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	<title>Arrecadação federal |</title>
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	<title>Arrecadação federal |</title>
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		<title>Arrecadação federal bate recorde e soma R$ 325,7 bi em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 11:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alta real foi de 3,56% sobre o mesmo mês de 2025 A arrecadação federal alcançou R$ 325,7 bilhões em janeiro, o maior valor já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995. O resultado representa crescimento real de 3,56% na comparação com janeiro do ano passado, já descontada a inflação. Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 class="wp-block-heading"><strong><em>Alta real foi de 3,56% sobre o mesmo mês de 2025</em></strong></h5>



<p>A arrecadação federal alcançou R$ 325,7 bilhões em janeiro, o maior valor já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995. O resultado representa crescimento real de 3,56% na comparação com janeiro do ano passado, já descontada a inflação.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1679189&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1679189&amp;o=node"></p>



<p>Os dados foram divulgados nesta terça-feira (24) pela Receita Federal do Brasil.&nbsp;Segundo o Fisco, o desempenho foi impulsionado pelo crescimento da atividade econômica e por mudanças recentes na legislação tributária.</p>



<p>Entre os destaques está o avanço do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cuja arrecadação somou R$ 8 bilhões em janeiro,&nbsp;com alta real (descontada a inflação) de 49,05% em relação ao mesmo mês de 2025. De acordo com a Receita, o resultado reflete alterações na legislação que ampliaram a incidência do imposto sobre novas operações financeiras.</p>



<p>O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital também registrou crescimento expressivo de 32,56%,&nbsp;totalizando R$ 14,68 bilhões. O desempenho foi influenciado por aplicações em renda fixa e pela tributação de Juros sobre Capital Próprio (JCP), uma das formas de uma empresa distribuir lucros aos acionistas.</p>



<p>No fim do ano passado, o&nbsp;Congresso Nacional aprovou o aumento, de 15% para 17,5% da alíquota de Imposto de Renda Retido na Fonte para a JCP. No entanto, essa alta ainda só se refletirá na arrecadação federal a partir de abril.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Previdência</strong></h5>



<p>A arrecadação da Previdência Social atingiu R$ 63,45 bilhões, com aumento real de 5,48% em relação a janeiro do ano passado.&nbsp;O avanço foi atribuído ao crescimento de 3,49% na massa salarial e à alta de 7,46% na arrecadação do Simples Nacional.</p>



<p>As receitas da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Programa de Integração Social (PIS) somaram R$ 56 bilhões, com expansão real de 4,35% na comparação com o mesmo mês de 2025. Segundo a Receita, a alta reflete o aumento no volume de vendas do comércio e de serviços.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Jogos e bets</strong></h5>



<p>A tributação sobre apostas online e jogos de azar gerou R$ 1,5 bilhão em janeiro, contra R$ 55 milhões em janeiro do ano passado. O crescimento no setor atinge 2.642% na comparação anual,&nbsp;refletindo a regulamentação e a ampliação da cobrança sobre as chamadas “bets”.</p>



<p>Parte das mudanças aprovadas no fim de 2025 ainda não impactou integralmente a arrecadação por causa do prazo de noventena, período de 90 dias para início da cobrança após alteração de alíquota.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Outros tributos</strong></h5>



<p>Em sentido contrário, tributos ligados à importação apresentaram recuo real. As receitas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Importação caíram 14,74% em janeiro, descontada a inflação, na comparação com o mesmo mês de 2025. A Receita atribui o resultado à redução do volume de importações em dólar e à queda da taxa de câmbio na comparação anual.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Meta fiscal</strong></h5>



<p>O desempenho de janeiro reforça o caixa do governo no início do ano e contribui para o cumprimento da meta fiscal estabelecida para 2026, que prevê superávit primário de R$ 34,3 bilhões, excluindo o pagamento de precatórios e despesas fora do arcabouço fiscal.</p>



<p>As regras fiscais, no entanto, estabelecem um limite de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central. Dessa forma, o governo está autorizado a obter resultado primário zero até superávit de R$ 68,6 bilhões em 2025.</p>



