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	<title>arquitetura ecológica |</title>
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	<title>arquitetura ecológica |</title>
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		<title>Exposição apresenta a “arquitetura ecológica” de Marcos Acayaba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 14:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ricardo Thomé * Mostra fica em cartaz até 21 de junho na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP Está em cartaz desde o dia 7, no Salão Caramelo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, a exposição Marcos Acayaba – Projetos Ecológicos. Até o dia 21 de junho, o visitante tem acesso a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Ricardo Thomé *</p>



<p>Mostra fica em cartaz até 21 de junho na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP</p>



<p>Está em cartaz desde o dia 7, no Salão Caramelo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, a exposição <em>Marcos Acayaba – Projetos Ecológicos</em>. Até o dia 21 de junho, o visitante tem acesso a quatro projetos marcantes da carreira do arquiteto, urbanista e professor aposentado da FAU Marcos Acayaba, que no dia 8  passado completou 80 anos. A curadoria é de Eduardo Gasparelo e Tatiana Sakurai.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A exposição: arquitetura ecológica</h2>



<p>Em&nbsp;<em>Marcos Acayaba – Projetos Ecológicos</em>, o visitante pode conferir os processos de planejamento e de construção de quatro casas do arquiteto: a Residência Hélio Olga (São Paulo, SP, 1987), a Residência Ricardo Baeta (Guarujá, SP, 1991), a Residência Osmar Valentim (Blumenau, SC, 1993) e a Residência Marcos Acayaba (Guarujá, SP, 1996). Plantas e maquetes se somam às descrições técnicas de cada um dos projetos a fim de traçar um panorama arquitetônico completo da obra de Acayaba.&nbsp;Muitos dos modelos tridimensionais presentes na exposição foram feitos por estudantes da disciplina de graduação&nbsp;Arquitetura e Indústria, que tem o professor como um dos&nbsp;arquitetos-referência para os estudantes, com um enfoque na madeira industrial. Mesmo aposentado, ele participa de algumas atividades nessa e em outras disciplinas da graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAU.</p>



<figure class="wp-block-image is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/06/20240617_marcos-acabaya.jpg" alt="" class="wp-image-770407"/></figure>



<p>O professor e arquiteto Marcos Acayaba – Foto:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/p/Cz3YOuqOWOL/">@marcosacayaba/Instagram</a></p>



<p>Curadora da exposição, Tatiana Sakurai destaca a engenhosidade de Marcos Acayaba ao conseguir projetar construções em ambientes bastante íngremes, como no caso da Residência Hélio Olga. “Ninguém em sã consciência construiria nesse terreno, tamanha a declividade dele. E aí a solução é tão engenhosa que conseguiu ser montada sem equipamentos especiais, por exemplo. Tudo é dimensionado para que consiga ser transportado e montado pela escala humana. E é muito rápido, porque vem tudo pré-fabricado”, diz Tatiana.<a href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/06/20240617_modelo-helio-olga-FAU.jpg"></a></p>



<p>No projeto, Acayaba estruturou a casa de forma ortogonal, isto é, perpendicular. Isso mudou na casa seguinte: com um pouco menos de declive, a Residência Ricardo Baeta segue a lógica dos triângulos e hexágonos, que o arquiteto julgou mais adequada para o contexto. Ele explica que a ideia não veio de primeira: “Eu ensaiei colocar a casa da mesma forma que tinha feito na Residência Hélio Olga. Mas a planta faria com que fossem cortadas umas 20 árvores. Aí me ocorreu utilizar a malha triangular e eu resolvi a casa”. Além de evitar a derrubada das árvores, Acayaba ainda incluiu duas no projeto. “É tudo calculado. Isso foi bom porque permitiu que houvesse um pátio no meio, que é excelente para ventilação. E é ele que trava a casa. Tudo chega pronto para encaixar, não sobra nada e não fica nenhuma caçamba na frente.”</p>



<figure class="wp-block-image is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/06/20240617_Tatiana_Sakurai.jpg" alt="" class="wp-image-770458"/></figure>



<p>A curadora Tatiana Sakurai – Foto: Museu da Casa Brasileira/Governo do Estado de São Paulo</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/06/20240617_Casa-Baeta-FAU.jpg" alt="" class="wp-image-770401"/><figcaption class="wp-element-caption">Na Residência Ricardo Baeta, algumas das ideias de Acayaba já estão mais maduras, e as formas ortogonais dão lugar aos triângulos e aos hexágonos, de modo a incluir, inclusive, duas árvores da paisagem original no projeto – Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>



<p>No que diz respeito à circulação de ar, Tatiana explica que o conforto térmico, aliado à economia de materiais e de energia, faz parte da forma como Acayaba projeta suas casas desde os anos 1980, quando a sustentabilidade não era tão debatida. “Você pode ver em outras casas que ele vai aprimorando o sistema. A casa se integra completamente à natureza, gerando um impacto praticamente nulo.”</p>



