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	<title>Congo |</title>
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	<title>Congo |</title>
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		<title>Pela primeira vez na história, África terá dez seleções na Copa do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 01:15:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Da campanha histórica do Marrocos em 2022 ao retorno do Congo após 52 anos, continente chega ao Mundial de 2026 com número recorde de representantes Por: Izabela Prazeres &#8211; Terça, 9 de junho de 2026 Durante décadas, as seleções africanas foram vistas como surpresas ocasionais em Copas do Mundo. Em 2026, no entanto, o continente chegará [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Da campanha histórica do Marrocos em 2022 ao retorno do Congo após 52 anos, continente chega ao Mundial de 2026 com número recorde de representantes</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: <strong>Izabela Prazeres</strong> &#8211; Terça, 9 de junho de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante décadas, as seleções africanas foram vistas como surpresas ocasionais em Copas do Mundo. Em 2026, no entanto, o continente chegará ao torneio com uma força inédita. Pela primeira vez na história, dez países africanos estarão presentes no Mundial, um recorde que simboliza não apenas a expansão da competição, mas também a crescente influência da África no futebol internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marrocos, Senegal, Egito, Argélia, Tunísia, Gana, Costa do Marfim, África do Sul, Cabo Verde e República Democrática do Congo formam a maior delegação africana já vista em uma Copa. O número reflete um continente que há anos exporta talentos para os principais clubes da Europa e que passou a ocupar um espaço cada vez maior nas grandes competições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se em 1990 Camarões surpreendeu ao chegar às quartas de final e, em 2010, Gana ficou a um pênalti de alcançar as semifinais, foi em 2022 que o futebol africano rompeu uma barreira histórica. Liderado por Achraf Hakimi, Hakim Ziyech e Yassine Bounou, o Marrocos se tornou a primeira seleção africana a disputar uma semifinal de Copa do Mundo, eliminando Espanha e Portugal pelo caminho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quatro anos depois, a sensação é de que aquele feito pode deixar de ser uma exceção. A geração marroquina continua competitiva, enquanto Senegal, Costa do Marfim e Egito chegam embalados por elencos experientes e pela presença constante de jogadores nas principais ligas da Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Retorno do Congo após 52 anos&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a história mais simbólica dos africanos nesta Copa talvez seja a da República Democrática do Congo. O time garantiu a última vaga do continente ao derrotar a Jamaica na repescagem intercontinental e voltará ao Mundial após 52 anos. A última participação havia sido em 1974, quando o país ainda se chamava Zaire e se tornou a primeira nação da África Subsaariana a disputar um Mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O retorno acontece em meio a um cenário de instabilidade política, conflitos armados que atravessam o país há décadas e um surto de ebola às vésperas do Mundial. Por isso, a classificação foi celebrada como mais do que uma conquista esportiva. Em Kinshasa, a capital do país, milhares de pessoas foram às ruas após a vitória, transformando o futebol em um momento de união nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de Cabo Verde também ajuda a ilustrar a transformação do continente. Com menos de um milhão de habitantes, o pequeno arquipélago garantiu uma vaga entre os representantes africanos e disputará a Copa do Mundo pela primeira vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação do torneio para 48 seleções abriu espaço para mais representantes, mas a presença africana em 2026 também é resultado de um processo de fortalecimento que vem sendo construído há décadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Metro 1  / Foto: <strong>Reuters/Folhapress</strong></p>



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<iframe title="“Mudanças na NR1 e as obrigações das empresas gerenciarem os riscos psicossociais “" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/osWsh8e3BJQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pela-primeira-vez-na-historia-africa-tera-dez-selecoes-na-copa-do-mundo/">Pela primeira vez na história, África terá dez seleções na Copa do Mundo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil e República Democrática do Congo fortalecem laços em cooperação cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 14:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[cooperação cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra da Cultura recebeu a vista de cortesia da titular de Cultura, Artes e Patrimônio da República Democrática do Congo, Yolande Elebe Ma Ndembo. O encontro, realizado em Brasília, fortaleceu o diálogo entre os dois países e indicou caminhos para futuras parcerias. A congolesa relatou o interesse do país em investir nas indústrias culturais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Cultura recebeu a vista de cortesia da titular de Cultura, Artes e Patrimônio da República Democrática do Congo, Yolande Elebe Ma Ndembo. O encontro, realizado em Brasília, fortaleceu o diálogo entre os dois países e indicou caminhos para futuras parcerias.