<p><strong><em>(Agência Brasil)</em></strong></p>



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<iframe title="ESPORTE, GESTÃO PÚBLICA E ELEIÇÕES 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/tDCyfK6X3dk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Arrecadação federal cresce 4,6% em julho e bate recorde para o mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 20:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação federal]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A arrecadação federal atingiu R$ 254,2 bilhões em julho; o valor é o maior registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995 Impulsionada pelo crescimento da economia e pela elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), a arrecadação federal atingiu R$ 254,2 bilhões em julho, divulgou nesta quinta-feira (21) a Receita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A arrecadação federal atingiu R$ 254,2 bilhões em julho; o valor é o maior registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995</p>



<p>Impulsionada pelo crescimento da economia e pela elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), a arrecadação federal atingiu R$ 254,2 bilhões em julho, divulgou nesta quinta-feira (21) a Receita Federal. O valor é o maior registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995, e representa crescimento real (acima da inflação) de 4,57% em relação a julho de 2024.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>De janeiro a julho, a arrecadação soma R$ 1,679 trilhão, alta de 4,41% em relação ao mesmo período do ano passado em valores corrigidos pela inflação. O valor também é o maior para o período desde o início da série histórica.</p>



<p>Um dos principais fatores para o recorde foi o aumento do IOF. Em julho, a arrecadação com o tributo chegou a R$ 6,5 bilhões, alta de R$ 756 milhões, 13,05% acima da inflação, sobre 2024. No acumulado do ano, já são R$ 43,5 bilhões, crescimento de 9,42% acima da inflação. Apesar da alta, a Receita Federal destacou que o impacto em julho foi residual, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) só restabeleceu o decreto que elevou o IOF na metade de julho.&nbsp;</p>



<p>Segundo o coordenador de Previsão e Análise do Fisco, Marcelo Gomide, o efeito pleno será sentido a partir de agosto.</p>



<p>Alvo de disputas entre Executivo, Congresso e Supremo Tribunal Federal, a elevação do IOF deve render cerca de R$ 12 bilhões adicionais este ano. Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, o STF manteve o aumento do IOF, mas retirou a incidência sobre o risco sacado (tipo de antecipação de receitas usada por comerciantes) e descartou a cobrança retroativa.</p>



<p><strong>Outros fatores:</strong></p>



<p>Além do IOF, uma série de medidas e eventos ajudou a reforçar os cofres públicos em julho:Taxação das apostas online e loterias: arrecadação de R$ 928 milhões no mês;Receita atípica: cerca de R$ 3 bilhões de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) vindos dos setores de mineração, financeiro e petróleo;Arrecadação da Previdência Social: alta de 3,4% acima da inflação em julho em relação a julho do ano passado, motivada pela recuperação do emprego formal;Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins): alta de 2,9% acima da inflação em julho, motivada pelo aumento do consumo de serviços.</p>



<p>No acumulado do ano, o desempenho também reflete o crescimento da economia brasileira, com massa salarial em alta de 10,6% acima da inflação e importações de 3,3% maiores em dólares.</p>



<p><strong>Meta fiscal e perspectivas</strong></p>



<p>A equipe econômica avalia que a trajetória positiva da arrecadação aumenta as chances de cumprir a meta de déficit zero este ano, prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Neste ano, o governo pode ter um déficit de até R$ 31 bilhões (0,25% do Produto Interno Bruto, soma dos bens e serviços produzidos no país) sem descumprir formalmente a regra, além de excluir R$ 44,1 bilhões em precatórios da conta oficial. Para 2026, o governo precisa obter um superávit primário de 0,25% do PIB, algo em torno de R$ 31 bilhões.</p>



<p>No entanto, o desempenho das contas públicas neste e no próximo ano depende da medida provisória editada em junho que pretende reforçar a arrecadação em R$ 10,5 bilhões neste ano e em R$ 20,87 bilhões em 2026. Lançada para compensar a desidratação do decreto que elevou o IOF, a MP está em discussão no Congresso Nacional.</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto / Foto: © Getty Images</p>



