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	<title>combustíveis |</title>
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	<title>combustíveis |</title>
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		<title>Governo cria Sala de Monitoramento sobre mercado de combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acompanhamento diário ocorre em meio ao conflito no Oriente Médio para identificar rapidamente eventuais riscos ao abastecimento Com o prolongamento do conflito no Oriente Médio, o Governo do Brasil, por meio do Ministério de Minas e Energia (MME), iniciou uma Sala de Monitoramento do Abastecimento, que acompanha diariamente as condições do mercado nacional e internacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Acompanhamento diário ocorre em meio ao conflito no Oriente Médio para identificar rapidamente eventuais riscos ao abastecimento</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o prolongamento do conflito no Oriente Médio, o Governo do Brasil, por meio do Ministério de Minas e Energia (MME), iniciou uma Sala de Monitoramento do Abastecimento, que acompanha diariamente as condições do mercado nacional e internacional de combustíveis em articulação com órgãos reguladores e com os principais agentes do setor nos elos de fornecimento primário e distribuição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa faz parte da intensificação das ações de monitoramento das cadeias de suprimento globais de derivados de petróleo, da logística nacional do abastecimento de combustíveis e dos preços dos principais produtos. A pasta também ampliou, nos últimos dias, as interlocuções junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a agentes de preços e de mercado que atuam na produção, na importação e na distribuição de combustíveis no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é identificar rapidamente eventuais riscos ao abastecimento e coordenar as medidas necessárias para preservar a segurança energética e a normalidade do fornecimento de combustíveis no país, em linha com as melhores práticas de governança já adotadas pelo MME em situações geopolíticas semelhantes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Trabalho reforçado</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o final de fevereiro, as equipes técnicas do MME reforçaram o trabalho de observação e análise diária dos fluxos logísticos nacionais e internacionais de petróleo, gás natural e combustíveis. A atuação envolve o acompanhamento da evolução dos cenários nacional e internacional e a apuração dos reflexos sobre a logística setorial e sobre o abastecimento de combustíveis no território brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, apesar do cenário de instabilidade, a exposição direta do Brasil ao conflito é considerada limitada. O país é exportador de petróleo bruto e importa parte dos derivados consumidos internamente, sobretudo diesel, mas a participação de países do Golfo Pérsico como fornecedores das importações brasileiras de derivados de petróleo é relativamente pequena.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Senacon</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), enviou um ofício ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) solicitando a análise de recentes aumentos nos preços dos combustíveis registrados em quatro estados e no Distrito Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido foi encaminhado após declarações públicas de representantes de sindicatos (Sindicombustíveis-DF, Sindicombustíveis Bahia, Sindipostos-RN, Minaspetro -MG e Sulpetro -RS) informarem que distribuidoras elevaram os preços de venda para os postos sob a justificativa de alta no preço internacional do petróleo, associada ao conflito no Oriente Médio.&nbsp;Até o momento, porém, a Petrobras não anunciou aumento nos preços praticados em suas refinarias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, a Senacon solicitou que o Cade avalie a existência de possíveis indícios de práticas que possam prejudicar a livre concorrência no mercado, e que podem indicar tentativa de influência à adoção de conduta comercial uniforme ou combinada entre concorrentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.gov.br/secom/pt-br/acompanhe-a-secom/noticias/2026/03/governo-do-brasil-cria-sala-de-monitoramento-para-acompanhar-mercado-de-combustiveis-em-meio-ao-conflito-no-oriente-medio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/secom/pt-br/acompanhe-a-secom/noticias/2026/03/governo-do-brasil-cria-sala-de-monitoramento-para-acompanhar-mercado-de-combustiveis-em-meio-ao-conflito-no-oriente-medio</a></p>



