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	<title>Cinema Negro |</title>
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	<title>Cinema Negro |</title>
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		<title>Mostra Ayá: Visibilidade, Resistência e Transformação no Cinema Negro promovem reflexão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 13:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Ayá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A programação se divide em dois momentos: manhã e tarde, cada um abordando diferentes aspectos do fazer cinematográfico, desde trilha sonora e montagem até direção de arte, atuação e produção executiva No dia 15 de fevereiro, o Quintal de Yayá será palco da Mostra Ayá, um evento dedicado à visibilidade, resistência e transformação nos cinemas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A programação se divide em dois momentos: manhã e tarde, cada um abordando diferentes aspectos do fazer cinematográfico, desde trilha sonora e montagem até direção de arte, atuação e produção executiva</p>



<p>No dia 15 de fevereiro, o Quintal de Yayá será palco da Mostra Ayá, um evento dedicado à visibilidade, resistência e transformação nos cinemas negros. A iniciativa produzida pela empresa vocacionada Baiana Ori Imagem e Som Produção Cinematográfica busca promover encontros e diálogos sobre processos criativos e de produção audiovisual a partir da perspectiva negra, reunindo cineastas, produtores e artistas para compartilhar experiências e aprendizados.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A programação se divide em dois momentos: manhã e tarde, cada um abordando diferentes aspectos do fazer cinematográfico, desde trilha sonora e montagem até direção de arte, atuação e produção executiva.</p>



<p>A idealizadora do Quintal de Yayá, Marlene da Costa, anuncia com entusiasmo a realização de um evento cultural de grande importância. “Sou idealizadora do espaço Quintal de Yayá, um espaço gastronômico de arte e cultura, e tenho o prazer de receber, no dia 15 de fevereiro a Mostra Ayá- Visibilidade, Resistência e Transformação nos Cinemas Negros, será um grande prazer de ter essa abertura no espaço e vamos ter uma mistura da arte, da gastronomia, do cinema e da nossa cultura negra”, declarou Marlene, destacando a relevância e o impacto da iniciativa.</p>



<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>



<p>Pela manhã, as atividades começam às 09h40 com um café da manhã de boas-vindas, seguido da exibição dos filmes Motriz, Poesia Azeviche e Através da Cidade Invisível. Após as exibições, haverá um bate-papo com os profissionais envolvidos na produção dos filmes. Matheus Aragão falará sobre a trilha sonora e mixagem de Motriz, Lucas Cerqueira abordará o processo de montagem de Poesia Azeviche, e Tom Pinheiro compartilhará sua experiência como produtor executivo de Através da Cidade Invisível.<br>No período da tarde, a programação retorna às 14h30 com a exibição de mais produções seguidas de conversas com seus realizadores. A Menina que Queria Voar será debatido com a participação de Taís Amor Divino (Direção e roteiro) e os atores César e Arlete Soares. Em seguida, O Medo Além da Tela será discutido com a presença de Nina Novaes (Produção Executiva), Aline Nepomuceno e Evana Jeyssan (Atuação), além de Herison Pedro, que falará sobre o trabalho com o som na produção e pós-produção.</p>



<p>Segundo Tom Pinheiro, cineasta e produtor executivo, um dos objetivos da Mostra Ayá é dar visibilidade ao Cinemas Negros brasileiro, através de curtas-metragens produzidos pela empresa vocacionada Ori Imagem e Som, produtora baiana dedicada a narrativas que resgatam memórias e ancestralidade. Para ele, o evento não se limita à exibição de filmes, mas busca promover uma reflexão sobre os processos criativos da produção audiovisual negra, abrangendo desde a direção até a atuação.</p>



<p>“Como bem disse o cineasta etíope Haile Gerima, referência essencial para o cinema que buscamos construir, nossos filmes carregam um sotaque próprio, um modo singular de existir e de trazer à tona experiências que nos atravessam para refletir e trocar com público. Mais do que exibir obras, queremos compartilhar, discutir e refletir sobre os processos criativos que permeiam a produção audiovisual negra—da direção à produção, do som à arte, da montagem à atuação, da ideia da distribuição. Nossa jornada começa em um espaço de pertencimento, Quintal de Yayá um território comunitário e afetivo, conduzido por mulheres negras que são para nós faróis de sabedoria: nossa Mais Velha, Egbomi Cici (Vovó Cici), e a talentosa mestre da culinária negro-africana diásporica, Marlene da Costa”, declarou.</p>