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A congolesa relatou o interesse do país em investir nas indústrias culturais e criativas. Dessa forma, Yolande acredita que a troca de experiência com o Brasil poderá auxiliar o país na implementação no setor. “Eu acho que é um ponto de convergência para começarmos a avançar juntos, para poder criar uma relação muito mais sólida com a cultura do Brasil”, relata Yolande.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos trabalhando muito aqui nesse processo de fortalecer, de trazer uma política justamente para a economia criativa das indústrias culturais. Porque não tem como não admitir que a cultura e a arte também são geradores de emprego, de renda e de transformação de vida”, explicou Margareth.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ministras trataram sobre o potencial de cooperação em áreas como economia criativa, patrimônio cultural e meio ambiente, destacando a relevância de iniciativas que conectem cultura e ação climática. A República Democrática do Congo abriga uma das maiores florestas tropicais do planeta e uma rica biodiversidade, além do Rio Congo, patrimônio natural que guarda similaridades com o Rio Amazonas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, o presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), João Jorge Rodrigues, falou sobre o trabalho do órgão com a criação de ações com as embaixadas. Ele relembrou a visita ao Festival Pan-Africano de Artes e Cultura (Panafest) em Gana, em 2023. “Nós queremos ter uma cooperação com os países africanos e da diáspora”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da reunião, Yolande Elebe Ma Ndembo presenteou Margareth Menezes com um Tissue Kuba Kaubé, tradicional tecido congolês que está em processo de candidatura para ser reconhecido como patrimônio mundial pela rganização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Em retribuição, a ministra brasileira entregou um livro sobre a Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visita reforça um histórico de relações entre Brasil e República Democrática do Congo que remonta a 1973, quando foi assinado o Acordo de Cooperação Cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Ministério da Cultura (Minc)</em> / Foto: Carolina Lando/MinC</p>



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<iframe title="POR QUE AMAMOS A QUEM NOS FERE?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5TzFvb_1gn4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://wa.me/?text=Brasil%20e%20Rep%C3%BAblica%20Democr%C3%A1tica%20do%20Congo%20fortalecem%20la%C3%A7os%20em%20coopera%C3%A7%C3%A3o%20cultural%20https%3A%2F%2Fwww.diplomaciabusiness.com%2Fbrasil-e-republica-democratica-do-congo-fortalecem-lacos-em-cooperacao-cultural%2F" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/brasil-e-republica-democratica-do-congo-fortalecem-lacos-em-cooperacao-cultural/">Brasil e República Democrática do Congo fortalecem laços em cooperação cultural</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Canadá fornece financiamento para responder às crises no Sudão e na República Democrática do Congo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 13:04:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Canadá reconhece que o mundo está lidando com crescente incerteza geopolítica, com conflitos abrangendo vários continentes impactando milhões de pessoas. É por isso que o Canadá se dedica a fazer sua parte para apoiar aqueles em necessidade, colaborando com parceiros confiáveis ​​e confiáveis ​​em esforços de assistência internacional. Hoje, o povo sudanês continua a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Canadá reconhece que o mundo está lidando com crescente incerteza geopolítica, com conflitos abrangendo vários continentes impactando milhões de pessoas. É por isso que o Canadá se dedica a fazer sua parte para apoiar aqueles em necessidade, colaborando com parceiros confiáveis ​​e confiáveis ​​em esforços de assistência internacional.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, o povo sudanês continua a suportar o peso do conflito entre as Forças Armadas Sudanesas e as Forças de Apoio Rápido, que começou em abril de 2023. Mais de 12,8 milhões de pessoas foram forçadas a fugir enquanto enfrentavam abusos indizíveis de direitos humanos e violações do direito internacional humanitário. E na República Democrática do Congo (RDC), a violência crescente deslocou centenas de milhares de pessoas no leste da RDC e exacerbou a crise humanitária de longa data.