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	<title>CCJ |</title>
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		<title>Câmara aprova projeto que cria o Dia Nacional da Capoeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que institui o dia 15 de julho como o Dia Nacional da Capoeira. A proposta segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), responsável pela redação final. De autoria do deputado Márcio Marinho (Republicanos-BA), o Projeto de Lei 7536/10 já havia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que institui o dia 15 de julho como o Dia Nacional da Capoeira. A proposta segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), responsável pela redação final.</p>



<p>De autoria do deputado Márcio Marinho (Republicanos-BA), o Projeto de Lei 7536/10 já havia sido aprovado pela Câmara em 2014. Desta vez, os deputados analisaram e aprovaram uma emenda do Senado que altera a data comemorativa.</p>



<p>Inicialmente, o texto previa o dia 20 de novembro, data da Consciência Negra e da morte de Zumbi dos Palmares. Com a transformação do dia em feriado nacional em 2023, o Senado propôs a mudança para 15 de julho — data em que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu a capoeira como patrimônio cultural imaterial do Brasil.</p>



<p>A emenda recebeu parecer favorável do relator na CCJ, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR).</p>



<p>Durante a votação, Márcio Marinho destacou a importância da capoeira como manifestação cultural. “Estamos aqui fazendo justiça a todos os capoeiristas do Brasil”, afirmou.</p>



<p>A deputada Ana Pimentel (PT-MG) também ressaltou o papel histórico da prática, associando a capoeira à resistência e ao combate ao racismo no país.</p>



<p>Fonte: Alô alô Bahia / Foto: Divulgação</p>



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		<title>Renan acusa acordo político para aprovar PL da Dosimetria; governo nega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 00:54:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar das críticas e do embate público, o texto acabou aprovado pela comissão, por 17 votos a favor e 7 votos contra Por Cleber Lourenço &#8211; Quarta, 17 de dezembro de 2025 A discussão do&#160;PL da Dosimetria&#160;na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado expôs uma crise política e institucional em torno da tramitação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar das críticas e do embate público, o texto acabou aprovado pela comissão, por 17 votos a favor e 7 votos contra</p>



<p><strong>Por Cleber Lourenço</strong> &#8211; Quarta, 17 de dezembro de 2025</p>



<p>A discussão do&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/autor-de-pl-afirma-dosimetria-estimula-golpes/">PL da Dosimetria</a>&nbsp;na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado expôs uma crise política e institucional em torno da tramitação do projeto. O estopim foi a acusação pública do senador Renan Calheiros (MDB-AL) de que haveria um acordo para acelerar a votação da proposta em troca do avanço de outra pauta de interesse do governo. Apesar das críticas e do embate público, o texto acabou aprovado pela comissão, por 17 votos a favor e 7 votos contra.</p>



<p>Durante o debate, Renan afirmou que não aceitaria participar de uma negociação que, segundo ele, buscava votar um projeto com impacto direto sobre crimes contra o Estado Democrático de Direito em prazo exíguo e sem debate adequado. “Não vou participar de farsa nenhuma. Não se pode obrigar o Senado a votar, em 24 horas, uma matéria dessa complexidade”, afirmou.</p>



<p>O senador também sustentou que a proposta, ao alterar regras gerais de dosimetria de penas, teria efeitos amplos sobre todo o sistema penal. Segundo ele, o texto pode atingir investigações em curso sobre a tentativa de golpe de Estado. “Isso frustra uma investigação densa, profunda, com provas indiscutíveis, e ainda desestimula militares legalistas que se recusaram a apoiar o golpe”, declarou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Líderes do governo reagem</h2>



<p>As críticas de Renan precipitaram uma reação mais dura do governo após a repercussão pública do episódio. O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), divulgou vídeo afirmando que não existe “nenhuma possibilidade de acordo” em torno do projeto. “Não há tolerância para quem comete crime contra a democracia brasileira, seja por anistia raiz ou por qualquer anistia disfarçada”, disse.</p>



<p>Segundo Randolfe, a orientação do governo era atuar pela rejeição do texto na CCJ e, caso ele avançasse, tentar derrotá-lo no plenário do Senado. “Vamos à CCJ para rejeitar o projeto. Se for ao plenário, iremos ao plenário para derrotá-lo”, afirmou. O senador acrescentou que, se a proposta for aprovada pelo Congresso, o presidente Lula vetará integralmente o texto. “Tenho absoluta certeza de que o presidente Lula vetará esse projeto, porque não é tolerável qualquer conciliação com quem tentou atentar contra a democracia brasileira”, declarou.</p>



