<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>câncer colorretal |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/cancer-colorretal/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Mar 2026 11:34:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>câncer colorretal |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS</title>
		<link>https://ipiracity.com/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus</link>
					<comments>https://ipiracity.com/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=172751</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) pode ganhar um novo programa para o rastreamento do câncer colorretal, que atinge o intestino grosso e o reto e vem crescendo em número de casos e óbitos. Uma diretriz com as orientações para a testagem já foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus/">Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) pode ganhar um novo programa para o rastreamento do câncer colorretal, que atinge o intestino grosso e o reto e vem crescendo em número de casos e óbitos. Uma diretriz com as orientações para a testagem já foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).</p>



<p>Nos próximos dias, a Comissão vai abrir uma consulta pública para receber contribuições da sociedade e depois disso decidirá, em caráter definitivo, se as novas medidas devem ser incorporadas ao SUS.</p>



<p>A decisão final caberá ao Ministério da Saúde, que aguarda o andamento do processo para se posicionar, mas todos os representantes da pasta que compõem a comissão foram favoráveis.</p>



<p>A diretriz preconiza que todas as pessoas entre 50 e 75 anos, sem fatores de risco, realizem teste imunoquímico, para a identificação de sangue oculto nas fezes, a cada dois anos. Em caso positivo, o paciente deve ser encaminhado a uma colonoscopia, para detectar qual a razão do sangramento, e receber o tratamento devido.</p>



<p>As medidas valem para as pessoas em geral, que não têm sintomas nem outras doenças intestinais. O objetivo é diagnosticar lesões pré-cancerígenas e tratá-las antes que evoluam para o câncer, ou mesmo a doença já instalada, mas em estágio inicial, o que aumenta muito as chances de cura.</p>



<p>De acordo com o epidemiologista do Instituto Nacional do Câncer (Inca) Arn Migowski, que compõe o grupo de trabalho, apesar desses exames já terem se mostrado eficazes para diminuir a mortalidade por câncer colorretal, a sua realização pela população em geral ainda é incipiente tanto na rede pública, quanto privada.</p>



<p>Ele complementa que a implementação de um programa de rastreio organizado pode ter ainda um benefício adicional.</p>



<p>“Ao contrário de doenças como o câncer de próstata ou de mama, que a gente faz o rastreamento, mas infelizmente só conseguimos detectar a doença no início, no caso do câncer colorretal, você pode detectar lesões pré-cancerosas. Ou seja, o objetivo principal é diminuir a mortalidade, mas a gente pode conseguir também diminui um pouco o número de novos casos”, explica.</p>



<p>Migowski é um dos autores de um estudo recente que estimou um aumento de quase 3 vezes nas mortes por esse tipo de câncer até 2030. Uma das razões que explicam a grande mortalidade da doença, é o fato da maioria dos pacientes só descobrir a doença em estágios avançados, justamente o que o rastreamento organizado quer impedir.</p>



<p>Apesar do texto inicial da diretriz já ter recebido parecer favorável, o grupo de trabalho continua discutindo a melhor maneira de implementar as medidas no sistema público brasileiro, o que deve ser feito de forma escalonada, ou seja, começando em alguns locais e expandindo progressivamente até chegar a todo o país.</p>



<p>De acordo com o especialista do Inca, isso é necessário para que o SUS consiga absorver a nova demanda, sem deixar de priorizar os pacientes com sintomas, que precisam ser atendidos com rapidez.</p>



<p>“No modelo organizado você convoca ativamente a pessoa que está na faixa etária, e depois disso, ela precisa fazer o seguimento, receber o resultado do exame, ser encaminhada para a colonoscopia, se precisar, passar por atendimento especializado. E depois ela tem que ser reconvocada, quando chegar a vez de fazer o exame novamente. Todas essas questões têm que ser muito bem planejadas”, diz Migowski.</p>



<p><br><strong>Diagnóstico</strong></p>



<p>A presidente da Associação de Gastroenterologia do Rio de Janeiro, Renata Fróes, também reforça a importância do rastreamento.</p>



<p>“O câncer colorretal ou de intestino não costuma apresentar sintomas precoces, pode ocorrer sangramento, mas não costuma ser visível”, explica. É esse “sangue oculto” que o exame imunoquímico nas fezes identifica.</p>



<p>Já durante a colonoscopia, o médico visualiza o interior do intestino, com o auxílio de um tubo flexível e uma câmera, e pode verificar se o paciente desenvolveu algum pólipo adenomatoso, tipo de lesão pré-cancerígena.</p>



<p>“Os pólipos são protuberâncias, que se assemelham até a pequenos cogumelos e que podem ser retirados por uma pinça que a gente introduz dentro dos colonoscópios. A retirada deles impede a progressão para o câncer”, explica Renata.</p>



<p>Por isso, a médica recomenda a realização da colonoscopia por todas as pessoas, já a partir dos 45 anos.</p>



<p>A gastroenterologista lembra que este mês é dedicado à campanha Março Azul, de conscientização sobre o câncer colorretal, e aponta sinais de alerta, que devem ser investigados com urgência, pois podem ser sintomas de câncer em estágio mais avançado:</p>



<p>“Além desse sangramento oculto, que pode dar uma anemia, fraqueza, cansaço, os outros sintomas são emagrecimento, dor abdominal e mudança do hábito intestinal. Pode ocorrer também fezes ‘em fitas’, mais estreitas, o que já significa algum grau de obstrução, porque o tumor cresceu e fica difícil para a comida passar pelo intestino”</p>



<p> (Com informações da Agência Brasil)</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="INÍCIO DOS TRABALHOS LEGISLATIVO 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/51NL4hBGyTs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus/">Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo projeta aumento de 36% em mortes por câncer colorretal até 2040</title>
		<link>https://ipiracity.com/estudo-projeta-aumento-de-36-em-mortes-por-cancer-colorretal-ate-2040/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estudo-projeta-aumento-de-36-em-mortes-por-cancer-colorretal-ate-2040</link>
					<comments>https://ipiracity.com/estudo-projeta-aumento-de-36-em-mortes-por-cancer-colorretal-ate-2040/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[2040]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=156418</guid>

					<description><![CDATA[<p>A mortalidade por câncer colorretal deve crescer 36,3% nos próximos 15 anos no Brasil. A projeção está no 9º volume do Boletim Info.oncollect, da&#160;Fundação do Câncer. Segundo o estudo, o crescimento dos óbitos entre os homens será de 35% até 2040 e, entre as mulheres, de 37,63%. A Região Sudeste deverá ter um aumento de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-projeta-aumento-de-36-em-mortes-por-cancer-colorretal-ate-2040/">Estudo projeta aumento de 36% em mortes por câncer colorretal até 2040</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A mortalidade por câncer colorretal deve crescer 36,3% nos próximos 15 anos no Brasil. A projeção está no 9º volume do Boletim Info.oncollect, da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/fundacao-do-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação do Câncer</a></strong>. Segundo o estudo, o crescimento dos óbitos entre os homens será de 35% até 2040 e, entre as mulheres, de 37,63%. A Região Sudeste deverá ter um aumento de 34% nos óbitos e também irá concentrar o maior número absoluto de mortes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>De acordo com o coordenador da pesquisa, Alfredo Scaff, os dados mostram que a maioria dos diagnósticos acontece em fases muito avançadas da doença.</p>



<p>“Em nosso levantamento, 78% das pessoas que vieram a óbito foram diagnosticadas já nos estágios três ou quatro, o que reduz drasticamente as chances de cura’’, alerta Scaff.</p>



<p>Segundo o coordenador, muitas vezes a doença se desenvolve de forma lenta, a partir de pequenos pontos que ao longo de anos podem se transformar em câncer. Além de sangue nas fezes, os sinais de alerta incluem mudanças do hábito intestinal, como as fezes em fita ou diarreicas, dores abdominais persistentes e perda de peso sem causa aparente.</p>



<p>“As informações obtidas a partir do boletim evidenciaram que homens e mulheres que foram a óbito pela doença tiveram seus diagnósticos nos estágios mais avançados”, complementa.</p>



<p>Os cânceres de cólon e reto, que atingem o intestino, são os terceiros mais frequentes do Brasil, com cerca de 45 mil novos registros por ano, de acordo com a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/inca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inca</a></strong>) para o triênio de 2023 a 2025.</p>



<p><strong>Políticas públicas</strong></p>



<p>Para Scaff, o alto índice de letalidade também demonstra a falta de uma política de detecção precoce do câncer colorretal. O diagnóstico da doença pode ser feito através do exame de sangue oculto nas fezes e da colonoscopia.</p>



<p>“Estudos internacionais mostram que em países com programas estruturados de rastreamento, a sobrevida em cinco anos pode ultrapassar 65%. Já no Brasil, os índices são inferiores: 48,3% para câncer de cólon e 42,4% para câncer de reto, revelando deficiências no acesso a diagnóstico precoce e tratamento oportuno”, diz o coordenador.</p>



<p>Entre as recomendações dos especialistas, além do rastreamento, é que homens e mulheres a partir dos 50 anos façam exame, como os testes de sangue oculto nas fezes e, se necessário, a colonoscopia. Pessoas com histórico familiar e outras condições de risco devem iniciar esse acompanhamento mais cedo, conforme a orientação médica.</p>



