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	<title>Conflito |</title>
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	<title>Conflito |</title>
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		<title>Jornal: saída de Trump do processo de negociação do conflito ucraniano será golpe decisivo para Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 20:05:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sábado, 31 de maio de 2025 Se a administração do presidente norte-americano, Donald Trump, realmente cumprir suas ameaças de abandonar os esforços para resolver o conflito na Ucrânia, a situação ficará muito pior, escreve a revista americana American Conservative. &#8220;A Ucrânia é fortemente dependente dos dados de inteligência dos EUA e do&#160;sistema de satélites dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sábado, 31 de maio de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a administração do presidente norte-americano, Donald Trump, realmente cumprir suas ameaças de abandonar os esforços para resolver o conflito na Ucrânia, a situação ficará muito pior, escreve a revista americana American Conservative.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Ucrânia é fortemente dependente dos dados de inteligência dos EUA e do&nbsp;<a href="https://noticiabrasil.net.br/20250404/portal-revela-principais-sistemas-de-guerra-eletronica-russos-assassinos-de-starlink-na-ucrania-39070316.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema de satélites dos EUA Starlink</a>. Sem este apoio, poucas armas de precisão poderiam funcionar eficazmente. [&#8230;] Em combinação com as dificuldades atuais da Ucrânia em termos de pessoal e a redução do número de sistemas americanos de defesa antiaérea Patriot,&nbsp;<strong>um golpe para o espírito moral ucraniano pode ser decisivo</strong>&#8220;,&nbsp;<a href="https://www.theamericanconservative.com/why-trump-must-not-walk-away-from-ukraine-war-talks/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diz</a>&nbsp;o artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação observa que, de acordo com o indicador de treinamento e equipamento das tropas, a Ucrânia está em grandes apuros. Além disso, a indústria de defesa russa é muito superior às&nbsp;<a href="https://noticiabrasil.net.br/20250529/especialista-russia-pode-usar-oreshnik-para-alertar-berlim-contra-fornecimento-de-misseis-taurus-a-39837052.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fábricas militares dos EUA</a>&nbsp;e da Europa na produção de munições críticas&nbsp;<strong>e está construindo mísseis de ataque mais rápido do que o Ocidente pode produzir mísseis de defesa antiaérea.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informou o The New York Times na terça-feira (27), o presidente dos EUA, Donald Trump, deixou claro aos líderes europeus que deseja se distanciar dos <a href="https://noticiabrasil.net.br/20250515/delegacao-ucraniana-nao-chega-a-istambul-para-negociacoes-de-paz-com-a-russia-como-previsto-39539459.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esforços diplomáticos </a>para resolver o conflito ucraniano. A publicação observou que, após uma conversa com Vladimir Putin, o chefe da Casa Branca<strong> deixou claro que não pretende pressionar Moscou e impor novas sanções.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">© AP Photo</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O QUE É ESPIRITISMO? UMA CONVERSA ABERTA SOBRE FÉ, RAZÃO E AMOR" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/snKhMQURfN0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/jornal-saida-de-trump-do-processo-de-negociacao-do-conflito-ucraniano-sera-golpe-decisivo-para-kiev/">Jornal: saída de Trump do processo de negociação do conflito ucraniano será golpe decisivo para Kiev</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Iniciada há 85 anos, Segunda Guerra foi conflito anunciado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 12:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sarah Hofmann &#8211; Domingo, 1 de setembro de 2024 Em 1° de setembro de 1939, a Wehrmacht invadiu a Polônia, aparentemente sem aviso prévio. A guerra, porém, não era uma surpresa, mas algo que Hitler planejava desde que chegara ao poder, em 1933. Esta&#160;guerra&#160;não chegou de surpresa.&#160;Hitler&#160;nunca fez segredo de seus agressivos planos de expansão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.dw.com/pt-br/sarah-hofmann/person-42317451">Sarah Hofmann</a> &#8211; Domingo, 1 de setembro de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1° de setembro de 1939, a Wehrmacht invadiu a Polônia, aparentemente sem aviso prévio. A guerra, porém, não era uma surpresa, mas algo que Hitler planejava desde que chegara ao poder, em 1933.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/segunda-guerra-mundial/t-17405494">guerra</a>&nbsp;não chegou de surpresa.&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/hitler/t-36269049">Hitler</a>&nbsp;nunca fez segredo de seus agressivos planos de expansão, mesmo que de vez em quando tenha tocado o &#8220;disco pacifista&#8221;, como ele mesmo dizia, segundo o historiador Klaus Hesse, do centro de documentação Topografia do Terror, de Berlim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Desde que chegou ao poder, em janeiro de 1933, Hitler fez toda a preparação em direção à guerra. Desde então, tudo se prestava à revisão da ordem imposta pelo Tratado de Versalhes, à recuperação da hegemonia na Europa por uma Alemanha ampliada, tudo se direcionava para a criação de um espaço econômico europeu que tornasse possível à Alemanha a realização de uma grande e prolongada guerra na Europa&#8221;, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Guerra interna contra a oposição e os judeus</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Tratado de Paz de Versalhes de 1919 havia colocado toda a responsabilidade pela eclosão da Primeira Guerra Mundial sobre o Império Alemão e seus aliados e o obrigou a fazer concessões territoriais, a se desarmar e a indenizar as potências vencedoras. No entendimento de Hitler, uma humilhação que deveria ser revista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chamada &#8220;lenda da apunhalada&#8221;, segundo a qual os social-democratas e os judeus estariam dispostos a dar uma &#8220;punhalada no país pelas costas&#8221;, vinha bem a calhar para as intenções do&nbsp;<a href="https://www.dw.com/pt-br/nazismo/t-17426127">ditador</a>. Assim, o caminho para a nova guerra começou dentro da Alemanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas poucos dias depois de sua tomada do poder, Hitler fez com que fosse organizado o primeiro boicote nacional de negócios judeus, em 1° de abril de 1933. Depois, veio a &#8220;Lei para restabelecimento da carreira do funcionalismo público&#8221;, que, na prática, determinou a exclusão de todos os judeus de atividades do serviço público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E essa perseguição também visou desde o início conseguir recursos financeiros para financiar a guerra. Mesmo antes de o governo regulamentar abrangentemente por lei o confisco de propriedades judias, empresários judeus foram colocados sob pressão, tendo de pagar mesmo por sua fuga da Alemanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Emigrantes tinham que abrir mão de 25% de seus ativos tributáveis para o Estado, que, dessa forma, conseguiu arrecadar 153 milhões de marcos só nos primeiros dois anos do regime nazista. A transferência de divisas ao exterior também era taxada. Até setembro de 1939, essa taxa foi subindo, chegando a abocanhar 96% do valor transferido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Berlim 1936 – Olimpíadas e declaração de guerra</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos alemães, no entanto, via Hitler como o salvador até 1939. Para muitos, a ditadura trouxe uma melhora nas condições econômicas. O desemprego caiu, o consumo individual subiu. &#8220;Hitler era populista o suficiente para saber que tinha que, além de canhões, também tinha que oferecer manteiga&#8221;, diz Klaus Hesse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os canhões, entretanto, eram o verdadeiro objetivo. Enquanto o mundo se apresentava nos Jogos Olímpicos de Berlim, Hitler consolidava seus planos de guerra. Em quatro anos, as Forças Armadas deveriam estar operacionais para a guerra no leste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano secreto de Hitler, escrito em seu&nbsp;<em>Memorando sobre o plano de quatro anos</em>: a Alemanha deveria ser autossuficiente no maior número possível de áreas e, assim, se isolar do mercado mundial para poder investir todos os recursos na indústria bélica. Não demorou muito para que metade de todos os gastos estatais fossem dedicados a esse setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele mesmo ano, a Wehrmacht (Forças Armadas) ocupou a Renânia, que era desmilitarizada, cometendo uma clara violação do Tratado de Versalhes, ao qual Hitler vinha se opondo desde o início de seu governo. Em novembro de 1937, Hitler revelou em segredo seus planos aos mais graduados oficiais da Wehrmacht: a Alemanha precisava, segundo ele, de mais espaço &#8220;para a preservação da população e sua proliferação&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/image-1024x576.png" alt="" class="wp-image-130708" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/image-1024x576.png 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/image-300x169.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/image-768x432.png 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/image.png 1110w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Nos Jogos Olímpicos de Berlim, americano Jesse Owens superou alemão Carl Ludwig Long no salto a distância<small>Foto: AP</small></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Setembro 1938 – a guerra não é impedida, mas adiada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1938, Hitler anexou seu país natal, a Áustria, no que ficou conhecido como Anschluss. Logo depois ameaçou invadir a Tchecoslováquia, alegando que a população de língua alemã que vivia nos Sudetos estava sendo vítima de discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os políticos britânicos e franceses temiam uma guerra europeia e tentaram impedir um ataque através de uma política de apaziguamento. A esperança era: &#8220;se você der a Hitler o que entende como direito nacional, ele sossegará&#8221;. Pelo Acordo de Munique, a região dos Sudetos é incorporada pela Alemanha. &#8220;Chamberlain deixou Hitler obter toda uma série de ampliações territoriais sem que ocorresse uma guerra&#8221;, frisa o historiador Antony Beevor, se referindo ao então primeiro-ministro britânico.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" width="475" height="267" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/image-1.png" alt="" class="wp-image-130709" style="width:311px;height:auto" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/image-1.png 475w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/09/image-1-300x169.png 300w" sizes="(max-width: 475px) 100vw, 475px" /><figcaption class="wp-element-caption">Neville Chamberlain, Eduard Daladier, Adolf Hitler e Benito Mussolini na Conferência de Munique<small>Foto: picture-alliance/dpa</small></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A questão sobre o que teria acontecido se um adversário da estratégia de apaziguamento, Winston Churchill, fosse o primeiro-ministro britânico é mais complicada. &#8220;Será que, em setembro de 1939, britânicos e franceses estavam em uma posição mais forte contra a Wehrmacht? Para isso, nunca vamos ter uma resposta.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 1938 havia um perceptível medo da guerra na Alemanha, ressalta Hesse. &#8220;Ficou claro que esse desenvolvimento alemão na Europa – de uma Alemanha vencida para um novo fator de poder – não era mais possível sem o risco de uma guerra.&#8221; O Acordo de Munique foi vendido pela propaganda nazista como um grande sucesso da política de paz de Hitler, mas, na verdade, ele ficou até irritado, porque preferia já ter começado a guerra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em setembro de 1939 não dava para se pensar em golpe</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O realmente trágico em setembro de 1938 é que, naquele momento, Hitler estava isolado com seus planos de guerra. Seus generais queriam evitar a qualquer custo uma guerra prematura. O chefe do Alto Comando do Exército, Franz Halder, comandantes importantes de Berlim e arredores, assim como o chefe da polícia de Berlim já haviam discutido sobre um novo governo com funcionários governamentais críticos e ex-políticos social-democratas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma tropa de choque secreta ficou de prontidão para invadir a Chancelaria do Reich assim que Hitler desencadeasse a guerra. Um ano depois, já não dava mais para se pensar em golpe. Mesmo que a população não tenha comemorado aquele 1° de setembro de 1939, a maioria dos alemães apoiava Hitler, apesar de tudo, e estava disposta a ir à guerra por ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Segunda Guerra Mundial mataria 60 milhões de pessoas. Os nazistas assassinaram <a href="https://www.dw.com/pt-br/holocausto/t-17426131">seis milhões de judeus</a>. Para Beevor, a Segunda Guerra Mundial foi &#8220;o maior desastre provocado pelo homem de toda a história&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: DW / <br>Em 1° de setembro de 1939, soldados alemães retiram uma cancela na fronteira com a Polônia<small>Foto: AP</small></p>



