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	<title>Conflitos |</title>
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	<title>Conflitos |</title>
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		<title>Peça mostra desafios e conflitos da transição de gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 17:34:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criada pelo artista cênico Oliver Olívia, “Culpa” fica em cartaz entre 7 e 23 deste mês no Sesc Belenzinho, em São Paulo “Uma pessoa transgênero e seus pais fazem uma peça de teatro na qual rememoram momentos de vida juntos, antes da mastectomia masculinizadora. Através de imagens, refletem sobre as tensões do relacionamento.” Essa é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Criada pelo artista cênico Oliver Olívia, “Culpa” fica em cartaz entre 7 e 23 deste mês no Sesc Belenzinho, em São Paulo</p>



<p>“Uma pessoa transgênero e seus pais fazem uma peça de teatro na qual rememoram momentos de vida juntos, antes da mastectomia masculinizadora. Através de imagens, refletem sobre as tensões do relacionamento.” Essa é a sinopse da peça&nbsp;<em>Culpa</em>, que o artista cênico Oliver Olívia apresenta no Sesc Belenzinho, em São Paulo, entre os dias 7 e 23 deste mês. “A peça narra a relação entre Oliver e seus pais, Eugênio e Rosana, ao longo de sua transição de gênero”, informa em nota a assessoria de imprensa do espetáculo. “A pandemia intensificou o distanciamento entre eles, gerado pelo estranhamento mútuo diante das mudanças. Cada etapa da transição – alteração de nome e pronomes, tratamento hormonal e cirurgia – tensionou os vínculos familiares, revelando as projeções, expectativas e preconceitos enraizados na sociedade. A interrupção da comunicação após a cirurgia serviu como ponto de partida para a criação da peça.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Com 60 minutos de duração,&nbsp;<em>Culpa</em>&nbsp;é a terceira parte de uma trilogia criada por Oliver ao longo de sua transição de gênero, que inclui ainda as peças&nbsp;<em>Não Ela: O Que É Bom Está Sempre Sendo Destruído</em>&nbsp;(2020) e&nbsp;<em>Ele</em>&nbsp;(2021). Nas duas primeiras obras, o artista contracenava com o seu marido. Agora, em&nbsp;<em>Culpa</em>, ele atua em cena com os seus pais. “Há uma linha estética comum nos três espetáculos, como projeções de textos e jogos performativos que vão sendo executados de modos diferentes a cada sessão, e não por meio de cenas marcadas”, explica Oliver, de acordo com a assessoria de imprensa. “Também não há uma trilha sonora num sentido muito convencional, de embalar alguma atmosfera. O que predomina também nos trabalhos é uma moldura teatral para algo não convencionalmente teatral.”</p>



<p>Integrante do grupo Dispêndio – que inclui ainda Lucas Miyazaki e Antonio Salviano -, Oliver Olívia é bacharel em Filosofia pela USP e se formou como ator na SP Escola de Teatro. É mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, onde atualmente cursa o doutorado.</p>



<p><em>A peça&nbsp;</em>Culpa&nbsp;<em>fica em cartaz de 7 a 23 deste mês, às sextas-feiras e sábados, às 20 horas, e domingos, às 18h30, no Sesc Belenzinho (Rua Padre Adelino, 1.000, Belenzinho, zona leste de São Paulo, próximo à estação Belém do metrô). Mais informações estão disponíveis no&nbsp;<a href="https://www.sescsp.org.br/programacao/culpa/">site do Sesc Belenzinho</a>.</em></p>



<p>Fonte: Jornal da USP / Foto: Jennifer Glass</p>



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<iframe title="INÍCIO DOS TRABALHOS DO LEGISLATIVO IPIRAENSE" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rC7EkFQHipo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Juros e conflitos impedem queda de Índice de Incerteza Econômica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 16:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[Incerteza Econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indicador calculado pela FGV marca 107,8 pontos Os debates em torno da taxa de juros no Brasil e a intensificação de conflitos no Oriente Médio interromperam a trajetória de queda do Índice de Incerteza Econômica, apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Depois de três meses seguidos de queda, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Indicador calculado pela FGV marca 107,8 pontos</p>