<p>‘’Para mudar esse cenário, é urgente que o Brasil adote um programa nacional organizado de rastreamento. Diferente de outros tipos de câncer, como mama e como colo do útero, ainda não temos um sistema que convoque de forma sistemática a população alvo para exames de de intestino e isso precisa mudar. A responsabilidade é coletiva’’, complementa Scaff. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA CAMPANHA JUNHO VERDE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YA_Vqas1UHk?start=3070&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-projeta-aumento-de-36-em-mortes-por-cancer-colorretal-ate-2040/">Estudo projeta aumento de 36% em mortes por câncer colorretal até 2040</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/estudo-projeta-aumento-de-36-em-mortes-por-cancer-colorretal-ate-2040/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que câncer colorretal, que matou Preta Gil, cresce &#8216;assustadoramente&#8217; em pessoas de até 50 anos</title>
		<link>https://ipiracity.com/por-que-cancer-colorretal-que-matou-preta-gil-cresce-assustadoramente-em-pessoas-de-ate-50-anos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-cancer-colorretal-que-matou-preta-gil-cresce-assustadoramente-em-pessoas-de-ate-50-anos</link>
					<comments>https://ipiracity.com/por-que-cancer-colorretal-que-matou-preta-gil-cresce-assustadoramente-em-pessoas-de-ate-50-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Preta Gil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=155029</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8220;Assustador&#8221;. &#8220;Preocupante&#8221;. &#8220;Problema global&#8221;. &#8220;Alerta mundial&#8221;. Esses foram alguns dos termos usados por&#160;médicos&#160;entrevistados pela&#160;BBC News Brasil&#160;para descrever o crescimento dos casos de&#160;câncer colorretal&#160;na população mais&#160;jovem, com menos de 50 anos. No domingo (20), a cantora e apresentadora&#160;Preta Gil morreu&#160;aos 50 anos após complicações de câncer colorretal. No caso dela, o tumor foi descoberto em janeiro [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/por-que-cancer-colorretal-que-matou-preta-gil-cresce-assustadoramente-em-pessoas-de-ate-50-anos/">Por que câncer colorretal, que matou Preta Gil, cresce ‘assustadoramente’ em pessoas de até 50 anos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Assustador&#8221;. &#8220;Preocupante&#8221;. &#8220;Problema global&#8221;. &#8220;Alerta mundial&#8221;. Esses foram alguns dos termos usados por&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c8y94y3jj2kt">médicos</a>&nbsp;entrevistados pela&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese">BBC News Brasil</a>&nbsp;para descrever o crescimento dos casos de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyrvx2xnpr0o#:~:text=C%C3%A2ncer%20retal%3A%20h%C3%A1%20mais%20de,ter%C3%A7o%20de%20todos%20os%20casos.">câncer colorretal</a>&nbsp;na população mais&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c7zp5z8xr9zt">jovem</a>, com menos de 50 anos.</p>



<p>No domingo (20), a cantora e apresentadora<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c80pzllyyneo">&nbsp;Preta Gil morreu</a>&nbsp;aos 50 anos após complicações de câncer colorretal. No caso dela, o tumor foi descoberto em janeiro de 2023, quando tinha 48 anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Esse tipo de câncer, que afeta o&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-47296603">intestino grosso</a>&nbsp;(o cólon) e o reto, está entre os mais impactantes na saúde e na&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj7vze8rg4ko">qualidade de vida</a>. E, nas últimas décadas, uma tendência estranha chamou a atenção dos especialistas.</p>



<p>Em várias partes do mundo, os casos de câncer colorretal permaneceram relativamente estáveis entre&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72y598dp07o#:~:text=Em%202013%2C%204.816%20idosos%20morreram,2013%20e%202022%2C%20no%20pa%C3%ADs.">os mais velhos</a>&nbsp;— que proporcionalmente continuam a representar a maioria dos acometidos pela&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c340q430z4vt">enfermidade</a>.</p>



<p>No entanto, as taxas de casos desse tumor começaram a subir com rapidez entre indivíduos com menos de 50 anos.</p>



<p>&#8220;Se você comparar os números atuais com a taxa que tínhamos há 30 anos, alguns trabalhos chegam a apontar um aumento de 70% na incidência de câncer colorretal em pacientes jovens&#8221;, resume o oncologista clínico Paulo Hoff, presidente da Oncologia D’Or.</p>



<p>Essa diferença nas estatísticas já provocou algumas mudanças de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c340q430z4vt">saúde pública</a>: nos Estados Unidos, um dos primeiros países a detectar o fenômeno, a idade mínima para a realização de exames preventivos que flagram o tumor colorretal precocemente (sobre os quais falaremos adiante) caiu de 50 para 45 anos.</p>



<p>No Brasil, alguns dados preliminares obtidos pela reportagem também apontam para um crescimento da doença numa idade precoce.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/50e7/live/cd0a8780-660e-11f0-89ea-4d6f9851f623.jpg.webp" alt="Preta Gil"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-dizem-os-números">O que dizem os números</h2>



<p>Um relatório da Sociedade Americana de Câncer&nbsp;<a href="https://www.cancer.org/content/dam/cancer-org/research/cancer-facts-and-statistics/colorectal-cancer-facts-and-figures/colorectal-cancer-facts-and-figures-2023.pdf">divulgado no início de 2023</a>&nbsp;calculou que 20% dos diagnósticos de tumor colorretal realizados nos EUA em 2019 aconteceram em pacientes com menos de 55 anos.</p>



<p>Essa taxa é o dobro do que era observado em 1995. Os autores do documento calculam que as taxas de detecção dessa enfermidade em estágio avançado cresceram cerca de 3% ao ano entre indivíduos que ainda não completaram 50 anos.</p>



<p>Em 2023, as estimativas americanas apontam 19,5 mil casos e 3,7 mil mortes por câncer colorretal entre os mais jovens.</p>



<p>Tendências parecidas foram observadas em diversos países europeus, como o Reino Unido.</p>



<p>A BBC News Brasil consultou o Instituto Nacional de Câncer (Inca) para descobrir se um cenário parecido também acontece no país.</p>



<p>Para responder os questionamentos da reportagem, a epidemiologista Marianna Cancela, pesquisadora titular da Vigilância e Análise de Situação da Coordenação de Prevenção e Vigilância (Conprev) do Inca, analisou as taxas ajustadas por idade da incidência de câncer colorretal no Brasil entre 2000 e 2017.</p>



<p>&#8220;No caso do câncer colorretal, é verdade que há um aumento no Brasil, mas isso ainda ocorre em todas as faixas etárias&#8221;, diz ela.</p>



<p>&#8220;A gente observa que, no ano 2000, havia em torno de 5 casos desse tumor por 100 mil habitantes entre homens de 20 a 49 anos. Em 2017, tivemos cerca de 6 casos. Isso é algo estatisticamente significativo&#8221;, calcula a especialista.</p>



<p>&#8220;Entre as mulheres mais jovens, também observamos essa tendência de aumento, mas ela ainda não é significativa do ponto de vista estatístico.&#8221;</p>



<p>Em outras faixas etárias — entre 50 e 59 anos e acima dos 60 anos — também há um crescimento, numa magnitude maior (uma vez que a doença se torna mais comum conforme envelhecemos).</p>



<p>Cancela ainda destacou duas pesquisas que ela publicou recentemente sobre o tema.&nbsp;<a href="https://www.frontiersin.org/journals/oncology/articles/10.3389/fonc.2022.1060608/full">Numa delas</a>, o grupo de cientistas analisou se o Brasil será capaz de cumprir as metas da ONU de redução das mortes prematuras por câncer.</p>



<p>Embora em nenhum dos tumores o Brasil deva alcançar os objetivos traçados pelas Nações Unidas, a maioria deles terá uma redução significativa na mortalidade quando comparados os períodos de 2011-2015 e 2026-2030.</p>



<p>A única exceção da lista é justamente o câncer colorretal, que possui uma previsão de crescimento nos óbitos no futuro, tanto para homens como para mulheres.</p>



<p><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10577440/#:~:text=Results,women%3A%20Int%2438.8%20billion">Um segundo artigo publicado</a>&nbsp;por Cancela mostra como esse tumor vem ganhando protagonismo no Brasil. Ela analisou a quantidade de anos de vida produtiva que são perdidos para vários tipos de câncer.</p>



<p>Entre 2001 e 2005, o câncer colorretal era o sétimo tumor mais impactante para os homens, seguindo esse critério — atrás de pulmão/traqueia; estômago; cérebro/sistema nervoso central; leucemia; boca e garganta; esôfago.</p>



<p>Já em 2026-2030, ele ocupará a terceira posição do ranking, perdendo apenas para estômago e pulmão/traqueia.</p>



<p>Entre as mulheres, os tumores colorretais estavam na sexta posição em 2001-2005 (atrás de mama; colo de útero; cérebro; pulmão; leucemia). Em 2026-2030, a doença estará no terceiro lugar (atrás apenas de mama e colo de útero).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/e13e/live/042ec190-00ad-11ef-8fbb-975a5f7e9af9.jpg.webp" alt="Ilustração de lesão na parede do intestino"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<p>Paulo Hoff observou uma tendência parecida do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), do qual ele é diretor.</p>



<p>&#8220;Em 2019, publicamos um trabalho em que mostramos claramente um aumento substancial na chegada de pacientes mais jovens com câncer colorretal&#8221;, diz o médico, que também é professor titular de Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).</p>



<p>&#8220;Num período de 10 anos, essa elevação tinha sido na ordem de 15%. Mas é muito provável que esse número esteja subestimado&#8221;, calcula o oncologista.</p>



<p>O médico Alexandre Jácome também realizou um levantamento sobre o tema na Oncoclínicas, onde ele atua como líder nacional de oncologia gastrointestinal.</p>



<p>&#8220;Nós não encontramos um aumento significativo da incidência desse tumor nos pacientes jovens em paralelo a uma estabilização entre os mais velhos, como acontece nos EUA&#8221;, destaca ele.</p>