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<iframe title="ANÁLISE DO CENÁRIO PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/HMt8wG92U18?start=1933&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Estados aprovam reajuste do ICMS sobre combustíveis a partir de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 11:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os aumentos foram aprovados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários estaduais de Fazenda Uma nova rodada de elevações nas alíquotas do ICMS sobre combustíveis, começando a vigorar a partir de 1º de fevereiro de 2025, foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários estaduais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Os aumentos foram aprovados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários estaduais de Fazenda</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova rodada de elevações nas alíquotas do ICMS sobre combustíveis, começando a vigorar a partir de 1º de fevereiro de 2025, foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários estaduais de Fazenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da gasolina e do etanol, a cobrança aumentará em quase 10 centavos, passando dos atuais R$ 1,3721 para R$ 1,47 por litro – um acréscimo de 7,14%. Até janeiro deste ano, o imposto era de R$ 1,22 por litro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No diesel e biodiesel, a alíquota do imposto estadual subirá de R$ 1,0635 para R$ 1,12 por litro, um aumento de 5,31%. Até janeiro de 2024, valia uma alíquota de R$ 0,9456.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do gás de cozinha, porém, o Confaz aprovou uma pequena redução 1,69% na alíquota, com a cobrança passando de R$ 1,4139 para R$ 1,39 por kg a partir de fevereiro. Até janeiro deste ano, o ICMS era de R$ 1,2571.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia.ba / Foto: Sindicombustíveis/assessoria</p>



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<iframe title="A IMPORTÂNCIA DO MARKETING NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AA0sFT7o6Y8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Consumo de combustíveis bate recorde em 2023, e etanol perde espaço para gasolina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 12:48:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As vendas do derivado da cana-de-açúcar começaram a se recuperar no fim do ano, mas o setor vê uma mudança de hábito do consumidor O Brasil fechou 2023 com recorde nas vendas de combustíveis e repetiu um padrão de consumo maior de gasolina sobre o etanol, que fechou o ano com a menor participação no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As vendas do derivado da cana-de-açúcar começaram a se recuperar no fim do ano, mas o setor vê uma mudança de hábito do consumidor</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil fechou 2023 com recorde nas vendas de combustíveis e repetiu um padrão de consumo maior de gasolina sobre o etanol, que fechou o ano com a menor participação no mercado de veículos desde 2017.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas do derivado da cana-de-açúcar começaram a se recuperar no fim do ano, mas o setor vê uma mudança de hábito do consumidor como um desafio, principalmente diante da expectativa de safra recorde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o país consumiu em 2023 129,6 bilhões de litros de combustíveis líquidos, alta de 4,8% em relação ao ano anterior. A conta considera as vendas de gasolina, diesel, etanol e óleo combustível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado automotivo, as vendas de gasolina e etanol subiram 6,2%, para 62,2 bilhões de litros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alta foi puxada pela gasolina, cujas vendas cresceram 6,9%. O mercado de etanol hidratado, seu principal concorrente, teve aumento bem menor, de 4,5%.<br>Considerando o etanol anidro, que é misturado à gasolina, a ANP estima que a participação do biocombustível nesse mercado ficou em 46%, contra 46,3% do ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o menor patamar desde os 44% de 2017. Em 2019, melhor ano, chegou a 54%.<br>Já as vendas de diesel também foram recordes, chegando a 65,5 bilhões de litros, alta de 3,5% em relação a 2022. Neste caso, houve avanço da fatia de biodiesel, que foi de 11%, contra 10% no ano anterior. Ainda assim, é um patamar menor do que os verificados em 2020 e 2021.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8.jpg" alt="" class="wp-image-86859" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A indústria de setor de cana-de-açúcar avalia que a opção do consumidor pela gasolina reflete o desequilíbrio tributário provocado com a redução dos impostos sobre a gasolina pelo governo Jair Bolsonaro (PL) em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os subsídios tributários ao derivado de petróleo foram mantidos pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) até julho de 2023, apesar das cobranças pela redução do consumo de combustíveis fósseis em meio à emergência climática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da consultoria Datagro, Plinio Nastari, diz acreditar que uma mudança de hábito do consumidor no período de desoneração pode estar por trás da resistência do consumidor em voltar a abastecer com etanol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O preço [da gasolina] ficou mais baixo do que deveria, pressionou competitividade do etanol, o consumidor passou a usar mais gasolina e formou-se um hábito&#8221;, diz ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vendas do biocombustível