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	<title>Blues |</title>
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	<title>Blues |</title>
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		<title>Historiador discute indústria da cultura e resistência do negro em A Voz Suprema do Blues</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2021 01:21:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na série&#160;Filme com o Especialista, professores da USP comentam trailers de filmes a partir de suas experiências de pesquisa, ensino e extensão Tabita Said &#8211; Sábado, 7 de agosto de 2021 Alternando entre resistir e ceder, Ma Rainey – a mãe do blues, vivida pela premiada atriz Viola Davis – personifica a tensão entre a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="wp-block-heading">Na série&nbsp;<em>Filme com o Especialista</em>, professores da USP comentam trailers de filmes a partir de suas experiências de pesquisa, ensino e extensão</h4>



<h4 class="wp-block-heading">Tabita Said &#8211; Sábado, 7 de agosto de 2021</h4>



<p>Alternando entre resistir e ceder, Ma Rainey – a mãe do blues, vivida pela premiada atriz Viola Davis – personifica a tensão entre a hegemonia branca da indústria da cultura e a exploração do repertório cultural afro-americano. O professor do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Marcos Napolitano, destaca as várias formas de resistência ao racismo por meio da música popular no filme A&nbsp;<em>Voz Suprema do Blues</em>&nbsp;(Netflix).</p>



<p>O longa é uma adaptação de peça teatral homônima e destaca, ainda, os conflitos entre Ma Rainey e o trompetista Levee, último personagem de Chadwick Boseman para o cinema. O astro de&nbsp;<em>Pantera Negra</em>&nbsp;morreu três meses antes da estreia do filme, em 2020.</p>



<p>Em cena, a cantora e seu grupo celebram o blues “raiz” em um estúdio apertado e quente na Chicago dos anos 1920, quando o gênero musical começa a transitar do rural para o urbano. Como gravar uma música de matriz comunitária, vivida no circuito de shows, em um estúdio gerenciado por um manager branco? O contexto histórico desses grupos sociais e da indústria fonográfica são comentados por Napolitano, especialista na área de história da cultura, com ênfase nas relações entre história e música popular e história e cinema.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="[Filme com o Especialista] Racismo e Resistência" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Z5sV3GT-W18?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption>Nesta edição de <em>Filme com o Especialista</em>, o professor do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, Marcos Napolitano, destaca as várias formas de resistência ao racismo na música popular, presentes no filme <em>A Voz Suprema do Blues, do diretor George Wolfe.<br><br>As disputas entre músicos e com representantes da indústria fonográfica da década de 1920 revelam preconceito e oportunismo sobre o talento de Ma Rainey (Viola Davis), a &#8220;mãe do blues&#8221;.</em></figcaption></figure>



<p>A década de 1920 foi marcada por uma grande industrialização no Norte dos Estados Unidos (EUA) e uma consequente onda de imigração, que durou ao menos 54 anos. A “Grande Migração Afro-Americana” deslocou cerca de 6 milhões de afro-americanos do Sul rural dos EUA aos centros urbanos.</p>



<p>Fugindo da segregação racial e da discriminação, a população afro-americana buscava oportunidade e sobrevivência em regiões de crescimento da indústria automobilística, como Detroit e Chicago.</p>



<p>Esse movimento gerou concentração urbana e potencial de consumo da música tradicional, que aos poucos foi sendo formatada para um mercado musical também segregado. A presença de negros na indústria musical da década de 20 engendrou um mercado “paralelo”, direcionado aos próprios negros que experimentavam novas possibilidades a partir do hibridismo cultural com os gêneros de matriz africana.</p>



<p>Mas aos poucos, a indústria da cultura passa a fazer apropriações e adaptações dessas matrizes sonoras para agradar um público mais amplo. “Alguns artistas negros conseguem furar esse bloqueio e circular pelo mundo branco, como Duke Ellington, Louis Armstrong, mas ainda é um mundo muito segmentado. O primeiro negro que aparecerá na televisão, nos EUA, é o Ray Charles, só em 1955”, aponta Marcos Napolitano.</p>



<p>O professor conta que as adaptações feitas pela indústria musical correspondem a um branqueamento da música negra, mas mantendo o blues como carro-chefe. “O que também é legal no filme é a importância do blues para a afirmação da identidade e como uma espécie de matriz musical para todos os outros gêneros afro-americanos: jazz, soul, R&amp;B, funk; tudo, ali, parece nascer do blues.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">História social, histórias transatlânticas</h2>



<p>O&nbsp;<a href="https://ppghs.fflch.usp.br/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa de História Social</a>&nbsp;da USP é um dos mais antigos e conceituados do Brasil, remontando à criação da própria Universidade, nos anos 1930. Reunindo docentes de áreas distintas, o programa de pós-graduação mantém sete linhas de pesquisa. Entre elas, História, Cultura e Poder, na qual o professor Marcos Napolitano é orientador.&nbsp;</p>



