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	<title>Biblioteca Brasiliana |</title>
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	<title>Biblioteca Brasiliana |</title>
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		<title>Mostra na Biblioteca Brasiliana levanta bandeira pró-conservação ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Brasiliana]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Manuela Trafane* Arte: Simone Gomes Em cartaz até dia 29, exposição Artmosfera reúne obras de 33 artistas com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os efeitos das mudanças climáticas globais A crise climática é real. O ano de 2024 foi o mais quente registrado na história, com temperatura média mundial 1,5°C acima da temperatura na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 class="wp-block-heading">Texto: Manuela Trafane*</h5>



<h5 class="wp-block-heading">Arte: Simone Gomes</h5>



<p>Em cartaz até dia 29, exposição <em>Artmosfera </em>reúne obras de 33 artistas com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os efeitos das mudanças climáticas globais</p>



<p>A crise climática é real. O ano de 2024 foi o mais quente registrado na história, com temperatura média mundial 1,5°C acima da temperatura na era pré-industrial. Com o objetivo de promover a conscientização coletiva sobre esse problema, 33 artistas se reuniram na mostra&nbsp;<em>Artmosfera</em>, em cartaz até o dia 29 deste mês na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP.&nbsp;“A arte tem papel fundamental em levantar a bandeira conservacionista, para fazer as pessoas refletirem sobre a questão ambiental”, afirma o artista gráfico Waldo Forte, curador da exposição, que foi inaugurada no dia 7 passado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Forte convida o público a se conectar com o teor emocional das obras expostas. Segundo ele, algumas delas são mais objetivas e literais, enquanto outras expressam o mais puro sentimento.&nbsp;“Os artistas ficaram muito engajados e muito motivados para, de alguma maneira,&nbsp;passar uma mensagem e fazer com que as pessoas reflitam sobre essas questões tão importantes na atualidade”, destaca Forte.</p>



<p>O curador lamenta que a população possa fazer pouco para combater as mudanças climáticas. “Os&nbsp;líderes mundiais são aqueles que podem trazer mudanças, e eles estão fechando os olhos diante da questão.” Mesmo assim, Forte insiste na execução desse pouco. Em sua perspectiva, a arte deve exercer seu papel de gerar reflexão e criar uma consciência coletiva.&nbsp;“É uma luta e um esforço muito grandes. Todos devemos estar envolvidos nisso.”</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Arte na perspectiva contemporânea</strong></h1>



<p>Ao entrar na sala BNDES&nbsp;da BBM – onde a mostra está instalada –, o espectador se depara com esculturas, fotografias, pinturas e instalações. Enquanto alguns artistas utilizam materiais como tinta acrílica e aquarela, outros optam por materiais reciclados, fibras naturais e até manequins. Essa diversidade de estilos é consequência da política&nbsp;do ateliê Contempoarte, localizado no bairro do Morumbi, em São Paulo, do qual Waldo Forte é artista-curador. De acordo com Forte, o ateliê busca promover o desenvolvimento da linguagem pessoal dos artistas na ótica contemporânea.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/08/20250819_expo8.jpg" alt="" class="wp-image-922963"/><figcaption class="wp-element-caption">Reflexões, assemblage de Yeda Sandoval &#8211; Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>



<p><em>Artmosfera&nbsp;</em>expressa essa política. A artista Lúcia Rosa, por exemplo, expõe na mostra a obra&nbsp;<em>Silêncios Tecidos</em>, formada por um totem com três rostos feitos de tecido, moldados a partir de máscaras. A&nbsp;obra usa fios orgânicos emaranhados com cipó e sisal, para sustentar as feições e formar um objeto longo. Entre as figuras, espalham-se pedaços da planta insulina. “Essa planta é muito resistente. Você pensa que a planta secou, mas dali a uma semana ela está verde de novo”, explica Rosa. A mensagem transmitida é de esperança pela resiliência da natureza e de tributo à memória e à ancestralidade daquilo que permanece, mas também é um aviso. O rosto humano entrelaçado à matéria natural visa a advertir sobre a presença do homem no ecossistema e como a humanidade sofrerá as consequências das agressões ao ambiente.</p>



