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	<title>Arte Brasileira |</title>
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	<title>Arte Brasileira |</title>
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		<title>“Uma história da arte brasileira” ultrapassa 20 mil visitantes no MAM e chega ao último final de semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra em cartaz no MAM-BA, organizada pelo MAM Rio, tem visitação até domingo (28), entre 10h e 18h — realização é do CCBB A exposição “Uma história da arte brasileira”, em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) desde março, superou o público de 20 mil visitantes e entra em sua reta final [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Mostra em cartaz no MAM-BA, organizada pelo MAM Rio, tem visitação até domingo (28), entre 10h e 18h — realização é do CCBB</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição “Uma história da arte brasileira”, em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) desde março, superou o público de 20 mil visitantes e entra em sua reta final de ocupação no equipamento cultural baiano. Organizada pelo MAM Rio para a Cúpula do G20 em 2024, a mostra gratuita segue em cartaz até domingo (28), entre 10h e 18h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Baianos e turistas que visitam a mostra têm acesso a um conjunto de obras que abrange movimentos decisivos da arte no país, do modernismo às produções contemporâneas, reunindo artistas como Adriana Varejão, Anita Malfatti, Beatriz Milhazes, Candido Portinari, Di Cavalcanti, Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, Sebastião Salgado, Tomie Ohtake, Tunga e Waltercio Caldas. Dois dos mais importantes fotógrafos brasileiros, os baianos Mario Cravo Neto e Evandro Teixeira também fazem parte da exposição inaugurada em março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma história da arte brasileira” foi concebida para a cúpula do G20, em 2024, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e oferece um panorama plural, articulando continuidades, rupturas, invenções e experimentações que atravessam diferentes gerações, linguagens e contextos históricos. Organizada de forma cronológica, a seleção evidencia como a prática artística no Brasil interpreta o mundo, tensiona narrativas e instiga reflexões críticas. A exposição em Salvador é parte da terceira etapa do programa de itinerância desenvolvido em colaboração com o Centro Cultural Banco do Brasil, tendo passado ainda por Brasília e Belo Horizonte, além do Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">SERVIÇO:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exposição:<strong>&nbsp;“Uma história da arte brasileira”</strong><br>Curadoria:&nbsp;<strong>Raquel Barreto e Pablo Lafuente&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Encerramento:</strong>&nbsp; 28 de junho de 2026<br><br><strong>Local:&nbsp;</strong>Museu de Arte Moderna da Bahia<br><strong>Endereço:&nbsp;</strong>Av. Lafayete Coutinho, s/n – Comércio, Salvador | BA<br><strong>Tel:</strong>&nbsp;<a href="https://www.google.com/search?q=Museu+de+Arte+Moderna+da+Bahia&amp;sca_esv=23f20104f84234ba&amp;sxsrf=ANbL-n4Rur3pYq018mX6d7SFyc_aEH2ndw%3A1770393520824&amp;source=hp&amp;ei=sA-GaeOZL6vX1sQPibeTyQw&amp;iflsig=AFdpzrgAAAAAaYYdwMAnjvN6OvjPepISTX72CP4WPWmt&amp;ved=0ahUKEwjjsaznncWSAxWrq5UCHYnbJMkQ4dUDCB4&amp;uact=5&amp;oq=Museu+de+Arte+Moderna+da+Bahia&amp;gs_lp=Egdnd3Mtd2l6Ih5NdXNldSBkZSBBcnRlIE1vZGVybmEgZGEgQmFoaWEyCxAuGIAEGMcBGK8BMgUQABiABDIFEAAYgAQyBRAAGIAEMgUQABiABDIFEAAYgAQyBRAAGO8FMgUQABjvBTIFEAAY7wUyBRAAGO8FSOQNUO4FWO4FcAF4AJABAJgBqAGgAagBqgEDMC4xuAEDyAEA-AEC-AEBmAICoAK-AagCCsICDRAjGIAEGCcYigUY6gLCAhMQIxjwBRiABBgnGMkCGIoFGOoCwgIHECMYJxjqAsICExAuGIAEGMcBGCcYigUY6gIYrwGYAw_xBUS3Qa00jIUIkgcDMS4xoAefCrIHAzAuMbgHrwHCBwUyLTEuMcgHEYAIAA&amp;sclient=gws-wiz" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(71) 3117-6132<strong><br></strong></a><strong>Website:&nbsp;</strong><a href="http://www.mam.ba.