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	<title>carro eletrico |</title>
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	<title>carro eletrico |</title>
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		<title>Volkswagen: 20 mil aderem a demissão voluntária na Alemanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 02:25:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quarta, 4 de junho de 2025 Em crise, automobilística planeja cortar 35 mil postos até 2030 – o equivalente a quase 27% de toda a sua força de trabalho no país. Matriz alemã sofre com altos custos e baixa demanda por veículos elétricos. A diretoria da&#160;Volkswagen&#160;na Alemanha anunciou nesta quarta-feira (03/06) a adesão de cerca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta, 4 de junho de 2025</p>



<p>Em crise, automobilística planeja cortar 35 mil postos até 2030 – o equivalente a quase 27% de toda a sua força de trabalho no país. Matriz alemã sofre com altos custos e baixa demanda por veículos elétricos.</p>



<p>A diretoria da&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/volkswagen/t-17438166">Volkswagen</a>&nbsp;na Alemanha anunciou nesta quarta-feira (03/06) a adesão de cerca de 20 mil funcionários a um programa de demissão voluntária até 2030. Com isso, a maior automobilística da Europa está mais próxima de cumprir a meta de eliminar 35 mil postos de trabalho no país – hoje, a matriz alemã emprega 130 mil.</p>



<p>Após longas negociações, a VW chegou a um acordo com sindicalistas para&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/lucro-l%C3%ADquido-da-volkswagen-caiu-mais-de-30-em-2024/a-71888237">melhorar o caixa</a>. Os cortes serão viabilizados principalmente mediante acordos de aposentadoria precoce e programas de demissão voluntária, inclusive para funcionários jovens. A empresa também está oferecendo a redução da jornada semanal a funcionários próximos da aposentadoria.</p>



<p>&#8220;As primeiras medidas do acordo &#8216;Futuro Volkswagen&#8217; estão em vigor, e nós estamos no rumo certo&#8221;, disse Gunnar Kilian, chefe do departamento de pessoal. &#8220;Com avanços mensuráveis nos custos de fábrica em Wolfsburg e com a redução de pessoal de forma socialmente responsável apenas nas seis unidades da Volkswagen na Alemanha, estamos acelerando nossa transformação.&#8221;</p>



<p>A Volkswagen, que também é dona das marcas Audi, Skoda e Porsche, provocou uma comoção na Alemanha quando anunciou, no passado, que estava&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/volkswagen-considera-fechar-f%C3%A1bricas-e-demitir-na-alemanha/a-70116551">cogitando fechar fábricas no país</a>&nbsp;– algo inédito na história da gigante automobilística.</p>



<p>A medida foi descartada após meses de difíceis negociações com sindicalistas, culminando nos acordos de demissão voluntária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Problemas financeiros</h2>



<p>Apesar do anúncio desta quarta-feira, o diretor financeiro da marca, David Powels, ressaltou que a meta de economia ainda não foi atingida. O objetivo é tornar a empresa competitiva e sustentável até 2029, reduzindo a ociosidade das fábricas e aumentando a margem de lucro da VW, que tem baixa rentabilidade.</p>



<p>Segundo Powels, a VW investe demais e lucra pouco com seus carros elétricos. &#8220;Nossa chance agora é corrigir juntos esse desequilíbrio e voltar a operar de forma lucrativa.&#8221;</p>



<p><a href="https://www.dw.com/pt-br/as-origens-da-crise-na-volkswagen/a-70632649">A VW alemã sofre há anos com altos custos e capacidade ociosa em suas fábricas.</a>&nbsp;Especialmente as unidades dedicadas exclusivamente aos carros elétricos, como Zwickau e Emden, registraram baixa demanda e tiveram que reduzir a produção.</p>



<p>Além disso, as vendas e os lucros da VW estão caindo na China – mercado mais importante do grupo –, já que concorrentes locais como a BYD estão&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/chineses-ultrapassam-ind%C3%BAstria-automobil%C3%ADstica-alem%C3%A3/a-66727865">ganhando espaço</a>.</p>



<p>Por outro lado, na fábrica principal de&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/crise-na-volkswagen-amea%C3%A7a-o-futuro-de-uma-cidade-inteira-na-alemanha/a-70553011">Wolfsburg</a>, onde atualmente são produzidos apenas veículos a combustão como o Golf e o Tiguan, a VW teve recentemente que implementar turnos extras. Isso porque, ao contrário dos carros elétricos, os modelos a combustão estão com boas vendas no momento.</p>