<p>Outra obra exposta em&nbsp;<em>Artmosfera&nbsp;</em>é a tela&nbsp;<em>Conectando Micelios</em>, da artista chilena Karolina Mättig, que também aborda a coexistência entre homem e natureza. Com técnica mista, essa pintura retrata a camada exterior e a interior de uma floresta. As raízes de uma das árvores simulam o corpo humano. Delas se forma a figura de um braço, que dá origem ao tronco, unido às radículas das demais plantas. Nas laterais dessa pintura, dois quadros, intitulados&nbsp;<em>Brotes –</em>&nbsp;também de autoria de Mättig -, expõem árvores mortas, com raízes fracas, e, atrás delas, notícias de jornais anunciando os incêndios florestais ocorridos na região de&nbsp;La Araucanía, no Chile.</p>



<p>Há obras também que representam mais uma crítica do que uma advertência. A escultura em material reciclado&nbsp;<em>O Grande Banquete</em>, de Edson Verti, é feita de uma caixa de papelão colorida, sobre a qual se vê uma cabeça feita do mesmo material, em que estão escritas frases como “O futuro é reciclável. Pena que seu comportamento não é”, “Onde está seu plástico? No copo de água que você chama de potável”, “Proteção à natureza” e “Futuro verde”. Da boca da cabeça são regurgitadas garrafas plásticas, que chegam a se espalhar pelo chão. A contradição entre palavras pró-sustentabilidade e o plástico é uma ironia do artista, que revela uma sociedade que defende o discurso conservacionista mas continua poluindo. O objetivo é espelhar uma humanidade que se autocontamina, como explica Verti. “O que é descartado volta para a gente de uma forma ou de outra, seja no ar, seja pelos microplásticos”, diz o artista.&nbsp; “A obra mastiga a consciência coletiva e cospe verdades incômodas.”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/08/20250819_expo4.jpg" alt="Paredes com quadros pendurados nelas e, ao centro do salão, uma estátua."/><figcaption class="wp-element-caption">Ao centro, a assemblage &#8220;Produto de Origem Humana&#8221;, de Guski &#8211; Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>



<p>Já a instalação de parede&nbsp;<em>O Último Sopro</em>, de Paulo Mattos, chama atenção por sua magnitude. A criação faz parte de um projeto pessoal: a sequência de seres com asas emergindo de portais para transmitir mensagens à raça humana. As obras usam papel reciclado, e as estruturas-base de figuras femininas indígenas são painéis móveis feitos de cabides velhos. Inspiradas nos povos originários, as aladas emergem como mensageiras dos elementos ar, fogo e água. A escolha da mulher indígena é um apelo à valorização dos hábitos dos povos originários, que incorporam a natureza como inerente ao ser. Mattos quer emocionar o espectador ao trazer luz à questão ambiental. “O importante é salvarmos nosso maior ser vivo: o planeta Terra”, fala.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/08/20250819_expo2.jpg" alt="Quadro com o desenho de uma floresta." class="wp-image-922958"/><figcaption class="wp-element-caption">A pintura &#8220;Conectando Micelios&#8221;, ao centro, e &#8220;Brotes&#8221;, pinturas das laterais, por Karolina Mättig &#8211; Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>



<p><em>A exposição&nbsp;</em>Artmosfera&nbsp;<em>fica em cartaz até o dia 29 deste mês, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP (Rua da Biblioteca, 21, Cidade Universitária, em São Paulo). Entrada grátis. Não é preciso fazer agendamento. Mais informações estão disponíveis no&nbsp;<a href="https://bbm.usp.br/pt-br/exposi%C3%A7%C3%B5es/nova-mostra-na-bbm-%C3%A9-uma-resposta-da-arte-%C3%A0-crise-clim%C3%A1tica/">site da BBM</a>.</em></p>



<p><em>* Estagiária sob supervisão de Marcello Rollemberg e Roberto C. G. Castro</em></p>



