe de pesquisa por um desses telefones: Renata – (19) 99242-4871; Ana Paula – (81) 99649-7347; Ellen – (16) 98866-5683; ou pelo telefone fixo (16) 3351-8704. São ofertadas 30 vagas para participação no estudo.</p>



<p>Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 83673324.4.0000.5504).</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



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<iframe title="Aposentadoria do trabalhador Rural: Você sabe se tem direito?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JRGkPsx_2hs?start=792&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pesquisa-desenvolve-instrumento-para-avaliacao-cognitiva-e-motora-de-idosos-com-alzheimer/">Pesquisa desenvolve instrumento para avaliação cognitiva e motora de idosos com Alzheimer</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Câmara aprova criação do cadastro nacional de pessoas com Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Câmara dos Deputados&#160;aprovou projeto de lei que cria o cadastro nacional de pessoas com doença de&#160;Alzheimer&#160;e outras doenças demenciais. Um dos objetivos do cadastro é ajudar os órgãos públicos na localização de pessoas desaparecidas com essas condições. O texto será enviado ao Senado. De autoria do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), o Projeto de Lei 1933/21 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos Deputados</a></strong>&nbsp;aprovou projeto de lei que cria o cadastro nacional de pessoas com doença de&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/alzheimer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alzheimer</a>&nbsp;</strong>e outras doenças demenciais. Um dos objetivos do cadastro é ajudar os órgãos públicos na localização de pessoas desaparecidas com essas condições. O texto será enviado ao Senado.</p>



<p>De autoria do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), o Projeto de Lei 1933/21 foi aprovado  com substitutivo da relatora, deputada Rosangela Moro (União-SP). Segundo o projeto, as informações também ajudarão na formulação e execução de políticas públicas voltadas à proteção integral desse público.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Rosangela Moro ressaltou que pessoas com doenças demenciais, como o Alzheimer, estão especialmente vulneráveis à desorientação espacial e temporal, o que frequentemente as leva a se perderem. “Essa condição representa um risco significativo à sua integridade física e à sua dignidade, exigindo a adoção de mecanismos específicos de proteção, identificação e resposta rápida, com o objetivo de localizá-las e garantir sua segurança e bem-estar”, disse.</p>



<p>O cadastro será instituído e mantido pelo Executivo federal, sendo abastecido por meio da integração dos sistemas de informação e das bases de dados do poder público, incluindo da lei sobre a política nacional de cuidados às pessoas com demência (<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2024/lei-14878-4-junho-2024-795713-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 14.878/24</a>).</p>



<p>Rosangela Moro alterou o texto para prever que o cadastro esteja alinhado à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), com banco de dados alimentado por fontes oficiais. “A ausência de informações claras sobre quem poderá consultar o cadastro e sobre quais circunstâncias poderá ser feita a consulta, torna mais vulnerável em relação à necessidade de proteger a privacidade do titular”, afirmou a deputada.</p>



<p><strong>Acesso</strong></p>



<p>O acesso ao cadastro será permitido aos órgãos de segurança pública das esferas federal, estadual e municipal, ao Judiciário, ao Ministério Público e a outros órgãos pertinentes do Executivo, nos limites estabelecidos na legislação.</p>



<p>Já a coleta, o armazenamento e o tratamento de dados pessoais deverá seguir as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2018/lei-13709-14-agosto-2018-787077-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 13.709/18</a>).</p>



<p><strong>Princípios</strong></p>



<p>Como princípios, o projeto lista o respeito à dignidade da pessoa humana; a plena e efetiva participação e inclusão na sociedade da pessoa com doença demencial; a garantia de segurança e bem-estar social dessas pessoas; e o respeito pelas diferenças e pela aceitação das pessoas com deficiência.</p>



<p>Se virar lei, as normas entram em vigor depois de 180 dias de sua publicação.</p>



<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 55 milhões de pessoas vivem com demência no mundo, e esse número deve chegar a 139 milhões até 2050. No Brasil, ao menos 1,76 milhão de pessoas com mais de 60 anos têm alguma forma de demência, conforme aponta estudo da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>



