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	<title>Câncer de próstata |</title>
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	<title>Câncer de próstata |</title>
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		<title>Novembro Azul: Brasil registra mais de 70 mil casos anuais de câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 13:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de próstata continua sendo um dos maiores desafios da saúde masculina no Brasil e no mundo. Segundo o&#160;Globocan, da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC/OMS), mais de 1,4 milhão de novos casos são diagnosticados anualmente no planeta, resultando em cerca de 397 mil mortes por ano. No Brasil, o Instituto Nacional de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O câncer de próstata continua sendo um dos maiores desafios da saúde masculina no Brasil e no mundo. Segundo o&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/globocan/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Globocan</a></strong>, da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC/OMS), mais de 1,4 milhão de novos casos são diagnosticados anualmente no planeta, resultando em cerca de 397 mil mortes por ano. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 71.730 novos diagnósticos anuais. A doença responde por três em cada dez diagnósticos de câncer em homens, consolidando-se como, excluindo o câncer de pele não melanoma, o tumor mais frequente entre a população masculina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estimativas revelam desigualdades regionais expressivas. O Sudeste concentra mais de 34 mil casos anuais, seguido pelo Nordeste, com cerca de 21 mil. O Sul deve registrar 8,5 mil, o Centro-Oeste aproximadamente 5 mil, e o Norte mais de 2 mil novos diagnósticos a cada ano. Estados como Bahia (79 casos a cada 100 mil homens) e Espírito Santo (72 por 100 mil) apresentam as maiores taxas de incidência, o que reflete não apenas fatores populacionais e genéticos, mas também diferenças na capacidade de rastreamento e diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A urgência do rastreamento precoce</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços científicos e tecnológicos, a grande barreira ainda é o diagnóstico tardio. O câncer de próstata tende a evoluir de forma silenciosa. De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBCO</a></strong>), Rodrigo Nascimento Pinheiro, o rastreamento a partir dos 45 anos é essencial, especialmente em homens com fatores de risco, como histórico familiar e ascendência negra. “O diagnóstico precoce possibilita o tratamento curativo, muitas vezes com técnicas minimamente invasivas e melhores resultados funcionais, como a cirurgia robótica incorporada recentemente no SUS.”, explica Pinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação é que todos os homens realizem dosagem do PSA (antígeno prostático específico) e o exame de toque retal anualmente a partir dessa idade. Em casos de risco elevado, o acompanhamento deve começar antes dos 45 anos. O diagnóstico precoce não apenas aumenta as chances de cura, mas também reduz a necessidade de terapias mais agressivas, o que impacta diretamente na qualidade de vida e nos custos para o sistema de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados internacionais do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/national-cancer-institute/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">National Cancer Institute</a></strong>&nbsp;(EUA), 69% dos casos são detectados ainda localizados, o que garante 100% de sobrevida em cinco anos. Quando o tumor já apresenta metástase, esse índice cai para 37,9%, uma diferença que ilustra a importância do diagnóstico precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fatores de risco e hábitos preventivos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O envelhecimento é o principal fator de risco para o câncer de próstata, sendo a doença mais comum após os 50 anos. Outros fatores incluem histórico familiar, raça negra, sedentarismo e obesidade, esta última associada a maior agressividade tumoral e risco de recidiva. “Além das visitas regulares ao especialista e exames para prevenção secundária (diagnóstico precoce), há atitudes que fazem diferença para a saúde como um todo, que são de prevenção primária, como manter uma alimentação equilibrada, reduzir consumo de álcool, praticar atividade física regularmente e evitar o tabagismo”, ressalta o presidente da SBCO.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tratamentos e a importância do planejamento multidisciplinar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento do câncer de próstata é definido conforme o estágio e a agressividade da doença, bem como o perfil do paciente. Nos casos iniciais, pode-se adotar a vigilância ativa, que consiste em monitorar o tumor sem intervenção imediata, sendo indicada principalmente para neoplasias de baixo risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos tumores localizados, o tratamento curativo envolve cirurgia e/ou radioterapia, enquanto nos casos localmente avançados recomenda-se a combinação de cirurgia ou radioterapia com bloqueio hormonal. Já nas situações de metástase, o tratamento mais indicado é a terapia hormonal, podendo ser associada a quimioterapia ou novos agentes antiandrogênicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O cirurgião oncológico, junto à equipe multidisciplinar, deve individualizar o plano terapêutico, considerando as características do tumor, o estágio da doença e as condições clínicas do paciente”, explica Pinheiro, reforçando o papel da integração entre especialidades para garantir melhores resultados e menor morbidade</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cirurgia robótica no SUS para pacientes com câncer de próstata</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os avanços mais significativos de 2025 está a incorporação, em outubro, da cirurgia robótica pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/conitec/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CONITEC</a>&nbsp;</strong>aprovou o uso da prostatectomia radical robótica (PRAR) para pacientes com câncer de próstata localizado ou localmente avançado, marcando um novo patamar de acesso à tecnologia oncológica no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A chegada da cirurgia robótica ao SUS representa um marco na história da cirurgia oncológica brasileira. Estamos falando de uma tecnologia que oferece resultados mais efetivos aos pacientes e que agora estará disponível a todos. Este cenário reforça a importância de políticas públicas voltadas à prevenção, diagnóstico precoce e, principalmente, à ampliação do acesso a tratamentos de ponta”, afirma Pinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prostatectomia robótica é considerada mais precisa e menos invasiva do que as técnicas laparoscópicas ou abertas. Estudos internacionais demonstram menor taxa de complicações perioperatórias, redução do tempo de internação, melhor preservação da função urinária e sexual, além de maior custo-efetividade quando realizada em centros de alto volume.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do benefício clínico, a adoção dessa tecnologia representa um salto na formação cirúrgica nacional. “A incorporação da robótica no SUS cria um ambiente de aprendizado supervisionado e reduz a curva de treinamento, contribuindo para a formação de cirurgiões altamente qualificados”, conclui o presidente da SBCO.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Informações do Site Medicina SA</p>