<p>Fonte: Jornal da USP</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TRATAMENTO DA INSÔNIA ATRAVÉS DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-AEs2Q7MpTE?start=942&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mostra-na-biblioteca-brasiliana-levanta-bandeira-pro-conservacao-ambiental/">Mostra na Biblioteca Brasiliana levanta bandeira pró-conservação ambiental</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Obra de Vinicius de Moraes é preservada pela Biblioteca Brasiliana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Brasiliana]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A BBM Digital disponibiliza&#160;para consultas gratuitas&#160;15 livros das produções poéticas do escritor&#160; Em 2025 completam-se 45 anos do falecimento de Vinicius de Moraes, ocorrido no dia 9 de julho de 1980 em sua residência na cidade do Rio de Janeiro, aos 66 anos. O poeta, dramaturgo, compositor, cantor e diplomata brasileiro nasceu em 19 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A BBM Digital disponibiliza&nbsp;</em><em>para consultas gratuitas&nbsp;</em><em>15 livros das produções poéticas do escritor&nbsp;</em></p>



<p>Em 2025 completam-se 45 anos do falecimento de Vinicius de Moraes, ocorrido no dia 9 de julho de 1980 em sua residência na cidade do Rio de Janeiro, aos 66 anos. O poeta, dramaturgo, compositor, cantor e diplomata brasileiro nasceu em 19 de outubro de 1913 na Gávea, também no Rio. Iniciou seus estudos na Faculdade de Direito no Rio e posteriormente frequentou a Universidade de Oxford, onde se dedicou ao estudo da literatura inglesa. Reconhecido como um dos maiores poetas da língua portuguesa, publicou mais de 20 livros ao longo de sua vida, além de ter suas obras traduzidas para diversos idiomas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="611" height="235" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/image-6.png" alt="" class="wp-image-154305" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/image-6.png 611w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/image-6-300x115.png 300w" sizes="(max-width: 611px) 100vw, 611px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">BBM Digital</h2>



<p>A sua extensa obra poética encontra-se disponibilizada pelo acervo digital da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP, a BBM Digital. O poeta, tendo visto boa parte do século 20, viveu transformações sociais, políticas e estéticas, materializadas em sua obra diversa e, ao mesmo tempo, singular. Assim, o “poetinha”, como era chamado por Tom Jobim (1927–1994), transitou entre a poesia (seu ofício maior, segundo o próprio), o teatro e a canção popular.<br><br>Em 2010, 30 anos antes de a&nbsp;obra literomusical de Vinicius passar ao domínio público, a VM Empreendimentos Artísticos e Culturais cedeu os direitos para que a BBM pudesse disponibilizar seus livros on-line. A digitalização começou ainda em 2009, a partir do acervo de José Mindlin, e conta com 15 títulos:&nbsp;<em>O caminho para a distância</em>&nbsp;(1933),&nbsp;<em>Forma e exegese</em>&nbsp;(1935),&nbsp;<em>Ariana, a mulher</em>&nbsp;(1936),&nbsp;<em>Novos poemas</em>&nbsp;(1938),&nbsp;<em>Cinco elegias</em>&nbsp;(1943),&nbsp;<em>Poemas, sonetos e baladas</em>&nbsp;(1946),&nbsp;<em>Pátria minha</em>&nbsp;(1949),&nbsp;<em>Antologia poética</em>&nbsp;(1954),&nbsp;<em>Orfeu da conceição</em>&nbsp;(1956),&nbsp;<em>Livro de sonetos</em>&nbsp;(1957),&nbsp;<em>Receita de mulher</em>&nbsp;(1957),&nbsp;<em>Novos poemas II</em>&nbsp;(1959),&nbsp;<em>O mergulhador</em>&nbsp;(1968),&nbsp;<em>A casa</em>&nbsp;(1975) e&nbsp;<em>Um</em>&nbsp;<em>signo, uma mulher</em>&nbsp;(1975).<br><br>Através do levantamento feito pela área de comunicação do projeto&nbsp;<em>Fluxo dos objetos digitais da BBM: da estante para os computadores de todo o mundo (conservação, biblioteca digital e comunicação na BBM), que faz parte</em>&nbsp;do Programa Unificado de Bolsas de Estudo (PUB) para apoio à formação de estudantes de graduação da USP, foram encontradas diversas publicações noticiando a parceria entre o legado poético de Vinicius e o acervo de Mindlin. Essas notícias não se encontram mais em circulação, mas foram recuperadas pelo projeto a fim de preservar estes fragmentos da memória literária do País.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="611" height="235" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/image-7.png" alt="" class="wp-image-154306" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/image-7.png 611w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/image-7-300x115.png 300w" sizes="(max-width: 611px) 100vw, 611px" /></figure>