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.mam.ba.gov.br/</a>&nbsp;|&nbsp;<strong>Instagram:</strong>&nbsp;@bahiamam<strong>&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Horários de visitação:&nbsp;</strong>terça a domingo, das 10h às 18h</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Classificação:&nbsp;</strong>livre</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Aldeia Nagô </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O surgimento da Igreja Assembléia de Deus no Brasil" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/14pUrdqor3U?start=624&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/uma-historia-da-arte-brasileira-ultrapassa-20-mil-visitantes-no-mam-e-chega-ao-ultimo-final-de-semana/">“Uma história da arte brasileira” ultrapassa 20 mil visitantes no MAM e chega ao último final de semana</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Exposição ‘Uma história da arte brasileira’ chega ao MAM em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 16:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mostra reúne cerca de 80 obras de nomes como Portinari, Lygia Clark, Beatriz Milhazes e Sebastião Salgado O&#160;Museu de Arte Moderna da Bahia&#160;(MAM-BA) inaugura, no dia 10 de março de 2026, a exposição&#160;Uma história da arte brasileira. A mostra é organizada pelo&#160;Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro&#160;(MAM Rio) e reúne cerca de 80 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Mostra reúne cerca de 80 obras de nomes como Portinari, Lygia Clark, Beatriz Milhazes e Sebastião Salgado</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;Museu de Arte Moderna da Bahia&nbsp;(MAM-BA) inaugura, no dia 10 de março de 2026, a exposição&nbsp;<strong><em>Uma história da arte brasileira</em></strong>. A mostra é organizada pelo&nbsp;Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro&nbsp;(MAM Rio) e reúne cerca de 80 obras do acervo da instituição carioca, apresentando um panorama da produção artística brasileira dos séculos 20 e 21.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição marca a terceira etapa de um programa de itinerância realizado em parceria com o&nbsp;Centro Cultural Banco do Brasil&nbsp;(CCBB) e será realizada no museu baiano, equipamento vinculado ao&nbsp;Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, órgão da&nbsp;Secretaria de Cultura da Bahia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Concebida originalmente para a&nbsp;Cúpula do G20 de 2024, realizada no MAM Rio em novembro de 2024, a mostra foi apresentada inicialmente a chefes de Estado e delegações internacionais antes de ser aberta ao público. Em 2025, iniciou sua circulação nacional por&nbsp;Belo Horizonte, onde recebeu mais de 45 mil visitantes, e seguiu para&nbsp;Brasília, com cerca de 16 mil visitantes até fevereiro de 2026. Agora, chega a&nbsp;Salvador.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_523414"><img decoding="async" src="https://d1x4bjge7r9nas.cloudfront.net/wp-content/uploads/2026/02/26125942/Lygia-Clark_bicho-relogio-de-sol_002_Foto-Fabio-Souza-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-523414"/><figcaption class="wp-element-caption">Obra de Lygia Clark<br>Foto: Fabio Souza/ Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo&nbsp;Yole Mendonça, diretora executiva do MAM Rio, a itinerância amplia o acesso ao acervo da instituição. “Reunimos obras emblemáticas e profundamente representativas da arte brasileira. Levar esse conjunto a novos públicos reafirma o compromisso do museu com a circulação, a formação e o acesso à cultura”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A curadoria é de&nbsp;Raquel Barreto&nbsp;e&nbsp;Pablo Lafuente, respectivamente curadora-chefe e diretor artístico do MAM Rio. A exposição apresenta um panorama plural da produção artística brasileira, articulando continuidades, rupturas e experimentações ao longo de diferentes gerações e contextos históricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conjunto reúne obras de artistas como&nbsp;Adriana Varejão,&nbsp;Alberto da Veiga Guignard,&nbsp;Amílcar de Castro,&nbsp;Anna Bella Geiger,&nbsp;Anita Malfatti,&nbsp;Beatriz Milhazes,&nbsp;Candido Portinari,&nbsp;Di Cavalcanti,&nbsp;Hélio Oiticica,&nbsp;Leonilson,&nbsp;Luiz Zerbini,&nbsp;Lygia Clark,&nbsp;Lygia Pape,&nbsp;Mario Cravo Neto,&nbsp;Sebastião Salgado,&nbsp;Tomie Ohtake,&nbsp;Tunga&nbsp;e&nbsp;Waltercio Caldas.