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	<title>Combate ao Racismo |</title>
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	<title>Combate ao Racismo |</title>
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		<title>Sesab capacita profissionais de saúde para combate ao racismo durante o Carnaval de Salvador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do Carnaval de Salvador, a Superintendência de Vigilância e Proteção à Saúde (SUVISA), ligada à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), reforça a capacitação dos profissionais que vão atuar durante o Carnaval, a maior festa de rua do país. A ação acontece por meio do Treinamento de Combate ao Racismo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada do Carnaval de Salvador, a Superintendência de Vigilância e Proteção à Saúde (SUVISA), ligada à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), reforça a capacitação dos profissionais que vão atuar durante o Carnaval, a maior festa de rua do país. A ação acontece por meio do Treinamento de Combate ao Racismo no Carnaval, realizado em parceria com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é simples: garantir que quem trabalha na Vigilância em Saúde esteja preparado para atender a população com respeito, sem discriminação e com sensibilidade às diferenças raciais, religiosas, de gênero e de orientação sexual. Na Bahia, onde mais de 76% da população é preta ou parda, falar de racismo é falar de cuidado em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Combater o racismo também é uma ação de saúde pública. O racismo adoece, machuca e mata”, destacou durante a abertura do evento Maria Cecília Braga, psicóloga e responsável técnica pelo SIAST/SUVISA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Salvador, cidade com a maior população negra fora da África, ainda convive com desigualdades históricas, refletidas na sociedade. Durante o Carnaval, essas desigualdades ficam ainda mais visíveis, principalmente para trabalhadores como cordeiros, ambulantes, catadores de recicláveis, músicos e trabalhadores de aplicativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação foi conduzida por Ubiraci Matilde de Jesus, da Sepromi, que explicou que o racismo no Carnaval não aparece apenas em xingamentos ou agressões diretas. “Ele está também nas condições precárias de trabalho, na invisibilização dessas pessoas e na falta de proteção social. Isso tudo impacta diretamente a saúde física e mental”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, foram apresentados dados sobre os efeitos do racismo na saúde mental da juventude negra. Segundo informações da Fiocruz, a partir de 2016, o risco de suicídio foi 45% maior entre adolescentes e jovens negros em comparação aos brancos. Entre meninas e jovens mulheres negras, o risco foi 20% maior. Já adolescentes negros entre 10 e 19 anos tiveram um risco 67% maior de suicídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2007, o Governo da Bahia desenvolve políticas voltadas à promoção da igualdade racial e à defesa dos direitos humanos. A partir de 2023, essas ações foram ampliadas, especialmente no Carnaval, com foco no trabalho decente, no enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa. Para o Carnaval de 2026, a expectativa é fortalecer ainda mais essas iniciativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao investir na formação de seus profissionais, a SUVISA reafirma seu compromisso com uma Vigilância em Saúde que reconhece o racismo como um fator que adoece e mata, e que atua para garantir um atendimento mais humano, justo e acolhedor para todas as pessoas no Carnaval e durante todo o ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com Informações da Sesab </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ATIVIDADES DO CONSELHO TUTELAR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/E4B1OIER-XI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Campanha Cultura Negra Vive: Pontão de Cultura lança campanha nacional de combate ao racismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 12:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Combate ao Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento promovido pelo Pontão de Cultura Ancestralidade Africana no Brasil valoriza tradições de matriz africana e alerta para a violência contra territórios culturais Parte da Campanha Cultura Negra Vive, que comemora o mês da Consciência Negra, o Pontão de Cultura Ancestralidade Africana no Brasil lançou nesta terça-feira (12), na Fundação Cultural Palmares, em Brasília, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Evento promovido pelo Pontão de Cultura Ancestralidade Africana no Brasil valoriza tradições de matriz africana e alerta para a violência contra territórios culturais</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte da