<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ansiedade |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/ansiedade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 09 Jun 2026 12:30:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>ansiedade |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Relógio inteligente detecta ansiedade e estresse em tempo real e com 80% de precisão</title>
		<link>https://ipiracity.com/relogio-inteligente-detecta-ansiedade-e-estresse-em-tempo-real-e-com-80-de-precisao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=relogio-inteligente-detecta-ansiedade-e-estresse-em-tempo-real-e-com-80-de-precisao</link>
					<comments>https://ipiracity.com/relogio-inteligente-detecta-ansiedade-e-estresse-em-tempo-real-e-com-80-de-precisao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Relógio inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=178046</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um relógio de pulso capaz de perceber que o usuário está ansioso antes mesmo que ele se dê conta disso. O que parece ficção científica está se tornando realidade nos laboratórios do Viva Bem: inteligência artificial para saúde e bem-estar– um Centro de Pesquisa Aplicada (CPA) financiado pela FAPESP e pela Samsung na Universidade Estadual [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/relogio-inteligente-detecta-ansiedade-e-estresse-em-tempo-real-e-com-80-de-precisao/">Relógio inteligente detecta ansiedade e estresse em tempo real e com 80% de precisão</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um relógio de pulso capaz de perceber que o usuário está ansioso antes mesmo que ele se dê conta disso. O que parece ficção científica está se tornando realidade nos laboratórios do Viva Bem: inteligência artificial para saúde e bem-estar– um Centro de Pesquisa Aplicada (CPA) financiado pela FAPESP e pela Samsung na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>



<p>Pesquisadores vinculados ao Viva Bem desenvolveram um software de inteligência artificial que identifica estados de ansiedade com mais de 80% de precisão a partir de sinais corporais captados por smartwatches. Os resultados do trabalho foram apresentados por Anderson Rocha, professor da Unicamp e coordenador do CPA, durante a FAPESP Week Londres.</p>



<p>“Desenvolvemos uma técnica inicial, que já foi publicada, e agora estamos aprimorando uma nova, que está em avaliação pela Samsung [responsável pelo hardware]”, contou Rocha.</p>



<p>A tecnologia integra, entre outros indicadores, dois tipos de dados coletados continuamente pelo relógio: o eletrocardiograma – que registra a atividade elétrica do coração – e a acelerometria, que mapeia os movimentos do braço ao longo do dia. Esses sinais formam o que os pesquisadores chamam de “assinatura de dados” do usuário, um padrão individual que a IA aprende a reconhecer e monitorar.</p>



<p>Para ensinar os algoritmos a distinguir o estado de repouso do estado ansioso, a equipe desenvolveu protocolos clínicos que induzem o estresse de forma controlada. Em um dos testes, os participantes recebem a tarefa de calcular mentalmente, em 30 segundos, o resultado de multiplicações como 309 por 17 enquanto assistem a uma contagem regressiva no próprio relógio.</p>



<p>Foto: CPA Viva Bem<br>“Inevitavelmente as pessoas ficam ansiosas nessa situação”, explica Rocha. “Medimos como o corpo delas está respondendo a esse exercício e treinamos os algoritmos para identificar isso.”</p>



<p>A aplicação não pretende substituir médicos ou psicólogos, sublinha o pesquisador. A proposta do projeto é oferecer uma camada de monitoramento proativo: se o relógio detectar episódios ansiosos recorrentes, enviará um alerta recomendando que o usuário consulte um especialista.</p>



<p>“A ideia não é fazer o diagnóstico, mas ser uma ferramenta de alerta”, ressalta Rocha. A mesma lógica vale para outras condições monitoradas pelo projeto, como hipertensão, diabetes, Parkinson e risco de quedas em idosos. A IA agiria como uma sentinela silenciosa, cabendo ao usuário decidir o que fazer com a informação.</p>



<p>“O objetivo final é que, com os sinais captados pelos smartwatches, consigamos identificar os primeiros sintomas de diferentes condições de saúde, de modo que possamos ajudar as pessoas a terem uma melhor qualidade de vida”, afirmou Rocha.</p>



<p>Os resultados do projeto ainda estão em avaliação e melhoria contínua. Quando forem considerados maduros o suficiente, será solicitada autorização às autoridades competentes, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para testes com usuários reais, informou Rocha.</p>



<p>Realidades sintéticas</p>



<p>Na mesma palestra, Rocha apresentou o projeto Horus, voltado para o que a equipe chama de “realidades sintéticas” – o universo de imagens, vídeos e textos gerados por inteligência artificial. O laboratório já desenvolveu ferramentas para detectar deepfakes, ataques via mensagens de SMS e Whatsapp e falsificações em publicações científicas biomédicas, além de rastrear conteúdos ligados ao tráfico de crianças e à pornografia infantil.</p>



<p>Uma das soluções para identificação de falsificações em publicações científicas na área biomédica está em uso pelo Escritório de Integridade Científica do governo dos Estados Unidos e é disponibilizada como software de código aberto. Outra ferramenta, voltada à verificação de imagens, já é usada por agências de checagem de fatos, como Lupa, Aos Fatos e G1, e foi acionada para analisar registros visuais de conflitos recentes no Oriente Médio – casos que chegaram a ser reportados pela Reuters e pela Agence France-Presse.</p>



<p>Para Rocha, saúde e combate à desinformação convergem em torno de um mesmo valor: a confiança. “A IA centrada no ser humano é fundamental para fortalecer a resiliência e o bem-estar”, afirmou.</p>



<p>(Com informações da Agência Fapesp) / Foto: CPA Viva Bem<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Bate Papo com o vereador Nielson Buraem" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pYR-elUo5s8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/relogio-inteligente-detecta-ansiedade-e-estresse-em-tempo-real-e-com-80-de-precisao/">Relógio inteligente detecta ansiedade e estresse em tempo real e com 80% de precisão</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/relogio-inteligente-detecta-ansiedade-e-estresse-em-tempo-real-e-com-80-de-precisao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de 9% dos brasileiros sofrem com ansiedade</title>
		<link>https://ipiracity.com/mais-de-9-dos-brasileiros-sofrem-com-ansiedade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mais-de-9-dos-brasileiros-sofrem-com-ansiedade</link>
					<comments>https://ipiracity.com/mais-de-9-dos-brasileiros-sofrem-com-ansiedade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=153470</guid>

					<description><![CDATA[<p>Psicólogos explicam fatores que impactam o cenário atual da saúde mental no Brasil O Brasil enfrenta uma crise de saúde mental com um aumento alarmante nos casos de depressão, ansiedade e burnout que afeta diretamente a produtividade e o bem-estar das pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ansiedade atinge 9,3% da população, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/mais-de-9-dos-brasileiros-sofrem-com-ansiedade/">Mais de 9% dos brasileiros sofrem com ansiedade</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Psicólogos explicam fatores que impactam o cenário atual da saúde mental no Brasil</p>