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<iframe title="Varizes: cuidados, resultados e prevenção de novas varizes" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4jI7QAD8a18?start=370&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Radioterapia em tumores urológicos vai além do câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 12:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
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		<category><![CDATA[Radioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A radioterapia consolidou-se como um dos principais tratamentos para o câncer de próstata, ao lado da cirurgia. Segundo o estudo clínico PACE-A, publicado na European Urology, a radioterapia ultrahipofracionada, capaz de tratar o tumor em apenas cinco frações, apresentou resultados semelhantes aos da prostatectomia radical, com ganhos em qualidade de vida e menor impacto na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A radioterapia consolidou-se como um dos principais tratamentos para o câncer de próstata, ao lado da cirurgia. Segundo o estudo clínico PACE-A, publicado na European Urology, a radioterapia ultrahipofracionada, capaz de tratar o tumor em apenas cinco frações, apresentou resultados semelhantes aos da prostatectomia radical, com ganhos em qualidade de vida e menor impacto na rotina. “Essa técnica tem se mostrado uma das principais inovações no tratamento do câncer de próstata, permitindo manter a eficácia terapêutica com menos idas ao hospital e excelente tolerância”, afirma o radio-oncologista Wilson José de Almeida Jr., novo presidente eleito da Sociedade Brasileira de Radioterapia (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbrt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBRT</a></strong>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados de cinco anos do estudo PACE-B, apresentados na ASTRO 2024, reforçam essa evidência mostrando que em 874 pacientes com câncer de próstata localizado a radioterapia estereotáxica corporal foi não inferior à radioterapia convencional, com taxas de controle bioquímico superiores a 95% e os efeitos colaterais urinários e intestinais foram raros e leves. Na prática clínica, o método com apenas cinco frações já é considerado um novo padrão de tratamento para tumores de risco baixo e intermediário, por unir eficácia, conveniência e preservação funcional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos tumores renais, a radioterapia ablativa tem mostrado alta eficácia no controle local em pacientes inoperáveis ou com rim único. Além de tratar tumores primários, essa abordagem vem sendo usada em metástases de origem renal, retardando ou até evitando o início de terapias sistêmicas mais agressivas. “A SBRT oferece uma alternativa segura e altamente eficaz à cirurgia, sobretudo para pacientes com limitações clínicas”, explica Almeida Jr. Em alguns casos, acrescenta o especialista, o uso de técnicas avançadas como a protonterapia permite liberar energia diretamente no tumor, poupando tecidos renais sadios e preservando a função do órgão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento conservador da bexiga, que combina radioterapia e quimioterapia, também tem se mostrado uma opção eficaz à cistectomia radical em casos selecionados de câncer músculo-invasivo, preservando o órgão e a qualidade de vida. Já nos tumores de testículo, especialmente os seminomas, a radioterapia adjuvante continua sendo um componente essencial do cuidado oncológico. A radiação, administrada em doses altamente direcionadas, destrói células malignas residuais após a cirurgia e reduz significativamente o risco de recidiva. Embora a técnica possa causar fadiga ou queda temporária na contagem de espermatozoides, os efeitos são transitórios e bem manejáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, a radioterapia tornou-se mais precisa e acessível graças à incorporação de sistemas de imagem guiada (IGRT), planejamento tridimensional e modulação de intensidade (IMRT e VMAT), que permitem ajustar as doses com exatidão milimétrica e reduzir a exposição de tecidos vizinhos. Essa revolução tecnológica é resultado do trabalho conjunto entre físicos médicos, enfermeiros e radio-oncologistas, que atuam de forma integrada para garantir segurança e resultados duradouros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Além da próstata: olhar integral para a saúde urológica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o Novembro Azul seja tradicionalmente voltado à conscientização sobre o câncer de próstata, o movimento ganha novo significado ao incluir outros tumores urológicos. De acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/inca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">INCA</a></strong>), 71.730 brasileiros devem receber o diagnóstico de câncer de próstata em 2025, representando cerca de 30% de todos os tumores masculinos. O câncer de bexiga deve atingir 11.370 brasileiros, sendo 7.870 homens, enquanto o câncer renal apresenta incidência de 7 a 10 casos por 100 mil habitantes e o de testículo é mais comum entre jovens de 15 a 35 anos, com altas taxas de cura quando diagnosticado precocemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais fatores de risco para os cânceres urológicos envolvem idade, genética, hábitos de vida e condições clínicas associadas. No câncer de próstata, o risco cresce a partir dos 50 anos e é mais alto entre homens negros e aqueles com histórico familiar da doença ou mutações hereditárias nos genes BRCA1 e BRCA2. Obesidade e tabagismo podem aumentar a agressividade e a chance de recidiva. Já o câncer de testículo afeta principalmente homens jovens entre 15 e 45 anos e pode estar relacionado à criptorquidia (testículo não descendido) e a antecedentes familiares. No câncer de rim, o risco aumenta com a idade avançada, tabagismo, obesidade e hipertensão arterial, além de síndromes genéticas raras como a von Hippel-Lindau e outras formas hereditárias de câncer renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de bexiga é fortemente associado ao tabagismo, responsável pela liberação de substâncias tóxicas na urina que danificam o revestimento do órgão. Outros fatores incluem exposição ocupacional a produtos químicos (usados em tintas, borracha, couro e têxteis), tratamentos prévios com quimioterapia ou radioterapia pélvica e infecções urinárias crônicas que provocam inflamação persistente. A idade superior a 55 anos e o sexo masculino também elevam o risco, assim como histórico pessoal ou familiar de tumores no trato urinário ou síndrome de Lynch, que aumenta a predisposição a diversos tipos de câncer, incluindo os de bexiga e rim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Informações