Campanha Cultura Negra Vive, que comemora o mês da Consciência Negra, o Pontão de Cultura Ancestralidade Africana no Brasil lançou nesta terça-feira (12), na Fundação Cultural Palmares, em Brasília, a Campanha de Tradições de Matriz Africana Contra o Racismo com foco na valorização das tradições de matriz africana. A iniciativa busca chamar atenção para a importância desses espaços como pilares de identidade, autoestima e ancestralidade para o povo negro no Brasil, enfrentando crescentes ataques e preconceitos contra os territórios de culturas tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, em 2021 foram registradas 583 denúncias de intolerância religiosa, sendo a maioria delas feitas por praticantes de tradições de matriz africana. Em 2024, somente no primeiro semestre, esse número saltou para 1.940 denúncias, representando um aumento de 332% em quatro anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Campanha de Tradições de Matriz Africana Contra o Racismo também convoca artistas, ativistas, coletivos, organizações, entidades e instituições públicas e privadas a se unirem na construção de um calendário unificado de ações que visam valorização essas tradições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, João Jorge Rodrigues, presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), destacou a urgência de preservar as heranças culturais do povo negro e da importância da FCP para a comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa é uma Casa da Cultura Afro-Brasileira, que carrega algo muito simbólico para nós. A Fundação Cultural Palmares não é uma fundação religiosa, mas é uma fundação que representa uma espiritualidade ligada a um símbolo poderoso de justiça. Essa casa só terá sentido se for, de fato, um templo da nossa espiritualidade, um espaço para todos os povos africanos que vieram para cá, trazendo suas manifestações e religiões libertadoras. Em 524 anos de Brasil, nossa cultura tem ajudado, geração após geração, a compreender o conceito do divino. Agora, Brasília finalmente tem uma Casa da Luz, que é a nossa Casa da Cultura.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leandro Anton, coordenador de Articulação da Cultura Viva do Ministério da Cultura (MinC) lembrou o papel dos Pontões de Cultura para dar visibilidade e apoio às redes culturais no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em uma democracia, o Governo representa a sociedade civil, mas sabemos que desigualdades ainda distorcem essa representação. Por isso, temos o compromisso de zelar pelas conquistas e avançar na construção de uma política pública como o Cultura Viva, que reconhece os direitos culturais e sociais de redes de pontos de cultura, valorizando suas trajetórias. O ponto de cultura não é um projeto; ele é, na verdade, o reconhecimento e o fortalecimento dessas histórias de luta”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador e Articulação do Cultura Viva ainda complementou: “Essa é uma das principais responsabilidades que assumimos aqui. Trabalhamos com campanhas que respeitam as realidades e trajetórias de cada rede cultural, defendendo não só os direitos de cada grupo, mas também os direitos humanos e a cultura brasileira como um todo. Essa é uma entrega permanente, que traduz nosso compromisso com a ação cultural, artística e social&#8221;, declarou.<a href="https://agenciagov.ebc.com.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/campanha-cultura-negra-vive-pontao-de-cultura-lanca-campanha-nacional-de-combate-ao-racismo/carrossel1.jpg"></a>Foto: Victor Vec/ MinC</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Bábà Paulo Ifatide, coordenador geral do Pontão de Cultura Ancestralidade Africana no Brasil, este é o primeiro edital que aborda a cultura negra em si.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foram 500 anos trabalhando para nos destruir, e aqui estamos, de pé, falando um idioma que eles rejeitam, cantando em outro idioma, com outra forma de viver, de vestir, de acreditar no mundo. Sempre optei por enfrentar essas questões pela cultura, mas sozinhos não temos o poder necessário para mudar tudo. Por isso, lançamos uma campanha nacional e estamos aqui com toda a comissão, agradecendo a presença de todos. Este é o primeiro edital com essa abordagem ele é feito para a cultura negra, não somente para pessoas negras”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Silvany Euclênio, da equipe do Pontão de Cultura Ancestralidade Africana no Brasil, explicou os objetivos da campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa campanha é colaborativa; queremos que todos e todas possam aderir e somar esforços. Nosso primeiro objetivo é valorizar as tradições de matriz africana como um instrumento fundamental no combate ao racismo. Queremos também denunciar o racismo e a violência sofridos pelos nossos espaços e povos de matriz africana, que são frequentemente agredidos, e mobilizar a sociedade para que se posicione. Por fim, buscamos fortalecer as lideranças tradicionais, instrumentalizando-as para entenderem e lidarem com o racismo e defenderem seus territórios e direitos. Essa é uma campanha permanente, pois o racismo é um problema contínuo, e nossa luta precisa ser igualmente duradoura”, concluiu.