<p>Randolfe também alertou que, caso o projeto seja alterado sob o argumento de emenda de redação, mas com mudança de mérito, a base governista atuará para que o texto retorne à Câmara dos Deputados. “Anistia? Não. Cem por cento não”, afirmou.</p>



<p>Apesar do discurso contundente, a condução do governo durante a sessão foi marcada por ausências relevantes. O líder da bancada do PT no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), estava fora de Brasília, cumprindo agenda em seu estado que não envolvia a pauta da anistia ou da dosimetria. Já Randolfe participou apenas do início da discussão na CCJ e deixou a comissão para uma reunião ministerial no Palácio do Planalto, marcada no mesmo horário do debate, retornando apenas no meio da tarde.</p>



<p>Em manifestação nas redes sociais, a ministra da Secretaria de Relações públicas, a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), afirmou que “não há nenhuma negociação ou acordo no Senado” envolvendo o projeto de redução de penas e reiterou que o governo é contrário à proposta. Segundo ela, a orientação do Palácio do Planalto à base governista é votar contra o texto, por entender que quem atentou contra a democracia “tem de pagar por seus crimes” e porque o projeto aprovado pela Câmara teria alcance mais amplo, beneficiando condenados por outros tipos de crime.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Concessão de vista</h2>



<p>Nos bastidores, senadores relataram que a expectativa inicial era de concessão de vista mais longa para adiar a análise do projeto e empurrar a discussão para o próximo ano. Essa estratégia teria sido revista com a defesa de uma vista curta, de poucas horas, para permitir a votação ainda no mesmo dia. Segundo relatos ouvidos pelo ICL Notícias, essa mudança teria sido acompanhada da tentativa de vincular a votação da dosimetria ao avanço de um projeto de taxação de apostas esportivas e fintechs, pauta que já contava com ampla maioria no Senado.</p>



<p>Parlamentares contrários ao acordo afirmam que a lógica dessa troca é inaceitável. Para eles, não se pode vincular um tema de natureza constitucional e democrática a uma matéria de arrecadação, ainda mais sob a promessa de veto presidencial ou de posterior análise pelo Supremo Tribunal Federal. Na avaliação desses senadores, cabe ao Senado exercer seu papel de casa revisora e barrar propostas com vícios de origem, sem empurrar a responsabilidade para outras instâncias.</p>



<p>Com a aprovação na CCJ, o PL da dosimetria segue agora para as próximas etapas de tramitação no Senado, sob a promessa de enfrentamento no plenário e de eventual veto presidencial, enquanto o episódio aprofunda o desgaste político do projeto e evidencia divisões internas sobre o método e o mérito da proposta.</p>



<p>Fonte: ICL Noticias / </p>



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<iframe title="FINALIZAÇÃO DOS TRABALHOS LEGISLATIVO 2025" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5_qtKUBYNng?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/renan-acusa-acordo-politico-para-aprovar-pl-da-dosimetria-governo-nega/">Renan acusa acordo político para aprovar PL da Dosimetria; governo nega</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Contarato pede correção de voto e reforça oposição ao PL da Dosimetria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 00:48:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Senador afirma ter votado contra projeto na CCJ, apesar de registro favorável, e diz que proposta fomenta impunidade Por Cleber Lourenço &#8211; Quarta, 17 de dezembro de 2025 O senador Fabiano Contarato (PT-ES) enviou ofício ao presidente do&#160;Senado&#160;nesta quarta-feira (17) solicitando a correção do registro de seu voto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Senador afirma ter votado contra projeto na CCJ, apesar de registro favorável, e diz que proposta fomenta impunidade</p>



<p><strong>Por Cleber Lourenço</strong> &#8211; Quarta, 17 de dezembro de 2025</p>



<p>O senador Fabiano Contarato (PT-ES) enviou ofício ao presidente do&nbsp;<a href="https://www12.senado.leg.br/hpsenado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Senado</a>&nbsp;nesta quarta-feira (17) solicitando a correção do registro de seu voto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) durante a votação do Projeto de Lei nº 2.162/2023, o chamado PL da Dosimetria. O texto foi aprovado no colegiado por 17 votos favoráveis e 7 contrários.</p>



<p>Segundo o senador, houve erro material no registro eletrônico da votação nominal. No sistema da CCJ, seu voto foi computado como “Sim”, quando, de acordo com o ofício, sua posição era contrária à proposição. “Equivoquei-me no registro do meu voto, tendo sido consignado ‘Sim’ quando, na realidade, meu voto era ‘Não’”, afirma Contarato no documento.</p>



<p>O parlamentar pede que a correção conste em ata com base no artigo 316 do Regimento Interno do Senado Federal, dispositivo que permite a retificação de votos em caso de erro material. Ele sustenta que a medida é necessária para garantir a fidelidade dos registros oficiais da Comissão.</p>