começaram a se recuperar após a reoneração, diz Nastari, mas ainda estão abaixo do potencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Datagro estima que, com a vantagem atual de preço, o mercado de etanol hidratado deveria somar 2,1 bilhões de litros por mês. Em dezembro, porém, foi de 1,9 bilhão de litros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor de Inteligência Setorial da Unica (União da Indústria da Cana-de-Açúcar), Luciano Rodrigues, confirma a lenta retomada das vendas e também vê um efeito &#8220;inércia&#8221; no consumidor, que se acostumou com a gasolina mais barata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Hábito de consumo é algo que não se altera de um dia para o outro&#8221;, diz. Ele destaca, porém, que os preços hoje são favoráveis ao etanol –em dezembro, por exemplo, o litro do biocombustível custou, em média no país, 62% do litro da gasolina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), quando esse patamar está abaixo de 65%, a vantagem do etanol é clara. Entre 65% e 75%, a diferença para o consumidor é pouca. Acima de 75%, a gasolina é a melhor opção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação favorável ao etanol em um momento de entressafra é também, segundo Nastari, um efeito da queda nas vendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim de dezembro, segundo a Datagro, os estoques de etanol hidratado no centro-sul atingiram o recorde de 9,2 bilhões de litros, alta de 34% em relação ao mesmo período de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mercado vive um momento de preço baixo, consumo abaixo do potencial e estoque alto&#8221;, diz. Para desovar estoques, as usinas têm praticado preços abaixo da média: na segunda quinzena de janeiro, o hidratado em São Paulo bateu R$ 1,84 por litro, o menor valor desde 2020, em meio à pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia tem surtido efeito: em dezembro, por exemplo, as vendas cresceram 41% em relação ao mesmo mês do ano anterior, indicando uma volta gradual do consumidor ao produto. Mas o setor prevê safra recorde este ano, o que indica novos desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os produtores esperam, portanto, que o consumidor perceba que o preço é hoje positivo e voltem a comprar etanol. Destacam ainda as vantagens ambientais do produto, que emite menos gases poluentes que a gasolina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tem espaço para o consumidor usar etanol e economizar&#8221;, diz Rodrigues, da Unica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao minuto </p>



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<iframe title="Analisando o futuro de Ipirá em 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QVUTjL2u_nA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>4 milhões de litros de combustíveis foram roubados na Amazônia nos últimos 18 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 11:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Roubo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dados são do Instituto Combustível Legal (ICL) e do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), que se mobilizam para coibir a prática e defendem ações conjuntas das forças para combater os crimes na região. Nos últimos 18 meses, 4 milhões de litros de combustíveis foram roubados de embarcações na região amazônica. Grupos criminosos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do Instituto Combustível Legal (ICL) e do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), que se mobilizam para coibir a prática e defendem ações conjuntas das forças para combater os crimes na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos 18 meses, 4 milhões de litros de combustíveis foram roubados de embarcações na região amazônica. Grupos criminosos têm atuado para desviar os produtos, essenciais para abastecer cidades e gerar energia elétrica em locais desligados do sistema elétrico nacional. Os dados são do Instituto Combustível Legal (ICL) e do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), que se mobilizam para coibir a prática e defendem ações conjuntas das forças para combater os crimes na região.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8.jpg" alt="" class="wp-image-86859" style="width:839px;height:105px" width="839" height="105" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/8-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 839px) 100vw, 839px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Com 6.571 quilômetros de extensão, o Rio Amazonas é considerado um importante sistema hidroviário e visto como um caminho natural para escoar uma série de produtos. Por ano, por exemplo, 11 bilhões de litros de combustíveis são comercializados na região. Contudo, o transporte de insumos pela região se torna desafiador devido à vulnerabilidade da segurança na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora Executiva de Downstream do IBP, Valéria Lima, explica que a questão de segurança no Rio Amazonas é desafiadora e vai além do transportes de combustíveis, atingindo até mesmo embarcações de passageiros. &#8220;Os combustíveis