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	<title>combate |</title>
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		<title>Estudantes de Ipiaú criam inseticida à base de pimenta malagueta e alho para combater pragas agrícolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda-feira, 29/06/2026 &#8211; 11h20 Por&#160;Redação Estudantes do Centro Territorial de Educação Profissional (Cetep) do Médio Rio das Contas, em&#160;Ipiaú, desenvolveram um inseticida ecológico à base de pimenta malagueta (Capsicum frutescens) e alho (Allium sativum) como alternativa sustentável para o controle de pragas agrícolas. A iniciativa foi criada pelos alunos Shemuel Café, Ana Júlia de Jesus, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segunda-feira, 29/06/2026 &#8211; 11h20</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por&nbsp;Redação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudantes do Centro Territorial de Educação Profissional (Cetep) do Médio Rio das Contas, em&nbsp;<a href="https://www.bahianoticias.com.br/tags/ipiau" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Ipiaú</strong></a>, desenvolveram um inseticida ecológico à base de pimenta malagueta (Capsicum frutescens) e alho (Allium sativum) como alternativa sustentável para o controle de pragas agrícolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa foi criada pelos alunos Shemuel Café, Ana Júlia de Jesus, Maria Clara, Thales Emanuel e Ana Júlia Pinto, sob orientação dos professores Lucas Santos e Francisca Jucá. De acordo com dados da Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária], a infestação de pragas pode reduzir em até 40% a produtividade das lavouras brasileiras, com prejuízo estimado em até R$ 60 bilhões por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os estudantes, a escolha da pimenta malagueta e do alho ocorreu devido às propriedades inseticidas e fungicidas naturais dessas matérias-primas, além do baixo custo e da facilidade de acesso. &#8220;Utilizamos pimenta e alho por terem suas propriedades inseticidas e fungicidas naturais. Além disso, são acessíveis, de baixo custo e menos agressivos ao meio ambiente quando comparados aos produtos químicos&#8221;, explicam os integrantes da equipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto surgiu a partir da observação dos impactos causados pelo uso de agrotóxicos, tanto para o meio ambiente quanto para a saúde humana. Conforme os pesquisadores, o produto apresenta como principais diferenciais o caráter ecológico, o baixo custo de produção e a utilização de ingredientes de fácil obtenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os primeiros testes indicaram resultados positivos no controle da cochonilha, reforçando o potencial de aplicação do inseticida no campo. A próxima etapa da pesquisa prevê a ampliação dos estudos para o combate a outras pragas e doenças que afetam as lavouras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O produto já apresentou resultados positivos no controle da cochonilha, o que reforça seu potencial de aplicação real no campo. Pretendemos ampliar os estudos, especialmente voltados ao combate de outras doenças, como a vassoura-de-bruxa, além de aprofundar os testes para validar ainda mais a eficácia&#8221;, afirmou o professor Lucas Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação / Secti Bahia</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="“SEXO SEM TABU: AS DÚVIDAS QUE OS CASAIS TEM,MAS NÃO FALAM”" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9JkZLJZLgc0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudantes-de-ipiau-criam-inseticida-a-base-de-pimenta-malagueta-e-alho-para-combater-pragas-agricolas/">Estudantes de Ipiaú criam inseticida à base de pimenta malagueta e alho para combater pragas agrícolas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O papel do SUS no combate à violência contra a mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:49:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre protocolos de acolhimento, acompanhamento a longo prazo e necessidade de expansão intersetorial, professora da USP explica como o SUS age no combate à violência de gênero No&#160;último episódio&#160;do programa de entrevistas do&#160;Outra Saúde&#160;em parceria com o Farol Brasil, a convidada&#160;Ana Flávia Pires Lucas d’Oliveira&#160;elaborou sobre o papel do SUS no combate à violência contra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Entre protocolos de acolhimento, acompanhamento a longo prazo e necessidade de expansão intersetorial, professora da USP explica como o SUS age no combate à violência de gênero</p>



<p class="wp-block-paragraph">No&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=B6OMR-9hXro">último episódio</a>&nbsp;do programa de entrevistas do<strong><em>&nbsp;Outra Saúde</em></strong>&nbsp;em parceria com o Farol Brasil, a convidada&nbsp;<strong>Ana Flávia Pires Lucas d’Oliveira&nbsp;</strong>elaborou sobre o papel do SUS no combate à violência contra a mulher. Diante de crescentes casos de ataques a mulheres e, em suas últimas consequências, feminicídios, a professora aponta de que forma a identificação e acolhimento de vítimas por meio do sistema de saúde é diferente dos meios jurídicos e policiais, e pode salvar vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Flávia é docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e referência na área de saúde e violência de gênero, além de ser autora do&nbsp;<em>Guia Prático Para o Atendimento a Mulheres em Situação de Violência</em>, adotado pelo Ministério da Saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela inicia sua explicação apontando a relevância da capilarização dos serviços de saúde, principalmente aqueles da atenção básica, para o acolhimento. Ressaltando a informação alarmante de que uma em cada três mulheres já passou por violência física ou sexual, a professora aponta: “Torna-se mais fácil ir a uma UBS do que a uma delegacia. A saúde já lida com as famílias, acompanha-se longitudinalmente. É um lugar especialmente propício para uma primeira revelação e acolhimento.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez que se identifica uma situação de violência, há um protocolo a ser seguido entre os trabalhadores da saúde responsáveis pelo acolhimento em questão. Os principais passos ressaltados pela professora são: escutar sem julgamentos, entender como a vítima deseja prosseguir, validar o relato, e o encaminhamento para atender as necessidades dessa mulher. Para Ana Flávia, é essencial frisar que julgar o relato nesse momento configura violência institucional, de maneira a revitimizar a pessoa. Além disso, ela aponta aquilo que diferencia o acolhimento por meio do SUS de outros espaços institucionais: “Validar o que está sendo dito. Nós não somos a justiça. A gente escuta e acredita. Se tem que ouvir o outro lado, o contraditório, quem faz isso é a justiça. Nós não vamos investigar, não vamos punir agressores”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os impactos da violência na saúde pública também são abordados pela docente. Desde 2002 a OMS coloca mortes por violência como evitáveis, de maneira a considerar as consequências como preveníveis. Discorrendo sobre as consequências em questão, a professora aponta que mulheres em situação de violência doméstica crônica têm duas a três vezes mais chance de ter depressão e ideação suicida. Além de desfechos reprodutivos não esperados como morte fetal, abortamento, e até mesmo a contração de ISTs. “Um contingente importante dos problemas de saúde está associado à violência e à nossa cegueira para a desigualdade de gênero.