<p>Mas isso não deve durar, segundo a presidente do conselho de trabalhadores, Daniela Cavallo. Em relatório interno ao qual a agência de notícias dpa teve acesso, ela afirma que as vendas do Golf vão cair. &#8220;A tendência é de queda irreversível.&#8221;</p>



<p>A produção global do modelo caiu de um milhão de unidades em 2015 para pouco mais de 300 mil em 2024, segundo esse mesmo relatório. Para 2025, a previsão era de 250 mil unidades.</p>



<p>Cavallo também alertou para problemas de capacidade produtiva a partir de 2027. A produção do Golf será transferida para o México, e Wolfsburg passará a fabricar uma versão elétrica do modelo. &#8220;A partir de 2027, uma semana de trabalho de quatro dias aqui não é um cenário improvável&#8221;, afirmou ela, de acordo com participantes da reunião.</p>



<p>Cavallo aconselhou seus colegas na Volkswagen a assumirem turnos extras nas fábricas a fim de compensar futuras perdas salariais em caso de redução de jornada. &#8220;Temos que fazer economias agora para podermos recorrer a elas mais tarde.&#8221;</p>



<p>ra (dpa, afp, reuters)</p>



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<iframe title="LIVE SOBRE IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ZW9f6shWcEc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Governo da Bahia formaliza alienação da antiga Ford à BYD na véspera do início das obras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 10:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[BYD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça-Feira, 05/03/2024 &#8211; 07h20 Por Redação O Governo da Bahia autorizou oficialmente, nesta segunda-feira (4), a alienação da área localizada no polo petroquímico de Camaçari, e pertencente ao Estado da Bahia, à empresa BYD. Com a formalização, a gigante chinesa fica legalmente autorizada a proceder com a instalação do complexo fabril que irá produzir veículos elétricos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Terça-Feira, 05/03/2024 &#8211; 07h20</p>



<p>Por Redação</p>



<p>O Governo da Bahia autorizou oficialmente, nesta segunda-feira (4), a alienação da área localizada no polo petroquímico de Camaçari, e pertencente ao Estado da Bahia, à empresa BYD. Com a formalização, a gigante chinesa fica legalmente autorizada a proceder com a instalação do complexo fabril que irá produzir veículos elétricos e híbridos em solo baiano.</p>



<p>O ato foi oficializado após BYD apresentar o projeto de empreendimento industrial para a área, com demonstração de efeitos socioeconômicos, como prevê a legislação estadual para essa finalidade. Ainda de acordo com a Procuradoria Geral do Estado (PGE), houve a publicidade do interesse da BYD e nenhuma outra empresa apresentou projeto efetivo econômico que pudesse demonstrar competitividade e necessidade de seleção, caracterizando inexigibilidade licitatória.</p>



<p>A oficialização ocorre após as notícias da última semana sobre uma empresa nacional ter<a href="https://www.bahianoticias.com.br/noticia/289699-empresa-nacional-disputa-com-byd-antiga-fabrica-da-ford-em-camacari"> entrado no páreo com a BYD pela antiga fábrica da Ford</a>. O empresário Flávio Figueiredo Assis, dono da nacional Lecar, apresentou uma proposta ao Governo da Bahia, e entrou na disputa pelo complexo industrial da Ford, em Camaçari, na região Metropolitana de Salvador (RMS) com a montadora chinesa BYD.</p>



<p>Em outubro de 2023, a BYD foi autorizada a ingressar na área para complementação de estudos ambientais e de viabilidade. O complexo fabril vai produzir veículos de passeio e caminhões elétricos, na Bahia. A asiática também vai fabricar carros híbridos, chassis de ônibus e processar lítio e ferro fosfato, que são utilizados nas baterias dos veículos.</p>



<p><strong>INÍCIO DAS OBRAS<br></strong>Nesta terça-feira (5), a partir das 15h, a BYD Brasil realiza a cerimônia que marca o início das obras do complexo fabril em Camaçari. O evento acontece na Avenida Henry Ford, no Polo Petroquímico.</p>