<p>A digitalização permite também conhecer o alcance e trajetória de uma das vozes poéticas mais marcantes do Brasil. Hoje, a estreia do poeta em&nbsp;<em>O caminho para a distância</em>&nbsp;nos parece realmente distante. Em seus versos encontramos a seguinte definição: “A vida do poeta tem um ritmo diferente —&nbsp; / É um contínuo de dor angustiante”. Quem poderia dizer que, décadas mais tarde, o mesmo poeta escreveria o&nbsp;<em>Samba da benção</em>, onde ser alegre é melhor do que ser triste? Certamente o próprio Vinicius entendia essa mudança experimentada ao longo de uma vida, pois sabia estar “Preso, eternamente preso pelos extremos intangíveis”.</p>



<p>Na edição digitalizada de&nbsp;<em>Poemas, sonetos e baladas,</em>&nbsp;além de poemas fundamentais da obra de Vinicius, como o&nbsp;<em>Soneto da fidelidade</em>&nbsp;(primeiro poema do livro) e o&nbsp;<em>Soneto da separação</em>&nbsp;(o último), encontram-se também 22 desenhos de Carlos Leão, feitos especialmente para o lançamento, em 1946. Na coleção também se encontram livros menos veiculados, como&nbsp;<em>Um signo, uma mulher</em>, no qual o poeta, com humor e lirismo, caracteriza 12 mulheres a partir dos signos do zodíaco, valendo-se de métodos composicionais mais próximos de sua trajetória na música popular brasileira.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="611" height="235" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/image-8.png" alt="" class="wp-image-154307" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/image-8.png 611w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/07/image-8-300x115.png 300w" sizes="(max-width: 611px) 100vw, 611px" /></figure>



<p>A canção do poetinha se fixou no imaginário popular e suas parcerias com Tom Jobim, Toquinho e Baden Powell fariam dele uma figura central da música brasileira. Esta façanha, porém, não reduz seus feitos na poesia “convencional”, tendo sua obra elogiada pelo poeta Manuel Bandeira (modernista nascido em 1886 e falecido em 1968):</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Desde O caminho para a distância, através de Forma e exegese, Ariana, a mulher e Novos poemas, a evolução do poeta se vem processando com uma abundância e variedade que nos deixa a nós, seus admiradores e amigos, convencidos de estarmos diante de uma força criadora de natureza sem precedentes em nossa literatura. Porque ela tem o fôlego dos românticos, a espiritualidade dos simbolistas, a perícia dos parnasianos [&#8230;], e finalmente, homem bem do seu tempo, a liberdade, a licença, o esplêndido cinismo dos modernos.”Trecho do texto &#8220;Coisa Alóvena, Ebaente&#8221;, de Manuel Bandeira, publicado no livro Vinicius de Moraes: poesia completa e prosa, de 2004</p>
</blockquote>



<p>Dessa forma, a BBM convida o leitor contemporâneo a conhecer o nosso maior poeta-compositor, cuja obra está longe de ser esquecida tão cedo.</p>



<p>Clique&nbsp;<a href="http://digital.bbm.usp.br/simple-search?query=Vinicius+de+Moraes"><u>aqui</u></a>&nbsp;para acessar a obra poética de Vinicius de Moraes da BBM Digital.</p>



