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	<title>Câncer |</title>
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	<title>Câncer |</title>
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		<title>Projeto obriga notificação de casos de câncer associado ao amianto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto de Lei 6265/25]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 6265/25 obriga laboratórios a notificar casos confirmados de mesotelioma maligno.&#160;Trata-se de um câncer raro e agressivo, geralmente associado à exposição ao amianto (material que era usado em construções e é proibido no Brasil desde 2017), que afeta o revestimento dos pulmões ou do abdômen. O texto, de autoria do deputado Vicentinho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 6265/25 obriga laboratórios a notificar casos confirmados de mesotelioma maligno.&nbsp;Trata-se de um câncer raro e agressivo, geralmente associado à exposição ao amianto (material que era usado em construções e é proibido no Brasil desde 2017), que afeta o revestimento dos pulmões ou do abdômen.</p>



<p>O texto, de autoria do deputado Vicentinho (PSDB-TO), está em análise na&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos Deputados</a></strong>. O objetivo é ampliar o controle da doença no país.</p>



<p>A proposta inclui a obrigação na&nbsp;<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1970-1979/lei-6259-30-outubro-1975-357094-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 6.259/75</a>, que já exige a notificação de outras enfermidades.</p>



<p><strong>Letalidade</strong></p>



<p>Segundo Vicentinho, mais de 90% dos pacientes morrem em menos de um ano após o diagnóstico de mesotelioma maligno.</p>



<p>No Brasil, dados do Sistema Único de Saúde (SUS) citados pelo parlamentar indicam que 2.400 pessoas morreram em decorrência da doença entre 2000 e 2011. Ele acredita, no entanto, que os casos podem estar subnotificados.</p>



<p>Para o autor, a notificação obrigatória pode gerar mais informações sobre esse câncer e ajudar na criação de ações de prevenção e tratamento.</p>



<p><strong>Procedimentos</strong></p>



<p>O profissional que emitir o laudo confirmando o diagnóstico deverá enviar a notificação. A medida vale para todos os casos, independentemente do tipo de atendimento.</p>



<p>O&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/ministerio-da-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a></strong>&nbsp;vai definir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>prazo;</li>



<li>meio de envio;</li>



<li>conteúdo mínimo;</li>



<li>forma e frequência das notificações; e</li>



<li>regras para integração e compartilhamento dos dados.</li>
</ul>



<p><strong>Próximos passos</strong></p>



<p>O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>



<p>Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>



<p> <em>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PNAB CICLO 2 E PERSPECTIVA DA CULTURA NO CAMPO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YCl593o_j0M?start=660&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Mortes por câncer do colo do útero crescem 13,4% em três anos no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[colo do útero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou 7,5 mil mortes em decorrência do câncer do colo do útero em 2024, alcançando o terceiro ano seguido de alta nos óbitos pela doença, que pode ser evitada com a vacinação contra o vírus HPV. No ano anterior, foram 7,2 mil mortes. Os dados são do DATASUS-SIM, disponíveis no&#160;Observatório da Saúde Pública, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou 7,5 mil mortes em decorrência do câncer do colo do útero em 2024, alcançando o terceiro ano seguido de alta nos óbitos pela doença, que pode ser evitada com a vacinação contra o vírus HPV. No ano anterior, foram 7,2 mil mortes. Os dados são do DATASUS-SIM, disponíveis no&nbsp;<a href="https://observatoriosaudepublica.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório da Saúde Pública</a>, da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/umane/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Umane</a></strong>, organização que atua pelo fortalecimento da saúde pública. O número representa o maior patamar registrado na série histórica iniciada em 2000, quando foram contabilizadas cerca de 3.955 mortes. A tendência de aumento se intensificou no início em 2022, acumulando crescimento de 13,4% até o ano de 2024.</p>



<p>As principais vítimas da doença, em 2024, foram mulheres com 65 anos ou mais (32,6% das mortes), pardas (48,3%) e com menor escolaridade, contabilizando de 0 a 7 anos de estudos (52,3%).</p>



<p>Dados do inquérito&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/vigitel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vigitel</a>&nbsp;</strong>de 2024 indicam que, em 2024, 12,5% das mulheres entre 25 e 64 anos informaram nunca ter realizado o exame de Papanicolau na vida, principal método de rastreamento do câncer do colo do útero, ao menos uma vez na vida.</p>



<p>Principal estratégia de prevenção do câncer do colo do útero, a vacinação contra o HPV registrou cobertura de 79,95% entre pessoas de 9 a 14 anos em 2025, com maior adesão entre meninas (85,89%) do que entre meninos (74,26%), segundo dados do Ministério da Saúde. Os números evidenciam o crescimento da vacinação em relação a 2024, cuja cobertura era de 75%, com índices de 83% entre meninas e 67% entre meninos.</p>