<p>Fonte: Bahia Noticias / Foto: Reprodução / Prefeitura de Camaçari</p>



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<iframe title="Uruçu x Aliança - Campeonato Municipal de Quixabeira - Bahia - 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/6Ojh_NGb-7c?start=12&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Setor de carros elétricos luta para se impor na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2024 18:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[carro eletrico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arthur Sullivanhá &#8211; Segunda, 12 de fevereiro de 2024 Cortes de subsídios elevam preços e tornam consumidores alemães ainda mais reticentes em investir na mudança para os veículos movidos a baterias. Enquanto isso, China avança no mercado europeu. Pouco antes do Natal de 2023, as&#160;dificuldades orçamentárias&#160;do governo alemão subitamente atingiram o setor do&#160;automobilismo elétriconacional. Dentro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Arthur Sullivanhá  &#8211; Segunda, 12 de fevereiro de 2024</p>



<p>Cortes de subsídios elevam preços e tornam consumidores alemães ainda mais reticentes em investir na mudança para os veículos movidos a baterias. Enquanto isso, China avança no mercado europeu.</p>



<p>Pouco antes do Natal de 2023, as&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/ap%C3%B3s-crise-interna-governo-alem%C3%A3o-acerta-or%C3%A7amento-de-2024/a-67714050">dificuldades orçamentárias</a>&nbsp;do governo alemão subitamente atingiram o setor do&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/risco-de-inc%C3%AAndio-%C3%A9-maior-em-carros-el%C3%A9tricos/a-66378049">automobilismo elétrico</a>nacional. Dentro de um contexto maior de aperto de cintos, Berlim encerrou o esquema conhecido como&nbsp;<em>Umweltbonus</em>&nbsp;(bônus ambiental), que há sete anos concedia aos consumidores&nbsp;subsídios de vários milhares de euros na compra de veículos elétricos.</p>



<p>Os tempos já vinham sendo duros para o setor: poucos meses antes, o governo dera fim aos subsídios para as empresas que compram frotas de carros, que&nbsp;representam cerca de dois terços do mercado automobilístico do país.</p>



<p>Isso explica, de certo modo, por que os licenciamentos de <a href="https://www.dw.com/pt-br/o-que-est%C3%A1-por-tr%C3%A1s-do-boom-de-carros-el%C3%A9tricos-no-brasil/a-68026114">carros elétricos</a> caíram tão dramaticamente em novembro e dezembro. Segundo a <em>European Automobile Manufacturers Association</em> (ACEA), as vendas na Alemanha encolheram 48% em dezembro. Na União Europeia, como um todo, venderam-se 17% menos veículos elétricos. Para o setor, a grande questão é se se trata apenas de um tropeço ou se é algo mais sério.</p>



<p>Patrick Schaufuss, sócio da consultora global&nbsp;<em>McKinsey &amp; Company</em>, observa que as vendas na Europa ficaram &#8220;estáveis&#8221;&nbsp;em 2023 devido à queda nos veículos híbridos plugin (PHEVs, que funcionan com um motor a combustão interna e outro elétrico).</p>



<p>&#8220;Isso foi impulsionado pela ausência ou escassez de subsídios&nbsp;e poucos novos modelos para essa tecnologia de transição&#8221;, disse à DW.</p>



<p>Ele espera um quadro semelhante para 2024, mas prevê melhoras em 2025 e 2026, com a comercialização de modelos com&nbsp;preços mais acessíveis.</p>



<p>Mike Tyndall, diretor de pesquisa de financiamento automotivo do banco HSBC, alerta que, embora o crescimento total na Europa tenha sido &#8220;bastante forte&#8221;, ele também vê o potencial para uma mudança de marcha.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Havia uma expectativa de que o crescimento ia ser mais forte, acelerar. Então, quando vimos a adoção ganhar impulso, esperamos aceleração. Em contraste, parece que o crescimento está desacelerando.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o preço entra na equação</h2>



<p>O corte de subsídios chamou a atenção para uma das questões centrais para a penetração dos elétricos nas vendas automotivas totais na Europa: os preços. Desde fins de 2023, as montadoras de diversos países europeus têm oferecido descontos maiores para esses veículos, numa tentativa de atrair compradores.</p>



<p>Via de regra, carros elétricos são mais caros do que modelos semelhantes movidos a gasolina. Tyndall crê que o custo está se tornando uma questão maior à medida que o mercado tenta atrair compradores tradicionais, em vez de os chamados &#8220;clientes pioneiros&#8221;, mais dispostos a investir desde o início num veículo elétrico.</p>



<p>&#8220;A gente tem um consumidor muito mais ligado no preço, um pouco mais reticente em fazer a transição, dados os custos dos elétricos no momento.&#8221;</p>