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_523416"><img decoding="async" src="https://d1x4bjge7r9nas.cloudfront.net/wp-content/uploads/2026/02/26130036/FIRMO_Walter_23132_-Foto-Jaime-Acioli-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-523416"/><figcaption class="wp-element-caption">Obra de Walter Firmo<br>Foto: Jaime Acioli/ Divulgação</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Cinco eixos curatoriais</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A mostra está organizada em cinco núcleos cronológicos. O primeiro aborda o modernismo (1910–1950), marcado pela busca de uma identidade artística nacional. O segundo trata do abstracionismo e do concretismo nos anos 1950, período de forte renovação estética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro núcleo reúne trabalhos da nova figuração e das poéticas conceituais das décadas de 1960 e 1970, em diálogo com o contexto da ditadura militar. Já o quarto apresenta produções da década de 1980 até o presente, incluindo a chamada Geração 80 e as transformações das décadas seguintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último eixo reúne fotografias do comodato da coleção de&nbsp;Joaquim Paiva, considerado um dos mais importantes acervos de fotografia do país, com imagens que retratam aspectos sociais, políticos e culturais do Brasil contemporâneo.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_523418"><img decoding="async" src="https://d1x4bjge7r9nas.cloudfront.net/wp-content/uploads/2026/02/26130114/CRAVO_NETO_Mario_22870_Autor-nao-identificado.jpg" alt="" class="wp-image-523418"/><figcaption class="wp-element-caption">Obra de Mário Cravo Neto<br>Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para&nbsp;Marília Gil, diretora do MAM-BA, receber a exposição fortalece o diálogo entre instituições culturais e amplia o acesso do público baiano a obras fundamentais da história da arte no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já&nbsp;Júlio Paranaguá, gerente-geral do CCBB, afirma que a realização da mostra em Salvador reforça a missão da instituição de aproximar o público da produção cultural brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundado em 1948, o MAM Rio reúne uma das mais importantes coleções de arte moderna e contemporânea do país, com cerca de 16 mil obras. O edifício do museu, localizado no&nbsp;Parque do Flamengo, foi projetado pelo arquiteto&nbsp;Affonso Eduardo Reidy, com jardins de&nbsp;Roberto Burle Marx.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CCBB, por sua vez, mantém centros culturais em Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte e prepara a abertura de uma nova unidade em Salvador, que ocupará o Palácio da Aclamação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia.ba / Foto: Jaime Acioli/ Divulgação</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="INÍCIO DOS TRABALHOS LEGISLATIVO 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/51NL4hBGyTs?start=3423&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/exposicao-uma-historia-da-arte-brasileira-chega-ao-mam-em-marco/">Exposição ‘Uma história da arte brasileira’ chega ao MAM em março</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Uma semana que já dura cem anos. E abre caminhos para a arte brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2022 04:07:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Pinacoteca busca a reflexão crítica e histórica. Apresenta 134 obras dos modernistas integradas com artistas de diferentes movimentos Por Leila Kiyomura &#8211; Domingo, 6 de fevereiro de 2022 Como é a&#160;São Paulo modernista que Tarsila do Amaral pintou em 1924? A metrópole que o público