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<iframe title="BATE PAPO COM O SEC. DA CASA CIVIL DA BAHIA , AFONSO FLORENCE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/VtsE9mc9-9A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/arrecadacao-federal-cresce-46-em-julho-e-bate-recorde-para-o-mes/">Arrecadação federal cresce 4,6% em julho e bate recorde para o mês</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Ritmo acelerado da economia impulsiona alta de 4,38% na arrecadação federal no 1º semestre de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 11:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação federal]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Receita Federal registra o melhor desempenho desde 2010, tanto para o mês quanto para o acumulado do ano: são R$ 234,5 bilhões em junho e R$ 1,42 trilhão no semestre Com a economia em alta, a arrecadação federal manteve o crescimento no primeiro semestre de 2025. Em junho, as receitas somaram R$ 234,5 bilhões, alta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Receita Federal registra o melhor desempenho desde 2010, tanto para o mês quanto para o acumulado do ano: são R$ 234,5 bilhões em junho e R$ 1,42 trilhão no semestre</p>



<p>Com a economia em alta, a arrecadação federal manteve o crescimento no primeiro semestre de 2025. Em junho, as receitas somaram R$ 234,5 bilhões, alta real de 6,62% em relação ao mesmo mês do ano anterior, já descontada a inflação pelo IPCA. No acumulado dos seis primeiros meses, o total arrecadado chegou a R$ 1,42 trilhão, avanço real de 4,38% na comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados R$ 1,29 trilhão. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (24/7) pela Receita Federal, representam o melhor desempenho desde 2010, tanto para o mês quanto para o semestre.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>As receitas administradas diretamente pelo órgão, que concentram os principais tributos federais, somaram R$ 226,6 bilhões em junho. O valor representa um crescimento real de 7,28% e nominal de 13,02% em relação ao arrecadado no mesmo mês de 2024, que foi de R$ 200,5 bilhões. No acumulado do ano, essas receitas totalizaram R$ 1,36 trilhão, com alta real de 5,04% e nominal de 10,5% sobre o valor de R$ 1,23 trilhão registrado até junho do ano passado.</p>



<p>Entre os fatores que contribuíram para o resultado do mês, destacam-se o aumento de 14,23% na massa salarial nominal; a alta de 3,56% nas vendas de serviços; e o crescimento de 2,35% na produção industrial; além do avanço de 1,79% nas importações, em dólar, e de 1,14% nas vendas de bens, segundo dados do IBGE.</p>



<p>No balanço apresentado à imprensa, o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, reforçou o papel da atividade econômica nos resultados. “No período acumulado [primeiro semestre de 2025] não temos grandes diferenças em termos de comportamento dos números. Os principais indicadores que verificamos no mês, no período de janeiro até junho, apresentam o mesmo desempenho, ou seja, positivo. [&#8230;]. Isso demonstra o aquecimento da economia e isso se reflete nos tributos, tanto da produção quanto do consumo”, afirmou.</p>



<p>Acesse na página da Receita Federal os&nbsp;<a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/relatorios/arrecadacao-federal/2025">relatórios de Análise da Arrecadação Federal de junho de 2025</a></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores não recorrentes</strong></h4>



<p>Malaquias explicou que ao comparar os dados de junho de 2025 com os do mesmo mês de 2024, é preciso considerar que o resultado do ano passado foi influenciado por fatores excepcionais. Após expurgar esses fatores não recorrentes da base de comparação, a variação ajustada é de 5,65% na receita administrada pelo Fisco.</p>



<p>“No mês de junho de 2025 não tivemos nenhum fator considerado atípico. Já em [junho] 2024, estamos incluindo na análise os rendimentos de capital decorrente da tributação dos fundos exclusivos e a calamidade do Rio Grande do Sul, quando houve o postergamento do pagamento de tributos”, explicou Malaquias.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Análise por tributo e setores</strong></h4>



<p>A análise da arrecadação federal em junho de 2025 mostra avanço na maioria dos tributos em comparação ao mesmo mês do ano anterior. De acordo com o coordenador de Previsão e Análise da Receita Federal, auditor-fiscal Marcelo Gomide, os dados revelam crescimento real em quase todos os grupos, com destaque para o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre os rendimentos de capital.</p>