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reunião</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"> O Comitê Gestor do Pontão e representantes do Ministério da Cultura se reuniram para discutir os próximos passos do projeto e reiterar o compromisso com a defesa das tradições afro-brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro foi realizado na sede do Ministério e contou com a participação da secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, que reforçou a importância do fomento aos Pontões de Cultura na reativação da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), fortalecendo as redes de Pontos de Cultura territoriais e por temáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A rede de Pontões é uma parceria da maior importância e todos os resultados têm sido muito potentes, desde os cursos para pareceristas, as campanhas, as aulas de EAD, os Agentes Cultura Viva e cada um fazendo da sua maneira. Essa diversidade também é o que nos nutre. Então, eu me sinto muito grata por essa parceria”, avaliou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Pai Lula, do Ponto de Cultura Associação do Culto Afro Itabunense (ACAI), retomar a política dos pontões é um sonho e uma demanda antiga da sociedade civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente sabia desse potencial. Hoje, são essas pessoas e essas ações que estão fazendo a defesa da democracia para além da cultura, para além da Cultura Viva e para além do nosso segmento religioso ou tradicional. É importante pensar que é preciso achar ferramentas, formas e recursos para a gente dar conta da dimensão e da escala dessa política”, reforçou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cultura Ancestralidade Africana no Brasil é um dos Pontões de Cultura selecionados no Edital Nº 09/2023 para desenvolver um projeto cultural por 12 meses. Realiza ações de articulação e mobilização da rede, formação e capacitação, seleção de Agentes Cultura Viva, além do Mapeamento dos Territórios Tradicionais de Matriz Africana e suas iniciativas culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da entidade proponente (Centro de Cultural Orunmilá), esse pontão tem um comitê gestor composto por sete Pontos de Cultura das cinco regiões do Brasil, que são referência da Política Nacional da Cultura Viva e no segmento de Matriz Africana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São eles:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto de Cultura Centro Cultural Coco de Umbigada, Olinda/PE;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto de Cultura ÀGÒ LÔNÀ, Água Branca/SP;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto de Cultura Associação do Culto Afro Itabunense – ACAI, Itabuna/BA;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto de Cultura Ação e Tradição – Distrito Federal;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto de Cultura Tambores da Igualdade, Carazinho/RS;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto de Cultura Jovens Pesquisadores, Pradópolis/SP;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ponto de Cultura Mocambo Cultura – Rede de Coletivos de Artistas e Articuladores Negros, Porto Velho/RO;</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://www.flickr.com/photos/ministeriodaculturaoficial/albums/72177720321908664"><img decoding="async" src="https://live.staticflickr.com/65535/54136190695_cd55a637bc_z.jpg" alt="12.11.2024 - Lançamento da campanha Tradições de Matriz Africana contra o Racismo do Pontão de Cultura Ancestralidade Africana no Brasil"/></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/campanha-cultura-negra-vive-pontao-de-cultura-lanca-campanha-nacional-de-combate-ao-racismo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/campanha-cultura-negra-vive-pontao-de-cultura-lanca-campanha-nacional-de-combate-ao-racismo</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="SAMBA DA PRAÇA APRESENTA: DOCUMENTÁRIO &quot;BENÇA MESTRE&quot;" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YX_o0cq0l8I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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		<title>Professores e famílias devem estar engajados no combate ao racismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2024 14:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Combate ao Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escola deveria ser lugar de transformação de cultura, diz especialista