são alvo predileto do crime organizado, pois estamos transportando insumo essencial para aviação, para garimpo irregular, por exemplo. Mas temos que entender como afeta a sociedade em geral. Roubo de carga não é uma questão só do setor de derivados&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do cenário, os institutos defendem uma série de iniciativas para tentar mitigar a prática. Entre elas, estão a integração de dados de inteligência entre autoridades e órgãos de fiscalização, a criação de forças-tarefa para combate aos crimes na região e leis mais punitivas e aparelhamento das forças de fiscalização. Com esse intuito, as entidades discutiram o tema hoje, em evento realizado em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O objetivo é fazer integração maior do setor com as forças de segurança nacional. A segurança é participação de todos. Os setores produtivos têm que colaborar e iniciar um trabalho mais próximo e mais ativo com forças de segurança nacional&#8221;, afirmou a diretoria do IBP.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segurança privada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">À espera da implementação de ações estruturais para mitigar os problemas, as transportadoras têm adotado serviços privados para garantir a segurança dos comboios fluviais. Nessa esteira, o IBP e o ICL elaboraram um manual com objetivo de orientar as empresas que optam pela contratação de escolta armada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Carlo Faccio, diretor do ICL, as iniciativas vêm contribuindo para reduzir as ocorrências na região. Até julho deste ano, ocorreram nove tentativas de furtos, porém, em apenas três, os roubos foram efetivados, sendo que em um dos casos a carga foi recuperada logo em seguida. No ano passado, foram registradas a mesma quantidade de ocorrências, mas foram efetivados sete roubos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A adoção da segurança privada, contudo, também encarece o custo para empresas, além de aumentar o risco de combates durante as tentativas de roubos, com a possibilidade de troca de tiros ou vazamento de combustíveis nos rios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medidas Legislativas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do ICL, Emerson Kapaz, afirma que as entidades vêm alertando há alguns meses as autoridades sobre preocupação com o desvio dos combustíveis. Segundo ele, o tema já foi tratado com representantes do governo federal em diversas reuniões. O objetivo é que seja firmado compromissos entre o setor e autoridades para criação de parcerias para coibir a prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, Kapaz também defende a atuação do Congresso Nacional no tema. Ele destaca a tramitação de um projeto de lei de 2017, que visa tipificar os crimes de furto, roubo e receptação de produtos de unidade de produção, instalações de armazenamento e dutos e aumentar as punições. A intenção é trabalhar para estender o escopo do projeto para incluir demais modais de transporte, incluindo o aquaviário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao minuto</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Agosto Lilás e Ronda Maria da Penha" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/STirqa-rLK4?start=2652&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>&#8216;Não é possível interferir no preço dos combustíveis&#8217;, diz ministro de Minas e Energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 17:25:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Preços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia (MME), Adolfo Sachsida, afirmou nesta terça-feira (21), em audiência na Câmara dos Deputados, que não é possível interferir no preço dos combustíveis. Ele foi convidado por quatro comissões para falar sobre os reajustes recentes e planos para a privatização da Petrobras. Sachsida afirmou que existe um problema de tributação, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O ministro de Minas e Energia (MME), Adolfo Sachsida, afirmou nesta terça-feira (21), em audiência na Câmara dos Deputados, que não é possível interferir no preço dos combustíveis. Ele foi convidado por quatro comissões para falar sobre os reajustes recentes e planos para a privatização da Petrobras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sachsida afirmou que existe um problema de tributação, e que o governo está tentando amenizar ao reduzir os impostos federais e ao apoiar projetos aprovados no Congresso que limitam o valor do ICMS sobre combustíveis. De acordo com ele, economias europeias e nos Estados Unidos também têm reduzido tributação para amenizar o efeito econômico da guerra na Ucrânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O governo não interfere no preço dos combustíveis. Preciso ser claro: não é possível interferir no preço dos combustíveis, não está no controle do governo e, honestamente, o preço é uma decisão da empresa, não do governo. Além disso, temos marcos legais que impedem intervenções do governo na administração de uma empresa, mesmo o governo sendo o acionista