<p>“Apesar da evolução nas taxas de vacinação contra HPV e aumento anual na realização do exame citopatológico, permanece o desafio de universalizar a cobertura do exame e a vacinação de meninas de 9 a 14 anos. Somente com políticas públicas fortes e integradas – focadas na prevenção e que considerem nossa diversidade regional, demográfica e os determinantes sociais de gênero – é que o país poderá enfrentar esse desafio e proporcionar saúde, qualidade de vida e longevidade para essa parcela da população”, afirma Thais Junqueira, Superintendente Geral da Umane.</p>



<p><strong>Prevenção e erradicação</strong></p>



<p>Com a meta de erradicar a mortalidade de mulheres por câncer do colo do útero até 2030, o projeto Unidos pela Eliminação do Câncer de Colo do Útero está em expansão no Ceará, com atuação em municípios da região de saúde de Caucaia. A estratégia prioriza crianças e adolescentes de 9 a 14 anos e busca atingir 90% de cobertura vacinal contra o HPV, além de 40% de cobertura de rastreamento.</p>



<p>Em 2025, nos municípios pilotos, Paracuru e São Gonçalo do Amarante, a meta de vacinação já foi ultrapassada, tanto para as meninas como para os meninos. Já os dados da região de saúde de Caucaia como um todo ainda está em evolução, sendo 80,1% para as meninas e 69,7% para os meninos.</p>



<p>A iniciativa integra o movimento Juntos Contra o HPV, idealizado pelo&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/grupo-mulheres-do-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo Mulheres do Brasil</a></strong>, dentro do programa Juntos pela Saúde, do BNDES, gerido pelo IDIS em parceria com a Umane.</p>



<p>Em dezembro de 2025, o projeto foi&nbsp;<a href="https://apsredes.org/wp-content/uploads/2025/12/Resultado-preliminar-da-homologacao.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reconhecido</a>&nbsp;pelo Ministério da Saúde e pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) como uma das iniciativas educacionais em epidemiologia aplicadas aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ABERTURA DOS TRABALHOOS LEGISLATIVO E ELEIÇÃO 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Ax0xhIcT_hM?start=1207&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 13:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo internacional sobre mortes por câncer no mundo estima que 43,2% dos óbitos provocados pela doença no Brasil poderiam ser evitados com medidas de prevenção, diagnóstico precoce e melhor acesso ao tratamento. A pesquisa estima que, dos casos de câncer diagnosticados no país em 2022, cerca de 253,2 mil devem resultar em morte até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo internacional sobre mortes por câncer no mundo estima que 43,2% dos óbitos provocados pela doença no Brasil poderiam ser evitados com medidas de prevenção, diagnóstico precoce e melhor acesso ao tratamento.</p>



<p>A pesquisa estima que, dos casos de câncer diagnosticados no país em 2022, cerca de 253,2 mil devem resultar em morte até cinco anos após a detecção. Dessas, 109,4 mil poderiam ser evitadas.</p>



<p>O&nbsp;<a href="https://www.thelancet.com/journals/langlo/article/PIIS2214-109X(25)00494-2/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>&nbsp;<em>Mortes evitáveis por meio da prevenção primária, detecção precoce e tratamento curativo do câncer no mundo</em>&nbsp;faz parte da edição de março da revista científica The Lancet, uma das publicações médicas mais conceituadas internacionalmente.</p>



<p>O trabalho é assinado por 12 autores, oito deles vinculados à Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/iarc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Iarc</a></strong>, na sigla em inglês), ligada à Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) e sediada em Lyon, na França.</p>



<p>Os pesquisadores dividem as quase 110 mil mortes por câncer evitáveis no Brasil em dois grupos: 65,2 mil são preveníveis, ou seja, a doença poderia nem ter ocorrido, e as outras 44,2 mil são classificadas como evitáveis por diagnóstico precoce e acesso adequado a tratamento.</p>



<p><strong>Mundo</strong></p>



<p>O levantamento apresenta um olhar global sobre mortes por câncer. O estudo apurou informações sobre 35 tipos de câncer em 185 países.</p>



<p>Em termos mundiais, o percentual de óbitos evitáveis é de 47,6%. Isso representa que, dos 9,4 milhões de mortes causadas pela doença, quase 4,5 milhões poderiam não ter acontecido.</p>



<p>O grupo de pesquisa detalha que, do total de mortes, uma em cada três (33,2%) é prevenível, e 14,4% poderiam não acontecer caso houvesse diagnóstico precoce e acesso a tratamento.</p>



<p>Ao estimar quantas mortes poderiam ser evitadas por medidas de prevenção, os pesquisadores apontam cinco fatores de risco:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>tabaco;</li>



<li>consumo de álcool;</li>



<li>excesso de peso;</li>



<li>exposição à radiação ultravioleta;</li>



<li>e infecções (causadas por vírus como o do HPV e o da hepatite e pela bactéria Helicobacter pylori).</li>
</ul>



<p><strong>Disparidades</strong></p>



<p>Ao comparar países, regiões geográficas e nível de desenvolvimento, o estudo identifica disparidades ao redor do mundo.</p>



<p>Os países do norte da Europa apresentam percentual de mortes evitáveis bem próximo de 30%. O mais bem posicionado é a Suécia (28,1%), seguido por Noruega (29,9%) e Finlândia (32%). Isso significa que, de cada dez mortes, apenas três poderiam ser evitadas.</p>