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</div></figure>



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		<title>Além do Brasil: outros 4 conflitos de Musk no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 21:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Musk]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça, 9 de abril de 2024 O embate entre&#160;Elon Musk, dono do X (o antigo Twitter), com a Justiça brasileira,&#160;em particular com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi destaque nos últimos dias (leia mais detalhes abaixo). Inclusive no exterior, com veículos internacionais questionando se as últimas publicações do bilionário podem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Terça, 9 de abril de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">O embate entre&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cvmzxmgvrw9t">Elon Musk, dono do X (o antigo Twitter</a>), com a Justiça brasileira,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c06lk7k2j0ko">em particular com o ministro Alexandre de Moraes</a>, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi destaque nos últimos dias (<em>leia mais detalhes abaixo</em>).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cml72xx7zkvo">Inclusive no exterior</a>, com veículos internacionais questionando se as últimas publicações do bilionário podem incentivar e acelerar a regulamentação das mídias sociais no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista de conflitos e polêmicas envolvendo Musk ou suas empresas, dentro e fora dos Estados Unidos, no entanto, é longa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma postura que levou o jornal New York Times a escrever, em outubro de 2022, antes da conclusão da compra do Twitter, que Musk emergia como &#8220;um ator novo e caótico no palco da política global&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Embora muitos executivos bilionários gostem de tuitar a sua opinião sobre assuntos mundiais, nenhum deles chega perto da influência e da capacidade de Musk de causar problemas&#8221;, <a href="https://www.nytimes.com/2022/10/26/technology/elon-musk-geopolitics-china-ukraine.html">diz a reportagem</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="1-União-Europeia-investigação-do-X-e-crítica-à-suspensão-de-contas-de-jornalistas">1. União Europeia: investigação do X e crítica à suspensão de contas de jornalistas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A União Europeia (UE) anunciou em 2023 uma investigação da rede social X, de Musk, para apurar suposta propagação de conteúdos terroristas e violentos, além de discurso de ódio, após o ataque do Hamas a Israel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, o X disse ter removido centenas de contas afiliadas ao Hamas da plataforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro daquele ano, a União Europeia formalizou que suspeita que o X tenha violado as suas regras em áreas que incluem o combate ao conteúdo ilegal e à desinformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comissário digital da UE, Thierry Breton,&nbsp;<a href="https://twitter.com/ThierryBreton/status/1736701607553692020">expôs as supostas infrações em uma postagem na rede social</a>. Breton disse que o X também era suspeito de violar suas obrigações de transparência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, a empresa disse que estava &#8220;cooperando com o processo regulatório&#8221; e afirmou que é &#8220;importante que este processo permaneça livre de influência política e siga a lei&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outro episódio,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63986997">Musk foi criticado pela União Europeia, pelas Nações Unidas, além de governos, por ter banido contas de jornalistas na rede social.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, a subsecretária-geral da ONU, Melissa Fleming, disse que &#8220;a liberdade da mídia não é um brinquedo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma imprensa livre é a pedra angular das sociedades democráticas e uma ferramenta fundamental na luta contra a desinformação prejudicial&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comissária da UE, Vera Jourova, ameaçou a rede social com sanções sob a nova Lei Europeia de Serviços Digitais, que, segundo ela, exige &#8220;o respeito da liberdade de imprensa e dos direitos fundamentais&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/da9e/live/36568e00-f676-11ee-97f7-e98b193ef1b8.jpg" alt="Imagem de Musk ao lado de foto de Alexandre de Moraes"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,Elon Musk proferiu ataques ao Judiciário brasileiro e pediu impeachment de ministro Alexandre de Moraes</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="2-Ucrânia-e-o-plano-de-paz-de-Musk">2. Ucrânia e o &#8216;plano de paz&#8217; de Musk</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outra postagem de Musk o colocou no meio de uma discussão sobre&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cy2xpr36z63t">a guerra da Rússia contra a Ucrânia</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outubro de 2022, ele usou o Twitter para sugerir um &#8220;plano de paz&#8221; para o conflito,&nbsp;<a href="https://twitter.com/elonmusk/status/1576969255031296000">em formato de enquete</a>, que indignou autoridades ucranianas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tradução da enquete é a seguinte:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Paz Ucrânia-Rússia:</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Refazer eleições de regiões anexadas sob supervisão da ONU; a Rússia sai se essa for a vontade do povo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Crimeia formalmente parte da Rússia, como tem sido desde 1783 (até o erro de Khrushchev).</p>