<p>Os debates em torno da taxa de juros no Brasil e a intensificação de conflitos no Oriente Médio interromperam a trajetória de queda do Índice de Incerteza Econômica, apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Depois de três meses seguidos de queda, o indicador atingiu em setembro 107,8 pontos, mesmo patamar de agosto, conforme divulgado nesta segunda-feira (30).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1613959&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1613959&amp;o=node"></p>



<p>O índice é um termômetro da incerteza econômica baseada em dois elementos, mídia e expectativa. O componente mídia considera menções à incerteza em jornais e sites de notícia. O componente expectativa toma em consideração previsões de analistas econômicos referentes a taxa de câmbio, juros e inflação.</p>



<p>Em setembro, o fator mídia caiu 0,1 ponto; enquanto o de expectativa subiu 0,1.</p>



<p>Em maio, o índice estava em 112,9 pontos, recuando até o nível atual. Quanto menor o indicador, menor a incerteza na economia. O patamar mais baixo já registrado foi em dezembro de 2000, alcançando 83,6 pontos. O mais alto foi no começo da pandemia de covid-19, em abril de 2020, quando alcançou 210,5 pontos.</p>



<p>O marcador de setembro é o segundo menor desde abril de 2024 (106,5 pontos). Por figurar abaixo de 110 pontos, o resultado é classificado pela economista da FGV Anna Carolina Gouveia como “região de incerteza moderada”.</p>



<p>“A análise dos dados diários revelou uma queda no indicador até meados do mês, possivelmente impulsionada pelos resultados positivos da atividade econômica. Na segunda quinzena, no entanto, voltou a subir, pressionado pelas discussões sobre a política monetária dos próximos meses e pelo agravamento do conflito no Oriente Médio”, escreveu a economista no comunicado de divulgação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cenário</h2>



<p>No último dia 18, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumentou a Selic em 0,25 ponto percentual, levando a taxa básica de juros da economia para 10,75% ao ano. Foi o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1075-ao-ano%2C#:~:text=A%20%C3%BAltima%20alta%20dos%20juros,10%2C5%25%20ao%20ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">primeiro aumento</a>&nbsp;desde agosto de 2022.</p>



<p>Em relação ao&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/entenda-por-que-gaza-motivou-os-bombardeios-de-israel-contra-o-libano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Oriente Médio</a>, fatos de destaque em setembro foram ofensivas israelenses no Líbano, tendo como alvo o Hezbollah, grupo político muçulmano com forte braço armado.</p>



<p>A coleta de informações pela FGV é feita sempre do dia 26 do mês anterior ao de referência ao dia 25 do mês de referência. Dessa forma, o assassinato do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, no último dia 28 não chegou ainda a influenciar o índice da FGV.</p>



<p>Fonte: Agência Brasil / Foto: © CNI/Miguel Ângelo/Direitos reservados</p>



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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/juros-e-conflitos-impedem-queda-de-indice-de-incerteza-economica/">Juros e conflitos impedem queda de Índice de Incerteza Econômica</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Apesar do Acordo de Paz, Colômbia tem oito conflitos armados em andamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 19:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), disputas no país seguem violando o Direito Humanitário Internacional Passados&#160;sete anos&#160;da assinatura do&#160;Acordo de Paz,&#160;a Colômbia não é um país em guerra, mas em guerras. Segundo o&#160;Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV),&#160;há em andamento no país sul-americano oito conflitos armados de caráter não internacional. Um a mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), disputas no país seguem violando o Direito Humanitário Internacional</em></p>



<p>Passados<strong>&nbsp;sete anos</strong>&nbsp;da assinatura do&nbsp;<strong>Acordo de Paz,</strong>&nbsp;a Colômbia não é um país em guerra, mas em guerras. Segundo o&nbsp;<strong>Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV)</strong>,&nbsp;<strong>há em andamento no país sul-americano oito conflitos armados de caráter não internacional</strong>. Um a mais do que o registrado em 2022.</p>