<p> <em>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PORNOGRAFIA : MOCINHA OU VILÃ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/EeeKhcI8jac?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Descoberta sobre glicose no cérebro pode ajudar a combater Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo revela que o acúmulo de glicogênio no cérebro pode estar diretamente ligado à progressão do Alzheimer. A descoberta abre caminho para tratamentos que envolvem dieta restritiva, enzimas específicas e até medicamentos como o Ozempic no combate à neurodegeneração O armazenamento de glicose no cérebro pode ter um papel muito mais relevante na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo estudo revela que o acúmulo de glicogênio no cérebro pode estar diretamente ligado à progressão do Alzheimer. A descoberta abre caminho para tratamentos que envolvem dieta restritiva, enzimas específicas e até medicamentos como o Ozempic no combate à neurodegeneração</p>



<p><br>O armazenamento de glicose no cérebro pode ter um papel muito mais relevante na degeneração dos neurônios do que os cientistas imaginavam, o que pode abrir caminhos para novos tratamentos de doenças como o Alzheimer.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Como explica David Nield, citado pelo Science Alert, o Alzheimer é uma condição caracterizada pelo acúmulo prejudicial da proteína tau dentro dos neurônios.</p>



<p>Ainda não está claro se esse acúmulo é causa ou consequência da doença. No entanto, um novo estudo publicado na revista Nature Metabolism trouxe dados importantes ao revelar interações significativas entre a proteína tau e a glicose em sua forma armazenada, o glicogênio.</p>



<p>Conduzido por pesquisadores do Instituto Buck de Pesquisa sobre Envelhecimento, nos Estados Unidos, o estudo lança uma nova luz sobre a função do glicogênio no cérebro — antes considerado apenas uma reserva de energia para o fígado e os músculos.</p>



<p>&#8220;Esse novo estudo desafia essa visão, e o faz com implicações impressionantes&#8221;, afirma o biólogo molecular Pankaj Kapahi, do Instituto Buck. &#8220;O glicogênio armazenado não está apenas presente no cérebro, mas também está envolvido em processos patológicos.&#8221;</p>



<p>A partir de ligações já conhecidas entre glicogênio e doenças neurodegenerativas, os pesquisadores encontraram níveis elevados da substância tanto em modelos de tauopatia desenvolvidos em moscas-da-fruta (Drosophila melanogaster) quanto em células cerebrais de pessoas com Alzheimer.</p>



<p>Análises mais detalhadas revelaram um mecanismo-chave: a proteína tau prejudica a quebra e o uso normal do glicogênio no cérebro, favorecendo o acúmulo excessivo tanto de glicogênio quanto da própria tau, e reduzindo a capacidade de defesa dos neurônios.</p>



<p>Um ponto central nesse processo é a enzima glicogênio fosforilase (GlyP), que converte o glicogênio em energia para o organismo. Quando os cientistas aumentaram a produção dessa enzima nas moscas, os estoques de glicogênio voltaram a ser utilizados — o que ajudou a conter os danos celulares.</p>



<p>&#8220;Ao aumentar a atividade da GlyP, as células cerebrais conseguem eliminar melhor as espécies reativas de oxigênio, que são tóxicas, reduzindo os danos e até prolongando a vida das moscas com tauopatia&#8221;, explica a bióloga Sudipta Bar, também do Instituto Buck.</p>



<p>A equipe também investigou se uma dieta restrita — já associada à saúde cerebral — poderia ajudar. Quando as moscas afetadas pela tauopatia seguiram uma dieta com baixo teor de proteínas, viveram mais e apresentaram menos danos cerebrais. Isso sugere que a mudança metabólica induzida pela dieta pode estimular a atividade da GlyP.</p>



<p>Essas descobertas são particularmente relevantes porque apontam para uma forma potencial de combater o acúmulo de tau e glicogênio no cérebro. Os cientistas, inclusive, desenvolveram um medicamento com base na molécula 8-Br-cAMP para simular os efeitos da restrição alimentar — e obtiveram resultados semelhantes nos testes com moscas.</p>



