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	<title>Cerrado |</title>
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	<title>Cerrado |</title>
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		<title>Desmatamento na Amazônia cai 31%, enquanto cerrado sofre com aumento da destruição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2023 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento considera dados coletados entre os meses de janeiro e maio de 2023, em comparação com o mesmo período nos últimos anos Os alertas de desmatamento na Floresta Amazônica, ao longo dos cinco primeiros meses de 2023, caíram 31% se comparados ao mesmo período de 2022. Os dados são do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Levantamento considera dados coletados entre os meses de janeiro e maio de 2023, em comparação com o mesmo período nos últimos anos</em></p>



<p>Os alertas de desmatamento na Floresta Amazônica, ao longo dos cinco primeiros meses de 2023, caíram 31% se comparados ao mesmo período de 2022. Os dados são do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>



<p>Em outra linha, seguem tendência inversa a destruição do cerrado. Este bioma apresentou um aumento de 35% nos alertas de desmatamento de janeiro a maio deste ano; 83% se comparados apenas os meses de maio de 2022 e 2023.</p>



<p>Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (7), pelo Ministério do Meio Ambiente. Segundo representantes da pasta, para combater o desmatamento, o governo federal já aplicou mais de R$ 2,23 bilhões em multas na Amazônia em 2023 – aumento de 160% com relação a 2022.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/6.jpg" alt="" class="wp-image-86857" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/6.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/6-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>O secretário-executivo do Meio Ambiente, João Capobianco, vê os dados relativos à Amazônia como “relevantes” e “positivos”. Ainda segundo Capobianco, a meta estabelecida para a redução do desmatamento é “o menor número possível”. “Desmatamento zero”, disse o secretário.</p>



<p>Conforme o secretário-extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial, André Lima, há uma estimativa de que mais da metade do desmatamento no cerrado tenha sido autorizado por órgãos ambientais estaduais, o que dificulta o monitoramento.</p>



<p>“Os estados estão administrando o cadastro, e têm condições de embargar. Vamos ter um trabalho importante no âmbito do CAR (Cadastro Ambiental Rural) para identificar se é autorizado ou não. Nosso desafio agora é sincronizar os dados. O Ibama não pode multar em cima de áreas que os estados já fizeram autorização”, disse Lima.</p>



<p>O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, afirmou que o Instituto solicitou a 24 municípios, que são responsáveis por mais da metade do desmatamento no cerrado, um levantamento das autorizações para desmatamento ao longo dos últimos 4 anos.</p>



<p>Fonte: <strong>CNN</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/desmatamento-na-amazonia-cai-31-enquanto-cerrado-sofre-com-aumento-da-destruicao/">Desmatamento na Amazônia cai 31%, enquanto cerrado sofre com aumento da destruição</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Desmatamento no Cerrado registra alta de 20% em 2022, aponta Ipam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 11:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como no ano anterior, o desmatamento no Cerrado registrou crescimento de 20% em 2022. Segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), no período, foram devastados 815.532 hectares, 135 mil a mais do que o contabilizado em 2021. No geral, a cifra equivale a uma área maior que a da Bahia. Entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como no ano anterior, o desmatamento no Cerrado registrou crescimento de 20% em 2022. Segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), no período, foram devastados 815.532 hectares, 135 mil a mais do que o contabilizado em 2021. No geral, a cifra equivale a uma área maior que a da Bahia.</p>



<p>Entre os estados, o Maranhão liderou o ranking de desmatamento no bioma, com 27.922 hectares destruídos. No município de Balsas, por exemplo, a devastação atingiu 24 mil hectares, alta de 60% em relação aos 14.527 hectares registrados em 2021. A devastação da vegetação nativa em Tocantins também foi destaque (20.257).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-70023"/></figure>



<p>Já em relação aos locais de desmate, 80% foi identificado em propriedades privadas, 13% em vazios fundiários, 4,5% em assentamentos e 3,6% em áreas protegidas. Entre os diferentes tipos de vegetação do Cerrado, as formações savânicas (65%) e as formações campestres (23,8) foram as mais prejudicadas.</p>