<p>O pedido tem peso político porque, entre os 17 votos favoráveis computados na CCJ, estava justamente o de Contarato. Com a manifestação formal, o senador busca deixar registrado que sua posição sempre foi contrária ao projeto, ainda que a correção não altere o resultado final da votação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2025/12/fabiano-contarato-senado-15mai2024.webp" alt="Contarato pede correção de voto e reforça oposição ao PL da Dosimetria
" class="wp-image-101466"/></figure>
</div>


<p>No ofício, Contarato vai além da justificativa técnica e faz uma crítica direta ao mérito do PL da dosimetria. Ele declara ser “totalmente contrário ao denominado PL da Dosimetria e a tudo o que ele representa”, afirmando que a proposta “fomenta a impunidade” ao beneficiar pessoas que “possuíam planos concretos para atentar contra o Estado Democrático de Direito”.</p>



<p>O senador também relata sua atuação durante a reunião da CCJ. Segundo o documento, ele atuou “de forma firme para que o projeto fosse rejeitado ou, ao menos, tivesse sua deliberação adiada”, e apresentou requerimento de audiência pública para ampliar o debate sobre a matéria antes da votação.</p>



<p>Ao justificar o envio do ofício, Contarato afirma que a declaração tem como objetivo assegurar “a fidelidade dos registros oficiais e a transparência do processo legislativo”, para que fique plenamente refletida sua posição política e a coerência de sua atuação parlamentar na Comissão de Constituição e Justiça.</p>



<p>O PL da Dosimetria altera dispositivos da Lei de Execução Penal e do Código Penal e vem sendo alvo de críticas de parlamentares e entidades da sociedade civil, que apontam possíveis efeitos sobre condenações relacionadas aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Apesar das controvérsias e da divisão no colegiado, o projeto foi aprovado na CCJ e segue em tramitação no Senado.</p>



<p>Fonte: ICL Noticias / </p>



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		<title>PT vai ao STF contra PL da Dosimetria e aponta manobra no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 00:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<category><![CDATA[Jaques Wagner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mandado de segurança do líder do PT na Câmara questiona rito acelerado na CCJ, com aval do líder do governo Jaques Wagner Por Cleber Lourenço &#8211; Quarta, 17 de dezembro de 2025 O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, protocolou nesta quarta-feira (17) mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a tramitação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mandado de segurança do líder do PT na Câmara questiona rito acelerado na CCJ, com aval do líder do governo Jaques Wagner</p>



<p><strong>Por Cleber Lourenço</strong> &#8211; Quarta, 17 de dezembro de 2025</p>



<p>O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, protocolou nesta quarta-feira (17) mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a tramitação do PL 2.162/2023, o PL da Dosimetria, que beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro. Na ação, o partido aponta como ilegal uma manobra regimental adotada no Senado, que teria contado com o apoio do líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA).</p>



<p>A ação questiona a votação do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e sustenta que o processo legislativo foi marcado por vícios formais graves, entre eles a redução do prazo de vista para apenas quatro horas, o que teria violado o Regimento Interno do Senado, o devido processo legislativo e as prerrogativas das minorias parlamentares.</p>



<p>Segundo o mandado de segurança, o encurtamento do prazo de vista não foi um ato isolado, mas parte de uma estratégia deliberada para acelerar a votação de uma matéria de alto impacto penal e institucional.</p>



<p>O texto afirma que a redução ocorreu “sem que o projeto estivesse submetido a regime de urgência, sem fato novo e sem justificativa objetiva que autorizasse a compressão do debate”, caracterizando, segundo a peça, uma aceleração artificial da tramitação.</p>



<p>O texto afirma que o pedido de vista é um direito subjetivo público do parlamentar, diretamente vinculado à função deliberativa das comissões e à proteção das minorias, e que sua supressão compromete a legitimidade do processo legislativo.</p>



<p>Segundo o documento, a manobra procedimental se soma a outro vício apontado na ação: a aprovação, no Senado, de uma emenda formalmente classificada como “emenda de redação”, mas que “altera profundamente o regime jurídico da execução penal”, modificando critérios de progressão de regime e excluindo centenas de tipos penais da incidência da norma aprovada pela Câmara dos Deputados.</p>



<p>A combinação entre a emenda materialmente de mérito e a redução do prazo de vista é apresentada como uma fraude ao processo legislativo, com o objetivo de impedir o retorno do texto à Câmara e encerrar a tramitação no Senado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais argumentos</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Violação ao devido processo legislativo: a ação afirma que o Senado adotou procedimentos que esvaziaram o debate parlamentar e comprometeram a legitimidade democrática da tramitação do projeto.</li>