<p>Além disso, os consumidores têm a impressão de que a infraestrutura de recarga e o desempenho das baterias ainda não são bons o suficiente para justificar o investimento. Na opinião de Tyndall, tais <a href="https://www.dw.com/pt-br/risco-de-inc%C3%AAndio-%C3%A9-maior-em-carros-el%C3%A9tricos/a-66378049">reticências</a> vão se diluir à medida que a tecnologia e a infraestrutura evoluírem nos próximos anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-9-1024x576.png" alt="" class="wp-image-113164" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-9-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-9-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-9-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-9.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Vendas de elétricos da Volkswagen despencaram em novembro e dezembro de 2023<small>Foto: Robert Michael/dpa/picture alliance</small></figcaption></figure>



<p>Para as grandes montadoras europeias, há muito em jogo. Em março de 2023, a&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/volkswagen/t-17438166">Volkswagen</a>&nbsp;anunciou planos de investir 180&nbsp;bilhões de euros (R$ 960&nbsp;bilhões) até 2027, dos quais mais de dois terços destinados à eletrificação e digitalização. A companhia alemã apostou seu futuro na transição para a mobilidade elétrica, contando que até 2030 ela vá&nbsp;perfazer 80% de suas vendas na Europa e 55% nos Estados Unidos.</p>



<p>Segundo um porta-voz da multinacional, embora prevendo que em 2024 o ambiente de vendas será &#8220;desafiador&#8221;, a Volkswagen crê que suas cifras de&nbsp;2023 – quando vendeu 21% a mais&nbsp;em âmbito mundial – mostram que ela está &#8220;no caminho certo&#8221;.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Estamos firmemente convencidos de que o futuro será elétrico e estamos impulsionando a transição de mobilidade de modo resoluto&#8221;, frisou o porta-voz.</p>



<p>Mike Tyndall confirma que conglomerados como a Volkswagen e a Stellantis – proprietária de marcas como Peugeot, Fiat e Opel – estão plenamente cientes da necessidade de um equilíbrio entre preços acessíveis e lucros. Ainda assim, é de se esperar um certo grau de ansiedade, devido ao comportamento do mercado nos últimos meses.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Eles vão estar nervosos com o potencial de isso evoluir para algo maior, em que talvez haja uma razão, além e acima das que mencionamos, para os consumidores não estarem comprando carros elétricos&#8221;, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Absorvendo o &#8220;choque da China&#8221;</h2>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/china/t-36343070">China</a>&nbsp;é um dos mercados em que a Volkswagen está empenhada em ganhar terreno na mobilidade elétrica. Só em 2023, a empresa&nbsp;investiu cerca de 5&nbsp;bilhões de dólares na tentativa de ultrapassar adversárias como&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/expans%C3%A3o-de-f%C3%A1brica-da-tesla-%C3%A9-questionada-por-%C3%B3rg%C3%A3o-alem%C3%A3o/a-66398839">Tesla</a>&nbsp;e BYD no maior mercado automotivo do mundo.</p>



<p>O país asiático&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/chineses-ultrapassam-ind%C3%BAstria-automobil%C3%ADstica-alem%C3%A3/a-66727865">paira como uma ameaça</a>&nbsp;sobre os mercados elétricos da Europa e dos Estados Unidos. A ascensão de marcas chinesas tem sido drástica: enquanto em dezembro as companhias europeias registraram declínio de vendas, no último trimestre de 2023 a BYD vendeu 526&nbsp;mil veículos elétricos movidos exclusivamente a bateria – um crescimento recorde de 70%, posicionando-a à frente da Tesla no setor.</p>



<p>Embora o sucesso da BYD tenha sido sobretudo no mercado doméstico, cada vez mais ela mira a Europa e os EUA, tendo como principal trunfo seus preços mais acessíveis.</p>



<p>&#8220;Os veículos europeus movidos a bateria costumam ser de 15% a 20% mais caros do que carros de combustão interna comparáveis&#8221;, explica o sócio da <em>McKinsey</em> Schaufuss. &#8220;Na China, a diferença é de só 10%, e muitos já são mais baratos do que os modelos a combustão&#8221;, destaca.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-8-1024x576.png" alt="" class="wp-image-113163" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-8-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-8-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-8-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/02/image-8.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Chinesa BYD se afirmou como maior fabricante de elétricos do mundo em 2023<small>Foto: Leonhard Simon/REUTERS</small></figcaption></figure>



<p>Contudo, isso não se traduz automaticamente num sucesso chinês na Europa, ressalva Tyndall.</p>