<p>O estudo pode ainda ter ligação com pesquisas envolvendo agonistas do receptor GLP-1, como o Ozempic — remédio usado para tratar diabetes e auxiliar na perda de peso, que agora também vem sendo estudado por seu potencial protetor contra a demência. Segundo os autores, isso ocorre porque esses medicamentos afetam vias relacionadas ao glicogênio.</p>



<p>&#8220;Entender como os neurônios processam o açúcar pode ter nos levado a uma nova estratégia terapêutica — uma que atinge diretamente a química interna das células para combater o declínio cognitivo associado à idade&#8221;, diz Kapahi.</p>



<p>&#8220;À medida que nossa sociedade envelhece, descobertas como essa trazem esperança de que uma melhor compreensão — e talvez um reequilíbrio — do &#8216;código oculto&#8217; do açúcar no cérebro possa revelar ferramentas poderosas contra a demência.&#8221;</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto / Foto: © Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ORIENTAÇÃO PARENTAL: DESAFIOS FRENTE AO DIAGNÓSTICO DOS TRASTORNOS DO NEURODESENVOLVIMENTO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-oAs8_OGasA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/descoberta-sobre-glicose-no-cerebro-pode-ajudar-a-combater-alzheimer/">Descoberta sobre glicose no cérebro pode ajudar a combater Alzheimer</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Anvisa aprova medicamento inédito para Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 20:01:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (22) o donanemabe, um tratamento inédito para Alzheimer. Segundo informações do Metro 1, o medicamento da farmacêutica americana da Eli Lilly, comercializado sob o nome de Kisunla é indicado para o tratamento para adultos com doença de Alzheimer sintomática inicial, que inclui pacientes com comprometimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (22) o donanemabe, um tratamento inédito para Alzheimer. Segundo informações do Metro 1, o medicamento da farmacêutica americana da Eli Lilly, comercializado sob o nome de Kisunla é indicado para o tratamento para adultos com doença de Alzheimer sintomática inicial, que inclui pacientes com comprometimento cognitivo leve ou em estágio leve de demência, com confirmação de patologia amiloide.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O donanemabe é um medicamento injetável, administrado uma vez por mês. O remédio atua diretamente na redução das placas de proteína beta-amiloide no cérebro — consideradas um dos principais fatores associados ao desenvolvimento do Alzheimer. Ensaios clínicos mostram que o medicamento foi capaz de retardar a progressão da doença. Segundo a farmacêutica, o donanemabe promoveu a remoção das placas amiloides a níveis considerados negativos em 30% dos pacientes aos 6 meses, 66% aos 12 meses e 76% aos 18 meses.&nbsp;</p>



<p>Por meio de nota , a Eli Lilly informou que agora o remédio passará pelo processo de precificação junto à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Ainda não há previsão de quando o medicamento começará a ser comercializado no país nem qual será o seu custo. Com as informações do Metro 1.</p>



<p>Fonte: Portal Saúde News / Foto: Pixabay</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A ANSIEDADE E SUAS RAÍZES NO PASSADO: UMA PERSPECTIVA PSICANALISTA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DYmQVFt-4ko?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Por que mulheres têm risco maior de Alzheimer do que homens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 12:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[homens]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores brasileiros e norte-americanos descobriram que mulheres com declínio cognitivo, desde casos mais leves até quando a pessoa recebe um diagnóstico de demência, causado por doenças como Alzheimer e demência de corpos de Lewy, apresentam no sangue níveis mais baixos de duas moléculas, a acetil-L-carnitina e, especialmente, a carnitina livre, em comparação com pacientes saudáveis. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores brasileiros e norte-americanos descobriram que mulheres com declínio cognitivo, desde casos mais leves até quando a pessoa recebe um diagnóstico de demência, causado por doenças como Alzheimer e demência de corpos de Lewy, apresentam no sangue níveis mais baixos de duas moléculas, a acetil-L-carnitina e, especialmente, a carnitina livre, em comparação com pacientes saudáveis.</p>



<p>Além disso, também observaram que, entre aquelas com o problema, quão mais grave ele fosse, mais baixos eram os níveis das duas moléculas no sangue. Para a pesquisa, eles analisaram amostras de líquor (um líquido transparente que envolve o cérebro e a medula espinhal, e é coletado por meio de punção lombar) e sangue de 125 pacientes, coletadas no Brasil e nos Estados Unidos.</p>