<li>Supressão indevida do pedido de vista: a redução do prazo para apenas quatro horas teria violado o Regimento Interno do Senado e as prerrogativas das minorias, já que o projeto não tramitava em regime de urgência.</li>



<li>Emenda de mérito disfarçada de redação: o mandado sustenta que a emenda aprovada no Senado não se limitou a ajustes formais, mas promoveu alteração substancial no conteúdo do texto aprovado pela Câmara, o que exigiria o retorno da proposta à Casa de origem.</li>



<li>Burla ao bicameralismo: ao evitar o retorno do projeto à Câmara, o Senado teria violado o princípio constitucional do bicameralismo e suprimido etapa essencial do processo legislativo.</li>



<li>Risco de interferência em julgamentos em curso: a peça aponta que o PL da dosimetria incide diretamente sobre crimes contra o Estado Democrático de Direito e pode afetar ações penais ainda em andamento no STF, configurando interferência indevida do Legislativo sobre o Judiciário.</li>



<li>Fraude procedimental: a combinação entre a emenda materialmente de mérito e a compressão do prazo de vista é descrita como uma estratégia deliberada para acelerar a votação e neutralizar o controle político e institucional sobre o projeto.</li>
</ul>



<p>A ação também destaca que o PL da dosimetria tem impacto direto sobre crimes contra o Estado Democrático de Direito e sobre ações penais em curso no STF, o que, segundo o autor do mandado de segurança, configura risco concreto de interferência legislativa indevida em julgamentos ainda não concluídos. Com base nessa conexão, Lindbergh Farias sustenta a prevenção do ministro Alexandre de Moraes para relatar o caso.</p>



<p>Além do embate jurídico, o episódio expõe uma divisão interna no PT e na base governista no Congresso. O pedido de vista encurtado na CCJ foi defendido publicamente pelo líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), que afirmou que a medida visava acelerar a votação do projeto, em linha com a estratégia de avançar rapidamente com a pauta ligada à anistia.</p>



<p>Na prática, o mandado de segurança coloca o líder do PT na Câmara em confronto direto com um senador petista que ocupa posição central na articulação do governo no Senado.</p>



<p>O movimento amplia o desgaste político de Jaques Wagner dentro das bancadas governistas, onde já vinham sendo registradas críticas à sua condução em pautas sensíveis. Ao questionar no STF a legalidade da manobra regimental apoiada pelo líder do governo, a ação reforça a leitura de que a tramitação do PL da dosimetria se deu sob forte controvérsia interna e sem consenso na base aliada.</p>



<p>No pedido liminar, o líder do PT solicita a suspensão da tramitação e dos efeitos da aprovação do projeto no Senado.</p>



<p>Fonte: ICL Noticias / </p>



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		<title>Apesar da rejeição popular, Hugo Motta ainda defende PEC da Bandidagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 20:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Anistia]]></category>
		<category><![CDATA[blindagem]]></category>
		<category><![CDATA[Camara]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[prerrogativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente da Câmara diz que debate foi &#8216;distorcido&#8217; Por Lucas Pordeus León – Agência Brasil &#8211; Segunda, 22 de setembro de 2025 O presidente da&#160;Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), voltou a defender a chamada&#160;PEC da Blindagem, ou PEC da Bandidagem, nesta segunda-feira (22), dia seguinte aos protestos que levaram milhares de pessoas às ruas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Presidente da Câmara diz que debate foi &#8216;distorcido&#8217;</p>



<p><strong>Por Lucas Pordeus León – Agência Brasil</strong> &#8211; Segunda, 22 de setembro de 2025</p>



<p>O presidente da&nbsp;<a href="https://www.camara.leg.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos Deputados</a>, Hugo Motta (Republicanos-PB), voltou a defender a chamada&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/?s=PEC+da+Blindagem">PEC da Blindagem</a>, ou PEC da Bandidagem, nesta segunda-feira (22), dia seguinte aos protestos que levaram milhares de pessoas às ruas de todas as capitais do Brasil.</p>



<p>Para Motta, o debate foi distorcido e a PEC não teria sido articulada para blindar parlamentares de processos por “crimes comuns”, como afirmam os críticos, mas sim para conter supostos excessos do&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/conhecimento/o-que-e-poder-judiciario/">Judiciário</a>&nbsp;contra deputados.</p>



<p>“Nós temos deputados sendo processados por crimes de opinião, temos deputados sendo processados por discursos na Tribuna,&nbsp;temos deputados sendo processados por uso das redes sociais. Essa é a realidade do país hoje”, disse Motta durante evento promovido pelo banco BTG Pactual.</p>