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Flávia coloca, também, a dificuldade na articulação intersetorial entre saúde, assistência social e a justiça, fator importante para o acolhimento e assistência completa às vítimas. “A Lei Maria da Penha diz que deve haver uma rede de proteção e que todos os trabalhadores dessa rede devem ser formados em raça, gênero, direitos humanos e violência. Mas na prática, os trabalhadores da saúde não sabem o que é um CRAS ou uma Defensoria. Precisamos nos auto-reconhecer e reconhecer os outros”, termina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Estudantes baianos criam jogo que combate preconceito contra autistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 18:12:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudantes do Colégio Estadual Dulce Almeida, em Itagibá, conquistaram o primeiro lugar no Prêmio Inova Nickel, promovido pela empresa Atlantic Nickel, voltado a unidades escolares do Território Médio Rio de Contas. Com o jogo digital “E agora?”, a proposta é simular situações enfrentadas no dia a dia por pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Estudantes do Colégio Estadual Dulce Almeida, em Itagibá, conquistaram o primeiro lugar no Prêmio Inova Nickel, promovido pela empresa Atlantic Nickel, voltado a unidades escolares do Território Médio Rio de Contas. Com o jogo digital “E agora?”, a proposta é simular situações enfrentadas no dia a dia por pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O projeto vencedor recebeu um incentivo de R$ 10 mil.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa nasceu da inspiração no colega João Luís Ferreira, diagnosticado com TEA. Ele participou ativamente da programação do jogo, tornando o projeto ainda mais especial. “Para mim foi incrível, porque sempre tive a vontade de criar um jogo e, como pessoa autista, me senti maravilhado”, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formado por um grupo de dez estudantes, sob orientação dos professores Daniel Paiva e Gilson Oliveira, o jogo foi estruturado em fases e o jogador tem a responsabilidade de controlar um personagem autista que terá que lidar com desafios, como excesso de estímulos, e aplicar estratégias de autorregulação. Para reduzir a ansiedade do personagem, o jogador poderá buscar objetos relacionados ao hiperfoco ou utilizar técnicas de autocontrole.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ver os estudantes focados em encontrar uma solução inovadora para um desafio dentro da sociedade, que às vezes é invisível, me deixa muito emocionado. Quando a gente fala de trazer uma proposta inclusiva, não é apenas um jogo, é um serviço público, social e humanitário. E o nosso objetivo é divulgar para a comunidade e estender ao mundo o que é o autismo”, ressalta o professor Daniel.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Site</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto ainda é um protótipo que, a partir do recurso recebido com a premiação, vai ser estruturado para ser disponibilizado a todos que tiverem interesse. “O jogo está na primeira fase, mas, com a premiação, vamos avançar na estruturação e analisar a melhor forma de deixá-lo disponível. Além disso, criamos um site exclusivo e munido de um manual para mães atípicas contendo informações sobre georreferenciamento, diagnóstico precoce, direitos e leis”, explica Daniel, acrescentando que a página pode ser acessada através do endereço&nbsp;<a href="https://eagora0.my.canva.site/leis-para-o-autismo">https://eagora0.my.canva.site/leis-para-o-autismo</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a estudante Cibelly dos Santos, participar do projeto foi uma experiência transformadora. “Foi maravilhoso compreender, me aprofundar e pesquisar mais sobre o autismo. Apesar de ser um assunto que ouvimos falar, não temos conhecimento de fato sobre o tema. Tivemos a oportunidade de conversar com mães e neuropsicólogas e de até mesmo promover a integração do colégio com a questão da inclusão, com a participação de João Luís e sua família”, pontua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a estudante Isabelly de Jesus, a escolha do tema do projeto foi na busca de algo que fizesse a diferença na sociedade. “A ideia é que o jogo traga mais empatia para aqueles que não têm tanto conhecimento sobre o autismo, trazendo mais inclusão e respeito às diversidades. Ganhar o prêmio mostrou que estávamos no caminho certo ao promovermos um projeto inovador que pode mudar vidas”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também participaram do projeto os estudantes Rafik Santos, Bruno da Silva, David Ribeiro, Davi Magalhães, Maria Clara Santos, Sylas Andrade e Hannah Faleiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: gov.ba / Foto: Arquivo Pessoal</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="VEM AI A PRIMEIRA FLIPIRA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/UDDz9jxb6mw?start=259&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudantes-baianos-criam-jogo-que-combate-preconceito-contra-autistas/">Estudantes baianos criam jogo que combate preconceito contra autistas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>OAB Bahia visita sede da Delegacia de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 17:02:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em encontro institucional, representantes da OAB Bahia reuniram-se com o delegado titular da Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (Decrin), Ricardo Amorim, para discutir a construção de canais de diálogo para escuta qualificada no acolhimento de vítimas e no enfrentamento de crimes motivados por discriminação racial, religiosa e LGBTQIAP. A reunião [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em encontro institucional, representantes da OAB Bahia reuniram-se com o delegado titular da Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (Decrin), Ricardo Amorim, para discutir a construção de canais de diálogo para escuta qualificada no acolhimento de vítimas e no enfrentamento de crimes motivados por discriminação racial, religiosa e LGBTQIAP.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião que ocorreu na sede da unidade policial, na última terça-feira (05), com foco na aproximação das instituições durante a atuação de combate e defesa de direitos e encaminhamento de denúncias. A secretária-geral da OAB BA, Cléia Costa, destacou a importância da articulação técnica e institucional com a Decrin como forma de ampliar o acolhimento às vítimas e assegurar investigações eficazes. “Viemos em coletivo, em rede, as diversas comissões que se relacionam com as temáticas dessa delegacia e o objetivo é a construção de fluxos de trabalho, uma rede de órgãos públicos e a OAB para uma prestação de serviço seja cada vez melhor para o cidadão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estiveram presentes integrantes das comissões de Promoção da Igualdade Racial, de Combate à Intolerância Religiosa, de Direitos e Prerrogativas, de Apoio à Secretaria-Geral, Advocacia Negra, de Direitos Humanos e de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e Políticas Públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Decrin foi oficialmente sancionada pelo governo da Bahia em janeiro de 2025 como primeira delegacia especializada em racismo e intolerância religiosa do estado. O projeto de lei de criação havia sido enviado ao Legislativo baiano em novembro de 2024 com a justificativa de ofertar atendimento qualificado e repressão efetiva a essas formas de crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O titular da Decrin ressaltou a importância da aproximação estratégica com a OAB Bahia na