<p>O estudo, com apoio do Instituto Serapilheira e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), envolveu cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto DOr de Pesquisa e Ensino (IDOR), da Universidade de Nova York, da Universidade Duke e da Universidade da Califórnia em Irvine, e foi publicado na revista científica Molecular Psychiatry, do prestigioso grupo de publicações Nature.</p>



<p>Ao propor um novo alvo terapêutico, a descoberta pode abrir caminhos para o desenvolvimento de novos tratamentos e também aperfeiçoar técnicas de diagnóstico menos invasivas. Isso porque os cientistas também encontraram uma forte correlação entre a carnitina e os marcadores liquóricos de beta-amiloide e tau (hoje os indicadores-chave da doença de Alzheimer).</p>



<p>Como a mesma relação não foi observada entre homens, que, segundo os cientistas, parecem naturalmente ter níveis mais baixos de carnitina, ela também dá uma pista para entender por que mulheres enfrentam um risco maior de desenvolver Alzheimer &#8211; a incidência é duas vezes maior no sexo feminino do que no masculino.</p>



<p>\&#8221;Foi surpreendente\&#8221;, fala Mychael Lourenço, professor do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, cientista apoiado pelo Serrapilheira e um dos líderes do estudo. \&#8221;Nossa hipótese era de que ela (a carnitina) estaria reduzida no sangue de todo mundo, inclusive de homens. Mas não foi o que observamos.\&#8221;</p>



<p>A hipótese dos pesquisadores, explica Lourenço, é de que a carnitina protege o cérebro. \&#8221;Quando ela cai, a pessoa fica mais vulnerável. E, por alguma razão, ela decai mais em mulheres.\&#8221;</p>



<p>A pesquisa foi inspirada em estudos anteriores feitos em camundongos. Em um deles, por exemplo, cientistas observaram melhorias na função cognitiva dos roedores após a administração de acetil-L-carnitina.</p>



<p>\&#8221;Nossos achados são robustos, mas é um estudo inicial. Não dá para dizer ainda que essa redução é causal. Então, não dá para supor ou inferir que tomar comprimidos ou suplemento de carnitina vai melhorar a memória\&#8221;, alerta. Também não é para aumentar o consumo de carne (uma das fontes alimentares da substância) indiscriminadamente, pensando que seja uma solução. Até porque o consumo exagerado desse alimento está ligado a problemas de saúde, como doenças cardíacas, diabetes do tipo 2 e até câncer.</p>



<p>Atualmente, a prevenção da demência neurodegenerativa é principalmente baseado em 14 fatores de risco modificáveis. De acordo com relatório de um comitê da respeitada revista científica The Lancet, lançado no ano passado, 45% dos casos da doença no mundo poderiam ser evitados se eles fossem mudados.</p>



<p>A geriatra Claudia Kimie Suemoto, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), não envolvida no trabalho, ressalta que trata-se de um estudo de \&#8221;excelente qualidade\&#8221;, conduzido por grupos de pesquisadores experientes. Segundo ela, os resultados são importantes para ajudar a entender e projetar pesquisas futuras sobre a diferença de risco de Alzheimer entre homens e mulheres.</p>



<p>Além disso, a correlação da carnitina com os marcadores tradicionais dá mais força ainda para a hipótese de que a carnitina tem um papel-chave na origem do Alzheimer.</p>



<p>A professora destaca, porém, que o estudo tem limitações. Ela gostaria de que esses achados, agora, fossem replicados em amostras maiores e mais diversas.</p>



<p>Afinal, o que é carnitina e por que é importante?</p>



<p>Segundo Lourenço, a carnitina foi identificada pela primeira vez no século XX, e descrita como uma molécula derivada de carne bovina estragada.</p>



<p>\&#8221;De fato, de 95% a 97% da carnitina que temos no corpo vem da nossa alimentação, principalmente de carne animal\&#8221;, conta.</p>



<p>Ela é uma molécula muito importante para nossas células, especialmente para aquelas dos músculos e do fígado, e para a queima de gordura, conforme explica o professor da UFRJ.</p>