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para atender às necessidades das pessoas afetadas por esses conflitos, a Honorável Mélanie Joly, Ministra das Relações Exteriores e Desenvolvimento Internacional, anunciou hoje que o Canadá está fornecendo mais de US$ 116 milhões em financiamento humanitário, de desenvolvimento e de assistência à paz e segurança para o Sudão (US$ 75 milhões) e a RDC (mais de US$ 41 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No Sudão, isso inclui:</strong><br>US$ 60 milhões em financiamento de assistência humanitária, elevando o financiamento total da resposta humanitária do Canadá no Sudão para US$ 64 milhões em 2025; esse financiamento está sendo fornecido à ONU, à Cruz Vermelha e a ONGs parceiras para fornecer assistência vital, incluindo alimentação, proteção, saúde, água, saneamento e serviços de higiene<br>5 milhões de dólares em financiamento de assistência ao desenvolvimento para melhorar a dignidade e a segurança dos sobreviventes de violência sexual relacionada com conflitos e para reforçar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde na gestão clínica de sobreviventes de violação e nos serviços de primeiros socorros psicológicos<br>10 milhões de dólares em financiamento para a paz e a segurança para proteger civis e trabalhadores humanitários e facilitar a entrega de assistência humanitária muito necessária em áreas afetadas por conflitos, reduzindo a ameaça de contaminação por munições explosivas</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na RDC, isso inclui:</strong><br>mais de US$ 26 milhões em financiamento de assistência humanitária, elevando a resposta humanitária do Canadá na RDC para mais de US$ 42 milhões em 2025; esse financiamento está sendo fornecido à ONU, à Cruz Vermelha e a ONGs parceiras para fornecer assistência vital, incluindo alimentação, proteção, saúde, água, saneamento e serviços de higiene<br>US$ 15 milhões em financiamento de assistência ao desenvolvimento para fortalecer a capacidade das instituições nacionais e da sociedade civil local de proteger mulheres e meninas afetadas por conflitos contra a violência de gênero, fornecer cuidados holísticos a sobreviventes de violência sexual e de gênero e apoiar famílias deslocadas em sua transição da assistência alimentar de emergência para fontes alimentares e meios de subsistência sustentáveis</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Canadá apela a todas as partes desses conflitos para proteger os civis e a infraestrutura civil, de acordo com suas obrigações sob o direito humanitário internacional. Eles devem permitir e facilitar a passagem segura, rápida e desimpedida de assistência humanitária para civis necessitados. O Canadá também os insta a promover a responsabilização por violações do direito humanitário internacional e dos direitos humanos. O Canadá continua a apelar a todas as partes para cessarem imediatamente as hostilidades e conduzirem negociações de boa-fé sobre uma resolução pacífica por meio do diálogo inclusivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Ministério das Relações Exteriores do Canadá</em> / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="A ANSIEDADE E SUAS RAÍZES NO PASSADO: UMA PERSPECTIVA PSICANALISTA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DYmQVFt-4ko?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Pelo menos 773 corpos são registrados em necrotérios no leste da RD Congo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2025 01:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas alertam para deterioração da situação humanitária na região devido à crise Da Reuters &#8211; Sábado, 1 de fevereiro de 2025 Ao menos 773 corpos foram registrados em necrotérios hospitalares dentro e ao redor da cidade de Goma em 30 de janeiro, após uma ofensiva do grupo armado M23, apoiado por Ruanda, de acordo com [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ipiracity.com/pelo-menos-773-corpos-sao-registrados-em-necroterios-no-leste-da-rd-congo/">Pelo menos 773 corpos são registrados em necrotérios no leste da RD Congo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Especialistas alertam para deterioração da situação humanitária na região devido à crise</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/autor/da-reuters/">Da Reuters</a> &#8211; Sábado, 1 de fevereiro de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao menos 773 corpos foram registrados em necrotérios hospitalares dentro e ao redor da cidade de Goma em 30 de janeiro, após uma ofensiva do grupo armado M23, apoiado por Ruanda, de acordo com o Ministério da Saúde da República Democrática do Congo neste sábado (1º).