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	<title>Cardiovascular |</title>
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	<title>Cardiovascular |</title>
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		<title>Consumo excessivo de proteínas pode causar doenças cardiovasculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 12:46:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dan Linetzky Waitzberg explica a importância de consultar nutricionistas antes de iniciar uma dieta proteica Segunda, 8 de abril de 2024 Pesquisa feita pela Universidade de Pittsburgh&#160;e publicada na revista especializada&#160;Nature Metabolism&#160;mostra que o excesso de proteínas pode prejudicar a saúde e indica que dietas com mais de 22% de proteína aumentam significativamente o risco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Dan Linetzky Waitzberg explica a importância de consultar nutricionistas antes de iniciar uma dieta proteica</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segunda, 8 de abril de 2024</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/04/EXCESSO-DE-PROTEINAS-PREJUDICA-A-SAUDE_PROFo_DAN-LINETZKY_EDITADA.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.upmc.com/media/news/021924-too-much-protein" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa feita pela Universidade de Pittsburgh</a>&nbsp;e publicada na revista especializada&nbsp;<em>Nature Metabolism</em>&nbsp;mostra que o excesso de proteínas pode prejudicar a saúde e indica que dietas com mais de 22% de proteína aumentam significativamente o risco de aterosclerose, podendo levar a doenças cardiovasculares. Dan Linetzky Waitzberg, professor do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina (FM) da Universidade de São Paulo (USP) e do Laboratório de Nutrição e Cirurgia Metabólica do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas (HC), explica quais os impactos desse consumo excessivo no organismo e a importância de acompanhamento profissional nas dietas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aminoácido leucina</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o especialista, as proteínas animais estão associadas ao aumento da lipoproteína de baixa densidade, também conhecida como colesterol LDL, e também da inflamação crônica e estresse oxidativo, o que pode ser fator de risco para doenças cardiovasculares. Ele conta que, em parte, isso pode ser explicado pelas altas taxas de gordura saturada e colesterol que estão presentes nas fontes da proteína animal.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_567567"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/09/20220927_dan-waitzberg.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-567567" style="width:155px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Dan Linetzky Waitzberg – Foto: Researchgate</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Waitzberg conta que a pesquisa feita nas universidades de Pittsburgh e Missouri com camundongos mostrou que não apenas o acúmulo de gordura é responsável pela aterosclerose, mas também o aminoácido leucina, que não é sintetizado pelo corpo humano e precisa ser ingerido nas carnes.&nbsp;“A novidade é que não é o acúmulo de gordura apenas como responsável, pois há uma sinalização desse aminoácido leucina contribuindo para que macrófagos sejam ativados e eles sinalizam para a formação da placa aterosclerótica. Então, é um mecanismo novo, eles encontraram e responsabilizaram um determinado aminoácido como sinalizador molecular”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dietas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o docente, a indicação de dietas proteicas precisa levar em conta as subjetividades de cada indivíduo, como peso, idade, gênero e rotina de atividades físicas. Ele conta que as dietas são divididas em normoproteica, hiperproteica ou hipoproteica, dependendo do quanto de proteína precisa ser consumida no dia pela pessoa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma pessoa saudável, que pratica atividade física regularmente e não tem nenhuma doença metabólica, precisa de cerca de 18% a 20% de proteína nas suas refeições diárias. O que acontece é que, nos Estados Unidos, local da pesquisa, eles consomem níveis alarmantes de proteína e gordura saturada, principalmente pela questão cultural de comer alimentos como bacon e hambúrguer a todo instante”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Acompanhamento profissional</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para Dan Linetzky Waitzberg, a dieta brasileira, composta geralmente por arroz, feijão, salada e um pedaço de carne, é altamente equilibrada do ponto de vista nutricional. Ele alerta, contudo, que o problema no País é o inverso do que ocorre nos EUA, já que, por motivos socioeconômicos, muitos indivíduos não têm acesso à proteína.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Então, se alguém quer fazer um regime ou perder peso, é fundamental que procure um nutricionista para que seja feito um perfil metabólico e genético da pessoa. A partir dessa análise de qualidade de sono, nível de estresse e condições familiares e socioeconômicas, é possível traçar a melhor dieta para cada indivíduo”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP / <em>A indicação de dietas proteicas precisa levar em conta as subjetividades de cada indivíduo, como peso, idade, gênero e rotina de atividades físicas – Fotomontagem do Jornal da USP feita com fotos Freepik</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Nova fase do Elsa-Brasil quer entender a relação entre saúde cardiovascular e estresse no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2022 17:27:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cardiovascular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análises anteriores dos participantes do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto mostraram uma ligação entre níveis elevados de estresse relacionado ao trabalho e ocorrência de doenças cardiovasculares  por Gabriel Gama Teixeira &#8211; Domingo, 19 de junho de 2022 Qual a relação entre estresse no trabalho e doenças cardiovasculares? Pesquisadores do Estudo Longitudinal de Saúde do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="wp-block-heading">Análises anteriores dos participantes do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto mostraram uma ligação entre níveis elevados de estresse relacionado ao trabalho e ocorrência de doenças cardiovasculares</h3>