Em abril, casos de racismo em escolas de elite ganharam espaço na mídia e evidenciaram a necessidade das instituições de ensino fazerem trabalhos efetivos de combate à discriminação, o que inclusive está previsto em lei. Especialistas entrevistadas pela&#160;Agência Brasil&#160;apontam a necessidade de se envolver as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Escola deveria ser lugar de transformação de cultura, diz especialista</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril, casos de racismo em escolas de elite ganharam espaço na mídia e evidenciaram a necessidade das instituições de ensino fazerem trabalhos efetivos de combate à discriminação, o que inclusive está previsto em lei. Especialistas entrevistadas pela&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;apontam a necessidade de se envolver as famílias dos agressores no debate e também de punição que possa mostrar a gravidade dos atos cometidos, assim como resguardar as vítimas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1593317&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1593317&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se os episódios estão acontecendo e vindo à tona, provavelmente está faltando as escolas fazerem um trabalho mais efetivo”, analisa a consultora em educação Gina Vieira Ponte, licenciada em língua portuguesa e especialista em desenvolvimento humano, educação e inclusão escolar.“Essas situações, elas nos lembram que a escola não é impermeável ao que acontece na sociedade, né? A gente fica um tanto quanto surpreso porque a escola deveria ser um lugar de transformação de cultura. E, infelizmente, nem sempre isso acontece. Muitas vezes a escola se reduz a um espaço de reprodução da cultura racista. A primeira coisa que a gente tem que lembrar sempre é que nós somos um país de base histórica, escravocrata, e que o racismo foi implantado no nosso inconsciente coletivo”, enfatiza, Ponte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois casos recentes chamaram atenção. Em São Paulo, o episódio de racismo contra a filha, de 14 anos, da&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-04/sp-filha-de-samara-felippo-e-vitima-de-racismo-em-colegio-particular" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atriz Samara Felippo</a>. A agressão aconteceu na Escola Vera Cruz, em Pinheiros, bairro nobre da capital paulista. Por meio de uma postagem nas redes sociais, a atriz comentou que tem recebido apoio e que pretende seguir buscando pela Justiça: “Racismo é crime e vou até o final para que seja aplicada a lei perante um crime. Precisa uma criança/adolescente preta ser humilhada pra escola enxergar que suas políticas antirracistas falham miseravelmente?”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/JfKYJ5w05LyQaNtc76r2C_jEV00=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/04/29/captura_de_tela_2024-04-29_174443.jpg?itok=zztmPVBG" alt="A atriz Samara Felippo denunciou, no fim de semana, que a filha de 14 anos foi vítima de racismo em uma escola particular de alto padrão na cidade de São Paulo. Foto: sfelippo/Instagram" title="sfelippo/Instagram"/></figure>



<h6 class="wp-block-heading">Atriz Samara Felippo com a filha de 14 anos vítima de racismo em escola de São Paulo. Foto:&nbsp;<strong>Sfelippo/Instagram</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O outro caso ocorreu em Brasília, também envolvendo uma escola de elite. Durante um jogo, alunos do Colégio Galois, proferiram palavras ofensivas aos estudantes da Escola Franciscana Nossa Senhora de Fátima, como “macaco”, “filho de empregada&#8221; e &#8220;pobrinho&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-04/escola-de-brasilia-denuncia-racismo-e-preconceito-durante-jogo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escola Nossa Senhora de Fátima</a>, embora diversos responsáveis da outra escola estivessem presentes no local, não foi tomada nenhuma providência adequada no momento. Para Ponte, é necessário que as escolas se posicionem nessas situações. “A pior resposta que a escola pode dar diante dessas situações é a permissividade em relação ao ato dessas crianças. Porque indiretamente a gente vai estar dizendo para o agressor, tudo bem você ser racista, não há nenhum problema no seu comportamento e a gente vai estar dizendo para a criança ou adolescente que foi vítima de racismo que o que você sente não importa para essa escola. Os seus sentimentos, a sua identidade étnico-racial, isso não interessa a nós, não estamos preocupados com isso. Então, nesse caso, a impunidade tem um efeito desastroso”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os casos não são isolados. De acordo com a pesquisa Percepções sobre o racismo, encomendada pelo Instituto de Referência Negra Peregum e Projeto Seta, e realizada pelo IPEC &#8211; Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica, a escola aparece como o ambiente onde a maioria das pessoas declarou ter sofrido racismo. Mais de um terço dos respondentes, 38%, afirmou que o racismo foi sofrido em escola, faculdade ou universidade. O&nbsp;<a href="https://percepcaosobreracismo.