<p class="wp-block-paragraph">-Abastecimento de água à Crimeia assegurado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">-A Ucrânia permanece neutra.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky,&nbsp;<a href="https://twitter.com/ZelenskyyUa/status/1577006943499350016">criou sua própria enquete no Twitter</a>, na qual perguntava aos seguidores: &#8220;Qual @elonmusk você gosta mais?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As opções: &#8220;Aquele que apoia a Ucrânia&#8221; e &#8220;Aquele que apoia a Rússia&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A enquete de Musk veio depois de ele ter postado uma imagem fazendo referência ao presidente ucraniano, em formato de meme, com a mensagem: &#8220;Quando já se passaram cinco minutos e você não pediu um bilhão de dólares em ajuda&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="3-Delaware-EUA-e-a-guerra-de-Musk">3. Delaware (EUA) e a guerra de Musk</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma polêmica mais recente, Elon Musk está&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjrjxe0xnzwo">em pé de guerra com o Estado americano de Delaware</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nunca registre sua empresa no Estado de Delaware&#8221;, escreveu o bilionário americano em mensagem no X, em 30 de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas de suas empresas, Neuralink e SpaceX, anunciaram que não teriam mais sede fiscal no Estado americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meados de fevereiro, soube-se que a Neuralink – que trabalha para conectar cérebros humanos a computadores – registraria seu endereço legal em Nevada (onde X, outra empresa de Musk, já tem sede), e a empresa aeroespacial SpaceX, no Texas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resta saber o que acontecerá com a Tesla, motivo pelo qual Musk quer cortar qualquer vínculo com Delaware.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim de janeiro, uma juíza de Delaware anulou o pacote salarial que Musk receberia da empresa, de US$ 56 bilhões, o maior pagamento concedido a um CEO de uma empresa de capital aberto na história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão veio após uma ação judicial movida por acionistas que consideraram o pagamento excessivo. A juíza concordou com eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi a partir daí que Musk iniciou sua campanha para convencer outras empresas a não estabelecerem domicílio legal no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma batalha difícil, no entanto, pois o Estado há décadas é considerado bastante atraente pelo setor empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 60% das empresas que compõem o índice Fortune 500, que inclui as 500 maiores empresas americanas, estão registradas em Delaware. Estamos falando de gigantes como Google, Amazon, Facebook, LinkedIn, Visa, MasterCard ou Walmart, entre muitos outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E mais de 1,6 milhão de empresas de todo o planeta têm sede legal no Estado (<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjrjxe0xnzwo">entenda mais nesta reportagem</a>).</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="4-Bolívia-Daremos-golpe-em-quem-quisermos">4. Bolívia: &#8216;Daremos golpe em quem quisermos&#8217;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em um episódio anterior à compra do Twitter, Musk usou a rede social, em 2020, para criticar um pacote de estímulo do governo dos Estados Unidos no contexto da pandemia de coronavírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele dizia que o pacote não atendia aos &#8220;melhores interesses do povo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, um perfil respondeu a Musk que não se tratava de &#8220;melhor interesse do povo&#8221; o governo dos EUA &#8220;organizar um golpe contra Evo Morales&#8221; para Musk &#8220;obter o lítio&#8221; (material usado na fabricação de baterias na Tesla) da Bolívia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-54577921">Morales havia renunciado em 2019</a>, em meio a uma mobilização social que, somada ao motim de grande parte dos policiais bolivianos e ao pedido de renúncia feito pelas Forças Armadas, acabou por destituí-lo do poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Musk, então, respondeu, em ano eleitoral na Bolívia: &#8220;Nós daremos golpe em quem quisermos. Lide com isso&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="No-Brasil-Musk-versus-Moraes">No Brasil: Musk versus Moraes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Musk usou sua plataforma no último fim de semana para desafiar Moraes, ameaçando descumprir decisões judiciais e propondo sua renúncia ou impeachment.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Musk, Moares estaria praticando censura ao determinar a suspensão de contas do X. Já os que defendem as decisões do ministro dizem que contas foram tiradas do ar ao terem postado conteúdo criminoso, em contextos como os ataques antidemocráticos do 8 de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite de domingo (7/4), Moraes reagiu determinando que Musk seja investigado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro decidiu incluir o dono do X no inquérito que investiga a existência de milícias digitais e também abriu um novo inquérito para apurar se o empresário cometeu crimes de obstrução à Justiça, organização criminosa e incitação ao crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, estabeleceu uma multa diária de R$ 100 mil por cada perfil da rede social que venha a ser desbloqueado, em descumprimento de decisão do STF ou do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E frisou a possível responsabilização dos responsáveis legais pela empresa no Brasil caso isso ocorra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;AS REDES SOCIAIS NÃO SÃO TERRA SEM LEI! AS REDES SOCIAIS NÃO SÃO TERRA DE NINGUÉM!&#8221;, escreveu Moraes, em caixa alta, na decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A série de declarações contra o ministro levantou especulações de que a plataforma possa ser retirada do ar pela Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, isso de fato pode acontecer caso a empresa deixe de cumprir decisões judiciais, embora a suspensão da plataforma seja uma medida inadequada na visão de alguns juristas (<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c06lk7k2j0ko"><em>Leia mais nesta reportagem</em></a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: BBC / GETTY IMAGESLegenda da foto,A lista de conflitos e polêmicas envolvendo Musk é longa</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eu, o axé, a Bahia e o Brasil: uma história contada através da música" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5bxnoeTvXyk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/alem-do-brasil-outros-4-conflitos-de-musk-no-exterior/">Além do Brasil: outros 4 conflitos de Musk no exterior</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Autoridades do Equador resgatam 41 reféns e prendem 329 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 12:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Equador]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As forças de segurança do Equador conseguiram resgatar 41 reféns durante as primeiras ações para combater o crime organizado no país As forças de segurança do Equador conseguiram prender 329 pessoas e resgatar outras 41 durante os primeiros movimentos executados em âmbito nacional com intuito de combater grupos de crime organizado depois do presidente do país, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>As forças de segurança do Equador conseguiram resgatar 41 reféns durante as primeiras ações para combater o crime organizado no país</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">As forças de segurança do Equador conseguiram prender 329 pessoas e resgatar outras 41 durante os primeiros movimentos executados em âmbito nacional com intuito de combater grupos de crime organizado depois do presidente do país, Daniel Noboa, ter decretado conflito nacional interno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações foram divulgadas pelo chefe do Comando Conjunto das Forças Armadas do Equador, almirante Jaime Vela, e pelo general César Zapata, comandante da Polícia Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Vela, grande parte dos presos estariam vinculados aos grupos Tiguerones, Los Lobos e Los Choneros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das prisões, cinco criminosos foram mortos e outras 28 pessoas privadas de liberdade foram recapturadas. Estima-se que 195 veículos, 9 embarcações e 19 equipamentos de comunicação roubados foram recuperados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 60 armas de fogo de diferentes calibres foram apreendidas, além de 418 munições de 28 dispositivos explosivos e e 230 quilos de substâncias sujeitas a controle.