implementação de fluxos operacionais e atendimento humanizado. “Tivemos essa reunião, hoje, para fortalecer essa parceria entre a Polícia Civil e comissões relacionadas com a nossa pauta e, a partir desse encontro, a gente vai poder construir uma política pública melhor, fluxos melhores de atendimento e de trabalho. Fazer esse combate ao racismo de forma unida para que toda a sociedade seja beneficiada com esse tipo de ação, de investigação entre as comissões da OAB”, afirma o titular da Decrin, Ricardo Amorim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diálogo entre OAB-BA e Polícia Civil visa fortalecer a rede institucional para garantir o registro resolutivo de ocorrências discriminatórias; aprimorar a estrutura investigativa contra crimes de racismo e intolerância; oferecer acolhimento qualificado às vítimas; fomentar políticas públicas integradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Política Livre / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O PAPEL DOS CONSELHOS MUNICIPAIS COM ÊNFASE EM POLÍTICAS PÚBLICAS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/XPzUUnrZzks?start=428&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/oab-bahia-visita-sede-da-delegacia-de-combate-ao-racismo-e-a-intolerancia-religiosa/">OAB Bahia visita sede da Delegacia de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Descobertos compostos que atuam contra o vírus chikungunya</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[vírus chikungunya]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fiocruz registrou uma patente referente a compostos com potencial antiviral contra o vírus chikungunya: as moléculas triazólicas conjugadas com bases pirimídicas. Essas moléculas conseguiram inibir a replicação do vírus em testes in vitro, com baixa toxicidade celular. A descoberta ocorreu durante um projeto de iniciação científica. Os testes em laboratório indicaram que as moléculas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Fiocruz registrou uma patente referente a compostos com potencial antiviral contra o vírus chikungunya: as moléculas triazólicas conjugadas com bases pirimídicas. Essas moléculas conseguiram inibir a replicação do vírus em testes in vitro, com baixa toxicidade celular. A descoberta ocorreu durante um projeto de iniciação científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os testes em laboratório indicaram que as moléculas atuam na fase de replicação do vírus chikungunya, impedindo sua proliferação nas células infectadas. Os resultados também mostraram que os compostos apresentaram alta viabilidade celular, o que indica um &nbsp;baixo potencial de causar danos às células, um requisito importante para o desenvolvimento de novos agentes terapêuticos.<br><br>O projeto de iniciação científica é da estudante Melyssa Gabriely Silva, sob orientação do pesquisador Lindomar Pena, da Fiocruz Pernambuco. A síntese dos compostos foi realizada pelo grupo do professor Ronaldo Oliveira, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), &nbsp;parceiro da Fiocruz há vários anos em pesquisas sobre antivirais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos estudos&nbsp;<em>in vitro</em>, análises computacionais indicaram que os compostos inibem a polimerase viral, enzima responsável pela replicação do genoma do vírus (mecanismo responsável pela sua reprodução). “Esses compostos foram pouco tóxicos para as células e muito eficazes contra o vírus chikungunya. A patente garante a proteção da propriedade intelectual dessa descoberta”, afirmou Lindomar Pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe pretende iniciar os estudos pré-clínicos em modelo animal em 2026. Os testes clínicos, necessários para a formulação de um novo medicamento, ainda não têm previsão de início. A patente foi registrada em parceria com a UFRPE e representa um avanço na pesquisa de antivirais no Brasil, especialmente diante da ausência de medicamentos aprovados para o tratamento da febre chikungunya. A doença tem gerado impacto recorrente em saúde pública, sobretudo em países de clima tropical, como o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma colaboração de muitos anos com o professor Ronaldo. Ele sintetiza os compostos e nós realizamos os testes contra diferentes vírus. Esse trabalho faz parte da primeira etapa no desenvolvimento de um antiviral, que inclui avaliação de segurança e eficácia em células”, acrescentou Pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa reforça a importância da colaboração entre instituições de pesquisa e do investimento em ciência e inovação. Também destaca o papel da iniciação científica na formação de novos pesquisadores e na geração de conhecimento com potencial de impacto na saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Fio Cruz / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="FISIOTERAPIA PEDIÁTRICA INTEGRATIVA NO CUIDADO DE BEBÊS: CÓLICAS, ASSIMETRIAS CRANIANAS..." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ik5vAPuhES8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Estudantes desenvolvem sistema de irrigação inteligente para combater desperdício de água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 14:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício de água]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desperdício de água no Brasil segue como um desafio para a gestão hídrica. Na agricultura, por exemplo, cerca de 60% do volume de água utilizado acaba sendo perdido devido à má gestão de recursos, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Diante desse cenário, as estudantes Elizabeth Santana e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O desperdício de água no Brasil segue como um desafio para a gestão hídrica. Na agricultura, por exemplo, cerca de 60% do volume de água utilizado acaba sendo perdido devido à má gestão de recursos, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). Diante desse cenário, as estudantes Elizabeth Santana e Luane dos Anjos, do Colégio Estadual Francisco da Conceição Menezes, em Santo Antônio de Jesus, desenvolveram um sistema de irrigação automatizado que visa reduzir o desperdício de água no setor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa, batizada de Estação de Monitoramento de Umidade do Solo (EMUS), surgiu durante a pandemia de Covid-19, quando o isolamento social impossibilitou a manutenção da horta escolar. “Com as restrições, houve uma dificuldade em fazer a irrigação e o monitoramento da horta, o que causou destruição por falta de cuidados. Então, decidimos criar um sistema de irrigação para melhorar o cultivo das nossas plantações”, explica Elizabeth, uma das criadoras do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A EMUS é operada por um microcontrolador, que possui conexão Wi-Fi, Bluetooth e chip, possibilitando o monitoramento à distância das variáveis existentes no sistema, como temperatura ambiente e nível do tanque. “Ele liga a bomba de água quando o sensor capacitivo, que é responsável pela captura de umidade do solo, atingir menos de 30%, o que indica que o solo está seco. Além disso, o sistema é alimentado por placas solares”, conta a estudante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo as desenvolvedoras, o sistema é considerado de fácil implementação e pode ser adaptado para diferentes tipos de cultivos. Com a orientação de Oziel Lopes e apoio da Secretaria da Educação (SEC), as jovens cientistas planejam ampliações futuras para a iniciativa. “Queremos implementar no projeto um sensor pluviométrico para a captura de água da chuva e personalizar as configurações para cada tipo de planta, adequando a quantidade de água necessária para cada espécie”, projeta Elizabeth.