do Site Medicina SA</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ANSIEDADE, PRESSÃO ESTÉTICA E REDES SOCIAIS: A SAÚDE MENTAL DA MULHER MODERNA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/xrmQCRyhv90?start=2199&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>SUS supera nível de antes da pandemia e realiza quase 38 mil cirurgias de câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil assistiu, entre 2019 e 2024, a um movimento de queda brusca e retomada vigorosa nas cirurgias de câncer de próstata realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É o que mostram os dados analisados pelo Instituto de Urologia, Oncologia e Cirurgia Robótica (IUCR) a partir do Sistema de Informações Hospitalares (SIH/SUS), do&#160;Ministério da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Brasil assistiu, entre 2019 e 2024, a um movimento de queda brusca e retomada vigorosa nas cirurgias de câncer de próstata realizadas pelo Sistema Único de Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS</a></strong>). É o que mostram os dados analisados pelo Instituto de Urologia, Oncologia e Cirurgia Robótica (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/iucr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IUCR</a></strong>) a partir do Sistema de Informações Hospitalares (SIH/SUS), do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ministerio-da-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a></strong>. No período, foram registrados 173.323 procedimentos, somando diferentes códigos do SIH/SUS ligados à terapêutica cirúrgica da próstata. A série histórica, que não inclui os dados de 2025, escancara o impacto da pandemia no acesso, seguido por um ciclo de reorganização dos serviços e expansão do atendimento cirúrgico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, último ano antes da Covid-19, o SUS computou 29.093 cirurgias de próstata. Já em 2020, com impacto nas cirurgia eletivas, o volume despencou para 20.186, queda de 30,6%. A partir de 2021, há sinais nítidos de recuperação: 21.762 cirurgias (aumento de 7,8% frente a 2020), com aceleração em 2022 (30.189; aumento de 38,7%), continuidade em 2023 (34.176; aumento de 13,2%) e novo incremento em 2024 (37.917; aumento de 10,9%). Ao fim do período analisado, o patamar anual superou em 30,3% o observado em 2019, evidenciando não apenas recomposição de demanda reprimida, mas também ganho de capacidade produtiva nos serviços públicos de urologia e oncologia cirúrgica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o urologista e cirurgião oncológico Gustavo Cardoso Guimarães, diretor do IUCR e diretor-geral dos Departamentos Cirúrgicos Oncológicos da BP, a curva descrita pelos dados confirma o que muitos profissionais vivenciaram na rotina clínica. “O gráfico mostra uma queda sem precedentes no primeiro ano da pandemia, quando exames de rastreamento e consultas foram adiados e o acesso à cirurgia ficou estrangulado. A partir de 2021, o SUS reorganizou fluxos e voltou a operar em crescimento, até ultrapassar o nível pré-pandemia em 2024.” Segundo ele, a trajetória recente “indica capacidade de resposta, planejamento e, principalmente, um esforço coletivo de equipes e gestores para recuperar o tempo perdido com segurança e qualidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição regional ajuda a entender como essa recuperação se espraiou pelo país. Em 2019, o Sudeste concentrava 52,6% das cirurgias, o Nordeste 21,8%, o Sul 15,2%, o Centro-Oeste 5,7% e o Norte 4,7%. Em 2024, há leve redistribuição: o Sudeste ainda lidera, mas recua em participação relativa para 46,5%; o Nordeste avança para 26,6%; o Norte sobe para 6,3%; o Sul mantém patamar próximo (14,7%); e o Centro-Oeste permanece estável (5,9%). Em termos de crescimento acumulado de 2019 a 2024, Norte (aumento de 75,5%) e Nordeste (aumento de 58,6%) foram as regiões que mais aceleraram, seguidas por Centro-Oeste (aumento de 34,3%), Sul (aumento de 26,3%) e Sudeste (aumento de 15,3%). A fotografia sugere que, embora a massa crítica de procedimentos siga no eixo Sudeste, os investimentos e reorganizações assistenciais do pós-pandemia também chegaram com força às macrorregiões historicamente menos concentradoras de alta complexidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte por unidades da federação em 2024, São Paulo lidera com 8.849 cirurgias, seguido por Minas Gerais (5.001), Bahia (3.684), Rio de Janeiro (3.068) e Rio Grande do Sul (2.404). Na sequência aparecem Paraná (1.823), Maranhão (1.582), Pernambuco (1.440), Santa Catarina (1.354) e Ceará (1.169), formando o grupo de dez maiores volumes no ano. Entre os menores patamares estão Roraima (92), Rondônia (104), Amapá (197), Acre (199) e Tocantins (200). As diferenças refletem tanto a distribuição populacional e a estrutura da rede hospitalar quanto o grau de centralização regional dos serviços urológicos e oncológicos. Ainda assim, a própria evolução do Norte e do Nordeste sinaliza uma convergência relativa em relação aos grandes centros, especialmente após 2021.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://medicinasa.com.br/wp-content/uploads/2025/10/grafico-IUCR-1b.jpg"><img decoding="async" src="https://medicinasa.com.br/wp-content/uploads/2025/10/grafico-IUCR-1b.jpg" alt="" class="wp-image-146075"/></a></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Gustavo Guimarães, o comportamento regional importa porque fala de equidade de acesso: “A retomada no Brasil não foi homogênea, mas o dado positivo é que Norte e Nordeste cresceram acima da média nacional. Isso significa mais pacientes chegando ao tratamento cirúrgico em tempo oportuno, com potencial de impacto em desfechos oncológicos e qualidade de vida”. Ele ressalta que o monitoramento contínuo da série, inclusive com atualização dos meses mais recentes, sujeitos a retificação pelo SIH/SUS, é crucial para orientar políticas públicas e planejamento hospitalar: “Quando olhamos tendências de médio prazo, conseguimos ajustar capacidade instalada, ampliar linhas de cuidado e reduzir gargalos”, reforça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contexto epidemiológico ajuda a dimensionar o desafio. O câncer de próstata é o tumor de maior incidência entre os homens no Brasil (excluindo pele não melanoma), com cerca de 72 mil novos casos/ano estimados pelo INCA para cada ano do triênio 2023-2025. A incidência é alta em todas as regiões: no Sudeste, 77,89 casos por 100 mil; no Nordeste, 73,28; no Sul, 57,23; no Centro-Oeste, 61,60; e no Norte, 28,4 por 100 mil. Na prática, isso significa uma demanda persistente e distribuída por diagnóstico, estadiamento e tratamento e, para uma parcela relevante, pela via cirúrgica. Nem toda alteração em toque retal ou PSA elevado será câncer; há hiperplasias benignas e prostatites que se confundem com a doença. Contudo, quando a biópsia confirma o tumor, a decisão terapêutica deve ser individualizada conforme risco oncológico, expectativa de vida e preferências do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto do planejamento terapêutico, a cirurgia divide espaço com radioterapia, hormonioterapia, terapias focais (como ultrassom de alta frequência), crioterapia, quimioterapia e, em centros selecionados, protonterapia. Há também a vigilância ativa para casos indolentes. Em termos cirúrgicos, a cirurgia minimamente invasiva com plataforma robótica é considerada o padrão tecnológico mais moderno em urologia oncológica, por oferecer visualização ampliada, instrumentação de alta precisão e ergonomia superior. “Na técnica robótica, o cirurgião opera a partir de um console e o sistema reproduz seus movimentos com instrumentos articulados e visão tridimensional. Em geral, vemos menor perda sanguínea, menos dor, menos complicações e recuperação mais rápida quando comparado à via aberta, sem prejuízo oncológico”, explica Guimarães.