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Parceria de órgãos dentro do Equador</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Jaime Vela indicou que as operações estão sendo conduzidas em conjunto aos serviços de inteligência do Exército e da Polícia Nacional. Eles também contam com a participação de grupos táticos de ambas as instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Almirante também desmentiu vídeos que circulam nas redes sociais mostrando guardas penitenciários sendo capturados na prisão. De acordo com o Serviço Nacional de Atenção Integral (SNAI), nenhum agente foi assassinado</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vela informou que um grupo de elite trabalha para localizar e capturar Adolfo Macías, conhecido como Fito, suposto líder dos Choneros, que escapou da prisão no domingo (7/1).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o general César Zapata, quatro policiais que haviam sido sequestrados nos últimos dias, foram resgatados por meio das operações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Zapata disse ainda que 13 pessoas foram detidas durante a operação para recuperar as instalações do canal TC Televisión, invadido na terça-feira (9/1). A suspeita é que elas façam parte do grupo criminoso Tiguerones. Todos os envolvidos serão processados por terrorismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Metrópoles</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/autoridades-do-equador-resgatam-41-refens-e-prendem-329-pessoas/">Autoridades do Equador resgatam 41 reféns e prendem 329 pessoas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conflitos entre Israel e Palestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 21:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arabes]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra dos seis dias]]></category>
		<category><![CDATA[imperio romano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicado por Daniel Neves Silva &#8211; Quinta, 12 de outubro de 2023 Conflitos entre Israel e Palestina se estendem desde a década de 1940. Foram motivados pela disputa territorial travada pelo controle da Palestina. Os conflitos entre Israel e Palestina são travados desde a década de 1940 e remontam ao surgimento do movimento sionista, que defendia a fundação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Publicado por <strong>Daniel Neves Silva</strong> &#8211; Quinta, 12 de outubro de 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conflitos entre Israel e Palestina se estendem desde a década de 1940. Foram motivados pela disputa territorial travada pelo controle da Palestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os <strong>conflitos entre Israel e Palestina</strong> são travados desde a década de 1940 e remontam ao surgimento do movimento sionista, que defendia a fundação de um Estado judeu na Palestina. Ao longo do século XX, uma série de conflitos, como a <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/guerra-dos-seis-dias.htm">Guerra dos Seis Dias</a>, foram travados. Atualmente os palestinos são obrigados a viver em condições bastante ruins.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Movimento sionista</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos conflitos que mais geram tensões e preocupações em todo o mundo<strong>&nbsp;</strong>é o que envolve&nbsp;<strong>judeus e muçulmanos no território de enclave entre Israel e Palestina</strong>. Ambos os lados reivindicam o seu próprio&nbsp;<strong>espaço de soberania</strong>, embora atualmente esse direito seja&nbsp;<strong>exercido plenamente apenas pelos israelenses</strong>. Com isso, guerras são travadas, grupos considerados terroristas erguem-se, vidas são perdidas, e uma paz duradoura encontra-se cada vez mais distante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A área de disputa entre os dois lados em questão localiza-se no&nbsp;<strong>Oriente</strong>&nbsp;<strong>Médio</strong>, mais precisamente, na Palestina, tendo como foco a&nbsp;<strong>cidade de&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/historia-jerusalem.htm">Jerusalém</a></strong>, um ponto de forte potencial turístico religioso e que é considerado um lugar sagrado para as três grandes religiões monoteístas do planeta: o cristianismo, o&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/islamismo.htm">islamismo</a>&nbsp;e o judaísmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode-se dizer que tudo começou com o&nbsp;<strong>surgimento</strong><strong>&nbsp;do movimento sionista</strong>, no final do século XIX. Nesse período, uma grande quantidade de judeus começou a migrar, em massa, em direção aos territórios da Palestina, então habitados por cerca de 500 mil árabes. Essa região era reivindicada pelos judeus por ter sido deles até a sua expulsão pelo&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/imperio-romano.htm">Império Romano</a>, no século III d.C., dando início à&nbsp;<strong>diáspora&nbsp;</strong><strong>judaica</strong>, a dispersão de judeus pelo mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento sionista se consolidou por meio do jornalista húngaro <strong>Theodor</strong> <strong>Herzl</strong>. Ele defendia o direito dos judeus de retornarem a Palestina e lá formarem um Estado nacional judeu. Esse movimento surgiu como resposta da comunidade judia na Europa ao crescente <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/antisemitismo.htm">antissemitismo</a> naquele continente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Surgimento de Israel</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que o crescente número de judeus na Palestina começou a criar um forte atrito com a comunidade árabe, estabelecida na Palestina havia séculos. Nesse momento, organizações sionistas já financiavam a migração de milhares de judeus para a Palestina, contribuindo para o desenvolvimento de&nbsp;<strong>movimentos nacionalistas palestinos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um desses movimentos foi liderado por <strong>Hajj Amin al-Husseini</strong>, que defendia o fim da presença britânica e era contrário à crescente presença judaica na região. Al-Husseini, inclusive, chegou a liderar uma revolta de palestinos em 1936, uma evidência de que o clima era tenso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/holocausto.htm"><strong>genocídio sofrido pelos judeus</strong></a>&nbsp;na Europa, durante a&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/segunda-guerra-mundial.htm">Segunda Guerra Mundial</a>, chocou o mundo e estabeleceu as condições políticas para que um Estado judeu pudesse ser criado na Palestina. Os ingleses, que eram a autoridade colonial da região, abriram mão de seu domínio e entregaram a disputa de palestinos e judeus para a&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/segunda-guerra-mundial.htm">Organização das Nações Unidas</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão tomada pela ONU foi a de&nbsp;<strong>dividir a Palestina entre judeus e árabes</strong>. Dessa forma, aproximadamente metade do território seria ocupada por um desses povos, e Jerusalém, a capital, ficaria sob administração internacional. A ONU estabeleceu o seguinte<strong>|1|</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Israel</strong>&nbsp;seria formado por&nbsp;<strong>53,5% das terras</strong>;</li>