<p>O Brasil enfrenta uma crise de saúde mental com um aumento alarmante nos casos de depressão, ansiedade e burnout que afeta diretamente a produtividade e o bem-estar das pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ansiedade atinge 9,3% da população, enquanto a depressão chega a 5,8% dos brasileiros.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A situação é ainda mais crítica entre os jovens, que lidam com pressões acadêmicas e sociais intensas, resultando em um aumento relevante de casos de ansiedade e depressão nessa faixa etária. O relatório Global Mind Project (2024) revelou que jovens de 18 a 34 anos apresentam uma média de apenas 38 pontos no índice MHQ (Mind Health Quotient), indicando dificuldades significativas em gerenciar a rotina, manter relações sociais e controlar emoções.</p>



<p>“Um dos principais fatores que fazem o brasileiro não procurar tratamento é o preconceito com relação a transtornos mentais e a busca por ajuda. Combater esse preconceito passa pela tarefa de educar a população sobre o que é saúde mental, os sinais de alerta, onde buscar ajuda e como oferecer apoio a pessoas em sofrimento”, ressalta a psicóloga, psicanalista e fundadora da Rede de atendimento Psicanalítico Lacaniano – UNBEWUSSTE, Fabiana Ratti.</p>



<p>O psicólogo, professor e mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP, Marcos Torati, aponta algumas questões que também afetam a saúde mental do brasileiro. “Reconhecer que a desigualdade social, a pobreza, a violência e a falta de acesso à educação e saneamento básico impactam diretamente a saúde mental contribui para o entendimento da origem das questões psicológicas na sociedade contemporânea”, comenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro da psicologia e psicanálise</strong></h2>



<p>Para alterar esse cenário, é preciso olhar para os profissionais que atuam no cuidado com a saúde mental da população. Em 2025, Fabiana Ratti lançou o livro “Clínica e Supervisão”, que explora técnicas para engajar pacientes no tratamento psicanalítico desde as sessões iniciais. Com cerca de 30 anos de experiência em consultório, ONGs e desenvolvimento de redes de atendimento, Fabiana Ratti oferece um guia prático para estudantes e profissionais de saúde, incluindo psicólogos e psicanalistas.</p>



<p>“O objetivo da obra é reduzir a desistência de pacientes antes que a análise se estabeleça. O livro, dividido em sete capítulos, aborda desde a redefinição do inconsciente na perspectiva lacaniana até a importância de se adaptar às complexidades dos laços sociais efêmeros da era digital”, explica Ratti.</p>



<p>A autora investiga como o capitalismo, o consumismo e a tecnologia influenciam os indivíduos, ressaltando a necessidade de o analista desenvolver recursos e dominar conceitos e metodologias para criar um ambiente acolhedor, que permita ao paciente prosseguir no tratamento e aprofundar suas questões.</p>



<p>Uma pesquisa da Vittude, plataforma de saúde mental, revela que 86% dos brasileiros sofrem de algum transtorno mental. Além disso, como reflexo do contexto social, Torati observa que a crescente psiquiatrização é impulsionada pela popularidade da lógica psiquiátrica norte-americana, que, no ambiente virtual, estimulou autodiagnósticos e identitarismos psicopatológicos, onde o sintoma se torna identidade e vice-versa.</p>



<p>“A valorização excessiva do diagnóstico psiquiátrico pode levar os pacientes a priorizar o tratamento da ‘doença’ em detrimento de uma visão mais abrangente da saúde, que englobe fatores biológicos, emocionais, sociais e históricos. Nesse contexto, o psicólogo tem a responsabilidade de ajudar o paciente a entender que o diagnóstico pode ser um efeito, e não necessariamente a causa fundamental de seu sofrimento”, destaca Torati.</p>



<p>Segundo ele, psicólogos clínicos frequentemente recebem pacientes com autodiagnósticos psiquiátricos. Essa condição do paciente pode afetar a autopercepção do indivíduo, fixando-o no sintoma e dificultando a exploração de questões psicológicas mais profundas.</p>



<p>“Encontrar um equilíbrio entre intervenções farmacológicas e psicoterapêuticas é a principal alternativa. A psicoterapia é essencial para todos os pacientes psiquiátricos, mas nem todo sofrimento psicológico requer medicação. É necessário considerar que os psicofármacos visam aliviar sintomas e estabilizar o psiquismo, facilitando o trabalho psicoterapêutico”, finaliza Torati.</p>



<p>Fonte: Portal Saúde News / Foto: Pixabay</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EDUCAÇÃO DA REDE ESTADUAL NA BACIA DO JACUÍPE: DESAFIOS E PERSPECTIVAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/jSNBjbl51kQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><a href="https://portaldasaudenews.com/author/admin/"></a></p>



<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mais-de-9-dos-brasileiros-sofrem-com-ansiedade/">Mais de 9% dos brasileiros sofrem com ansiedade</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/mais-de-9-dos-brasileiros-sofrem-com-ansiedade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como ajudar seus filhos a lidar com a ansiedade?</title>
		<link>https://ipiracity.com/como-ajudar-seus-filhos-a-lidar-com-a-ansiedade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-ajudar-seus-filhos-a-lidar-com-a-ansiedade</link>
					<comments>https://ipiracity.com/como-ajudar-seus-filhos-a-lidar-com-a-ansiedade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 12:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=143633</guid>

					<description><![CDATA[<p>Especialistas compartilham estratégias para pais ajudarem seus filhos a navegarem pela ansiedade e preocupações do mundo moderno Meu filho de 11 anos já sabe como reagirá a um tiroteio na escola. O plano dele, que me contou recentemente após o último simulado de lockdown em sua escola, é pular pela janela e correr. Ficamos em [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/como-ajudar-seus-filhos-a-lidar-com-a-ansiedade/">Como ajudar seus filhos a lidar com a ansiedade?</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas compartilham estratégias para pais ajudarem seus filhos a navegarem pela ansiedade e preocupações do mundo moderno</p>



<p>Meu filho de 11 anos já sabe como reagirá a um tiroteio na escola.</p>



<p>O plano dele, que me contou recentemente após o último simulado de lockdown em sua escola, é pular pela janela e correr. Ficamos em minha cama por uma hora após o horário de dormir, conversando e lidando juntos com sua<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;ansiedade.</a></p>



<p>Não são apenas os tiroteios em massa que o preocupam. Sua mente se fixa e pensa demais sobre o que está acontecendo em sua vida pessoal e o que ele absorve do mundo exterior. Esse caos tem uma maneira de invadir sua paz, e logo sei que teremos outra sessão de preocupações à meia-noite.</p>



<p>O que está acontecendo entre mim e meu filho não é incomum. Muitas de nossas crianças estão lutando com sua saúde mental, e os pais estão preocupados. “Temos um influxo de informações, e todas essas coisas juntas&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/quando-medos-da-infancia-viram-transtornos-de-ansiedade-saiba-identificar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">criam muita ansiedade</a>&nbsp;que está simplesmente incorporada à nossa cultura”, disse Maria Evans, coautora do livro “Raising Calm Kids in a World of Worry: Tools to Ease Anxiety and Overwhelm” (ainda sem edição em português), com Ashley Graber.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Evans e Graber são terapeutas licenciadas em casamento e família e coaches parentais. Conversei com elas sobre como ajudar nossos filhos a navegar por um mundo que parece ficar mais caótico a cada dia.</p>



<p><strong>CNN: Vocês criaram uma estratégia parental chamada SAFER para ajudar pais e seus filhos com ansiedade. O que é isso?</strong></p>



