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	<title>Casas |</title>
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	<title>Casas |</title>
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		<title>Missão Camizungo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 04:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Pablo Marçal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fomos até Angola ver as &#8216;300 casas&#8217; de Pablo Marçal. Só encontramos 30 Quarta, 11 de setembro de 2024 Uma das histórias mais divulgadas&#160;por&#160;Pablo Marçal&#160;é o seu projeto de construir “300 casas” na comunidade rural de Camizungo, em Angola. Para a empreitada, registrada em dois filmes e inúmeros vídeos, Marçal arrecadou pelo menos R$ 4,5 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="wp-block-heading">Fomos até Angola ver as &#8216;300 casas&#8217; de Pablo Marçal. Só encontramos 30</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quarta, 11 de setembro de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das histórias mais divulgadas&nbsp;por&nbsp;<a href="https://www.intercept.com.br/tag/pablo-marcal/">Pablo Marçal&nbsp;</a>é o seu projeto de construir “300 casas” na comunidade rural de Camizungo, em Angola. Para a empreitada, registrada em dois filmes e inúmeros vídeos, Marçal arrecadou pelo menos R$ 4,5 milhões em doações em leilões transmitidos ao vivo nos últimos cinco anos. Nós fomos conhecer o projeto de perto – e descobrimos que, das 300 casas prometidas, só existem 30.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="155" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1-1024x155.png" alt="" class="wp-image-131459" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1-1024x155.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1-300x45.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1-768x116.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-09-01-at-10.56.53 AM-1.png 1320w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em Camizungo, comunidade rural a 50 quilômetros de Luanda, capital de Angola, encontramos mais de 300 famílias que continuam vivendo em moradias precárias. O cenário é de falta de saneamento básico, dificuldade de acesso à água e insegurança alimentar. Pior: as promessas de novas moradias levaram mais famílias para a região, sobrecarregando a já precária infraestrutura.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história de Pablo Marçal com Camizungo começa em dezembro de 2019, quando o então coach e hoje candidato à prefeitura de São Paulo pelo PRTB visitou o local e se comprometeu a construir 270 casas. Pouco depois, a promessa já era de 300 casas.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O Intercept Brasil foi atrás das 300 casas de Pablo Marçal em Angola" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/4zkBEHFWAoY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, Marçal afirmou que não abandonaria o local até que a última família do povoado fosse colocada em uma nova casa. “Nós vamos terminar essa obra esse ano”, disse, em um&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=DfdZ-hpMHfw">documentário publicado em 2020</a>, olhando para um drone que o filmava com uma enxada na mão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No final de 2023, ele voltou a Camizungo, numa viagem registrada em&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=-25ZDWCYrMc">em um filme</a>&nbsp;que hoje é usado para promover sua candidatura. O título, “A última família”, sugere que Marçal cumpriu sua promessa: a obra narra o retorno heroico à comunidade que, agora, estaria totalmente transformada. O feito foi replicado em inúmeros posts e cortes de seus seguidores.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.intercept.com.br/wp-content/plugins/seox-image-magick/imagick_convert.php?format=webp&amp;quality=91&amp;imagick=uploads.intercept.com.br/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-05-as-13.07.03-1024x572.png" alt="" class="wp-image-434227"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio Marçal, é claro, alimenta a ilusão. Em uma&nbsp;<a href="https://www.tiktok.com/@tiktokoficialhype/video/7306956246463024389">entrevista em um podcast</a>, no ano passado, por exemplo, afirmou: “Estamos indo para a África agora. Lá, nós estamos terminando de construir uma cidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sabatina do MyNews, Marçal afirmou que já arrecadou milhões e que, desde 2019, promove um leilão anual para levantar fundos para a construção de casas para a comunidade. Na mesma entrevista, também admitiu que o projeto está longe de estar completo, citando que 50 casas estariam prontas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só que nem isso é verdade. Até o momento, são apenas 30. Além da contagem feita no local e da confirmação de funcionários, também utilizamos imagens de satélite disponibilizadas pelo Google Earth para checar a informação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de Marçal não se sustenta: a área total de Camizungo é de 192.693 m², sendo que apenas uma área de 7.556 m² abriga a construção das novas