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	<title>arte moderna |</title>
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	<title>arte moderna |</title>
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		<title>Centenário é importante para revisar mito da Semana de Arte Moderna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 10:12:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas dizem que a ideia de marco foi uma construção histórica Apontada como marco zero do modernismo no Brasil, a Semana de Arte Moderna comemora seu centenário este mês. Celebrada atualmente em exposições, livros, seminários, eventos e reportagens, a efeméride é também uma oportunidade para se rediscutir a importância histórica do evento – realizado no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialistas dizem que a ideia de marco foi uma construção histórica</p>



<p>Apontada como marco zero do modernismo no Brasil, a Semana de Arte Moderna comemora seu centenário este mês. Celebrada atualmente em exposições, livros, seminários, eventos e reportagens, a efeméride é também uma oportunidade para se rediscutir a importância histórica do evento – realizado no Theatro Municipal de São Paulo, entre os dias 13 e&nbsp;17 de fevereiro&nbsp;de 1922, por artistas e intelectuais da elite paulistana que defendiam estar rompendo com o conservadorismo das artes no Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1441878&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1441878&amp;o=node"></p>



<p>“Nesse momento, em que a gente está, em 2022, o que está sendo mais bacana de olhar para a semana de 22 é justamente questionar o&nbsp;seu&nbsp;mito”, afirma Heloisa Espada, curadora do Instituto Moreira Salles.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Selo UNICEF - 2021-2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/HanJhjWpRw0?start=2352&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>“É claro que foi um evento importante em São Paulo. Reuniu ali alguns artistas e literatos de várias áreas e que se tornaram muito importantes para a história do modernismo, como Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Anita Malfatti e Victor Brecheret. Tem nomes que são muito importantes para a nossa compreensão da arte moderna no Brasil. Mas&nbsp;hoje&nbsp;estamos em um momento de rever isso, de olhar para os outros estados, entender a temporalidade dos outros estados, o que estava acontecendo nos outros lugares e tentar ampliar a compreensão desta produção para além do Sudeste”, reforça Heloisa.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/pk4Y-hNrBUON7uhmfiV2zD7Fb2Q=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_5207.jpg?itok=bhkxD-hb" alt="A Casa Mário de Andrade, onde viveu um dos principais escritores e intelectuais do Modernismo, integra a Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo." title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<p>A Casa Mário de Andrade, onde viveu um dos principais escritores e intelectuais do Modernismo, integra a Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></p>



<p>A ideia de que a semana foi um marco do modernismo brasileiro, na realidade, foi uma construção histórica, que só veio a surgir décadas depois, defendem historiadores e especialistas.&nbsp;</p>



<p>“Acho que o que marca essa comemoração de 100 anos é entender como a Semana de Arte Moderna se tornou um marco. Isso é uma construção histórica. Mas eles fizeram de tudo para que realmente ela fosse polêmica e para se alinhar à ideia de vanguarda que estava sendo discutida e da qual eles tinham notícias que vinham de outros países, principalmente do Hemisfério Norte&#8221;, disse Heloisa.</p>



<p>Um dos pontos&nbsp;que passa por&nbsp;revisão histórica é o regionalismo da iniciativa, afinal a semana não foi composta apenas por artistas e intelectuais paulistas.&nbsp;“Há pessoas de Pernambuco; alemães, como o [Wilhelm] Haarberg, por exemplo, que estava recém-emigrado e participa. Temos o arquiteto polonês [Georg] Przyrembel; o espanhol Antonio Garcia Moya, que fez desenhos de arquitetura e participou da semana. Temos mineiros”,&nbsp;destacou&nbsp;Luiz Armando Bagolin, professor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p>Além disso, houve iniciativas modernas em outras partes do país, como as revistas ilustradas do Rio Grande do Sul; o trabalho do pintor&nbsp;Vicente do Rego Monteiro, em Pernambuco; e o samba, no Rio&nbsp;de Janeiro.&nbsp;</p>