<p>Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Câncer de boca" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/cYaZM2-vmG0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/desmatamento-no-cerrado-registra-alta-de-20-em-2022-aponta-ipam/">Desmatamento no Cerrado registra alta de 20% em 2022, aponta Ipam</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>COP 27: cerrado desmatado pode reduzir águas nos rios em 1/3 e afetar geração de energia, indica estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 11:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[COP-27]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os rios do Cerrado, responsáveis por boa parte do abastecimento hídrico e da geração de energia elétrica do Brasil, perderam 15,4% de sua vazão de água por causa do desmatamento e das mudanças climáticas entre 1985 e 2022. E a perspectiva de futuro não é nada animadora: um terço do volume de águas (34%) tende a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os rios do </strong>Cerrado<strong>, responsáveis por boa parte do abastecimento hídrico e da geração de energia elétrica do Brasil, perderam 15,4% de sua vazão de água por causa do desmatamento e das mudanças climáticas entre 1985 e 2022.</strong></p>



<p>E a perspectiva de futuro não é nada animadora: um terço do volume de águas (34%) tende a ser perdido até 2050 caso a destruição do bioma continue no ritmo atual.</p>



<p>Essas são algumas das conclusões de um estudo inédito sobre a redução das vazões dos rios do Cerrado, realizado pelo geógrafo Yuri Salmona, doutor em ciências florestais pela Universidade de Brasília (UnB).</p>



<p>A pesquisa será apresentada nesta quinta-feira (10/11) na Conferência das Nações Unidas para o Clima, a COP 27, no Egito.</p>



<p>Oito das 12 principais bacias hidrográficas brasileiras — como as dos rios São Francisco e Paraná — nascem no território do Cerrado, conhecido como &#8220;berço das águas&#8221; e segundo maior bioma do país, só atrás da&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c2dwqd8g290t">Amazônia</a>.</p>



<p>A pesquisa, que foi apoiada pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), analisou o comportamento de 81 bacias hidrográficas. No total, 88% delas já apresentam diminuição da vazão de água causada por alterações do uso do solo e, em menor escala, pelas mudanças climáticas.</p>



<p>O geógrafo mediu a recente perda e a tendência para o futuro por meio de modelos matemáticos, compilando dados históricos sobre vazão de água, alterações no uso do solo, chuvas e evapotranspiração (ciclo de retorno da água à atmosfera).</p>



<p>Segundo ele, 56,7% da queda da vazão se deve a mudanças do uso do solo no entorno dos rios, especialmente para expansão do agronegócio — outros 43,3% foram causados pelas mudanças climáticas no planeta.</p>



<p>Em grande parte, a vegetação do Cerrado vem sendo destruída para implantação de pastos ou de grandes áreas de cultivo de commodities, como a soja. Estima-se que 47% da área original do bioma já foi totalmente desmatada.</p>



<p>&#8220;De 1985 para cá, nós perdemos 19,7 mil metros cúbicos de água por segundo nas bacias analisadas, o equivalente à vazão do rio Paraná. É como se tivéssemos jogado fora o rio Paraná inteiro nesse período&#8221;, explica Salmona.</p>



<p>Para projetar a queda da vazão nos próximos 28 anos, o pesquisador considerou os índices de desmatamento atuais e a tendência para o futuro.</p>



<p>Ele levou em conta uma possível queda dessa taxa — hoje entre 5 mil e 8 mil km² por ano — porque se o desmatamento continuar no ritmo atual, logo não haverá mais Cerrado para desmatar. &#8220;É como um homem calvo: ele já perdeu todos os fios de cabelo com potencial para cair. Os restante não vai cair porque é o resto mesmo&#8221;, explica.</p>



<p>Segundo Salmona, perder um terço dessas bacias significa diminuir a oferta de água que vai chegar nas torneiras da população, pois os rios que nascem no Cerrado abastecem dezenas de milhões de pessoas no país.</p>



<p>Outra consequência é a geração de energia elétrica.</p>



<p>&#8220;Menos água significa que vamos gerar menos energia elétrica nas usinas. Conservar o Cerrado é uma questão estratégica e de soberania nacional&#8221;, diz o geógrafo, cujo estudo foi apresentado no programa de doutorado da UnB, na semana passada.</p>



<p>Das bacias analisadas, Salmona destaca três rios cujo volume de água está caindo com o avanço do agronegócio em seu entorno: o rio da Corda, no Maranhão, e os rios Arrojado e Ondas, ambos na Bahia.</p>



<p>No primeiro, o volume diminuiu 25% de 1985 a 2022 — ou seja 391,5 metros cúbicos por segundo.</p>



<p>De acordo com o geógrafo, 74% desse valor teve como causa a substituição da vegetação original do entorno para dar lugar a pastagens, produção de commodities e áreas urbanas. Para os próximos 28 anos, as projeções indicam uma perda 56% do tamanho atual do rio da Corda.</p>