<p><strong>Maria Evans:</strong>&nbsp;SAFER [sigla em inglês] é uma estrutura para os pais usarem que é baseada em ferramentas terapêuticas. Estabelecer o tom. Permitir que os sentimentos guiem comportamentos. Formar identidade. Envolver-se como um profissional. Ser um modelo. É uma diretriz muito simples para os pais seguirem para mitigar a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/a-geracao-ansiosa-como-elo-entre-redes-sociais-e-ansiedade-impacta-criancas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade em seus filhos</a>&nbsp;ao longo do tempo.</p>



<p><strong>Ashley Graber:</strong>&nbsp;Estabelece as diferentes fundações que sabemos ajudar em todas as áreas para uma criança, para os pais e toda a família. Cada letra [da sigla SAFER] é parte do que estamos tentando ajudar os pais a estabelecer em casa e preparar o terreno para a segurança psicológica.</p>



<p>[Em inglês, a sigla SAFER se refere às seguintes frases: “Set the tone. Allow feelings to guide behaviors. Form identity. Engage like a pro. Role model.”]</p>



<p><strong>CNN: Como os pais podem reconhecer quando seus filhos têm ansiedade?</strong></p>



<p><strong>Evans:</strong>&nbsp;Alguns dos sintomas [físicos] mais comuns que vemos são dores de estômago, dificuldade para respirar ou um pouco de tremor. Vemos crianças que estão enrolando o cabelo, batendo ou roendo as unhas. Você pode notar que seu filho está cutucando muito o rosto, e então pode mudar para outra coisa algumas semanas depois.</p>



<p><strong>Graber:</strong>&nbsp;Então há uma regressão em algo. Uma criança pode ter sido capaz de fazer algo um dia e não conseguir (no dia seguinte). Pode haver uma&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/instagram-esta-ligado-a-depressao-e-ansiedade-em-criancas-diz-acao-movida-nos-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preocupação</a>&nbsp;que de repente surgiu sobre algo que não parece estar ligado a nada que faça sentido. Os outros dois sinais comportamentais realmente grandes de ansiedade que vemos o tempo todo são ansiedade de separação, ou medo de ficar longe dos pais, e depois evitação. Também pode haver ansiedade social como um conjunto inteiro de diferentes medos.</p>



<p><strong>CNN: Como os pais podem criar um ambiente calmo quando não se sentem calmos?</strong></p>



<p><strong>Evans:</strong>&nbsp;Falamos sobre encontrar pequenos momentos de calma onde quer que você possa obtê-los. Então, se isso significa que você está se sentindo instável por dentro, você pode encontrar um momento onde se senta e olha ao redor da sala e encontra apenas uma pequena janela de pausa da agitação? Pode ser pequeno o suficiente para se aproximar de seu filho e compartilhar um momento de cinco minutos com eles, e eles podem ver que seu sistema nervoso está regulado e pronto para estar com eles.</p>



<p>Ensinamos muitas ferramentas no livro sobre como acessar esse lugar (de calma) apesar do mundo ao nosso redor e todas as tarefas da paternidade. Quando você está tentando estabelecer o tom, é sobre um momento, e também sobre uma imagem maior (criando um hábito de comunicação).</p>



<p><strong>Graber:</strong>&nbsp;Se praticarmos esses pequenos momentos ao longo do tempo, quando formos fazê-lo (em momentos de estresse), o sistema nervoso, nosso corpo e nossa mente se conectarão nesses momentos. E começaremos a nos sentir mais calmos com mais frequência.</p>



<p><strong>CNN: Como os pais podem evitar passar suas ansiedades para os filhos?</strong></p>



<p><strong>Evans:</strong>&nbsp;Falamos sobre enquadramento seguro versus enquadramento assustador. Este é um termo que criamos para ajudar os pais a entenderem que a forma como falam sobre como veem o mundo impacta enormemente a maneira como as crianças enxergam o mundo.</p>



<p>Orientamos os pais a examinar os momentos de suas vidas onde sentem mais ansiedade, mais raiva ou mais frustração — e então aprender a moderar essas reações e esse enquadramento na frente de seus filhos. Isso faz uma grande diferença porque indica às crianças um mundo que é mais seguro do que aquele onde um pai está alertando sobre todos os perigos.</p>



<p><strong>CNN: O que é corregulação e como os pais podem usá-la?</strong></p>



<p><strong>Graber:</strong>&nbsp;A corregulação é usar a calma de outra pessoa. Se uma criança está se sentindo ansiosa e preocupada, ela pode usar a calma de outra pessoa para ajudá-la a se acalmar. Fazemos isso em sessões de terapia e coaching. Ajudamos demonstrando que estamos respirando sem precisar dizer algo a eles.</p>



<p>A corregulação permite que uma pessoa do outro lado absorva essa calma e se tranquilize. É muito importante para os pais porque eles podem fazer as coisas que recomendamos, estabelecer o tom e transmitir essa calma para ajudar seus filhos a se acalmarem em um momento de preocupação.</p>



<p><strong>CNN: Como os pais podem praticar a autoempatia e ensiná-la aos filhos?</strong></p>



<p><strong>Evans:</strong>&nbsp;A maioria dos pais é extremamente rigorosa consigo mesma. Isso só aumentou ao longo dos anos com todos os conselhos sobre parentalidade que os inundam.</p>



<p>Gostamos que os pais percebam sua voz interior. Pergunte a si mesmo: Com que frequência estou dizendo coisas negativas sobre mim? Isso é importante porque, muitas vezes, esses pensamentos internos são expressos em voz alta na frente dos filhos.</p>



<p>Tente mudar o discurso e dizer algo positivo ou não dizer nada. Isso surge muito com a imagem corporal, especialmente quando os pais são rigorosos consigo mesmos sobre seus corpos. Então, ser muito consciente sobre como você fala de si mesmo é muito importante, não só para seu desenvolvimento, mas para servir de modelo para seus filhos.</p>



<p><strong>Graber:</strong>&nbsp;Quais foram as coisas que podemos ter ouvido durante nosso crescimento e que ficam em nossas mentes? Nos momentos em que você percebe que há uma voz negativa dentro de sua cabeça, tenha consciência dela. Fazer essas práticas mindfulness (ajuda você) a ser objetivo sobre essa voz e às vezes vê-la como a voz de outras pessoas, não sua. Quando você começa a perceber isso, pode colocar em prática uma voz mais compassiva.</p>



<p><strong>CNN: Como podemos ajudar nossos filhos a superar o excesso de pensamento e a fixação?</strong></p>



<p><strong>Graber:</strong>&nbsp;Quando uma criança está pensando demais ou fixada em algo, permita que ela tenha seus sentimentos sobre isso em vez de interrompê-los, mas também estabeleça limites.</p>



<p>Uma das ferramentas que discutimos é ter um momento para se preocupar, um momento para pensar demais. É como um horário de expediente. Você pode ter uma hora durante o dia quando a criança pode sentar e pensar sobre essas coisas. Fora desse horário, ajude-a a sair desse estado.</p>