<p>Quando nos alimentamos, usamos açúcar como nossa fonte principal de energia. No entanto, quando não conseguimos comer, precisamos usar a gordura armazenada em diferentes níveis e partes do corpo como fonte energética.</p>



<p>Para isso, entra em cena a carnitina, que ajuda a gordura a chegar dentro das mitocôndrias, onde vai ser utilizada como fonte energética, explica Lourenço.</p>



<p>\&#8221;Eu brinco que é como se a carnitina, dentro da célula, fosse uma espécie de promoter. Imagina quando você vai numa festa, tem uma fila grande, mas conhece o promoter. Ele te busca na fila e te bota para dentro mais rápido.\&#8221;</p>



<p>Acontece que cientistas descobriram que, além de promoter, a carnitina tem outro bico, digamos assim. No nosso corpo, parte dela se torna acetil-L-carnitina que, segundo Lourenço, também atua na regulação de mecanismos epigenéticos no cérebro, algo crucial para o bom funcionamento do órgão.</p>



<p>Em suma, mudanças epigenéticas são aquelas que ocorrem no DNA sem que sua sequência seja alterada. É só pensar na troca de lençol de uma cama: é importante para a higiene, porém, a estrutura da cama continua a mesma.</p>



<p>\&#8221;Essas modificações são importantes porque elas controlam a expressão de genes que vão, em última instância, comandar a função das sinapses, que são os pontos de comunicação entre os neurônios e que fazem basicamente o nosso cérebro funcionar\&#8221;, explica Lourenço.</p>



<p>Foi a descoberta dessa função que fez os cientistas ficarem cada vez mais interessados no possível papel da carnitina no declínio cognitivo.</p>



<p>Por que o Alzheimer é mais comum entre mulheres?</p>



<p>Parte da animação dos cientistas com este estudo está na possibilidade de ajudar a responder um mistério que envolve a doença de Alzheimer: por que ela é mais comum entre as mulheres?</p>



<p>Parte disso, é claro, pode ter a ver com o fato de elas viverem mais, afinal, o aumento da idade é um importante fator de risco para o Alzheimer. Mas cientistas perceberam que só isso não explica tudo.</p>



<p>Um estudo sueco, por exemplo, mostrou que as taxas de incidência de qualquer demência eram relativamente semelhantes entre homens e mulheres até os 80 anos. Após essa idade, as mulheres tinham mais chances de serem diagnosticadas com a doença, especialmente quando se tratava de Alzheimer.</p>



<p>Hoje, as três principais hipóteses investigadas para resolver esse quebra-cabeça são:</p>



<p>Cromossomo X: os homens têm um cromossomo X e outro Y, enquanto as mulheres têm dois cromossomos X. Embora, segundo Claudia, por ora, não se tenha identificado nenhum gene sexual relacionado a danos que levam ao Alzheimer, cientistas têm apostado nessa direção. Em um estudo recente publicado na Nature, pesquisadores mostraram que o cromossomo X materno afeta a cognição e o envelhecimento cerebral de camundongos fêmeas.</p>



<p>Variações hormonais: o principal hormônio dos homens é a testosterona. Durante a puberdade, os níveis dela aumentam significativamente e, após essa fase, se mantêm relativamente constantes ao longo da vida. Com o envelhecimento, ocorre uma queda lenta e gradual, sem mudanças bruscas. Já nas mulheres, os hormônios predominantes são o estrogênio e a progesterona. Também na puberdade ocorre um aumento nos níveis deles, mas, ao contrário dos homens, há variações tanto em curto prazo (ciclo menstrual) quanto em longo prazo (menopausa e perimenopausa).</p>



<p>Condições socioeconômicas: Claudia comenta que a geração que atualmente está enfrentando demência viveu em tempos em que as mulheres tiveram menos acesso à educação formal e permaneceram por menos tempo na escola em comparação aos homens. Isso resulta em menor escolaridade e, consequentemente, em trabalhos com menor complexidade cognitiva ao longo da vida. Ou seja, menos oportunidades de formação de reserva cognitiva, que protege contra o Alzheimer.</p>