<p>Os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado, têm sustentado que eles estão sendo “perseguidos” por apenas “emitir opinião” no contexto do julgamento do STF da trama golpista.</p>



<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://iclnoticias.com.br/app/uploads/2025/09/lula1831-1.webp" alt="blindagem" width="1170" height="700"></p>



<p id="caption-attachment-91129"><em>Presidente da Câmara, Hugo Motta (Foto: EBC)</em></p>



<p>O argumento é rejeitado por ministros da Corte, que qualificam o movimento golpista como tentativa de anular uma eleição legítima e manter Bolsonaro no poder contra a vontade popular, crimes previstos na legislação.</p>



<p>Ainda segundo Motta, a discussão da PEC da Blindagem foi “distorcida” e atualmente, com a força das redes sociais, o Parlamento não seria blindado contra crimes comuns.</p>



<p>“Quando é que&nbsp;vamos ter um crime comum cometido por quem quer que seja, sair impune, ainda mais por um parlamentar? É claro que a Câmara não vai aliviar para um parlamentar que cometa um crime comum, seja ele qual for”, completou.</p>



<p>O advogado e jurista Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Grupo Prerrogativas, ponderou à&nbsp;Agência Brasil&nbsp;que a imunidade parlamentar não pode ser usada para proteger pronunciamentos que envolvam calúnia, injúria, ataques à democracia ou tentativa de obstrução de ação penal, como é o caso de alguns deputados.</p>



<p>“Não podemos, evidentemente, criminalizar a opinião que é fruto do debate político honesto, franco, transparente e direto. Mas opiniões que, na verdade, de alguma forma, carregam ódio, intolerância, crimes contra a honra, como calúnia, difamação, injúria e outras tantas coisas, têm que ser examinadas à luz da legislação. E o mandato não pode ser, digamos, uma salvaguarda para cometimento de crimes”, comentou.</p>



<p>Os protestos desse domingo tiveram, entre os principais alvos, o atual presidente da Câmara por seu papel na aprovação da PEC da Blindagem. Os críticos argumentam que a proposta foi costurada para proteger os parlamentares contra processos criminais.</p>



<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado&nbsp;pautou a PEC&nbsp;para próxima quarta-feira (24), com expectativa de rejeitar o projeto após a repercussão negativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Anistia e dosimetria</h3>



<p>Motta também defendeu a redução de penas para os condenados pelos eventos que culminaram no 8 de janeiro de 2023. Para ele, se esse debate não for superado, “muito dificilmente a Câmara vai produzir normalmente”.</p>



<p>“O que a Câmara quer construir é dentro das regras legais do país, reconhecendo o papel que o Supremo cumpriu naquele episódio triste que foi o 8 de janeiro, procurando sim imputar àquelas pessoas que foram lá quebrar, depredar, aquelas pessoas que armaram, por exemplo, planos para matar pessoas”, ponderou.</p>



<p>Para Motta, é possível uma mudança na lei penal para rever penas que o Congresso entende que foram exageradas.</p>



<p>“[Caso essa solução seja aprovada] que o próprio Poder Judiciário [possa] fazer uma reinterpretação dessas penalidades e, quem sabe, mandar essas pouco mais de 180 pessoas que estão presas hoje para casa”, disse.</p>



<p>O presidente da Câmara concluiu que essa é uma boa solução para “distensionar&nbsp;um pouco esse ambiente político e poder, a partir daí, ter&nbsp;outra pauta” que, segundo ele, não seja “tóxica” para o país.</p>



<p>O relator do projeto de lei sobre o tema, deputado&nbsp;Paulinho da Força&nbsp;(Solidariedade-SP), tem dado declarações de que o texto não deve discutir a&nbsp;<a href="https://iclnoticias.com.br/conhecimento/lei-da-anistia/">anistia</a>, que seria um perdão dos crimes, mas sim uma redução das penas por meio de nova dosimetria dos crimes cometidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Blindagem ou Prerrogativas</h3>



<p>A PEC da Blindagem ganhou força na Câmara, após ações do Supremo Tribunal Federal (STF) contra parlamentares envolvidos na tentativa de golpe de Estado que culminou no 8 de janeiro de 2023 e também com o crescimento de inquéritos para investigar a execução de&nbsp;emendas parlamentares, recursos públicos da ordem de RS 50 bilhões anuais sob controle do Legislativo.</p>



<p>Com a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, a oposição ocupou os&nbsp;plenários da Câmara e do Senado, impedindo os trabalhos da Casa e exigindo, entre outras pautas, o aumento das prerrogativas dos parlamentares contra ações do STF.</p>



<p>Por outro lado, especialistas e organizações que atuam no tema do combate à corrupção alertam que a proposta pode barrar&nbsp;ações contra corrupção&nbsp;no uso das emendas parlamentares.</p>



