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	<title>Câncer Infantil |</title>
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	<title>Câncer Infantil |</title>
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		<title>Comissão aprova novas regras para campanhas sobre câncer infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da&#160;Câmara dos Deputados&#160;aprovou o Projeto de Lei 1986/24, determinando que as campanhas de conscientização sobre&#160;câncer&#160;em crianças e adolescentes priorizem a divulgação dos sintomas da doença. O texto altera a&#160;Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica. Como a proposta, do deputado Jefferson Campos (PL-SP), tramita em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos Deputados</a></strong>&nbsp;aprovou o Projeto de Lei 1986/24, determinando que as campanhas de conscientização sobre&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oncologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>&nbsp;</strong>em crianças e adolescentes priorizem a divulgação dos sintomas da doença.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>O texto altera a&nbsp;<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2022/lei-14308-8-marco-2022-792344-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica</a>.</p>



<p>Como a proposta, do deputado Jefferson Campos (PL-SP), tramita em caráter conclusivo, seguirá diretamente para análise do Senado Federal, sem necessidade de votação no Plenário da Câmara. Antes, o texto foi aprovado também pela Comissão de Saúde.</p>



<p><strong>Parecer favorável</strong></p>



<p>A relatora na CCJ, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), recomendou a aprovação do projeto. “A medida reforça o direito à saúde, cuja efetividade exige não apenas o acesso a tratamentos, mas também políticas públicas de prevenção, informação e diagnóstico tempestivo”, afirmou a parlamentar.</p>



<p>Ela reforça que a proposta “também encontra respaldo no princípio da proteção integral à criança e ao adolescente”.</p>



<p><strong>Educação continuada</strong></p>



<p>Pelo projeto, as campanhas deverão ter como foco prioritário sinais e sintomas dos principais cânceres infantis e incluir programas de educação continuada para profissionais de saúde, especialmente na atenção primária.</p>



<p>Atualmente, a Política de Atenção à Oncologia Pediátrica já prevê a realização de campanhas de conscientização sobre o câncer infantojuvenil, mas não detalha os assuntos a serem abordados nem trata da educação continuada dos profissionais que atendem crianças dentro das campanhas. A capacitação continuada é abordada em outros pontos da lei. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</em></p>



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		<title>Taxa de morte por câncer infantil no Brasil é duas vezes a dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Aug 2021 14:17:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A média brasileira está em 43,4 mortes por milhão, um patamar que permanece estagnado há 20 anos e com grandes disparidades regionais e de raça/cor  POR FOLHAPRESS &#8211; Sábado, 21 de agosto de 2021 CLÁUDIA COLLUCCI SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A falta de diagnóstico precoce e de acesso a tratamento especializado faz com que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A média brasileira está em 43,4 mortes por milhão, um patamar que permanece estagnado há 20 anos e com grandes disparidades regionais e de raça/cor</p>



<p> POR FOLHAPRESS &#8211; Sábado, 21 de agosto de 2021</p>



<p><strong>C</strong>LÁUDIA COLLUCCI</p>



<p><br>SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A falta de diagnóstico precoce e de acesso a tratamento especializado faz com que a taxa de mortalidade do câncer infantojuvenil no Brasil seja o dobro da verificada em países desenvolvidos.</p>



<p>A média brasileira está em 43,4 mortes por milhão, um patamar que permanece estagnado há 20 anos e com grandes disparidades regionais e de raça/cor. Nos EUA, a média é 22 mortes por milhão.<br>Enquanto estados como Bahia, Minas Gerais e São Paulo exibem taxas próximas a 40 óbitos por milhão, Piauí, Roraima e Amapá quase batem em 60 por milhão.</p>



<p><br>Há serviços oncológicos na região Sudeste com taxas de sobrevida compatíveis aos de países desenvolvidos -80% ou mais. Já outros nas regiões Centro Oeste e Norte estão abaixo de 50%.</p>



<p>Entre crianças e adolescentes indígenas, a taxa de mortes chega a ser 58% acima da média nacional -67,7 por milhão.</p>



<p><br>Os dados são até 2019 e constam em um levantamento inédito sobre o panorama da oncologia pediátrica no país, realizado pelo Instituto Desiderata, com apoio técnico de profissionais da Fundação do Câncer, do Instituto Nacional de Câncer e da Iniciativa Global da Organização Mundial da Saúde para o Câncer Infantil na América Latina e Caribe.</p>



<p><br>Há preocupação adicional dos especialistas com o impacto da pandemia de Covid-19 no atendimento a crianças e adolescentes com câncer. Existem relatos de que em 2020 houve atrasos no encaminhamento de casos suspeitos, cancelamento de procedimentos ou mesmo a demora pela procura de tratamento, o que pode diminuir as chances de sobrevida.</p>



<p><br>Lançado em um fórum oncológico há duas semanas, o documento integra uma série de ações dentro de uma iniciativa global da OMS (Organização Mundial da Saúde) que busca diminuir as disparidades regionais e aumentar as chances de sobreviver ao câncer infantil.</p>



<p>A meta da iniciativa é atingir 60% de sobrevivência no câncer infantojuvenil até 2030. O Ministério da Saúde designou pessoas para acompanhar a articulação, mas ainda não assinou o compromisso.</p>



<p><br>Apesar de representar apenas de 2% a 3% do total dos casos de tumores diagnosticados no Brasil, o câncer é a principal causa de morte por doenças entre zero e 19 anos -só perde para as mortes violentas. São cerca de 8.500 novos casos anuais.</p>