<p><em>*Bolsista do projeto PUB e **estagiária, ambos sob a supervisão de Eliete Viana</em></p>



<p><em>As fotos que ilustram esta reportagem fazem parte do acervo de família de Vinicius de Moraes, disponíveis no&nbsp;<a href="https://www.viniciusdemoraes.com.br/br/">site oficial do poeta e compositor.</a></em></p>



<p>Fonte: Jornal da USP /  <em>O cantor e compositor Vinicius de Moraes. Foto: acervo de família</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EDUCAÇÃO DA REDE ESTADUAL NA BACIA DO JACUÍPE: DESAFIOS E PERSPECTIVAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/jSNBjbl51kQ?start=1335&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/obra-de-vinicius-de-moraes-e-preservada-pela-biblioteca-brasiliana/">Obra de Vinicius de Moraes é preservada pela Biblioteca Brasiliana</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Exposição na Biblioteca Brasiliana inicia os festejos do centenário de Dalton Trevisan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 18:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Brasiliana]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mostra vai apresentar ao público livros da Coleção BBM, correspondências, recortes de jornais, entrevistas, livros raros, fotografias, diários, colaboração em periódicos, livros da biblioteca do autor com marginálias e documentos pessoais Por&#160;Eliete Viana No ano do centenário de nascimento de Dalton Trevisan, que seria completado em 14 de junho, a Biblioteca Brasiliana Guita e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A mostra vai apresentar ao público livros da Coleção BBM, correspondências, recortes de jornais, entrevistas, livros raros, fotografias, diários, colaboração em periódicos, livros da biblioteca do autor com marginálias e documentos pessoais</p>



<p>Por&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/author/elietevianausp-br/">Eliete Viana</a></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/Posts-45-33-240x300.png" alt="" class="wp-image-888463"/></figure>
</div>


<p>No ano do centenário de nascimento de Dalton Trevisan, que seria completado em 14 de junho, a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP vai abrigar parte das atividades de comemoração com a realização da exposição&nbsp;<em>Dalton Trevisan — Espião de almas</em>, a partir do dia 20 de maio até 10 de agosto. O autor vem sendo tema de vários projetos e homenagens e terá sua obra completa reeditada pela Editora Todavia.</p>



<p>O escritor é uma das principais referências do conto no Brasil. Foram, ao longo de oitenta e cinco anos de carreira, 36 livros editados e sua obra se tornou nacional e internacionalmente conhecida graças às traduções e à repercussão dos prêmios literários. Ele articulou fragmentação, reescrita e rearranjos e forjou seu próprio universo literário, sem curvar-se à exposição midiática e distrações sociais. Produziu uma obra radical e única dentro da literatura brasileira.</p>



<p><em>Dalton Trevisan — Espião de almas</em>&nbsp;expõe as cruezas do mundo, os desejos e as perversões humanas. O autor “combinou o cânone literário à violência cotidiana retratada em jornais. Vampirizar o mundo ao redor. Perseguiu a palavra exata, a forma breve. Sua obra segue assombrando”, é explicado sobre o nome da exposição, que tem curadoria de Augusto Massi, professor de Literatura Brasileira da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP; de Fabiana Faversani, representante literária de Dalton Trevisan e editora; e de Chico Homem de Mello, que é designer, professor e pesquisador, e também é o responsável pela expografia.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/Posts-45-30-240x300.png" alt="" class="wp-image-887742"/></figure>
</div>