<p>&#8220;O mercado da China não é saudável. Há uma absoluta avalanche de fabricantes de produtos fantásticos, mas poucos estão fazendo dinheiro&#8221;. Ele acredita em&nbsp;uma consolidação do mercado, e que companhias como a BYD não serão agressivas com seus preços para a Europa.</p>



<p>&#8220;Elas estão tentando vencer com base em conteúdo&nbsp;e marca, e para mim isso vai levar muito tempo. É preciso ter bolsos fundos, ou seja, lucros, para financiar isso. E exige paciência&#8221;.</p>



<p>A Volkswagen está convencida que a concorrência chinesa não conseguirá se impor na Europa só com base em preços.&nbsp;&#8220;Os concorrentes estrangeiros também têm que se adaptar aos requisitos específicos do mercado europeu&#8221;, disse a empresa, acrescentando que&nbsp;&#8220;os chineses não têm como oferecer seus carros [na Europa] de modo tão potente e barato como na China&#8221;.</p>



<p>No entanto, a fabricante alemã saúda a competição e leva a sério os fornecedores chineses, acrescenta o porta-voz, &#8220;exatamente como fizemos com os japoneses e coreanos&#8221;.</p>



<p>Fonte: DW</p>



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<iframe title="Lixão de Ipirá: a realidade dos catadores" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3rlqk6w3R_M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>CAMAÇARI: Gosto por carros, PIB e energia limpa colocam Brasil no centro da estratégia da BYD fora da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Nov 2023 17:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BYD]]></category>
		<category><![CDATA[Camacari]]></category>
		<category><![CDATA[carro eletrico]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Limpa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 19/11/2023 &#8211; 08h40 Por&#160;Fernanda Brigatti &#124; Folhapress No início de outubro, Wang Chuanfu, presidente global da BYD, esteve no Brasil e em Camaçari, a 50 quilômetros de Salvador, lançou a pedra fundamental do complexo industrial que o conglomerado fundado por ele instalará no país. Cerca de dois meses antes, quando a viagem foi programada, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 19/11/2023 &#8211; 08h40</p>



<p>Por&nbsp;Fernanda Brigatti | Folhapress</p>



<p>No início de outubro, Wang Chuanfu, presidente global da BYD, esteve no Brasil e em Camaçari, a 50 quilômetros de Salvador, lançou a pedra fundamental do complexo industrial que o conglomerado fundado por ele instalará no país.</p>



<p>Cerca de dois meses antes, quando a viagem foi programada, a empresa ainda não sabia o destino exato do investimento de R$ 3 bilhões. Sabia apenas que viria para o Brasil e que o endereço seria na Bahia.</p>



<p>A convicção de que o complexo industrial seria colocado de pé, independentemente da solução ao impasse político com a área ocupada pela Ford de 2001 a 2021 e do local exato dá sinais da importância dada pela empresa à estratégia de ganhar mercado no Brasil e, a partir dele, também na América Latina.</p>



<p>Enquanto montadoras europeias e mesmo competidoras asiáticas passaram os últimos anos defendendo a inviabilidade dos elétricos no Brasil, a BYD está convencida de que o país poderá se tornar seu segundo mercado fora da China e o primeiro fora da Ásia, na sequência.</p>



<p>A leitura vem de uma combinação de fatores conjunturais, estruturais e culturais. A matriz energética limpa, o gosto do brasileiro por carro, o tamanho da economia brasileira e sua influência sobre a América Latina e a crescente preocupação com o ambiente estão no centro da estratégia.</p>



<p>O obstáculo para a consolidação do mercado de elétricos no Brasil é, antes de tudo, o preço. O Dolphin, lançado por aqui no primeiro semestre, custa R$ 149,8 mil (e é, atualmente, o elétrico mais vendido no país). Leia aqui o teste de desempenho do carro.</p>



<p>Depois, tem a infraestrutura de carregamento. Além de restrita, precisa se multiplicar para atender as dimensões do Brasil.</p>



<p>A expectativa da BYD é que a consolidação do mercado seja acompanhada pelo aumento da infraestrutura. A empresa também tem cobrado do governo federal um plano de incentivo que chegue também a essa ponta da cadeia.</p>



<p>A Raízen (junção da Shell com a brasileira Cosan), por exemplo, investiu R$ 10 milhões em 2022 na Tupinambá Energia, startup de carregamento. Incorporadoras como a Cyrela (no alto padrão), e a Patriani, no ABC paulista, incluíram carregadores nas garagens de todos os lançamentos recentes.</p>