<li><strong>Palestina</strong>&nbsp;seria formada por&nbsp;<strong>45,4% das terras</strong>;</li>



<li>O restante corresponderia a Jerusalém, sob controle internacional.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Havia nessa divisão uma grande contradição, pois os judeus, que correspondiam a 30% da população, ficariam com uma parcela maior do território. Os palestinos, por sua vez, correspondiam a 70% da população e ficariam com uma parcela menor. Além disso, as autoridades árabes alegaram que o seu território concentrava as terras menos férteis e que eles teriam acesso mais limitado à água potável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>proposta foi aceita pelos judeus, mas foi rejeitada pelos árabes</strong>. Mesmo assim, foi aprovada em Assembleia Geral da ONU no dia 29 de novembro de 1947. No ano seguinte, os britânicos se retiraram da Palestina, e, em 14 de maio de 1948, foi proclamada a fundação do Estado de Israel.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Guerras Árabe-Israelenses</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A fundação de Israel deu início aos conflitos entre árabes e israelenses na região. Ao longo do século XX, foram travadas: a Primeira Guerra Árabe-Israelense, a Guerra de Suez, a Guerra dos Seis Dias, e a Guerra de Yom Kippur.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Primeira Guerra Árabe-israelense</strong><strong></strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A fundação do Estado de Israel não foi bem-aceita pelas nações árabes, que deram início a um&nbsp;<strong>ataque</strong>&nbsp;<strong>contra</strong>&nbsp;<strong>os</strong>&nbsp;<strong>israelenses</strong>. As tropas árabes foram formadas por soldados do Egito, Síria, Líbano, Iraque e Transjordânia (atual Jordânia). A guerra foi&nbsp;<strong>desastrosa para os palestinos</strong>, uma vez que Israel possuía forças armadas organizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conflito se estendeu de maio de 1948 a julho de 1949, quando o último acordo de paz foi assinado. A guerra fez com que&nbsp;<strong>Israel expandisse o seu território</strong>, e os 53% do território sob controle israelense passaram para 79%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os palestinos reconheceram esse conflito como&nbsp;<em><strong>nakba</strong></em>, palavra, em árabe, que significa “tragédia”. Isso porque, além de perderem território, cerca de&nbsp;<strong>700 mil palestinos foram expulsos de suas casas</strong>. Israel nunca permitiu que essas pessoas e seus descendentes retornassem as suas casas, mesmo com uma resolução da ONU indicando que isso acontecesse. Para saber mais sobre esse evento trágico, leia:&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/primeira-guerra-arabe-israelense.htm">Primeira Guerra Árabe-Israelense</a>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Demais conflitos</strong><strong></strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na década de 1950, os israelenses se aproveitaram de uma crise do Egito com França e Reino Unido para invadirem a Faixa de Gaza e a Península do Sinai. A relação entre israelenses e palestinos seguiu tensa, o que resultou em movimentos de resistência palestinos contra a ocupação por Israel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1964, foi criada a&nbsp;<strong>Organização para a Libertação Palestina</strong>, a OLP, que buscava lutar pelos direitos perdidos dos palestinos na região com os acontecimentos então recentes. Os membros da OLP usavam da luta armada como caminho para resistir a Israel, e um de seus nomes mais conhecidos foi&nbsp;<strong>Yasser</strong>&nbsp;<strong>Arafat</strong>, líder da organização a partir de 1969. O principal grupo político da OLP é o Fatah, um grupo moderado que ainda existe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1967, foi inciada a&nbsp;<strong>Guerra dos Seis Dias</strong>&nbsp;após ataques de Israel contra a Síria. Em apenas seis dias, os israelenses tomaram a Faixa de Gaza, a Península do Sinai, as Colinas de Golã da Síria, Jerusalém Oriental e a Cisjordânia. Mesmo com a resolução posterior da ONU em que Israel deveria devolver tais territórios, eles continuaram sob seu domínio por um bom tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1973, teve início a&nbsp;<strong>Guerra do Yom Kippur</strong>, em que os países árabes derrotados na Guerra dos Seis Dias tentaram reaver os seus territórios. Todavia, Israel conseguiu uma nova vitória, pois contava com o apoio indireto dos Estados Unidos. Tais circunstâncias levaram os árabes a criarem a&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/opep.htm">Organização dos Países Exportadores de Petróleo</a>&nbsp;(<strong>OPEP</strong>), um cartel entre os países petrolíferos da região que elevou o preço dessa importante matéria-prima. Por essa razão, o sistema capitalista entrou na maior crise depois de 1929, conhecida como Choque do Petróleo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1979, Israel decidiu pela devolução da Península de Sinai para o Egito, após a mediação dos Estados Unidos, no sentido de selar um acordo entre os dois países, os&nbsp;<strong>Acordos de Camp David</strong>. Com isso, os egípcios tornaram-se os primeiros árabes a reconhecerem oficialmente o Estado de Israel, gerando profunda revolta entre os demais países da região.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Primeira Intifada</strong><strong></strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No ano de 1987, chegou ao auge a Primeira Intifada, uma revolta espontânea da população árabe palestina contra o Estado de Israel, quando o povo atacou com paus e pedras os tanques e armamentos de guerra judeus. A reação de Israel foi dura e gerou um dos maiores massacres do conflito, o que desencadeou uma profunda revolta da comunidade internacional em virtude do peso desproporcional do uso da força nas áreas da Faixa de Gaza e da Cisjordânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo ano, foi criado o&nbsp;<strong>Hamas</strong>,&nbsp;que, mais radical, visava à destruição completa do Estado de Israel, ao contrário da OLP, que objetivava apenas a criação da Palestina. O Hamas surgiu no interior da&nbsp;<strong>Irmandade</strong>&nbsp;<strong>Muçulmana</strong>&nbsp;e tornou-se um dos grupos de resistência mais influentes da Palestina. Atualmente, Israel considera-o como uma organização terrorista.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Acordos de Oslo</strong><strong></strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em meados da década de 1990, a situação aparentava caminhar para o seu fim, quando Yasser Arafat e o então primeiro-ministro israelense, Yitzhak Rabin, realizaram os Acordos de Oslo, mediados pelo presidente dos EUA, à época,&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historia-america/a-era-clinton.htm">Bill Clinton</a>. Com isso, foi criada a&nbsp;<strong>Autoridade</strong>&nbsp;<strong>Nacional</strong>&nbsp;<strong>Palestina</strong>, responsável por todo o território da Palestina, envolvendo partes da Cisjordânia e a Faixa de Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, em 1995, Yitzhak Rabin foi assassinado por um extremista judeu, e a extrema-direita ganhou força dentro de Israel. Dessa forma, os judeus não cederam mais para a desocupação das áreas onde ainda resistia a população palestina. Por isso, os termos de paz dos Acordos de Oslo resultaram em fracasso.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conflitos recentes</strong><strong></strong></li>
</ul>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.mundoeducacao.uol.com.br/mundoeducacao/2021/05/muro-israel.jpg" alt="Muro separando Israel e Palestina."/><figcaption class="wp-element-caption">Desde o começo do século XXI, Israel começou a construir muros para separar os locais habitados por israelenses e palestinos.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No ano de 2000, teve início a&nbsp;<strong>Segunda</strong>&nbsp;<strong>Intifada</strong>, liderada pelo Hamas. Uma ofensiva palestina foi montada contra Israel, que novamente respondeu duramente, além de demolir casas de palestinos e iniciar a construção do Muro da Cisjordânia ou Muro de Israel, em 2002. Milhares de mortes aconteceram em ambos os lados da guerra, que se estendeu até 2004, com a morte do líder do Hamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordos de paz foram feitos, e, assim, teve início a desocupação por parte de Israel da Faixa de Gaza e de partes da Cisjordânia, ações que resultaram no recebimento do&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/premio-nobel.htm">Prêmio Nobel</a>&nbsp;pelo primeiro-ministro israelense Ariel Sharon.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2006, a vitória do Hamas sobre o Fatah nas eleições da Autoridade Nacional Palestina elevou novamente a tensão na região, o que se intensificou com o não reconhecimento do pleito por parte dos&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/estados-unidos.htm">EUA</a>,&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/uniao-europeia.htm">União Europeia</a>&nbsp;e outros países ocidentais. Os atentados terroristas, sobretudo com carros-bombas, prosseguiram sobre Israel, que buscava várias tentativas de eliminar o Hamas, incluindo a adoção de embargos econômicos sobre Gaza, o que afetava também a população civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2008, um acordo de cessar-fogo foi realizado entre o Hamas e Israel por mediação do Egito. No entanto, seis meses depois, o acordo não foi renovado, pois os judeus recusaram-se a findar o bloqueio econômico então adotado. Assim, continuamente, a região é alvo de novos ataques e disputas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em&nbsp;<strong>2014</strong>, novas ofensivas aconteceram quando três jovens judeus foram assassinados em um ato atribuído ao Hamas, que negou a autoria. Com isso, um jovem palestino foi assassinado por um extremista judeu, rompendo com a frágil paz da região. Houve ataques dos dois lados, mas Israel, por ter melhores defesas e armamentos, também teve vantagens sobre a Palestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de <strong>65 soldados israelenses foram mortos, enquanto mais de dois mil palestinos, combatentes e civis, foram assassinados no conflito</strong>. Por essa razão, muitos países, incluindo o Brasil, passaram a questionar a atuação de Israel na região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Questão palestina</strong></h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.mundoeducacao.uol.com.br/mundoeducacao/2021/05/bombardeio-faixa-gaza.jpg" alt="Destruição na Faixa de Gaza depois de um bombardeio israelense.[1]"/><figcaption class="wp-element-caption">Destruição na Faixa de Gaza depois de um bombardeio israelense.[1]</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O conflito entre palestinos e israelenses, como percebemos, acontece por décadas e tem como questão central o domínio da Palestina. Entretanto, nos últimos anos, muitas críticas a Israel vêm ocorrendo pela forma como essa situação tem sido conduzida, sobretudo pela violência desproporcional utilizada contra as populações palestinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado de Israel defende-se argumentando que sua ação se dá apenas como forma de garantir a segurança de sua própria população e combater ações terroristas, como as que são atribuídas ao Hamas, a organização que comanda a Palestina desde 2006 e que, como vimos, é vista como terrorista por Israel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, as&nbsp;<strong>ações desproporcionais que muitos&nbsp;</strong><strong>criticam</strong><strong>&nbsp;</strong><strong>não são apenas&nbsp;</strong><strong>militares</strong>, as quais, em sua maioria, resultam na morte de civis inocentes sem ligação alguma com grupos como Fatah e Hamas. Muitos, ainda, apontam que existe na região um&nbsp;<strong>regime</strong>&nbsp;<strong>segregacionista</strong>&nbsp;parecido com o&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/aparthei-d.htm">apartheid</a>, que existiu na&nbsp;<a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/africa-sul.htm">África do Sul</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O jornalista Mohammed Omer aponta as dificuldades na vida da população palestina na Faixa de Gaza.<strong>|2|</strong>&nbsp;Ele afirma que os palestinos frequentemente têm seu suprimento de gás, água potável e energia elétrica cortado. Ele também menciona a dificuldade que os palestinos na região têm de obter alimentos, além dos frequentes bombardeios que vitimam inocentes e destroem escolas e hospitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, muitos criticam o fato de Israel, ainda hoje,&nbsp;<strong>não permitir o retorno dos descendentes dos refugiados que abandonaram a região depois da guerra travada em 1948</strong>. Por fim, os assentamentos israelenses na Cisjordânia e as expulsões de moradores palestinos de suas casas para a construção desses assentamentos têm sido alvo de críticas recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que se percebe nesse conflito é que a sua&nbsp;<strong>resolução está longe de&nbsp;</strong><strong>chegar</strong>, pois, mesmo com acordos momentâneos de paz, basta uma pequena faísca para reacender novamente as batalhas, elevando novamente o número de mortos. Ao mesmo tempo, vem sendo difícil a criação do Estado palestino, pois as disputas territoriais ainda são intensas, embora tal Estado seja internacionalmente reconhecido por vários países.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>|1|</strong>&nbsp;CAMARGO, Cláudio, Guerras Árabe-Israelenses. In.: MAGNOLI, Demétrio (org.).&nbsp;<em>História das&nbsp;</em><em>g</em><em>uerras</em>. São Paulo: Contexto, 2013. p. 431.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>|2|&nbsp;</strong>OMER, Mohammed.&nbsp;<em>Shell-Shocked</em>: on the ground under Israel’s Gaza assault. Chicago: Haymart Books, 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Créditos da imagem</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">[1]&nbsp;<a href="https://www.shutterstock.com/pt/g/federico+neri" rel="noreferrer noopener" target="_blank">federico neri</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.shutterstock.com/pt/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Shutterstock</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: mundoeducacao.uol.com.br</p>