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">espaço superou o ambiente de trabalho</a>, com 29% dos casos, e os espaços públicos, com 28%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Responsabilização</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a advogada criminalista especialista em direito antidiscriminatório Aline Santiago, a primeira orientação é que as famílias das crianças e adolescentes que forem vítimas de racismo façam um boletim de ocorrência, registrando o que ocorreu. A partir daí, os casos deverão ser analisados. Santiago é também coordenadora da Comissão de Igualdade Racial, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) São Paulo. Ela explica que tanto os responsáveis pelas crianças e adolescentes quanto a própria escola têm responsabilidade pelo que ocorreu. “Enquanto as crianças estão naquele ambiente, elas estão sob a tutela da instituição. Então é necessário que a escola, no seu papel administrativo, entenda e compreenda que o papel da escola também é supervisionar o comportamento das crianças. Então, é o papel conjunto, dos pais juntamente com a escola”. A escola deve também, de acordo com a advogada, fomentar a formação dos professores na desconstrução do racismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dada a gravidade dos atos, Santiago explica que cabe a expulsão dos alunos agressores. “É uma medida cabível e necessária, porque as punições nesse sentido vêm com caráter educativo”, diz.<br>É preciso ainda que os responsáveis busquem um letramento racial. “Para além de qualquer situação, elas foram vítimas de discriminação. Então, diante dos ataques racistas que acontecem, os pais das crianças agressoras devem buscar o letramento racial, a educação para os filhos também serem vigilantes em relação a isso. Porque a gente fala muito das crianças que são agredidas, das crianças que são agressoras e do papel da escola. [É preciso] um olhar também para os pais das crianças, que são as crianças agressoras. Muitas vezes os filhos replicam o comportamento do pai. Então, é um olhar que também é necessário que tenhamos”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Combate ao racismo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O combate ao racismo deve ser constante nas escolas, de acordo com Ponte, que chama atenção para a legislação. Há tanto leis quanto diretrizes que preveem medidas que ajudam no combate à discriminação no ambiente escolar.&nbsp; A Lei 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira em toda a educação básica, é resultado da luta do movimento negro, dos movimentos sociais e de muitas pessoas. A lei mudou a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2024-01/implementar-lei-10639-e-garantir-o-direito-ao-acesso-historia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional&nbsp;</a>(LDB), a principal lei da educação no Brasil, e, no entanto, não é cumprida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2023-04/mais-de-70-das-cidades-nao-cumprem-lei-do-ensino-afro-brasileiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa&nbsp;</a>divulgada no ano passado mostrou que 71% das secretarias municipais de Educação não têm ações consistentes para atender a legislação. Outro estudo divulgado este ano mostra que cerca de 90% das&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2024-01/educacao-infantil-90-das-turmas-ignoram-temas-raciais]" target="_blank" rel="noreferrer noopener">turmas de educação</a>&nbsp;de creche e pré-escola ignoram temas raciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente tem pesquisas que apontam que há uma enorme negligência das escolas em relação a fazer esse trabalho. As razões são muitas. Uma das mais importantes é que falta uma política permanente, consistente, uma política com qualidade, tanto para subsidiar, reportariar profissionais de educação na aplicação dessa lei, quanto falta uma política para fiscalizar a aplicação dessa lei, para que ela seja feita de maneira qualificada”, analisa Ponte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento feito pelo Todos pela Educação, divulgado em 2023, mostra que o total de escolas públicas com projetos para combater racismo, machismo e homofobia caiu ao menor patamar em dez anos. Metade das escolas, 50,1%, tiveram ações contra o racismo em 2021. Em 2015, o índice havia chegado ao maior patamar no período, atingindo 75,6% das unidades de ensino. Desde então, de acordo com a organização, os números despencaram de maneira contínua. Os dados utilizados foram são dos questionários contextuais do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2023-07/so-metade-das-escolas-publicas-tem-projetos-antirracistas-aponta-ong#:~:text=Segundo%20levantamento%20da%20ONG%20Todos,de%20Avalia%C3%A7%C3%A3o%20B%C3%A1sica%20(Saeb)." