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	<title>anticorpos |</title>
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	<title>anticorpos |</title>
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		<title>A abordagem terapêutica com anticorpos biespecíficos na leucemia linfoblástica aguda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Wellington Fernandes da Silva Junior &#8211; CRMSP 165007 A leucemia linfoblástica aguda de linhagem B (LLA-B) é uma neoplasia hematológica agressiva que demanda tratamento especializado. A quimioterapia convencional continua sendo a base do tratamento, porém, a toxicidade associada e os desafios clínicos enfrentados por muitos pacientes motivam a busca por abordagens terapêuticas inovadoras¹. Dentro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Wellington Fernandes da Silva Junior &#8211; CRMSP 165007</p>



<p>A leucemia linfoblástica aguda de linhagem B (LLA-B) é uma neoplasia hematológica agressiva que demanda tratamento especializado. A quimioterapia convencional continua sendo a base do tratamento, porém, a toxicidade associada e os desafios clínicos enfrentados por muitos pacientes motivam a busca por abordagens terapêuticas inovadoras<a href="https://www.nature.com/articles/bcj201753"><strong>¹</strong></a>. Dentro desse contexto, a imunoterapia com anticorpos biespecíficos tem sido estudada como uma alternativa com potencial impacto na evolução da doença.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Os anticorpos biespecíficos atuam direcionando as células T do sistema imunológico contra os blastos leucêmicos, promovendo sua eliminação de forma mais seletiva do que os tratamentos citotóxicos convencionais. Estudos clínicos indicam que essa estratégia pode apresentar benefícios em relação à sobrevida livre de doença e à sobrevida global em determinados subgrupos de pacientes<a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1609783"><strong><sup>²</sup></strong></a>.</p>



<p>Além disso, há evidências de que essa modalidade terapêutica pode contribuir para a redução da necessidade de transplante de medula óssea, intervenção associada a riscos elevados e impacto significativo na qualidade de vida<a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1609783"><strong>³</strong></a>.</p>


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<figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://medicinasa.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Wellington-Fernandes-da-Silva-Junior.jpg" alt="" class="wp-image-133073" style="width:228px;height:auto"/></figure>
</div>


<p>A administração dessa terapia ocorre por infusão contínua através de um cateter de longa permanência, exigindo infraestrutura adequada para monitoramento dos pacientes. Eventos adversos como febre, hipotensão e sintomas neurológicos podem ocorrer, sendo essencial um manejo cuidadoso dentro da prática clínica<a href="https://www.amgen.com.br/about/-/media/Themes/CorporateAffairs/Redesign/amgen-brazil/Amgen-com-br/Documents/Blincyto_Bula-para-o-Profissional-de-Saude.pdf"><strong><sup>4</sup></strong></a>. Em comparação com a quimioterapia convencional, essa abordagem pode apresentar um perfil de toxicidade diferenciado, potencialmente reduzindo episódios de imunossupressão profunda e infecções graves<a href="https://www.nccn.org/"><strong><sup>5</sup></strong></a>.</p>



<p>O acesso a terapias inovadoras é um ponto central no debate sobre a evolução do tratamento da LLA-B, especialmente no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). A ampliação das opções terapêuticas disponíveis deve ser pautada em critérios técnicos e científicos, garantindo que os pacientes tenham acesso a abordagens baseadas em evidências robustas. O diálogo entre sociedades médicas, instituições de pesquisa e órgãos regulatórios é fundamental para a incorporação responsável de novas estratégias terapêuticas.</p>



<p>_______________</p>



<p><strong>*Wellington Fernandes da Silva Junior, Médico Hematologista do Grupo de Leucemias Agudas do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP, FMUSP) – CRMSP 165007.</strong></p>



<p><strong>Aviso Legal</strong></p>



<p>Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e é destinado a profissionais de saúde. As informações aqui contidas são baseadas em estudos clínicos e diretrizes médicas, não configurando recomendação ou publicidade de medicamentos. Para indicação e prescrição, consulte as normativas vigentes e um profissional qualificado.</p>



<p>Fonte: Medicina S/A / Foto: Reprodução</p>



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