<p>“Tem uma coisa importante não só no Rio, mas em vários lugares também, que é a música, o surgimento do samba nesse momento, que é muito próprio do Brasil. Olhar as manifestações culturais brasileiras e tentar entender o que é próprio da nossa cultura, de cada lugar, de cada estado e entender o quanto aquilo desafiava, o quanto o samba desafiava convenções,&nbsp;acho que esse é um jeito de olhar e de pensar o modernismo”, disse.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="controversias">Controvérsias</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/cac5nb0LX8JGEd64305kmRN710M=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_5287.jpg?itok=m895ZSlp" alt="A Casa Mário de Andrade, onde viveu um dos principais escritores e intelectuais do Modernismo, integra a Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo." title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<p>A Casa Mário de Andrade, onde viveu um dos principais escritores e intelectuais do Modernismo, integra a Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></p>



<p>O modernismo brasileiro também viveu suas ambiguidades e controvérsias. A começar pelo fato de que o movimento, cuja efervescência ocorreu nas cidades, foi bancado pela elite cafeeira, que vivia no interior, em fazendas.&nbsp;“É a riqueza do campo que paga essa ideia da arte moderna”,&nbsp;explicou&nbsp;Heloisa.</p>



<p>“A ideia de modernidade era um peixe que o regime republicano queria vender. Essa ideia de modernidade, de abrir grandes avenidas e criar cidades mais modernas e que fossem mais salubres, destruiu um passado imperial e colonial ou colocou de lado todo um passado que era conveniente politicamente esquecer naquele momento”, destacou Heloisa.</p>



<p>“Para algumas pessoas, a modernidade seria um projeto de branqueamento do país no início do século. Modernidade também é isso, também tem um lado nefasto. Há quem diga que é mais nefasto que moderno.”</p>



<p>A especialista questiona o motivo de&nbsp;nomes como o do escritor e político Plínio Salgado, que fez parte da semana, terem sido “apagados” pela história.&nbsp;“Temos ali a participação do Menotti del Picchia [escritor] e do Plínio Salgado, figuras que depois se tornaram controversas politicamente, ligadas ao movimento do verde-amarelismo&nbsp;[que se opunha ao movimento pau-brasil de Oswald de Andrade e pregava um ufanismo exacerbado]. Depois o Plínio Salgado é expoente do Integralismo [que tinha&nbsp;grande afinidade com o fascismo italiano]”, disse Heloisa.</p>



<p>Nessa análise política, também é importante entender como o movimento modernista foi utilizado pelo Estado Novo, de Getulio Vargas. “O Gustavo Capanema [ministro forte do governo Getúlio Vargas] era o homem, digamos, por detrás dessa estratégia de assumir o modernismo como uma politica cultural estatal”, disse Bagolin, explicando que a busca por uma arte brasileira, com identidade nacional, “serviu como uma luva para o projeto do Estado Novo”.</p>



<p>“O&nbsp;Estado Novo buscava demonstrar que o povo brasileiro, apesar de ser composto por uma miscigenação de etnias e culturas, ele deveria se apresentar como um povo, no singular; como uma cultura, no singular; uma arte brasileira, no singular. Até&nbsp;hoje&nbsp;falamos isso. Não falamos ‘as artes brasileiras’, que seria o mais correto porque são diferentes e somos diferentes”, disse o professor da USP.</p>



<p>Quando a ideia do modernismo surge&nbsp;em território brasileiro,&nbsp;há a utopia, por parte dos artistas, de que&nbsp;essa&nbsp;arte&nbsp;nacional&nbsp;seria utilizada para modificar o país. Mas quando essa ideia passa a ser apropriada pelo Estado, Mário de Andrade se desencanta&nbsp;com o movimento.</p>



<p>“Para o Mário de Andrade e para outros, quando o Modernismo é cooptado, se transforma no establishment&nbsp;ou&nbsp;na arte estatal, na arte defendida pelo Estado &#8211; e por um Estado ainda muito conservador &#8211; o modernismo morre. Todas aquelas iniciativas, todas as suas experiências, tudo o que eles fizeram, foi em vão”,&nbsp;destacou o professor do IEB.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="problematizacao">Problematização</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/0X3Ns2mzK9GRkmffr1Tsv6HH8Lc=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_4594.jpg?itok=MiB7xOzX" alt="Exposição Era Uma Vez o Moderno [1910-1944], com curadoria do pesquisador Luiz Armando Bagolin e do historiador Fabrício Reiner, no Centro Cultural Fiesp, Avenida Paulista." title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<p>Exposição Era Uma Vez o Moderno [1910-1944], com curadoria do pesquisador Luiz Armando Bagolin e do historiador Fabrício Reiner, no Centro Cultural Fiesp, Avenida Paulista. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></p>