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sistema Nacional de Avaliação Básica</a>&nbsp;(Saeb) destinados a diretores e diretoras escolares, entre 2011 a 2021.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Política Nacional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio a repercussão dos casos, o Ministério da Educação (MEC) informou que vai apresentar protocolos de prevenção e resposta ao racismo nas escolas. Os editais com as propostas serão publicados nos próximos meses e poderão ser aplicados em todas as instituições de ensino do país &#8211; públicas e privadas. A medida faz parte do desenho da&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2024-05/mec-criara-protocolos-para-combater-racismo-em-escolas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Política Nacional de Educação&nbsp;</a>para as Relações Étnico-Raciais, que deve ser anunciada no próximo dia 14. Ao todo, a política possui sete eixos, sendo um deles o diagnóstico de monitoramento da implementação da Lei 10.639/2003. Para acelerar a implementação, o MEC deve anunciar um trabalho de fortalecimento das redes educacionais por meio de um regime de colaboração e coordenação federativa. Estão previstos incentivos financeiros, técnicos e simbólicos na implementação da política nacional de educação das relações étnico-raciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Edição: Valéria Aguiar</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasil / Foto: © Mídia NINJA</p>



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<iframe title="Soteroipiraense: Salvador e Ipirá com orgulho" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/eqnaM67YoGE?start=548&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/professores-e-familias-devem-estar-engajados-no-combate-ao-racismo/">Professores e famílias devem estar engajados no combate ao racismo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil enfrenta a Espanha em amistoso de combate ao racismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 16:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Amistoso]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Combate ao Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dorival Júnior tem seu segundo compromisso, após vencer a Inglaterra, e pode mudar a equipe titular e testar mais jogadores em Madri O segundo jogo de Dorival Júnior como treinador da Seleção Brasileira será novamente contra um forte rival europeu, fora de casa, mas desta vez com um detalhe a mais: o confronto contra a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Dorival Júnior tem seu segundo compromisso, após vencer a Inglaterra, e pode mudar a equipe titular e testar mais jogadores em Madri</p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo jogo de Dorival Júnior como treinador da Seleção Brasileira será novamente contra um forte rival europeu, fora de casa, mas desta vez com um detalhe a mais: o confronto contra a Espanha nesta terça-feira (26), no estádio Santiago Bernabéu, em Madri, terá como tema o combate ao racismo. A partida terá início às 17h30 (de Brasília).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O amistoso foi marcado em junho de 2023, na auge de casos de racismo que o atacante da Seleção, e do Real Madrid, Vinícius Júnior sofre na Espanha. Nesses nove meses nada melhorou, o jogador continua sendo chamado de macaco, entre outros insultos raciais, e na segunda-feira (25) ele concedeu uma emocionada entrevista coletiva na qual admitiu que por vários momentos perdeu a vontade de jogar futebol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dorival se solidarizou com Vini Jr., chamando de covarde os ataque que sofre, ao mesmo tempo em que precisa tratar a partida como um evento esportivo comum. Ele pretende usar os 90 minutos para observar com calma mais jogadores neste início de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os jogadores se respeitam, muitos deles [da Espanha] jogam com Vinícius no Real Madrid. Viemos aqui para um compromisso esportivo”, disse o treinador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possíveis mudanças na equipe</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dorival Júnior disse que depende de conversa com seus departamentos médico e de fisiologia para decidir os titulares da Seleção para o jogo contra a Espanha. O treinador adiantou, entretanto, que Endrick, autor do gol da vitória de 1 a 0 sobre a Inglaterra, no sábado (23), começará no banco de reservas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Havia expectativa da torcida e da imprensa espanhola de que o futuro trio do Real Madrid Rodrygo, Endrick e Vini Jr pudesse atuar