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		<title>BBC Índia é revistada após documentário criticar primeiro-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 19:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Primeiro Ministro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documentário abordou a participação do atual primeiro-ministro da Índia em um episódio de conflito religioso, que matou mais de mil, em 2002 Na manhã desta terça-feira (14/1), os escritórios da BBC em Nova Delhi e Mumbai foram alvo de buscas por autoridades fiscais, cerca de um mês após o lançamento de um documentário que aborda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Documentário abordou a participação do atual primeiro-ministro da Índia em um episódio de conflito religioso, que matou mais de mil, em 2002</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã desta terça-feira (14/1), os escritórios da BBC em Nova Delhi e Mumbai foram alvo de buscas por autoridades fiscais, cerca de um mês após o lançamento de um documentário que aborda o papel do atual primeiro-ministro Narendra Modi em um episódio de violência religiosa que matou mais de mil pessoas em 2002 na Índia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a assessoria de imprensa da BBC, a emissora estava cooperando “totalmente” com as autoridades indianas, e disse esperar “resolver essa situação o mais rápido possível”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lançado no Reino Unido em janeiro deste ano, o documentário <em>India: The Modi Question</em> despertou a ira do atual primeiro-ministro do país, Narendra Modi, após trazer conclusões de uma investigação inédita sobre os tumultos que tomaram conta do estado de Gujarat, em 2002, entre hindus e muçulmanos. Na época, o político nacionalista atuava como ministro-chefe da região, e foi acusado pelo governo britânico de ser conivente com o conflito que teve “todas as marcas de limpeza étnica”, segundo o relatório.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-70023"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os tumultos tiveram início em fevereiro de 2002, após um incêndio de um trem matar 58 hindus. Depois do episódio, Gujarat foi tomada por uma onda de violência civil. Dados do governo indiano mostram que os muçulmanos foram as maiores vítimas do episódio, com 790 mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação do governo britânico acusa Narendra Modi de ser “diretamente responsável por um clima de impunidade”, e afirmou que o então ministro-chefe do estado não agiu para impedir a violência. Na época, um relatório da Human Right Watch apontou que a polícia local não havia interferido e impedido os ataques, principalmente contra mulçumanos, por “ordens de cima”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O atual primeiro-ministro da Índia sempre negou as acusações e, em 2013, foi julgado inocente após a Justiça afirmar que não existiam provas suficientes contra o político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o lançamento do documentário da BBC, em 17 de janeiro, o Ministério das Relações Exteriores da Índia chamou a produção de “propaganda” com o objetivo de promover uma “narrativa desacreditada” contra o governo do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de não ter sido disponibilizado na Índia, a produção rapidamente foi compartilhada nas redes sociais, despertando a atenção de Narendra Modi, que bloqueou a exibição do documentário no YouTube e Twitter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Metrópoles</strong></p>



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		<title>BBC diz que polícia da China prendeu e agrediu jornalista da rede em Xangai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2022 13:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Agredido]]></category>
		<category><![CDATA[BBC]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) &#8211; A rede britânica BBC afirmou, na noite deste domingo (27), que a polícia da China, palco de protestos no fim de semana, agrediu e deteve um de seus jornalistas que cobria um ato em Xangai, antes de liberá-lo depois de várias horas. &#8220;A BBC está extremamente preocupada com o tratamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>P</strong>ORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) &#8211; A rede britânica BBC afirmou, na noite deste domingo (27), que a polícia da China, palco de protestos no fim de semana, agrediu e deteve um de seus jornalistas que cobria um ato em Xangai, antes de liberá-lo depois de várias horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A BBC está extremamente preocupada com o tratamento dado ao nosso jornalista Ed Lawrence&#8221;, disse um porta-voz da emissora pública britânica em comunicado compartilhado nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ele foi detido por várias horas antes de ser liberado. Durante sua prisão, foi espancado e chutado pela polícia. Isso aconteceu enquanto ele trabalhava como jornalista credenciado&#8221;, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Xangai é uma das várias cidades chinesas que passam por protestos contra a política de Covid zero do regime de Xi Jinping. Os atos explodiram nos últimos dias após um incêndio mortal no extremo oeste do país, na província de Xinjiang.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagens nas redes sociais mostraram uma pessoa, que outros jornalistas identificaram como Lawrence, sendo presa por homens em uniformes da polícia. A BBC afirmou que não recebeu uma explicação razoável para a detenção de Lawrence.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não recebemos nenhuma explicação oficial ou pedido de desculpas das autoridades chinesas, além de uma alegação dos funcionários que mais tarde o libertaram de que o prenderam para seu próprio bem, caso ele pegasse Covid da multidão&#8221;, disse a emissora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Violações à liberdade de imprensa são ponto sensível no regime que vigora na potência asiática. No ano passado, o número de jornalistas encarcerados ao redor do mundo por razões ligadas à atividade bateu recorde, em parte puxado pelo que ocorre na China.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram ao menos 293 profissionais da imprensa presos no mundo. O aumento da cifra, que em 2020 era de 280, está relacionado a regimes autoritários que ganharam fôlego nos últimos anos. O líder em números absolutos de jornalistas atrás das grades por exercerem seu trabalho é o regime chinês, com 50 profissionais presos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento e a análise são do Comitê para a Proteção dos Jornalistas, organização global que monitora o assunto há mais de quatro décadas. A cifra chinesa foi engrossada em 2021 por oito jornalistas presos em Hong Kong, que pela primeira vez figurou no relatório anual do CPJ, publicado desde o início da década de 1990.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chama atenção também a repressão contra os jornalistas da etnia uigur, da província Xinjiang, historicamente perseguida pelo regime comunista do país asiático. Levantamento recente da organização Repórteres Sem Fronteiras foi além e mensurou que mais de 70 profissionais uigures estão detidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Noticias ao Minuto </strong></p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/bbc-diz-que-policia-da-china-prendeu-e-agrediu-jornalista-da-rede-em-xangai/">BBC diz que polícia da China prendeu e agrediu jornalista da rede em Xangai</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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