<p>Os especialistas trabalham agora para analisar com mais profundidade todas as estatísticas disponíveis no Brasil — e avaliar se é necessário tomar alguma atitude para proteger essa população mais jovem contra o câncer colorretal.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-explica-o-fenômeno">O que explica o fenômeno?</h2>



<p>Para o oncologista Samuel Aguiar Jr., líder do Centro de Referência de Tumores Colorretais do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo, os dados representam um &#8220;alerta mundial&#8221;.</p>



<p>&#8220;Vemos essa realidade no nosso dia a dia, e é assustador. Já virou normal ver pessoas jovens, de 35 ou 40 anos, chegarem no consultório com o diagnóstico desse tumor&#8221;, relata ele.</p>



<p>&#8220;Esse cenário preocupa, pois o impacto do câncer colorretal numa pessoa jovem é muito grande&#8221;, concorda Jácome, que também é membro do Comitê de Tumores Gastrointestinais Baixos da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc).</p>



<p>&#8220;Falamos de indivíduos que estão na idade de se estabilizar no emprego, de casar, de ter o primeiro filho… Ou seja, há uma série de sonhos que ainda não foram realizados.&#8221;.</p>



<p>Mas, afinal, o que explica esse cenário? Por que os tumores colorretais estão subindo tanto entre jovens, a ponto de chamar a atenção de especialistas do mundo todo?</p>



<p>&#8220;Existem algumas hipóteses e teorias, mas nenhuma delas foi confirmada até o momento&#8221;, responde Hoff.</p>



<p>&#8220;A primeira delas está relacionada à mudança dramática que ocorreu nas últimas décadas, em que nós saímos de uma civilização agrária e rural para uma sociedade predominantemente urbana. Isso alterou vários aspectos da vida, com o avanço de uma dieta baseada em produtos ultraprocessados, com menor presença de alimentos naturais, e mais sedentarismo&#8221;, contextualiza o médico.</p>



<p>&#8220;Se essa hipótese se confirmar, estamos diante de um quadro alarmante, uma vez que os produtos industrializados se tornaram a base da alimentação moderna, inclusive da merenda escolar das crianças&#8221;, comenta Aguiar Jr.</p>



<p>Sabe-se que o sobrepeso e a obesidade são fatores que estão relacionados a esse tumor — e os quilos extras são um problema que afeta cada vez mais pessoas.</p>



<p>Além dos aspectos que envolvem o estilo de vida, os pesquisadores também levantam outras suspeitas.</p>



<p>&#8220;Também não podemos descartar o impacto de algumas práticas, como o uso indiscriminado de antibióticos, seja diretamente para tratar as pessoas ou na produção pecuária, em aves e bovinos&#8221;, destaca Jácome.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/9516/live/31e0c110-00ad-11ef-8fbb-975a5f7e9af9.jpg.webp" alt="Homem deitado no sofá com comida numa mesa"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="O-que-fazer">O que fazer?</h2>



<p>Como mencionado no início da reportagem, as mudanças nas estatísticas sobre o câncer colorretal nos EUA modificaram os programas de detecção precoce no país.</p>



<p>A partir de 2021, as autoridades americanas passaram a indicar a realização de exames preventivos para todo mundo com mais de 45 anos — antes, esses testes eram preconizados apenas para quem estivesse acima dos 50.</p>



<p>No Brasil, não existe nenhum esquema público de rastreamento do câncer colorretal (como a mamografia para o câncer de mama ou o papanicolau para o câncer de útero), mas o Inca está debatendo um programa específico para essa doença, que deve ser lançado nos próximos meses.</p>



<p>&#8220;Eu sei que essas discussões estão ocorrendo, porque temos notado um aumento na incidência e uma necessidade de rastreamento&#8221;, diz Cancela.</p>



<p>No caso específico desse tumor, existem dois testes principais que podem ser utilizados: o exame de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia.</p>



<p>Como o próprio nome indica, a primeira opção investiga se há sangue no cocô de um indivíduo. Embora a presença do líquido vermelho ali não seja um sinal direto de câncer (pode ser um indicativo de uma úlcera mais simples, por exemplo), ela levanta um sinal amarelo para uma investigação mais aprofundada.</p>



<p>Já a colonoscopia envolve inserir pelo ânus uma cânula com câmera na ponta. Essa abordagem permite que o especialista visualize em tempo real o interior do intestino e detecte algo de anormal nas paredes desse órgão.</p>



<p>Durante esse procedimento, também é possível remover pólipos, lesões que podem se desenvolver e virar um câncer no futuro.</p>



<p>Mas qual dos testes é melhor? Depende do ponto de vista.</p>



<p>&#8220;A colonoscopia é o exame padrão ouro, porque tem uma sensibilidade maior, ou seja, uma capacidade superior de detectar as lesões com acurácia&#8221;, aponta Jácome.</p>



<p>&#8220;Além disso, ela já é capaz de remover na mesma hora algumas dessas lesões&#8221;, complementa ele.</p>



<p>Mas existem alguns problemas aqui, como a baixa disponibilidade de equipamentos e profissionais capazes de fazer esse procedimento. Além disso, precisamos levar em conta que esse teste exige toda uma preparação, o indivíduo fica sedado por algumas horas e perde um dia de trabalho.</p>



<p>&#8220;É praticamente impossível para qualquer país do mundo implantar um programa de rastreamento do câncer colorretal baseado apenas na colonoscopia&#8221;, defende Hoff.</p>



<p>&#8220;O exame de sangue oculto nas fezes é baratíssimo, fácil de fazer e, se realizado uma vez ao ano, consegue detectar sinais precoces da doença, como sangramentos&#8221;, lista o oncologista.</p>



<p>&#8220;Mesmo nos grandes programas de rastreamento populacional da Europa, que oferecem gratuitamente a colonoscopia, a adesão das pessoas é baixíssima. Menos de 20% da população realiza esse exame com periodicidade&#8221;, calcula Aguiar Jr.</p>



<p>Seguindo essa linha de raciocínio, o que os especialistas propõem é basicamente um esquema de funil: o exame de sangue oculto nas fezes deveria ser indicado a todo mundo com mais de 45 anos, como uma espécie de triagem.</p>



<p>Aqueles que não apresentarem nenhuma alteração, estão liberados e voltam para um novo check-up daqui a um ano. Já os indivíduos que tiverem a presença de sangue no cocô devem ser encaminhados para uma avaliação mais aprofundada, com a colonoscopia.</p>



<p>&#8220;Em média, 5% da população vai ter algum achado no exame de sangue oculto nas fezes e precisará de uma colonoscopia. Ou seja, essa estratégia é capaz de adiar esse segundo exame para os 95% restantes&#8221;, estima Aguiar Jr.</p>



<p>E que fique claro: o achado de sangue nas fezes não significa que esses 5% estão com câncer. Isso apenas sinaliza a necessidade de uma avaliação mais aprofundada, segundo os especialistas.</p>



<p>Na visão dos médicos, essa seria uma maneira de economizar recursos e só fazer testes mais caros naquelas pessoas que precisam.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/93e4/live/5a4ad2d0-00ad-11ef-8fbb-975a5f7e9af9.jpg.webp" alt="Profissional de saúde realizando uma colonoscopia"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="Um-cenário-cada-vez-mais-otimista">Um cenário (cada vez mais) otimista</h2>



<p>Apesar da preocupação relacionada ao crescimento de casos entre os mais jovens, a boa notícia é que o prognóstico do câncer colorretal tem melhorado.</p>



<p>Isso só foi possível graças aos avanços nas técnicas cirúrgicas, que são a primeira escolha de tratamento nos casos iniciais. Também foram lançados remédios que ajudam a lidar com a enfermidade nos quadros mais avançados, como algumas drogas que pertencem à classe dos quimioterápicos e dos imunoterápicos.</p>



<p>&#8220;Quando esse tumor é detectado precocemente, as chances de cura ultrapassam os 95%&#8221;, diz Hoff.</p>



<p>Nos casos mais graves, em que a doença já se espalhou para outras partes do organismo num processo conhecido como metástase, a taxa de sucesso diminui — mas melhorou consideravelmente nas últimas décadas.</p>



<p>&#8220;Mesmo quando não é possível buscar a cura, a expectativa de vida do paciente com esse tumor é de três a quatro vezes mais alta do que tínhamos há 20 anos”&#8221;, avalia Hoff.</p>



<p>&#8220;Nos anos 1990, ter o diagnóstico de câncer colorretal metastático era praticamente uma sentença de morte. Hoje temos um número considerável de pacientes que se curaram. Há uma mudança total de perspectiva&#8221;, diz o médico.</p>



<p>Por fim, Aguiar Jr. sugere que todas as pessoas fiquem atentas aos sintomas de que algo não vai bem no intestino — independentemente da idade que tenham.</p>



<p>&#8220;Se você está com sangue nas fezes, apresenta alguma alteração no ritmo intestinal, sofre com cólicas abdominais ou qualquer outro incômodo no sistema digestivo, é importante procurar um médico e investigar.&#8221;</p>



<p>&#8220;Esses sintomas não devem nunca ser negligenciados — mesmo que você seja jovem&#8221;, conclui ele.</p>



<p>Fonte: BBC Brasil / Foto: Getty Images</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DOENÇA HEPÁTICA METABÓLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vAYKQtrpgqM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/por-que-cancer-colorretal-que-matou-preta-gil-cresce-assustadoramente-em-pessoas-de-ate-50-anos/">Por que câncer colorretal, que matou Preta Gil, cresce ‘assustadoramente’ em pessoas de até 50 anos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/por-que-cancer-colorretal-que-matou-preta-gil-cresce-assustadoramente-em-pessoas-de-ate-50-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo associa toxina de bactéria a câncer colorretal em jovens</title>
		<link>https://ipiracity.com/estudo-associa-toxina-de-bacteria-a-cancer-colorretal-em-jovens/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estudo-associa-toxina-de-bacteria-a-cancer-colorretal-em-jovens</link>
					<comments>https://ipiracity.com/estudo-associa-toxina-de-bacteria-a-cancer-colorretal-em-jovens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=151911</guid>