<p>Sobre isso, o professor ressalta a importância de se ater a todos os detalhes: “Às vezes não é tão difícil construir, mas tem a manutenção. Preciso pensar em quanto material preciso, de onde ele vem, na energia para a sua produção e para o seu transporte”. A ideia, para ele, é minimizar o consumo de energia levando em consideração a física, a eficiência da obra e a saúde dos operários, que não devem ser colocados em situações de risco: “E por energia podemos falar tanto para o transporte, para a manutenção e para o conforto, como a energia física do operário que vai trabalhar na obra e mesmo do morador, que precisa que a residência seja de fácil acesso”.</p>



<p>Essa concepção, levada como norte em todos os projetos de Marcos Acayaba, é chamada de arquitetura ecológica, e se vê presente, também, nas outras duas casas da exposição. Dentre os elementos presentes nas obras, pode-se destacar o apoio estrutural do protótipo, que serve de base para várias delas. “Nós podemos ver, na Residência Marcos Acayaba (pertencente ao arquiteto), que são pouquíssimos os pontos de contato direto com o solo. Isso também contribui para que não seja necessário derrubar árvores”, aponta Tatiana. O professor completa e revela que a sua casa só pôde ser construída no local onde está porque entre o ano em que ele comprou o terreno, 1986, e o ano de construção da casa, 1996, uma árvore grande caiu e abriu uma clareira na mata: “Foi sorte”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/06/20240617_prototipo-FAU.jpg" alt="" class="wp-image-770413"/><figcaption class="wp-element-caption">A partir de um mesmo protótipo (foto), o arquiteto baseou a estrutura de algumas de suas obras – Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O projeto como laboratório</h2>



<p>Marcos Acayaba não se formou arquiteto com todas as soluções já em mente. Foi por meio do estudo e do aprimoramento de suas ideias que conseguiu estabelecer seu conceito de arquitetura ecológica e desenvolver sua forma de projetar. Para isso, ele admite que as “casas de fim de semana”, como as construídas no Guarujá, foram essenciais: “No geral, é mais simples fazer uma casa de fim de semana do que uma casa urbana porque ela pode ser mais despojada. Então esse projeto pode ser um lugar para o arquiteto experimentar coisas novas. E as melhores para mim são as casas menores, mais simples, em termos de área construída”.</p>



<p>O arquiteto lembra que o professor Luís Antônio Jorge, da FAU, definiu seu trabalho como “pedagógico”, pois aprende-se com as experiências e testam-se coisas novas de forma a desenvolver novos métodos. “Isso é uma coisa que eu aprendi como estudante da FAU: o projeto como pesquisa. Às vezes, experimentando uma coisa nova, você descobre uma coisa nova. É o projeto como laboratório.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Marcos Acayaba em páginas</h2>



<p>A exposição também serviu para promover o livro de Acayaba,&nbsp;<em>Marcos Acayaba</em>, cuja primeira edição foi publicada em 2007, pela Editora Cosac Naify, e a segunda mais recentemente, em 2021, pela Romano Guerra. Embora traga aspectos técnicos de alguns de seus principais projetos, a obra é centrada em crônicas, escritas pelo próprio arquiteto, a respeito de cada uma de suas experiências.</p>



<p>Na última terça-feira (11), ocorreu uma sessão de autógrafos com Marcos Acayaba no Salão Caramelo da FAU. O evento contou com a presença de quatro professores da faculdade que já escreveram sobre o trabalho do professor: Marta Vieira Bogéa, Guilherme Wisnik, Hugo Segawa e Luís Antônio Jorge.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/06/20240617_foto-livro-FAU.jpg" alt="" class="wp-image-770402"/><figcaption class="wp-element-caption">Capa do livro Marcos Acayaba, que ganhará segundo volume em breve – Foto: Ricardo Thomé</figcaption></figure>



<p>Ao&nbsp;<strong>Jornal da USP</strong>, Acayaba adianta já ter mais dois livros em produção: o segundo volume de&nbsp;<em>Marcos Acayaba&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Arquitetura e Natureza: 23 Casas na Serra do Guararu</em>. “O primeiro volume (de&nbsp;<em>Marcos Acayaba)</em>&nbsp;só vai até 2005. O segundo deve ter tudo o que não entrou no primeiro, como a Residência Valentim, e mais as obras de 2005 para cá”, explica. O segundo lançamento deve ser focado nas obras feitas na região da Serra do Guararu, no Guarujá, como a Residência Baeta e a Residência Marcos Acayaba.</p>



<p><em>A exposição</em> Marcos Acayaba – Projetos Ecológicos<em>, em homenagem ao professor aposentado Marcos Acayaba, está em cartaz até 21 de junho, no Salão Caramelo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, localizada na Rua do Lago, 876, na Cidade Universitária. Entrada grátis.</em></p>



<p>Fonte: Jornal da USP / <em>Foto: Marcos Santos/USP Imagens</em></p>



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