<p><strong>Evans:</strong>&nbsp;Com pensamentos intrusivos, gostamos de dizer às crianças para terem um bom relacionamento com seus cérebros, entendendo que às vezes seus cérebros enviam pensamentos indesejados. E você pode chamar isso de pensamento grudento. Se você puder rotular esse pensamento e dizer: “Oh, estou tendo aquele pensamento grudento de novo.”</p>



<p>Ao rotulá-lo e notá-lo, você está criando um certo distanciamento. Apenas imagine o pensamento em uma nuvem e imagine-o se movendo — isso te dá muito mais poder sobre seus pensamentos. Então você reconhece que os pensamentos vêm e vão, e você decide o que é filtrado, em vez de acontecer com você o tempo todo.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Foto: Justin Paget/GettyImages</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="LEI DO PIX E A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE E MEI ,DIREITOS E DEVERES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DHNUU9dWjnA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/como-ajudar-seus-filhos-a-lidar-com-a-ansiedade/">Como ajudar seus filhos a lidar com a ansiedade?</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/como-ajudar-seus-filhos-a-lidar-com-a-ansiedade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tecnologia ajuda na precisão do tratamento de depressão e ansiedade</title>
		<link>https://ipiracity.com/tecnologia-ajuda-na-precisao-do-tratamento-de-depressao-e-ansiedade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tecnologia-ajuda-na-precisao-do-tratamento-de-depressao-e-ansiedade</link>
					<comments>https://ipiracity.com/tecnologia-ajuda-na-precisao-do-tratamento-de-depressao-e-ansiedade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 12:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=143004</guid>

					<description><![CDATA[<p>De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, uma em cada 8 pessoas no mundo convive com algum distúrbio mental, sendo que transtornos de ansiedade e transtorno depressivo correspondem a 60% dos diagnósticos. Estudos recentes publicados no Nature Medicine afirmam que a tecnologia, cada vez mais, vem ajudando na precisão do tratamento dessas patologias. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/tecnologia-ajuda-na-precisao-do-tratamento-de-depressao-e-ansiedade/">Tecnologia ajuda na precisão do tratamento de depressão e ansiedade</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, uma em cada 8 pessoas no mundo convive com algum distúrbio mental, sendo que transtornos de ansiedade e transtorno depressivo correspondem a 60% dos diagnósticos. Estudos recentes publicados no Nature Medicine afirmam que a tecnologia, cada vez mais, vem ajudando na precisão do tratamento dessas patologias.</p>



<p>Por meio de exames neurológicos complexos e inteligência artificial, o Centro de Medicina de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveu uma técnica que ajuda a individualizar os tratamentos para ansiedade e depressão, gerando resultados mais positivos. “Não podemos colocar todas as pessoas com transtornos mentais dentro de uma mesma caixa. É necessário que cada paciente tenha um tipo de cuidado personalizado e assertivo, melhorando a resposta terapêutica e a qualidade de vida”, afirma Andrea Jafet, psiquiatra do Hcor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>As pesquisas afirmam ainda que, a depender dos resultados obtidos nos exames, pode ser possível identificar até seis subtipos dos transtornos. A partir de combinações de imagens cerebrais, também pode-se predizer qual a medicação mais indicada para cada paciente, reduzindo assim as chances de tratamentos ineficazes.</p>



<p>“O estudo nos dá uma ideia do que chamamos de psiquiatria de precisão e mostra que não estamos tão longe de atingir esse objetivo. Entretanto, ainda que seja algo promissor, não podemos usá-lo como verdade absoluta, afinal, a personalização do cuidado ainda deve ser o primeiro passo para qualquer doença ou transtorno.” A médica reforça, ainda, que o diagnóstico de ansiedade ou depressão é algo complexo e deve ser feito minuciosamente por meio da história clínica do paciente e análise de sinais e sintomas apresentados.</p>



<p>Mesmo que a depressão e a ansiedade estejam associadas a diversos fatores de risco, que vão desde histórico familiar, disfunções hormonais, dependência química e fatores ambientais como estresse, é possível evitá-las. “Para prevenir o desenvolvimento dos transtornos, a dica é manter bons hábitos de vida, com alimentação saudável, prática de atividade física e regulação de sono. Momentos de descanso e lazer devem ser aproveitados para desacelerar a mente e criar novos hábitos saudáveis”, aponta Andrea.</p>



<p>Fonte: Portal Saúde News / Foto:Pixabay</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="INÍCIO DOS TRABALHOS DO LEGISLATIVO IPIRAENSE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rC7EkFQHipo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/tecnologia-ajuda-na-precisao-do-tratamento-de-depressao-e-ansiedade/">Tecnologia ajuda na precisão do tratamento de depressão e ansiedade</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/tecnologia-ajuda-na-precisao-do-tratamento-de-depressao-e-ansiedade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pobreza eleva em 3 vezes risco de surgimento de ansiedade e depressão</title>
		<link>https://ipiracity.com/pobreza-eleva-em-3-vezes-risco-de-surgimento-de-ansiedade-e-depressao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pobreza-eleva-em-3-vezes-risco-de-surgimento-de-ansiedade-e-depressao</link>
					<comments>https://ipiracity.com/pobreza-eleva-em-3-vezes-risco-de-surgimento-de-ansiedade-e-depressao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=137814</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um relatório das Nações Unidas aponta que pessoas em situação de pobreza têm três vezes mais chances de desenvolver problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. É o que aponta o relatório “Economia do Burnout: Pobreza e Saúde Mental”. Cerca de 11% da população mundial sofre com algum transtorno mental. As informações são da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/pobreza-eleva-em-3-vezes-risco-de-surgimento-de-ansiedade-e-depressao/">Pobreza eleva em 3 vezes risco de surgimento de ansiedade e depressão</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um relatório das Nações Unidas aponta que pessoas em situação de pobreza têm três vezes mais chances de desenvolver problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. É o que aponta o relatório “Economia do Burnout: Pobreza e Saúde Mental”. Cerca de 11% da população mundial sofre com algum transtorno mental. As informações são da Agência Brasil.</p>



<p>De acordo com o relator especial da Organização das Nações Unidas e autor do relatório, Olivier De Schutter, esse cenário está relacionado à obsessão pelo crescimento da economia e busca de riqueza, levando as pessoas a se submeterem a jornadas exaustivas de trabalho e condições de trabalho precárias.&nbsp;</p>



<p>“Quanto mais desigual é uma sociedade, mais as pessoas da classe média temem cair na pobreza e com isso desenvolvem quadros de estresse, depressão e ansiedade”, afirmou o relator.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Jornada de 24 horas por dia&nbsp;</strong></h2>



<p>Segundo o relator, o principal fator de risco é jornada de 24 horas por dia, 7 dias por semana, quando o trabalhador fica disponível sob demanda, e cita como exemplos os trabalhadores de aplicativos e plataformas digitais&nbsp;&nbsp;</p>



<p>De Schutter afirma que essa lógica “resulta em horários muito variáveis de trabalho, o que torna muito difícil manter um equilíbrio adequado entre a vida familiar e a vida profissional”. A incerteza quanto ao horário de trabalho e quantidade de horas a trabalhar tornam-se grandes motivadores de depressão e ansiedade.</p>