					<description><![CDATA[<p>Incidência da doença em jovens cresceu nas últimas duas décadas; esse tipo de câncer colorretal ocupa a segunda causa de mortes relacionadas a doença, segundo a OMS Um novo estudo publicado na revista Nature levanta uma hipótese preocupante sobre a alta de casos de câncer colorretal em jovens: a possível ligação com uma toxina produzida por bactérias [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-associa-toxina-de-bacteria-a-cancer-colorretal-em-jovens/">Estudo associa toxina de bactéria a câncer colorretal em jovens</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Incidência da doença em jovens cresceu nas últimas duas décadas; esse tipo de câncer colorretal ocupa a segunda causa de mortes relacionadas a doença, segundo a OMS</p>



<p>Um novo estudo publicado na revista Nature levanta uma hipótese preocupante sobre a alta de casos de <strong>câncer colorretal</strong> em jovens: a possível ligação com uma toxina produzida por bactérias intestinais, a <strong>colibactina</strong>. Presente em algumas cepas da <em>Escherichia coli</em>, essa toxina é capaz de causar danos no DNA das células, favorecendo mutações associadas ao desenvolvimento de tumores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O objetivo do estudo, liderado por cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, era investigar se processos de mutação podem contribuir para o desenvolvimento desses tumores. Para isso, examinaram 981 amostras de tecido de pacientes em 11 países, inclusive o Brasil, comparando jovens e idosos. A análise revelou diferenças tanto entre os países como entre as faixas etárias. Genética ou alimentação poderiam explicar essas diferenças.</p>



<p>Nos pacientes mais jovens, diagnosticados antes dos 40, foi observado um conjunto de mutações sabidamente causadas pela colibactina. No entanto, os cientistas não detectaram a presença da bactéria. Por isso, uma das hipóteses é que a exposição a esse tipo de&nbsp;<em>E. coli</em>&nbsp;na infância ou juventude poderia predispor ao desenvolvimento do câncer 10 a 15 anos depois, por mais que o paciente elimine a bactéria posteriormente.</p>



<p>Segundo o oncologista Diogo Bugano, do Hospital Israelita Albert Einstein, tudo ainda é muito especulativo. “Como essas mutações podem estar relacionadas com a bactéria, levantaram esta hipótese. Mas não há como ter certeza, em especial porque não acharam a bactéria nos pacientes.” Ele remarca também que, até hoje, não se identificaram diferenças entre o perfil de mutações de tumores em pacientes jovens e idosos. “Não parece uma doença diferente, que tivesse outra causa ou mecanismo”, diz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Doença é mais comum a partir dos 50 anos</h2>



<p>O câncer colorretal ocupa a segunda causa de mortes relacionadas ao câncer, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, está na terceira posição entre os tipos de câncer mais frequentes, sem considerar os tumores de pele não melanoma.</p>



<p>Embora tradicionalmente afete mais as pessoas acima dos 50 anos, nas últimas duas décadas a incidência da doença praticamente dobrou em pessoas jovens, abaixo dessa idade, e sem fatores de risco, segundo a International Agency for Research on Cancer (IARC). Ainda não se conhecem bem os motivos por trás desse aumento, mas pesquisas apontam uma associação com alimentação rica em produtos ultraprocessados.</p>



<p>Além da idade e do histórico familiar, outros fatores de risco são o sedentarismo, a obesidade, o tabagismo e o baixo consumo de fibras. Muitos pacientes não apresentam sintomas nos estágios iniciais, mas vale ficar atento se ocorrem mudanças nos hábitos intestinais, como diarreia ou constipação, sangue nas fezes e perda de peso sem motivo aparente.</p>



<p>Exames como sangue oculto nas fezes e colonoscopia ajudam a diagnosticar a doença precocemente e detectar lesões benignas (pólipos) que poderiam evoluir para um tumor com o passar do tempo.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Foto: Reprodução google</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DOENÇA HEPÁTICA METABÓLICA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/vAYKQtrpgqM?start=3637&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-associa-toxina-de-bacteria-a-cancer-colorretal-em-jovens/">Estudo associa toxina de bactéria a câncer colorretal em jovens</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/estudo-associa-toxina-de-bacteria-a-cancer-colorretal-em-jovens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com aumento de câncer colorretal entre jovens, pessoas antecipam colonoscopias</title>
		<link>https://ipiracity.com/com-aumento-de-cancer-colorretal-entre-jovens-pessoas-antecipam-colonoscopias/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=com-aumento-de-cancer-colorretal-entre-jovens-pessoas-antecipam-colonoscopias</link>
					<comments>https://ipiracity.com/com-aumento-de-cancer-colorretal-entre-jovens-pessoas-antecipam-colonoscopias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 12:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[colonoscopias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=87884</guid>

					<description><![CDATA[<p>Casos de câncer de intestino têm aumentado entre pessoas com menos de 45 anos desde meados da década de 1990 Um aumento inexplicável nas taxas de câncer colorretal entre os adultos mais jovens está levando mais pessoas – incluindo médicos – a fazer exames precocemente para a doença, às vezes muito antes da idade recomendada [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/com-aumento-de-cancer-colorretal-entre-jovens-pessoas-antecipam-colonoscopias/">Com aumento de câncer colorretal entre jovens, pessoas antecipam colonoscopias</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Casos de câncer de intestino têm aumentado entre pessoas com menos de 45 anos desde meados da década de 1990</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/18.jpg" alt="" class="wp-image-86869" width="837" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/18.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/18-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 837px) 100vw, 837px" /></figure>



<p>Um aumento inexplicável nas taxas de câncer colorretal entre os adultos mais jovens está levando mais pessoas – incluindo médicos – a fazer exames precocemente para a doença, às vezes muito antes da idade recomendada de 45 anos para aqueles com risco médio.</p>



<p>Cientistas correm para encontrar pistas para entender&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/cancer-de-intestino-se-torna-mais-comum-em-grupos-de-pessoas-mais-jovens/">por que os casos de câncer colorretal estão aumentando</a>&nbsp;entre os jovens. Alguns fatores suspeitos que impulsionam esse aumento são ambientais, enquanto outros se perguntam se são nutricionais.</p>



<p>Um novo estudo, a ser apresentado na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica em junho, sugere que o microbioma de um adulto jovem – a coleção de micróbios, como bactérias, fungos e vírus que vivem naturalmente em corpos humanos – pode desempenhar um papel importante.</p>



<p>A pesquisa ainda não foi revisada por pares ou publicada em uma revista científica, mas um resumo publicado online descreve como os pesquisadores analisaram dados de 36 pacientes com câncer colorretal diagnosticados antes dos 45 anos e 27 pacientes diagnosticados após os 65 anos.</p>



<p>Os pesquisadores identificaram “diferenças significativas” nas espécies bacterianas e fúngicas detectadas nos microbiomas dos pacientes mais jovens em comparação aos pacientes mais velhos, o que eles escreveram, sugere a necessidade de “estudos prospectivos maiores para elucidar o papel que o microbioma intratumoral desempenha” no desenvolvimento do câncer.</p>



<p>À medida que a busca por respostas continua, alguns adultos mais jovens nos Estados Unidos procuraram exames de câncer colorretal em um momento em que a doença está aumentando em sua faixa etária. Mas também existe a preocupação de que essa tendência possa levar ao <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/novo-estudo-questiona-a-eficacia-das-colonoscopias-no-rastreamento-de-cancer/">uso excessivo</a> de colonoscopias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">‘Tive muita sorte’</h2>



<p>Como coordenadora de marketing por e-mail da Colorectal Cancer Alliance, Francesca Arminio, com sede em Washington, nos EUA, sabia dos efeitos que essa doença estava causando em pessoas da sua idade.</p>



<p>No ano passado, quando ela começou a ter sintomas comuns em pessoas com câncer colorretal, ela começou a acompanhar isso de perto. Tais sintomas podem incluir uma mudança nos hábitos intestinais, sangue nas fezes, dor abdominal e perda de peso inesperada.</p>



<p>Francesca apresentava sangue nas fezes e prisão de ventre. Ela imediatamente conversou com seu médico sobre uma colonoscopia, embora temesse encontrar alguma resistência por ter 33 anos.</p>



<p>Estava pronta para fazer a própria defesa, disse ela, e para lutar por uma colonoscopia. Para sua surpresa, o médico concordou que ela precisava de uma.</p>



<p>“Tive muita sorte”, disse ela. “Meu médico, depois de me fazer uma infinidade de perguntas, disse: ‘Vamos pedir uma colonoscopia para você’, e eu respondi: ‘Obrigada’.”</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter" id="attachment_2276926"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2023/05/cnn_cancer_colorretal_adultos_01.jpg?w=1024" alt="**uso restrito a essa matéria**" class="wp-image-2276926"/><figcaption class="wp-element-caption">Francesca Arminio teve três pólipos removidos durante sua colonoscopia aos 33 anos / Acervo pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p>Durante o procedimento de 30 a 45 minutos, a equipe médica encontrou três pólipos, um dos quais era preocupante e classificado como “agressivo”, disse Francesca, acrescentando que ele poderia ter se transformado em câncer nos próximos anos. Os pólipos foram removidos e ela se recuperou rapidamente.</p>