<p>O fim da exigência de autorização prévia do Parlamento para processos criminais contra deputados e senadores foi aprovada por Emenda Constitucional em dezembro de 2001, após centenas de&nbsp;casos de impunidade&nbsp;chocarem a opinião pública ao longo de toda a década de 1990.</p>



<p>FONTE: ICL NOTICIAS / </p>



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<iframe title="REFLEXÕES SOBRE IPIRÁ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/IbxwSq07rC4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/apesar-da-rejeicao-popular-hugo-motta-ainda-defende-pec-da-bandidagem/">Apesar da rejeição popular, Hugo Motta ainda defende PEC da Bandidagem</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>CCJ aprova plano de trabalho da regulamentação da reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 18:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Discussões no Senado começam na próxima semana A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (23) o plano de trabalho para o projeto de lei que regulamenta a reforma tributária, apresentado pelo relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM). Os debates começam na próxima semana. O Projeto de Lei Complementar 68/2024 foi encaminhado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Discussões no Senado começam na próxima semana</em></p>



<p>A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (23) o plano de trabalho para o projeto de lei que regulamenta a reforma tributária, apresentado pelo relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM). Os debates começam na próxima semana.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1616534&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1616534&amp;o=node"></p>



<p>O Projeto de Lei Complementar 68/2024 foi encaminhado ao Senado em agosto, mas por um acordo com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da CCJ, Davi Alcolumbre (União-AP), o texto só começaria a tramitar no final do calendário das eleições municipais.</p>



<p>O projeto regulamenta a Proposta de Emenda à Constituição 45/2019 (PEC), que originou a reforma tributária e promulgada pelo Congresso Nacional como Emenda Constitucional 132/2023. Ao apresentar o plano de trabalho, o relator da matéria Eduardo Braga disse que enquanto aguardava o início da tramitação recebeu cerca de 550 representantes de diferentes setores da sociedade civil, que apresentaram suas demandas técnicas.</p>



<p>“A expectativa é de que possamos viabilizar a votação da matéria da forma mais breve possível, sem açodamentos ou atropelos, com a ampla participação de todos que se dispuserem a participar da construção de um consenso em torno do projeto”, disse.</p>



<p>Pelo plano apresentado, serão realizadas 11 audiências públicas, a partir da próxima semana, para tratar dos novos tributos sobre o consumo previstos na reforma, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS); interesses dos setores produtivos e o impacto da reforma tributária no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país); os regimes diferenciados com forte impacto social, como cesta básica nacional, educação, saúde e o cashback; impactos da reforma no setor de saúde e nos serviços financeiros.</p>



<p>Também serão debatidos os impactos do IBS e da CBS sobre segmentos relacionados à infraestrutura &#8211; energia, saneamento e telecomunicações &#8211; e ao setor imobiliário; imposto seletivo; o Simples Nacional e a Zona Franca de Manaus.&nbsp;</p>



<p>“Não admitiremos retrocessos, sejam nas políticas de desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste ou na proteção ao Simples Nacional e à Zona Franca de Manaus. Também faremos valer a trava para a carga tributária, incluída pelo Senado Federal no texto constitucional, com o objetivo de impedir aumentos futuros de impostos e assegurar a neutralidade da futura carga tributária do consumo”, defendeu Eduardo Braga.</p>



<p>A previsão é que os debates sejam encerrados no dia 14 de novembro.</p>



<p>O senador incluiu ainda em seu plano de trabalho a realização de duas sessões temáticas no plenário do Senado, quando serão ouvidos governadores e prefeitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tramitação</h2>



<p>Durante a reunião na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF) fez um apelo ao presidente do colegiado para que solicitasse ao senador Rodrigo Pacheco que, além da CCJ, o texto também tramitasse na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).</p>



<p>“Essa matéria é nitidamente econômica e regimentalmente deveria passar no mérito na CAE. A gente precisa discutir isso na CAE”, defendeu.</p>



<p>Eduardo Braga rebateu a proposta, lembrando que durante a tramitação da PEC da Reforma Tributária, a CAE foi ouvida e que parte das contribuições foram acatadas no relatório.</p>



<p>“A competência é inequívoca e exclusiva da CCJ. Mas nem por ser competência exclusiva, a CCJ excluiu a CAE ou as outras comissões temáticas do Senado da participação no debate e as suas contribuições”, argumentou.&nbsp;</p>



<p>“Não só recebemos a contribuição da CAE, como participamos do grupo de trabalho da CAE e colocamos no nosso relatório boa parte das contribuições que a CAE apresentou à PEC”, disse Eduardo Braga.</p>