</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" data-id="141760" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt="" class="wp-image-141760"/></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">A capacidade dos necrotérios foram excedidas e ainda há mais corpos nas ruas devido à <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/trump-diz-que-crise-entre-ruanda-e-rd-congo-e-problema-muito-serio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">crise</a>, acrescentou o Ministério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pasta informou que 2.880 feridos foram registrados entre 26 e 30 de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/o-que-esta-acontecendo-no-congo-e-por-que-ha-conflitos-no-pais/">Os rebeldes do M23, liderados pelos tutsis, tomaram na terça-feira (28) Goma,</a> a maior cidade do leste da RD Congo e capital da província de Kivu do Norte, que abriga lucrativas minas de ouro, coltan e estanho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/rd-congo-rebeldes-do-m23-avancam-para-nova-cidade-apos-conquista-de-goma/">Eles então seguiram em direção a Bukavu, no Kivu do Sul,</a> mas pareceram ser detidos na sexta-feira(31) por tropas congolesas apoiadas pelo exército do Burundi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem treinado e profissionalmente armado, o M23 é o mais recente de uma longa linha de movimentos rebeldes apoiados por <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ruanda-pede-cessar-fogo-e-negociacoes-com-rebeldes-na-rd-congo/">Ruanda</a> a surgir nas voláteis fronteiras orientais d RD Congo após duas guerras sucessivas decorrentes do genocídio de Ruanda em 1994.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A última escalada agravou uma crise humanitária de longa data que levou milhares de pessoas a buscar abrigo em Goma após fugir dos combates entre o M23 e as tropas lese da RD Congo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Milhares de pessoas chegaram à cidade neste mês enquanto os rebeldes avançavam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações humanitárias tiveram dificuldades para operar durante os dias de intensos combates em torno da captura de Goma, apoiando hospitais sobrecarregados e fornecendo ajuda em meio a saques generalizados de seus armazéns e fogo cruzado que também afetou sua própria equipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização Médicos Sem Fronteiras disse na sexta-feira (31) que tinha apenas um pequeno estoque de medicamentos e parou de ajudar pessoas em campos de deslocados. O Programa Mundial de Alimentos disse que havia retirado funcionários e suspendido atividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve escassez de suprimentos médicos, ambulâncias e sacos mortuários, disse o Ministério da Saúde da RD Congo, com preocupações de segurança ainda limitando o acesso a partes da cidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Deslocados voltam para casa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A vida cotidiana foi retomada em Goma no sábado (1°), após intensos combates que levaram a violações dos direitos humanos, incluindo execuções sumárias, bombardeamentos de campos de deslocados, relatos de violações em grupo e outras formas de violência sexual, de acordo <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/brasileiro-que-comandara-missao-na-rd-congo-chega-a-africa-na-segunda-3/">com a ONU.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/o-que-e-o-m23-grupo-rebelde-da-rd-congo-que-avanca-sobre-cidades-no-pais/">O M23 tem a intenção de mostrar que pode restaurar a ordem e governar.</a> Energia e água, que foram cortadas por dias, foram parcialmente restauradas, enquanto os moradores foram informados de que as aulas seriam retomadas e que as pessoas deslocadas seriam autorizadas a voltar para casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mercados reabriram, embora a comida continuasse escassa, com muitas barracas vazias. Um cliente disse que a internet móvel ainda estava inativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Três fontes humanitárias afirmaram que as pessoas estavam deixando os campos de deslocados. Corneille Nangaa, chefe da coalizão política que apoia o M23, Alliance Fleuve Congo, disse que as pessoas estavam saindo porque as estradas tinham reaberto, e que seu objetivo era facilitar seu retorno para casa “assim que as condições permitissem”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vamos pedir apoio a todas essas ONGs (para isso), mas o desafio é fazer tudo, passar da ajuda humanitária para o desenvolvimento”, disse Nangaa na sexta-feira (31).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O avanço rebelde está parado</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/presidente-da-rd-congo-diz-que-pais-nao-sera-humilhado/">Os combates</a> pareciam ter cessado no sábado (1º) depois que o exército reagiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O líder da sociedade civil local, Justin Mulindangabo, disse que o exército do Congo havia retomado as aldeias de Mukwija, Shanje, Numbi e Nyamasasa e outras localidades no território de Kalehe, a meio caminho entre Goma e Bukavu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mulindangabo, que mora em Kavumu, uma cidade 35 km ao norte de Bukavu, disse que os moradores estavam retomando a vida cotidiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra fonte da sociedade civil disse que não houve combates em Kalehe na manhã de sábado. Uma autoridade local disse que o exército havia fortalecido sua posição em Kalehe e retomado várias aldeias, incluindo Mukwija, embora os combates continuassem em outros lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O exército do da RD Congo não respondeu a um pedido de comentário no sábado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Burundi, que faz fronteira com Ruanda e RD Congo, tem reforçado as forças de segurança da RD Congo em Kivu do Sul e em outros lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sexta-feira (31), o presidente do Burundi, Evariste Ndayishimiye, alertou que retaliaria qualquer invasão ruandesa em seu país e “generalização” do conflito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro das Relações Exteriores de Ruanda, Olivier Nduhungirehe, disse no sábado (1º) que era o Burundi que estava tentando derrubar seu governo em Kigali.