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar, contudo, um ponto metodológico do presente levantamento: os números de 2019-2024 ainda não capturam a cirurgia robótica no SUS. A tecnologia foi recentemente incorporada pelo Ministério da Saúde e está em fase de implantação, com prazo regulatório de 180 dias após a publicação no Diário Oficial da União (ocorrida em outubro de 2025) para que os fluxos e habilitações se consolidem. Até que os códigos e registros passem a espelhar plenamente essa modalidade na rede pública, a série histórica seguirá refletindo majoritariamente as abordagens convencionais e laparoscópicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência internacional e a rede privada brasileira sugerem que a expansão da robótica tende a redistribuir tempos de internação e perfis de alta, com impacto potencial na organização de centros cirúrgicos, na necessidade de retreinamento de equipes e na logística de insumos. “Quando a robótica entra, a discussão deixa de ser apenas ‘quantas cirurgias’ e passa a incluir ‘onde’ e ‘como’ operamos, com metas de segurança, recuperação e qualidade funcional — continência urinária e preservação de função erétil — no centro do cuidado”, afirma Guimarães. Segundo ele, o SUS tem a oportunidade de internalizar aprendizados. “A implantação ordenada, com concentração inicial em hospitais habilitados e protocolos claros de indicação, é decisiva para maximizar o benefício clínico e a eficiência do sistema.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro eixo estratégico é o da linha de cuidado do câncer de próstata. A retomada cirúrgica observada no SIH/SUS precisa vir acompanhada de acesso oportuno ao diagnóstico (consulta em urologia, PSA, toque retal e biópsia quando indicada), estadiamento adequado (imagens e patologia), discussão multidisciplinar (urologia, radioterapia, oncologia clínica, enfermagem, fisioterapia, psicologia) e seguimento ambulatorial estruturado para monitorar recorrência, continência e função sexual. “Não basta operar mais. É fundamental operar melhor e inserir a cirurgia no contexto de um cuidado integral, centrado no paciente”, reforça Guimarães. Para isso, acrescenta o especialista, documentos de referência, centros de excelência e teleinterconsultas podem reduzir variabilidade, acelerar decisões e poupar recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados por Unidade da Federação de 2024 ilustram como escala e capilaridade caminham juntas. Estados com grande população e redes maduras (caso de São Paulo, Minas e Rio de Janeiro) reúnem os maiores volumes absolutos, mas a expansão do Nordeste e do Norte demonstra que políticas regionais e parcerias entre hospitais estaduais e federais vêm criando polos de cirurgia urológica oncológica. O desafio, agora, é sustentar o crescimento com qualidade, monitorando indicadores de resultado (margens cirúrgicas, complicações, readmissões) e de experiência do paciente, além de garantir correções de rota onde houver filas e gargalos persistentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar que os meses mais recentes estão sujeitos a atualização, o que pode ajustar os totais de 2024 para cima; e a série analisa procedimentos hospitalares por local de internação, somando diferentes códigos de prostatectomia utilizados na rotina do SUS, um recorte suficientemente robusto para captar tendências de oferta cirúrgica, embora não traduza sozinho todas as abordagens terapêuticas disponíveis para a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conclusão, a partir destes dados, de acordo com Guimarães, é que a curva brasileira mostra que a urologia do SUS soube reagir, recompor e avançar após a pandemia. “O próximo passo será ampliar o acesso com qualidade, incorporando a robótica de forma responsável e garantindo que a decisão terapêutica continue centrada em evidências e no paciente”, conclui Guimarães. O especialista vislumbra que se 2020 foi o ano da interrupção forçada, 2022 a reabertura e 2024 a consolidação, 2025 em diante tende a ser o período em que a combinação entre escala, equidade e tecnologia definirá o padrão do cuidado cirúrgico do câncer de próstata no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



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</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/sus-supera-nivel-de-antes-da-pandemia-e-realiza-quase-38-mil-cirurgias-de-cancer-de-prostata/">SUS supera nível de antes da pandemia e realiza quase 38 mil cirurgias de câncer de próstata</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>SUS vai oferecer cirurgia robótica para tratamento de câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 16:23:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério da Saúde incorpora prostatectomia radical assistida por robô, com previsão de implementação em até 180 dias O Ministério da Saúde, com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico Industrial da Saúde (Sectics), declarou que vai passara implementar no Sistema Único de Saúde (SUS), a prostatectomia radical assistida por robô para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ministério da Saúde incorpora prostatectomia radical assistida por robô, com previsão de implementação em até 180 dias</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde, com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico Industrial da Saúde (Sectics), declarou que vai passara implementar no Sistema Único de Saúde (SUS), a prostatectomia radical assistida por robô para o tratamento de pacientes com câncer de próstata clinicamente avançado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Prostatectomia radical é uma cirurgia que remove a próstata e as vesículas seminais, como tratamento curativo para o câncer de próstata, essencialmente em estágios iniciais. No procedimento, acontece remoção da próstata e dos tecidos ao seu redor, como as vesículas seminais e, em alguns casos, os linfonodos pélvicos, para eliminar o tumor e reduzir o risco de recorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria informou que as áreas técnicas terão o prazo máximo de 180 dias para efetivar a oferta no SUS. Relatório de recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), deverão ser constados sobre essa tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conitec aprovou, em parecer final, a incorporação da prostatectomia radical robótica para pacientes com câncer de próstata clinicamente localizado ou localmente avançado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os próximos passos para que a cirurgia robótica esteja amplamente disponível nos hospitais conveniados ao SUS incluem a definição de protocolos, de centros de referência e treinamento das equipes com foco na garantia de segurança e qualidade dos procedimentos”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), Rodrigo Nascimento Pinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: Metro 1 / Foto: Diogo Moreira/Divulgação Governo de São Paulo</strong></p>