<p>A exposição é uma homenagem que se faz à vida desse contista, através de uma visita guiada pela obra e vida do autor centenário. Será apresentada ao público, pela primeira vez, a coleção completa dos títulos de Dalton Trevisan doados à BBM: 21 traduções e 41 plaquetes (que podem ser chamados de livretes, caderninhos ou pequenas brochuras). Além dos itens da BBM, a exposição irá mostrar um recorte de&nbsp; itens inéditos do Arquivo Dalton Trevisan, que estão sob a guarda e foram gentilmente emprestados pelo Instituto Moreira Salles (IMS). O arquivo é composto de 31 cadernos e 2.954 laudas de diário pessoal; correspondência (2.297) com diversos escritores, teóricos, tradutores e editores, nacionais e estrangeiros, entre eles José Paulo Paes e Antonio Candido, cujos acervos estão sob a guarda do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), mas também toda a geração da&nbsp;<em>Revista Pasquim</em>&nbsp;e seus grandes amigos Otto Lara Resende, Hélio Pellegrino,&nbsp;Fernando Sabino e Rubem Braga.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/DALTON-038-768x1100.jpg" alt="Dalton era o rei das emendas: “sempre fiz, faço e farei alterações nos originais e nas provas”"/><figcaption class="wp-element-caption">Dalton era o rei das emendas: “sempre fiz, faço e farei alterações nos originais e nas provas”</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/DALTON-033-768x537.jpg" alt="Dalton era o rei das emendas: “sempre fiz, faço e farei alterações nos originais e nas provas”"/><figcaption class="wp-element-caption">Dalton era o rei das emendas: “sempre fiz, faço e farei alterações nos originais e nas provas”</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/DALTON-038-768x1100.jpg" alt="Dalton era o rei das emendas: “sempre fiz, faço e farei alterações nos originais e nas provas”"/><figcaption class="wp-element-caption">Dalton era o rei das emendas: “sempre fiz, faço e farei alterações nos originais e nas provas”</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/DALTON-033-768x537.jpg" alt="Dalton era o rei das emendas: “sempre fiz, faço e farei alterações nos originais e nas provas”"/><figcaption class="wp-element-caption">Dalton era o rei das emendas: “sempre fiz, faço e farei alterações nos originais e nas provas”</figcaption></figure>


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<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/Posts-45-32-240x300.png" alt="" class="wp-image-888467"/></figure>
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<p>Essa correspondência retraça seu projeto literário – pois este é, em geral, o tema abordado pelos correspondentes – e o amadurecimento do autor frente às suas questões como escritor. É aí que se vê o curitibano, geralmente conhecido por ser esquivo e reservado, falar de si e dar detalhes sobre o processo de produção dos contos, sobre a temática, percalços editoriais, além de espaço para exercícios de crítica literária, incorporados na sua produção literária, prova que, apesar de aparentemente isolado, continuou se atualizando e renovando radicalmente a obra.</p>



<p>Nos diários, anotava histórias ouvidas durante suas andanças ou lidas em jornais, hábitos alimentares e da rotina, queixava-se, comentava livros e filmes. Usava esses registros como esboço para os contos e, ao fim dos cadernos, colocava o título que receberia cada história e data. Colecionou recortes de temas variados, sobretudo de sua própria fortuna crítica e de crimes.</p>



<p>“O acervo fornece indícios importantes sobre a formação e consolidação do que atualmente reconhecemos como o estilo do autor. Nos permite acompanhar como se deu a recepção crítica à época e a postura do autor em relação ao imaginário criado em torno de si, tanto na escrita pessoal (diários e correspondência), como em entrevistas e na incorporação dessas figuras autorais na sua obra, uma cesta cheia de broinha de fubá mimoso, não só para entender sua produção literária, mas também, e principalmente, utilizada como fonte desta”, destaca a curadoria da exposição, composta de Augusto Massi, professor de Literatura Brasileira da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Fabiana Faversani, representante literária de Dalton Trevisan e editora. A expografia é de Chico Homem de Mello, que é designer, professor e pesquisador.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/20250514_135110-1024x496.jpg" alt="" class="wp-image-887721"/></figure>