<p>Já no outro extremo, as dez maiores proporções de mortes evitáveis estão em países africanos. A pior situação é em Serra Leoa (72,8%). Em seguida, figuram Gâmbia (70%) e Malaui (69,6%).</p>



<p>Nesses países, sete em cada dez mortes poderiam ser evitadas com mais prevenção, melhor diagnóstico e acesso a tratamento.</p>



<p>Menores índices de mortes evitáveis:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Austrália e Nova Zelândia: 35,5%;</li>



<li>Norte da Europa: 37,4%;</li>



<li>América do Norte: 38,2%.</li>
</ul>



<p>Maiores proporções:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>África Oriental: 62%;</li>



<li>África Ocidental: 62%;</li>



<li>África Central: 60,7%.</li>
</ul>



<p>A América do Sul tem 43,8% de mortes por câncer evitáveis, indicador bem parecido com o do Brasil.</p>



<p><strong>IDH</strong></p>



<p>As desigualdades também aparecem quando os países são agrupados por Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), um indicador da Organização das Nações Unidas (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/onu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ONU</a></strong>) que leva em consideração os níveis de saúde, educação e renda.</p>



<p>Nos países de baixo IDH, que significa pior qualidade de vida, seis em cada dez (60,8%) mortes por câncer poderiam ter sido evitadas.</p>



<p>Em seguida, situam-se os grupos de IDH alto (57,7%), médio (49,6%) e muito alto (40,5%). O Brasil é considerado um país de IDH alto.</p>



<p>A pesquisa revela que no grupo de países com baixo e médio IDH, o câncer de colo de útero é o primeiro na lista de mortes evitáveis.</p>



<p>Já nos grupos de IDH alto e muito alto, esse tipo de câncer sequer aparece entre os cinco principais tipos da doença em número de mortes evitáveis.</p>



<p>Outra forma de enxergar a disparidade entre os países é a diferença entre as taxas de mortalidade por câncer do colo do útero. Em países com IDH muito alto, a proporção é de 3,3 de vítimas da doença a cada 100 mil mulheres. Já nos de IDH baixo, essa relação sobe para 16,3 por 100 mil.</p>



<p><strong>Tipos de câncer</strong></p>



<p>O estudo publicado na The Lancet estima que 59,1% das mortes evitáveis são relacionadas aos cânceres de pulmão, fígado, estômago, colorretal e colo do útero.</p>



<p>Quando se observa apenas os casos de câncer que poderiam ser evitados por medidas preventivas, o maior causador do óbito é o câncer de pulmão. Foram 1,1 milhão de mortes, correspondendo a 34,6% de todas as mortes preveníveis por câncer.</p>



<p>Já o câncer de mama nas mulheres foi o que teve mais mortes tratáveis, ou seja, pessoas que poderiam sobreviver recebendo diagnóstico no tempo certo e acesso a tratamento adequado. Foram 200 mil, o que representa 14,8% de todas as mortes em casos tratáveis.</p>



<p><strong>Combate</strong></p>



<p>Os pesquisadores apontam caminhos para diminuir o número de mortes evitáveis. Um deles é a realização de campanhas e ações que diminuam a incidência do tabagismo e do consumo de álcool, além de aumento de preço desses produtos, como forma de desestimular o consumo.</p>



<p>O estudo direciona atenção também ao excesso de peso. “O crescente número de pessoas com excesso de peso representa desafios consideráveis para a saúde global”, apontam os autores.</p>



<p>Eles sugerem iniciativas como intervenções “que regulam a publicidade, a rotulagem e [majoração] de impostos sobre alimentos e bebidas não saudáveis”.</p>



<p>Os pesquisadores enfatizam a importância da prevenção a infecções que são associadas ao câncer, como o HPV, que é prevenível por vacinação.</p>



<p>Os autores apontam ainda a necessidade de focar em metas relacionadas à detecção do câncer de mama.</p>



<p>“Alcançar as metas da OMS de que pelo menos 60% dos cânceres de mama sejam diagnosticados nos estágios um ou dois [escala que vai até zero a cinco] e que mais de 80% dos pacientes recebam diagnóstico dentro de 60 dias após a primeira consulta”.</p>



<p>“São necessários esforços globais para adaptar a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer a fim de enfrentar as desigualdades nas mortes evitáveis, especialmente em países com baixo e médio IDH”, conclui o estudo.</p>



<p>Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) fazem campanhas regulares de prevenção e diagnóstico precoce. ,</p>



<p><em>(Com informações da Agência Brasil)</em></p>



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<iframe title="ELEIÇÃO 2026: O QUE PENSA O VEREADOR JAILDO?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rd3TTxq6VKc?start=358&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/quatro-em-cada-dez-mortes-por-cancer-no-brasil-sao-evitaveis/">Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Na Ásia, Jerônimo assinará parceria para produção de medicamentos contra o câncer na Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 18:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[produção de medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o governo do estado, a Missão à Ásia busca fortalecer a presença da Bahia em uma agenda estratégica para o Brasil e para o povo baiano. O governador Jerônimo Rodrigues viajou para a Ásia, na noite da última quarta-feira (18), onde integrará a comitiva do presidente Lula na Cúpula Global de Impacto da Inteligência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o governo do estado, a Missão à Ásia busca fortalecer a presença da Bahia em uma agenda estratégica para o Brasil e para o povo baiano.</p>