<p>Os dados fazem parte de um relatório divulgado nesta quarta-feira (3) pela organização internacional e revelam que os conflitos no país têm se expandido para outras regiões. Além disso, eles envolvem não somente as forças do Estado e grupos armados irregulares, mas também disputas territoriais entre os próprios grupos paramilitares.</p>



<p>De acordo com a CICV, dos oito conflitos armados, três deles são entre o Estado colombiano e os seguintes grupos, respectivamente: o Exército de Libertação Nacional (ELN), as Autodefesas Gaitanistas da Colômbia (AGC) e as antigas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc-EP) que atualmente não respeitam o Acordo de Paz.</p>



<p><strong>Os outros cinco conflitos são entre grupos armados não estatais:</strong>&nbsp;um entre o ELN e as AGC; e os quatro restantes, entre as antigas FARC-EP com os grupos Segunda Marquetalia, os Comandos de la Fronteira &#8211; Exército Bolivariano, o ELN e as AGC.&nbsp;<strong>Esse último conflito foi classificado recentemente pelo CICV.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Impacto humanitário</h2>



<p>A continuação dos conflitos armados no território colombiano traz uma série de consequências às comunidades que se veem em meio a essas disputas territoriais. Segundo o CICV, o deslocamento em massa atingiu 50.236 pessoas no país no ano passado, uma diminuição de 13% em relação a 2022.</p>



<p>No entanto, chegou a outros departamentos como Amazonas, Huila, Meta e La Guajira, que em 2022 não tinham registrado deslocamentos em massa, mas em 2023 tiveram mais de mil pessoas afetadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vítimas de artefatos explosivos</h2>



<p>Durante 2023, foram registradas 380 vítimas diretas de minas antipessoal, restos explosivos de guerra, artefatos lançados e artefatos de detonação controlada na Colômbia.</p>



<p>Do total de vítimas registradas, 54 % corresponde à população civil, 40,5% à força pública e 5,5 % a grupos armados não estatais. Dessas, 61 morreram.</p>



<p>Isso representa uma diminuição de 27% em relação a 2022. Mas, segundo a Cruz Vermelha, não significa uma redução da presença, uso e abandono de artefatos explosivos, mas uma mudança na forma de uso, já que, paralelamente, houve um aumento significativo no número de vítimas por artefatos ativados pela própria vítima.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Confinamento</h1>



<p>As disputas territoriais e a presença de artefatos explosivos levaram ao confinamento de 47.013 pessoas, o que representa um aumento de 19% no âmbito nacional em comparação com 2022, aponta o relatório.</p>



<p>&#8220;Na Colômbia existem comunidades inteiras que não podem circular livremente através dos seus território porque o medo e a ansiedade continuam a condicionar a vida destas pessoas&#8221;, afirma Lorenzo Caraffi, chefe da delegação do Comitê Internacional da Cruz Vermelha no país.</p>



<p>Segundo a organização, a presença, seja de um único artefato ou de sua suspeita, pode deixar uma comunidade inteira confinada por longos períodos ou, em ocasiões, de maneira intermitente. Isso limita o acesso a recursos essenciais como fontes de água, educação e cuidados de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desaparecidos</h2>



<p>Desde a entrada em vigor do Acordo de Paz em 2016 até dezembro de 2023, 1.476 pessoas desapareceram na Colômbia devido aos conflitos armados e à violência, alerta a CICV.</p>



<p>Somente em 2023, foram 222 casos documentados pela organização, sendo que 75% deles foram registrados em Arauca, Cauca, Nariño, Norte de Santander, Chocó e Valle del Cauca, regiões historicamente afetadas por esses conflitos.</p>



<p>Ainda segundo o relatório, desses 222 casos, 49 correspondem ao desaparecimento de crianças e adolescentes.</p>