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mais recente escalada do conflito gerou críticas internacionais a Ruanda e repetidos apelos por um cessar-fogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ruanda há muito tempo nega apoiar o M23 e diz que está se defendendo. O Congo nega as alegações e acusa Ruanda de usar o M23 para pilhar minerais valiosos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Rebeldes avançam para o sul da República do Congo | BASTIDORES CNN" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/KSQaS_Ly7Es?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o M23?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O nome M23 se refere ao acordo de 23 de março de 2009, que encerrou uma revolta anterior liderada por tutsis no leste da RD Congo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o mais recente grupo de rebeldes liderados por tutsis étnicos apoiados por Ruanda, que têm causado tumulto na RD Congo desde o rescaldo do genocídio em Ruanda há trinta anos, quando extremistas hutus mataram tutsis e hutus moderados e depois foram derrubados pelas forças lideradas por tutsis que ainda dominam Ruanda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O M23 acusa o governo da RD Congo de não cumprir o acordo de paz e integrar totalmente os tutsis congoleses ao Exército e ao governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/conflito-no-congo-causa-desmatamento-sem-precedentes-alerta-onu/?hidemenu=true" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O grupo também</a>&nbsp;promete defender os interesses tutsis, particularmente contra milícias étnicas hutus, como as Forças Democráticas para a Libertação de Ruanda (FDLR), fundadas por hutus que fugiram de Ruanda após participar do genocídio de 1994 de quase 1 milhão de tutsis e hutus moderados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FonteCNN / Foto: Reuters</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="JANEIRO BRANCO!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/N2NNRqFAcw4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pelo-menos-773-corpos-sao-registrados-em-necroterios-no-leste-da-rd-congo/">Pelo menos 773 corpos são registrados em necrotérios no leste da RD Congo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Caçula, babá, cafuné: como mulheres negras escravizadas ajudaram a criar o português brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2024 20:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caçula, babá, moleque, dengo, cafuné. Algumas palavras que usamos no nosso dia a dia escondem traços e fonemas de uma herança africana que está profundamente ligada às mulheres e ao trabalho doméstico exercido pelas&#160;negras escravizadas no Brasil&#160;dos séculos 16 a 19. Estima-se que cerca de 4 a 5 milhões de africanos foram traficados para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Julia Braun</strong></li>



<li>Role,<strong>Da BBC Brasil em Londres</strong></li>



<li><a href="https://twitter.com/juliatbraun">Twitter,<strong>@juliatbraun</strong></a></li>



<li>Sábado, 23 de novembro de 2024</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Caçula, babá, moleque, dengo, cafuné. Algumas palavras que usamos no nosso dia a dia escondem traços e fonemas de uma herança africana que está profundamente ligada às mulheres e ao trabalho doméstico exercido pelas&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c1gdqgkx4z9t">negras escravizadas no Brasil</a>&nbsp;dos séculos 16 a 19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que cerca de 4 a 5 milhões de africanos foram traficados para o país durante o período. Destes, cerca de 75% eram bantos, um grupo que se espalhou por uma vasta área ao sul da Linha do Equador na&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c8y94yx9p2qt">África.