<p>O governador Jerônimo Rodrigues viajou para a Ásia, na noite da última quarta-feira (18), onde integrará a comitiva do presidente Lula na Cúpula Global de Impacto da Inteligência Artificial (IA). O gestor estadual participará de uma agenda em dois países, Índia e Coreia do Sul.</p>



<p>Segundo o governo do estado, a Missão à Ásia busca fortalecer a presença da Bahia em uma agenda estratégica para o Brasil e para o povo baiano.</p>



<p>Nas redes sociais, Jerônimo informou que entre os objetivos está o fechamento de uma parceria tecnológica para produção de medicamentos para o tratamento de câncer pela Bahiafarma.</p>



<p>&#8220;Lá participarei de uma agenda sobre inteligência artificial, que a agência de mercado, de exportação, a Apex, está promovendo com diversos empresários, inclusive com a presença do presidente Lula. Apresentarei as possibilidades de investimentos internacionais na Bahia, na área agrícola, na área de energias, de indústrias. E nós assinaremos um protocolo definitivo para que a gente possa aqui na Bahiafarma produzir medicamentos, inclusive com foco para o tratamento de câncer, que nós forneceremos ao SUS. Espero que a gente possa já em 2027, 2028, estar fornecendo esses medicamentos ao SUS, e eu estarei abrindo outras portas de possibilidades de captação de investimentos para a Bahia&#8221;, informou antes de embarcar.</p>



<p>Durante o período de 7 dias, o vice-governador, Geraldo Júnior, assumirá o governo do estado.&nbsp;</p>



<p>Fonte: Jornal Folha do Estado / Foto: Wuiga Rubini/GOVBA</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="COMO FAZER UMA BOA INTERPRETAÇÃO DAS ESCRITURAS?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/i-kywYY-vZw?start=4&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/na-asia-jeronimo-assinara-parceria-para-producao-de-medicamentos-contra-o-cancer-na-bahia/">Na Ásia, Jerônimo assinará parceria para produção de medicamentos contra o câncer na Bahia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisadores descobrem como &#8220;desativar&#8221; gene que causa câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA["desativar"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo também mostra possibilidade de tratamentos mais curtos e com menos efeitos colaterais Pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália, em parceria com a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, descobriram um mecanismo capaz de&#160;“desativar” permanentemente genes responsáveis pelo desenvolvimento do câncer. A descoberta representa um avanço significativo no campo da oncologia e pode transformar a forma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo também mostra possibilidade de tratamentos mais curtos e com menos efeitos colaterais</p>



<p>Pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália, em parceria com a Universidade Harvard, nos Estados Unidos, descobriram um mecanismo capaz de&nbsp;<strong>“desativar” permanentemente genes responsáveis pelo desenvolvimento do câncer</strong>. A descoberta representa um avanço significativo no campo da oncologia e pode transformar a forma como a doença é tratada.</p>



<p>O&nbsp;<a href="https://www.eurekalert.org/news-releases/1115083" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>&nbsp;foi publicado na revista científica Nature Cell Biology e aponta para a possibilidade de tratamentos mais curtos e com menos efeitos colaterais, um dos maiores desafios enfrentados por pacientes oncológicos atualmente.</p>



<p>A pesquisa está centrada na chamada&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/tratamento-contra-cancer-de-cerebro-modifica-comportamento-do-dna-tumoral/">terapia epigenética</a>, abordagem que utiliza medicamentos para modificar a forma como os genes são ativados ou desativados, sem alterar o DNA em si. Essa estratégia busca reverter alterações nocivas causadas por mutações cancerígenas, especialmente em tipos agressivos de leucemia aguda.</p>



<p>Segundo os cientistas, algumas dessas leucemias são provocadas por um erro genético que sequestra o mecanismo normal de controle da célula, mantendo genes promotores do câncer constantemente ativos. Embora já existam medicamentos capazes de atingir esse processo, até então não se compreendia totalmente como eles funcionavam.</p>



<p>A equipe liderada por Omer Gilan, pesquisador sênior da Escola de Medicina Translacional da Universidade Monash e do Centro Australiano de Doenças do Sangue, identificou que o direcionamento das proteínas epigenéticas Menina ou DOT1L pode desligar de forma duradoura os genes causadores do câncer em células leucêmicas.</p>



<p>“Potencialmente, identificamos uma nova maneira de explorar as fragilidades do câncer”, afirmou Gilan. “O mais empolgante é que essas descobertas podem ajudar os médicos a melhorar a resposta ao tratamento e reduzir os efeitos colaterais nos pacientes.”</p>