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		<title>CONITEC recomenda a incorporação no SUS da cirurgia robótica em câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia robótica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de oito meses após ter a videolaparoscopia, técnica cirúrgica minimamente invasiva, incorporada no Sistema Único de Saúde (SUS), a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) celebra a chegada de mais uma importante tecnologia no sistema de saúde público brasileiro. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) deu a recomendação final de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Cerca de oito meses após ter a videolaparoscopia, técnica cirúrgica minimamente invasiva, incorporada no Sistema Único de Saúde (SUS), a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sbco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SBCO</a></strong>) celebra a chegada de mais uma importante tecnologia no sistema de saúde público brasileiro. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/conitec/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CONITEC</a></strong>) deu a recomendação final de incorporação da prostatectomia radical assistida por robô para o tratamento de pacientes com câncer de próstata localizado ou localmente avançado. Nesta decisão foi levado em conta o respaldo técnico-científico, baseado em evidências, também com a contribuição da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que disse a SBCO em sua contribuição&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento apresentado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica à CONITEC ressaltou que a prostatectomia radical robótica (PRAR) é uma opção efetiva, especialmente quando realizada em centros com alto volume de casos, devido a várias vantagens clínicas e econômicas. Em termos de custo-efetividade, a RARP tem demonstrado ser mais custo-efetiva do que a prostatectomia radical laparoscópica (LRP) e a prostatectomia radical aberta (ORP) em vários estudos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade exemplificou as principais referências, a começar com um estudo realizado no Reino Unido que mostrou que a PRAR é uma opção dominante em relação à LRP, com maior ganho em anos de vida ajustados pela qualidade (QALYs). Além disso, uma revisão sistemática concluiu que a PRAR tende a ser mais custo-efetiva ao longo de horizontes temporais mais longos. As vantagens clínicas da PRAR incluem menor morbidade perioperatória, como baixa necessidade de transfusões sanguíneas e pouco tempo de internação hospitalar, em comparação com a ORP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PRAR tem sido associada a uma menor taxa de margens cirúrgicas positivas, o que pode impactar positivamente nos resultados oncológicos a longo prazo. A centralização da PRAR em hospitais com alta capacidade de casos pode reduzir os custos totais do procedimento, tornando-o ainda mais custo-efetivo. Considerando a gestão de listas de espera, a PRAR pode ser uma escolha preferencial em centros com alta capacidade de casos, onde os benefícios clínicos e econômicos são maximizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologias avançadas no SUS&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com publicação no Diário Oficial em 5 de dezembro de 2024, o Ministério da Saúde incluiu a videolaparoscopia, principal modalidade de cirurgia minimamente invasiva, para o tratamento de pacientes com câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). Esse anúncio há oito meses resultou na incorporação no SUS das cirurgias por vídeo do tipo gastrectomia (remoção do estômago), colectomia (intestino grosso), esofagogastrectomia (esôfago e parte do estômago), histerectomia (útero e colo do útero), pancreatectomia (pâncreas) do corpo caudal e laparotomia (procedimento cirúrgico que consiste em, a partir do acesso à cavidade abdominal, examinar ou tratar órgãos internos). Elas beneficiam em especial pacientes com tumores no útero e colo do útero, pâncreas, esôfago e estômago.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas conquistas, incluindo agora o parecer final da CONITEC favorável à cirurgia robótica para câncer de próstata, são a ilustração, na visão da SBCO, do esforço do Ministério da Saúde em dirimir as disparidades de acesso a tecnologias avançadas entre os sistemas público e privado. “Reconhecemos que há um esforço por parte da equipe técnica em promover equidade no tratamento e assegurar que mais pacientes possam se beneficiar dos melhores cuidados disponíveis”, comenta o cirurgião oncológico Rodrigo Nascimento Pinheiro, presidente da SBCO.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os próximos passos para que a cirurgia robótica esteja amplamente disponível nos hospitais conveniados ao SUS incluem a definição de protocolos, habitação de centros de referência e treinamento das equipes como foco na garantia de segurança e qualidade dos procedimentos. De acordo com a SBCO, a técnica robótica tem mostrado sua eficácia na formação de novos profissionais, reduzindo a curva de aprendizado ao permitir treinamentos em ambientes controlados e supervisionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de consoles duais nas plataformas robóticas proporciona um ambiente de aprendizado robusto, imprescindível para a formação de cirurgiões altamente qualificados. Pinheiro conclui que a adoção da prostatectomia radical robótica nos hospitais públicos propiciará a padronização e incremento na qualidade dos procedimentos realizados, contribuindo não apenas para atrair e manter profissionais de excelência no sistema público, mas também para otimizar a infraestrutura hospitalar existente, reduzindo custos indiretos para o sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="ABOMPROCI E SEGURANÇA DO TRABALHO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/pYzBB0uF1uo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/conitec-recomenda-a-incorporacao-no-sus-da-cirurgia-robotica-em-cancer-de-prostata/">CONITEC recomenda a incorporação no SUS da cirurgia robótica em câncer de próstata</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Terapias modernas ampliam chances de cura mesmo em casos metastáticos de câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[chances de cura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de próstata é um dos tipos mais comuns de câncer no mundo. Embora muitos casos cresçam lentamente e permaneçam localizados, outros são agressivos e se espalham rapidamente. É por isso que Carlos Vargas, radio-oncologista na Mayo Clinic, incentiva a realização de triagens regulares. Ele afirma que o objetivo da triagem é detectar o câncer de próstata [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer </strong>de próstata é um dos tipos mais comuns de câncer no mundo. Embora muitos casos cresçam lentamente e permaneçam localizados, outros são agressivos e se espalham rapidamente. É por isso que Carlos Vargas, radio-oncologista na Mayo Clinic, incentiva a realização de triagens regulares. Ele afirma que o objetivo da triagem é detectar o câncer de próstata precocemente, enquanto ainda está confinado à glândula prostática, aumentando as chances de um tratamento bem-sucedido.