<p>O senador Fabiano Contarato (PT-ES) também defendeu que o texto tramite apenas na CCJ, com o argumento de dar maior rapidez na tramitação. “Temos que ter responsabilidade com o tempo. Esse tema da reforma tributária já foi exaustivamente debatido. Temos que dar uma resposta à população e à economia brasileira”, disse.&nbsp;</p>



<p>“Com todo respeito, a solicitação eu acho inoportuna e desnecessária. Faço o apelo para que possamos aprovar esse tema acompanhando e cumprindo a cronologia do plano de trabalho do Eduardo Braga”, complementou.</p>



<p>Mais de 1.400 emendas ao texto foram apresentadas pelos senadores. De acordo com o relator, parte delas deve ser incorporada ao texto, o que vai exigir o retorno da proposta à Câmara dos Deputados. A expectativa é que o texto seja votado nas duas casas até o final do ano.</p>



<p>“Nesse relatório, obrigatoriamente teremos que buscar o consenso, anterior à votação do texto, com a Câmara dos Deputados, sob pena de que toda e qualquer contribuição que o Senado fizer não seja acolhida pela Câmara e nem chegue ao Executivo”, defendeu Eduardo Braga.&nbsp;</p>



<p>“Além do prazo para a elaboração do relatório, precisaremos de alguns dias para construirmos um consenso entre os líderes da Câmara, do Senado, o presidente [da Câmara dos Deputados] Arthur Lira (PP-AL) e o presidente [do Senado, Rodrigo] Pacheco e o Executivo”, afirmou.</p>



<p>Fonte: <strong>Agência Brasil</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/ccj-aprova-plano-de-trabalho-da-regulamentacao-da-reforma-tributaria/">CCJ aprova plano de trabalho da regulamentação da reforma tributária</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Presidente da CCJ, Alcolumbre marca sabatina de Dino e Gonet no Senado para o mesmo dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 12:52:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[sabatina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, senador Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para o mesmo dia – 13 de dezembro – as sabatinas de Flávio Dino, indicado para o Supremo Tribunal Federal, e Paulo Gonet, indicado para ser o novo procurador-geral da República. As indicações foram anunciadas e enviadas nesta segunda-feira (27) pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, senador Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para o mesmo dia – 13 de dezembro – as sabatinas de Flávio Dino, indicado para o Supremo Tribunal Federal, e Paulo Gonet, indicado para ser o novo procurador-geral da República.</p>



<p>As indicações foram anunciadas e enviadas nesta segunda-feira (27) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p>Alcolumbre definiu também os relatores das duas indicações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) será o relator da indicação de Paulo Gonet;</li>



<li>aliado do indicado e do governo, Weverton (PDT-MA) será o relator da indicação de Flávio Dino.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/4.jpg" alt="" class="wp-image-86855" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/4.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/4-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>Duas sabatinas no mesmo dia não são comuns – até porque cada um desses compromissos costuma envolver longas horas de perguntas e respostas.</p>



<p>Após costuras políticas, no entanto, Alcolumbre decidiu que seria possível emendar os compromissos em uma única quarta-feira.</p>



<p>Com isso, a expectativa é de que os nomes sejam votados em plenário no dia seguinte, uma quinta-feira (14) – a menos que um novo acordo encurte as sabatinas e permita a votação ainda no dia 13.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><em>Leia também</em></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://ipiracity.com/stf-deve-declarar-pec-dos-precatorios-inconstitucional-diz-ex-pgfn-da-gestao-bolsonaro/" title="">STF deve declarar PEC dos Precatórios inconstitucional, diz ex-PGFN da gestão Bolsonaro</a></li>
</ul>



<p>O presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (27) que o Senado fará um esforço concentrado para analisar ainda em dezembro as duas indicações.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Nossa intenção para todas essas indicações é estabelecermos um esforço concentrado entre os dias 12 e 15 deste mês de dezembro, para presença física dos senadores, considerando que essa apreciação se dá por voto secreto. Estamos imbuídos nesse propósito&#8221;, disse o presidente do Senado.</p>
</blockquote>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



<p>Fonte: <strong>G1</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Um mandato participativo" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Hl4zQc-fAB4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/presidente-da-ccj-alcolumbre-marca-sabatina-de-dino-e-gonet-no-senado-para-o-mesmo-dia/">Presidente da CCJ, Alcolumbre marca sabatina de Dino e Gonet no Senado para o mesmo dia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Relator da reforma tributária adia apresentação de parecer para 4 de outubro na CCJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 17:48:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Maria Carolina Marcello BRASÍLIA (Reuters) &#8211; O relator da reforma tributária no Senado, o líder do MDB na Casa Eduardo Braga (AM), decidiu adiar a apresentação de seu parecer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para o dia 4 de outubro, deixando a votação do texto no colegiado para depois do feriado de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.noticiasagricolas.com.br/dbimagens/0f687b0f35da9d220b6477534ce7c667.gif" alt="Logotipo Reuters"/></figure>