<p>As empresas com veículos elétricos rodando (Volvo, Volks, BMW e a própria BYD) mantêm centrais de cargas em suas concessionárias em São Paulo, e as companhias de energia também têm investido nessas estruturas.</p>



<p>Nesse aspecto, os defensores do etanol não estão errados: o biocombustível é abundante no Brasil e a infraestrutura já existe.</p>



<p>Para equilibrar o jogo, a BYD também quer produzir no Brasil um híbrido plug-in, o Song Plus, visto como uma alternativa mais atraente para quem usará o carro para viajar e não pode ficar dependente da escassa rede de eletropostos. O híbrido, porém, não usa etanol.</p>



<p>O plano da montadora é ter um híbrido flex produzido no Brasil. Tyler Li, presidente da montadora no Brasil, disse recentemente que engenheiros chineses virão ao Brasil para aprender a trabalhar com o etanol e trocar experiências que conduzam à adoção do combustível que integra o escopo da energia limpa.</p>



<p>A CEO da BYD para as Américas, Stella Li, classificou o híbrido a etanol um &#8220;solução verde brasileira&#8221;. Vice-presidente global da companhia, Stella afirmou que a empresa deverá levar também brasileiros para a China, onde poderão conhecer in loco as instalações do conglomerado e a operação de suas fábricas.</p>



<p>Os executivos do grupo têm repetido a intenção de transformar Salvador em um &#8220;Vale do Silício&#8221;, em alusão à região da Califórnia onde estão as principais empresas de tecnologia e inovação.</p>



<p>&#8220;Vamos abrir um programa de treinamento para as pessoas que trabalham para a BYD Brasil, para que venham a Shenzhen abrir os olhos para o futuro&#8221;, disse Stella à reportagem, em entrevista concedida no complexo da BYD no sudeste da China.</p>



<p>Para a empresa chinesa, é questão de tempo até o carro elétrico ganhar mercado —e ela pretende ser a líder do segmento também por aqui. Em seu país de origem, é a maior em todos os segmentos (elétricos ou não) e ultrapassou a americana Tesla entre os elétricos.</p>



<p>Em 2022, foram vendidos 1,86 milhão de veículos de energia limpa (elétricos e híbridos), uma alta de 152,5% na comparação anual. Somadas todas as operações —carros, ônibus, trens, baterias e placas solares e componentes eletrônicos—, foram US$ 61,7 bilhões em receitas, um crescimento de 56% ante 2021.</p>



<p>Em julho de 2023, a BYD vendeu 262 mil veículos leves de energia limpa em todos os mercados em que atua. Em um mundo cada vez mais preocupado com as mudanças climáticas, a BYD corre para sair na frente.</p>



<p>O tamanho do mercado chinês permitiu a empresa encerrar, em 2022, a produção de carros a combustão (e eles já não existem mais em estoque) no país, onde hoje fica 90% de seu mercado consumidor.</p>



<p>Por lá, a compra de elétricos foi incentivada pelo governo em acenos a políticas de redução do consumo de combustíveis fósseis.</p>



<p>Na Ásia e na Europa, a eletrificação da mobilidade vive uma contradição: deixa de queimar petróleo para produzir gasolina e diesel, mas usa gás para produzir a energia elétrica que abastece os veículos.</p>



<p>No Brasil, a companhia ainda espera convencer o governo federal a criar algum incentivo ao consumo, dentro de uma plano de eletrificação. Stella Li disse à reportagem esperar que haja, em algum momento, um incentivo ao carro elétrico nos mesmo parâmetros dos oferecidos aos veículos convencionais.</p>



<p>&#8220;Acho que o Brasil precisa ter um plano de incentivos mais claro para a eletricidade e uma política mais forte para a infraestrutura de carga&#8221;, afirmou.</p>



<p>Na Bahia, a companhia conseguiu 95% de abatimento do imposto estadual e isenção do IPVA para veículos de até R$ 300 mil. Em todo o Brasil, há regras de redução e isenção em outros oito estados e no Distrito Federal.</p>



<p>O andamento dessas negociações para a ampliação ou não de incentivos terá influência sobre outras decisões da empresa, como a de colocar em pé uma nova fábrica de ônibus elétricos no Pará, conectada à realização da COP30 (Conferência do Clima da ONU) em Belém.</p>