residências. Excluindo o espaço das ruas, o espaço efetivamente construível é de 5.200 m² – como cada casa ocupa 150 m², é possível construir, no máximo, 34 casas no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram funcionários angolanos&nbsp;da ONG Atos, que administra o local, que receberam o&nbsp;<strong>Intercept Brasil&nbsp;</strong>no Camizungo, acompanhando cada passo dado na comunidade. Eles foram simpáticos e respeitosos. Não foi possível realizar entrevistas com moradores. Mas fizemos algumas&nbsp;descobertas durante a visita. Uma delas é que a lógica das doações das casas desrespeita listas estabelecidas pelos moradores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Existe uma lista. Mas a lista não é definida, não é categórica. Às vezes, por exemplo, recebemos o senhor, o senhor vai conhecendo a aldeia e se compadece com uma família. E diz, epá, eu quero ajudar esta família. Nós não vamos dizer que não!”, nos disse um representante da ONG.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-02-at-12.08.51-1-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-434216"/><figcaption class="wp-element-caption">A promessa por novas moradias sobrecarregou a infraestrutura já precária. Foto: Cláudio Silva/Intercept Brasil.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Também constatamos que as casas, ao contrário do que é divulgado por Marçal, não são todas mobiliadas e equipadas com eletrodomésticos. Foram só as primeiras, segundo o funcionário. “Estas mobílias [apontando para uma casa com móveis] nós temos porque na época em que estavam a se dar estas casas, as pessoas também queriam ajudar com mobília”, afirmou um funcionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pior: a promessa de construção de casas atraiu dezenas de outras famílias para Camizungo, acreditando que poderiam se beneficiar de moradias novas. Mas, com apenas 30 casas construídas e nenhuma perspectiva clara de novas construções, a chegada dessas famílias tem sobrecarregado os já escassos serviços da comunidade, agravando os problemas locais e acirrando os conflitos pela disputa de recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No local, ainda fomos informados que as doações também são feitas por benfeitores e missionários de outros países além do Brasil, desmentindo a narrativa de que Marçal seria o maior responsável pelas melhorias na comunidade. “Recebemos aqui gente de toda parte”, disseram os funcionários da Atos. Descobrimos que os poços de água, por exemplo, são donativos de sul-coreanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também não encontramos evidências de que os homens angolanos não trabalhavam ou escovavam os dentes, como já&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=EYENeI9v6OE">disse Marçal</a>&nbsp;diversas vezes. Durante nossa visita, encontramos uma comunidade engajada e trabalhadora, dedicada a superar os desafios da pobreza desde muito antes da chegada de Marçal – e sem qualquer evidência de “mudança de mentalidade” promovida por ele.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-02-at-12.08.50-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-434217"/><figcaption class="wp-element-caption">As 30 casas construídas se intercalam com moradias precárias, feitas com chapas de metal. Há conflitos para receber os donativos e dividir os recursos.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-dinheiro-foi-arrecadado-para-cnpjs-de-ongs-sediadas-no-sertao-da-paraiba">Dinheiro foi arrecadado para CNPJs de ONGs sediadas no sertão da Paraíba</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Marçal capta recursos para Camizungo desde 2019. Na primeira viagem, disse ter levado com ele à Angola uma comitiva com 100 empreendedores brasileiros para que conhecessem a comunidade e também fizessem suas doações. Nós perguntamos diretamente à assessoria do candidato do PRTB quanto ele já captou para a comunidade. Não tivemos resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Marçal, o custo estimado para construir cada casa seria de R$ 50 mil. Em 2023, quando comemorou seu aniversário fazendo um leilão beneficente em prol de Camizungo, arrecadou o que seria suficiente para colocar as 30 casas desse valor de pé: R$ 1,5 milhão. No ano seguinte, foram mais R$ 3 milhões.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-05-as-13.09.57.png" alt="" class="wp-image-434228" style="width:208px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“Todos os meus aniversários a gente faz arrecadação, faz leilão, eu levo muitos empresários para lá para investir, todos os eventos que eu já produzi na África, o recurso fica nesse lugar”, afirmou Marçal em entrevista ao UOL, em julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas se o dinheiro já é suficiente para construir, no mínimo, 90 casas, por que elas não estão de pé? Também perguntamos isso ao candidato. Não houve resposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Descobrimos, então, que pelo menos duas vezes Pablo Marçal pediu doações para Camizungo informando CNPJs de organizações que, aparentemente, têm pouca relação com a empreitada em Angola. As duas, por coincidência, são sediadas