<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Circo |</title>
	<atom:link href="https://ipiracity.com/tag/circo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 27 Mar 2022 17:06:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2020/07/cropped-icon-32x32.png</url>
	<title>Circo |</title>
	<link>https://ipiracity.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Dia mundial do circo</title>
		<link>https://ipiracity.com/dia-mundial-do-circo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dia-mundial-do-circo</link>
					<comments>https://ipiracity.com/dia-mundial-do-circo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2022 17:06:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Circo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=45536</guid>

					<description><![CDATA[<p>Domingo, 27 de março de 2022 O Dia do Circo, celebrado em 27 de março, é uma data comemorativa que homenageia a arte circense, uma das formas de arte e entretenimento mais tradicionais de nosso país. A escolha da data faz referência à data de nascimento do palhaço Piolin, que fez muito sucesso na década de 1920, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/dia-mundial-do-circo/">Dia mundial do circo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 27 de março de 2022</p>



<p>O <strong>Dia do Circo</strong>, celebrado em <strong>27 de março</strong>, é uma data comemorativa que homenageia a arte circense, uma das formas de arte e entretenimento mais tradicionais de nosso país. A escolha da data faz referência à data de nascimento do palhaço Piolin, que fez muito sucesso na década de 1920, sendo muito homenageado pelos modernistas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Origem da data</strong></h2>



<p>O Dia do Circo é uma data comemorativa celebrada em nosso país como forma de homenagear a arte circense, uma arte bastante tradicional em nosso país e que se estabeleceu aqui no século XIX. Essa&nbsp;<strong>data se consolidou como uma homenagem a Abelardo Pinto</strong>, homem que ficou conhecido por sua trajetória como o palhaço Piolin. Ele viveu o auge de sua carreira durante a década de 1920.</p>



<p>Abelardo Pinto&nbsp;<strong>nasceu em Ribeirão Preto</strong>, no estado de São Paulo, no dia&nbsp;<strong>27 de março de 1887</strong>. Ele era filho de pais que sobreviviam das artes circenses e desde criança atuava no meio. Em 1917, ele se tornou palhaço e teve sua carreira consolidada como&nbsp;<strong>um dos grandes palhaços brasileiros</strong>.</p>



<p>O nome artístico — Piolin — era um apelido que ele recebeu de um colega de circo por causa de um atributo físico: as pernas longas e finas. Piolin é uma palavra usada para definir barbante no idioma espanhol.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.mundoeducacao.uol.com.br/mundoeducacao/2021/03/largo-paissandu.jpg" alt="O Circo Alcebíades, onde se apresentava Piolin, ficava no Largo do Paiçandu, em São Paulo.[1]"/><figcaption>O Circo Alcebíades, onde se apresentava Piolin, ficava no Largo do Paiçandu, em São Paulo.<strong>[1]</strong></figcaption></figure></div>



<p>O <strong>auge da carreira dele aconteceu durante sua passagem pelo</strong> <strong>Circo</strong> <strong>Alcebíades</strong>, que ficava no Largo do Paiçandu, na cidade de São Paulo. Lá Piolin possuía um grande público e era considerado um palhaço muito engraçado, sendo reconhecido pelos seus atributos como malabarista e por realizar diversas acrobacias.</p>



<p>O reconhecimento de Piolin era tão grande que o Circo Alcebíades lotava com pessoas ansiosas para vê-lo. Além disso, ele&nbsp;<strong>foi bastante elogiado por importantes nomes do&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/modernismo.htm">modernismo</a>&nbsp;brasileiro</strong>, como&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/mario-andrade.htm">Mário de Andrade</a>,&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/oswald-andradepoeta-revolucionario.htm">Oswald de Andrade</a>,&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/artes/tarsila-do-amaral.htm">Tarsila do Amaral</a>, Menotti del Picchia, entre outros. Outro importante espectador de Piolin era o presidente do Brasil entre 1926 e 1930, Washington Luís.</p>



<p>Em 1929, os modernistas decidiram homenagear Piolin, realizando um evento chamado Banquete Antropofágico. No cinquentenário da&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/semana-arte-moderna-1922.htm">Semana de Arte Moderna</a>, em 1972, uma nova homenagem foi realizada. A partir disso,&nbsp;<strong>o dia 27 de março se estabeleceu como Dia do Circo,</strong>&nbsp;em homenagem a esse grande artista circense.</p>



<p><strong>Acesse</strong>&nbsp;<strong>também</strong>:&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/datas-comemorativas/marco.htm">Datas comemorativas do mês de março</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Origem do circo</strong></h2>



<p>O circo moderno, da forma como conhecemos,&nbsp;<strong>estabeleceu-</strong><strong>se</strong><strong>&nbsp;na Inglaterra</strong>, em meados do século XVIII. O responsável por isso foi um ex-militar chamado Philip Astley, que inaugurou um centro que fazia exibições equestres que continham apresentações com acrobacias e malabaristas. O centro criado por Astley ficava em Londres e se chamava&nbsp;<em>Royal Amphitheatre of Arts</em>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.mundoeducacao.uol.com.br/mundoeducacao/2021/03/circo.jpg" alt="O circo surgiu na Inglaterra durante o século XVIII."/><figcaption>O circo surgiu na Inglaterra durante o século XVIII.</figcaption></figure></div>