<p>Francesca planeja agora fazer uma colonoscopia a cada três anos.</p>



<p>Isso é típico para pessoas que tiveram certos tipos de pólipos removidos durante uma colonoscopia, de acordo com a American Cancer Society. Qualquer pessoa que não esteja em risco de câncer colorretal pode ser orientada a fazer uma colonoscopia a cada dez anos.</p>



<p>“Se eu não trabalhasse na aliança e não tivesse as informações que conheço, provavelmente não teria feito o rastreamento”, disse ela. “Eu estava totalmente lá com luvas de boxe, pronta para lutar e me defender, mas tive muita sorte – mas nem sempre é o caso.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aumento dos casos entre jovens adultos</h2>



<p>Os casos têm aumentado entre pessoas com menos de 45 anos desde meados da década de 1990. O risco absoluto permanece baixo entre os menores de 45 anos, mas a proporção de casos nessa faixa etária aumentou de 3,7% em 1995 para 5,8% em 2019, segundo a American Cancer Society. A taxa de incidência aumentou 55%, de 2,9 para 4,5 por 100.000 pessoas.</p>



<p>As taxas de rastreamento de câncer colorretal aumentaram nos Estados Unidos de janeiro de 2018 a dezembro de 2022, principalmente devido a um aumento nos exames entre pessoas de 45 a 49 anos, de acordo com dados publicados em março na revista Epic Research, de propriedade da empresa de software de saúde Epic.</p>



<p>O enfermeiro de família Francis Levandowski III, 33, optou por fazer uma colonoscopia depois de apresentar sintomas semelhantes aos de Francesca, incluindo sangramento retal.</p>



<p>“Eu sabia que era um problema, então precisava encontrar um médico”, disse Levandowski, que mora em Phoenix. No caso dele, não havia sinais de câncer, mas o procedimento revelou outro problema comum e tratável: hemorroidas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter" id="attachment_2276929"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2023/05/cnn_cancer_colorretal_adultos_04.jpg?w=1024" alt="" class="wp-image-2276929"/><figcaption class="wp-element-caption">Enfermeiro de família, Francis Levandowski III, 33, optou por fazer uma colonoscopia depois de apresentar sintomas / Acervo pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p>Levandowski não só tem um histórico familiar pessoal de câncer, como também viu pacientes adultos jovens morrerem disso. Ele acha que a recomendação de quando começar a fazer colonoscopias deve ser reduzida ainda mais para evitar casos que podem passar despercebidos.</p>



<p>Nos Estados Unidos, “o câncer de cólon é o quarto câncer mais comum. É uma das mais evitáveis com a colonoscopia”, disse ele. “Sou a favor de diminuir a faixa etária, porque estamos vendo pacientes em idades mais jovens com doenças avançadas mais cedo.”</p>



<p>A American Cancer Society enfatiza que suas diretrizes para iniciar o rastreamento aos 45 anos são para pessoas de risco médio; pacientes individuais e seus médicos podem decidir que faz sentido fazer a triagem precocemente.</p>



<p>A Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos EUA – um grupo de especialistas médicos independentes cujas recomendações ajudam a orientar as decisões dos profissionais – recomenda a triagem de câncer colorretal em adultos a partir dos 45 anos. Mas essa é uma mudança recente.</p>



<p>A força-tarefa reduziu a idade recomendada de 50 em 2021, uma mudança que exigia seguro privado e Medicare para cobrir os custos de triagem para a faixa etária expandida, de acordo com o Affordable Care Act, disse a Epic no estudo.</p>



<p>Essa recomendação é para pessoas assintomáticas de risco médio – mas, independentemente da idade da pessoa, ela deve conversar com seu médico sobre a triagem se notar sangue nas fezes ou mudança nos hábitos intestinais.</p>



<p>Ainda assim, os médicos podem ter receio de oferecer colonoscopias a adultos jovens, disse o pesquisador William Dahut, diretor-científico da American Cancer Society. Uma é logística: se mais pessoas quiserem fazer uma colonoscopia, é possível que algumas pessoas que precisam do procedimento não consigam.</p>



<p>“Se você tem pessoas cuja probabilidade de encontrar câncer é bastante baixa em testes de triagem, o benefício geral para a população seria pequeno e isso gera problemas logísticos”, disse Dahut.</p>



<p>Também existe a preocupação de que algumas pessoas na faixa dos 40 anos para as quais são recomendados exames de câncer colorretal não estejam buscando os testes, disse Dionne Ibekie, uma anestesiologista no centro de Illinois.</p>



<p>“Infelizmente, as diretrizes não estão sendo praticadas universalmente”, disse Dionne. “As diretrizes mudaram que a triagem precisa começar aos 45 anos. Infelizmente, porém, os pacientes ainda passam por rastreamento com mais de 50 anos.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo seu risco</h2>



<p>A médica também observou um aumento no número de pessoas mais jovens diagnosticadas com câncer de cólon, e uma parcela crescente delas foi diagnosticada em estágios avançados da doença.</p>



<p>“É preocupante porque vejo as duas pontas”, disse Dionne, que falou sobre o aumento dos casos de câncer colorretal em seu podcast “The Ivy Drip”. O paciente mais recente que ela diagnosticou com câncer de cólon avançado tinha 28 anos.</p>



<p>Dionne, que completa 38 anos este ano, fez uma colonoscopia aos 35 anos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter" id="attachment_2276928"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2023/05/cnn_cancer_colorretal_adultos_03.jpg?w=1024" alt="**uso restrito a essa matéria**" class="wp-image-2276928"/><figcaption class="wp-element-caption">A médica Dionne Ibekie, que sempre teve problemas gastrointestinais, fez uma colonoscopia aos 35 anos / Acervo pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p>Ela sempre enfrentou problemas com sua saúde gastrointestinal e, quando começou a apresentar sintomas semelhantes aos do câncer colorretal, ligou para seu médico de cuidados primários, que a encaminhou para um gastroenterologista, que solicitou uma colonoscopia. Ela não tinha câncer.</p>



<p>Dionne sempre se pergunta se sua experiência em procurar uma colonoscopia teria sido diferente se ela não fosse uma médica que já estivesse em sintonia com o funcionamento do sistema médico e como buscar ajuda.</p>



<p>“Tenho que admitir meu próprio privilégio porque sou médica. Então eu conheço esses fatores de risco. Sei que, como afro-americana, corro um risco maior de contrair câncer de cólon mais jovem e de ter uma forma mais agressiva”, disse ela. “E também sei que os sintomas que senti podem ser sinais de algo que pode ser maligno.”</p>



<p>O câncer colorretal afeta desproporcionalmente a comunidade negra, pois os negros têm cerca de 20% mais chances de contrair a doença e&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/estudo-aponta-que-oito-fatores-colocam-adultos-negros-em-maior-risco-de-morte-nos-eua/">cerca de 40% mais chances de morrer</a>&nbsp;em comparação com a maioria dos outros grupos raciais ou étnicos, de acordo com a American Cancer Society.</p>



<p>Dionne disse que encorajaria seus colegas médicos a conversar sobre os&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/sintomas/">sintomas</a>&nbsp;do câncer colorretal com seus pacientes que correm um risco maior de contrair a doença – especialmente seus pacientes negros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">‘A maior barreira’</h2>



<p>Ainda assim, não é incomum que pessoas mais jovens sem histórico familiar tenham que defender fortemente uma colonoscopia quando apresentam sintomas, disse a médica Bethany Malone, cirurgiã de cólon e reto em Fort Worth, que planeja fazer uma colonoscopia este ano. Ela tem 36 anos.</p>



<p>“Muitos dos pacientes que eu atendi que não têm histórico familiar, eles realmente tiveram que se defender, o que eu odeio como profissional de saúde. Sinto que nosso trabalho deveria ser ajudar nossos pacientes a descobrir os problemas”, disse ela.</p>



<p>Bethany afirmou que possivelmente reduzir a idade recomendada para pacientes de risco médio é apenas parte da equação necessária para detectar o câncer mais cedo. A outra metade: reduzir os custos diretos para colonoscopias diagnósticas, um procedimento que pode custar cerca de US$ 1.400 (cerca de R$ 6,7 mil), que ela descreveu como “a maior barreira”.</p>



<p>“Se as companhias de seguros pudessem cobrir uma parte maior disso, então mais pessoas com indicações para uma colonoscopia realmente conseguiriam fazer o exame”, disse ela.</p>



<p>“Não considero necessariamente a idade de triagem o maior fator restritivo. Acho que são os custos diretos da colonoscopia diagnóstica. Portanto, para qualquer pessoa com menos de 45 anos, que está recebendo pedido de uma colonoscopia diagnóstica, significa que há algum tipo de sintoma que desencadeou a colonoscopia”, disse Bethany. “A maioria das seguradoras realmente não cobre isso em grande medida.”</p>



<p>Uma companhia de seguros, a UnitedHealthcare, anunciou que a partir de junho, os membros com planos comerciais que procuram serviços de endoscopia gastroenterológica – incluindo colonoscopias – serão obrigados a ter “autorizações prévias” para esses serviços.</p>



<p>A autorização prévia – ou seja, a seguradora precisará pré-aprovar o procedimento ou o inscrito pagar do próprio bolso – é válida por 90 dias corridos. Embora os procedimentos de colonoscopia para exames de rotina não estejam incluídos nesse novo requisito, os procedimentos de vigilância e diagnóstico para detectar o câncer estão.</p>



<p>A UnitedHealthCare disse em um informativo que essa mudança se deve ao uso excessivo de colonoscopias.</p>



<p>“Faz parte da nossa missão ajudar a garantir que nossos membros recebam os cuidados de que precisam, que são apoiados pelas evidências clínicas mais atualizadas para garantir o curso adequado para o diagnóstico e tratamento do paciente. Não seguir as evidências clínicas estabelecidas para procedimentos de endoscopia gastrointestinal pode levar a resultados negativos para seus pacientes e nossos membros”, diz o informativo.</p>