em uma cidade remota no interior da Paraíba, chamada Prata, com pouco mais de 4 mil habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma delas, de fato, tem o nome Instituto Atos na razão social. A ONG foi registrada em junho de 2023, em nome de Milene Lima Sousa, identificada como diretora, e Beatriz Souza de Oliveira, como presidente. O CNPJ aparece no final do&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=-25ZDWCYrMc">filme mais recente</a>&nbsp;sobre Camizungo publicado por Marçal, em março deste ano. Nenhuma das administradoras, porém, aparece nos materiais institucionais como representantes ou mesmo funcionárias da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No&nbsp;<a href="https://prata.mg.gov.br/portal-da-transparencia/">Portal da Transparência de Prata</a>, inclusive, encontramos a informação de que Beatriz é prestadora de serviços da prefeitura. Não conseguimos contato com nenhuma das duas. Itamar e Fernanda não retornaram aos contatos da reportagem para explicar a abertura do CNPJ em Prata, bem como a participação de Milene e Beatriz no quadro de administradores da ONG na Receita Federal.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2024/09/image.png" alt="" class="wp-image-434285"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>CNPJ exibido para doações em leilão beneficente pertence a ONG Centro Vida Nordeste. No site, nenhuma menção a projetos em Angola.</em>&nbsp;Reprodução.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Outro CNPJ, para o qual foi direcionado pelo menos R$ 1,5 milhão arrecadado durante o leilão de aniversário de 2023, pertence a outra organização, chamada Centro Vida Nordeste. A organização é chefiada por Rosana Tavares da Silva Menezes e José Leandro Ferreira de Almeida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No seu site, porém, a ONG diz atuar pela “promoção do desenvolvimento sustentável e a preservação ambiental no semiárido brasileiro”. Não foi possível localizar nenhuma publicação ou menção a atividades do Centro Vida Nordeste em Angola.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-projeto-de-evangelizacao-ligado-a-familia-criadora-da-igreja-lagoinha">Projeto de evangelização ligado à família criadora da Igreja Lagoinha</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na comunidade de Camizungo, além das 30 casas com tijolos sustentáveis, há centenas de casas feitas com chapas de metal, um campo de futebol, posto médico e escola. As benfeitorias que encontramos no local são fruto de um projeto&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Y2hy4DYTaeI">iniciado em 2010</a>&nbsp;na África por Itamar Vieira e Fernanda Vieira, então missionários da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, fundada pela pastora brasileira Valnice Milhomens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2018, o casal intensificou sua missão em Angola, mais especificamente em Camizungo. Para captar doações de caráter humanitário, o casal Vieira criou o Instituto Atos, uma organização não-governamental.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://uploads.intercept.com.br/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-05-as-13.02.57.png" alt="" class="wp-image-434219"/><figcaption class="wp-element-caption">Ana Paula Valadão também pede doações para missões no local.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A organização, liderada pelo casal Vieira, convidou Marçal a atuar como apoiador e captador de recursos em 2019. Mas ele não é único parceiro de peso: também cumpre o mesmo papel, por exemplo, a própria<a href="https://www.facebook.com/anapaulavaladaodtoficial/videos/o-senhor-est%C3%A1-transformando-o-camizungoe-n%C3%B3s-estamos-testemunhando-o-que-est%C3%A1-ac/1022175336090727/">&nbsp;Ana Paula Valadão,</a>&nbsp;também pedindo doações nas redes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora apresentado como uma iniciativa de ações sociais e construção de moradias, na prática, o projeto é mais uma&nbsp;<a href="https://organizacaoatos.org/parceiros/">ação de evangelização</a>&nbsp;de comunidades rurais em Angola. Vieira é, hoje, apóstolo da Igreja Diante do Trono em Angola, denominação batista renovada fundada por Ana Paula Valadão, da família criadora da Igreja Lagoinha.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma entrevista disponível na internet, um dos professores da unidade escolar de Camizungo, mantida pela ONG Atos, explica a linha pedagógica da escola da comunidade. “Por intermédio da Bíblia nós conseguimos encontrar todas as disciplinas”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: The Intercpet Brasil / </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="512" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-1024x512.jpg" alt="" class="wp-image-131458" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-1024x512.jpg 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-300x150.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-768x384.jpg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-1536x768.jpg 1536w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/Banner-paisagem-campanha-eleitoral-minimalista-1-2048x1024.