<p>Outro fator gerador de transtornos é a ansiedade climática. Estudos apontam que inundações, secas extremas, temporais destroem as fontes de renda da população, provocando insegurança financeira e ansiedade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ações&nbsp;</strong></h2>



<p>O estudo propõe que os governos adotem medidas que reduzam as desigualdades e inseguranças, como políticas de renda básica universal (valor mínimo a que todos teriam direito para afastar a ameaça da pobreza), apoio a economia social e solidária e alterações do mundo do trabalho.&nbsp;</p>



<p>O relator informou que organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais e acadêmicos trabalham na apresentação de alternativas ao crescimento econômico em consonância com a erradicação da pobreza, previstas para serem apresentadas em 2025.&nbsp;</p>



<p>*Fonte: Portal Saúde News / Foto: Pixabay</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="AGRADECIMENTO À POPULAÇÃO!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/lsmJn1lFlHU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pobreza-eleva-em-3-vezes-risco-de-surgimento-de-ansiedade-e-depressao/">Pobreza eleva em 3 vezes risco de surgimento de ansiedade e depressão</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/pobreza-eleva-em-3-vezes-risco-de-surgimento-de-ansiedade-e-depressao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hábitos do dia a dia que podem estar piorando a sua ansiedade</title>
		<link>https://ipiracity.com/habitos-do-dia-a-dia-que-podem-estar-piorando-a-sua-ansiedade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=habitos-do-dia-a-dia-que-podem-estar-piorando-a-sua-ansiedade</link>
					<comments>https://ipiracity.com/habitos-do-dia-a-dia-que-podem-estar-piorando-a-sua-ansiedade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 21:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=133358</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alguns hábitos do dia a dia que até parecem inofensivos são gatilhos para a ansiedade, e para diminuir o problema é preciso evitá-los Ainda estamos no&#160;Setembro Amarelo, e nada melhor do que esse mês para discutir e se conscientizar sobre questões ligadas à&#160;saúde mental. Ainda mais a&#160;ansiedade, problema que afeta 9,3% da população brasileira, segundo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/habitos-do-dia-a-dia-que-podem-estar-piorando-a-sua-ansiedade/">Hábitos do dia a dia que podem estar piorando a sua ansiedade</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns hábitos do dia a dia que até parecem inofensivos são gatilhos para a ansiedade, e para diminuir o problema é preciso evitá-los</p>



<p>Ainda estamos no&nbsp;<strong>Setembro Amarelo</strong>, e nada melhor do que esse mês para discutir e se conscientizar sobre questões ligadas à&nbsp;<a href="https://altoastral.joaobidu.com.br/estilo-de-vida/12-dicas-para-cuidar-saude-mente/">saúde mental</a>. Ainda mais a&nbsp;<strong>ansiedade</strong>, problema que afeta 9,3% da população brasileira, segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). E o número pode ser bem maior, já que muitas pessoas não percebem o quão grave é o&nbsp;<a href="https://altoastral.joaobidu.com.br/comportamento/5-dicas-que-vao-te-ajudar-quando-estiver-ansioso-com-algo.phtml">problema</a>.</p>



<p>Os sintomas mais evidentes de ansiedade são inquietação, fatigabilidade, dificuldade de se concentrar, sensação de “branco” na mente, irritabilidade, tensão muscular, perturbação do sono, excesso de medo e preocupação e apetite desregulado. Porém, ela se manifesta de forma diferente para cada pessoa.</p>



<p>“Outros sinais que podem passar despercebidos são falta de ar, dores no peito, dor no estômago,&nbsp;<a href="https://altoastral.joaobidu.com.br/estido-de-vida/o-que-fazer-enjoo-gravidez/">náusea</a>, diarreia, sudorese, tremores e boca seca”, alerta Camila Araújo, profissional da área de Psicologia do AmorSaúde, rede de clínicas parceiras do Cartão de TODOS.</p>



<p>Para a especialista, é muito importante procurar por ajuda psicoterapêutica se estiver sentindo essas coisas. “Com a orientação e auxílio psicológico, é possível gerenciar crises de ansiedade, além de identificar onde esse padrão disfuncional foi estabelecido para pensar em melhorias, criando novos hábitos para que o indivíduo consiga diminuir o sofrimento”, afirma.</p>



<p>Contudo, além de buscar ajuda, existem outras medidas que você pode tomar para tentar diminuir a sua ansiedade, especialmente evitando alguns hábitos nocivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-habitos-que-podem-despertar-a-ansiedade"><strong>Hábitos que podem despertar a ansiedade</strong></h2>



<p>Alguns dos hábitos do dia a dia que podem parecer inofensivos, mas você deve evitar se quiser diminuir a ansiedade, são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não ter rotina</li>



<li>Se comparar</li>



<li>Sofrer por antecedência</li>



<li>Não praticar nenhuma&nbsp;<a href="https://altoastral.joaobidu.com.br/estido-de-vida/3-ideias-legais-fazer-exercicio-casa/">atividade física</a></li>



<li>Não ter qualidade de&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/nutricionista-revela-7-alimentos-que-ajudam-a-dormir-melhor.phtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a></li>



<li>Não ter uma alimentação saudável</li>



<li>Uso excessivo de telas&nbsp;</li>



<li>Não expressar seus sentimentos</li>
</ul>



<p>Especificamente sobre o uso excessivo de telas, Araújo explica que isso impacta a saúde mental porque ativa o sistema de recompensa, estrutura do cérebro que recebe toda atividade prazerosa. E o estímulo constante dessa atividade gera dependência, aumentando o estresse, a comparação, pensamentos acelerados e a ansiedade.</p>



<p>Já a falta de sono de qualidade gera dificuldade de prestar atenção e de memorizar, além de distúrbios de humor e ansiedade. E não se alimentar bem pode causar a deficiência de vitaminas, fazendo com que o indivíduo apresente fadiga, desânimo, oscilação de humor, entre outros.&nbsp;</p>



<p>“Exagerar na cafeína e bebidas alcoólicas também gera muito prejuízo, causando sintomas como nervosismo, agitação, insônia e aumento da frequência cardíaca”, destaca a profissional.</p>



<p>Araújo alerta ainda que não possuir uma rotina pode causar preocupações excessivas, oscilações de humor, estresse, procrastinação e ansiedade. “Quando temos horários e tarefas definidas, há menos espaço para imprevistos e surpresas desagradáveis, o que ajuda a diminuir a ansiedade associada à incerteza sobre o que o futuro nos reserva”, diz.</p>



<p>Fonte: Alto Astral / Entenda como diminuir a ansiedade evitando certos hábitos &#8211; Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="BATE PAPO NA CITY recebe THOMAS BAIANO candidato a VEREADOR em Ipirá - AGIR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/jCXwXDZF-JE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/habitos-do-dia-a-dia-que-podem-estar-piorando-a-sua-ansiedade/">Hábitos do dia a dia que podem estar piorando a sua ansiedade</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/habitos-do-dia-a-dia-que-podem-estar-piorando-a-sua-ansiedade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 tipos de ansiedade e técnicas para aliviar cada uma delas</title>
		<link>https://ipiracity.com/5-tipos-de-ansiedade-e-tecnicas-para-aliviar-cada-uma-delas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5-tipos-de-ansiedade-e-tecnicas-para-aliviar-cada-uma-delas</link>
					<comments>https://ipiracity.com/5-tipos-de-ansiedade-e-tecnicas-para-aliviar-cada-uma-delas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 18:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=129035</guid>