<p>&#8220;A análise dessa problemática destaca a vulnerabilidade que enfrentam a infância e a juventude em meio aos conflitos armados e à violência. O desaparecimento de menores de idade tem um impacto psicológico e psicossocial duradouro nas comunidades, pois representa uma tragédia que vai além da perda individual e coloca em risco o futuro da sociedade&#8221;, pontua o relatório.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acordo de Paz</h2>



<p>Assinado em novembro de 2016 pelo então presidente colombiano Juan Manuel Santos e as Farc, o acordo de paz colocou fim a um guerra civil de meio século entre o governo colombiano e a guerrilha e foi considerado um marco histórico na história recente do país. Contudo, desde então, muitos aspectos desse acordo ainda não garantiram o fim dos conflitos armados e muito menos a segurança da população rural colombiana.</p>



<p>Muitos lugares antes controlados pelas Farc passaram a ser alvo de disputa entre outros grupos paramilitares com a retirada da guerrilha e a incapacidade do governo colombiano de se fazer presente nessas regiões.</p>



<p>Gustavo Petro, ex-guerrilheiro e primeiro presidente de esquerda da Colômbia, foi eleito em 2022 justamente com a promessa de encerrar de vez o conflito armado no país. Ele defende uma política de &#8220;paz total&#8221; e retomou as negociações entre o governo e os grupos paramilitares como o Exército de Libertação Nacional (ELN), a última guerrilha ativa do país, que estavam suspensos desde 2019. O cessar-fogo foi renovado no início deste ano e está previsto para durar até 15 de julho.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



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<iframe title="Trabalho com dedicação resume em investimentos no município de Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/2u6tHEqxg-Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Fonte: <strong>SBT News</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/apesar-do-acordo-de-paz-colombia-tem-oito-conflitos-armados-em-andamento/">Apesar do Acordo de Paz, Colômbia tem oito conflitos armados em andamento</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Brasil registrou um conflito no campo a cada quatro horas em 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 13:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[CPT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da CPT apontam que Amazônia é principal foco de disputas Em 2022, foram registrados 2.018 casos de conflitos no campo, envolvendo 909,4 mil pessoas e mais de 80,1 milhões hectares de terra em disputa em todo o território nacional, o que corresponde à média de um conflito a cada quatro horas. Os dados constam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dados da CPT apontam que Amazônia é principal foco de disputas</em></p>



<p>Em 2022, foram registrados 2.018 casos de conflitos no campo, envolvendo 909,4 mil pessoas e mais de 80,1 milhões hectares de terra em disputa em todo o território nacional, o que corresponde à média de um conflito a cada quatro horas. Os dados constam no relatório anual sobre violência no campo, divulgado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) nesta segunda-feira (17). Esses números indicam&nbsp;incremento de 10,39% em relação ao ano anterior, quando houve o registro de 1.828 ocorrências totais de conflitos rurais.</p>



<p>Essas ocorrências abrangem não apenas as disputas específicas pela terra, mas também a disputa por água, trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão, contaminação por agrotóxico, assassinatos, mortes e outros casos de violência. &nbsp;</p>



<p>&#8220;Nos últimos dez&nbsp;anos, foi só em 2020 que tivemos um número geral de conflitos maior do que esse, em plena pandemia. Por isso, os números do ano passado são muito graves&#8221;, observa Isolete Wichinieski, da coordenação nacional da CPT.</p>



<p>Em termos de conflito pela terra, foram 1.572 ocorrências no país.&nbsp;O número representa aumento de 16,70% em relação ao ano anterior.&nbsp;</p>



<p>Ao todo, 181.304 famílias viveram diante da mira desse tipo de conflito no Brasil, o que dá 4,61% a mais que o registrado em 2021. Os casos inseridos nesse eixo são as ocorrências de violências contra a ocupação e a posse e contra as pessoas, além das ações coletivas de ocupação de terras e acampamentos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Amazônia sob ataque</h2>