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/missao-camizungo/">Missão Camizungo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Seguro residencial cresce 25% em quatro anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 19:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Casas]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Região Sul do país é a que mais contratadas Pesquisa da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) revela o crescimento de 25% na contratação do seguro residencial no Brasil, no período de 2017 a 2021. “Foi realmente um crescimento bastante relevante na penetração do seguro residencial”, disse nesta terça-feira (25) o presidente da Comissão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Região Sul do país é a que mais contratadas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisa da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) revela o crescimento de 25% na contratação do seguro residencial no Brasil, no período de 2017 a 2021. “Foi realmente um crescimento bastante relevante na penetração do seguro residencial”, disse nesta terça-feira (25) o presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, Jarbas Medeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente saiu de 13,6% na época, em 2017 &#8211; primeiro ano da série histórica &#8211; e, hoje, 17% de todas as residências do Brasil têm seguro residencial. A gente está falando, em números absolutos, de 12,7 milhões de residências em todo o país”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No período de quatro anos, o aumento foi de 2,8 milhões de residências protegidas pelo seguro residencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os números referentes a 2022 ainda não estejam fechados, porque dependem de informações das 61 companhias que comercializam esse tipo de seguro no Brasil, Jarbas Medeiros estimou que a perspectiva é continuar crescendo. “Porque é um mercado que tem muita oportunidade. Você tem 83% ainda das residências do Brasil que não têm seguro residencial. É um potencial gigantesco. Certamente, nós vamos crescer mais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos de receita, o mercado de seguro residencial atingiu R$ 4,48 bilhões em 2022, uma expansão de 16% em comparação ao ano anterior. Em 2017, o total registrado em receita foi R$ 2,65 bilhões, contra R$ 3,86 bilhões, em 2021, aumento de 45% em quatro anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento da FenSeg cruzou dados das 61 seguradoras que comercializam o seguro residencial no país com números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Superintendência de Seguros Privados (Susep).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Regiões</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos regionais, a pesquisa identificou que a maior penetração, em 2021, ocorreu no Sul do país, com 29,7% de residências com proteção, seguindo-se Sudeste (22,3%), Centro-Oeste (12,9%), Nordeste (7%) e Norte (4,6%). Entre os estados, a liderança é exercida pelo Rio Grande do Sul, com 38,6%, à frente de São Paulo (29%), Santa Catarina (27,1%), Paraná (22,7%) e Distrito Federal (21,8%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No Nordeste e Norte, [o seguro residencial] está mais subpenetrado, e o Nordeste tem quase 20 milhões de domicílios. Tem muita coisa para fazer ali ainda”, disse Medeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jarbas Medeiros disse que a pandemia do novo coronavírus (covid-19) teve participação importante no aumento do seguro residencial no Brasil, porque, à medida que as pessoas ficaram mais em casa, dedicando mais tempo ao trabalho e estudo, começaram a dar mais atenção ao local onde moram. “Houve uma ressignificação do conceito da casa. De fato, as pessoas usando muito mais, a residência está mais sujeita a danos, a todo tipo de situação”.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Coberturas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a FenSeg, a cobertura básica e obrigatória no seguro residencial é incêndio, incluindo explosão. São mais comercializadas também, dentro do seguro residencial, danos elétricos, vendaval (incluindo furacão, ciclones), roubo (assalto à mão armada, arrombamento) e responsabilidade civil contra terceiros, como infiltração e vazamento que atinge o apartamento de vizinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor da apólice depende de quanto e do quê se contrata. Na média Brasil, o seguro de uma casa gira em torno de R$ 600 por ano; de um apartamento, o preço médio alcança cerca de R$ 400 por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somente 10% das apólices contratadas atualmente incluem a cobertura de desmoronamento, enquanto a de alagamento representa menos de 1% do total. Medeiros destacou que não são todas as companhias que comercializam esse tipo de cobertura, porque têm risco grande, bem como a procura ainda é baixa por parte das pessoas, por falta de conhecimento da população e, até, por uma questão cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra conclusão do levantamento é que os serviços emergenciais, ou plano de assistência 24 horas, presentes em todos os contratos desse seguro, são cada vez mais acionados pelos clientes. Entre eles, estão chaveiro, encanador, eletricista, vidraceiro, desentupimento, conserto de aparelhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Agência Brasil</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Entendendo como funciona o CMDS e a importância da comunidade esta inserida..." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/LN3ES5iTj9w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Prefeitura inaugura novo centro de convivência e entrega títulos de propriedade no conjunto Baixa Fria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 20:26:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Casas]]></category>