<p>“Esse grupo de tributos foi impactado principalmente pela variação que nós observamos nos fundos e nos títulos de renda fixa, que cresceram ambos quase 30% em relação a junho de 2024”, explicou. A principal razão para esse desempenho foi a manutenção da taxa Selic em patamares elevados, o que impulsionou os rendimentos dessas aplicações.</p>



<p>No caso da contribuição previdenciária, o crescimento real registrado foi de 6,61% em relação a junho do ano passado. Segundo Gomide, parte dessa alta decorre de uma base de comparação mais baixa, devido ao adiamento dos recolhimentos em 2024 provocados pela calamidade no Rio Grande do Sul. Ainda assim, ele ressalta fatores estruturais que também influenciaram positivamente o resultado, como o aumento da massa salarial e a redução das desonerações sobre a folha. “Em relação ao ano passado, nós estamos menos desonerados esse ano. Isso acaba repercutindo na arrecadação da contribuição previdenciária”, concluiu.</p>



<p>Houve ainda bom desempenho da arrecadação do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que cresceu 38,83% em junho. “Em termos de valor, isso representa, corrigido, R$ 2,2 bilhões a mais de arrecadação. E a principal razão para esse desempenho se deve realmente à alteração da legislação do IOF”, explicou o auditor.</p>



<p>O auditor-fiscal também mencionou que, no caso do Imposto de Importação e do IPI vinculado, o crescimento de 13,14% em junho foi motivado pela elevação das alíquotas médias. Já entre os pontos negativos, ele chamou atenção para o recuo de 5,52% observado na arrecadação do imposto de renda pessoa jurídica.</p>



<p>Ao analisar a arrecadação por setor econômico, Claudemir Malaquias destacou que o crescimento observado em junho de 2025 foi puxado principalmente por atividades ligadas ao mercado financeiro. “O setor registrou alta de R$ 5,6 bilhões a mais em junho em relação ao ano anterior; os seguros e previdência complementar, R$ 1,3 bilhão; e as atividades auxiliares do setor financeiro, R$ 1,33 bilhão”, detalhou.</p>



<p>Destaque também em relação à diferença de regulamentação do ano anterior foram as atividades de exploração de jogos de azar e apostas. No total, segundo os dados do Fisco, houve no setor um incremento de R$ 764 milhões nos tributos recolhidos em junho e, no acumulado do ano, o mercado já recolheu R$3,7 bilhões. “No ano passado, em junho, nós não tínhamos a atividade regulamentada. Daí a explicação para essa diferença”, disse o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal.</p>



<p><strong>Termômetro da economia</strong></p>



<p>Malaquias comentou que em junho a estimativa mensal de arrecadação do Imposto Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ/CSLL) registrou uma queda de 12,48% na comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, há uma queda de 1,63%. “O IRPJ/CSLL foi influenciado por um decréscimo nas estimativas recolhidas no mês de junho. Lembrando que a estimativa é uma apuração que é provisória. O contribuinte faz a apuração e, se ele levantar um balanço de suspensão, ele pode deixar de recolher ou fazer um recolhimento menor, de forma que esse desempenho do mês de junho não demonstra uma tendência”, ponderou o coordenador de Previsão e Análise da Receita Federal.</p>



<p>No balanço trimestral, em junho houve uma alta de 21,91% ante mesmo período de 2024; e de janeiro a junho, um crescimento de 3,45%, considerando a mesma base de comparação. O lucro presumido aumentou 2,82% no sexto mês do ano e acumula uma alta de 6,77% no ano. As demais formas do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPF/CSLL), incluindo o Simples Nacional, registraram crescimento de 3,68% no primeiro semestre e crescimento de 7,81% em junho frente ao mesmo mês em 2024.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Assista à íntegra da entrevista coletiva para divulgação da arrecadação de junho e do primeiro semestre de 2025</strong></p>



<p><a href="https://www.youtube-nocookie.com/embed/84T5DUmg4uk?si=7rEdU4kR3cavUvd4&amp;start=229">https://www.youtube-nocookie.com/embed/84T5DUmg4uk?si=7rEdU4kR3cavUvd4&amp;start=229</a></p>



<p><a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2025/julho/ritmo-acelerado-da-economia-impulsiona-alta-de-4-38-na-arrecadacao-federal-no-1o-semestre-de-2025" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2025/julho/ritmo-acelerado-da-economia-impulsiona-alta-de-4-38-na-arrecadacao-federal-no-1o-semestre-de-2025</a></p>