majoritário&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro também criticou a Petrobras, dizendo que ora atua como estatal, e, quando interessa, atua como empresa privada. &#8220;Chegou o momento de uma decisão: a Petrobras é estatal ou privada? Não dá para quando interessa ser estatal, e para quando interessa ser privada&#8221;, disse. De acordo com ele, uma empresa com poder de mercado precisa preservar a marca. &#8220;Não é lucrar ao máximo no curto prazo e destruir a marca no longo prazo&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sachsida, que antes de assumir o MME integrava a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, frisou ao longo de sua fala que &#8220;não há influência do governo&#8221; nas decisões da Petrobras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), é quem indica o presidente da estatal. Ao longo do atual governo, o país já teve três presidentes da Petrobras. José Mauro Coelho renunciou ao cargo na última segunda-feira (20) após intensa pressão do governo e do Congresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro afirmou durante audiência que assim que assumiu a pasta, achou que deveria promover uma troca na empresa por acreditar &#8220;que é momento de aumentar a competição&#8221;. &#8220;Não há como ajudar o consumidor brasileiro com a estrutura atual, que a empresa tem um enorme poder de mercado de um lado e do outro ora é estatal, ora é privada&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>R7</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O Movimento Abolicionista em Ipirá durante o período de 1880 a 1888" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/osqpoufc92c?list=PL0Ew9K-__65xs73aFHZmGg36FQUqIV9Xt" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Repasse de corte do ICMS dos combustíveis depende de renovação de estoques, diz setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2022 13:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A expectativa é que o impacto total da medida só será sentido pelo consumidor de 10 a 15 dias após o início da vigência das novas alíquotas. O setor teme que a demora gere questionamentos e pressão do governo para agilizar o repasse. (FOLHAPRESS) &#8211; As distribuidoras de combustíveis alegam que precisam desovar estoques já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é que o impacto total da medida só será sentido pelo consumidor de 10 a 15 dias após o início da vigência das novas alíquotas. O setor teme que a demora gere questionamentos e pressão do governo para agilizar o repasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>(</strong>FOLHAPRESS) &#8211; As distribuidoras de combustíveis alegam que precisam desovar estoques já comprados antes de iniciar o repasse do corte do ICMS aprovado pelo Congresso em lei que estabeleceu teto para o imposto estadual sobre esses produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é que o impacto total da medida só será sentido pelo consumidor de 10 a 15 dias após o início da vigência das novas alíquotas. O setor teme que a demora gere questionamentos e pressão do governo para agilizar o repasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida afeta principalmente a gasolina, que terá um corte médio de R$ 0,657 por litro, segundo cálculos do consultor Dietmar Schupp. No diesel, quase todos os estados já praticam alíquotas inferiores a 17%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei que estabelece um teto para o ICMS foi aprovada na manhã desta quarta-feira (15), depois que falhas técnicas no sistema de votação da Câmara dos Deputados forçaram uma nova votação. A mudança enfrenta resistência dos estados, que ainda não decidiram se vão à Justiça questioná-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O teto do ICMS é parte de um pacote de projetos legislativos patrocinados pelo governo para tentar reduzir os preços dos combustíveis, contendo assim impactos negativos da inflação sobre a popularidade de Bolsonaro às vésperas das eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de combustíveis apoia as medidas, mas defende que o repasse não será imediato, já que as distribuidoras têm estoques comprados com alíquotas anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, lembra o advogado Eduardo Natal, sócio do escritório Natal &amp; Manssur, a adoção das novas alíquotas depende de revisão do convênio do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma vez feita a confirmação das novas alíquotas em cada estado, inferiores às atuais na grande maioria dos casos, uma nova redução de preços chegará aos consumidores, quando os estoques igualmente tiverem sido renovados&#8221;, diz, em nota, o IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tributação sobre os combustíveis é feita pelo sistema de substituição tributária, concentrando a arrecadação de impostos em refinarias e importadores. Assim, ao comprar uma carga, as distribuidoras já pagam na fatura impostos federais e estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo fontes do setor, os repasses serão mais rápidos a mercados próximos a refinarias, onde os estoques das distribuidoras costumam ser menores. Em mercados