					<description><![CDATA[<p>Psicóloga detalha as principais maneiras que a condição pode se manifestar e como reduzir seus impactos Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas existem diversos tipos de ansiedade. Afinal, a condição pode se desenvolver de maneiras diferentes e oferecer sintomas variados, de acordo com cada paciente. “A ansiedade pode se apresentar de muitos modos distintos. Alguns [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/5-tipos-de-ansiedade-e-tecnicas-para-aliviar-cada-uma-delas/">5 tipos de ansiedade e técnicas para aliviar cada uma delas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Psicóloga detalha as principais maneiras que a condição pode se manifestar e como reduzir seus impactos</p>



<p>Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas existem diversos <strong>tipos de ansiedade</strong>. Afinal, a condição pode se desenvolver de maneiras diferentes e oferecer sintomas variados, de acordo com cada paciente.</p>



<p>“A ansiedade pode se apresentar de muitos modos distintos. Alguns tipos apresentam características mais físicas, enquanto outros são mais relacionados a preocupações mentais. E há os que se manifestem somente em situações específicas”, explica a psicóloga Regiane Galanti, no livro&nbsp;<strong>Ansiedade Não é Frescura</strong>.</p>



<p>Dessa maneira, a especialista separou cinco tipos de ansiedade e detalhou algumas técnicas simples para reduzir os impactos de cada uma delas. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira:</h2>



<p>1.&nbsp;<strong>Transtorno de ansiedade generalizada:</strong>&nbsp;é quando você se preocupa excessivamente com questões do dia a dia, como a casa, a escola ou os amigos.</p>



<p><strong>Como lidar:</strong>&nbsp;desenvolva uma rotina de autocuidado. Em seguida, escolha um exercício de atenção plena para praticar diariamente. Se você tiver problemas para dormir, por exemplo, tente fazer antes de se deitar. Pratique técnicas de pensamento saudável.</p>



<p><strong>2. Ansiedade social e de separação:</strong>&nbsp;é o medo de um julgamento negativo ou da rejeição por outras pessoas. Além do receio de estar longe de quem é próximo a você.</p>



<p><strong>Como lidar:</strong>&nbsp;Encontre atividade prazerosas, nas quais você possa se envolver enquanto estiver em uma situação social que o deixa ansioso.</p>



<p><strong>3. Fobias:</strong>&nbsp;são medos intensos de situações específicas, geralmente, chegando ao ponto de serem irracionais. Afinal, o medo não corresponde com a a realidade de ameaça. Eles tipicamente são focados em animais, insetos, germes, temperaturas extremas ou espaços fechados.</p>



<p><strong>Como lidar:</strong>&nbsp;identifique armadilhas de pensamento, além de afirmações de enfrentamento que você pode usar para confrontar seus maiores medos. Em seguida, concentre-se em estratégias de exposição, desenvolvendo uma escala do medo. Quanto mais você puder enfrentar, melhor.</p>



<p><strong>4. Ataques de pânico:</strong>&nbsp;são as manifestações físicas da ansiedade, nos quais, de forma repentina, sensações intensas e extremamente desconfortáveis fazem você se sentir como se estivesse tendo um ataque cardíaco ou enlouquecendo.</p>



<p><strong>Como lidar:</strong>&nbsp;é muito importante se concentrar em seu autocuidado. Ou seja, pense em seu sono, sua alimentação e rotina de exercícios. Isso é muito importante para sintomas físicos calmantes. Inclusive, no livro, a especialista montou um plano detalhado para lidar com ataques de pânico.</p>



<p><strong>5. Transtorno obsessivo-compulsivo:</strong>&nbsp;ou TOC. Envolve pensamentos que fixam em sua cabeça e causam desconforto, por exemplo: “aquela cadeira está repleta de germes”. Os pensamentos se tornam tão obsessivos que você sente que deve fazer alguma coisa, como evitar a cadeira e lavar as mãos.</p>



<p><strong>Como lidar:&nbsp;</strong>observe seus pensamentos obsessivos, ansiosos e compulsões diariamente, durante uma semana. Em seguida, use essas informações de rastreamento para criar uma escala de medo para suas compulsões e, gradativamente, se expor a elas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Referência</h2>



<p>Livro&nbsp;<strong>Ansiedade Não é Frescura</strong>, da editora Astral e escrito pela psicóloga Regiane Galanti, especializada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).</p>



<p>Fonte Saúde em dia / Tipos de ansiedade / Foto: Shutterstock</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Doenças gordurosa do fígado" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ukiOYzWwzrU?start=625&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/5-tipos-de-ansiedade-e-tecnicas-para-aliviar-cada-uma-delas/">5 tipos de ansiedade e técnicas para aliviar cada uma delas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/5-tipos-de-ansiedade-e-tecnicas-para-aliviar-cada-uma-delas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“A Geração Ansiosa”: como elo entre redes sociais e ansiedade impacta crianças</title>
		<link>https://ipiracity.com/a-geracao-ansiosa-como-elo-entre-redes-sociais-e-ansiedade-impacta-criancas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-geracao-ansiosa-como-elo-entre-redes-sociais-e-ansiedade-impacta-criancas</link>
					<comments>https://ipiracity.com/a-geracao-ansiosa-como-elo-entre-redes-sociais-e-ansiedade-impacta-criancas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 18:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Ansiosa]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=126653</guid>

					<description><![CDATA[<p>Livro “A Geração Ansiosa – como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais”, do psicólogo Jonathan Haidt, investiga o impacto do uso de telas na saúde mental de crianças e adolescentes O timing para a chegada às livrarias brasileiras de “A Geração Ansiosa – como a infância hiperconectada está causando uma epidemia [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/a-geracao-ansiosa-como-elo-entre-redes-sociais-e-ansiedade-impacta-criancas/">“A Geração Ansiosa”: como elo entre redes sociais e ansiedade impacta crianças</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Livro “A Geração Ansiosa – como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais”, do psicólogo Jonathan Haidt, investiga o impacto do uso de telas na saúde mental de crianças e adolescentes</p>



<p>O timing para a chegada às livrarias brasileiras de “<strong>A Geração Ansiosa – como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais</strong>”, lançado nesta terça (16), não poderia ser mais adequado. </p>



<p>A&nbsp;<strong>ansiedade</strong>&nbsp;saiu dos consultórios médicos para se tornar estrela de cinema. A animação&nbsp;“<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/divertida-mente-2-se-torna-a-maior-bilheteria-da-historia-do-cinema-no-brasil/">Divertida Mente 2</a>”, lançada no mês passado, em poucas semanas superou US$ 66&nbsp;milhões em arrecadação e se tornou a maior bilheteria da história dos cinemas brasileiros.&nbsp;</p>



<p>A animação da Disney fala das emoções que povoam o cérebro de uma adolescente de 13 anos – e a&nbsp;<strong>Ansiedade</strong>&nbsp;ganha papel de destaque.&nbsp;</p>



