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		<title>PL prevê base de dados sobre pessoas com transtornos alimentares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Saúde da&#160;Câmara dos Deputados&#160;aprovou proposta prevendo que a direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) mantenha uma base completa, com alcance nacional, de dados sobre os atendimentos de pessoas com&#160;transtornos alimentares. A ideia é que essa base de dados sirva para orientar as políticas e programas de atenção ao problema. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Saúde da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos Deputados</a></strong>&nbsp;aprovou proposta prevendo que a direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) mantenha uma base completa, com alcance nacional, de dados sobre os atendimentos de pessoas com&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/transtornos-alimentares/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">transtornos alimentares</a></strong>. A ideia é que essa base de dados sirva para orientar as políticas e programas de atenção ao problema.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Rosangela Moro (União-SP), ao Projeto de Lei 2482/24, do deputado Júnior Mano (PSB-CE). O projeto original obriga hospitais, clínicas e postos de saúde a notificarem o SUS sobre casos de transtorno alimentar com consequências graves à saúde física ou mental do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Conhecer a epidemiologia dos transtornos alimentares é, de fato, fundamental para se projetar como enfrentá-los”, disse a relatora. “No entanto, é necessário que deixemos claro que não seria o caso aqui de notificação compulsória”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rosangela Moro observa que a relação atual das doenças de notificação compulsória é a estipulada pela portaria do Ministério da Saúde 420/22, em que se encontram, primordialmente, enfermidades contagiosas ou eventos cujo diagnóstico exija medidas imediatas das autoridades sanitárias para interromper o ciclo de transmissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Enfermidades, mesmo que de importância para a saúde pública, que não tenham essa característica não têm por que serem incluídas na lista de notificação compulsória, o que não significa que não estejam sendo registradas e acompanhadas”, disse. “Pelo contrário, uma vez que o SUS já vem trabalhando amplamente com o prontuário eletrônico, os dados e estatísticas de saúde disponíveis no Brasil tendem a tornar-se cada vez mais confiáveis”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Princípios e direitos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo texto apresentado pela relatora, a atenção às pessoas com transtornos alimentares no SUS deverá será pautada por princípios como universalidade de acesso; integralidade de assistência, desde a prevenção e promoção até a assistência especializada; ausência de preconceitos; e utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto também prevê, como direitos das pessoas com transtornos alimentares no SUS, entre outros: o diagnóstico e intervenção precoce; o início tempestivo de tratamento, no nível de atenção adequado; o acesso aos medicamentos e procedimentos necessários para seu tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximos passos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</em></p>



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