<p>O impacto da chegada da companhia no Brasil pode ser visto na reação da associação das montadoras —a Anfavea fala em invasão chinesa ao defender o fim da isenção de impostos concedida aos elétricos importados— e pelo efeito que seu primeiro lançamento teve sobre o mercado local.</p>



<p>As concorrentes com carros elétricos, como BMW, Peugeot, Renault, JAC e Caoa Cherry, baixaram preços. O lançamento no Ora 3, da também chinesa GWM, pressionou a remarcação.</p>



<p>Para Stella Li, a receptividade ao Dolphin surpreendeu a companhia e deu segurança aos executivos quanto aos investimentos previstos no país.</p>



<p>O elétrico que será produzido na Bahia é hoje o mais vendido no país. Entre o lançamento, no fim de junho, e setembro, foram 4.500 unidades.</p>



<p>Os chineses da BYD querem ser levados a sério e, sobretudo, querem propagar a ideia de que tudo é possível —uma alusão intencional ao nome da companhia, cujo sigla quer dizer algo como &#8220;construa seus sonhos&#8221;.</p>



<p>Nesse pacote, parcerias comerciais de todo o tipo estão sobre a mesa, seja para a instalação de pontos de carregamento, para novas fábricas ou para a exploração de minerais —no Chile, a empresa começou a explorar lítio, usado na produção de baterias.</p>



<p>No início de agosto, em meio ao verão chinês, a BYD levou até Shenzhen e Changzhou um grupo de jornalistas de Brasil, Chile, Colômbia, México e Costa Rica para mostrar todos os seus braços de atuação, divulgar duas de suas ambições recentes: o desejo de ser vista como uma greentech —não apenas uma montadora— e a líder de um compromisso global de redução da temperatura do planeta Terra.</p>



<p>Em Shenzhen, onde fica sua sede, a BYD pode exibir também o trânsito silencioso de uma cidade onde o veículo elétrico é a regra, não a exceção. A sigla, que em alguns veículos aparece por extenso —Build Your Dreams—, é vista em ônibus coletivos, carros de passeio, táxis, veículos executivos.</p>



<p>O transporte público na cidade é 100% elétrico desde 2017 e a maioria dos táxis não usa mais combustíveis fósseis. Cidade jovem e altamente tecnológica, Shenzhen é também, para a BYD, um lugar para olhar o futuro.</p>



<p>No prédio de formato hexagonal onde está sede da BYD, no distrito de Pingshan, trabalham 30 mil funcionários.</p>



<p>Para se locomover entre os diversos prédios e departamentos, os empregados da BYD pegam um trem, um monotrilho similar ao que será operado pela companhia na linha 17-ouro em São Paulo. Em operação desde 2016, o trem funciona também como um test-drive para outros interessados no &#8220;skyrail&#8221; .</p>



<p>Dentro do complexo de prédios, que incluem um museu, showroom, centro de testes e segurança, centro de design e criatividade, departamentos administrativos e um anfiteatro, vivem ainda 10 mil funcionários em apartamentos funcionais da empresa.</p>



<p>Entre um prédio e outro ligado pelo monotrilho, o passageiro tem visão a um paredão de janelas e sacadas ocupadas por plantas, móveis, caixas e muitas camisas em tom azul, as mesmas usadas nas instalações sociais da companhia.</p>



<p>*</p>



<p>A repórter viajou a convite da BYD</p>



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<iframe title="CASTRO ALVES X IPIRÁ - Jogo de volta" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/gDj-YARz12E?start=4&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Tarcísio veta isenção de IPVA para carro elétrico em SP e privilegia só os híbridos flex</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2023 04:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[carro eletrico]]></category>
		<category><![CDATA[hibrido flex]]></category>
		<category><![CDATA[IPVA]]></category>
		<category><![CDATA[isencao]]></category>
		<category><![CDATA[SP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O objetivo do projeto era incentivar o uso de veículos menos poluentes no Estado.  POR ESTADAO CONTEUDO &#8211; Segunda, 23 de outubro de 2023 O governador Tarcísio de Freitas (Podemos) vetou o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa que isentava o pagamento de Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para carros elétricos. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo do projeto era incentivar o uso de veículos menos poluentes no Estado.</p>



<p> POR ESTADAO CONTEUDO &#8211; Segunda, 23 de outubro de 2023</p>



<p>O governador Tarcísio de Freitas (Podemos) vetou o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa que isentava o pagamento de Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para carros elétricos. O objetivo do projeto era incentivar o uso de veículos menos poluentes no Estado.</p>