<p>Para o pesquisador,&nbsp;<strong>tornar o tratamento mais tolerável é essencial</strong>. “Qualquer pessoa que já viu um ente querido passar por um tratamento contra o câncer sabe o quanto isso é difícil. Tornar a terapia mais eficaz e menos desgastante é absolutamente vital”, disse.</p>



<p>O autor principal do estudo, o doutorando Daniel Neville, explicou que a inovação está relacionada à chamada “memória” epigenética fornecida pela proteína DOT1L nas células cancerígenas. De acordo com ele, os medicamentos usados para atingir a proteína Menina apagam essa memória, permitindo que as células cancerígenas continuem sendo eliminadas mesmo após a interrupção do tratamento.</p>



<p>“Esperamos que, ao reduzir o tempo de tratamento, os pacientes possam tolerar doses mais altas ou se tornem elegíveis para terapias adicionais que melhorem os resultados”, afirmou Neville. Para ele, o avanço representa “um grande passo à frente para a terapia epigenética”.</p>



<p>A descoberta deverá ser testada ainda este ano em um&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/efeito-sanfona-prejudica-o-metabolismo-em-mulheres-entenda/">ensaio clínico</a>&nbsp;conduzido pela Universidade Monash em parceria com o Hospital Alfred, também na Austrália.</p>



<p>O professor associado Shaun Fleming, hematologista clínico e chefe do programa de doenças mieloides do Hospital Alfred, avalia que o estudo representa um&nbsp;<strong>avanço promissor no tratamento da leucemia.</strong></p>



<p>“À medida que avançamos nos ensaios clínicos dos inibidores da Menina, uma melhor compreensão de como essas terapias funcionam pode nos permitir utilizá-las de forma mais eficaz e segura no futuro”, afirmou.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Foto: • Freepik</p>



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<iframe title="JANEIRO BRANCO - CUIDAR DA VIDA É UMA ÓTIMA IDÉIA!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9gRjgdZk5fk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pesquisadores-descobrem-como-desativar-gene-que-causa-cancer/">Pesquisadores descobrem como “desativar” gene que causa câncer</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dia Mundial do Câncer: como prevenir e detectar cedo antes que seja tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dia Mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença é um dos maiores desafios da saúde global e exige informação, rastreamento adequado e cuidado integral para reduzir impactos e salvar vidas O&#160;Dia Mundial do Câncer, celebrado nesta quarta-feira (4), chama a atenção para um ponto central no enfrentamento da doença:&#160;informação de qualidade salva vidas. Apesar dos avanços da medicina, muitos tumores ainda são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Doença é um dos maiores desafios da saúde global e exige informação, rastreamento adequado e cuidado integral para reduzir impactos e salvar vidas</p>



<p>O&nbsp;<strong>Dia Mundial do Câncer</strong>, celebrado nesta quarta-feira (4), chama a atenção para um ponto central no enfrentamento da doença:&nbsp;<strong>informação de qualidade salva vidas</strong>. Apesar dos avanços da medicina, muitos tumores ainda são diagnosticados em fases avançadas, quando as opções terapêuticas se tornam mais complexas e os desfechos, menos favoráveis.</p>



<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mulheres-jovens-tem-dobro-de-risco-de-cancer-do-que-homens-diz-estudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>&nbsp;é responsável por cerca de 20 milhões de novos casos e quase 10 milhões de mortes por ano em todo o mundo, consolidando-se como uma das principais causas de mortalidade global.</p>



<p>No Brasil, estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) indicam cerca de 700 mil novos casos anuais, considerando o triênio mais recente, com destaque para os tumores de mama, próstata, pulmão, cólon e reto. Esses números evidenciam não apenas a magnitude da doença, mas também a importância de políticas contínuas de prevenção, rastreamento e acesso ao diagnóstico precoce.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Câncer como problema de saúde global</h2>



<p>O câncer não é uma única doença, mas um conjunto de mais de 100 condições caracterizadas pelo crescimento desordenado de células. O&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/apenas-17-dos-brasileiros-acham-que-envelhecer-e-ruim-diz-estudo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">envelhecimento da população</a>, mudanças no estilo de vida e fatores ambientais contribuíram para o aumento da incidência nas últimas décadas. Além do impacto físico, o diagnóstico costuma trazer repercussões emocionais, sociais e financeiras significativas para pacientes e familiares.</p>



<p>Nesse cenário, a disseminação de informações corretas é considerada uma das ferramentas mais poderosas de enfrentamento. Conhecer fatores de risco, sinais de alerta e a importância dos exames de rotina permite decisões mais rápidas e assertivas, reduzindo atrasos no diagnóstico e no início do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prevenção que salva vidas</h2>



<p>Estima-se que uma parcela expressiva dos casos de câncer poderia ser evitada com a redução de fatores de risco modificáveis ao longo da vida. Não fumar, manter uma alimentação equilibrada, praticar&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/em-quais-fases-da-vida-a-atividade-fisica-e-mais-importante-para-a-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atividade física</a>&nbsp;regular, controlar o peso corporal, reduzir o consumo de álcool e proteger-se da exposição excessiva ao sol são medidas amplamente reconhecidas pela ciência.</p>