<p>Diagnóstico</p>



<p>O diagnóstico de Alzheimer não é simples. O passo inicial depende da reclamação do paciente (ou de quem convive com ele) sobre sintomas como falhas na memória. A partir daí, o médico pede testes neuropsicológicos para determinar se há declínio cognitivo em comparação com indivíduos de mesma idade e escolaridade. Com isso, é possível dizer se a pessoa tem ou não demência.</p>



<p>O próximo passo é descobrir a causa da demência. Nessa fase, o médico pode pedir exames laboratoriais e de imagem para descartar outras causas e fechar um diagnóstico presuntivo de Alzheimer. Ele pode ainda solicitar exames de biomarcadores &#8211; elementos presentes no organismo que sugerem a ocorrência de determinada doença. Os mais utilizados são o PET amiloide (um exame de imagem) e a biópsia do líquor.</p>



<p>Mesmo assim, podem restar dúvidas. Vale destacar que exames como o PET são muito caros e não disponíveis em boa parte do País. Com a tendência de envelhecimento populacional, cientistas correm contra o tempo para encontrar biomarcadores que permitam exames mais baratos, acessíveis e menos invasivos.</p>



<p>No ano passado, pesquisadores mostraram que um exame de sangue que analisa beta-amiloide, tau e tau fosforilada foi capaz de detectar a doença de Alzheimer com precisão de 91%, superando as avaliações tradicionais de médicos da atenção primária e de especialistas em demência. O estudo foi publicado na respeitada revista científica The Journal of the American Medical Association (Jama).</p>



<p>\&#8221;Os exames de sangue para pesquisa têm um potencial muito bom, com acurácia bastante boa, mas ainda não é 100%\&#8221;, comenta Lourenço. Medir carnitina pode ser um indicador interessante para ajudar a melhorar a acurácia diagnóstica e tentar chegar ali perto de 100% de precisão\&#8221;, avalia.</p>



<p>Suplemento de carnitina?</p>



<p>Com os avanços na compreensão da bioquímica do cérebro &#8211; na década de 1990, principalmente -, os cientistas começaram a estudar os impactos da suplementação de carnitina em pacientes com Alzheimer. De lá para cá, os resultados não foram robustos e quando apontaram melhoras na cognição, foram modestos.</p>



<p>\&#8221;Do ponto de vista prático, acho que esse mecanismo de quebra de gordura nas células pode ser um alvo terapêutico, mas temos que buscar outros alvos relacionados que não envolvam diretamente suplementação de carnitina\&#8221;, comenta Lourenço, sobre as portas que o estudo deles abre. Ele, porém, comenta que seria interessante refazer os estudos sobre suplementos só com mulheres.</p>



<p>Precisamos estudar mulheres</p>



<p>Essa é uma das principais mensagens do estudo: a medicina precisa olhar mais para as mulheres. Sabe-se, por exemplo, que mulheres são amplamente medicadas em excesso e sofrem efeitos colaterais excessivos porque as dosagens dos medicamentos são calculadas com base em estudos feitos predominantemente em homens &#8211; o estudo é das Universidades de Chicago e da Califórnia. \&#8221;Precisamos estudar mulheres. Muitos estudos já foram feitos com homens\&#8221;, finaliza Lourenço.</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto / Fonte: © Shutterstock</p>



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		<title>Alzheimer antes dos 30 anos: 4 sintomas comuns para ficar de olho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 20:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença também pode acometer pessoas com pouca idade; saiba como identificar A Doença de Alzheimer em jovens, ao contrário do que alguns imaginam, não é algo impossível de acontecer. Afinal, a condição degenerativa que acomete o cérebro pode ter início a partir dos 30 anos de idade. E, portanto, não atinge apenas pessoas idosas. Trata-se do Alzheimer Precoce, que possui alguns sintomas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Doença também pode acometer pessoas com pouca idade; saiba como identificar</p>