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante realizar uma triagem adequada, e a triagem do câncer de próstata é relativamente simples. Você pode realizar um exame antígeno prostático específico (PSA) com seu clínico geral anualmente e, com isso, adaptar os procedimentos conforme sua idade e outros fatores de risco,” explica Vargas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O exame PSA é um exame de sangue utilizado para medir a quantidade de antígeno prostático específico no sangue. Níveis elevados podem indicar a presença de câncer, embora outras condições também possam ocasionar esse aumento. É importante conversar com seu médico para saber se o exame PSA é indicado para você, considerando sua idade e fatores de risco pessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os fatores de risco incluem idade, histórico familiar e raça. A idade mais comum para o diagnóstico é por volta dos 50 anos ou mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você tem um parente de sangue que tem, ou teve, câncer de próstata, ou um histórico familiar de genes que aumentam o risco de desenvolver câncer de mama — como o gene BRCA1 ou BRCA2 — ou ainda um forte histórico familiar de câncer de mama, seu risco de desenvolver câncer de próstata pode ser maior. Nos Estados Unidos, o câncer de próstata é mais letal para homens negros do que para homens de outras raças. Eles têm maior probabilidade de desenvolver a doença e mais que o dobro de chances de morrer por conta dela em comparação com outros homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A detecção precoce é muito importante. Quando o câncer de próstata é detectado precocemente, há chances reais de tratamento e cura,” afirma o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vargas ressalta que nem todo câncer de próstata precisa ser tratado. Alguns casos podem ser apenas monitorados sob vigilância ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando encontramos um câncer de próstata muito precoce, podemos acompanhá-lo por vários anos e tratá-lo somente se ele evoluir para uma forma mais agressiva. O problema é quando não se realiza a triagem e o câncer de próstata só é descoberto quando já está em estágio avançado, mesmo ainda localizado, ou metastático, e, nesses casos, as chances de controlar a doença, curá-la e salvar a vida do paciente são muito menores.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na vigilância ativa, exames regulares de acompanhamento podem ser realizados para monitorar a progressão do câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É por isso que a triagem do câncer de próstata é fundamental e recomendamos que ela seja feita. Isso não significa que você precisará ser tratado. Uma vez identificado o câncer de próstata, podemos decidir qual conduta seguir conforme sua faixa etária e grupo de risco.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da vigilância ativa, há uma ampla variedade de tratamentos disponíveis para o câncer de próstata, incluindo radioterapia, terapia hormonal, criocirurgia, quimioterapia e cirurgia, incluindo a prostatectomia robótica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma das mudanças significativas nos últimos anos foi a forma como gerenciamos a radioterapia em pacientes com câncer de próstata metastático,” afirma. “Descobrimos que muitos desses pacientes ainda se beneficiam da radiação na próstata.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Também percebemos que muitos pacientes com apenas alguns focos de metástase, ou seja, quando o câncer não está amplamente disseminado, podem se beneficiar com um tratamento agressivo, no qual combinamos radioterapia com terapia sistêmica para levar o paciente de volta à remissão, quando não há mais sinais da doença, e prolongar sua vida,” completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra técnica de radioterapia inclui a terapia com feixe de prótons de intensidade modulada com varredura por feixe de lápis; a terapia com feixe de prótons é oferecida na Mayo Clinic em Phoenix e em Rochester, Minnesota, e está sendo incorporada à unidade da Mayo Clinic em Jacksonville, Flórida. Vargas diz que a terapia com prótons é eficaz no tratamento de pacientes com câncer de próstata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um tratamento altamente localizado, que nos permite direcionar a radioterapia especificamente para a próstata, com o objetivo de minimizar os efeitos adversos significativos que podem ocorrer durante o tratamento,” explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Medicina SA / Foto: Reprodução</p>



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<iframe title="TRATAMENTO DA INSÔNIA ATRAVÉS DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-AEs2Q7MpTE?start=2317&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/terapias-modernas-ampliam-chances-de-cura-mesmo-em-casos-metastaticos-de-cancer-de-prostata/">Terapias modernas ampliam chances de cura mesmo em casos metastáticos de câncer de próstata</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>ANS aprova novos tratamentos para câncer de próstata e outras doenças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 11:32:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ANS]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cobertura na saúde suplementar será obrigatória a partir do dia 22 A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou, em reunião da diretoria colegiada, a inclusão de dois medicamentos e uma terapia imunobiológica para mulheres, procedimentos que passam a fazer parte do rol dos planos de saúde para tratamentos de câncer de próstata, osteoporose na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Cobertura na saúde suplementar será obrigatória a partir do dia 22</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou, em reunião da diretoria colegiada, a inclusão de dois medicamentos e uma terapia imunobiológica para mulheres, procedimentos que passam a fazer parte do rol dos planos de saúde para tratamentos de câncer de próstata, osteoporose na pós-menopausa e citomegalovírus. As tecnologias passam a ter cobertura obrigatória na saúde suplementar, a partir do dia 22 deste mês.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1615737&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1615737&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião de segunda-feira (14), foi incluído o Ganciclovir, medicamento para tratar infecções causadas por citomegalovírus (CMV) em indivíduos imunossuprimidos pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), por meio da atualização da diretriz de utilização do procedimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo medicamento foi a Abiraterona, para tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático sensível à castração, por meio da atualização do procedimento da terapia antineoplásica oral para tratamento do câncer.