<p>Além dos hábitos saudáveis, os exames de rastreamento ocupam papel central na prevenção. Mamografia, Papanicolaou, colonoscopia, exames dermatológicos e avaliações específicas para grupos de risco permitem identificar lesões iniciais ou alterações pré-malignas, muitas vezes antes do surgimento de sintomas. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura e possibilita tratamentos menos agressivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidado integral ao paciente oncológico</h2>



<p>Quando o câncer é diagnosticado, o cuidado precisa ir além do tratamento do tumor. A abordagem multidisciplinar – envolvendo oncologistas, cirurgiões, radioterapeutas, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos – contribui para melhores resultados clínicos e maior qualidade de vida.</p>



<p>O apoio emocional também é um pilar fundamental. Ansiedade, medo e insegurança fazem parte do processo e precisam ser reconhecidos e acolhidos. Pacientes bem informados e acompanhados tendem a aderir melhor ao tratamento e enfrentar a doença com mais segurança.</p>



<p>O Dia Mundial do Câncer reforça uma mensagem fundamental: prevenir é possível, diagnosticar cedo faz diferença e cuidar de forma integral transforma os desfechos. Investir em informação, acesso ao rastreamento e atenção contínua ao paciente é essencial para reduzir o impacto da doença e salvar vidas.</p>



<p><em>*Texto escrito pela oncologista clínica Larissa Müller Gomes, do grupo Oncoclínicas (CRM/SP 180158)</em></p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Foto: wutwhanfoto/GettyImages</p>



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<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO NO BRASIL: O SUS COMO REFERÊNCIA MUNDIAL NA PROTEÇÃO COLETIVA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-cdJU2tXx4I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/dia-mundial-do-cancer-como-prevenir-e-detectar-cedo-antes-que-seja-tarde/">Dia Mundial do Câncer: como prevenir e detectar cedo antes que seja tarde</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Novas estratégias potencializam a eficácia da terapia CAR-NK contra o câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores do&#160;Hemocentro de Ribeirão Preto&#160;e do Centro de Terapia Celular (CTC) realizaram estudo em que utilizaram a linhagem NK-92 para testar novos modelos de receptores quiméricos (CAR) com domínios coestimulatórios específicos, como 2B4 e DAP12. Os testes demonstraram que esses componentes ajudaram as células a ficarem “prontas para atacar”, aumentando sua capacidade de destruir tumores. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores do<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/hemocentro-de-ribeirao-preto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Hemocentro de Ribeirão Preto</a></strong>&nbsp;e do Centro de Terapia Celular (CTC) realizaram estudo em que utilizaram a linhagem NK-92 para testar novos modelos de receptores quiméricos (CAR) com domínios coestimulatórios específicos, como 2B4 e DAP12. Os testes demonstraram que esses componentes ajudaram as células a ficarem “prontas para atacar”, aumentando sua capacidade de destruir tumores. Os resultados foram&nbsp;<a href="https://www.frontiersin.org/journals/immunology/articles/10.3389/fimmu.2025.1675877/full" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicados</a>&nbsp;na revista Frontiers in Immunology.</p>



<p>O CTC é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/fapesp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FAPESP</a></strong>, sediado no Hemocentro de Ribeirão Preto.</p>



<p>As terapias celulares baseadas em CAR vêm revolucionando o tratamento do câncer, especialmente dos tumores hematológicos. No entanto, embora já se saiba quais componentes funcionam melhor em células CAR-T, ainda existem muitas dúvidas sobre quais sinais intracelulares tornam as células CAR-NK mais eficazes.</p>



<p>O trabalho do CTC mostra que a combinação de uma coestimulação otimizada com o controle farmacológico reversível pode tornar as terapias CAR-NK mais potentes e eficientes, contribuindo para o desenvolvimento de novas gerações de tratamentos celulares.</p>



<p>A pesquisa também avaliou o uso temporário do medicamento dasatinibe como estratégia para controlar a ativação dessas células. Em modelos animais, células CAR-NK com 2B4-DAP12, pré-tratadas com dasatinibe, apresentaram melhor controle tumoral em comparação às versões tradicionais, informou a Assessoria de Imprensa do Hemocentro de Ribeirão Preto.</p>



<p>Os interessados em saber mais sobre a pesquisa podem assistir a vídeo no canal do Hemocentro de Ribeirão Preto no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=E_NQDQi2HQU" target="_blank" rel="noreferrer noopener">YouTube</a>.</p>