<p>“Nos últimos anos, estudos mostraram evidências de que a utilização excessiva de colonoscopia invasiva sem triagem (vigilância e diagnóstico), EGD e procedimentos de cápsula endoscópica em certas situações expõe os pacientes a riscos e custos desnecessários”, afirma. “O programa de autorização prévia de endoscopia gastrointestinal é projetado para ajudar a garantir que os cuidados que nossos membros recebem sejam seguros, eficazes e acessíveis.”</p>



<p>Alguns gastroenterologistas estão preocupados com a política de autorização prévia.</p>



<p>“O que me preocupa é que torna difícil para o provedor tomar uma decisão rápida e ir em frente, fazer um procedimento se necessário. Talvez eu tenha que esperar uma semana, duas ou três semanas pela autorização prévia”, disse o médico Joel Gabre, do Centro Médico Irving da Universidade de Columbia.</p>



<p>De acordo com o site da UnitedHealthCare, uma decisão sobre uma solicitação de autorização prévia para serviços médicos normalmente será tomada dentro de 72 horas após o recebimento da solicitação para “casos urgentes” ou 15 dias para “casos não urgentes”, mas esses prazos podem variar de acordo com o estado.</p>



<p>“Para alguns pacientes, isso pode não mudar seu curso. Em outros pacientes, especialmente se tiverem sangue nas fezes e houver preocupação de que tenham câncer de cólon, isso pode causar um atraso no diagnóstico e, em seguida, no encaminhamento para um oncologista”, disse Gabre, referindo-se ao momento descrito no site da UnitedHealthCare.</p>



<p>“Pelo menos os pacientes com 45 anos poderão fazer o procedimento de triagem. Mas se alguém tem menos de 45 anos e apresenta sintomas, pode haver um atraso no atendimento”, disse ele, acrescentando que essas políticas de autorização prévia “criam uma barreira” para a obtenção de colonoscopias e outros procedimentos endoscópicos.</p>



<p>Em uma declaração por e-mail na sexta-feira (26), um porta-voz da UnitedHealthCare disse: “Nosso processo de envio eletrônico permite aprovações imediatas para médicos que têm um histórico de seguir diretrizes baseadas em evidências para o procedimento solicitado. Para procedimentos que não recebem aprovação imediata, as decisões geralmente são tomadas dentro de dois dias úteis após o recebimento de todas as informações clínicas necessárias para que nossos especialistas GI analisem o caso – bem dentro do tempo médio de espera para agendar um serviço incluído nesta política.”</p>



<p>Bethany, que trabalha em consultório particular, viaja para diferentes estabelecimentos para atender seus pacientes e para quem está pagando do próprio bolso, ela começa ligando para encontrar o mais barato.</p>



<p>“Para alguns deles, é mais barato não pagar pelo seguro e pagar do próprio bolso”, disse Bethany.</p>



<p>A questão do custo é complicada pelo que as diretrizes de triagem recomendam, disse Dionne. Ela afirma acreditar que as diretrizes de rastreamento devem recomendar que os afro-americanos iniciem os exames de câncer colorretal aos 40 anos por causa de seu maior risco para a doença, o que poderia levar as seguradoras a cobrir o procedimento para idades mais jovens.</p>



<p>“O seguro não vai cobrir se não estiver nas diretrizes”, disse Dionne. “Se não houver indicação ou orientação formalizada, você não terá cobertura e muitos pacientes não podem pagar por esse tipo de exame do próprio bolso.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um diagnóstico inesperado</h2>



<p>Paul O’Rourke, 39, fez a mudança repentina de médico para paciente no outono passado.</p>



<p>“Foi inesperado”, disse O’Rourke, professor-assistente na Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, onde codirige o programa Medical Education Pathway.</p>



<p>Foi por volta do início de 2022 que O’Rourke começou a notar pequenas quantidades de sangue em suas fezes. Ele não tem histórico familiar de câncer colorretal e tem menos de 45 anos, o que o levou a pensar que os sintomas não eram motivo de preocupação.</p>



<p>“Eu pensei que havia coisas mais comuns que poderiam ser a causa, como hemorroidas internas”, disse O’Rourke, que também é diretor-associado do programa de residência em medicina interna do Johns Hopkins Bayview Medical Center.</p>



<p>Então ele notou que os sintomas estavam acontecendo com mais frequência e decidiu consultar um médico. O especialista achou improvável que os sintomas de O’Rourke fossem devidos ao câncer, mas os sintomas continuaram a progredir.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter" id="attachment_2276927"><img decoding="async" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2023/05/cnn_cancer_colorretal_adultos_02.jpg?w=1024" alt="**uso restrito a essa matéria**" class="wp-image-2276927"/><figcaption class="wp-element-caption">O médico Paul O’Rourke foi diagnosticado com câncer colorretal aos 39 anos / Acervo pessoal</figcaption></figure>
</div>


<p>A esposa de O’Rourke, uma médica de cuidados primários, pressionou-o a fazer o exame. “Assim que terminei a colonoscopia, ficou muito evidente que as coisas não estavam bem”, disse O’Rourke.</p>



<p>Uma massa tumoral foi encontrada em seu reto superior. O’Rourke disse que as próximas semanas trouxeram grande incerteza e medo.</p>



<p>“O medo predominante que realmente passou pela minha cabeça foi: eu tenho dois filhos pequenos – um de 7 anos e um de 3 anos e meio – e minha esposa e apenas me preocupo em estar lá para eles”, disse O’Rourke.</p>



<p>O’Rourke foi diagnosticado com câncer colorretal estágio II e foi operado em 18 de novembro. Mas cerca de duas semanas depois, ele teve uma “agradável surpresa”.</p>



<p>Ele foi informado de que o câncer estava isolado em uma área e não era tão invasivo quanto se pensava anteriormente. Ele foi reclassificado para o estágio I e informado de que não precisava de tratamento adicional, precisando apenas monitorar sua saúde.</p>



<p>O’Rourke disse que agora defende uma maior conscientização sobre o aumento da incidência de câncer colorretal entre os adultos mais jovens e o papel que a triagem pode desempenhar.</p>



<p>“Acho que as estratégias de triagem precisam ser individualizadas para cada paciente”, disse ele. “As recomendações atuais são de que o rastreamento de câncer colorretal de risco médio deve ser oferecido a todos os pacientes com 45 anos. No entanto, acho que cada indivíduo é único e diferente, e isso precisa ser caracterizado por seu médico de cuidados primários”, destacou.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Léo e Companhia" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/qwFVMD9fVxU?start=1192&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p> </p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/com-aumento-de-cancer-colorretal-entre-jovens-pessoas-antecipam-colonoscopias/">Com aumento de câncer colorretal entre jovens, pessoas antecipam colonoscopias</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/com-aumento-de-cancer-colorretal-entre-jovens-pessoas-antecipam-colonoscopias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câncer colorretal: estudo revela aumento de casos em jovens</title>
		<link>https://ipiracity.com/cancer-colorretal-estudo-revela-aumento-de-casos-em-jovens/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cancer-colorretal-estudo-revela-aumento-de-casos-em-jovens</link>
					<comments>https://ipiracity.com/cancer-colorretal-estudo-revela-aumento-de-casos-em-jovens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 10:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=80877</guid>

					<description><![CDATA[<p>Obesidade e consumo excessivo de álcool aumentam risco do câncer colorretal. Saiba como prevenir e descobrir doença precocemente No dia 27 de março, comemoramos o&#160;Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal, a terceira neoplasia mais comum no Brasil. A condição abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/cancer-colorretal-estudo-revela-aumento-de-casos-em-jovens/">Câncer colorretal: estudo revela aumento de casos em jovens</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Obesidade e consumo excessivo de álcool aumentam risco do câncer colorretal. Saiba como prevenir e descobrir doença precocemente</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-77220" width="832" height="104" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 832px) 100vw, 832px" /></figure>



<p>No dia 27 de março, comemoramos o&nbsp;<strong>Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal</strong>, a terceira neoplasia mais comum no Brasil. A condição abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto, e ânus. Também é conhecido como câncer de cólon e reto ou de&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/cancer-no-intestino-medico-explica-o-diagnostico-de-simony.phtml">intestino</a>.</p>



<p>Um novo estudo, publicado pela American Cancer Society (ACS), mostrou que em 2023 cerca de 153 mil pessoas receberam o diagnóstico para câncer colorretal nos Estados Unidos. No Brasil, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), são esperados 45.630 novos casos anuais (entre 2023 e 2025) da doença no país.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cada vez mais frequente entre os jovens</strong></h2>



<p>Nos mais jovens, os riscos de desenvolvimento da doença também são um ponto de atenção. Isso porque dados da American Cancer Society (ACS) mostram que 13% dos pacientes com câncer colorretal possuem menos de 50 anos, representando um aumento de 9% desde 2020. No entanto, as chances do surgimento de pólipos (lesões benignas que crescem na parede interna do intestino) aumentam após essa faixa etária.</p>



<p>Há diversos fatores que colaboram para o surgimento do câncer colorretal nos mais jovens. Um estudo de 2022, publicado na Gastroenterology Journal, apontou os principais riscos: o&nbsp;<strong>aumento da taxa de obesidade em crianças e adultos</strong>, principalmente entre 20 e 30 anos, podendo dobrar as chances do câncer colorretal de início precoce, e o&nbsp;<strong>consumo excessivo de álcool</strong>&nbsp;— que tem aumentado principalmente entre adultos com 30 anos ou menos.</p>