<p>Já o livro do psicólogo americano Jonathan Haidt condensa, em pouco mais de 400 páginas, uma série de estudos que mostram que&nbsp;<strong>o uso das redes sociais não apenas está correlacionado a transtornos mentais em crianças e adolescentes da geração Z, mas é sua causa.</strong>&nbsp;</p>



<p>Apesar da densidade dos dados apresentados – são 44 páginas de notas de rodapé e outras 36 de referências bibiliográficas –, o autor é didático e resume em tópicos os assuntos de cada capítulo. Segundo ele, “os custos de utilizar redes sociais são particularmente altos na adolescência, em comparação com a vida adulta, e os benefícios são mínimos”. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/07/image-16.png" alt="" class="wp-image-126654" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/07/image-16.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/07/image-16-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/07/image-16-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Psicólogo Jonathan Haidt, autor de “A Geração Ansiosa” / Divulgação</p>



<p>Haidt recupera o período entre <strong>2010 e 2015</strong>, quando a vida social dos adolescentes americanos começou a ser impactada pela <strong>presença constante de smartphones</strong>, com acesso permanente a redes sociais, jogos on‑line etc. Haidt chama essa mudança social de “Grande Reconfiguração da Infância”, e, de acordo com ele, foi a principal razão da onda gigante de <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cerebros-adolescentes-em-divertida-mente-2-o-que-podemos-aprender-com-o-filme/">transtornos mentais em adolescentes</a> do início da década de 2010.   </p>



<p>Assim, a primeira geração de jovens americanos (mas não só, já que mais à frente Haidt apresenta dados de outros países) que entraram na puberdade com acesso a smartphones apresenta maiores índices de ansiedade, depressão, automutilação e suicídio. É a chamada “<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/millennials-e-geracao-z-tem-dado-um-toque-especial-em-seus-casamentos/">geração Z</a>”, que veio depois dos millennials, que em sua maior parte já haviam saído da puberdade quando a Grande Reconfiguração teve início, em 2010.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Essa&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/como-diagnosticar-e-lidar-com-a-depressao-em-adolescentes/">onda gigante de ansiedade</a>, depressão e automutilação impactou mais as meninas que os meninos, e mais ainda as pré‑adolescentes.&nbsp;&nbsp;A taxa de suicídio de adolescentes começou a aumentar por volta de 2008 nos Estados Unidos, e cresceu muito mais na década seguinte.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Haidt até cita teorias como o impacto de guerras e do aquecimento global na saúde mental dessa faixa etária, mas, argumenta, nenhuma outra teoria explica por que os índices de ansiedade e depressão aumentaram entre os adolescentes em tantos países, ao mesmo tempo e da mesma maneira. “É claro que outros fatores contribuíram para o declínio da saúde mental, porém o agravamento sem precedentes entre 2010 e 2015 não pode ser explicado pela crise financeira mundial ou por quaisquer eventos que tenham ocorrido nos Estados Unidos ou em outros países em particular”, afirma.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Superproteção no mundo real também causa prejuízo a crianças</h2>



<p>Para o autor, que é professor&nbsp;na Stern School of Business da Universidade de Nova York, há ainda um fator social que ajuda a ampliar os índices de ansiedade.&nbsp;“Há uma segunda história, que é a da guinada bem‑intencionada porém desastrosa em direção à superproteção das crianças e à restrição de sua autonomia no mundo real. A afirmação central destas páginas é que&nbsp;essas duas tendências — superproteção no mundo real e subproteção no mundo virtual — são as principais responsáveis por tornar as crianças nascidas depois de 1995 a geração ansiosa”<strong>.</strong>&nbsp;</p>



<p>O autor demonstra como a “<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/mari-palma/lifestyle/5-jogos-pra-brincar-com-a-familia-nas-ferias/">infância baseada no brincar</a>” entrou em declínio na década de 1980 e foi substituída pela “infância baseada no celular”, acompanhada por uma hiperconectividade que alterou o desenvolvimento social e neurológico dos jovens e tem causado privação de sono, privação social, fragmentação da atenção e vício.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como pais, escolas e a sociedade podem atuar por uma infância digital saudável</h2>



<p>De acordo com Haidt, a saída para evitar que o cenário se agrave é uma ação coordenada, com escolha de ações mais benéficas para todos no longo prazo.&nbsp;Ele cita quatro reformas fundamentais:&nbsp;</p>



<p><strong>1 Nada de smartphone antes do nono ano</strong>&nbsp;(o equivalente ao 1º ano do ensino médio no Brasil). Antes disso, os pais devem dar aos filhos apenas celulares básicos (com aplicativos limitados e sem navegador de internet). “Smartphones, tablets, computadores e televisões não são apropriados para crianças muito pequenas. Em comparação com outros objetos e brinquedos, esses aparelhos transmitem estímulos sensoriais intensos e absorventes. Ao mesmo tempo, incentivam o comportamento passivo e o consumo de informações, o que pode retardar o aprendizado”, argumenta.</p>



<p><strong>2 Nada de redes sociais antes dos 16 anos.</strong>&nbsp;As crianças devem passar pelo período mais vulnerável do desenvolvimento cerebral sem ter acesso a um fluxo sem filtro de comparações sociais e influenciadores escolhidos por algoritmos.&nbsp;</p>



<p><strong>3</strong><strong>&nbsp;Escolas não devem permitir celulares.</strong>&nbsp;Durante todo o período de aula, em todas as escolas, desde o ensino fundamental até o médio, os alunos devem deixar trancados celulares, smartwatches e quaisquer outros dispositivos pessoais que enviem ou recebam mensagens, atrapalhando a capacidade de concentração.</p>



<p><strong>4</strong>&nbsp;As&nbsp;<strong>crianças devem brincar mais</strong>&nbsp;de maneira não supervisionada e independente na infância. Dessa maneira, desenvolvem naturalmente habilidades sociais, superam a ansiedade e se tornam jovens adultos autônomos.</p>



<p>“A humanidade evoluiu na Terra. Crianças evoluíram para a brincadeira física e a exploração. Elas prosperam quando têm raízes em comunidades do mundo real, não em redes de contatos virtuais e descorporificadas. Crescer no mundo virtual promove ansiedade, anomia e solidão. A Grande Reconfiguração da Infância tem sido um fracasso catastrófico. É hora de dar fim a esse experimento. Vamos trazer nossas crianças de volta para casa”, conclui.&nbsp;</p>



<p><strong>Serviço</strong>&nbsp;</p>



<p>“A geração ansiosa”</p>



<p>Autor:&nbsp;Jonathan Haidt</p>



<p>Tradução: Lígia Azevedo</p>



<p>Número de páginas: 440</p>



<p>Editora: Companhia das Letras</p>



<p>Preço: R$ 74,90 | E-book: 39,90</p>



<p>Lançamento: 16 de julho</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Fonte: CNN Brasil / YouTube/Walt Disney Studios</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Doenças gordurosa do fígado" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ukiOYzWwzrU?start=2002&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/a-geracao-ansiosa-como-elo-entre-redes-sociais-e-ansiedade-impacta-criancas/">“A Geração Ansiosa”: como elo entre redes sociais e ansiedade impacta crianças</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/a-geracao-ansiosa-como-elo-entre-redes-sociais-e-ansiedade-impacta-criancas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos</title>
		<link>https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos</link>
					<comments>https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 04:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Bate Papo na City]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=124213</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sexta, 14 de junho de 2024 No Bate-Papo na City desta Sexta–feira (14 ) a nossa convidada é Mayele Brandão &#8211; Psicologia o nosso tema será: Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo Facebook, Instagram e YouTube do Ipirá City, e pela rádio @ipirafm</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/">Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sexta, 14 de junho de 2024</p>