abastecidos por importações, as empresas tendem a ter mais produtos armazenados, para evitar problemas de suprimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor teme a repetição de embate ocorrido durante a greve dos caminhoneiros de 2018, quando o governo forçou as empresas a reduzir imediatamente os preços após a concessão de subsídio ao diesel. Os prejuízos são discutidos na Justiça até hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa agora é que, com pressa para dar uma resposta ao eleitor, Bolsonaro inicie uma ofensiva contra distribuidoras e postos por agilidade nos repasses da redução do ICMS, com impactos nas margens operacionais das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os cálculos de Schupp, o teto do ICMS reduzirá o preço da gasolina entre R$ 0,441 por litro, no Amapá, e R$ 1,153, no Rio de Janeiro, que tem a alíquota mais cara do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O etanol hidratado cairá entre R$ 0,126, no Mato Grosso do Sul, e R$ 0,624, no Tocantins. Em São Paulo e Minas Gerais não há redução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do diesel, não há impacto em 17 estados e no Distrito Federal, onde a alíquota já é inferior a 17%. Nos outros, o corte ficará entre R$ 0,04 a R$ 0,07 por litro. Por isso, caminhoneiros classificam a medida de ineficaz e ameaçam paralisar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As contas de Schupp consideram que a alíquota será aplicada sobre o preço de referência usado atualmente para o cálculo do imposto, que está congelado desde o fim de 2021. Caso os estados aumentem o preço de referência, pode haver aumento de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eventuais novos aumentos de preços nas refinarias podem também ofuscar parte do ganho. Com petróleo acima dos US$ 120 por barril e dólar acima dos R$ 5, a Petrobras é pressionada a promover novos reajustes, mas o governo tenta adiar a decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo cálculos da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), a diferença entre o preço interno da gasolina e as cotações internacionais está em R$ 0,67 por litro nesta quarta. No caso do diesel, a defasagem é de R$ 1,08 por litro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o setor de combustíveis, as novas alíquotas do ICMS simplificam a tributação sobre os combustíveis e reduzem a margem para sonegação fiscal e operações irregulares no comércio dos produtos, que custam cerca de R$ 14 bilhões por ano, segundo o ICL (Instituto Combustível Legal).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A medida equalizar o manicômio tributário do setor de combustíveis&#8221; diz o diretor do ICL Carlo Faccio. &#8221; Do ponto de vista de combate ao mercado irregular, reduz o apetite dos fraudadores. Antes se ganhava muito com o tributo não pago.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias ao Minuto</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/06/par.jpg" alt="" class="wp-image-53194"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/repasse-de-corte-do-icms-dos-combustiveis-depende-de-renovacao-de-estoques-diz-setor/">Repasse de corte do ICMS dos combustíveis depende de renovação de estoques, diz setor</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>ICMS sobre combustíveis: projeto agora voltará para a Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 20:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta que define um teto de até 17% sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), aprovada no Senado na 2ª feira (14.jun), será novamente analisada pela Câmara dos Deputados. A volta à Casa se dá pelas mudanças no textos definidas por senadores. Atualizações sobre quando o projeto passará pelo plenário da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A proposta que define um teto de até 17% sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), aprovada no Senado na 2ª feira (14.jun), será novamente analisada pela Câmara dos Deputados. A volta à Casa se dá pelas mudanças no textos definidas por senadores. Atualizações sobre quando o projeto passará pelo plenário da Câmara devem ser divulgadas ao longo do dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das mudanças, o principal do texto se manteve: tornar como serviços essenciais os combustíveis, transportes públicos, energia elétrica e comunicações. Ao fazer a mudança, o imposto sobre esses itens não pode ser superior a 17% ou 18%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da medida, o relator do projeto no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), incluiu a proposta de zerar os impostos federais, PIS, Cofins e Cide, sobre a gasolina e o álcool até 31 de dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a redução do imposto seja aprovada pela Câmara, no melhor dos cenários, a diminuição de tributos poderia reduzir em média R$ 1,40. O impacto mais significativo é o esperado no Rio de Janeiro, onde o valor do ICMS é o maior do país. A expectativa de redução seria de R$ 1,85 ? levando em conta os dois reajustes, o do ICMS e o dos tributos federais, calculado em R$ 0,69.