<p>A <strong>Doença de Alzheimer em jovens</strong>, ao contrário do que alguns imaginam, não é algo impossível de acontecer. Afinal, a condição <a href="https://www.saudeemdia.com.br/doencas/parkinson-neurologista-explica-doenca-degenerativa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">degenerativa</a> que acomete o <a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/envelhecimento-do-cerebro-entenda-10-mitos-e-verdades.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cérebro</a> pode ter início a partir dos 30 anos de idade. E, portanto, não atinge apenas <a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/estudo-associa-isolamento-social-a-casos-de-demencia-em-idosos.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pessoas idosas</a>. Trata-se do <strong>Alzheimer Precoce</strong>, que possui alguns <strong>sintomas de alerta</strong>, além da <strong>perda de memória</strong>.</p>



<p>No entanto, em um artigo publicado para o site <em><a href="https://theconversation.com/global" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Conversation</a></em>, Mark Dallas, professor de Neurociência Celular da <a href="https://www.reading.ac.uk/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade de Reading</a>, na Inglaterra, pontuou que casos assim são mais raros. E que o Alzheimer tende a aparecer após os 50 anos de idade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas de Alzheimer em jovens<br></strong></h2>



<p>O especialista ainda revelou que, em casos tradicionais da doença, o principal sintoma é a perda sistemática de memória. Mas que, em jovens, o Alzheimer pode apresentar outros sinais, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade de atenção;</li>



<li>Menor capacidade de gesticulação com as mãos;</li>



<li>Perda de consciência espacial;</li>



<li>Altos níveis de ansiedade.</li>
</ul>



<p>Caso você apresente um ou mais desses sintomas com frequência, sendo jovem ou não, o ideal é procurar auxílio médico. Dessa maneira, um diagnóstico mais assertivo poderá indicar a necessidade de um tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda a Doença de Alzheimer</h2>



<p>Segundo a&nbsp;<a href="https://www.alz.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Alzheimer’s Association</strong></a>, no Brasil mais de 1 milhão de pessoas convivem com algum tipo de demência. A&nbsp;<a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Organização Mundial da Saúde</strong></a>&nbsp;estima que no mundo são cerca de 50 milhões e que destes, 70% são diagnosticados com a Doença de Alzheimer. Apesar dos números alarmantes, há muitos esclarecimentos que precisam ser feitos sobre a doença.&nbsp;</p>



<p></p>



<p>Definido como uma doença neurodegenerativa, ou seja, leva a um progressivo declínio cognitivo com o passar do tempo. Nas fases finais, inclusive, o paciente não se lembra de grande parte dos acontecimentos da sua vida – a perda de memória é o sintoma mais característico da enfermidade.</p>



<p>“A evolução clínica pode variar dependendo do caso, mas, de modo geral, temos uma patologia lentamente progressiva, que evolui em anos e que leva a progressiva deterioração cognitiva, comportamental e, nos estágios finais, motora”, explica o neurologista Leandro Teles.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas da doença&nbsp;</h2>



<p>Embora o ambiente externo influencie o surgimento do Alzheimer, o quadro depende, principalmente, de uma carga genética. “Quase sempre o que ocorre é uma predisposição genética, herdada por vários genes, que se manifesta a depender de fatores ambientais, como a longevidade, a escolaridade, as patologias clínicas e outros fatores ainda não completamente elucidados”, destaca Leandro.</p>



<p></p>



<p>Segundo o especialista, para algumas famílias o fator genético pode se tornar evidente e atingir pessoas mais jovens. “Por isso, de modo geral, não falamos de determinismo genético, mas sim de predisposição, e isso serve para a grande maioria dos casos típicos, que ocorre de forma lentamente progressiva e após os 65 anos”, completa o especialista.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Saúde em dia / Alzheimer em jovens &#8211; Foto: Shutterstock</p>



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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/alzheimer-antes-dos-30-anos-4-sintomas-comuns-para-ficar-de-olho/">Alzheimer antes dos 30 anos: 4 sintomas comuns para ficar de olho</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Alzheimer: estudo mostra o que pode causar a morte de neurônios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 14:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[neurônios]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores analisam o papel do RNA na morte de células cerebrais O Mal de Alzheimer é uma das formas de demência mais comuns, mas, mesmo com grande ocorrência da doença, a ciência ainda não tem sua causa totalmente esclarecida. Um dos pontos conhecidos é que a perda de neurônios pode ser um dos fatores principais para o desenvolvimento da doença. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores analisam o papel do RNA na morte de células cerebrais</p>