<p>No Bate-Papo na City desta Sexta–feira (14 ) a nossa convidada é <strong><em>Mayele Brandão &#8211; Psicologia</em></strong> o nosso tema será: <strong><em>Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos</em></strong></p>



<p>O Bate Papo na City iniciará às 19h e você pode acompanhar pelo <strong><em><a href="https://www.facebook.com/share/ZTSb8jQVVf4Pksnh/" target="_blank" rel="noopener" title="">Facebook</a>, <a href="https://www.instagram.com/oficialipiracity/?hl=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a> e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=AvNgjBm0FVI" target="_blank" rel="noopener" title="">YouTube</a></em> </strong>do Ipirá City, e pela rádio @ipirafm</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AvNgjBm0FVI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/">Como os pais podem ajudar filhos adolescentes ansiosos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/como-os-pais-podem-ajudar-filhos-adolescentes-ansiosos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasileiros que passam mais tempo nas redes sociais são os que têm ansiedade</title>
		<link>https://ipiracity.com/brasileiros-que-passam-mais-tempo-nas-redes-sociais-sao-os-que-tem-ansiedade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=brasileiros-que-passam-mais-tempo-nas-redes-sociais-sao-os-que-tem-ansiedade</link>
					<comments>https://ipiracity.com/brasileiros-que-passam-mais-tempo-nas-redes-sociais-sao-os-que-tem-ansiedade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 15:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=124150</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descoberta é de relatório que avalia e acompanha a saúde mental da população brasileira Dos 36,9% dos brasileiros que passaram 3 horas ou mais por dia nas redes sociais, 43,5% possuem diagnóstico de ansiedade. É o que aponta o relatório “Panorama da Saúde Mental”, do Instituto Cactus e da AtlasIntel, divulgado nesta quinta-feira (13). O [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasileiros-que-passam-mais-tempo-nas-redes-sociais-sao-os-que-tem-ansiedade/">Brasileiros que passam mais tempo nas redes sociais são os que têm ansiedade</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Descoberta é de relatório que avalia e acompanha a saúde mental da população brasileira</p>



<p>Dos 36,9% dos brasileiros que passaram 3 horas ou mais por dia nas redes sociais, 43,5% possuem diagnóstico de ansiedade. É o que aponta o relatório “Panorama da Saúde Mental”, do Instituto Cactus e da AtlasIntel, divulgado nesta quinta-feira (13).</p>



<p>O trabalho buscou acompanhar, de forma sistêmica e global, a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/panorama-da-saude-mental-71-dos-entrevistados-dormiram-menos-de-6h-por-dia-pelo-menos-uma-noite-nas-ultimas-duas-semanas/">saúde mental</a> da população brasileira. Para isso, foram ouvidas 3.266 pessoas entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024. Os respondentes são brasileiros acima dos 16 anos residentes nas cinco regiões do país, sendo a maioria mulher (51,2%) e cisgênero (90%). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.</p>



<p>O resultado do monitoramento é traduzido através do Índice Contínuo de Avaliação da Saúde Mental (ICASM), expresso em uma escala entre 0 e 1000 — esta última pontuação indica níveis máximos nas dimensões de confiança (autoestima e autoconfiança), vitalidade (disposição e capacidade para superar os desafios do cotidiano) e foco (capacidade de se concentrar e tomar decisões).</p>



<p>Ao serem perguntados com qual frequência usaram as redes sociais (como Instagram, Facebook, TikTok, Twitter/X, Snapchat, YouTube, LinkedIn, WhatsApp, entre outros) nas últimas semanas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>36,9% dos entrevistados responderam que passaram 3 horas ou mais por dia;</li>



<li>35,7% relataram que passaram entre 1 e 3 horas por dia;</li>



<li>20,9% disseram que passaram menos de 1 hora por dia;</li>



<li>6,5% afirmaram terem usado poucas vezes ou não ter usado redes sociais.</li>
</ul>



<p>Em relação ao ICASM, os extremos apresentaram as menores pontuações de saúde mental: aqueles que usaram redes sociais por 3 horas ou mais por dia foi de 610, enquanto aqueles que usaram poucas vezes ou nenhuma, foi de 576. Já aqueles que usaram redes sociais menos de 1 hora por dia e entre 1 e 3 horas por dia apresentaram pontuações de 672 e 665, respectivamente.</p>



<p>Entre os entrevistados que possuem diagnóstico de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ansiedade/">ansiedade</a>&nbsp;por um profissional de psiquiatra:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>43,5% relataram passar 3 horas ou mais por dia;</li>



<li>31,9% disseram passar entre 1 hora e 3 horas por dia;</li>



<li>20,9% passaram menos de 1 hora por dia;</li>



<li>3,7% afirmaram que usaram as redes sociais poucas ou nenhuma vez.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Relação entre redes sociais e saúde mental</h2>



<p>Na visão dos autores do estudo, o uso das redes sociais pode apresentar efeitos deletérios que impactam negativamente a saúde mental. Estudos já associaram a utilização excessiva de redes sociais a problemas de autoimagem, a menor interação social presencial, a maior exposição ao cyberbullying, a alterações no sistema dopaminérgico de recompensa e ao medo de não estar inteirado dos acontecimentos.</p>



<p>Além disso, o uso excessivo de redes sociais está relacionado ao aumento da prevalência de depressão e ansiedade. Recentemente, um estudo da Faculdade de Saúde da Universidade de York, no Reino Unido, mostrou que mulheres que fazem uma pausa no uso das redes sociais&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ficar-um-tempo-fora-das-redes-sociais-pode-fazer-bem-para-autoestima-de-mulheres/">têm uma melhora significativa na autoestima e imagem corporal</a>.</p>



<p>Outra pesquisa, realizada por cientistas da University College London (UCL), mostrou que <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vicio-em-internet-pode-afetar-comportamento-e-desenvolvimento-de-adolescentes/">adolescentes viciados em internet passam por alterações cerebrais que podem levar a mudanças de comportamento</a> e ao aumento nas tendências de dependência — definida como a incapacidade de uma pessoa resistir ao impulso de utilizar a internet, impactando negativamente seu bem-estar psicológico, bem como a sua vida social, acadêmica e profissional.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / MementoJpeg/GettyImages</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Doenças gordurosa do fígado" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ukiOYzWwzrU?start=867&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasileiros-que-passam-mais-tempo-nas-redes-sociais-sao-os-que-tem-ansiedade/">Brasileiros que passam mais tempo nas redes sociais são os que têm ansiedade</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/brasileiros-que-passam-mais-tempo-nas-redes-sociais-sao-os-que-tem-ansiedade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