<p>No oeste baiano, a situação é parecida.</p>



<p>Os rios de Ondas e Arrojado registraram diminuição do volume de água em 25% e 18,2%, respectivamente. E a tendência é que o primeiro vá perder 56% da água até 2050; e o segundo, 36,2%.</p>



<p>&#8220;As comunidades que vivem nessas áreas já estão sentindo os efeitos em seu modo de vida com a diminuição da água, algumas só conseguem ficar em períodos de cheia. Já existe o que chamamos de &#8216;guerra da água&#8217;, com grupos econômicos controlando o acesso à água enquanto a população sofre com a escassez&#8221;, explica Salmosa.</p>



<p><a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62718299">Em entrevista recente à BBC News Brasil</a>, o biólogo Reuber Brandão, professor de manejo de fauna e de áreas silvestres da UnB, afirmou que nascentes de alguns rios no oeste da Bahia, como o Formoso e o Arrojado, recuaram vários quilômetros em virtude do avanço do agronegócio.</p>



<p>&#8220;Conheço veredas cujas nascentes recuaram mais de 10 quilômetros em relação à original. Essas áreas, que tinham a presença de corpos aquáticos na paisagem, passaram a ser muito mais secas&#8221;, disse.</p>



<p>&#8220;Isso tem um impacto muito grande sobre fauna e flora, porque as plantas que precisam ter contato com a água do solo sofrem um estresse hídrico e começam a morrer. Já a fauna foge para procurar água&#8221;, completou.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Irrigação-de-soja">Irrigação de soja</h2>



<p>Além do desmatamento, boa parte da água do Cerrado é utilizada para irrigação de produtos agrícolas, principalmente a soja. Essa água é retirada do solo com autorização do Estado, por meio de outorgas previstas na lei.</p>



<p>Ela é utilizada nos chamados pivôs centrais, círculos de irrigação com uma lança de 150 metros.</p>



<p>Uma reportagem da Agência Pública de 2021 apontou que, apenas no oeste baiano, o agronegócio capta 1,8 bilhão de litros de água por dia de maneira gratuita para irrigação, com autorização do governo do Estado.</p>



<p>Esse volume seria o suficiente para abastecer cerca de 11,8 milhões de brasileiros. Parte dessa água é retirada por meio de barramentos em riachos e veredas, além da captação direta de rios e de poços.</p>



<p>&#8220;O agronegócio está inviabilizando seu próprio modelo ao desmatar e utilizar a água dessa maneira sem controle externo, porque ele depende da água para funcionar. Não estamos apenas exportando soja, mas exportando água. E se a água acabar, o que vai acontecer? É a cobra comendo o próprio rabo&#8221;, diz Salmona.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Biodiversidade-do-Cerrado">Biodiversidade do Cerrado</h2>



<p>O Cerrado é a savana com maior biodiversidade no planeta, com cerca de 14 mil espécies de plantas, além de uma rica fauna.</p>



<p>Segundo o Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o bioma perdeu 4.091,6 km² para o desmatamento entre janeiro e julho deste ano, alta de 28,2% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>



<p>Os dados mostram que os Estados que mais desmataram estão na região conhecida como Matopiba — principal fronteira de expansão agrícola no país: Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.</p>



<p>De acordo com o MapBiomas, plataforma que monitora o uso do solo no Brasil, 45,4% do Cerrado já foi destruído para dar lugar à agropecuária.</p>



<p>Alguns estudiosos do bioma, como Yuri Salmona e Reuber Brandão, defendem que a economia brasileira teria mais benefícios se investisse em ciência e tecnologia desenvolvidas a partir da abundante biodiversidade do Cerrado do que com o atual modelo centrado em monoculturas e produção de commodities para exportação.</p>



<p>&#8220;Hoje o Brasil está destruindo o potencial econômico de 14 mil espécies, que poderiam movimentar a indústria de cosméticos, por exemplo, para focar na produção de três espécies: soja, capim e eucalipto&#8221;, diz Salmona.</p>



<p>Já Brandão acredita que produtos de vários setores poderiam ser desenvolvidos.</p>



<p>&#8220;O Cerrado tem um potencial de biodiversidade gigantesco. Seja para bioprodutos tecnológicos, como colas, ou para alimentícios, cosméticos e medicamentos, como analgésicos. Há proteínas do veneno da jararaca, por exemplo, com valor econômico enorme. Ou a grande quantidade de palmeiras e castanhas que nunca foram estudadas&#8221;, explicou.</p>



<p>Fonte: <strong>BBC</strong></p>



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