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os planos de saúde deverão cobrir o Romosozumabe, terapia imunobiológica para mulheres com osteoporose na pós-menopausa e que falharam ao tratamento medicamentoso e tiveram duas ou mais fraturas. Essa tecnologia já constava no rol de procedimentos e teve a cobertura ampliada, por meio da retirada da faixa etária para a qual estava anteriormente indicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Agência Brasil</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O QUE PENSA PESTON PARA OS PRÓXIMOS 4 ANOS EM SUA PRIMEIRA LEGISLATURA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/sXrsyilMP9E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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			</item>
		<item>
		<title>Câncer De Próstata: Cannabis Pode Complementar Tratamento Da Doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 13:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cannabis medicinal pode complementar outras terapias no tratamento do câncer de próstata, melhorando a qualidade de vida do paciente Estamos no Novembro Azul, mês de conscientização sobre o câncer de próstata, neoplasia mais comum entre os homens brasileiros após o câncer de pele não melanoma, indica o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Com os avanços da medicina, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A cannabis medicinal pode complementar outras terapias no tratamento do câncer de próstata, melhorando a qualidade de vida do paciente</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos no <strong>Novembro Azul</strong>, mês de conscientização sobre o câncer de próstata, neoplasia mais comum entre os homens brasileiros após o <a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/cancer-de-pele-sintomas-tipos-tratamentos-e-cuidados.phtml">câncer de pele</a> não melanoma, indica o Instituto Nacional do Câncer (Inca).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os avanços da medicina, descobriu-se que a cannabis medicinal pode ser uma opção para o tratamento do câncer de próstata, principalmente como complemento a outras terapias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/9.jpg" alt="" class="wp-image-86860" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/9.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/9-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-a-cannabis-pode-ajudar-no-tratamento-do-cancer-de-prostata"><strong>Como a cannabis pode ajudar no tratamento do câncer de próstata</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Dr. Flavio Geraldes Alves, Presidente da Associação Pan-Americana de Medicina Canabinoide (APMC) e consultor médico da NuNature Labs, estudos in vitro e em animais mostraram que o CBD, um dos principais componentes da cannabis, pode ter efeitos anti câncer. O especialista cita, por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Indução da apoptose, que é a morte programada das células cancerosas;</li>



<li>Inibição da proliferação celular cancerosa;</li>



<li>Indução da diferenciação celular, que é o processo pelo qual as células cancerosas voltam a um estado mais normal;</li>



<li>Inibição da angiogênese, que é o crescimento de novos vasos sanguíneos que alimentam os tumores.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o&nbsp;<a href="https://sportlife.com.br/canabidiol-cbd-substancia-retirada-da-maconha-pode-melhorar-desempenho-esportivo/">CBD</a>&nbsp;pode agir no organismo de pacientes com câncer de várias maneiras. “Uma das principais maneiras é por meio da modulação do sistema endocanabinoide, que é um sistema de sinalização celular que desempenha um papel importante na regulação de várias funções, incluindo o crescimento celular, a inflamação e a dor”, destaca o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, a cannabis ainda pode agir nos receptores canabinóides. Estas são proteínas que se ligam aos canabinóides produzidos pelo próprio corpo ou pelos produtos da cannabis. A ativação desses receptores pode levar a uma série de efeitos benéficos, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Indução da apoptose das células cancerosas;</li>



<li>Inibição da proliferação celular cancerosa;</li>



<li>Indução da diferenciação celular;</li>



<li>Inibição da angiogênese;</li>



<li>Redução da inflamação;</li>



<li>Alívio da dor.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">“O CBD também pode ter efeitos anti-inflamatórios e analgésicos, que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida dos pacientes com câncer”, reforça o Dr. Flávio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele lembra que a cannabis é geralmente considerada segura, mas há algumas contraindicações que os pacientes devem estar cientes antes de começar o tratamento. É o caso, por exemplo, de gravidez e amamentação, pacientes psicóticos e pacientes com arritmia cardíaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Saúde em dia</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Câncer de Próstata" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4dT6NcsmlUs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Novembro Azul: No Brasil, 1 a cada 6 homens vai desenvolver câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 17:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Novembro Azul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;campanha Novembro Azul&#160;busca conscientizar os homens com relação aos perigos do&#160;câncer de próstata. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, no Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido à doença. À&#160;CNN Rádio, no&#160;Correspondente Médico, o oncologista e fundador do Instituto Vencer o Câncer Fernando Maluf contou que, a cada 6 homens, 1 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/novembro-azul" target="_blank" rel="noreferrer noopener">campanha Novembro Azul</a>&nbsp;busca conscientizar os homens com relação aos perigos do&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/cancer-de-prostata" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer de próstata.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, no Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido à doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À<strong>&nbsp;CNN Rádio</strong>, no&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/correspondente-medico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Correspondente Médico</a>, o oncologista e fundador do Instituto Vencer o Câncer Fernando Maluf contou que, a cada 6 homens, 1 vai desenvolver o câncer de próstata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele ainda alertou que, embora a mortalidade venha caindo ao redor do mundo, a tendência é a contrária no Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/5.jpg" alt="" class="wp-image-86856" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/5.