		<category><![CDATA[Inauguração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conjunto residencial Baixa Fria II, em São Marcos, foi beneficiado com duas ações nas áreas social e de habitação. O prefeito Bruno Reis esteve na localidade, nesta quarta-feira (5), para inaugurar um novo Centro de Convivência Socioassistencial (CCS) voltado para atender crianças e adolescentes de 6 a 17 anos com atividades socioeducativas. Na ocasião, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O conjunto residencial Baixa Fria II, em São Marcos, foi beneficiado com duas ações nas áreas social e de habitação. O prefeito Bruno Reis esteve na localidade, nesta quarta-feira (5), para inaugurar um novo Centro de Convivência Socioassistencial (CCS) voltado para atender crianças e adolescentes de 6 a 17 anos com atividades socioeducativas. Na ocasião, o gestor municipal ainda entregou 128 títulos de propriedade para as famílias que vivem na região, através do programa Casa Legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prefeito ressaltou que a medida resolve carências da comunidade nos campos social e de educação. &#8220;Este é o oitavo Centro de Convivência Social Assistencial que a Prefeitura entrega nos últimos anos. Um equipamento que vai ajudar a completar o trabalho que é realizado na área da educação. As crianças da Baixa Fria estudam em escolas municipais, e temos, somente no contraturno, 200 crianças que passarão a ter reforço de matemática, de português, aulas de arte e música. Serão aulas em tempo integral, elas irão estudar um turno de forma regular e no outro turno contarão com todo o apoio sócio assistencial do município. Era praticamente o último equipamento que faltava na comunidade, que já possui habitações de qualidade, unidade de saúde, escola, e agora um CCS&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerido pela Fundação Cidade Mãe (FCM), o CCS Baixa Fria II é a 8ª unidade do tipo a funcionar na capital baiana. O lugar é composto por dois pavimentos, sala para atividades de arte e lazer, refeitório, parquinho e área verde. O espaço tem capacidade de ofertar oficinas de arte, educação e cultura, acompanhamento psicossocial e pedagógico de português e matemática para 200 crianças e adolescentes no contraturno escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo centro de convivência atenderá os educandos matriculados em unidades de ensino do entorno, como as escolas municipais Orlando Imbassahy, Syd Porto Brandão, São Marcos, Canabrava e a Escola Comunitária Municipal de Canabrava.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a presidente da FCM, Isabela Argolo, garantir o bem-estar do soteropolitano é a maior prova da dedicação e atenção do poder público municipal com seus cidadãos. &#8220;Com mais uma unidade inaugurada, garantimos ainda mais oportunidades ao cidadão, oferecendo a crianças e adolescentes mais esperança e outros caminhos para um futuro melhor. Aqui trabalhamos realizando ações que permitam o resgate de sonhos, a construção da cidadania, o empoderamento e levá-los a crer que é possível viver em outra realidade&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A implantação dos Centros de Convivência Socioassistencial é fruto da política municipal de fortalecimento à proteção básica do público infantojuvenil. Além do CCS Baixa Fria II, a Prefeitura mantém em funcionamento as unidades Monte do Senhor (Jardim das Margaridas), Bariri das Artes (Engenho Velho de Brotas), Cristo é Vida (Chapada do Rio Vermelho), AABB Comunidade (Piatã), Jardim Primavera (Lobato), Periperi e Saramandaia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, o prefeito autorizou a construção da Praça da Juventude, demanda antiga da comunidade da Baixa Fria. &#8220;Aproveitando o momento, iniciaremos ainda uma intervenção, estimada em quase R$900 mil, para recuperar toda a Praça da Juventude de Canabrava. Lembrando que, futuramente aqui, haverá um novo hospital público veterinário&#8221;, declarou Reis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/339957372_895710118210314_3193621720436389977_n-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-81797" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/339957372_895710118210314_3193621720436389977_n-1024x683.jpg 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/339957372_895710118210314_3193621720436389977_n-300x200.