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bahia Faz Ciência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) estreou no Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, 8 de julho de 2019, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias são divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e estão disponíveis no site e redes sociais da Secretaria. Se você conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomendações podem ser feitas através do e-mail <a href="mailto:ascom@secti.ba.gov.br">ascom@secti.ba.gov.br</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: ASCOM SECTI Foto: ASCOM SECTI</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="NOVAS TECNOLOGIAS NA MEDICINA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/nO5BCbkRrt8?start=139&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Ações de combate às arboviroses são destaque no encontro de prefeitos em Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 13:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante evento, secretária Ethel Maciel reforçou a importância da atuação integrada com municípios para reforçar vigilância epidemiológica no país A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) , Ethel Maciel, participou, na quarta-feira (12), da mesa “Gestão Integrada na Prevenção da Dengue: Estratégias para os Municípios”, realizada durante o Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas (ENPP) , em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Durante evento, secretária Ethel Maciel reforçou a importância da atuação integrada com municípios para reforçar vigilância epidemiológica no país</p>



<p class="wp-block-paragraph">A secretária de <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) </a>, Ethel Maciel, participou, na quarta-feira (12), da mesa “Gestão Integrada na Prevenção da Dengue: Estratégias para os Municípios”, realizada durante o <em>Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas (ENPP) </em>, em Brasília. A iniciativa possibilitou apresentar a gestores municipais de todo o Brasil ações de vigilância em saúde pública e estratégias de prevenção e controle de doenças, com um enfoque especial na <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dengue </a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ethel Maciel destacou a importância da colaboração entre os diferentes níveis de governo — federal, estadual e municipal — no enfrentamento das&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/arboviroses" rel="noreferrer noopener" target="_blank">arboviroses&nbsp;</a>. “A integração entre os entes federativos é fundamental para o sucesso das ações de prevenção. O Ministério da Saúde está empenhado em apoiar os municípios na implementação de estratégias eficazes para o combate à dengue”, afirmou a secretária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/saiba-quais-sao-as-tecnologias-adotadas-pelo-ministerio-da-saude-para-o-controle-da-dengue-e-outras-arboviroses" rel="noreferrer noopener" target="_blank">A pasta tem adotado novas tecnologias no combate à doença&nbsp;</a>, como a liberação de mosquitos estéreis e o uso de mosquitos infectados com a bactéria Wolbachia, que impede a transmissão da dengue. Essas inovações estão sendo implementadas em diversas regiões do Brasil, com o objetivo de reduzir a população de mosquitos e controlar a propagação da doença. “Essas tecnologias têm mostrado resultados positivos e são fundamentais para avançarmos na luta contra a dengue. Estamos investindo em soluções científicas para aumentar a eficácia das nossas ações”, ressaltou Ethel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A secretária também mencionou a&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/mobilizacao-nacional-nas-escolas-reforca-o-enfrentamento-as-arboviroses-por-meio-da-educacao" rel="noreferrer noopener" target="_blank">importância da educação e mobilização nas escolas para engajar as crianças&nbsp;</a>na disseminação de informações sobre a prevenção da dengue. “Estamos trabalhando em parceria com o Ministério da Educação para lançar ações nas escolas, com as crianças desempenhando um papel central na sensibilização das famílias. Elas são agentes importantes para multiplicar o conhecimento sobre os cuidados com a saúde”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ethel Maciel ainda abordou o&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/o-que-e-o-plano-de-contingencia-e-como-ele-sera-utilizado-no-controle-das-arboviroses" rel="noreferrer noopener" target="_blank">plano de contingência&nbsp;</a>lançado pelo ministério, que orienta os municípios em diferentes fases da epidemia, desde o alerta até a epidemia instalada. “O plano de contingência é uma ferramenta essencial para ajudar os prefeitos a tomar decisões coordenadas e eficazes. Ele oferece um roteiro claro para os gestores, garantindo uma resposta rápida e bem-sucedida diante de surtos de dengue e outras arboviroses”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao finalizar a apresentação, a secretária reforçou o compromisso da pasta em fornecer suporte contínuo aos municípios, por meio de recursos e orientações técnicas, para enfrentar os desafios impostos pela dengue e outras doenças.&nbsp; O fortalecimento da gestão integrada na prevenção da dengue foi reconhecido com Ethel como um dos resultados positivos do evento.<a href="https://agenciagov.ebc.com.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/imagens/svsa-encontro-novos-prefeitos.jpg"></a>Foto: Zeca Miranda/MS</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o encontro</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas (ENPP) acontece nesta quinta-feira (13), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Durante os três dias de evento, prefeitos e prefeitas, vices, vereadores e vereadoras, secretários e secretárias, técnicos e gestores, terão a oportunidade de ampliarem parcerias e investimentos federais nos municípios, além de se capacitarem em programas e ações para a captação de recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra iniciativa apresentada pela Saúde no evento é o&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/pmae" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Programa Mais Acesso a Especialistas (PMAE)&nbsp;</a>, que busca facilitar a conexão da população com médicos especialistas, agilizando diagnósticos e tratamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>João Moraes</em> <em>Ministério da Saúde</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/acoes-de-combate-as-arboviroses-sao-destaque-no-encontro-de-prefeitos-em-brasilia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/acoes-de-combate-as-arboviroses-sao-destaque-no-encontro-de-prefeitos-em-brasilia</a></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O EPISTEMICÍDIO NAS LETRAS DO AXÉ MUSIC" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/3UKd-OUE6MA?start=2&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://facebook.com/sharer.php?text=%C3%89%20not%C3%ADcia%20na%20AG%C3%8ANCIA%20GOV&amp;u=https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202502/acoes-de-combate-as-arboviroses-sao-destaque-no-encontro-de-prefeitos-em-brasilia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://twitter.com/intent/tweet?text=%C3%89%20not%C3%ADcia%20na%20AG%C3%8ANCIA%20GOV:%20https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202502/acoes-de-combate-as-arboviroses-sao-destaque-no-encontro-de-prefeitos-em-brasilia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://t.me/share/url?url=https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202502/acoes-de-combate-as-arboviroses-sao-destaque-no-encontro-de-prefeitos-em-brasilia&amp;text=%C3%89%20not%C3%ADcia%20na%20AG%C3%8ANCIA%20GOV:%20A%C3%A7%C3%B5es%20de%20combate%20%C3%A0s%20arboviroses%20s%C3%A3o%20destaque%20no%20encontro%20de%20prefeitos%20em%20Bras%C3%ADlia"></a><a