<p>Vovó Cici, grande entusiasta do movimento negro e assistente de pesquisa da Fundação Pierre Verger, reforça o convite especial ao público para participar da Mostra Ayá e revela que esse é apenas um passo para o futuro. “Estamos convidando todos a virem até aqui e se engajarem nesse diálogo sobre o cinema negro, suas ideias e suas origens. A mostra é uma celebração do cinema produzido por jovens cineastas, cinegrafistas e roteiristas, com filmes que trazem exclusivamente a visão de pessoas negras”, afirmou. Ela também destacou a importância da mostra para o fortalecimento do movimento e expressou que o evento, ” tem ideias poderosas que abrirão caminho para muitas outras mostras e realizações no futuro”.</p>



<p>“Este projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio<br>financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.”</p>



<p>Fonte: Bahia.ba/ Foto: Assessoria</p>



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		<title>O sentido civilizatório do Cinema Negro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 19:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério de Almeida, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP, e Celso Luiz Prudente, apresentador do programa “Quilombo Academia”, da Rádio USP, e livre-docente pela FE-USP Domingo, 20 de novembro de 2022 Comenta-se que o século 21 seria o tempo de Aquarius e da Paz. Mas, infelizmente, esta era começou com guerras, estamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério de Almeida, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP, e Celso Luiz Prudente, apresentador do programa “Quilombo Academia”, da Rádio USP, e livre-docente pela FE-USP</em></p>



<p>Domingo, 20 de novembro de 2022</p>



<p>Comenta-se que o século 21 seria o tempo de Aquarius e da Paz. Mas, infelizmente, esta era começou com guerras, estamos testemunhando um cenário mundial que é excessivamente belicoso.</p>



<p>Vivenciamos um processo que coloca em questão a bipolaridade em proveito de uma emergente multipolaridade, que é desfavorável à hegemonia norte-americana, expondo uma inequívoca crise da ocidentalidade eurocaucasiana. Contexto em que o ideal do homem branco, alto e de olhos azuis, como símbolo da harmonia, bondade e da perfeição, fragmentou-se com o fracasso político dos governos de Donald Trump, Boris Johnson e da fatídica versão tropical, com Jair Messias Bolsonaro. Desse modo, a crise da hegemonia eurocidental está no imaginário. Bertold Brecht, poeta e dramaturgo, judeu e antirracista, na luta contra o nazismo observou que: “(…) as doutrinas ditam inabaláveis estão abaladas (…)”, na peça teatral intitulada <em>Vida de Galileu</em>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/11/image-2.png" alt="" class="wp-image-68310" width="135" height="135" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/11/image-2.png 420w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/11/image-2-300x300.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/11/image-2-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 135px) 100vw, 135px" /><figcaption><em>Rogério de Almeida – Foto: Victória Tambara</em></figcaption></figure>
</div>


<p>Este século, por outro lado, trouxe a Revolução Tecnológica que se encontra nos avançados estágios, da inteligência e da vida, artificiais. É provável que na complexidade revolucionária da tecnologia, a informação ocupe o mesmo prestígio que a máquina ocupou no longo período na industrialidade. Percebemos que as relações abstratas da representação se tornaram mais importantes que as relações objetivas da história, a informação é substancialmente cognitiva e o símbolo tem essência informativa.</p>



<p>Observamos, nessa linha de compreensão, que a imagem é conhecimento. De tal maneira que essa Era é favorável às minorias, pois é substancialmente contrária às relações preconceituosas. Preconceito e conhecimento são antitéticos, o que reforça a importância da efeméride do mês da Consciência Negra, como uma união de lutas contra o convencionalismo da dominação do euro-hétero-macho-autoritário, revelando uma derrota da dominação com o desconforto que há na verticalidade intransigente, dado que atitudes discriminatórias se mostram cada vez mais inadmissíveis.</p>