<p>Das unidades da federação com índices mais elevados de conflitos por terra, quatro integram a Amazônia Legal. A região concentrou, em 2022, um total de 1.107 conflitos no campo, o que representa mais da metade de todos os conflitos ocorridos no país (54,86%), aponta o relatório.</p>



<p>Outro dado alarmante é que, dos 47 assassinatos no campo registrados no Brasil no ano passado, 34 ocorreram na Amazônia Legal, o que representa 72,35% de todos os assassinatos no país.</p>



<p>&#8220;A curva ascendente na Amazônia Legal a torna um dos mais graves epicentros da violência no campo na atualidade&#8221;, diz a CPT no levantamento. O relatório descreve a região da maior floresta tropical do planeta como &#8220;palco de exploração e devastação, criando um verdadeiro campo minado, no qual foram atingidas 121.341 famílias de povos originários e comunidades camponesas em 2022&#8221;.</p>



<p>Os dados da CPT também apresentam os principais causadores desses conflitos. No ano passado, os fazendeiros foram responsáveis por 23% das ocorrências de conflito por terra, seguidos do governo federal, com 16%. Em seguida, aparecem empresários (13%) e grileiros (11%). A principal mudança em relação ao ano de 2021 foi o crescimento da participação do governo federal nos conflitos por terra, que saltou de 10% para 16%.</p>



<p>Áreas de fronteira agrícola na Amazônia têm registrado índices crescentes de conflito. É o caso da Zona de Desenvolvimento Sustentável (ZDS) Abunã-Madeira (Amacro), que engloba 32 municípios localizados no sul do Amazonas, leste do Acre e noroeste de Rondônia, compreendendo uma área de mais de 454 mil quilômetros quadrados. A região tem sido palco de crescente número de conflitos por terra nos últimos anos, tendo como foco sobretudo comunidades tradicionais, como territórios indígenas. Em 2022, foram registrados 150 casos de conflitos por terra nessa região especificamente, o terceiro número mais alto dos últimos dez anos, segundo a CPT.</p>



<p>&#8220;A comissão&nbsp;tem observado que, de 2004 para cá, está havendo mudança no foco desses conflitos, que deixaram de ser, em sua grande maioria, com os sem-terra, de disputa pela terra e contra a reforma agrária, para conflitos que vão para cima das comunidades, especialmente indígenas, por meio da grilagem mesmo ou invasões&#8221;, destaca Isolete Wichinieski.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Trabalho escravo</h2>



<p>O relatório da CPT indica&nbsp;que, ao longo de 2022, foram notificados 207 casos de trabalho análogo à escravidão no meio rural, com 2.615 pessoas envolvidas nas denúncias e 2.218 resgatadas, o maior número dos últimos dez anos. Em comparação ao ano anterior, o aumento foi de 29% no número de pessoas resgatadas e 32% no número de casos.</p>



<p>O levantamento revela&nbsp;que o estado de Minas Gerais concentrou o maior número desse tipo de violência (62 casos com 984 pessoas resgatadas), seguido por Goiás (17 casos com 258 pessoas resgatadas); Piauí (23 casos com 180 pessoas resgatadas); Rio Grande do Sul (10 casos com 148 pessoas resgatadas); Mato Grosso do Sul (10 casos com 116 pessoas resgatadas) e São Paulo (10 casos com 87 pessoas resgatadas). Esses números referem-se exclusivamente às pessoas resgatadas no meio rural, que representam 88% desses casos no país. Os outros 12% são casos de trabalho escravo em áreas urbanas, que não são incluídas no relatório.</p>



<p>&#8220;Esses dados não representam o total de pessoas que trabalham em condições subumanas no campo brasileiro, uma vez que nem todas as ocorrências são notificadas ou mesmo descobertas&#8221;, diz a entidade.</p>



<p>De acordo com a CPT, o agronegócio e as empresas de monocultivos são os principais responsáveis pela situação de trabalho degradante flagrada&nbsp;no país. Apenas no setor sucroalcooleiro, por exemplo, 523 pessoas foram resgatadas no ano passado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Chuva de agrotóxicos</h2>