<p>O principal objetivo da Semana de Arte Moderna de 1922 foi repensar de maneira crítica o tradicionalismo cultural, muito associado às correntes literárias e artísticas europeias, ao parnasianismo e ao academicismo formal.</p>



<p>Esse movimento foi liderado e protagonizado pela elite paulistana, bancado pela cafeicultura e ocorrido apenas 34 anos após a abolição da escravatura.</p>



<p>Temas como o colonialismo, a escravidão, a opressão indígena e a violência não entraram na agenda dos modernistas brasileiros e essa é uma das principais problematizações acerca da Semana, sob o ponto de vista crítico do século 21.</p>



<p>“O Brasil&nbsp;&nbsp;tinha acabado de sair da escravidão. O Brasil tinha acabado de sair da monarquia&nbsp;e&nbsp;era uma jovem república. E em 1922, o grande acontecimento daquele ano não foi a semana de arte moderna. Foi a comemoração do primeiro centenário da nossa independência”,&nbsp;disse Bagolin.</p>



<p>“Dizer que o negro e o indígena não estavam representados na semana é um anacronismo. A participação de indígenas&nbsp;ou&nbsp;de afrodescendentes, o lugar de fala das pessoas, as suas expressões próprias, essas questões são demandas da nossa época. Elas são justas&nbsp;e&nbsp;devem ser defendidas,&nbsp;devemos brigar por elas. Mas não eram questões que se apresentavam nos anos 20 do século passado”,&nbsp;explicou o professor do IEB, que também é curador da exposição Era Uma Vez o Moderno, que está em cartaz no Centro Cultural da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/Yiz1ylm13TdKBPL-DE3s_jS1UaQ=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_4526.jpg?itok=xqgSO_aJ" alt="Exposição Era Uma Vez o Moderno [1910-1944], com curadoria do pesquisador Luiz Armando Bagolin e do historiador Fabrício Reiner, no Centro Cultural Fiesp, Avenida Paulista." title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></figure>



<p>Exposição Era Uma Vez o Moderno [1910-1944], com curadoria do pesquisador Luiz Armando Bagolin e do historiador Fabrício Reiner, no Centro Cultural Fiesp, Avenida Paulista. &#8211;&nbsp;<strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></p>



<p>O que os modernistas fizeram&nbsp;naquela época&nbsp;foi a apropriação&nbsp;de outras artes, como a indígena, com as quais tiveram contato&nbsp;por meio de&nbsp;viagens e expedições&nbsp;que fizeram&nbsp;pelo interior do Brasil.</p>



<p>“Numa perspectiva&nbsp;hoje&nbsp;de decolonialidade, essas iniciativas são vistas com reserva.&nbsp;Às vezes, mais do que vistas com reserva, elas são criticadas, censuradas, porque, de novo, é o branco europeu, explorador, que vem e se apropria de parte de uma cultura que não é dele. Depois a expõe, vende, revoluciona o campo da arte e da cultura moderna com uma coisa que foi apropriada de um povo, de um outro povo, que está sendo esquecido, vilipendiado, roubado, trucidado. Então, numa perspectiva de decolonialidade, acho&nbsp;que&nbsp;é muito pertinente essa crítica”, disse Bagolin.</p>



<p>Atualmente, intelectuais e artistas indígenas têm se pronunciado sobre o modernismo, olhando para essa tradição. “Antes tínhamos esses intelectuais, criados e formados nos centros urbanos, olhando para outras culturas brasileiras&nbsp;e&nbsp;para as culturais originais.&nbsp;Hoje&nbsp;temos&nbsp;a&nbsp;possibilidade de ouvir indígenas revisando Macunaíma&nbsp;[livro escrito por Mário de Andrade]&nbsp;e se posicionando&nbsp;sobre&nbsp;isso. Isso também é coisa do nosso tempo e acho que precisamos, nesse momento, ouvir muito. É a hora que temos para aprender muito sobre esse ponto de vista, que até agora não esteve no centro dos debates”, destacou&nbsp;Heloisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="modernismo-alem-de-22">Modernismo além de 22</h2>