<p>Especialista no período do Brasil Republicano, com ênfase no regime militar, Napolitano é autor do livro <em>Seguindo a canção: Engajamento político e indústria cultural na MPB (1959-1969)</em>, entre outros voltados ao ensino básico, com foco no uso do audiovisual na escola.</p>



<p>Atualmente, Napolitano integra o projeto internacional&nbsp;<a href="https://tracs.hypotheses.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Transatlantic Cultures</a>, plataforma financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pela francesa Agence Nationale de Recherche.</p>



<p>A plataforma de história cultural transatlântica é colaborativa e pretende ser uma enciclopédia digital on-line editada em quatro línguas (inglês, francês, espanhol e português). As produções analisam a dinâmica cultural do Espaço Atlântico e o seu papel central no processo contemporâneo de globalização.</p>



<p>Napolitano é um dos coordenadores da rubrica de “música” do projeto, que destaca a história e as relações culturais entre Europa, África e as Américas.</p>



<p>Fonte: Jornal USP</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/historiador-discute-industria-da-cultura-e-resistencia-do-negro-em-a-voz-suprema-do-blues/">Historiador discute indústria da cultura e resistência do negro em A Voz Suprema do Blues</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Bill Withers um importante nome do Soul e Blues americano</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2021 16:52:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Blues]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 9 de janeiro de 2021 William Harrison Withers, Jr. (Slab Fork, 4 de julho de 1938 &#8211; Los Angeles, 30 de março de 2020) conhecido pelo seu nome artístico Bill Withers, foi um cantor e compositor norte-americano de blues e soul que atuou e gravou de 1970 a 1985.[1] Gravou vários sucessos importantes, incluindo &#8220;Lean on Me&#8221;, &#8220;Ain&#8217;t No Sunshine&#8221;, &#8220;Use Me&#8221;, &#8220;Just the Two of Us&#8221;, &#8220;Lovely Day&#8221; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado, 9 de janeiro de 2021</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p><strong>William Harrison Withers, Jr.</strong> (Slab Fork, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/4_de_julho">4 de julho</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1938">1938</a> &#8211; <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Los_Angeles">Los Angeles</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_mar%C3%A7o">30 de março</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2020">2020</a>) conhecido pelo seu nome artístico <strong>Bill Withers</strong>, foi um cantor e compositor norte-americano de <em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Blues">blues</a></em> e <em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Soul">soul</a></em> que atuou e gravou de 1970 a 1985.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_note-NYT-1">[1]</a></sup> Gravou vários sucessos importantes, incluindo &#8220;Lean on Me&#8221;, &#8220;Ain&#8217;t No Sunshine&#8221;, &#8220;Use Me&#8221;, &#8220;Just the Two of Us&#8221;, &#8220;Lovely Day&#8221; e &#8220;Grandma&#8217;s Hands&#8221;. Withers ganhou três <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grammy_Awards">Grammy Awards</a> e foi indicado para mais quatro. Sua vida foi o tema do documentário Still Bill, de 2009.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_note-NYT-1">[1]</a></sup> Ele foi introduzido no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rock_and_Roll_Hall_of_Fame">Rock and Roll Hall of Fame</a> em 2015.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_note-RRHF-2">[2]</a></sup></p>



<h2 class="wp-block-heading">Juventude e carreira</h2>



<p>Withers é o caçula de seis irmãos na pequena cidade de mineração de carvão de Slab Fork,&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Virg%C3%ADnia_Ocidental">Virgínia Ocidental</a>. Withers tinha treze anos de idade quando seu pai morreu. Gago, foi criado por sua vó em grande parte da infância.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_note-:0-3">[3]</a></sup>&nbsp;Ele se alistou a Marinha dos Estados Unidos aos dezoito anos e atuou por nove anos, período em que ele ficou interessado em cantar e escrever músicas. Dispensado da Marinha em&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1965">1965</a>, ele se mudou para&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Los_Angeles">Los Angeles</a>&nbsp;em&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1967">1967</a>&nbsp;para tentar uma carreira musical. Só alcançou o objetivo quatro anos depois, quando lançou seu primeiro disco,&nbsp;<em>Just as I Am</em>, que inclui hits como &#8220;Grandma&#8217;s Hands&#8221; e &#8220;Ain&#8217;t No Sunshine&#8221;. Lançou mais seis álbuns em sete anos e afastou-se dos palcos, continuando a atuar como compositor.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_note-4">[4]</a></sup></p>



<p>Suas canções foram interpretadas por artistas como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Jackson">Michael Jackson</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aretha_Franklin">Aretha Franklin</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Barbra_Streisand">Barbra Streisand</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Diana_Ross">Diana Ross</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tom_Jones">Tom Jones</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_McCartney">Paul McCartney</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sting_(m%C3%BAsico)">Sting</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mick_Jagger">Mick Jagger</a> e apareceram no cinema e na TV, sendo trilha de filmes como <em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Beleza_Americana">Beleza americana</a></em>, <em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Guarda-Costas">O guarda-costas</a></em> e <em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jerry_Maguire">Jerry Maguire</a></em>, entre outros.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_note-5">[5]</a></sup> Em 2015, foi incluído no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rock_and_Roll_Hall_of_Fame">Rock and Roll Hall of Fame</a>.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_note-RRHF-2">[2]</a></sup></p>