href="https://api.whatsapp.com/send?text=%C3%89%20not%C3%ADcia%20na%20AG%C3%8ANCIA%20GOV%0a%0aAcesse%20o%20link:%20https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202502/acoes-de-combate-as-arboviroses-sao-destaque-no-encontro-de-prefeitos-em-brasilia"></a><a href="https://www.linkedin.com/shareArticle?mini=true&amp;url=https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202502/acoes-de-combate-as-arboviroses-sao-destaque-no-encontro-de-prefeitos-em-brasilia&amp;title=A%C3%A7%C3%B5es%20de%20combate%20%C3%A0s%20arboviroses%20s%C3%A3o%20destaque%20no%20encontro%20de%20prefeitos%20em%20Bras%C3%ADlia&amp;summary=Durante%20evento,%20secret%C3%A1ria%20Ethel%20Maciel%20refor%C3%A7ou%20a%20import%C3%A2ncia%20da%20atua%C3%A7%C3%A3o%20integrada%20com%20munic%C3%ADpios%20para%20refor%C3%A7ar%20vigil%C3%A2ncia%20epidemiol%C3%B3gica%20no%20pa%C3%ADs&amp;source=Ag%C3%AAncia%20Gov" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



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		<title>Novo plano para combater câncer de colo tem foco em rastreio e vacina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de colo]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença é a quarta maior causa de morte no país Em 20 anos, o câncer de colo de útero pode se tornar doença residual no Brasil, se o país seguir um novo plano de combate à doença, que prevê avanços no rastreio, tratamento e, principalmente, na vacinação contra o HPV. Hoje, esse é o terceiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Doença é a quarta maior causa de morte no país</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 20 anos, o câncer de colo de útero pode se tornar doença residual no Brasil, se o país seguir um novo plano de combate à doença, que prevê avanços no rastreio, tratamento e, principalmente, na vacinação contra o HPV. Hoje, esse é o terceiro tipo mais prevalente de tumor entre as mulheres brasileiras e a quarta maior causa de morte, com cerca de 17 mil novos casos por ano, e aproximadamente 7 mil mortes. Quase 100% dos casos são decorrentes da infecção pelo Papilomavírus Humano, ou HPV, um vírus com mais de 200 tipos, dos quais apenas dois – o 16 e o 18 – são responsáveis por 70% dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase 65% das pacientes só descobrem a doença em estágio já avançado. Por isso, uma das principais novidades do novo Plano Nacional para a Eliminação do Câncer de Colo de Útero é a intenção de implementar no Sistema Único de Saúde um novo tipo de teste, do tipo molecular, para diagnóstico do HPV, em substituição ao exame citopatológico feito atualmente, conhecido popularmente como preventivo ou papanicolau. “É um teste que te permite saber a persistência ou não do vírus. As pessoas se contaminam com o HPV com muita frequência, em idade precoce, provavelmente 90% da população. Normalmente, esse vírus desaparece, mas quando ele persiste, tem possibilidade maior de desenvolver doenças associadas, levando a lesões precursoras e ao próprio câncer de colo uterino”, explica o diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Roberto Gil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Gil, no momento, os testes disponíveis estão sendo validados para a escolha da melhor opção. Mas resultados de testes-modelo feitos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que eles podem reduzir em 46% os casos de câncer e em 51% a mortalidade pela doença, índices superiores aos do exame citopatológico. O público-alvo é composto por todas as mulheres, ou pessoas com útero, de 25 a 64 anos, principalmente aquelas que nunca fizeram exame preventivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Associado ao novo diagnóstico, os serviços públicos também devem implementar um sistema de autocoleta, em que a própria paciente poderá extrair o material para a análise, sem a necessidade de uma consulta ginecológica. “Um gargalo que a gente tem pra fazer o rastreamento é que muitas mulheres não vão ao posto ou se sentem intimidadas, principalmente se for um homem fazendo o exame. Como esse exame molecular é mais simples de ser colhido, começamos a trabalhar também com a autocoleta”, complementa o diretor-geral do Inca. O método já está sendo testado em cidades de Pernambuco e São Paulo e, a partir do início do ano que vem, deve ser adotado de forma escalonada, em lugares selecionados, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, que apresentam as maiores taxas de mortalidade pela doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do rastreio tardio, as pacientes sofrem com a demora até o início do tratamento. Apesar da lei brasileira determinar que ele deve começar em até 60 dias, cerca de metade delas só recebe algum tratamento depois desse prazo nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. O Sul é a única região onde a situação mais frequente é que as pessoas diagnosticadas comecem a se tratar em até 30 dias, o que ocorre com 44% dos pacientes. No Norte, em 65% dos casos, o tratamento só começa após os dois meses. Essa demora também impacta a proporção de óbitos, que passa dos 15% na região, bem acima da média brasileira, que é de 6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A meta da Organização Mundial da Saúde é o rastreamento de pelo menos 70% das mulheres, com testes de alta performance. A partir disso, 90% dos casos positivos para HPV devem ser tratados rapidamente. O diretor do Inca explica qual o percurso ideal, a partir do diagnóstico: “Se você fez o teste e detectou o vírus, o ideal é que faça um exame de colposcopia, para avaliar se tem alguma lesão e fazer a biópsia quando necessário. Se for identificada lesão precursora, já fazer a excisão e se tiver o diagnóstico da doença, com um adenocarcinoma já instalado, a paciente deve ser encaminhada a um serviço de alta complexidade para tratar o câncer de colo.” Para alcançar a meta da OMS, o Brasil precisa aumentar em pelo menos 56% o número de colposcopias e em mais de 600% a quantidade de biópsias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vacinação<br>A eliminação do câncer de colo do útero, no entanto, só será possível se novas infecções pelo HPV deixarem de ocorrer, o que depende da vacinação. A meta é alcançar 90% do público-alvo, hoje composto por meninas e meninos de 9 a 14 anos. A vacinação pelo Sistema Único de Saúde (SUS) também está disponível para pessoas imunodeprimidas, vítimas de violência sexual e usuários de Prep, a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV, com até 45 anos. Além disso, o Ministério da Saúde lançou uma estratégia de resgate de jovens com até 19 anos que não tenham se vacinado na idade adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, explica porque esse é o esquema adotado pelo SUS: “Esse é o público que ainda não entrou na vida sexual, ou seja, ainda não se expôs ao vírus. É o público que tem o maior risco e, ao mesmo tempo, a melhor oportunidade de se proteger. Por uma questão de direcionamento dos esforços, considerando que o PNI é uma ação programática e preventiva, escolhemos esse grupo alvo de 9 a 14 anos. Quanto mais tempo passa na vida da pessoa, maior o risco de ela já ter vivido situações de exposição ao HPV, que é um vírus muito comum. Então, em termos de resultado, acaba sendo melhor direcionar para os adolescentes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação contra o HPV no Brasil