<p>A pesquisa ainda indica que não é possível afirmar se ter nascido por cesariana, uso de antibióticos e certas exposições ambientais podem estar relacionadas ao risco de desenvolver câncer colorretal precocemente. Além disso, apesar da associação do consumo de bebidas açucaradas à doença, são necessários mais estudos para comprovar alterações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Câncer colorretal</strong></h2>



<p>O câncer colorretal se desenvolve no intestino grosso: no cólon ou em sua porção final, o reto, explica a oncologista Renata D’Alpino, co-líder da especialidade de tumores gastrointestinais do Grupo Oncoclínicas. O principal tipo de tumor colorretal é o adenocarcinoma e, em 90% dos casos, ele se origina a partir de pólipos na região que, se não identificados e tratados, podem sofrer alterações ao longo dos anos, podendo se tornar o câncer.</p>



<p>O câncer colorretal está em terceiro lugar no ranking dos tumores malignos mais frequentes, além de ser o que mais mata no Brasil, tanto para os homens, quanto para as mulheres. Além disso, o tumor de cólon representa 10% de todos os tipos de câncer, com 1,9 milhão de novos casos anuais e 935 mil mortes, segundo o levantamento Globocan, da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas</strong></h2>



<p>Muitas vezes, o tumor só é descoberto tardiamente, alerta a médica oncologista. Ela aponta que são esses os sintomas mais severos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Anemia;</li>



<li>Constipação;</li>



<li>Diarreia sem causas aparentes;</li>



<li>Fraqueza;</li>



<li>Gases;</li>



<li>Cólicas abdominais;</li>



<li><a href="https://sportlife.com.br/como-perder-peso-mais-rapido/">Emagrecimento</a>.</li>
</ul>



<p>“Apesar do sangue nas fezes ser um indício inicial de que algo não vai bem na saúde, muitas pessoas costumam creditar essa ocorrência a outras causas convencionais, como hemorróidas. Por isso, acabam postergando a busca por aconselhamento médico e a realização de exames específicos. Isso faz com que muitas pessoas só descubram o câncer em estágios avançados”, explica Renata.</p>



<p>“Grande parte dos tumores de intestino aparecem a partir dos chamados pólipos, mas que se não identificadas preventivamente podem evoluir e se tornarem malignas com o passar do tempo. Após os 50 anos de idade, a chance de apresentar pólipos aumenta, ficando entre 18% e 36%, o que consequentemente representa um aumento no risco de tumores malignos decorrentes da condição a partir dessa fase da vida e, por isso, ela é o critério para início do rastreio ativo”, complementa a médica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção</strong></h2>



<p>Muitos tabus ainda cercam o rastreio preventivo do câncer colorretal. Isso contribui para a baixa adesão ao controle precoce da doença, mesmo entre pessoas que fazem parte do grupo com risco aumentado, adverte a médica.</p>



<p>A principal forma de diagnóstico e prevenção é através do&nbsp;<strong>exame de colonoscopia</strong>. Nele, um tubinho flexível com uma câmera na ponta é introduzido no intestino. O equipamento faz imagens que revelam se há presença de possíveis alterações, permitindo, inclusive, remoção de pólipos e biópsias de lesões suspeitas.&nbsp;</p>



<p>“Esse procedimento é capaz de identificar problemas mais graves e silenciosos, como o caso do câncer, além da doença de Crohn e retocolite ulcerativa. Por isso, é fundamental que informações de qualidade sejam transmitidas à sociedade. O objetivo é conscientizar sobre a importância da colonoscopia e, principalmente, alertar que o exame pode salvar vidas”, comenta Renata.</p>



<p>No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda iniciar o rastreio do câncer de cólon e reto da população adulta de risco habitual na faixa etária de 50 anos — mas muitos países já reduziram para 45 anos de idade.</p>



<p>Uma forma possível de também ampliar as chances de prevenção seria a indicação de pesquisa das fezes. Ela é feita por meio de testes imunoquímicos e testes de sangue oculto fecais em pessoas mais jovens e que não apresentam mudanças de saúde perceptíveis. De acordo com os resultados, havendo evidências suspeitos, a colonoscopia seria então necessária.</p>



<p>Tratamento do câncer colorretal<br>Felizmente, o câncer colorretal possui altas chances de cura na grande maioria dos casos. No entanto, é muito importante que o diagnóstico seja feito o quanto antes através dos exames de rotina, pois isso aumenta o sucesso do tratamento.</p>



<p>É possível evitar esse tipo de tumor ainda na fase pré-cancerosa, ou seja, através da retirada dos pólipos intestinais por colonoscopia antes que eles se tornem tumores malignos.</p>



<p>Com o diagnóstico do câncer colorretal, existem dois tipos de tratamento para a doença, explica Renata. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tratamentos locais</strong>&nbsp;<strong>(cirurgia, radioterapia, embolização e ablação):</strong>&nbsp;agem diretamente no tumor primário ou em metástases isoladas, sem afetar o restante do corpo. Portanto, podem ser indicados tanto nos casos iniciais quanto nas fases mais avançadas da doença.</li>



<li><strong>Tratamentos sistêmicos</strong> <strong>(quimioterapia, imunoterapia ou terapias-alvo): </strong>podem ser realizados por drogas orais (comprimidos) ou endovenosas (na veia), aplicando diretamente na corrente sanguínea. Também podem ser uma opção tanto nos casos precoces quanto graves da doença.</li>
</ul>



<p>Fonte: Saúde em dia</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CME- sua relação com a educação municipal" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DTpe4UsCFSc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/cancer-colorretal-estudo-revela-aumento-de-casos-em-jovens/">Câncer colorretal: estudo revela aumento de casos em jovens</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/cancer-colorretal-estudo-revela-aumento-de-casos-em-jovens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Imunoterapia e tratamento direcionado têm resultados promissores contra câncer colorretal</title>
		<link>https://ipiracity.com/imunoterapia-e-tratamento-direcionado-tem-resultados-promissores-contra-cancer-colorretal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=imunoterapia-e-tratamento-direcionado-tem-resultados-promissores-contra-cancer-colorretal</link>
					<comments>https://ipiracity.com/imunoterapia-e-tratamento-direcionado-tem-resultados-promissores-contra-cancer-colorretal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 21:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[Imunoterapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=74751</guid>

					<description><![CDATA[<p>Combinação de estratégias mostraram desfechos positivos para pacientes com câncer de intestino, segundo estudo publicado na Nature Medicine Pacientes com&#160;câncer colorretal, também chamado de&#160;câncer de intestino&#160;ou de&#160;câncer de cólon e reto, que receberam tratamento combinado de imunoterapia e terapia direcionada apresentaram melhores respostas no combate ao tumor. O estudo, liderado por pesquisadores do Mass General [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/imunoterapia-e-tratamento-direcionado-tem-resultados-promissores-contra-cancer-colorretal/">Imunoterapia e tratamento direcionado têm resultados promissores contra câncer colorretal</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Combinação de estratégias mostraram desfechos positivos para pacientes com câncer de intestino, segundo estudo publicado na Nature Medicine</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022" width="835" height="104"/></figure>



<p>Pacientes com&nbsp;<strong>câncer colorretal</strong>, também chamado de&nbsp;<strong><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/cancer-de-intestino/">câncer de intestino</a></strong>&nbsp;ou de&nbsp;<strong>câncer de cólon e reto</strong>, que receberam tratamento combinado de imunoterapia e terapia direcionada apresentaram melhores respostas no combate ao tumor.</p>



<p>O estudo, liderado por pesquisadores do Mass General Cancer Center, nos&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/estados-unidos/">Estados Unidos</a>, incluiu 37 pacientes com mutações encontradas em cerca de 10% desses tipos de câncer, chamada BRAF V600.</p>



<p>Em um artigo publicado no periódico&nbsp;<a href="https://www.nature.com/articles/s41591-022-02181-8">Nature Medicine</a>, a equipe relata uma resposta duradoura entre os pacientes que responderam ao tratamento combinado e revela como uma terapia direcionada pode contribuir com a imunoterapia para obter melhores resultados.</p>



<p>“A&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/imunoterapia/">imunoterapia</a>&nbsp;e a terapia direcionada representam dois dos maiores avanços no tratamento do câncer na última década”, disse Ryan Corcoran, diretor do Gastrointestinal Cancer Center Program e pesquisador do Mass General Cancer Center, em comunicado. “Ao combinar essas duas abordagens, vimos um aumento significativo no número de pacientes que responderam ao tratamento e uma durabilidade sem precedentes, com 18% dos pacientes permanecendo no estudo por um ano ou mais”, completa.</p>



<p>Para o coautor do estudo, Nir Hacohen, as descobertas sugerem que há um grande potencial para que essas duas terapias sejam administradas juntas. “Isso merece mais investigação clínica e experimentos pré-clínicos para determinar a melhor abordagem direcionada para aumentar a reatividade imunológica contra o câncer colorretal com BRAF com mutações”, aponta Hacohen, diretor do MGH Center for Cancer Immunotherapy.</p>



<p>As mutações BRAF ocorrem em muitos tipos de câncer, sendo mais comum no&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/melanoma/">melanoma</a>, que é o câncer de pele. O BRAF é um componente de uma cadeia de proteínas que, quando interrompida por mutações genéticas, pode levar ao crescimento celular descontrolado. Vários medicamentos para o tratamento do câncer foram desenvolvidos para atingir os componentes da via.</p>



<p>No melanoma, os inibidores de BRAF têm sido altamente eficazes, com a maioria dos pacientes apresentando fortes respostas iniciais ao medicamento. No entanto, a resposta aos inibidores de BRAF ocorre em menos de 5% dos pacientes com câncer colorretal nos quais o BRAF apresentou mutações.</p>



