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	<title>células CAR-T |</title>
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	<title>células CAR-T |</title>
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		<title>Brasileiros desenvolvem versão mais potente das células CAR-T</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, metade dos pacientes com linfoma não Hodgkin e com leucemia linfoblástica aguda – dois tipos de&#160;câncer&#160;que afetam células do sangue – não responde adequadamente ao tratamento com células CAR-T. Essa terapia consiste em coletar células de defesa da própria pessoa a ser tratada (linfócitos T), modificá-las em laboratório para que se tornem capazes de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, metade dos pacientes com linfoma não Hodgkin e com leucemia linfoblástica aguda – dois tipos de&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oncologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>&nbsp;</strong>que afetam células do sangue – não responde adequadamente ao tratamento com células CAR-T. Essa terapia consiste em coletar células de defesa da própria pessoa a ser tratada (linfócitos T), modificá-las em laboratório para que se tornem capazes de destruir as células tumorais e reinjetá-las no organismo. Esses casos refratários normalmente recidivam após a&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/imunoterapia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">imunoterapia</a></strong>&nbsp;convencional.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Para contornar o problema, pesquisadores brasileiros desenvolveram uma versão mais potente das células CAR-T. Os detalhes da pesquisa foram&nbsp;<a href="https://aacrjournals.org/cancerres/article/doi/10.1158/0008-5472.CAN-24-1643/751986/Targeting-PRC2-Enhances-the-Cytotoxic-Capacity-of" target="_blank" rel="noreferrer noopener">divulgados</a>&nbsp;na revista Cancer Research.</p>



<p>“A imunoterapia com células CAR-T é revolucionária e tem salvado a vida de muitas pessoas nos últimos anos. No entanto, ainda há uma parcela significativa de pacientes que não responde a esse tratamento. Testamos uma série de drogas nas células CAR-T e uma delas revelou-se promissora ao inibir alterações epigenéticas [relacionadas com o padrão de expressão dos genes] que tornavam as células pouco eficientes contra esses dois tipos de tumor hematológico”, conta Maria Letícia Rodrigues Carvalho, primeira autora do estudo realizado no A.C. Camargo Cancer Center com apoio de Bolsa de Mestrado da FAPESP, hoje no&nbsp;<a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/218408/cbpp300-como-alvo-para-a-potencializacao-da-funcionalidade-de-celulas-car-t-implicacoes-em-neoplasia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doutorado</a>.</p>



<p>Como explicam os autores, o linfoma não Hodgkin acomete majoritariamente adultos de meia-idade, enquanto os pacientes de leucemia linfoblástica são, em sua maioria, crianças.</p>



<p>Os estudos foram realizados em células tumorais (in vitro) e em camundongos (in vivo) e representam o primeiro passo para que, no futuro, possa haver ensaios em humanos.</p>



<p>Entre as drogas testadas nas células CAR-T, a que mostrou maior potencial foi um inibidor do complexo de proteínas conhecido pela sigla PRC2. No organismo saudável, essas proteínas são necessárias para induzir a expressão dos genes que freiam a ação das células de defesa, para que estas não ataquem as células saudáveis.</p>



<p>“No entanto, no contexto do câncer, é importante que não haja freios como estes, a fim de que ocorra a eliminação completa do tumor. Embora a base da imunoterapia com células CAR-T seja justamente retirar esses freios, alguns ainda permanecem. O que fizemos foi remover aqueles que impedem uma melhor resposta contra o linfoma não Hodgkin e contra a leucemia linfoblástica aguda”, explica Tiago da Silva Medina, pesquisador do A.C. Camargo Cancer Center apoiado pela FAPESP e coordenador do&nbsp;<a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/106488/caracterizacao-dos-perfis-da-cromatina-e-transcricional-de-celulas-t-de-pacientes-com-adenocarcinoma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>.</p>



<p><strong>Fabricação</strong></p>



<p>Primeiramente, os pesquisadores produziram células CAR-T a partir de células mononucleares de sangue periférico de pessoas saudáveis, obtidas nos bancos de sangue do A.C. Camargo Cancer Center, em São Paulo, e do Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio de Janeiro.</p>