vai observar na mostra&#160;Modernismo. Destaques do Acervo,&#160;na Pinacoteca de São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>A Pinacoteca busca a reflexão crítica e histórica. Apresenta 134 obras dos modernistas integradas com artistas de diferentes movimentos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Leila Kiyomura &#8211; Domingo, 6 de fevereiro de 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como é a<em>&nbsp;</em>São Paulo modernista que Tarsila do Amaral pintou em 1924? A metrópole que o público vai observar na mostra&nbsp;<em>Modernismo. Destaques do Acervo,&nbsp;</em>na Pinacoteca de São Paulo, questiona os 468 anos da capital paulista. Com a paisagem definida por muitos como “caipira” e “ingênua”, Tarsila delineia o futuro e o progresso: &nbsp;os postes de petróleo, as bombas de gasolina, uma árvore com a copa arredondada e, ao fundo, o bonde, os prédios de diversos tamanhos e uma palmeira solitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pintura, quase um século depois, encontra a São Paulo de hoje como a mais rica e moderna metrópole do País inserida na pandemia global. Mas, sob a luz da arte de 1922, busca o sentido histórico e cultural da São Paulo das pintoras Tarsila do Amaral e Anita Malfatti e dos escritores Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia, ou o resistente Grupo dos Cinco.</p>



<div id="attachment_488788" class="wp-block-image"><figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_jochen_volz.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-488788"/><figcaption><em>Jochen Volz, diretor-geral da Pinacoteca de São Paulo – Foto: Divulgação</em></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós, da Pinacoteca, acreditamos enfaticamente na necessidade de&nbsp; uma reflexão crítica sobre a Semana de Arte Moderna de 1922″, comenta Jochen Volz, diretor da Pinacoteca. “Não interessa só a celebração e efeméride, mas sim uma revisita a partir de um ponto de vista dos dias atuais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início do ano passado, a Pinacoteca vem se mobilizando com uma programação para incentivar o pensamento crítico. De março a dezembro de 2021, realizou debates em parceria com o Instituto Moreira Salles e o Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, que estão disponíveis em vídeos no&nbsp;<a href="https://pinacoteca.org.br/atividade/10242/">site da Pinacoteca</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curadores, pesquisadores e artistas do Brasil e de outros países apoiaram o evento que discutiu a importância da Semana de Arte Moderna, os seus valores estéticos e a sua influência até a contemporaneidade. “Ao mesmo tempo compreendemos como responsabilidade nossa, cem anos depois, no&nbsp; meio da experiência de uma pandemia global, de uma polarização extrema da sociedade brasileira e de uma violenta perda de diversidade natural e cultural, perguntar o que podemos aprender com distintas visões do que é moderno. Quais são as linguagens que nos unem hoje?”, questiona Jochen Volz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>“O visitante tem um percurso em que observa, em diferentes salas, obras reunidas de 1920 até 1950, de diferentes movimentos, momentos e artistas.”</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As 134 obras de Di Cavalcanti, Lasar Segall, Ismael Nery, entre outros modernistas, dividem o espaço com as mil obras do acervo de diferentes momentos para buscar e refletir a memória da arte brasileira. “Essa é uma mostra inserida em nosso acervo, em que sinalizamos as obras modernistas por meio de selos e adesivos, constituindo um panorama do movimento na primeira metade do século 20”, explica o curador sênior da Pinacoteca José Augusto Ribeiro, que é mestre em Teoria, História e Crítica de Arte pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. “Elas estão em diferentes salas. O visitante tem um percurso em que observa obras reunidas de 1920 até 1950, de diferentes movimentos, momentos e artistas.”