completa dez anos em 2014 e foi incluindo público-alvo maior de lá para cá. Os números mais atualizados mostram que até o ano passado, o Brasil alcançou uma cobertura vacinal média entre as meninas de 81,1%, que passou de 96% no Paraná, mas não chegou a 43% no Acre. A vacinação dos meninos é mais preocupante, com cobertura média de 56,9% no Brasil e de apenas 25% no estado da Região Norte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta sexta-feira (6), o PNI deve lançar nova ferramenta de acompanhamento da aplicação da vacina, com as taxas de cobertura divididas por cada uma das idades do público-alvo. Ela mostra que a cobertura entre as crianças de 9 anos ficou abaixo de 69% no ano passado, mas entre os adolescentes com13 anos, já tinha alcançado 100%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde abril, o PNI adota o esquema vacinal de apenas uma dose, substituindo as duas que eram necessárias anteriormente. A mudança é recomendada pela OMS, por evitar que o adolescente precise retornar ao posto de saúde para tomar a dose de reforço e só assim ficar completamente imunizado. Este ano, mais de 6 milhões de doses da vacina foram distribuídas aos estados e municípios. De acordo com o diretor do Programa Nacional de Imunizações Eder Gatti, a prioridade para o ano que vem é aumentar o alcance nos municípios que ainda estão com cobertura baixa, especialmente entre os meninos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Brasil / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TRANSIÇÃO DA INFÂNCIA PARA A ADOLESCÊNCIA: O QUE MUDA? COMO OS PAIS ENCARAM ESSA MUDANÇA?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YVfKIHbU444?start=3130&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/novo-plano-para-combater-cancer-de-colo-tem-foco-em-rastreio-e-vacina/">Novo plano para combater câncer de colo tem foco em rastreio e vacina</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Campanha do Governo Federal reforça ações e orienta população no combate à gripe aviária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 19:06:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Gripe aviária]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ação busca conscientizar sociedade sobre a importância de não se aproximar de aves e mamíferos marinhos com sintomas suspeitos A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), lança campanha publicitária em rede nacional para esclarecer e conscientizar a sociedade em relação ao combate [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ação busca conscientizar sociedade sobre a importância de não se aproximar de aves e mamíferos marinhos com sintomas suspeitos</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), lança campanha publicitária em rede nacional para esclarecer e conscientizar a sociedade em relação ao combate à gripe aviária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As peças informam a população sobre o trabalho de monitoramento do Governo Federal e alertam especialmente aqueles que frequentam regiões litorâneas a evitarem o contato direto com aves silvestres e mamíferos marinhos doentes ou mortos. A veiculação da campanha começou no último sábado (10) e tem duração prevista de dois meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação de comunicação conta com a apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Ministério do Turismo (MTur), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha enfatiza ainda o trabalho conjunto que vem sendo realizado para a proteção do país da gripe aviária, com destaque aos papéis desempenhados pelo Serviço Veterinário Oficial e pelos agentes do Ibama e do ICMBio, que atuam para a promoção da saúde animal e para a proteção da biodiversidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assinatura &#8220;Cuidar é da nossa natureza&#8221; convida a população a se engajar e aderir às medidas preventivas, contribuindo para a identificação precoce de focos e a prevenção da circulação do vírus entre diferentes espécies de aves.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha conta com dois comerciais: o principal tem duração de 30 segundos e traz a mensagem geral sobre os cuidados profiláticos. Uma outra versão, também de 30 segundos, é endereçada aos turistas que estão veraneando no litoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, também será lançado um filme destinado aos veterinários e às autoridades sanitárias, além de outros conteúdos informativos à população em geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano de mídia dessa ação inclui ainda veiculação de peças também em DOOH, OOH, mídia digital, spots de rádio e anúncios em revistas e jornais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)</em> / Foto: Divulgação/Mapa</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A importância da mulher na política brasileira" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JsapoDZDg8E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Muito além dos psicólogos: especialistas elencam medidas para evitar episódios violentos no ambiente escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 11:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadoras avaliam que falta esforço do governo em promover políticas públicas de qualidade. É preciso que os alunos sejam ouvidos, professores sejam mais bem pagos, equipe multidisciplinar e alteração no currículo. Jurista aposta na criação de delegacias especiais. Atualmente, 550 psicólogos atendem cerca de 5 mil escolas em SP, número considerado baixo. Na manhã do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Pesquisadoras avaliam que falta esforço do governo em promover políticas públicas de qualidade. É preciso que os alunos sejam ouvidos, professores sejam mais bem pagos, equipe multidisciplinar e alteração no currículo. Jurista aposta na criação de delegacias especiais. Atualmente, 550 psicólogos atendem cerca de 5 mil escolas em SP, número considerado baixo.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na manhã do último dia 23, uma estudante de 17 anos foi morta e outras três pessoas ficaram feridas após um ataque a tiros dentro da Escola Estadual Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), um adolescente de 16 anos, também aluno, entrou armado no colégio e efetuou os disparos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sete meses antes, numa escola estadual da Zona Oeste, quatro professoras e um aluno foram esfaqueados por um adolescente de 13 anos, também estudante. Após esse caso, Tarcísio de Freitas (Republicanos) prometeu psicólogos em todas as escolas do estado, o que só aconteceu mais de 5 meses depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Estadual da Educação voltou a dizer que contrataria mais profissionais após o atentado na escola em Sapopemba.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Apesar dos esforços, no entanto, especialistas ouvidos pelo&nbsp;<strong>g1</strong>&nbsp;disseram que&nbsp;<strong>apenas psicólogos não suficientes</strong>&nbsp;para que haja, de fato, uma mudança efetiva no ambiente escolar;</li>



<li>Eles avaliaram que não há soluções imediatistas e que as&nbsp;<strong>ações necessárias são complexas</strong>;</li>



<li>Também disseram que&nbsp;<strong>falta esforço do governo em promover políticas públicas</strong>&nbsp;de qualidade;</li>