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		<title>Conflitos entre Israel e Palestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 14:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[sionismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os conflitos entre Israel e Palestina são travados desde a década de 1940 e têm como principal causa o controle da Palestina. Segunda, 9 de outubro de 2023 &#8220;Os conflitos entre Israel e Palestina remontam à primeira metade do século XX e foram iniciados pela disputa em torno do território palestino. Essa rivalidade se iniciou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Os conflitos entre Israel e Palestina são travados desde a década de 1940 e têm como principal causa o controle da Palestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segunda, 9 de outubro de 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os conflitos entre Israel e Palestina remontam à primeira metade do século XX e foram iniciados pela disputa em torno do território palestino. Essa rivalidade se iniciou com o crescimento da população judia na Palestina e resultou em uma série de conflitos a partir de 1948. Israel afirma que suas ações são em defesa de sua própria população, e os palestinos acusam Israel de sustentar um regime de perseguição.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">&#8220;Causas do conflito entre Israel e Palestina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O confronto travado entre Israel e Palestina é um dos conflitos de mais longa duração da história da humanidade. Estende-se oficialmente desde a década de 1940, embora a década de 1930 tenha presenciado uma crescente tensão e violência entre judeus e árabes. Passado todo esse período, de tempos em tempos, hostilidades acontecem entre os dois lados, aumentando a tensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente falando, o conflito entre israelenses e palestinos se explica pelo controle da Palestina. Embora exista a questão da religião, que importa muito mais quando o assunto é Jerusalém, a rivalidade entre israelenses e palestinos tem motivos políticos, principalmente, e que envolvem o controle daquele território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais recentemente falando, muitos analistas apontam que o confronto atualmente envolve novos aspectos, os quais estão em torno da maneira violenta pela qual Israel trata a população palestina que reside seja em Israel, seja nos territórios palestinos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a população palestina luta para conseguir a sua autodeterminação — uma vez que o Estado da Palestina não existe, oficialmente falando —, mas também para conquistar melhores condições de vida, pois alegam que Israel os mantém em condições degradantes, limitando o acesso da população a recursos básicos, como água, e sufocando a população de Gaza com um bloqueio econômico que se estende desde 2007, entre outros fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Israel, por sua vez, defende suas ações afirmando que elas se justificam no contexto de combate ao Hamas, organização considerada terrorista pelos israelenses e que comanda a Faixa de Gaza desde 2006. Sendo assim, Israel afirma que seus ataques e todas as outras ações que são tomadas visam exclusivamente a prejudicar o Hamas. Israel ainda acusa o Hamas de usar a população civil da Palestina como escudo humano.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">&#8220;Raízes históricas do conflito entre Israel e Palestina</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O conflito entre Israel e Palestina tem como ponto de partida o final do século XIX, no momento em que foi criado o movimento sionista. Na década de 1890, o sionismo surgiu a partir de um livro escrito por Theodor Herzl, um jornalista judeu húngaro que passou a defender a criação de um Estado para os judeus na Palestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do local se deu pelo fato de que a Palestina era o local onde os judeus residiam na Antiguidade, antes da diáspora. A migração de judeus para lá se iniciou na década de 1880, mas começou a acontecer de maneira organizada a partir de 1897, logo depois do Primeiro Congresso Sionista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois disso, a Organização Sionista Mundial começou a organizar a compra de terras na Palestina para que elas pudessem ser habitadas por judeus. O motivo desse desejo dos judeus de migrarem para a Palestina está diretamente ligado ao crescimento do antissemitismo em todo o continente europeu nesse mesmo período.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">&#8220;Tensão na Palestina</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os sionistas começaram a defender sua causa politicamente a nível internacional, e o primeiro grande passo para isso aconteceu em 1917, quando os judeus receberam uma garantia dos britânicos de que o Reino Unido os apoiaria na criação de um Estado judeu na Palestina. O vazamento dessa promessa espalhou tensão em toda a Palestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na década de 1930, a tensão deu origem a um movimento nacionalista palestino contra a criação de um Estado judeu na Palestina. Um dos grandes líderes desse nacionalismo palestino foi Hajj Amin al-Husaini, o mufti de Jerusalém. A historiadora Karen Armstrong define Husaini como um “nacionalista radical”|1|.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As tensões aumentaram consideravelmente na década de 1930 e cada vez mais à medida que a população judaica na Palestina aumentava. Esse aumento populacional foi documentado pelos historiadores, e Karen Armstrong, por exemplo, aponta que a população judaica na Palestina aumentou de 18,9%, em 1933, para 27,7%, em 1936|2|. Daí a violência começou a se manifestar dos dois lados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Guerrilhas de palestinos começaram a ser formadas e ataques e atentados passaram a ser organizados. A insatisfação muçulmana contra a crescente presença de judeus na Palestina também se deu por meio de greves e atos de desobediência civil. Do lado judeu, milícias, como o Irgun, passaram a realizar atentados contra a população árabe.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Criação de Israel</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O aumento da tensão e a escalada na violência dos dois lados levaram os ingleses, que governavam a região desde o fim da Primeira Guerra Mundial, a propor a divisão da Palestina para criar um Estado para os judeus e outro para os árabes. Esse plano não avançou, mas a violência dos dois lados seguiu crescendo e a Inglaterra decidiu retirar-se da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da Segunda Guerra Mundial, o Reino Unido entregou o controle da Palestina e a resolução do problema entre judeus e árabes para as mãos da Organização das Nações Unidas (ONU). No começo de 1947, a ONU criou um plano para realizar a divisão da terra, bem aos moldes do que foi proposto pelos ingleses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa proposta foi levada para a Assembleia Geral do ONU, no dia 29 de novembro de 1947, e foi aprovada. Os judeus sionistas automaticamente concordaram com a proposta, aceitando, inclusive, o fato de Jerusalém ficar sob controle internacional. Os árabes, por sua vez, rejeitaram o plano de divisão da Palestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ingleses anunciaram que suas tropas seriam retiradas da Palestina em outubro de 1948, mas essa saída foi antecipada para abril do mesmo ano. Logo após a saída das tropas britânicas, as autoridades sionistas na Palestina proclamaram a fundação do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948. O Estado judeu contou com reconhecimento internacional, com exceção dos países árabes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Resumo dos principais conflitos entre Israel e Palestina<br>A fundação de Israel resultou no primeiro grande conflito na Palestina. Essa foi a Primeira Guerra Árabe-Israelense, que se estendeu de 1948 a 1949 e contou com episódios de grande violência. Essa guerra se iniciou quando diferentes países árabes declararam guerra a Israel e isso se deu logo depois da fundação do Estado judeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esse conflito, Israel foi atacado por tropas do Egito, Síria, Iraque, Líbano e Transjordânia (atual Jordânia), mas as preparadas forças armadas israelenses conseguiram se impor no conflito, enfrentando grandes dificuldades apenas no combate contra a Transjordânia. A violência se manifestou dos dois lados, e a expansão israelense e os ataques contra civis palestinos forçaram a fuga de milhares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes mesmo de a guerra começar, as hostilidades já aconteciam, e um caso se tornou bastante conhecido, sendo destacado por Karen Armstrong. Em 10 de abril, o Irgun, grupo terrorista, atacou a vila árabe de Deir Yassin, matando 250 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, e mutilando seus corpos|3|.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O exército israelense conseguiu ampliar consideravelmente os territórios de Israel, forçando cerca de 700 mil palestinos a se refugiarem. A maioria dessas pessoas foi para a Transjordânia, e Israel jamais permitiu o retorno dessas pessoas e seus descendentes. Até hoje esse conflito é conhecido como nakba (tragédia) pelos árabes, e o retorno dos descendentes dos refugiados é uma das grandes exigências de grupos palestinos, como o Hamas.</p>