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/339957372_895710118210314_3193621720436389977_n-768x512.jpg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/04/339957372_895710118210314_3193621720436389977_n.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CASA LEGAL</strong><br>Por meio do programa Casa Legal, os moradores do residencial Baixa Fria II passam a ter as escrituras dos próprios imóveis registradas em cartório. Em 2021, a Prefeitura entregou 230 títulos no residencial vizinho, o Baixa Fria I.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bruno Reis lembrou a importância da casa própria e legalizada para o cidadão, em especial aquele oriundo das regiões mais carentes da capital; &#8220;É um momento de extrema felicidade poder entregar a escritura definitiva do imóvel a essas famílias. Agora é a certeza de que o imóvel é de vocês, registrado em cartório, e que vai poder passar de mãe para filho, e de filho para neto. É a realização de um sonho&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, essa iniciativa permite que áreas urbanas consideradas informais sejam regularizadas e que os locais tenham a possibilidade de receber investimentos de infraestrutura. Com as escrituras, os moradores têm seus imóveis regulamentados, recebendo a garantia de proteção do patrimônio familiar, dos investimentos já feitos, além de valorização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os habitacionais Baixa Fria I e II foram construídos pela Prefeitura em duas etapas, uma em 2017 e outra em 2020, para abrigar famílias que viviam em condições subumanas e em barracos e casas insalubres. Além dos imóveis, o projeto contemplou a requalificação de todo o entorno do condomínio, nova rede de drenagem, arborização e calçamento das ruas, rede de abastecimento de água e esgotamento sanitário, estação de tratamento de esgoto, criação de passeio, meio-fio, estabilização de taludes e instalação de rede de energia elétrica. O investimento total foi de quase R$30 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Bahia Noticias </strong></p>



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		<title>Mais 174 famílias que moravam em Alagados recebem novos apartamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 00:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na parede da sala da nova casa, a foto da neta Sofia e, na lembrança, a antiga residência. “Morei na palafita, em cima da maré. Meu filho chegou a cair lá de cima”. A história de Mônica Machado, 43 anos, é uma entre as 174 famílias da comunidade dos Alagados que receberam um apartamento novo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na parede da sala da nova casa, a foto da neta Sofia e, na lembrança, a antiga residência. “Morei na palafita, em cima da maré. Meu filho chegou a cair lá de cima”. A história de Mônica Machado, 43 anos, é uma entre as 174 famílias da comunidade dos Alagados que receberam um apartamento novo nesta terça-feira (11). As chaves foram entregues pelo governador Rui Costa no conjunto habitacional construído em Massaranduba. São 29 prédios em uma área totalmente pavimentada, com três praças, dois parques infantis, duas academias, um abrigo de resíduos sólidos, vagas de estacionamento, sistema de drenagem e de esgotamento sanitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governador destacou que mais casas serão entregues até o fim do ano. “Nós temos mais casas para entregar, que serão construídas, inclusive para aquelas pessoas que sofreram com as chuvas. O Estado vai fazer um esforço extraordinário, porque teremos que remanejar o orçamento. A gente está estimando que vai chegar perto de quase 5 mil casas. Isso vai dar mais de R$ 350 milhões que não estavam inicialmente planejados no orçamento. Mas nós vamos ter que remanejar para poder atender essas pessoas que perderam as suas casas e devolver a elas um mínimo de dignidade, longe das áreas de alagamento”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Desenvolvimento Urbano, Eures Ribeiro, ressaltou que o projeto tem como público-alvo as pessoas mais carentes. “Esse projeto visa estender a mão para quem mais precisa, e quem precisa são as pessoas que não têm onde morar. Só aqui são 174 casas, mas nós já temos mais casas cadastradas em um outro projeto. São mais 250 casas que estão praticamente prontas para serem entregues”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os apartamentos possuem dois quartos, sala e cozinha. Ao receber as chaves, Mônica Machado comemorou a segurança da nova moradia. “Como é que não fica feliz depois de 22 anos morando na maré? Isso aqui é um paraíso. Receber uma casa dessas é uma felicidade. É tudo de bom”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Governo do Estado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: <strong><em>Fernando Vivas/GOVBA</em></strong></p>



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<iframe title="Programa Bate Papo na City. Apresentação: Jorge Wellington e Jony Costa" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/T157HgJg5NU?list=PL0Ew9K-__65yyOffmkAcQ7T-13KVgyAze" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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