<li>Além disso, <strong>apresentaram medidas que podem ser adotadas</strong> pelas autoridades competentes; confira:</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/City.jpeg" alt="" class="wp-image-94783" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/City.jpeg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/08/City-300x38.jpeg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Alunos precisam ser ouvidos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para&nbsp;<strong>Luciene Tognetta</strong>, líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral, da Unesp e da Unicamp, é urgente que se modifique os espaços de participação dos jovens nas escolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O sofrimento emocional que os nossos alunos estão vivendo hoje, que faz com que eles se sintam excluídos, menosprezados, diminuídos, também é algo que, apesar de não ser novo, se intensificou depois da pandemia. Eu preciso da urgência da qualidade dessas ações para a escola&#8221;, apontou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No final de 2019, meses após o ataque que terminou com dez pessoas mortas na Escola Raul Brasil, na Grande São Paulo, a doutora em psicologia escolar participou da aplicação do &#8220;Questionário do Clima Relacional Escolar&#8221;, <strong>pesquisa que ouviu as demandas de quase 950 mil estudantes</strong> da rede estadual de ensino. Entre os resultados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>60 a 75%</strong>&nbsp;dos alunos se consideravam&nbsp;<strong>espectadores de bullying</strong></li>



<li><strong>30 a 50%</strong>&nbsp;dos alunos haviam sido&nbsp;<strong>alvo de bullying</strong></li>



<li><strong>20 a 35%</strong>&nbsp;dos alunos foram&nbsp;<strong>autores de bullying</strong></li>



<li><strong>25%</strong>&nbsp;dos alunos diziam&nbsp;<strong>sentir medo dos seus pares</strong></li>



<li><strong>8%</strong>&nbsp;dos alunos diziam&nbsp;<strong>sempre sentir medo de seus pares</strong></li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Segundo Luciene, o governo de São Paulo não fez nada de efetivo com os dados obtidos.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A política pública era voltar esses dados para a cada escola e cada escola organizar seu plano de ações a partir do diagnóstico da sua realidade. Infelizmente, eles [governo] podem, inclusive, dizer que a pandemia atropelou tudo.&nbsp;Não é só a pandemia que a gente pode dizer que foi o motivo de atropelar uma política pública. Infelizmente, não vai para frente porque demanda o esforço contínuo das pessoas que estão à frente de uma secretaria&#8221;, afirmou a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a Secretaria da Educação disse que o questionário foi um dos pilares da criação do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP) e que intensificou ações ligadas à educação antirracista, convivência em sociedade, combate ao bullying e ao cyberbullying e a cultura de paz. (<strong><em>leia íntegra abaixo</em></strong>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro das políticas públicas que envolvem a estrutura de uma transformação da escola, está a participação efetiva dos estudantes, pontua a pedagoga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Um trabalho baseado em pesquisa que mostra que, se são os alunos que mais conhecem os problemas dos alunos, treiná-los a ajudar, observar, instrumentalizá-los para poder acolher e ajudar os outros alunos, também é uma das estratégias mais eficazes que a gente tem conseguido para vencer os problemas de violência nas escolas do mundo&#8221;, explicou Luciene.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mais profissionais para uma equipe multidisciplinar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo&nbsp;<strong>Anna Helena Altenfelder</strong>, presidente Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitáriado (Cenpec), prevenir eventos de violência em escolas é um problema complexo — e, para isso,&nbsp;<strong>nem sempre há soluções</strong>, muito menos soluções simples.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A primeira grande reflexão que pode ser é que estamos falando de uma de uma violência na escola, mas uma escola que está inserida em uma sociedade. Esses &#8216;casos isolados&#8217; que a gente está vendo, na verdade, fazem parte de um todo maior, que é uma sociedade violenta&#8221;, apontou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para a pesquisadora, não adianta &#8220;jogar nas costas&#8221; dos psicólogos a responsabilidade de evitar que tragédias aconteçam: &#8220;Eles vão chegar, atender, mas não terão condições de desenvolver um trabalho – até porque não é especificidade dele trabalhar esse coletivo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anna afirma que <strong>o trabalho de enfrentamento da violência nas escolas é coletivo e pedagógico</strong>. &#8220;Os psicólogos podem ajudar as escolas? Sim, sem dúvida&#8221;, diz ela. Mas &#8220;é superimportante pensar em políticas intersetoriais, criar uma rede de proteção que envolva serviços de saúde, assistência social, Conselho Tutelar, as várias instâncias que são dedicadas à infância e juventude. Me preocupa muito, por exemplo, a ideia de que seguranças nas escolas, policiais nas escolas, vão resolver a situação&#8221;, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As escolas paulistas sofrem com uma desigualdade de condições em termos de funcionário. É preciso olhar com cautela para este quadro de funcionários. Preciso entender os espaços que mais preciso de profissionais que façam um trabalho articulação com a rede de proteção em que a escola está inserida&#8221;, apontou também Luciene Tognetta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É o trabalho das pessoas que a escola precisa ter para acompanhar essas crianças submetidas a violências ou que submetem os outros à violência. É estar junto, poder se reunir, é entrevistá-lo. Toda semana, não uma vez. É ensinar a família a olhar para este menino que só tem, muitas vezes, os colegas da rede social&#8221;, apontou Luciene.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Melhor remuneração</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ana Aragão, psicóloga e professora da Faculdade de Educação da Unicamp, a remuneração dos professores é ponto fundamental para a transformação do cenário nas escolas. Segundo ela, o salário dos educadores deveria ser de R$ 5 mil para uma jornada de 20 horas semanais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Só que isso está muito longe de acontecer&#8221;, enfatizou a docente. A realidade acompanha a fala de Ana: em São Paulo, professores que optaram pelo programa Nova Carreira têm <strong>salário-base de R$ 5 mil por 40 horas semanais, ou seja, o dobro do tempo</strong> apontado pela pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A&nbsp;remuneração adequada vai atrair mais pessoas, a gente a gente vai ter a possibilidade de ter uma formação com mais profundidade, de profissionais bem formados e, claro, com pessoas que tenham muito interesse em trabalhar com a educação&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Acho que o que tem afastado muito os estudantes de licenciatura de ir trabalhar como professor é o fato do que tem acontecido nas escolas. Isso não só agora, mas nesses últimos 4 anos, marcados por um negacionismo da ciência, pelo descrédito nas pesquisas. A universidade em si acabou perdendo muito do prestígio, a universidade como um local de produção de ciência&#8221;, lamentou Ana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É fato que há um despropósito e um desmerecimento dessa categoria. Cada vez mais evidencia uma queda na procura por pessoas que se formam e, claro, se têm a possibilidade de escolher outros segmentos com melhores condições de trabalho e com melhores rendimentos, vão fazê-lo&#8221;, destacou Luciene Tognetta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Delegacias especializadas em infância e juventude</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado&nbsp;<strong>Ariel de Castro Alves</strong>, especialista em direitos da infância e juventude, contou que&nbsp;São Paulo é um dos poucos estados do país que não possui delegacias especializadas&nbsp;da criança e do Adolescente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essas delegacias poderiam investigar os atos infracionais em escolas. Deveriam existir em todas as localidades, como delegacias seccionais de polícia. Devem ter policiais com formação especializada em direitos da criança e do adolescente e equipes multidisciplinares com psicólogos e assistentes sociais&#8221;, destacou o ex-secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, essa divisão da polícia deveria ter capacidade de apuração de crimes cibernéticos envolvendo crianças e adolescentes, já que, em muitos casos, os autores de ataques participam de grupos extremistas na internet.