<p>Além disso, coletaram células CAR-T produzidas a partir do sangue de pacientes com os dois tipos de tumor e usadas em seu próprio tratamento no A.C. Camargo Cancer Center.</p>



<p>As células CAR-T foram modificadas com o inibidor do complexo PRC2 e usadas para tratar (in vitro) os dois tipos de células tumorais refratários à imunoterapia. Como resultado, os tumores foram eliminados mais rápida e eficientemente do que as amostras tratadas com as CAR-T convencionais (sem a inibição do PRC2).</p>



<p>Os pesquisadores partiram então para testes em camundongos que desenvolveram os dois tipos de tumor. Após o tratamento com o inibidor de PRC2, as células CAR-T foram lavadas antes de serem injetadas nos animais, a fim de garantir que não haveria resquícios do inibidor e, portanto, evitar a ação do composto em células não desejadas e mitigar o risco de eventual toxicidade sistêmica. Depois de 39 dias, os animais que receberam as células CAR-T modificadas tiveram uma melhora superior aos tratados com as convencionais.</p>



<p>“A modificação feita nas células CAR-T induziu uma resposta mais persistente no organismo e resultou em maior eliminação do tumor, tanto in vitro quanto in vivo. A abordagem epigenética melhora a qualidade dessa imunoterapia e abre uma perspectiva bastante promissora”, afirma Medina.</p>



<p>Os pesquisadores planejam agora testar os possíveis efeitos colaterais da terapia em camundongos. Isso porque os tratamentos aprovados são conhecidos por causar um aumento exacerbado da inflamação nos pacientes. O problema é amenizado com medicamentos aprovados para esse fim, que são parte do protocolo da imunoterapia.</p>



<p>“Se os novos estudos apontarem que o tratamento é seguro, a inibição de PRC2 poderia futuramente ser incorporada à fabricação das células CAR-T, aumentando a eficácia da imunoterapia sem aumentar os riscos sistêmicos”, conclui Carvalho.</p>



<p>O trabalho contou com apoio da FAPESP também por meio de bolsas de doutorado e pós-doutorado concedidas a alguns dos coautores (<a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/206696/avaliacao-do-potencial-antitumoral-de-celulas-t-cd39-em-pacientes-com-carcinoma-renal-de-celulas-cla/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">22/00747-8</a>, <a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/197073/piwil4-como-regulador-epigenetico-central-de-elementos-retrovirais-endogenos-no-cancer-gastrico-impl/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">20/10299-7</a> e <a href="https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/193405/caracterizacao-detalhada-das-celulas-t-em-adenocarcinomas-ductais-pancreaticos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">19/25129-2</a>). </p>



<p><em>(Com informações da Agência Fapesp)</em> </p>



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<iframe title="QUADRO O BRASIL QUE DÁ CERTO! POLÍTICAS PUBLICAS VOLTADA PARA A JUVENTUDE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/FPRG1d8HOpQ?start=3954&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Anvisa autoriza pesquisa clínica com células CAR-T no tratamento contra o câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 14:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo é desenvolvido por pesquisadores brasileiros; calendário prevê ações até dezembro de 2024 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou um ensaio clínico no Brasil com medicamento a base de células geneticamente modificadas, ou células CAR-T, que pode ser um avanço no tratamento contra o câncer no sangue. A pesquisa deve ser realizada pela Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto (FUNDHERP), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo é desenvolvido por pesquisadores brasileiros; calendário prevê ações até dezembro de 2024</p>



<p>A <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/agencia-nacional-de-vigilancia-sanitaria-anvisa/">Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a> autorizou um ensaio clínico no <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/brasil/">Brasil</a> com medicamento a base de células geneticamente modificadas, ou células CAR-T, que pode ser um avanço no tratamento contra o <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/cancer/">câncer</a> no sangue.</p>



<p>A pesquisa deve ser realizada pela Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto (FUNDHERP), em parceria com o Instituto Butantan.</p>



<p>O tratamento consiste em reprogramar as próprias células do paciente para atacar e destruir o câncer.</p>