<p class="wp-block-paragraph"> por Gabriel Gama Teixeira &#8211; Domingo, 19 de junho de 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qual a relação entre estresse no trabalho e doenças cardiovasculares? Pesquisadores do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa-Brasil) pretendem coletar novos dados que podem contribuir no entendimento dessa relação na quarta onda do estudo, que vai começar em agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciado em 2008, o Elsa-Brasil conta com cerca de 15 mil participantes, de várias regiões do País, com idade entre 35 e 74 anos. Trata-se de uma coorte (acompanhamento de longo prazo) que investiga, na população brasileira, a incidência e fatores de risco para doenças crônicas, em especial, as cardiovasculares (acidente vascular cerebral, hipertensão, arteriosclerose, infarto, etc) e outras associadas.&nbsp; No próximo mês de agosto, eles serão novamente convocados para entrevistas e exames que identifiquem uma possível evolução dos fatores de risco para essas doenças – que são consideradas a principal causa de mortalidade no Brasil e no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor Itamar de Souza Santos, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina (FMUSP), um dos pesquisadores principais do Elsa-Brasil, se dedica a estudar as doenças cardiovasculares, principalmente a&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/ciencias/como-uma-combinacao-de-fatores-de-risco-favorece-o-acumulo-de-gordura-nos-vasos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aterosclerose</a>, nos mais de 15 mil participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele conta ao&nbsp;<strong>Jornal da USP&nbsp;</strong>que, nas primeiras ondas do estudo, os pesquisadores verificaram que as pessoas que&nbsp;apresentavam saúde cardiovascular pior tinham uma&nbsp;percepção de maior estresse no trabalho, ou de interferências negativas entre o trabalho e a família, ou, ainda, de que as demandas dessas esferas da vida impedem o autocuidado satisfatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Constatamos que essa percepção de estresse pode ser um marcador de uma saúde cardiovascular inferior, de acordo com parâmetros de dieta, atividade física, peso, tabagismo, pressão arterial, glicemia e colesterol”, elucida Itamar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quarta onda do estudo, o pesquisador espera acrescentar fatores relacionados à evolução desses parâmetros de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Definição de novos parâmetros de normalidade</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2022/05/20220531_itamar_souza_santos.png?fit=300%2C300&amp;ssl=1" alt=""/><figcaption>Itamar Souza Santos &#8211; Foto: Reprodução</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Nas fases anteriores do Elsa, um dos objetivos foi entender se a avaliação vascular por meio de ultrassom poderia prever o surgimento de doenças cardiovasculares. Também foi pesquisada a influência da espessura da carótida no surgimento dessas condições.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Ambos os parâmetros definiram padrões de normalidade, que foram adotados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia para a população do nosso país”, comenta Itamar.&nbsp;</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Graças ao protocolo de pesquisa bem estabelecido, a avaliação no Elsa-Brasil trouxe padrões de reprodutibilidade satisfatórios, garantindo que seja possível comparar dados entre indivíduos e ao longo do tempo.</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph">Os&nbsp; resultados desses estudos foram publicados nos artigos listados abaixo:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Work-Family Conflict and Ideal Cardiovascular Health Score in the ELSA-Brasil Baseline Assessment</em>&nbsp;– disponível&nbsp;<a href="https://observatorio.fm.usp.br/handle/OPI/34289" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Job Strain and Cardiovascular Health Score (from the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health [ELSA-Brasil] Baseline)</em>&nbsp;– disponível&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0002914917306963" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Carotid intima-media thickness value distributions in The Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil)</em>&nbsp;– disponível&nbsp;<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25244507/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja,&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/ciencias/comeca-nova-fase-de-estudo-que-e-celeiro-de-conhecimento-sobre-a-saude-do-brasileiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link</a>, outras pesquisas realizadas pelo Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa-Brasil).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações: e-mail itamarss@usp.br, com Itamar de Souza Santos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal USP</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Cenário político e econômico na Bahia e em Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9pYYJAP6-8c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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