<p> <em>(Com informações da Agência Fapesp)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO NO BRASIL: O SUS COMO REFERÊNCIA MUNDIAL NA PROTEÇÃO COLETIVA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-cdJU2tXx4I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/novas-estrategias-potencializam-a-eficacia-da-terapia-car-nk-contra-o-cancer/">Novas estratégias potencializam a eficácia da terapia CAR-NK contra o câncer</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Câmara aprova prioridade a idosos nos tratamentos contra o câncer</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Saúde da&#160;Câmara dos Deputados&#160;aprovou projeto de lei que altera o&#160;Estatuto do Idoso&#160;para prever tratamento prioritário contra o câncer para idosos na rede hospitalar.&#160;A medida está prevista no Projeto de Lei 1067/22, do&#160;Senado, e foi aprovada por recomendação da relatora, a deputada Andreia Siqueira (MDB-PA). Ela propôs emenda para equilibrar essa prioridade com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Saúde da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos Deputados</a></strong>&nbsp;aprovou projeto de lei que altera o&nbsp;<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2003/lei-10741-1-outubro-2003-497511-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estatuto do Idoso</a>&nbsp;para prever tratamento prioritário contra o câncer para idosos na rede hospitalar.&nbsp;A medida está prevista no Projeto de Lei 1067/22, do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/senado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senado</a></strong>, e foi aprovada por recomendação da relatora, a deputada Andreia Siqueira (MDB-PA). Ela propôs emenda para equilibrar essa prioridade com as necessidades de outros pacientes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>“A emenda garante que, mesmo com a prioridade aos idosos, situações de maior urgência e risco à vida — inclusive em pacientes mais jovens — sejam devidamente observadas no acesso aos serviços de saúde”, explicou.</p>



<p>Segundo ela, ainda que a Lei 12.732/12 preveja o início do tratamento oncológico no prazo máximo de 60 dias após o diagnóstico, atrasos são frequentes e afetam diretamente o prognóstico dos pacientes mais vulneráveis.</p>



<p><strong>Próximas etapas</strong></p>



<p>O texto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>



<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="COMO VENCER A ANSIEDADE E O TRANSTORNO DO PÂNICO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/BCRxzfhl8Ss?start=2&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/camara-aprova-prioridade-a-idosos-nos-tratamentos-contra-o-cancer/">Câmara aprova prioridade a idosos nos tratamentos contra o câncer</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Comissão aprova prioridade de telemedicina para pessoas com câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[Telemedicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da&#160;Câmara dos Deputados&#160;aprovou o Projeto de Lei 346/24, que prioriza o uso da telessaúde ou da telemedicina no diagnóstico e acompanhamento de pessoas com câncer em caso de atraso na marcação da consulta presencial. O texto segue para análise do&#160;Senado, a menos que haja recurso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos Deputados</a></strong>&nbsp;aprovou o Projeto de Lei 346/24, que prioriza o uso da telessaúde ou da telemedicina no diagnóstico e acompanhamento de pessoas com câncer em caso de atraso na marcação da consulta presencial. O texto segue para análise do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/senado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senado</a></strong>, a menos que haja recurso ao Plenário.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A lei atual já permite a utilização da telessaúde para a análise de procedimentos diagnósticos e para a realização de consultas da atenção especializada para esses pacientes. Na prática, o que o projeto faz é priorizar a telemedicina quando pacientes com câncer enfrentarem dificuldade no acesso à consulta presencial.</p>



<p>Relatora, a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) defendeu a constitucionalidade e juridicidade do projeto, que foi proposto pelo deputado Victor Linhalis (Pode-ES).</p>



<p>“A proposta cria mecanismos que permitem maior agilidade e eficiência no atendimento do paciente, inclusive priorizando as ações preventivas, sempre que não for possível realizar a consulta presencial em tempo oportuno”, disse a relatora.</p>



<p>O projeto de <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2023/lei-14758-19-dezembro-2023-795082-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lei</a> aprovado altera a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). </p>



<p><em>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</em></p>



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		<title>Cerca de 30% das crianças com câncer abandonam o tratamento em países em desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[abandono]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Cuidar de uma criança com câncer exige mais do que remédios. Exige presença, amor, estrutura e acolhimento. E isso muda tudo.” A frase de Bianca Provedel, CEO do&#160;Instituto Ronald McDonald, resume o que especialistas e organizações vêm reforçando: tratar o&#160;câncer&#160;infantojuvenil vai muito além da quimioterapia ou da internação hospitalar. Envolve toda uma rede de apoio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Cuidar de uma criança com câncer exige mais do que remédios. Exige presença, amor, estrutura e acolhimento. E isso muda tudo.” A frase de Bianca Provedel, CEO do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/instituto-ronald-mcdonald/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Ronald McDonald</a></strong>, resume o que especialistas e organizações vêm reforçando: tratar o&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oncologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>&nbsp;</strong>infantojuvenil vai muito além da quimioterapia ou da internação hospitalar. Envolve toda uma rede de apoio, especialmente para famílias que enfrentam a doença longe de casa e em meio à vulnerabilidade social.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/opas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OPAS</a></strong>), as taxas de abandono do tratamento em países de média e baixa renda podem chegar a 30%, um número preocupante que compromete diretamente as chances de cura. No Brasil, embora não haja uma estimativa exata nacional atualizada, especialistas apontam que questões como pobreza, distância dos centros especializados, falta de transporte e suporte emocional são fatores decisivos.</p>



<p>De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil registrará quase 8 mil novos casos de câncer infantojuvenil por ano entre 2023 e 2025. A doença já é a principal causa de morte por enfermidade entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, o que reforça ainda mais a urgência de políticas públicas integradas e ações de suporte ampliado.</p>