<p>Outro agravamento das violações no meio rural foi observado com o aumento dos casos de contaminação por agrotóxicos. Foram 193 pessoas atingidas, um crescimento de 171,85% em relação ao ano de 2021.</p>



<p>O número de famílias afetadas pela aplicação de veneno nas lavouras somou 6.831, o que representa 86% a mais que 2021 e o maior número registrado pela CPT desde 2010, quando esse tipo de violência passou a ser apurada pela Pastoral.</p>



<p>Fonte: <strong>Agência Brasil</strong></p>



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		<title>Com aumento de conflitos, mundo tem 1 em cada 88 pessoas deslocada à força</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2022 13:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[Refugiados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MAYARA PAIXÃOGUARULHOS, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A cada 88 pessoas no mundo, ao menos 1 vivia longe de casa no ano passado por ter sido forçada a migrar devido a situações de conflito ou violação de direitos humanos, mostra relatório do Acnur, alto comissariado da ONU para refugiados, divulgado nesta quarta-feira (15). Ao todo, 2021 registrou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>M</strong>AYARA PAIXÃOGUARULHOS, SP (FOLHAPRESS) &#8211; A cada 88 pessoas no mundo, ao menos 1 vivia longe de casa no ano passado por ter sido forçada a migrar devido a situações de conflito ou violação de direitos humanos, mostra relatório do Acnur, alto comissariado da ONU para refugiados, divulgado nesta quarta-feira (15). Ao todo, 2021 registrou 89,3 milhões de deslocados forçados.</p>



<p>A cifra representa mais que o dobro da que foi observada há uma década. A título de comparação, é como se toda a população do Sudeste do Brasil tivesse de migrar para outra região ou mudar de país para fugir de conflitos em seu território.</p>



<p>O número tende a apenas crescer com o cenário de multiplicação de conflitos globais, destaca o material. No mês passado, pouco antes da divulgação do relatório com dados de 2021, o órgão anunciou que fatores como a Guerra da Ucrânia já haviam levado o número de deslocados a superar os 100 milhões neste ano.</p>



<p>&#8220;A causa é uma certa incapacidade da comunidade internacional de prevenir e solucionar conflitos&#8221;, diz Luiz Fernando Godinho, porta-voz do Acnur no Brasil. &#8220;Crises humanitárias são questões políticas e só podem ser resolvidas com vontade política; a resposta humanitária é apenas um paliativo.&#8221;</p>



<p>Se a paz duradoura fosse restabelecida em alguns locais-chave, o Acnur estima que a quantidade de refugiados poderia ser reduzida a cerca de 10 milhões, cifra registrada há dez anos. Hoje, no entanto, esse número ultrapassa os 27 milhões. A próxima segunda (20) é o Dia Mundial do Refugiado.</p>



<p>O volume de deslocamentos forçados inclui ainda quem precisou se mudar dentro de sua nação -que somam 53,2 milhões, segundo o recente relatório–, além dos solicitantes de asilo (4,6 milhões) e a massa de 4,4 milhões venezuelanos deslocados no exterior (contados à parte por não terem pedido refúgio de forma oficial, mas serem considerados pela ONU sob a mesma necessidade de proteção que os demais).</p>



<p>Ao longo do último ano, ao menos 1,7 milhão de pessoas cruzaram fronteiras internacionais em busca de proteção, e pelo menos outras 14,4 milhões se deslocaram em seus territórios por motivo semelhante. Os sírios, vítimas de uma guerra civil que perdura há 11 anos, continuam sendo a principal nacionalidade entre os refugiados, com 6,8 milhões. A maior parte (3,7 mi) está na vizinha Turquia, que, assim, se tornou o país com mais refugiados.</p>