<p>Nas sociedades poliétnicas de economia dependente, como é caso específico do Brasil, o modo de produção determina a localização social. Temos, por isso, a percepção que esse processo pauta também a seleção racial. Assim, os grupos com fenótipos mais próximos da feição da eurocolonização caucasiana são mais privilegiados. Marx e Engels, no clássico <em>Manifesto do Partido Comunista</em>, ensinam que a burguesia faz da sociedade sua imagem e semelhança. Razão pela qual os segmentos mais distantes da fisionomia branca europeia estão mais passíveis de marginalização. Insistimos em dizer que a pirâmide social brasileira parece uma fórmula química clara em cima e na medida em que desce vai escurecendo. As pessoas e as maneiras de ser diferentes do comportamento eurocaucasiano são vítimas do reducionismo da euro-heteronormatividade, que tenta fragmentar os traços epistemológicos daqueles que lhe são estranhos e por isso entendidos como “outros”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/11/image-3.png" alt="" class="wp-image-68311" width="168" height="168" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/11/image-3.png 400w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/11/image-3-300x300.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/11/image-3-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 168px) 100vw, 168px" /><figcaption><em>Celso Luiz Prudente – Foto: Reprodução</em></figcaption></figure>
</div>


<p>A Era da Informação, portanto, tem centralidade favorável à luta de redenção das minorias, assim como foi e continua sendo em relação à batalha utópica do proletário pela regeneração das relações humanas no período industrial. Entendemos que no tempo da tecnologia da informação os conflitos sociais se traduziram em lutas de minoria, bem como as lutas de classes se projetaram em lutas de imagens. O afrodescendente e as minorias desenvolvem uma luta ontológica contra a verticalidade da hegemonia imagética do euro-hétero-macho-autoritário, que tenta mediante as mídias de massa impor os estereótipos de inferioridade racial e subalternização dos tido como diferentes.</p>



<p>A sétima arte, para o esteta Giorgio Agamben, é a única mídia transformadora, pois permite que o espectador vá ao possível e ao impossível, facilitando um retorno ao passado e uma projeção ao futuro, que possibilita posturas disruptivas com a ordem estabelecida. O Cinema Negro é uma tendência emergencial que caracteriza a própria radicalização da linguagem cinematográfica, como pontua o filotécnico Paulo Alexandre-Morais, pesquisador da Escola Superior de Educação de Lisboa. E, por isso, insere-se como uma filmografia das minorias vulneráveis, permitindo-lhes a condição de sujeitos, rompendo com a hegemonia do roteiro e direção por parte das classes dominantes, representadas pelo patriarcalismo eurocaucasiano.</p>



<p>Com o destino da sua representação em mãos em um processo autoral de realização, construindo desse modo sua imagem de afirmação positiva, o afrodescendente e a minoria reescrevem sua história com base na sua visão de mundo, lembrando que Sartre chamou atenção, no livro&nbsp;<em>Reflexões sobre o Racismo</em>, para uma possível dominação por meio do olhar do eurocaucasiano. Segundo o filósofo, o homem branco viveu mais de três mil anos observando sem que fosse observado.</p>



<p>A categoria conceitual de dimensão pedagógica do Cinema Negro cumpre, desta forma, um papel civilizatório na medida em que tem um ensinamento dialético de contemporaneidade inclusiva. O afrodescendente, ou minoria, ensina como é e como deve ser tratado, contribuindo com isso para superar o anacronismo excludente do euro-hétero-macho-autoritário, que tenta sufocar a emergência multicultural da dinâmica miscigênica – que é a verdadeira feição do povo brasileiro. Observamos, portanto, que o sentido civilizatório do Cinema Negro está na construção da imagem de afirmação positiva de um Brasil em uma perspectiva holística, que percebe a sua grandeza na amplitude do respeito à diversidade e biodiversidade.</p>



<p>Fonte: Jornal USP</p>



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<iframe title="2023: uma análise do cenário político brasileiro e baiano" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YSzAXRUjvuo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/o-sentido-civilizatorio-do-cinema-negro/">O sentido civilizatório do Cinema Negro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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