<p><br>Na iniciativa global, há uma série de ações preconizadas como capacitação da atenção primária para reconhecer sinais da doença e encaminhar a pessoa rapidamente para concluir o diagnóstico, além do acesso a centros de tratamento de excelência e terapias necessárias.</p>



<p><br>Também se discute a necessidade de benefícios sociais para que não haja abandono do tratamento. Como muitas crianças precisam sair de suas cidades para se tratar, o pai ou a mãe precisa abandonar o emprego ou o resto da família e não há como se bancar longe de casa.<br>Nas regiões Norte e Centro Oeste, há um menor número de serviços habilitados e médicos especializados em oncologia pediátrica. Com isso, há um grande fluxo de pacientes em direção a São Paulo.</p>



<p>De todas as crianças que deixam seu estado de origem e vão para outro para receber tratamento, 70,4% acabam em São Paulo.</p>



<p><br>&#8220;Essas crianças enfrentam grandes problemas de deslocamento para que possam ter seu tratamento em centros especializados. Precisamos pensar em políticas que possam trazer mais equidade de tratamento&#8221;, disse Neviçolino Pereira de Carvalho Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, na abertura do fórum.</p>



<p><br>Segundo Roberta Costa Marques, diretora-executiva do Desiderata, todo o movimento é no sentido de tentar melhorar a eficiência e a organização dos serviços oncológicos, especialmente os públicos.<br>O panorama oncológico mostra vários problemas relacionados à assistência adequada. Por exemplo: 43% dos pacientes entre 15 e 19 anos foram tratados em hospitais sem habilitação em oncologia pediátrica.</p>



<p><br>Orientações nacionais e internacionais indicam o tratamento em centros especializados para esse público, mesmo que seja um adulto jovem.</p>



<p><br>&#8220;A oncologia pediátrica vai muito além dos 14, 15 anos, depende da característica do tumor. Tem gente que defende que até os 21 anos ainda é câncer infantil. Porque o protocolo de tratamento é o infantil, não é o de adulto.&#8221;</p>



<p><br>A mortalidade por câncer é maior entre os adolescentes (51,1/milhão), seguida de crianças de 0 a 4 anos (46,9/ milhão). Nas faixas etárias de 5 a 9 e 10 a 14, os valores são próximos: 37,9 e 37,1 por milhão, respectivamente.</p>



<p><br>O diagnóstico preciso dos tumores é um outro desafio no país: 8% deles foram classificados como neoplasias não especificadas nos RCBP (Registros de Câncer de Base Populacional). Nos Estados Unidos, esse valor é inferior a 1%.</p>



<p>A oncologista Maria Inez Gadelha, da secretaria de atenção especializada do Ministério da Saúde, diz ter ficado &#8220;deprimida e preocupada&#8221; com fato de que, a despeito de todos os esforços de organização e de financiamento dos serviços oncológicos pediátricos, as taxas de mortalidade se mantiveram estagnadas em patamares altos.</p>



<p><br>&#8220;Ainda que tenhamos taxas excelentes [em alguns centros], que correspondem a países desenvolvidos, no global, confesso a minha depressão pelas fragilidades do monitoramento e avaliação [dos centros oncológicos com resultados ruins].&#8221;</p>



<p><br>Para ela, a discussão fundamental agora é melhorar a capacidade instalada. &#8220;Não adianta criar novos centros.&#8221;</p>



<p><br>Rafael Dall Alba, consultor nacional em doenças não transmissíveis da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) lembrou que nos últimos anos houve enorme progresso nas terapias para o câncer infantil.</p>



<p><br>&#8220;No caso da leucemia aguda, 30 anos atrás era considerada inevitavelmente fatal. Atualmente é o câncer infantil mais frequente e com taxa de sobrevivência em cinco anos superior a 70%&#8221;, afirmou.<br>Mas os especialistas chamam a atenção para o fato de o país enfrentar o desabastecimento recorrente de quimioterápicos fundamentais para combater tumores pediátricos -o que impacta diretamente nas estratégias de tratamento.</p>



<p><br>Segundo o oncologista pediátrico Claudio Galvão de Castro Júnior, do Hospital São Camilo (de São Paulo), o maior problema continua sendo os medicamentos antigos, que estão desaparecendo do mercado por serem muito baratos e, por isso, não despertar mais o interesse das farmacêuticas, associados a problemas de distribuição, legislação, carga tributária e a dificuldades nas plantas de fabricação.</p>



<p><br>Os substitutos dessas drogas, quando existem, são muito caros, o que inviabiliza o acesso. Um exemplo é a bleomicina, fundamental no tratamento do linfoma de Hodgkin, que custava R$ 240 e que sumiu do mercado. Seu substituto é o brentuximabe, que custa cerca de R$ 18 mil.</p>



<p>&#8220;Temos denunciado isso há uma década, mas nada de concreto foi feito. Agora, com a pandemia, a discussão parou de vez&#8221;, diz Castro Júnior.</p>



<p><br>Para o oncologista Gelcio Luiz Quintella, do Inca (Instituto Nacional do Câncer), o cuidado integral da criança com câncer também precisa ser estendido para os sobreviventes e para as sequelas tardias do tratamento, como complicações cardiovasculares e metabólicas.<br>Não menos importante, segundo ele, são os cuidados paliativos, voltados para as crianças sem chances de cura. &#8220;Essa discussão já está mais avançada no câncer adulto, mas não no infantojuvenil.&#8221;</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/taxa-de-morte-por-cancer-infantil-no-brasil-e-duas-vezes-a-dos-eua/">Taxa de morte por câncer infantil no Brasil é duas vezes a dos EUA</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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