<p>Com o tempo, as apresentações circenses que faziam parte do circo de Astley começaram a ser expandidas para outros locais da Europa. Um desses locais, por exemplo, foi o circo que Astley fundou em Paris, França, chamado&nbsp;<em>Amphithéâtre Anglois</em>. O&nbsp;<strong>circo foi introduzido no Brasil em meados do século XIX</strong>&nbsp;e foi trazido para cá por famílias de imigrantes europeus que sobreviviam das artes circenses.</p>



<p>Apesar disso, é importante mencionarmos que a realização de artes circenses, que fazem parte de um espetáculo e visam ao entretenimento do espectador, é uma&nbsp;<strong>prática que remonta&nbsp;</strong><strong>à</strong><strong>&nbsp;</strong><strong>A</strong><strong>ntiguidade,</strong>&nbsp;e povos como os&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/civilizacao-grega.htm">gregos</a>&nbsp;já possuíam ações do tipo. Um centro para apresentações do tipo só foi criado na&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/roma-antiga.htm">Roma Antiga</a>.</p>



<p>Esse local era conhecido como <em>Circus</em> <em>Maximus</em> e nele ocorriam corridas de cavalos, assim como apresentações de caçada de animais, lutas de gladiadores, etc. Com a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/crise-imperio-romano.htm">desagregação do Império Romano</a> no século V, esses locais de apresentação teriam desaparecido.</p>



<p>[1] <a href="https://www.shutterstock.com/pt/g/FernandaRomero" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dado Photos</a> e <a href="https://www.shutterstock.com/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Shutterstock</a></p>



<p>Fonte: Mundo educação.uol.com.br</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Autor da Emenda Constitucional que criou a Lei do Piso Salarial dos Servidores da Educação" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ASjEQWk7dxA?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/dia-mundial-do-circo/">Dia mundial do circo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/dia-mundial-do-circo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exposição “Vídeo_MAC” conta a história da videoarte no Brasil</title>
		<link>https://ipiracity.com/exposicao-video_mac-conta-a-historia-da-videoarte-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=exposicao-video_mac-conta-a-historia-da-videoarte-no-brasil</link>
					<comments>https://ipiracity.com/exposicao-video_mac-conta-a-historia-da-videoarte-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[dev]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 01:43:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Circo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ipiracity.com/?p=4698</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mostra revela o Museu de Arte Contemporânea da USP nos anos 1970 como espaço de intensa troca entre artistas Por Leila Kiyomura &#8211; Editorias: Cultura &#8211; URL Curta: jornal.usp.br/?p=347708 “A exposição&#160;Vídeo_MAC&#160;lança luz sobre como o Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP era, nos anos 1970, um espaço de autonomia e de intensa troca entre os artistas, num momento [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/exposicao-video_mac-conta-a-historia-da-videoarte-no-brasil/">Exposição “Vídeo_MAC” conta a história da videoarte no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="has-background" style="background-color:#e1e9f0">Mostra revela o Museu de Arte Contemporânea da USP nos anos 1970 como espaço de intensa troca entre artistas</p>



<p>Por Leila Kiyomura &#8211; Editorias: Cultura &#8211; URL Curta: jornal.usp.br/?p=347708</p>



<p>“A exposição&nbsp;<em>Vídeo_MAC&nbsp;</em>lança luz sobre como o Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP era, nos anos 1970, um espaço de autonomia e de intensa troca entre os artistas, num momento de recrudescimento de investidas contra a arte”, observa a professora Ana Magalhães, diretora do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP. “Isso só foi possível, a meu ver, pelo fato de ser um museu universitário, em que a prerrogativa de se manter a Universidade como espaço de reflexão crítica era imperativa.”</p>



<p>A mostra tem a curadoria de Roberto Moreira Cruz e pode ser acessada gratuitamente no site do MAC&nbsp;<a href="http://www.mac.usp.br/">www.mac.usp.br</a>). Reúne uma série de vídeos de artistas que atuaram na instituição entre 1977 e 1978, em um projeto pioneiro de arte no País. “Eles foram desenvolvidos em um setor que funcionou como uma espécie de laboratório, onde os artistas puderam experimentar e criar proposições a partir desse novo meio”, explica a diretora. “A exposição é resultado do projeto de pós-doutorado de Roberto Cruz, sob supervisão da professora Cristina Freire, realizado entre 2017 e 2019 no âmbito do Programa de Pós-Graduacão Interunidades em Estética e História da Arte da USP. Portanto, faz parte do projeto maior de pesquisa que Cristina Freire empreendeu ao longo de sua carreira no MAC e do seu trabalho de resgate das ações de Walter Zanini como primeiro diretor do museu.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em><strong>O MAC foi uma instituição pioneira no País em formular um projeto de fomento e divulgação de obras audiovisuais experimentais na segunda metade da década de 1970.”&nbsp;</strong></em></p></blockquote>