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A característica mais evidente que une esses povos é justamente o fato de eles falarem línguas da família linguística banto — de onde emprestamos algumas palavras que seguem até hoje em nosso vocabulário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos que foram enviados à força ao Brasil tinha origem em&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c06gq6yxx8dt">Angola</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cvjp2jwxn4vt">República Democrática do Congo</a>, e posteriormente,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/ckdxnd314dyt">Moçambique</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ambiente da família colonial, esses escravizados aprenderam o português na convivência diária com seus senhores — e também imprimiram em seu falar hábitos e características de suas próprias línguas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, os colonizadores portugueses foram se apropriando pouco a pouco de termos africanos, que passaram a ser usados principalmente para designar os objetos e atividades do dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, as mulheres africanas tiveram um papel especial, seja por meio do cuidado com as crianças, do seu trabalho na cozinha ou como amas de companhia e curandeiras.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="‘Grande-mãe-ancestral-dos-brasileiros">‘Grande mãe ancestral dos brasileiros’</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Autora de diversos livros e artigos sobre o tema, a etnolinguista baiana Yeda Pessoa de Castro vê no passado brasileiro um processo que invisibilizou a força de trabalho da mulher negra escravizada na historiografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas para a pesquisadora, que se dedica ao estudo das línguas africanas e sua influência no Brasil, essas mulheres tiverem um protagonismo na família e vida diária do colonizador que foi muito além do serviço doméstico prestado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu livro&nbsp;<em>Camões com Dendé</em>, Castro descreve como as mulheres africanas influenciaram as famílias brasileiras por meio da contação de histórias do seu universo fantástico afrorreligioso, do compartilhamento de seu conhecimento nato de folhas e ervas medicinais, como cozinheiras introduzindo elementos de sua dieta nativa na comida diária da casa e como amas de companhia das jovens solteiras e cuidadoras das crianças.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/305c/live/a7c06190-a72b-11ef-bdf5-b7cb2fa86e10.jpg.webp" alt="Gravura do século 19 sobre o trabalho escravo no Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,Gravura do século 19 sobre o trabalho escravo no Brasil</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Na função “da mãe preta e babá”, reconta a linguista, essas mulheres amamentaram e criaram os filhos do colonizador “e, à maneira de pedagoga, os ensinou a balbuciar as primeiras palavras, também na sua língua nativa, no embalo do seu canto de acalento” que os fazia dormir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A própria palavra babá é uma das muitas marcas deixadas por esse importante trabalho: pesquisadores rastreiam a sua origem no quimbundo, uma das línguas bantas faladas em Angola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, várias outras palavras ligadas ao cuidado e à maternidade também foram inseridas no contexto brasileiro por esse meio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No campo afetivo, a mãe negra nos deixou o xodó, o cafuné, o cochilo, o dengo, e nos falou que ‘o caçula é o dengo da família’, o irmão mais jovem, sempre tratado com muito mimo por todas da casa”, diz Yeda Pessoa de Castro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto dengo vem do quicongo, falada no norte de Angola e no baixo Congo, caçula tem origem no quimbundo. Não há no Brasil outra palavra para se referir ao filho mais novo. No português europeu diz-se benjamin, que para o falante brasileiro, além de nome próprio, é um adaptador multiplicador de tomada elétrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Diante de tantas evidências apontadas pelo vocabulário, entre muitas outras ainda encobertas por falta de pesquisas mais detalhadas nesse domínio, a mulher angolana, entre tantas outras mulheres negras de igual valor, é projetada historicamente como a figura emblemática da grande mãe ancestral dos brasileiros. Não é em vão que Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, é apresentada como uma santa negra!.”</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Exemplos-de-expressões-de-origem-banta">Exemplos de expressões de origem banta</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><em>1. Babá</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem na língua quimbundo e vem do verbo ‘kubaba’, que significa ‘acalentar ou embalar uma criança para adormecer’.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>2. Cafuné</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem no quimbundo e vem da palavra ‘kafa’, que se refere à ação de bater, estalar com os dedos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>3. Cochilo</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem no quimbundo e vem da palavra ‘kukoshila’.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>4. Dengo</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem no quicongo e, na língua original, quer dizer um pedido de aconchego.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>5. Caçula</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vem de &#8216;kasule&#8217;, do quimbundo, que significa &#8216;último filho&#8217;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>6. Moleque</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem no quimbundo e vem da forma ‘muleke’, associado com &#8216;menino&#8217;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>7. Xingar</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem no quimbundo e na palavra ‘kukoshinga’.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>8. Moringa</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem no quimbundo e vem da palavra ‘mudingi’.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/daa3/live/b965a260-a72c-11ef-8ab9-9192db313061.jpg.webp" alt="Escravos trabalham em uma plantação de café no Brasil