<p>Chama a atenção, ainda, a situação de Afeganistão e Mianmar. No país da Ásia Central, onde o grupo fundamentalista Talibã retomou o poder em agosto, mais de 900 mil se deslocaram dentro do território ou para países vizinhos para fugir do conflito durante 2021. O país lidera em número de cidadãos que pediram asilo em outros locais.</p>



<p>Já na nação do Sudeste Asiático, que assistiu a um golpe militar no início do ano passado, mais de 400 mil pessoas foram forçadas a deixar suas casas e ir para outro ponto do território. A nacionalidade é a quinta com maior número de refugiados -ao menos 1,2 milhão.</p>



<p>O Brasil recebe uma menção no documento como um dos países onde houve diminuição significativa dos pedidos individuais de asilo, ainda que, ao todo, a cifra global tenha aumentado: 1,7 milhão, uma alta em relação a 2020 (1,3 milhão), ápice da pandemia de Covid.</p>



<p>Godinho explica que, além da redução do fluxo de entrada de refugiados da Venezuela devido às restrições sanitárias para conter a disseminação do coronavírus, uma das possíveis razões para a queda é o que descreve como o esforço, em 2020, de análise dos pedidos de reconhecimento da situação de refugiados de quem deixou o país vizinho.</p>



<p>O material destaca ainda o peso da emergência climática nessa crise. Ainda que não trabalhe com a denominação &#8220;refugiado climático&#8221;, o Acnur salienta que eventos extremos afetam as vidas dos que já estão deslocados e podem atuar como catalisador de deslocamentos.</p>



<p>Ainda que compile dados de 2021, o relatório também lança bases para o que se espera ver na próxima edição, que levará em conta o ano que viu eclodir a Guerra da Ucrânia. E o cenário alarmante de mais de 100 milhões significa que 1 a cada 78 pessoas estão deslocadas no planeta.</p>



<p>O alto comissariado da ONU chama a atenção para a boa resposta da comunidade internacional no acolhimento de refugiados ucranianos, mas também destaca as diferenças com que foram tratadas pessoas de outros países no continente. &#8220;Muitos dos refugiados que já estavam deslocados no final de 2021 enfrentaram condições muito mais terríveis&#8221;, afirma um trecho do texto.</p>



<p>A situação traz ensinamentos também para o Brasil, diz Godinho à Folha. &#8220;Isso mostrou não só a importância de os países terem a disposição de manter suas fronteiras abertas, mas que a resposta vai além do poder público. É claro que a capacidade do Estado é muito maior, mas a resposta da comunidade é muito importante, e temos visto muitas demonstrações de envolvimento dos cidadãos.&#8221;</p>



<p>Fonte: <strong>Notícias ao Minuto</strong></p>



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		<title>MPF quer prevenir escalada de conflitos no extremo sul da Bahia envolvendo MST</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 13:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) pediu informações para apaziguar o conflito entre integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e posseiros, em Prado, no extremo sul da Bahia.&#160; O órgão pediu informações nesta quinta-feira (4) para a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, MST e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) pediu informações para apaziguar o conflito entre integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e posseiros, em Prado, no extremo sul da Bahia.&nbsp; O órgão pediu informações nesta quinta-feira (4) para a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, MST e o Instituto Proteger.</p>



<p>No último domingo (31), o assentamento do MST foi atacado por homens armados e encapuzados. Para a SSP, o MP pediu informações sobre quais medidas foram adotadas para responsabilizar os criminosos, desarticular a possível associação criminosa e prevenir novos atos de violência.</p>



<p>Já para a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, MST e o Instituto Proteger, pediu para informarem as medidas adotadas para proteger as vítimas dos fatos criminosos, bem como para que verifiquem a possibilidade de inclusão delas no programa de proteção aos defensores de direitos humanos.</p>



<p>O objetivo do órgão ministerial é evitar nova escalada de conflitos recorrentes no extremo Sul da Bahia, inclusive nos assentamentos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que já são alvo de procedimento investigativo sobre violência no campo.</p>



<p>Fonte: <strong>Bahia Notícias/Foto: Divulgação</strong></p>



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