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		<title>Arrecadação federal bate recorde em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 13:54:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação federal]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este é o melhor desempenho para o mês desde 2000, registrando acréscimo real de 7,22% em relação a março de 2023 Por Luciano Nascimento, repórter da Agência Brasil A arrecadação total de receitas federais fechou março em R$ 190,61 bilhões, informou nesta terça-feira (23) o Ministério da Fazenda. Este é o melhor desempenho para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o melhor desempenho para o mês desde 2000, registrando acréscimo real de 7,22% em relação a março de 2023</p>



<p><em>Por Luciano Nascimento, repórter da Agência Brasil</em></p>



<p>A arrecadação total de receitas federais fechou março em R$ 190,61 bilhões, informou nesta terça-feira (23) o Ministério da Fazenda. Este é o melhor desempenho para o mês desde 2000, registrando acréscimo real de 7,22% em relação a março de 2023. No período acumulado de janeiro a março, a arrecadação alcançou R$ 657,76 bilhões, representando um acréscimo medido pela inflação de 8,36%.</p>



<p>Em relação às Receitas Administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado, em março, foi R$ 182,87 bilhões, representando um acréscimo real de 6,06%. No período acumulado de janeiro a março, a arrecadação alcançou R$ 624,77 bilhões, registrando acréscimo real de 8,11%.</p>



<p>Segundo o Ministério da Fazenda, o crescimento observado no período pode ser explicado, entre outros fatores, pelo retorno da tributação do PIS/Cofins sobre combustíveis e pela tributação dos fundos exclusivos, prevista na Lei 14.754, de 12 de dezembro de 2023.</p>



<p>O ministério informou que em relação ao PIS/Pasep e a Cofins houve, em março, uma arrecadação conjunta de R$ 40,92 bilhões, representando crescimento real de 20,63%.</p>



<p>Segundo a pasta, esse desempenho é explicado pelo acréscimo na arrecadação no setor de combustíveis com a retomada da tributação incidente sobre o diesel e gasolina e pela combinação dos aumentos reais de 9,7% no volume de vendas e de 2,5% no volume de serviços entre fevereiro de 2024 e fevereiro de 2023, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>No trimestre de janeiro a março, o PIS/Pasep e a Cofins totalizaram uma arrecadação de R$ 124,53 bilhões, representando crescimento real de 18,54%. No mesmo período, a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 157,93 bilhões, com crescimento real de 6,92%. Este resultado se deve ao crescimento real de 5,60% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 13% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no período de janeiro a março em relação ao mesmo período de 2023.</p>



<p>Em março, a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de pouco mais de R$ 53 bilhões, com crescimento real de 8,40%. Este resultado se deve ao crescimento real de 7,9% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 11% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária em relação a março de 2023.</p>



<p>O Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital apresentou, no primeiro trimestre, uma arrecadação de R$ 35,87 bilhões, resultando em um crescimento real de 40,44%. O desempenho pode ser explicado pela arrecadação de R$ 11,3 bilhões decorrentes da tributação dos fundos de investimento.</p>



<p>Em março, o IRRF-Rendimentos de Capital apresentou uma arrecadação de R$ 10,5 bilhões, resultando em um crescimento real de 48,87%. Segundo o Ministério, o resultado pode ser explicado, principalmente, pela arrecadação de R$ 3,4 bilhões decorrentes da tributação dos fundos de investimento.</p>



<p>Já o IRRF – Rendimentos do Trabalho apresentou uma arrecadação de 18 bilhões, representando crescimento real de 3,77%.</p>



<p>“Esse desempenho decorre dos acréscimos reais na arrecadação dos itens Participação nos Lucros ou Resultados – PLR (22,90%), Rendimentos do Trabalho Assalariado (2,05%) e Rendimentos Acumulados – Art. 12-A Lei no 7.713/1988’ (146,25%), conjugados com o decréscimo real na arrecadação de aposentadoria do Regime Geral ou do Servidor Público (-11,52%), disse o ministério.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil / Foto: reprodução/ seu dinheiro </p>