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não basta a escola ou os pais e mães fazerem boletins de ocorrência. Os casos precisam ser investigados. Por trás de cada situação, existem outras situações peculiares e complexas que precisam ser tratadas. As soluções devem ocorrer por meio de atendimentos sociais e políticas públicas&#8221;, afirmou Ariel.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mudança na grade curricular das escolas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Luciene Tognetta afirmou que a grade curricular das escolas não pode ser &#8220;a mesma do que 30 anos atrás&#8221;. Para ela, os responsáveis pelas políticas educacionais devem pensar na inserção de temáticas relacionadas, por exemplo, à ciberconvivência, extremismo, regulação da internet, acesso a armas, violência de gênero, racismo, machismo, xenofobia e diversas formas de preconceito.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como é que a gente pode pensar que, na adolescência, esses jovens têm acesso a conteúdos extremistas e essas discussões, esses temas, não são temas que são discutidos em sala de aula? Que tipo de trabalho está sendo feito, quais momentos nós temos abertos na escola para discutir essas questões? Um dia no mês, no final da semana, no final da aula?&#8221;, questionou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Repensar o currículo significa planejar ações de cotejamento a cada um dos pontos que são mais frágeis do cotidiano da escola. É por isso que planejar essas ações precisa ser pela comunidade escolar&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo raciocínio, Ariel de Castro disse que as escolas precisam adotar em seus currículos matérias relacionadas à cultura de paz, tolerância, cidadania e direitos humanos para o enfrentamento aos discursos e incitações ao ódio.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Sistema nacional de educação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Anna Helena Altenfelder&nbsp;<strong>defende que o Brasil tenha um sistema nacional de educação</strong>&nbsp;nos moldes do Sistema Único de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As escolas sozinhas não têm condições de enfrentar esse grande desafio. É preciso pensar em ações do nível no nível da Secretaria. As escolas precisam ser apoiadas tanto com recursos financeiros quanto técnicos das secretarias municipais, estaduais e do próprio Ministério da Educação&#8221;, afirmou.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Precisamos instaurar no Brasil um sistema nacional de educação, para ver como os entes federados – União, estado e município – podem colaborar para enfrentar uma situação. Esse sistema já faz parte da Constituição, é meta do plano nacional de educação, mas ele não existe. Ele regula exatamente o papel de cada um dos entes federados e a forma de cooperação&#8221;, contou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Na saúde, temos o SUS, que faz é exatamente isso — coordena para que a saúde possa chegar em todos os municípios. Como a gente teria enfrentado a pandemia sem o SUS? Seria impossível. Não temos o equivalente ao SUS na educação&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse foi um dos motivos pelos quais as escolas sofreram tanto na pandemia.&nbsp;<strong>O MEC ficou omisso e não tinha nada que regulamentasse o papel oficialmente</strong>, o que era responsabilidade de um e de outro, o que um consegue fazer sozinho&#8230; Um sistema nacional de educação ajuda a enfrentar os grandes desafios que o país vem encontrando para a educação&#8221;, pontuou Anna.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25b6.png" alt="▶" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Restrição de armas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado Ariel de Castro também afirmou que o Brasil precisa de uma&nbsp;<strong>política mais eficiente de acesso às armas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A restrição é necessária, já que o governo federal anterior promoveu amplo acesso ao armamento. Entendo que o acesso às armas deve se restringir aos agentes da segurança pública&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de pessoas com certificado de registro de armas de fogo aumentou quase sete vezes durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, com base em informações do Exército, e levam em consideração registros para atividades de caçador, atirador desportivo e colecionador (CAC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação aponta que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2018, antes de Bolsonaro assumir, o número de pessoas com registros CAC era de 117,5 mil. Ou seja, 56 brasileiros a cada 100 mil possuíam licença para armas.</li>



<li>Agora, há 783,4 mil registros. Isso quer dizer que, a cada 100 mil pessoas, 386 têm a autorização.</li>



<li>Este número mais recente de 2022 representa uma alta de 37% em relação a 2021.</li>



<li>Na prática, isso quer dizer que o Brasil ganhou mais de 211 mil certificados de registros de armas em um ano.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz o governo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;<em>A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) esclarece que o questionário foi um dos pilares da criação do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP), que, em 2019, estabeleceu iniciativas voltadas a promoção de um ambiente de aprendizagem colaborativo, solidário e acolhedor nas unidades da rede.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Neste ano, a atual gestão buscou ampliar essas medidas com a disponibilização de novas tecnologias para combater a evasão escolar e a contratação de 550 psicólogos e 1.000 vigilantes. Outros 5 mil profissionais orientadores de convivência começarão as atividades nas escolas no início de 2024.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Na sala de aula, também intensificou as ações ligadas à educação antirracista, convivência em sociedade, combate ao bullying e ao cyberbullying e a cultura de paz</em>&#8220;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>G1</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Entendendo o que são as ATM/DTM, Bruxismo e dor na face" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/scSn2Ros-bs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/muito-alem-dos-psicologos-especialistas-elencam-medidas-para-evitar-episodios-violentos-no-ambiente-escolar/">Muito além dos psicólogos: especialistas elencam medidas para evitar episódios violentos no ambiente escolar</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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