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros estados em que a redução de impostos será mais significativa são Minas Gerais, onde a chance de diminuição é de R$ 1,62, e Piauí, com R$ 1,60. A média de preços chega a R$ 1,13 no Amapá, onde o ICMS cobrado é o mais baixo do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As simulações levam em conta o efeito do ICMS em estados, e foram calculadas na última semana, a pedido da reportagem, pelo economista William Baghdassarian, que atua como professor de finanças do Ibmec Brasília. Os valores de comparação levam em conta a última divulgação da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A soma dos impostos federais foi acrescentada pelo <strong>SBT News.</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-10-at-22.12.35-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-49556"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/icms-sobre-combustiveis-projeto-agora-voltara-para-a-camara/">ICMS sobre combustíveis: projeto agora voltará para a Câmara</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Saiba quanto a gasolina cairia em cada estado com a redução de impostos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 11:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Redução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ter um impacto significativo no bolso do consumidor, a redução de impostos sobre combustíveis dependerá de quanto será a alíquota de ICMS em estados, que pode ser fixada pelo Congresso em 17%. No melhor dos cenários, a redução da gasolina poderia chegar a R$ 1,85. A margem é prevista para o Rio de Janeiro, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para ter um impacto significativo no bolso do consumidor, a redução de impostos sobre combustíveis dependerá de quanto será a alíquota de ICMS em estados, que pode ser fixada pelo Congresso em 17%. No melhor dos cenários, a redução da gasolina poderia chegar a R$ 1,85. A margem é prevista para o Rio de Janeiro, que lidera os tributos estaduais sobre o combustível. O valor considera os R$ 0,69 que eram cobrados em impostos federais e foram zerados pelo governo na 2ª feira (6.jun).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros estados em que a redução de impostos será mais significativa são Minas Gerais, onde a chance de diminuição é de R$ 1,62, e Piauí, com R$ 1,60. A média de preços chega a R$ 1,13 no Amapá, onde o ICMS cobrado é o mais baixo do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As simulações levam em conta o efeito do ICMS em estados, e foram calculadas, a pedido da reportagem, pelo economista William Baghdassarian, que atua como professor de finanças do Ibmec Brasília. Os valores de comparação levam em conta a última divulgação da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A soma dos impostos federais foram acrescentadas pelo&nbsp;<strong>SBT News.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução do ICMS para 17%, aqui simulada, leva em conta a possibilidade de mudança que está em discussão no Senado. Com votação prevista para a próxima 2ª feira (13.jun), a proposta, que é defendida pelo governo, coloca o limite na cobrança estadual sobre combustíveis. O presidente Jair Bolsonaro (PL) considera que as tratativas estão avançadas, e que o texto &#8220;tem tudo para ser aprovado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade, no entanto, não é bem vista por secretários estaduais, que temem a diminuição de recursos e um impacto negativo na situação fiscal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O economista William Baghdassarian também faz ressalvas às reduções. &#8220;Estados que hoje tributam mais que 17% perdem com isso. Eles arrecadam menos. E, para a Educação, é ruim, porque parte do dinheiro do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) vem do ICMS. Além disso, os municípios também perdem, porque 25% do ICMS pertencem a eles&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente dos Sindicombustíveis do Distrito Federal, Paulo Tavares, por sua vez, considera que as reduções propostas pelo governo não vão resolver o problema dos combustíveis no país. E aponta que, em breve, novos reajustes precisarão ser adotados, dada a defasagem frente ao mercado internacional: &#8220;Tira R$ 1,20 e, no dia seguinte, aumenta R$ 0,88. É quase nada&#8221;. Tavares também destaca a possibilidade de que nem todas as reduções sejam repassadas aos consumidores. &#8220;Depende das distribuidoras, quais serão os preços, e do revendedor&#8221;, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