<p>A imunoterapia – que também tem sido eficaz contra alguns tipos de câncer – geralmente não funciona bem contra o câncer colorretal – com exceção de aproximadamente 4% dos cânceres com uma característica incomum conhecida como instabilidade de microssatélites.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ensaio</h2>



<p>Os especialistas se inspiraram no ensaio clínico a partir de observações feitas em modelos pré-clínicos. Nesses modelos, os investigadores observaram sinais de que os inibidores direcionados à cadeia de proteínas, incluindo o BRAF, podem aumentar a resposta do sistema imunológico. Com base nessas observações, a equipe investigou se a combinação de uma terapia direcionada ao BRAF poderia aumentar a eficácia da imunoterapia.</p>



<p>Para investigar essa potencial de terapias combinadas, os pesquisadores analisaram amostras coletadas de 71 pacientes antes e durante um estudo clínico anterior no qual os eles receberam apenas terapia direcionada BRAF.</p>



<p>Usando sequenciamento de RNA de célula única, a equipe procurou por mudanças moleculares que ocorreram devido ao tratamento. Com base no que viram, eles iniciaram um ensaio clínico no qual pacientes com uma mutação BRAF específica conhecida como V600E receberam o inibidor de BRAF dabrafenibe, o inibidor trametinibe e o medicamento imunoterapêutico espartalizumabe.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados promissores</h2>



<p>O estudo atingiu seu objetivo primário, com uma taxa de resposta confirmada de 24,3% dos pacientes – em comparação com uma taxa de resposta de apenas 7% em um estudo anterior, no qual os pacientes foram tratados apenas com as mesmas terapias direcionadas.</p>



<p>A equipe também obteve resultados promissores em um dos objetivos secundários do teste: durabilidade. Quando os inibidores foram administrados a pacientes com câncer colorretal com mutações BRAF no passado, mesmo entre aqueles que responderam, o benefício clínico foi de curta duração. Por outro lado, o tratamento combinado aumentou a durabilidade com uma sobrevida mediana livre de progressão de 5 meses, com 57% dos pacientes permanecendo em tratamento por mais de 6 meses e 18% por mais de um ano.</p>



<p>A equipe também realizou sequenciamento de RNA de célula única em amostras coletadas antes e no 15º dia do tratamento combinado. Para os pacientes que tiveram melhores resultados clínicos, os investigadores observaram um aumento nos programas imunológicos intrínsecos das células tumorais e uma inibição mais completa da cadeia de proteínas associada ao câncer.</p>



<p>Os resultados sugerem que melhorar a inibição dessa cadeia, possivelmente focando em outros alvos de tratamento na via, pode levar a uma maior resposta imune e melhorar o tratamento em geral. Outros ensaios clínicos estão em andamento para explorar ainda mais esses aspectos.</p>



<p>“Nosso trabalho sugere que a combinação de outros tratamentos que visam esse caminho com a imunoterapia pode levar a uma resposta imune cooperativa e aprimorada que pode melhorar os resultados para os pacientes”, afirma Corcoran.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Privacidade na era digital: internet, rede mundial de indivíduos que usam computadores“." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/fOl4I93W4O0?start=1187&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/imunoterapia-e-tratamento-direcionado-tem-resultados-promissores-contra-cancer-colorretal/">Imunoterapia e tratamento direcionado têm resultados promissores contra câncer colorretal</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/imunoterapia-e-tratamento-direcionado-tem-resultados-promissores-contra-cancer-colorretal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo indica como ocorre a recaída do câncer colorretal e pode revolucionar tratamento</title>
		<link>https://ipiracity.com/estudo-indica-como-ocorre-a-recaida-do-cancer-colorretal-e-pode-revolucionar-tratamento/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estudo-indica-como-ocorre-a-recaida-do-cancer-colorretal-e-pode-revolucionar-tratamento</link>
					<comments>https://ipiracity.com/estudo-indica-como-ocorre-a-recaida-do-cancer-colorretal-e-pode-revolucionar-tratamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 19:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer colorretal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=56216</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cientistas descobriram uma proteína que fica inativa durante a quimioterapia e reativa o câncer colorretal depois de um tempo O&#160;câncer colorretal&#160;é um tipo de tumor que acomete a região abdominal, comprometendo o funcionamento de órgãos vitais, como o intestino, e podendo se espalhar para outras regiões do corpo. Segundo o&#160;INCA (Instituto Nacional de Câncer), a [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-indica-como-ocorre-a-recaida-do-cancer-colorretal-e-pode-revolucionar-tratamento/">Estudo indica como ocorre a recaída do câncer colorretal e pode revolucionar tratamento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas descobriram uma proteína que fica inativa durante a quimioterapia e reativa o câncer colorretal depois de um tempo</p>



<p>O&nbsp;<strong>câncer colorretal</strong>&nbsp;é um tipo de tumor que acomete a região abdominal, comprometendo o funcionamento de órgãos vitais, como o intestino, e podendo se espalhar para outras regiões do corpo. Segundo o&nbsp;<a href="https://www.inca.gov.br/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">INCA (Instituto Nacional de Câncer)</a>, a doença é uma das que mais matam homens e mulheres no Brasil. E o seu tratamento, na maioria das vezes, ocorre através da quimioterapia.</p>



<p>O grande problema, além da detecção tardia do câncer colorretal, é que em alguns casos, mesmo após o tratamento com quimioterapia, o paciente tem recaídas e volta a desenvolver o tumor. Mas, a ciência parece ter dado um novo passo para evitar que esse tipo de situação aconteça.</p>



<p>De acordo com um estudo liderado pelo pesquisador do Icrea (Instituição Catalã de Pesquisa e Estudos Avançados) e chefe do Laboratório de Câncer Colorretal do IRB (Instituto de Investigação em Biomedicina) Barcelona, Eduardo Batlle, existem algumas células cancerígenas que ficam inativadas durante o tratamento do câncer colorretal e, depois da quimioterapia, são reativas e provocam a recaída.</p>



<p>Isso acontece por causa da proteína Mex3a, que está presente em células-tronco tumorais persistentes. A descoberta permite que novos medicamentos ou tratamentos sejam elaborados para combater diretamente essa proteína e evitar que o câncer colorretal volte a se desenvolver após a quimioterapia.</p>



<p>“A quimioterapia é eficaz e mata a maioria das células tumorais, mas não todas. Nossa descoberta revela a identidade de um grupo de células persistentes que são resistentes à quimioterapia e continuam regenerando o tumor após o tratamento. Nosso trabalho abre caminho para o desenvolvimento de medicamentos para eliminar essas células, o que tornaria a quimioterapia mais eficaz e melhoraria as taxas de sobrevivência”, contou Batlle, em comunicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda o câncer colorretal</h2>



<p>O câncer colorretal é um dos&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/canal/cancer" rel="noreferrer noopener" target="_blank">tumores</a>&nbsp;mais comuns entre os brasileiros. Fator que evidencia ainda mais a importância de discutir o avanço da doença para, por exemplo, divulgar as principais maneiras de prevenção.</p>



<p>&#8220;Deve-se investir em uma dieta rica em fibras e uma menor ingestão de carnes vermelhas e processadas. Praticar atividades físicas, evitar&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/doencas/dia-de-combate-ao-alcool-5-danos-que-bebida-pode-provocar-para-saude/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">bebidas alcoólicas</a>,&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/tabagismo/tabagismo-4-maneiras-de-largar-o-vicio-do-cigarro/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">tabagismo</a>&nbsp;e manter um peso saudável. Fora isso, é importante investigar se o paciente possui doenças inflamatórias intestinais crônicas, como a doença de Crohn ou colite ulcerativa, além do histórico familiar de casos de câncer colorretal&#8221;, explica&nbsp;o oncologista, Dr. Artur Ferreira, membro da&nbsp;<a href="https://www.sboc.org.br/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC)</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas do câncer no intestino</h2>



<p>No entanto, assim como a maioria dos tumores, o diagnóstico precoce de um possível câncer colorretal é fundamental para que o tratamento seja efetivo e proporcione a cura da doença. Para isso, além de realizar consultas e exames regulares, é fundamental ficar atento à alguns sintomas e sinais característicos. Conforme listou o Dr. Ferreira:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Constipação;</li><li>Diarreia;</li><li>Estreitamento do calibre das fezes;</li><li>Ausência da sensação de alívio após a evacuação;</li><li>Como se nem todo conteúdo fecal fosse eliminado;</li><li>Sangue nas fezes;</li><li>Cólicas;</li><li>Dor abdominal;</li><li>Perda de peso sem motivo aparente;</li><li>Fraqueza e sensação de fadiga</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento</h2>



<p>O tratamento do câncer colorretal pode ser local, com cirurgia, radioterapia, embolização e ablação; ou sistêmico – quimioterapia, imunoterapia ou terapias-alvo. &#8220;Diferentemente do câncer de mama, por exemplo, onde a doença é identificada geralmente em fase inicial com os exames de rotina, o tumor colorretal pode ser descoberto na fase pré-cancerosa com a colonoscopia. A boa notícia é que quando as lesões são precocemente removidas, o aparecimento do câncer pode ser evitado&#8221;, finaliza o Dr. Ferreira.</p>



<p>Fonte: Dr. Artur Ferreira, membro da <a href="https://www.sboc.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC)</a>.</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-indica-como-ocorre-a-recaida-do-cancer-colorretal-e-pode-revolucionar-tratamento/">Estudo indica como ocorre a recaída do câncer colorretal e pode revolucionar tratamento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/estudo-indica-como-ocorre-a-recaida-do-cancer-colorretal-e-pode-revolucionar-tratamento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