<p>Cem anos depois, especialistas como Heloisa defendem a importância da Semana de Arte Moderna, mas também enfatizam que o movimento e a construção do modernismo no Brasil contaram com outros elementos.</p>



<p>“O&nbsp;grande aprendizado é esse: a gente tentar entender a potência e os limites do que foi a Semana de 22 porque acho que o que não dá mais&nbsp;hoje&nbsp;é, nas escolas, continuar falando da arte moderna e só da Semana de 22. Porque muita coisa aconteceu, muita coisa além. As experiências do modernismo no Brasil vão muito além da Semana de 22”, frisou Heloisa.</p>



<p>Na avaliação de Luiz Armando Bagolin, ser modeno hoje implica aprender com as diversidades brasileiras.&nbsp;“Eu acho que ser&nbsp;moderno&nbsp;hoje&nbsp;é encarar as diferenças. Nós somos diferentes. O Brasil é muito vasto, tem coisas que os brasileiros não conhecem. Não somos iguais e nós temos que nos entender nas diferenças. A gente não pode resolver essa história, formulando, a título de um projeto político ou ideológico, um Brasil no singular, um brasileiro no singular, todo mundo com a mesma nação”,&nbsp;destacou.</p>



<p>“Ser moderno&nbsp;hoje&nbsp;implica fazer a revisão de toda a norssa história e de toda a nossa cultura numa perspectiva decolonial, de decolonialidade. Isso é um dado recente. Aliás, é um conceito sociológico que data do final dos anos 90. Então é importante não perder esse instrumento sociológico porque ele nos formula muitos desafios”,&nbsp;acrescentou.</p>



<p>Confira&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/semana-de-22" target="_blank" rel="noreferrer noopener">todas as matérias</a>&nbsp;da série que a&nbsp;<strong>Agência Brasil&nbsp;</strong>tem publicado sobre o centenário da Semana de Arte Moderna.</p>



<p><em>*Colaborou Eliane Gonçalves, repórter da Rádio Nacional</em></p>



<p>Edição: Lílian Beraldo</p>



<p>Fonte: Agência Brasil </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg" alt="" class="wp-image-35882" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-300x188.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/centenario-e-importante-para-revisar-mito-da-semana-de-arte-moderna/">Centenário é importante para revisar mito da Semana de Arte Moderna</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Cem anos da Semana de Arte Moderna: exposições e eventos celebram e rediscutem marco cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 02:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte moderna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior parte dos eventos está programada para ocorrer em São Paulo Por: Metro1 no dia 13 de fevereiro de 2022 Em diversas partes do Brasil, eventos culturais celebram o centenário da Semana de Arte Moderna, marco do Modernismo brasileiro realizado em São Paulo, ao longo dos dias 13 e 18 de fevereiro de 1922.&#160; A manifestação artística, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Maior parte dos eventos está programada para ocorrer em São Paulo</p>



<p>Por: <strong>Metro1</strong> no dia 13 de fevereiro de 2022 </p>



<p>Em diversas partes do Brasil, eventos culturais celebram o centenário da Semana de Arte Moderna, marco do Modernismo brasileiro realizado em São Paulo, ao longo dos dias 13 e 18 de fevereiro de 1922.&nbsp; A manifestação artística, considerada marco do Modernismo brasileiro, foi inaugurada no Theatro Municipal, em São Paulo, no dia 13 de fevereiro de 1922.</p>



<p>A maior parte dos eventos está programada para ocorrer em São Paulo, cidade que abrigou a Semana de Arte Moderna. E a programação, além de celebrar, também prevê&nbsp;rediscutir&nbsp;a&nbsp;importância e legado da semana.</p>



<p>O governo paulista criou um site para promover parte da programação comemorativa que vai ocupar museus, teatros e outros equipamentos culturais. No entanto, há ainda eventos marcados no Rio de Janeiro, em Minas Gerais e na Bahia.</p>



<p>Em vitória da Conquista, a exposição multilinguagem Arte Conquista, no Memorial Governador Régis Pacheco apresenta obras de 20 artistas, das mais variadas artes – plásticas, fotografia, música, teatro, literatura e dança &#8211; e com influências que remetem ao movimento modernista. Até 28 de fevereiro.</p>



<p>Fonte: Metro 1</p>



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<iframe title="A feira como guardiã da cultura local" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/uqagqaSmTiE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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