junto no estádio da equipe espanhola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O técnico teme cansaço dos atletas que começaram a vitória sobre a Inglaterra no estádio de Wembley, em Londres. Por isso, ele trabalhou duas formações de time no treino desta segunda-feira (25), no estádio Alfredo Di Stefano, na Ciudad Madrid, complexo esportivo do Real Madrid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos que ter esse cuidado, buscarmos a opção correta. Se a manutenção de uma equipe, dois dias e meio depois de um jogo intenso como foi em Londres, é a opção correta, se toda essa equipe estará recuperada. Vamos enfrentar uma Espanha que é um time jovem, com posse de bola, então esperamos um jogo com desgaste físico”, disse Dorival Júnior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos a questão de manter o time, começar a ter uma cara, um encaixe, com os jogadores. Ou também observar outros atletas, já que é um amistoso, e estamos em início de trabalho”, completou Dorival.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Richarlison não esteve à disposição contra a Inglaterra por estar em fase de recuperação de lesão sofrida em seu clube, o Tottenham-ING. E era esperado que ele não teria condições de enfrentar a Inglaterra, mas pode jogar alguns minutos contra a Espanha. Savinho, do Girona, pode ser a surpresa na vaga de Raphinha entre os titulares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Espanha x Brasil</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Espanha: Simón; Carvajal, Le Normand, Laporte e Grimaldo; Rodri, Fabián e Dani Olmo; Lamine Yamal, Morata y Nico Williams. Técnico: Luis de la Fuente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brasil: Bento; Danilo, Fabrício Bruno (Bremer), Beraldo (Murilo) e Wendell (Ayrton Lucas); Bruno Guimarães, João Gomes (Douglas Luiz) e Lucas Paquetá; Vini Jr, Rodrygo e Raphinha (Savinho). Técnico: Dorival Júnior.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Motivo: amistoso</li>



<li>Data e Horário: 26 de março de 2024 (terça-feira), às 17h30 (de Brasília)</li>



<li>Local: Estádio Santiago Bernabéu, em Madri</li>



<li>Transmissão: TV Globo, SporTV e Ge.com</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNN Brasil / </p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-enfrenta-a-espanha-em-amistoso-de-combate-ao-racismo/">Brasil enfrenta a Espanha em amistoso de combate ao racismo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Governo Lula pretende lançar plano internacional de combate ao racismo no esporte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Apr 2023 17:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Combate ao Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A informação foi divulgada pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, neste domingo (23) Por:&#160;Metro1&#160;no dia 23 de abril de 2023 às 14:22 A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, anunciou, neste domingo (23), que o governo federal pretende lançar um plano internacional de combate ao racismo no esporte. Franco afirmou que a ideia foi inspirada [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/governo-lula-pretende-lancar-plano-internacional-de-combate-ao-racismo-no-esporte/">Governo Lula pretende lançar plano internacional de combate ao racismo no esporte</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A informação foi divulgada pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, neste domingo (23)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por:&nbsp;<strong>Metro1</strong>&nbsp;no dia 23 de abril de 2023 às 14:22</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, anunciou, neste domingo (23), que o governo federal pretende lançar um plano internacional de combate ao racismo no esporte.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="70022" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Franco afirmou que a ideia foi inspirada no ex-atacante do Flamengo, Vinicius Junior, que foi vítima de racismo em fevereiro, durante um jogo entre o Real Madrid contra o Mallorca, pelo Campeonato Espanhol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O estopim para fazer foi o caso com o Vini Jr, que jogou no meu time [Flamengo] e tenho sonho de abraçar. Mas o programa de combate ao racismo será de todos os esportes&#8221;, declarou a ministra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No momento, o plano ainda passa pela fase de elaboração em parceria com o Ministério dos Esportes. Durante seu discurso, Franco não deu uma previsão de quando ele será lançado. Com informações do site Metro 1.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Reflexão sobre Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/wLdi8gWeqP0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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