"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,Escravos trabalham em uma plantação de café no Brasil</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><em>9. Caçamba</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem no quimbundo e vem da palavra ‘kasambu’ que significa cesto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>10. Capenga</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem no quimbundo e na palavra ‘kiapenga’.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>11. Dendê</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Do quimbundo ‘ndende’, o dendê, ou óleo de palma, é popular nas culinárias africana e brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>12. Marimbondo</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Do quimbundo, vem de ‘madimbindo’, palavra usada para vespa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>13. Lenga-lenga</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem origem no quimbundo e em ‘ku langa’, que significa enganar alguém.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>14. Beleléu</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Do quimbundo, vem de ‘mbelele’, palavra usada para se referir à morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>15. Bunda</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Do quimbundo, vem de ‘mbunda’, palavra usada para se referir a nádegas ou ânus.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="As-línguas-bantas-e-o-português">As línguas bantas e o português</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fundamental para a construção do Brasil e para o movimento abolicionista, a cultura banto reverbera até hoje não só no vocabulário do português brasileiro, mas também na entonação, pronúncia e sintaxe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">‘Bantu’ é a forma como a língua é referida nos próprios idiomas locais. No Brasil, porém, os linguistas tendem a falar em línguas bantas para se referir ao conjunto de línguas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Margarida Petter, linguista e professora aposentada do Departamento de Linguística da Universidade de São Paulo (USP), explica que a denominação foi adotada por linguistas a partir da percepção de uma característica comum entre muitas das línguas: a palavra ‘pessoa’ tem sempre o uso da raiz ‘-ntu’, que no plural recebe o prefixo ‘ba-’. Daí surgiu bantu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Alguns africanos que foram transplantados para o Brasil já falavam alguma coisa de português por conta do contato com os colonizadores na região no entorno do Reino do Congo”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, diz a especialista, ao aprender a língua estrangeira, essas populações impuseram algo da gramática, da sonoridade e do vocabulário de suas línguas nativas. “Eles trouxeram para o português palavras e estruturas de suas línguas bantas”, explica Petter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Construções como &#8220;algumas lojas estão caindo preço&#8221; ou &#8220;as ruas do centro não estão passando ônibus&#8221;, que são consideradas gramaticalmente incorretas na língua culta pelo uso equivocado do sujeito, são exemplos dessa influência na língua falada, diz a linguista.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/9a96/live/2b52d4a0-a747-11ef-8ab9-9192db313061.png.webp" alt="Mapa das línguas da família banta"/></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“Outra influência é a tendência na língua falada de dizer coisas como ‘as menina bonita’”, diz Margarida Petter. “Nas línguas bantas, o plural não é indicado com a letra ‘s’ no final das palavras, como no português, mas sim com o uso de um prefixo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para o falante da língua banta, apenas colocar o primeiro elemento no plural já seria suficiente para entender o sentido completo — colocar o ‘s’ no final do substantivo seria uma redundância.