<p>O <strong>Mal de Alzheimer</strong> é uma das formas de demência mais comuns, mas, mesmo com grande ocorrência da doença, a ciência ainda não tem sua causa totalmente esclarecida. Um dos pontos conhecidos é que a <strong>perda de neurônios</strong> pode ser um dos fatores principais para o <strong>desenvolvimento da doença</strong>.</p>



<p>Em um estudo publicado na revista&nbsp;<em><a href="https://www.nature.com/articles/s41467-023-44465-8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nature Communications</a></em>,&nbsp;<strong>pesquisadores</strong>&nbsp;da&nbsp;<em>Northwestern University</em>&nbsp;<strong>descobriram uma possível nova causa para a degeneração de neurônios</strong>&nbsp;na doença de Alzheimer. Segundo os autores, um mecanismo presente no RNA (ácido ribonucleico) pode estar envolvido na morte de diversas células, incluindo os neurônios.</p>



<p>Para chegar a essa hipótese, os pesquisadores <strong>analisaram cérebros de três diferentes fontes</strong>: modelos de camundongos com doença de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/alzheimer-pode-ter-5-variantes-diferentes-mostra-estudo/">Alzheimer</a>, neurônios derivados de células-tronco de pessoas com e sem a doença e adultos com mais de 80 anos, mas com capacidade de memória equivalente a indivíduos entre 50 e 60 anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/18.jpg" alt="" class="wp-image-86869" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/18.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/18-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>Segundo Marcus Peter, professor na Escola de Medicina Feinberg da&nbsp;<em>Northwestern University&nbsp;</em>e autor principal do estudo, cada pessoa tem diferentes classes de RNA em suas células: o RNA mensageiro (RNAm) longo, que codifica proteínas importantes para o funcionamento das células e que possui milhares de nucleotídeos, e o RNA curto, que possui entre 19 e 22 nucleotídeos. Essa segunda classe de RNA atua suprimindo a atividade do RNAm, o que resulta no bloqueio da síntese de proteínas.</p>



<p>Os pesquisadores descobriram que uma <strong>espécie de “código” embutido em RNA curto</strong> com apenas seis nucleotídeos <strong>poderiam matar células importantes</strong>.</p>



<p>“Chamamos a sequência curta de&nbsp;<strong>‘código da morte’</strong>. As células morrem porque os RNAs que carregam o código suprimem seletivamente os RNAm que codificam proteínas que são críticas para a sobrevivência de todas as células”, explicou Marcus Peter ao&nbsp;<em>Medical News Today</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a descoberta pode levar a uma possível causa de Alzheimer</h2>



<p>Ainda de acordo com o autor do estudo, as&nbsp;<strong>células cerebrais são protegidas pelos RNA mensageiros</strong>, principalmente quando eles estão disponíveis em grande quantidade. No entanto,&nbsp;<strong>com o avanço da idade</strong>, a quantidade de&nbsp;<strong>RNA “protetores” diminui, enquanto a de RNA “tóxicos” aumenta</strong>.</p>



<p>Isso significa que,&nbsp;<strong>quanto maior a quantidade de RNA “tóxico”</strong>&nbsp;no cérebro, maior é o risco para mais mortes celulares e, consequentemente,&nbsp;<strong>maior a chance de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exame-de-sangue-que-rastreia-alzheimer-pode-virar-real-diz-estudo/">desenvolvimento de Alzheimer</a></strong>.</p>



<p>Para os autores do estudo, essa&nbsp;<strong>descoberta é importante</strong>&nbsp;para abrir caminho para novas pesquisas em torno do&nbsp;<strong>desenvolvimento de medicamentos</strong>&nbsp;para tratar o Alzheimer e outras doenças degenerativas.</p>



<p>Para Marcus Peter, as <strong>próximas etapas</strong> da pesquisa incluem mais <strong>testes em animais e neurônios derivados de pacientes com a doença</strong>, além de testar medicamentos que possam aumentar o nível de RNA protetores ou reduzir a atividade dos RNA “tóxicos”.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil </p>



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<iframe title="A arte de decorar" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/GzRvf9_Ed2o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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