<p>O motivo do veto foi exposto nesta sexta-feira, 20, no Diário Oficial do Estado. Também nesta sexta, o governador enviou outro projeto em caráter de urgência propondo a isenção &#8220;exclusivamente para veículos a hidrogênio e híbridos com motor elétrico ou com motor a combustão que utilize alternativa ou exclusivamente etanol&#8221;.</p>



<p>Se aprovada, a medida valerá entre 2024 e 2025 para automóveis que custem até R$ 250 mil. Depois, esses modelos passarão a pagar gradualmente imposto de 1% a 4% entre 2026 e 2029.</p>



<p>Na justifica para o veto do projeto enviado pela Alesp, ele afirmou, entre outros motivos, que a proposta &#8220;está em descompasso com o vigor da produção do etanol e com as perspectivas de utilização do biometano produzido no Estado&#8221;.</p>



<p>No seu projeto, ele também inclui a isenção de IPVA para ônibus ou caminhões movidos exclusivamente a hidrogênio ou a biometano entre 2024 e 2028. Segundo ele, a medida decorre de estudos realizados pela Secretaria da Fazenda e Planejamento.</p>



<p>&#8220;Falta um pouco de profundidade nesse debate, principalmente das autoridades públicas, e acho que o governador deveria se aprofundar um pouco mais, assim como sua equipe, para entender de onde é possível maximizar a descarbonização e não tratar as coisas com limites&#8221;, disse o presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), Ricardo Bastos.</p>



<p>Outro questionamento é que carros híbridos flex atualmente podem ser abastecidos com etanol ou gasolina. Atualmente, tomando-se como base os modelos flex a combustão, 70% dos usuários abastecem com o combustível fóssil, e 30% com etanol.</p>



<p><strong>Três tecnologias disponíveis</strong></p>



<p>Na opinião de Bastos, o Brasil, e particularmente São Paulo, tem possibilidade de trabalhar com uma combinação das três tecnologias disponíveis para a descarbonização (híbridos, híbridos plug-in e elétricos), pois a matriz energética do País é limpa e tem os biocombustíveis. &#8220;Podemos trabalhar desde os biocombustíveis até a energia elétrica e nossa indústria automobilística é forte e pode produzir todos eles&#8221;, disse.</p>



<p>Em abril, ao visitar a fábrica da Great Wall Motor (GWM) em Iracemápolis &#8211; adquirida da Mercedes-Benz -, Tarcísio de Freitas anunciou que pretendia retirar a cobrança do IPVA carros híbridos e elétricos em 2024. Na época, afirmou que sua intenção era &#8220;reduzir ou mais provavelmente zerar o IPVA desses veículos.&#8221; O elétrico Dolphin, importado pela GWM, foi o modelo eletrificado mais vendido no País em setembro.</p>



<p>Outra justificativa dada pelo governador é que a concessão de incentivo fiscal deve considerar, entre outros aspectos, as especificidades da matriz energética paulista, fundamentalmente a diversidade e a abundância de recursos energéticos disponíveis no Estado oriundos da biomassa.</p>



<p>Bastos contrapõe a declaração afirmando que o Estado esquece que 30% de sua energia é gerada de biomassa, muitas vezes do bagaço de cana. &#8220;Então, quando abasteço um carro elétrico, estou usando 30% de energia de bagaço de cana&#8221;, que é uma biomassa.</p>



<p>Na quinta-feira, 19, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo)afirmou que &#8220;o veículo elétrico é uma ameaça aos empregos&#8221;. Em nota, a ABVE manifestou sua decepção com as declarações &#8220;hostis ao desenvolvimento do mercado de veículos elétricos e híbridos no Brasil&#8221; de Zema e de Tarcísio.</p>



<p>A entidade declarou estar surpreendida com a posição dos dois governadores se for considerado que os investimentos mais firmes anunciados pelo setor automotivo nos últimos meses serem justamente em novas tecnologias e renovação das linhas de produção para fabricar esse tipo de veículo no País, inclusive com a aquisição de plantas industriais desativadas.</p>



<p>&#8220;Não faz sentido as autoridades dos principais Estados do país criarem insegurança a empresas que já se comprometeram a gerar empregos de qualidade e trazer inovação tecnológica à indústria brasileira&#8221; disse o presidente da ABVE.</p>



<p>Fonte: Noticias ao Minuto</p>



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<iframe title="Seleção de Ipirá  x Seleção Castro Alves - Intermunicipal 2023" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/6OOYx1mIbs0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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