<p>A curadoria avisa ainda que “quem se aventurar nesse labirinto ficcional encontrará o&nbsp;<em>enfant-terrible</em>&nbsp;(um termo francês para designar uma criança que é famosa por dizer coisas embaraçosas aos adultos, em especial aos pais, mas pode ser uma pessoa que geralmente tem sucesso e que é fortemente não ortodoxo, inovador ou de vanguarda) editor da revista<em>&nbsp;Joaquim</em>&nbsp;e de caderninhos artesanais que antecederam o conceito de poesia marginal dos anos 70; o colaborador da&nbsp;<em>Pasquim</em>&nbsp;e alvo da censura; criador obsessivo de contos, fichamentos, listas de palavras, correspondências e diários. Sempre à espreita, incorporou à obra trechos de canções e filmes, o cânone literário e a violência retratada em jornais e processos jurídicos. Nunca parou de se renovar. Vampirizou o mundo ao redor”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/DALTON-091-1-768x538.jpg" alt="20250514_exposição-dalton-trevisan"/></figure>



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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/DALTON-200-768x1094.jpg" alt="20250514_exposição-dalton-trevisan"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">“Vampiro de Curitiba”</h2>



<p>O “Vampiro de Curitiba”, apelido que Dalton Trevisan herdou do seu mais conhecido personagem, que faz parte do livro de contos homônimo, lançado em 1965, marcou o último século da literatura brasileira. Seu estilo singular e sua recusa de qualquer moralização vêm conquistando prêmios e admiradores nas últimas sete décadas.</p>



<p>Dalton Trevisan nasceu em 1925, em Curitiba, no Paraná, e faleceu na mesma cidade, em 9 de dezembro de 2024. Durante sua adolescência, já manifestava propensão para a escrita: existem alguns registros de textos do autor publicados no jornal&nbsp;<em>O Dia</em>&nbsp;e na revista infantil&nbsp;<em>Tico-Tico</em>, por volta de 1938.</p>



<p>Estudou no Colégio Estadual do Paraná e graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Paraná durante a década de 1940, quando trabalhou como editor da revista&nbsp;<em>Joaquim</em>&nbsp;(1946-1948), que fundou junto a dois colegas. Com 21 edições, a revista se caracterizou como uma produção modernista que abrigava ideais revolucionários dos jovens acerca de arte e cultura.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/Dalton-100_page-0009-768x432.jpg" alt="20250514_exposição-dalton-trevisan"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/Dalton-100_page-0008-768x432.jpg" alt="20250514_exposição-dalton-trevisan"/></figure>



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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/05/Dalton-100_page-0008-768x432.jpg" alt="20250514_exposição-dalton-trevisan"/></figure>



<p>Nessa mesma época, o escritor, que costumava divulgar seus contos através de folhetos, lançou&nbsp;<em>Sonata ao luar</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Sete anos de pastor</em>, em 1945 e 1948, respectivamente, sendo essas as duas primeiras obras atribuídas a ele. Entretanto, ambas foram renegadas por Trevisan, que reconhece como seu primeiro trabalho o título&nbsp;<em>Novelas nada exemplares</em>, publicado já em 1959 e o primeiro pelo qual ganhou o Prêmio Jabuti, em 1960.</p>



<p>Posteriormente, o autor ganhou mais três Jabutis: em 1965, por&nbsp;<em>Cemitério de elefantes</em>; em 1995, por&nbsp;<em>Ah, É</em>?; e em 2011, por&nbsp;<em>Desgracida</em>. Em 2003, pelo livro&nbsp;<em>Pico na veia</em>, ganhou o Prêmio Oceanos, à época conhecido como Prêmio Portugal Telecom de Literatura. E, além desses, em 2012, foi vencedor do Prêmio Machado de Assis e do Prêmio Camões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>



<p>Exposição&nbsp;<em>Dalton Trevisan — Espião de almas</em></p>



<p>Quando: 20/05 a 10/08, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18h30</p>



<p>Onde: Saguão e Sala Multiuso da Biblioteca Brasiliana Mindlin</p>



<p>Rua da Biblioteca, 21 – Cidade Universitária, São Paulo</p>



<p>Quanto: Entrada gratuita</p>



<p>Fonte: Jornal da USP / Foto: Reprodução</p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/exposicao-na-biblioteca-brasiliana-inicia-os-festejos-do-centenario-de-dalton-trevisan/">Exposição na Biblioteca Brasiliana inicia os festejos do centenário de Dalton Trevisan</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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