<p><img decoding="async" alt="" src="https://rmb.reuters.com/rmd/rss/content/tag:reuters.com,2023:newsml_LYNXMPEJ8C0XO:1/tag:reuters.com,2023:binary_LYNXMPEJ8C0XO-VIEWIMAGE">Por Maria Carolina Marcello</p>



<p>BRASÍLIA (Reuters) &#8211; O relator da reforma tributária no Senado, o líder do MDB na Casa Eduardo Braga (AM), decidiu adiar a apresentação de seu parecer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para o dia 4 de outubro, deixando a votação do texto no colegiado para depois do feriado de 12 de outubro.</p>



<p>O senador garante que está mantida a perspectiva de votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma ainda em outubro, como previamente estimado e acordado com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/12.jpg" alt="" class="wp-image-86863" style="width:841px;height:105px" width="841" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/12.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/12-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" /></figure>



<p>A ideia inicial era que o parecer fosse apresentado à CCJ em 27 de setembro, data postergada diante de pedido de senadores de realização de mais uma audiência pública, dessa vez para analisar o impacto da reforma tributária sobre o setor de serviços.</p>



<p>A votação na CCJ deve ocorrer no dia 18 de outubro e até o fim desse mês no plenário do Senado.</p>



<p>Fonte: Reuters</p>



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<iframe title="Eleições Conselho Tutelar 2023" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ZdCK9ysY590?start=2674&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/relator-da-reforma-tributaria-adia-apresentacao-de-parecer-para-4-de-outubro-na-ccj/">Relator da reforma tributária adia apresentação de parecer para 4 de outubro na CCJ</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Lira informou a ministros do STF que Silveira não participará da CCJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 19:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Lira]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Silveira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara, Arthur Lira, informou na manhã desta 5 feira (28.abr) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, que o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) não participará mais da composição da Comissão de Constituição de Justiça (CCJ). A informação foi confirmada por ministros da Corte ao SBT News. Com a confirmação, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara, Arthur Lira, informou na manhã desta 5 feira (28.abr) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, que o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) não participará mais da composição da Comissão de Constituição de Justiça (CCJ). A informação foi confirmada por ministros da Corte ao <strong>SBT News.</strong></p>



<p>Com a confirmação, Silveira deve participar de três comissões da Câmara: Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Esporte e Cultura e Educação (suplente).</p>



<p>Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



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<iframe title="Processo de desertificação na Bahia" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/cYI_WukSJD0?list=PL0Ew9K-__65xqHQ_6T1JHMYKXqXOldTdE" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Mesa do Senado envia indicação de André Mendonça à CCJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 18:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicado em 19/08/2021 &#8211; 14:57 Por Agência Brasil &#8211; Brasília Ele foi indicado para vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio no STF A Mesa Diretora do Senado enviou&#160;ontem&#160;(18) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a mensagem na qual o presidente Jair Bolsonaro oficializou a indicação do ex-advogado-geral da União André Mendonça para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 19/08/2021 &#8211; 14:57 Por Agência Brasil &#8211; Brasília</p>



<p>Ele foi indicado para vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio no STF</p>



<p>A Mesa Diretora do Senado enviou&nbsp;ontem&nbsp;(18) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a mensagem na qual o presidente Jair Bolsonaro oficializou a indicação do ex-advogado-geral da União André Mendonça para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1418995&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1418995&amp;o=node"></p>



<p>Com o envio do documento, caberá ao colegiado, que é presidido pelo senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), marcar a sabatina. Além de passar pela CCJ, Mendonça precisa&nbsp;ter&nbsp;o nome aprovado pelo plenário do Senado para tomar posse no STF.</p>



<p>André Mendonça foi indicado para ocupar a vaga deixada pelo ministro Marco Aurélio, que se aposentou em julho deste ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PGR</h2>



<p>A CCJ marcou a sabatina de recondução do procurador-geral da República, Augusto Aras, para a próxima&nbsp;terça-feira (24). A indicação também foi feita pelo presidente Jair Bolsonaro. Caso seja aprovado, Aras cumprirá mais dois anos de mandato.&nbsp;</p>



<p>Edição: Maria Claudia</p>



<p>. Fonte: Agência Brasil </p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mesa-do-senado-envia-indicacao-de-andre-mendonca-a-ccj/">Mesa do Senado envia indicação de André Mendonça à CCJ</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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