<p class="has-vivid-red-color has-text-color wp-block-paragraph"><strong>Ao longo do século XX, uma série de outros conflitos aconteceu, destacando-se os seguintes:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Crise de Suez;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Guerra dos Seis Dias;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Guerra de Yom Kippur;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeira Intifada;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segunda Intifada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Crise de Suez, ou Guerra de Suez, remonta ao ano de 1956, quando França e Reino Unido tiveram uma crise diplomática com o Egito pelo controle do Canal de Suez. Essa crise resultou em uma ação militar contra o Egito na qual Israel tomou parte. Israel aproveitou-se da circunstância para invadir e ocupar a Península do Sinai, mas foi forçado a abandonar essa região tempos depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 1967, foi a vez de ser iniciada a Guerra dos Seis Dias, como consequência de ataques de Israel contra a Síria. Esses ataques aconteceram sob a alegação de que a Síria abrigava guerrilheiros palestinos que faziam parte do Fatah, grupo vinculado à Organização pela Libertação da Palestina (OLP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse conflito, as forças de Israel demonstraram ser muito superiores às das nações árabes e, em seis dias de conflito, Israel conquistou uma série de novos territórios: Faixa de Gaza, Península do Sinai, Jerusalém Oriental, Cisjordânia e Colinas de Golã. Uma resolução da ONU emitida depois do conflito ordenou que Israel abandonasse esses territórios, o que só aconteceu, parcialmente, tempos depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anos depois, em 1973, um novo conflito se iniciou. Conhecido como Guerra de Yom Kippur, teve início quando as nações árabes deram início a um ataque surpresa contra Israel, visando recuperar os territórios tomados pelos israelenses no conflito de 1967. Essa guerra se encerrou de maneira indefinida, uma vez que nenhuma das forças conseguiu se sobrepor à outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, as Intifadas foram rebeliões populares realizadas pelos palestinos. A Primeira Intifada aconteceu em 1987, e a segunda, no ano de 2000. Nesses levantes, a população se armou de paus e pedras e partiu para o confronto contra as tropas israelenses. Estima-se que cerca de 1200 palestinos morreram na Primeira Intifada, e cerca de 3300, na segunda|4|.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordos de paz foram negociados entre as duas partes, com destaque para os Acordos de Oslo, em que Yitzhak Rabin, primeiro-ministro israelense, e Yasser Arafat, líder da OLP, reuniram-se com Bill Clinton, presidente americano na época, para acordar a paz. Esse acordo fracassou porque, no final da década de 1990, o novo governo israelense (de extrema-direita) se recusou a cumprir o que havia sido acordado.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">&#8220;Hamas</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os conflitos entre Israel e Palestina seguiram ao longo do século XXI e, sempre que há um atrito, Israel promove ataques na Faixa de Gaza ou Cisjordânia, e um grupo de resistência palestino responde com mísseis ou convocando a população para resistir. Esse grupo é o Hamas, que é um ator importante nesse conflito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Hamas é uma organização fundamentalista que se coloca como resistência a Israel. O governo israelense considera o Hamas uma organização terrorista.[1]<br>O Hamas é uma organização que é classificada como fundamentalista, em razão de seu viés religioso. Surgiu em 1987 e se transformou em um dos principais nomes da resistência palestina, ao lado do Fatah (de tendências seculares e moderadas). O Hamas possui diferentes áreas de atuação, possuindo um braço militar, outro político e um voltado para ações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O braço militar do Hamas é considerado um grupo terrorista por Israel e outros países, como os Estados Unidos e as nações da União Europeia. Quando o Hamas surgiu, o estatuto desse grupo defendia a erradicação completa de Israel, mas analistas internacionais afirmam que a posição da organização se tornou um pouco mais moderada nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, entende-se que o Hamas aceita que o Estado da Palestina seja criado nos territórios da Faixa de Gaza e da Cisjordânia. Desde 2006, o Hamas entrou na política e passou a governar a Faixa de Gaza, aumentando a rivalidade com o Fatah. A ascensão política do Hamas fez Israel impor um bloqueio econômico à Faixa de Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse bloqueio, Israel proibiu a entrada em Gaza de tudo que poderia ser utilizado na produção de armas, permitindo a entrada apenas de itens básicos. Entretanto, denúncias frequentes acontecem de que mercadorias normais, como itens de limpeza e alimentos, são barradas pelas autoridades israelenses. Observadores internacionais apontam que o bloqueio contribui para aumentar a insegurança alimentar da população palestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as vezes que a frágil paz da região é quebrada, o Hamas responde lançando centenas, às vezes milhares, de mísseis contra Israel. Entretanto, a maioria desses mísseis é interceptada pelo sistema antimíssel desenvolvido por Israel e conhecido como Iron Dome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O jornalista Mohammed Omer aponta que parte da população palestina não aprova os métodos do Hamas, mas ele afirma que, a cada ataque israelense contra a Faixa de Gaza, o apoio ao Hamas aumenta, uma vez que os ataques israelenses resultam na morte de centenas, às vezes milhares, de civis, sendo muitos deles crianças|5|.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o Hamas sofre críticas internacionais pela forma como governa a Faixa de Gaza. Esse grupo é conservador e autoritário, e denúncias de grupos dos Direitos Humanos apontam que o Hamas persegue críticos e opositores políticos, prendendo-os arbitrariamente e utilizando práticas de tortura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Questão Palestina</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Atualmente o Estado de Israel é uma nação consolidada, com boa infraestrutura e um dos melhores índices de qualidade de vida do Oriente Médio. Os palestinos, em contrapartida, não possuem um Estado nacional e as condições de vida de sua população, seja na Faixa de Gaza, seja na Cisjordânia, têm piorado cada dia mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Incêndio em Cidade de Gaza depois de um bombardeio israelense.[2]<br>Um dos grandes problemas enfrentados pela população palestina são os assentamentos israelenses que têm sido construídos em território palestino. Esses assentamentos são vistos como uma estratégia de ocupação gradativa do território, uma vez que seu número tem aumentado com o passar dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros grupos têm denunciado algumas práticas impostas à população palestina. A Humans Rights Watch, entidade que observa a defesa dos Direitos Humanos no mundo, aponta, em relatório de 2021, que Israel beneficia a população israelense, enquanto discrimina abertamente a população palestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório ainda aponta que o governo israelense atua sistematicamente para perpetuar o controle demográfico, político e territorial da região por meio das leis e do poder policial. Por fim, o relatório aponta que as condições de vida degradantes que são impostas aos palestinos em algumas regiões de Israel são tão severas que constituem crimes contra a humanidade por imposição de um regime de apartheid, isto é, um regime de segregação|6|.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mohammed Omer afirma que um dos locais que mais sofrem é a Faixa de Gaza, um estreito pedaço de terra no sul da Palestina habitado por cerca de dois milhões de pessoas, fazendo desse local um dos mais densamente habitados do mundo. Ele aponta que a situação na Faixa de Gaza é tão degradante que, no ano de 2015|7|:</p>



<p class="wp-block-paragraph">55% da população de Gaza sofria de depressão;</p>



<p class="wp-block-paragraph">43% estavam desempregados;</p>



<p class="wp-block-paragraph">40% viviam abaixo da linha da pobreza;</p>



<p class="wp-block-paragraph">60% estavam em condições de insegurança alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passados mais de sete décadas de conflito, muitos ainda defendem que a saída para essa guerra entre israelenses e palestinos é a criação de dois Estados, um israelense e outro palestino, na região.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Notas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">|1| ARMSTRONG, Karen. Jerusalém: uma cidade, três religiões. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p. 431.</p>



<p class="wp-block-paragraph">|2| Idem, p. 438.</p>



<p class="wp-block-paragraph">|3| Idem, p. 442.</p>



<p class="wp-block-paragraph">|4| O que são as intifadas? Para acessar, clique aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">|5| OMER, Mohammed. Em estado de choque: sobrevivendo em Gaza sob ataque israelense. São Paulo: Autonomia Literária, 2017, p. 49.</p>



<p class="wp-block-paragraph">|6| A Threshold Crossed: Israeli authorities and the Crimes of Apartheid and Persecution. Para acessar, clique aqui [em inglês].</p>



<p class="wp-block-paragraph">|7| OMER, Mohammed. Em estado de choque: sobrevivendo em Gaza sob ataque israelense. São Paulo: Autonomia Literária, 2017, p. 19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Crédito das imagens</p>



<p class="wp-block-paragraph">[1] Abed Rahim Khatib e Shutterstock</p>



<p class="wp-block-paragraph">[2] Nick_ John_07 e Shutterstock&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: https://brasilescola.uol.com</p>