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/5-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos profunda diferença entre pessoas que têm plano de saúde e SUS, o homem brasileiro de condição desfavorável tem maior risco de doença de pior prognóstico e mortalidade”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A detecção da doença passa por um exame de PSA e do toque retal: “Ambos são complementarem para chegar ao diagnóstico.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Normalmente a gente recomenda os exames a partir dos 50 anos de idade, todo ano, e antes, aos 45, quando há histórico familiar”, complementou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja mais: Conheça os principais sintomas do câncer de próstata</h2>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="#Shorts - Veja os principais sintomas do câncer de próstata" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/537_cHnbaIE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“O homem no Brasil vai ao médico espontaneamente 8 vezes menos do que as mulheres e perde a oportunidade de diagnóstico de diversas doenças”, alertou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Maluf, a melhor forma de prevenção à doença é a atividade física constante, além do controle de peso, dieta rica em frutas e legumes, e pobres em carne vermelha e embutidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Com produção de Isabel Campos</em> / Image by Freepik</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Caso 123 milhas" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/iBJsACKHv6I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/novembro-azul-no-brasil-1-a-cada-6-homens-vai-desenvolver-cancer-de-prostata/">Novembro Azul: No Brasil, 1 a cada 6 homens vai desenvolver câncer de próstata</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Câncer de próstata: demora para ir ao médico dificulta cura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 20:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer de próstata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que homens fazem menos consultas preventivas do que mulheres. Diagnóstico precoce é importante para curar câncer de próstata O dia 17 de novembro é definido como o&#160;Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata. Esta é mais uma oportunidade, em meio ao&#160;Novembro Azul, de promover ações de conscientização sobre a doença que mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa mostra que homens fazem menos consultas preventivas do que mulheres. Diagnóstico precoce é importante para curar câncer de próstata</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dia 17 de novembro é definido como o&nbsp;<strong>Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata</strong>. Esta é mais uma oportunidade, em meio ao&nbsp;<a href="https://www.saudeemdia.com.br/noticias/novembro-azul-comer-bem-pode-prevenir-cancer-de-prostata.phtml">Novembro Azul</a>, de promover ações de conscientização sobre a doença que mais atinge os homens brasileiros. Cerca de 29,2% da população masculina com alguma neoplasia no país é atingida pelo tumor na próstata, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A doença&nbsp;<strong>não apresenta sintomas</strong>&nbsp;quando está no estágio inicial, fase em que há 90% de chances de cura. Esse percentual diminui conforme a doença avança, por isso estar atento aos sintomas e ter acompanhamento médico regular são atitudes importantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resistência em cuidar da saúde</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, os homens ainda estão ficando para trás quando o assunto é cuidar da saúde. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia apontou que, no período de 1 ano, cerca de 82% das mulheres foram ao médico pelo menos uma vez, contra apenas 69% dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o assunto é gatilho com potencial de causar problemas à&nbsp;<strong>saúde mental.</strong>&nbsp;Segundo uma avaliação realizada pela Abbott Laboratories, cerca de 46% dos homens ficam ansiosos antes da consulta com o urologista e 50% têm medo de descobrir um problema sério de saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso nos mostra que a possibilidade de um diagnóstico positivo pode causar sintomas mais severos na saúde mental desses homens. Também é preocupante o fato de que, após anos de estudo, os homens ainda têm grande resistência aos cuidados com a saúde”, afirma Ines Hungerbühler, psicóloga, PhD e líder do time clínico do Wellz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cuidar e prevenir questões de saúde mental é muito importante em casos de diagnósticos oncológicos. O câncer de próstata, especificamente, é uma experiência com grande impacto emocional nos homens, podendo levar à&nbsp;<a href="https://sportlife.com.br/nocaute-na-depressao-como-a-atividade-fisica-transforma-vidas/">depressão</a>&nbsp;e crises de ansiedade”, acrescenta a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação, realizada pela Abbott em parceria com a Men’s Health Network, entrevistou dois mil homens cisgêneros, e mostrou que 52% dos entrevistados costumam ir a um médico quando algo precisa ser “consertado”. A maioria (63%) relatou que a dor prolongada e grave é o que faz eles decidirem irem a uma consulta médica. Episódios de vômito, sangramento ou coceira por si só não são fatores suficientes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas do câncer de próstata</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa falta de preocupação com a saúde pode atrasar o diagnóstico do câncer, diminuindo as chances de sucesso do tratamento. O Inca reforça que, na fase inicial, o tumor pode não apresentar sintomas. Mas, quando apresenta, os&nbsp;<strong>sintomas mais comuns</strong>&nbsp;são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Dificuldade para urinar</li><li>Demora em começar e terminar de urinar;</li><li>Sangue na urina;</li><li>Diminuição do jato de urina;</li><li>Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sintomas são motivos de alerta, mas não de preocupação. Isso porque eles também podem indicar a presença de&nbsp;<strong>doenças benignas da próstata</strong>, como a hiperplasia e a prostatite. Na presença desses sinais, a recomendação é realizar exames para investigar a chance de câncer de próstata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Saúde em dia</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="400" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/10/par.jpeg" alt="" class="wp-image-65725" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/10/par.jpeg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/10/par-300x150.jpeg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/10/par-768x384.jpeg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/cancer-de-prostata-demora-para-ir-ao-medico-dificulta-cura/">Câncer de próstata: demora para ir ao médico dificulta cura</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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