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<iframe title="Benefícios Rurais" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/q3-RQuDJBpQ?start=179&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Arrecadação federal registra melhor resultado para novembro em 9 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 15:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O total chegou a R$ 172 bilhões no período, com avanço real, já corrigida pela inflação, de 3,25%, ante novembro de 2021 A arrecadação federal chegou a R$ 172 bilhões em novembro, com avanço real, já corrigida pela inflação, de 3,25%, ante novembro de 2021, conforme informações divulgadas nesta quarta-feira (21) pela Receita Federal Brasileira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O total chegou a R$ 172 bilhões no período, com avanço real, já corrigida pela inflação, de 3,25%, ante novembro de 2021</p>



<p>A arrecadação federal chegou a R$ 172 bilhões em novembro, com avanço real, já corrigida pela inflação, de 3,25%, ante novembro de 2021, conforme informações divulgadas nesta quarta-feira (21) pela Receita Federal Brasileira, esse é o maior resultado para um mês de novembro desde 2013, quando o governo federal arrecadou R$ 191,4 bilhões.</p>



<p>“O acréscimo observado no período pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento dos recolhimentos de Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL)”, mostrou a Receita em nota.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="154" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI-1024x154.png" alt="" class="wp-image-69760" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI-1024x154.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI-300x45.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI-768x115.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/PMI.png 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Receita detalhou que se não fossem considerados fatores não recorrentes, como receitas extraordinárias e de desonerações tributárias temporárias, o resultado para o mês teria um acréscimo real de 6,78%.</p>



<p>O IRPJ e a CSLL tiveram uma arrecadação de R$ 30,7 bilhões em novembro deste ano, registrando um crescimento real de 15,16%. Segundo a Receita, esse resultado pode ser explicado pelos acréscimos reais de 19,27% na arrecadação da estimativa mensal.</p>



<p>“Importante observar que houve pagamentos atípicos de, aproximadamente, R$ 2 bilhões, por empresas ligadas ao setor de commodities.”, indicou a Receita.</p>



<p>Fonte: Bahia.ba</p>



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<iframe title="Pós - lançamento do livro &quot;Poesia entre Aspas&quot;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3l0yK1Wzypc?start=541&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Arrecadação federal bate novo recorde em julho e marca R$ 171,270 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 17:28:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Luciana Freire no dia 25 de agosto de 2021 às 14:00 Esse é o melhor desempenho arrecadatório desde 2000, tanto para o mês de julho, quanto para o período acumulado dos sete primeiros meses do ano A arrecadação federal voltou a bater recorde no mês de julho. Segundo dados da Receita Federal, divulgados nesta quarta-feira (25), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Luciana Freire no dia 25 de agosto de 2021 às 14:00</p>



<p>Esse é o melhor desempenho arrecadatório desde 2000, tanto para o mês de julho, quanto para o período acumulado dos sete primeiros meses do ano</p>



<p>A arrecadação federal voltou a bater recorde no mês de julho. Segundo dados da Receita Federal, divulgados nesta quarta-feira (25), a arrecadação de impostos e contribuições federais no mês somou R$ 171,270 bilhões, um avanço de 35,47%&nbsp; em relação ao mesmo mês do ano anterior, já descontada a inflação.</p>



<p>A Receita Federal destacou que esse é o melhor desempenho arrecadatório desde 2000, tanto para o mês de julho, quanto para o período acumulado dos sete primeiros meses do ano.</p>



<p>De janeiro a julho, o total de impostos e contribuições recolhidos ao Fisco foi de R$ 1,053 trilhão, montante 26,11% acima do registrado no mesmo período de 2020.</p>



<p>No início da semana, Guedes chegou a antecipar que o total de receitas, no mês passado, &#8220;explodiu&#8221;. Em tom de comemoração, o ministro reconheceu que há mais inflação, mas salientou que, em compensação, &#8220;tem mais arrecadação também&#8221;.</p>



<p>.Fonte: Metro 1</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/arrecadacao-federal-bate-novo-recorde-em-julho-e-marca-r-171270-bilhoes/">Arrecadação federal bate novo recorde em julho e marca R$ 171,270 bilhões</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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