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<iframe title="Projeto Historiando Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/710Ii9ow8dQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Conflito entre Israel e Hamas entra no 2º dia; ao menos 576 pessoas já morreram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 13:18:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 08 de outubro de 2023 Por Folhapress Cerca de 24 horas depois do começo dos ataques entre o grupo extremista Hamas e Israel, o número de mortos na Faixa de Gaza é de ao menos 313 e o de feridos, 1.990, informou o ministério da Saúde palestino neste domingo (8). Ao menos 20 dos mortos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="wp-block-heading">Domingo, 08 de outubro de 2023</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por Folhapress</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 24 horas depois do começo dos ataques entre o grupo extremista Hamas e Israel, o número de mortos na Faixa de Gaza é de ao menos 313 e o de feridos, 1.990, informou o ministério da Saúde palestino neste domingo (8). Ao menos 20 dos mortos são crianças.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os últimos dados divulgados pelas autoridades, a contagem de mortos chegou a 576, dos quais 256 em Israel e sete na Cisjordânia.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de mil combatentes do Hamas, facção que controla a Faixa de Gaza, lançaram aproximadamente 5.000 foguetes e entraram por terra, mar e ar em solo vizinho no sábado (7). Neste domingo, o conflito alastrou-se: militares israelitas relataram que morteiros foram disparados do Líbano para o norte de Israel.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo armado Hezbollah assumiu a autoria dos ataques no norte do território israelense, dizendo que estava &#8220;em solidariedade&#8221; com o povo palestino. A ação teve como alvo três postos, incluindo um &#8220;local de radar&#8221; nas Fazendas Shebaa, uma fatia de terra ocupada por Israel desde 1967 que o Líbano reivindicou como sua.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As forças israelenses responderam com ataques de artilharia ao Líbano e uma ofensiva de drones a um posto do Hezbollah perto da fronteira. Não houve relatos de vítimas.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um porta-voz militar israelense disse que operações estavam acontecendo em oito áreas ao redor de Gaza no domingo. A cidade amanheceu com fumaça preta, flashes de cor laranja e faíscas no céu devido às explosões. Drones israelenses podiam ser ouvidos no alto.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de uma reunião noturna do gabinete de segurança de Israel, o governo anunciou na manhã deste domingo que o objetivo da sua operação retaliatória em Gaza era &#8220;conseguir a destruição das capacidades militares e de governo do Hamas e da Jihad Islâmica de uma forma que impediria a sua capacidade e vontade de ameaçar e atacar os cidadãos de Israel durante muitos anos&#8221;.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos embarcando numa guerra longa e difícil que nos foi imposta por um ataque assassino do Hamas, acrescentou o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, em comunicado.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lançar o ataque no sábado, o Hamas disse que a ofensiva foi motivada pelos &#8220;ataques crescentes&#8221; de Israel contra os palestinos na Cisjordânia, em Jerusalém e contra os palestinos nas prisões israelenses. O comandante militar do grupo, Mohammad Deif, convocou os palestinos de todo o mundo para lutar.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerado terrorista pelos Estados Unidos e boa parte dos países europeus, o Hamas prega a destruição de Israel em seu estatuto. Foi criado em 1987, após o início da primeira intifada, levante palestino contra forças israelenses.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escalada surge num contexto de violência crescente entre Israel e militantes palestinos na Cisjordânia ocupada por Israel, onde uma autoridade palestina exerce um governo limitado, à qual se opõe o Hamas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Irã e China convocam a comunidade internacional para resolução pacífica do conflito ucraniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 09:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Ira]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quinta, 16 de fevereiro de 2023 Os líderes do Irã e da China pediram à comunidade mundial que criasse condições para uma solução pacífica para a crise ucraniana, de acordo com sua declaração conjunta divulgada nesta quinta-feira (16) após uma reunião em Pequim. &#8220;Ambos os lados apelaram à comunidade internacional, especialmente às partes envolvidas, para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quinta, 16 de fevereiro de 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os líderes do Irã e da China pediram à comunidade mundial que criasse condições para uma solução pacífica para a crise ucraniana, de acordo com sua declaração conjunta divulgada nesta quinta-feira (16) após uma reunião em Pequim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ambos os lados apelaram à comunidade internacional, especialmente às partes envolvidas, para criar condições para uma resolução pacífica da crise ucraniana&#8221;, diz o comunicado publicado pelo Ministério das Relações Exteriores da China.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Sputniknews</p>



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<iframe title="Jerônimo Rodrigues - Governador da Bahia - Retransmissão" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/JSxUNfcl3KE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Força Tarefa é enviada a Porto Seguro para impedir conflitos entre fazendeiros e indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 12:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Força tarefa]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Seguro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma força-tarefa foi montada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) para impedir novos conflitos entre fazendeiros e indígenas no extremo sul da Bahia. &#160;As equipes já foram enviadas para a região na última terça-feira (13). Além de ampliar as ações ostensivas na região dos conflitos, a força-tarefa visa ainda identificar e prender os envolvidos na morte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Uma força-tarefa foi montada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) para impedir novos conflitos entre fazendeiros e indígenas no extremo sul da Bahia. &nbsp;As equipes já foram enviadas para a região na última terça-feira (13).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de ampliar as ações ostensivas na região dos conflitos, a força-tarefa visa ainda identificar e prender os envolvidos na morte de um adolescente Pataxó de 14 anos, em Prado, no extremo sul do estado. A equipe conta com agentes das polícias Militar, Civil, Técnica e Rodoviária Federal (PRF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na terça-feira, os integrantes da operação se reuniram em Porto Seguro para montar um planejamento de visitas e coleta de depoimentos na região. A força-tarefa foi criada após uma reunião do secretário de Segurança Pública, Ricardo Mandarino, e lideranças indígenas com o secretário na última sexta-feira (9), em Salvador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o mês de julho, lideranças e comunidades indígenas da região denunciam ataques de pistoleiros. De acordo o com denúncias do Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (Mupoiba), os mandantes seriam fazendeiros e milicianos armados que reivindicam terras da região. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Metro1</strong></p>



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<iframe title="Como gerenciar as emoções" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/i3mBatOsIrY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>&#8216;Crianças chorando, pedindo socorro e correndo sem saber para onde ir&#8217;, diz professora após ataque de tiros em aldeias na Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 18:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Tiroteio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Professoras que atuam em comunidades indígenas de Porto Seguro, gravaram vídeos com denúncias de tiros feitos por pistoleiros na direção das aldeias de Boca da Mata e Cassiana, que pertencem ao território indígena de Barra Velha, no extremo do sul da Bahia. &#8220;É muita pressão trabalhar dessa forma, sendo ameaçada a todo momento pelos pistoleiros e fazendeiros. As [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Professoras que atuam em comunidades indígenas de Porto Seguro, gravaram vídeos com denúncias de tiros feitos por pistoleiros na direção das aldeias de Boca da Mata e Cassiana, que pertencem ao território indígena de Barra Velha, no extremo do sul da Bahia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;É muita pressão trabalhar dessa forma, sendo ameaçada a todo momento pelos pistoleiros e fazendeiros. As crianças chorando, pedindo socorro, correndo sem saber para onde ir&#8221;, disse uma professora assustada.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os indígenas, o clima tem sido tenso na região das aldeias nos últimos dois meses, por causa de disputas por terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os indígenas dizem que a fazenda São Geraldo, que fica bem próximo do limite das aldeias, foi ocupada recentemente por parte do grupo. Eles afirmam que buscam a demarcação do território, mas fazendeiros e pistoleiros tentam inibir novas ocupações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve um tiroteio na quarta-feira (17) e crianças que estavam em um campo de futebol e dentro de uma escola tiveram que correr para se proteger dos tiros.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Nossos alunos todos apavorados, chorando. Um monte de bala quase atinge a casa de um dos nossos alunos. Os nossos alunos tanto de baixo, da escola da extensão, quanto a escola, todos chorando&#8221;, lamentou a professora.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Em áudios que viralizaram nas redes sociais, professoras pediam ajuda para proteger os alunos do tiroteio. &#8220;Estão atirando na beira do rio, as balas estão passando por cima das casas porque não tem árvores perto do rio. Nós estamos com as crianças todas aqui escondidas dentro da escola&#8221;, disse uma delas, muito assustada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Está todo mundo saindo das casas e ficando atrás do mato. Tem muita criança na beira do campo. A gente está aqui na escola com um monte de criança, presa aqui na escola. A gente liga para os pais e eles não podem sair de dentro de casa&#8221;, desabafou outra professora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o tiroteio, dois policiais militares foram baleados, socorridos e levados para o Hospital Frei Ricardo, em Itabela. Um foi atingido no pescoço e o outro na perna, mas ambos já receberam alta médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o 8° Batalhão de Polícia Militar, responsável pelo policiamento em Porto Seguro, os agentes estavam na região porque foram chamados para desobstruir algumas vias que tinham sido interditada pelos indígenas, e também trabalhavam no local para evitar que eles ateassem fogo em uma das pontes que dá acesso a outras fazendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurada pela TV Santa Cruz, afiliada da TV Bahia, a Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá do Extremo Sul da Bahia (FINPAT), informou que o ataque foi feito por fazendeiros e milicianos que estariam incomodados com a presença dos indígenas próximos dessas fazendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação também pediu o apoio do Ministério Público Federal (MPF), da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Polícia Federal (PF) para resolver a situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>G1 Bahia </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-15-at-10.41.14-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-53290"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/criancas-chorando-pedindo-socorro-e-correndo-sem-saber-para-onde-ir-diz-professora-apos-ataque-de-tiros-em-aldeias-na-bahia/">‘Crianças chorando, pedindo socorro e correndo sem saber para onde ir’, diz professora após ataque de tiros em aldeias na Bahia</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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