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<iframe title="Edmundo Filho - Assessor de Comunicação do Governador Rui Costa" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/OUOwyWG6VVY?list=PL0Ew9K-__65yyOffmkAcQ7T-13KVgyAze" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/saiba-quanto-a-gasolina-cairia-em-cada-estado-com-a-reducao-de-impostos/">Saiba quanto a gasolina cairia em cada estado com a redução de impostos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Presidente não vai mudar política de preços&#8221;, diz Flávio Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 16:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou, em entrevista exclusiva ao programa &#8220;Perspectivas&#8221;, do SBT, que o presidente da República não vai alterar a política de preços praticada pela Petrobras desde o governo Michel Temer, quando os valores passaram a ser atrelados ao mercado internacional. O parlamentar é coordenador da pré-campanha do pai, Jair Bolsonaro, à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou, em entrevista exclusiva ao programa &#8220;Perspectivas&#8221;, do SBT, que o presidente da República não vai alterar a política de preços praticada pela Petrobras desde o governo Michel Temer, quando os valores passaram a ser atrelados ao mercado internacional. O parlamentar é coordenador da pré-campanha do pai, Jair Bolsonaro, à reeleição ao Palácio do Planalto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso é algo que o presidente Jair Bolsonaro não pode interferir na Petrobras. Se ele fizer isso, causa uma instabilidade geral. O dólar vai lá para as alturas, desvaloriza o valor da Petrobras na bolsa de valores. E acaba piorando.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ser questionado se ele poderia fazer essa mudança em um eventual reeleição, ele negou: &#8220;Com certeza não, se fosse para fazer, ele teria feito. Eu acho que uma grande parte da solução desse problema passa pela decisão do Conselho da Petrobras, de pegar uma parte desse lucro que ela tem e fazer com que na o preço final na bomba diminua.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, pré-candidatos à Presidência da República, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador do Ceará Ciro Gomes PDT, prometem, se eleitos, fazer esta alteração. Mas sem explicar como exatamente, já que a decisão passa pelo Conselho de Administração da empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Flávio, além de a Petrobras diminuir a margem de lucro, os governadores também deveriam contribuir com uma dose de sacrifício na arrecadação, abrindo mão de parte do ICMS, que é o tributo estadual incidente sobre o preço final do combustível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-10-at-22.12.35-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-49556"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/presidente-nao-vai-mudar-politica-de-precos-diz-flavio-bolsonaro/">“Presidente não vai mudar política de preços”, diz Flávio Bolsonaro</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mesmo com preço alto, combustíveis bateram recorde de vendas em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 10:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[recorde de vendas em 2021 |]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ano passado o Brasil registrou maior volume de vendas desde 2000 O aumento de preços constante não reduziu o consumo dos principais combustíveis em 2021. O diesel registrou forte impacto no crescimento nos últimos anos, com a forte expectativa pela retomada da economia após impactos do da pandemia do Covid-19. De acordo com dados da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ano passado o Brasil registrou maior volume de vendas desde 2000</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento de preços constante não reduziu o consumo dos principais combustíveis em 2021. O diesel registrou forte impacto no crescimento nos últimos anos, com a forte expectativa pela retomada da economia após impactos do da pandemia do Covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural Biocombustíveis (ANP), no ano passado foi registrado o maior volume de vendas de combustíveis desde 2000.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comparado e ano e em números, foram 118,2 milhões de metros cúbicos comercializados de gasolina, etanol e diesel, desde os distribuidores aos revendedores. Um metro cúbico é equivalente a 1 mil litros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram 16,7 milhões de metros cúbicos de etanol, 39,3 milhões de gasolina e 62,1 milhões de diesel. A alta foi de 5% contra 2020, ano que foi impactado pela chegada da pandemia. O etanol teve queda de 13% na procura, a gasolina e o diesel compensaram a perda. Foram altas de 9,5% e 8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021 foram comercializados 118 milhões de metros cúbicos. Em 2019, o etanol teve melhor desempenho com 22,5 milhões de metros cúbicos vendidos e o diesel 57,2 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bahia.ba</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="500" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg" alt="" class="wp-image-35882" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1.jpg 800w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-300x188.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2021/12/parceiros-1-768x480.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/mesmo-com-preco-alto-combustiveis-bateram-recorde-de-vendas-em-2021/">Mesmo com preço alto, combustíveis bateram recorde de vendas em 2021</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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