<h2 class="wp-block-heading">Morte</h2>



<p>Withers morreu no dia 30 de março de 2020 devido a problemas cardíacos, aos 81 anos.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_note-6">[6]</a></sup>&nbsp;Ele deixou sua mulher, Marcia, e dois filhos, Todd e Kori.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_note-:0-3">[3]</a></sup></p>



<h2 class="wp-block-heading">Álbuns</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>1971:&nbsp;<em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Just_as_I_Am_(%C3%A1lbum_de_Bill_Withers)">Just as I Am</a></em>&nbsp;(Sussex)</li><li>1972:&nbsp;<em>Still Bill</em>&nbsp;(Sussex)</li><li>1973:&nbsp;<em>Live at Carnegie Hall</em>&nbsp;(Sussex)</li><li>1974:&nbsp;<em>+&#8217;Justments</em>&nbsp;(Sussex)</li><li>1975:&nbsp;<em>The Best of Bill Withers</em>&nbsp;(Sussex)</li><li>1975:&nbsp;<em>Making Music</em>&nbsp;&#8211; (Columbia)</li><li>1976:&nbsp;<em>Naked &amp; Warm</em>&nbsp;(Columbia)</li><li>1978:&nbsp;<em>Menagerie</em>&nbsp;(Columbia)</li><li>1979:&nbsp;<em>Bout Love</em>&nbsp;(Columbia)</li><li>1981:&nbsp;<em>Bill Withers&#8217; Greatest Hits</em>&nbsp;(Columbia)</li><li>1985:&nbsp;<em>Watching You, Watching Me</em>&nbsp;(Columbia)</li><li>1998:&nbsp;<em>The Best of Bill Withers &#8211; lovely day</em>&nbsp;(Sony Music Entertainment)</li><li>2005:&nbsp;<em>Lovely Day: The Very Best of Bill Withers</em>&nbsp;(Legacy)</li><li>2007:&nbsp;<em>Best of</em>&nbsp;(2007)</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Referências</h2>



<ol class="wp-block-list"><li>↑ <sup><em><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_ref-NYT_1-0">Ir para:a</a></strong></em></sup> <sup><em><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_ref-NYT_1-1">b</a></strong></em></sup> Hale, Mike (26 de janeiro de 2010). <a href="https://www.nytimes.com/2010/01/27/movies/27still.html?_r=0">«Still Bill (2009) A Singer Who Stopped His Showing Off»</a>. <em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/The_New_York_Times">The New York Times</a></em></li><li>↑ <sup><em><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_ref-RRHF_2-0">Ir para:a</a></strong></em></sup> <sup><em><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_ref-RRHF_2-1">b</a></strong></em></sup> Greene, Andy (16 de dezembro de 2014). <a href="https://www.rollingstone.com/music/news/green-day-lou-reed-joan-jett-ringo-starr-lead-2015-rock-and-roll-hall-of-fame-20141216">«Green Day, Lou Reed, Joan Jett, Ringo Starr Lead 2015 Rock and Roll Hall of Fame»</a>. <em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rolling_Stone">Rolling Stone</a></em></li><li>↑ <sup><em><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_ref-:0_3-0">Ir para:a</a></strong></em></sup> <sup><em><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_ref-:0_3-1">b</a></strong></em></sup> <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/04/bill-withers-icone-do-blues-e-do-soul-americano-morre-aos-81-anos.shtml">«Bill Withers, ícone do blues e do soul americano, morre aos 81 anos»</a>. 3 de abril de 2020</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_ref-4">↑</a> <a href="https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2020/04/03/morre-bill-withers-cantor-do-classico-aint-no-sunshine-aos-81.htm">«Morre Bill Withers, cantor do clássico &#8216;Ain&#8217;t No Sunshine&#8217;, aos 81»</a></li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_ref-5">↑</a> <a href="https://www.terra.com.br/diversao/morre-aos-81-anos-bill-withers-astro-do-soul-e-rb,2e96050dff0d1fe36fedc66c4c732498zp1bh63x.html">«Morre aos 81 anos Bill Withers, astro do soul e R&amp;B»</a></li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Withers#cite_ref-6">↑</a> Taylor, Derrick (3 de abril de 2020). <a href="https://www.nytimes.com/2020/04/03/arts/music/bill-withers-dead.html">«Bill Withers, Who Sang &#8216;Lean on Me&#8217; and &#8216;Lovely Day,&#8217; Dies at 81»</a>. <em>The New York Times</em> (em inglês). Consultado em 3 de abril de 2020</li></ol>



<p>Fonte: Wikipedia</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/bill-withers-um-importante-nome-do-soul-e-blues-americano/">Bill Withers um importante nome do Soul e Blues americano</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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