<p><strong>Acolhimento salva vidas</strong></p>



<p>No Brasil, iniciativas como as unidades do Programa Casa Ronald McDonald, coordenadas pelo Instituto Ronald McDonald, se mostram essenciais para garantir a continuidade do tratamento e reduzir as taxas de abandono. Apenas em 2024, as 7 unidades acolheram mais de 1.200 hóspedes, oferecendo hospedagem, transporte e alimentação, incluindo quase 59 mil idas e voltas aos hospitais e mais de 500 mil refeições.</p>



<p>Essas unidades funcionam como uma segunda moradia para famílias que precisam se deslocar até outras cidades em busca de tratamento para seus filhos. Além de hospedagem e alimentação, oferecem suporte emocional, oficinas, espaços de convivência e acompanhamento constante.</p>



<p>“A jornada de uma criança com câncer afeta toda a família. Muitos pais abandonam seus empregos, mães deixam os outros filhos em suas cidades e enfrentam o medo e a incerteza longe de casa. Sem uma rede de apoio, o risco de abandono do tratamento aumenta. Acolher essas famílias é cuidar da saúde pública”, afirma Bianca Provedel.</p>



<p><strong>Cuidar de quem cuida</strong></p>



<p>Dentro das unidades do Programa Casa Ronald McDonald, os profissionais que atuam no dia a dia também enfrentam desafios emocionais intensos. São histórias de dor, luta e superação que exigem preparo psicológico e empatia.</p>



<p>“As histórias que atravessam nossos corredores não são fáceis. Lidar com a vulnerabilidade humana todos os dias exige preparo, escuta e um olhar integral. Por isso, cuidar de quem cuida também é parte da nossa missão. O acolhimento começa dentro da nossa equipe”, reforça Bianca.</p>



<p><strong>Impacto real e duradouro</strong></p>



<p>Com 26 anos de atuação no Brasil, o Instituto Ronald McDonald já investiu mais de R$ 422 milhões em programas de combate ao câncer infantojuvenil, impactando mais de 15 milhões de vidas em todo o país. As unidades do Programa Casa Ronald McDonald são uma das principais frentes de ação, ao lado dos Espaços da Família Ronald McDonald, implantados em hospitais públicos e voltados ao acolhimento durante o tratamento.</p>



<p>Confira os números de impacto das unidades do Programa Casa Ronald McDonald em 2024:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>1.292 hóspedes acolhidos</li>



<li>58.942 idas e voltas para hospitais oferecidas</li>



<li>563.189 refeições servidas</li>



<li>84,7% das famílias afirmaram que não teriam onde ficar se não fossem acolhidas</li>



<li>72,8% das famílias atendidas vivem com até 1 salário-mínimo</li>
</ul>



<p>O modelo de acolhimento segue o legado de Audrey Evans, oncopediatra americana que, nos anos 1970, iniciou a iniciativa abrindo sua própria casa para abrigar famílias. Desde então, a rede Ronald McDonald House Charities (RMHC) se espalhou por mais de 60 países.</p>



<p>“Nosso maior desejo é que nenhuma criança precise abandonar o tratamento por falta de estrutura. Que todas encontrem não só cuidados médicos, mas um lar temporário onde possam continuar acreditando na cura. E que, ao final dessa jornada, levem consigo não só cicatrizes, mas também memórias de acolhimento e dignidade”, diz Bianca que acredita que para reduzir de forma estrutural os índices de abandono e ampliar o acesso ao tratamento, é fundamental que o acolhimento seja visto como parte da estratégia de saúde pública.</p>



<p>“O Brasil precisa de políticas públicas que entendam o câncer infantojuvenil como prioridade, com estratégias específicas para garantir diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e suporte às famílias. Também precisamos de mais pessoas e empresas engajadas, com um olhar macro, que entendam que apoiar essa causa é investir no futuro do país. O Instituto Ronald McDonald existe para isso: para ser ponte, para garantir cuidado, mas também para transformar o sistema”, finaliza Bianca.</p>



<p><strong>McDia Feliz: Campanha que salva vidas</strong></p>



<p>Uma forma concreta de mudar essa história é apoiar o McDia Feliz, a maior campanha nacional pela saúde de crianças e adolescentes com câncer.</p>



<p>Neste ano, a mobilização acontece no dia 23 de agosto. Cada Big Mac vendido (R$ 20,00) será revertido em recursos para 75 projetos de 48 instituições que atuam em todas as etapas da jornada do câncer infantojuvenil.</p>



<p>Você pode ajudar comprando tíquetes antecipados pelo&nbsp;<a href="http://www.mcdiafeliz.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a>, adquirindo os produtos oficiais da campanha com estampa exclusiva da estilista Lethicia Bronstein ou divulgando a causa nas redes sociais. Empresas também podem participar comprando lotes de tíquetes e promovendo ações solidárias com colaboradores e clientes.</p>



<p>Fonte: Medicia SA / Foto: Reprodução</p>



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