<p><em>Video_MAC&nbsp;</em>reúne o trabalho de jovens artistas que, nos anos 1970, já movimentavam a arte contemporânea com a sua criatividade e talento. Regina Silveira, Julio Plaza, José Roberto Aguilar, Carmela Gross, Gabriel Borba, Roberto Sandoval, Gastão de Magalhães e Donato Ferrari, entre outros, estão presentes. O curador Roberto Cruz exibe também a série&nbsp;<em>Videopost,&nbsp;</em>organizada por Jonier Marin. Essas obras ficaram desaparecidas por mais de 35 anos e são inéditas para o grande público. São também pouco conhecidas pelos pesquisadores.</p>



<p>“O MAC foi uma instituição pioneira no País em formular um projeto de fomento e divulgação de obras audiovisuais experimentais na segunda metade da década de 1970”, conta o curador. “O então diretor, Walter Zanini, colocou em prática em 1977 o Setor de Vídeo, que funcionava como um laboratório de criação e difusão da videoarte.”</p>



<p>Roberto Cruz explica que foi adquirido, para o desenvolvimento do trabalho, o equipamento no formato portapak, modelo AV3400, da Sony, de 1⁄2 polegada, em preto-e-branco. “Essa iniciativa inaugurou as atividades desse setor, que contou com a coordenação de Cacilda Teixeira da Costa, Marília Saboya e Fátima Berch, com o apoio técnico de Hironie Ciafreis.” Afirma que no curto período de cerca de um ano foi criado um conjunto de obras audiovisuais consideradas pioneiras no contexto da arte contemporânea brasileira. “Como parte dessas ações foram também realizadas mostras informativas no Espaço B, sala dedicada à programação periódica de videoarte.”</p>



<p>Com a criação do Setor de Vídeo e do Espaço B, Walter Zanini buscou estimular a contribuição e colaboração dos artistas. “Zanini pensou o MAC como um laboratório de experimentações artísticas e, para tanto, lançou mão de suas estratégias de pesquisador”, comenta Ana Magalhães.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong><em>Os vídeos foram digitalizados com a contribuição do artista multimídia Antoni Muntadas, que fez a remasterização num laboratório na Espanha.”</em></strong></p></blockquote>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="José Roberto Aguilar    O Circo   MAC USP 2   1977 38 6" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/nrthrYI0NuQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>O curador explica que dez fitas de vídeo remanescentes foram encontradas em 2013, no Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo, por Regina Silveira e Cristina Freire, após insistentes buscas, pois não estavam indexadas corretamente no acervo daquele museu. “Esse material foi digitalizado com a contribuição do artista multimídia Antoni Muntadas, que fez a remasterização num laboratório na Espanha. O aparelho&nbsp;<em>portapak</em>&nbsp;original, que pertencia ao Setor de Vídeo, se encontra atualmente no MIS, mas está inoperante.”</p>



<p>Num ambiente integrado de exibição simultânea, o espectador confere uma seleção de 18 trabalhos produzidos naquela época, “momento em que de forma embrionária e intuitiva se esboçavam os primeiros traços da videoarte no Brasil”, como diz o curador.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Carmela Gross   Sem título   MAC USP 7   1977 38 1" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/qM-uu56Aj8k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>O espectador vai se surpreender ao ver a técnica, arte e ousadia das obras. O vídeo de Carmela Gross, sem título, tem três minutos e três segundos de duração. A artista traça linhas com um pincel atômico e, em um gesto contínuo, desenha uma grade visual sobre a tela da televisão até cobrir toda a imagem.</p>



<p>Num trabalho de 1977, José Roberto Aguilar apresenta&nbsp;<em>O Circo</em>, com quatro minutos e 55 segundos. Registra a conversa de um palhaço e um produtor sobre a realização de uma peça teatral. Simboliza as relações de trabalho entre patrão e empregado.</p>



<p>Regina Silveira apresenta&nbsp;<em>Videologia</em>, de 1978, sem som e sem cortes. Uma mão vai desenhando uma imagem que revela um revólver.</p>



<p>Júlio Plaza cria a&nbsp;<em>Câmara Obscura</em>, de 1977. Filma o ambiente interno do Espaço B em um plano que permanece estático por quatro minutos.</p>



<p>Já os três vídeos de Gabriel Borba intrigam o visitante. Em&nbsp;<em>O Gato Acorrentado a Um Só Traçado</em>, de 1977, de um minutos e 43 segundos, o artista desenha formas que sugerem as de um gato, reconhecido especialmente pelo miado.</p>



<p>Os trabalhos reunidos por Roberto Cruz em <em>Vídeo_MAC</em>  trazem um tempo marcado pela irreverência que impulsionou a videoarte no Brasil. Vale conferir.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Gabriel Borba - O gato acorrentado a um só traço" width="640" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/8tJDdDg1_f4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Fonte: Jorna USP</p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/exposicao-video_mac-conta-a-historia-da-videoarte-no-brasil/">Exposição “Vídeo_MAC” conta a história da videoarte no Brasil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ipiracity.com/exposicao-video_mac-conta-a-historia-da-videoarte-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