</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft"><a href="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_sao_paulo_tarsila_do_amaral.png?ssl=1"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_sao_paulo_tarsila_do_amaral.png?w=439&amp;h=332&amp;ssl=1" alt="São Paulo, Tarsila do Amaral, 1924- Acervo: Pinacoteca do Estado - Reprodução: Isabella Matheus" title="202204_são_paulo_tarsila_do_amaral"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft"><a href="https://i1.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_bananal_lasar_segall.png?ssl=1"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_bananal_lasar_segall.png?w=439&amp;h=332&amp;ssl=1" alt="Bananal, Lasar Segall, 1927- Acervo: Pinacoteca do Estado - Reprodução: Isabella Matheus" title="202204_bananal_lasar_segall"/></a></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft"><a href="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_antropofagia.png?ssl=1"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_antropofagia.png?w=439&amp;h=332&amp;ssl=1" alt="Antropofagia, Tarsila do Amaral, 1929 - Acervo: Fundação José e Paulina Nemirovsky em comodato com a Pinacoteca do Estado, Divulgação" title="202204_antropofagia"/></a></figure></div>



<figure class="wp-block-image is-resized"><a href="https://i1.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_amigos_di_cavalcanti.png?ssl=1"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i1.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_amigos_di_cavalcanti.png?w=753&amp;h=1004&amp;ssl=1" alt="Amigos, Di Cavalcanti, 1921 - Acervo: Pinacoteca do Estado. Reprodução: Isabella Matheus" width="787" height="1049" title="202204_amigos_di_cavalcanti"/></a></figure>



<div id="attachment_488789" class="wp-block-image"><figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i2.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/02/202204_jose_augusto_ribeiro.png?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-488789"/><figcaption><em>José Augusto Ribeiro, curador da Pinacoteca – Foto: Acervo pessoal</em></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Ribeiro explica que a mostra&nbsp;<em>Modernismo. Destaques do Acervo</em>&nbsp;traz uma análise sobre a Semana de 1922 não só como uma efeméride, mas para levantar hipóteses e considerar as produções prévias e posteriores da Semana de 1922. “É importante pensar a Semana de 22 como parte de um processo cultural, um catalisador de energia em busca de transformação, uma mobilização de artistas intelectuais procurando uma renovação de linguagem, e pensar isso dentro de uma perspectiva histórica.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As obras estão organizadas em 19 salas. Destacam-se:&nbsp;<em>Antropofagia</em>, de Tarsila do Amaral, na sala 6,&nbsp;<em>Auto-Retrato</em>, de Victor Brecheret, na sala 1,&nbsp;<em>Bananal</em>, de Lasar Segall, na sala 19,&nbsp;<em>Casal na Varanda</em>, de Cícero Dias, na sala 16,&nbsp;<em>Dois Irmãos</em>, de Ismael Nery, na sala 15,&nbsp;<em>Portadora de Perfume</em>, de Victor Brecheret, no átrio de esculturas,&nbsp;<em>Retrato de Goffredo da Silva Telles</em>, de Lasar Segall, na sala 16, e&nbsp;<em>São Paulo</em>, de Tarsila do Amaral, na sala 10.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>A exposição </em>Modernismo. Destaques do Acervo <em>está em cartaz até 31 de dezembro, de quarta a segunda-feira, das 10 às 18 horas, na Pinacoteca do Estado de São Paulo (Praça da Luz, 2, centro, em São Paulo). O ingresso custa R$ 20,00 (inteira). É necessário apresentar passaporte de vacinação contra a covid-19. Reservas podem ser feitas no <a href="http://pinacoteca.org.br/ingressos/">site da Pinacoteca</a>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP</p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/uma-semana-que-ja-dura-cem-anos-e-abre-caminhos-para-a-arte-brasileira/">Uma semana que já dura cem anos. E abre caminhos para a arte brasileira</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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