<p>A técnica está sendo desenvolvida para pessoas que sofrem de leucemia linfoide aguda B e linfoma não Hodgkin B, em casos de reaparecimento da doença ou de resistência ao tratamento convencional.</p>



<p>Os estudos estão em fase clínica inicial e sua segurança e eficácia serão avaliados, informou a Anvisa.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8.jpg" alt="" class="wp-image-86859" style="width:842px;height:105px" width="842" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 842px) 100vw, 842px" /></figure>



<p>De acordo com a agência, a aprovação “envolve revisões frequentes dos dados e informações da pesquisa, com ações planejadas até dezembro de 2024, para monitorar de perto o desenvolvimento do produto”.</p>



<p>“Se os resultados forem bons, o objetivo é registrar o produto rapidamente para que as pessoas tenham acesso a uma opção de tratamento segura, eficaz e de alta qualidade disponível no&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/sistema-unico-de-saude-sus/">SUS</a>“, afirmou a agência.</p>



<p>Segundo informações do Instituto Butantan, o primeiro voluntário brasileiro a receber um tratamento experimental com células CAR-T, em 2019, apresentou remissão total de um linfoma em estágio terminal.</p>



<p>Esse tipo de terapia, criada nos Estados Unidos, vem sendo testada desde 2010. Nos Estados Unidos, os resultados positivos levaram à aprovação do tratamento pela agência reguladora americana Food and Drug Administration (FDA), em 2017.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil</p>



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		<title>Anvisa autoriza pesquisa nacional com células CAR-T para tratar câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 21:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[células CAR-T]]></category>
		<category><![CDATA[tratar câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologia é utilizada em pacientes com linfomas de células B A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a realização do primeiro ensaio clínico para desenvolvimento nacional de produto de terapia gênica à base de células CAR-T para o tratamento do câncer.&#160;A tecnologia,&#160;que reprograma geneticamente células do sistema de defesa do próprio indivíduo para reconhecer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tecnologia é utilizada em pacientes com linfomas de células B</p>



<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a realização do primeiro ensaio clínico para desenvolvimento nacional de produto de terapia gênica à base de células CAR-T para o tratamento do câncer.&nbsp;A tecnologia,&nbsp;que reprograma geneticamente células do sistema de defesa do próprio indivíduo para reconhecer e combater o&nbsp;tumor, é utilizada em pacientes com linfomas de células B, em casos de reaparecimento da doença ou de resistência ao tratamento padrão.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1470879&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1470879&amp;o=node"></p>



<p>A pesquisa clínica, segundo a agência,&nbsp;será realizada pelo Hospital Israelita Albert Einstein, com financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda de acordo com a Anvisa, num primeiro&nbsp;momento, poucos pacientes deverão participar do estudo. &#8220;O ensaio clínico se encontra em fase inicial de desenvolvimento e deverá ser rigorosamente controlado para avaliação dos riscos e benefícios&#8221;, informou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda</h2>



<p>As pesquisas ou ensaios clínicos são estudos realizados com humanos e que têm como objetivo descobrir ou confirmar &nbsp;efeitos clínicos e terapêuticos, identificar eventos adversos e analisar&nbsp;características e mecanismos de ação, metabolismo e excreção de&nbsp;produto ou medicamento, a fim de verificar sua segurança, eficácia e qualidade.</p>



<p>Os ensaios são divididos em diversas fases de desenvolvimento, de acordo com a quantidade de participantes e os objetivos específicos de cada etapa. No Brasil, os ensaios clínicos com produtos de terapia avançada (categoria especial de medicamentos inovadores) devem ser autorizados e monitorados pela agência.</p>



<p>Desde 2018, a Anvisa já autorizou mais de 18 ensaios clínicos com produtos de terapia avançada, onde os medicamentos e produtos são desenvolvidos a partir de células e genes humanos com a promessa de atender demandas terapêuticas e de qualidade de vida em doenças raras.</p>



<p>Edição: Paula Laboissière</p>



<p>Fonte: Agência Brasil </p>



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<iframe title="Verlando Gomes - Banda Flor Serena é o convidado do Bate Papo na City" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ah8yf7lxisU?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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