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A influência banta no Brasil também está nas religiões, nas músicas e na dança. Os escravizados traficados para o país deixaram seu legado, por exemplo, na origem de ritmos e expressões musicais como o samba, o maracatu, a congada, o jongo e a capoeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Yeda Pessoa de Castro, a cantiga popular&nbsp;<em>Escravos de Jó</em>&nbsp;também seria mais uma marca dos bantos — e das mulheres que cantavam e ensinavam jogos para os filhos dos colonizadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pesquisadora, a palavra ‘jó’ poderia ter origem na língua quimbundo e na palavra ‘njo’, que significa ‘casa’. Já o ‘caxangá’ era um jogo de tabuleiro, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Castro, as denominações candomblé, macumba e catimbó são também de origem banto e representam provavelmente as mais antigas manifestações de religiosidade afro-brasileira nascidas na escravidão, como consequência do contato de orientações religiosas ameríndias e africanas com o catolicismo nos primórdios da colonização.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/9b0e/live/37311d60-a72c-11ef-a4fe-a3e9a6c5d640.jpg.webp" alt="Pintura do século 19 mostra escravizadas trabalhando
"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,Pintura do século 19 mostra escravizadas trabalhando</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Na África colonizada por Portugal, os governos de países como Angola, Moçambique e Cabo Verde adotaram o português como língua oficial após sua independência na década de 1970.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Havia uma diversidade linguística muito grande, então decidiu-se adotar o português também para evitar contendas tribais”, explica Alexandre António Timbane, professor da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As línguas locais, porém, continuaram a ser usadas em contextos informais e no seio das famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As pessoas começaram a aprender o português para conseguir emprego, resolver questões burocráticas em órgãos do governo. Mas as línguas locais continuaram a ser faladas em contextos informais, nas famílias, nas canções e na educação local também”, diz Timbane.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pesquisador moçambicano, porém, lamenta que ainda exista preconceito fora da África em relação às variedades do português africano, especialmente na área do ensino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A minha variedade, o meu sotaque, são influências da minha língua materna, da minha história”, diz. “Temos que considerar e tolerar sem preconceito linguístico todas as variedades e incentivar estudos e pesquisas sobre elas, porque elas são úteis.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte BBC / Fine Art Images/Heritage Images via Getty Images</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="DO FUNDO DO POÇO AOS PALCOS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/rEtCTzWw9rk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Mais de 100 morrem após enchentes na capital da República Democrática do Congo, diz presidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 18:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Enchente]]></category>
		<category><![CDATA[Vítimas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos&#160;100 pessoas morreram em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, depois que fortes chuvas provocaram inundações e deslizamentos de terra nesta terça-feira (13), disse o presidente do país Martin Fayulu. Imagens compartilhadas por ele mostraram bairros inteiros inundados com água lamacenta e estradas destruídas por buracos. Um vídeo mostra uma&#160;grande rodovia cortada ao meio por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Pelo menos&nbsp;<strong>100 pessoas morreram em Kinshasa</strong>, capital da República Democrática do Congo, depois que fortes chuvas provocaram inundações e deslizamentos de terra nesta terça-feira (13), disse o presidente do país Martin Fayulu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagens compartilhadas por ele mostraram <strong>bairros inteiros inundados com água lamacenta</strong> e estradas destruídas por buracos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um vídeo mostra uma&nbsp;<strong>grande rodovia cortada ao meio por um buraco gigante</strong>&nbsp;que engoliu vários veículos no distrito de Mont-Ngafula. Espectadores em capas de chuva foram até a borda para espiar o abismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fayulu prestou suas condolências às famílias das vítimas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Rápida urbanização de Kinshasa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antigamente, Kinshasa era um local reconhecido pelas suas vilas de pescadores que viviam às margens do rio Congo. Após a evolução da economia local, Kinshasa se tornou uma das maiores megacidades da África, com uma população de cerca de 15 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rápida urbanização mal regulamentada tornou Kinshasa cada vez mais vulnerável a inundações repentinas após chuvas intensas, que se tornaram mais frequentes devido às mudanças climáticas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Pelo menos 39 pessoas morreram em Kinshasa em 2019, quando chuvas torrenciais inundaram distritos baixos e alguns prédios e estradas desabaram.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Além da infraestrutura danificada, cada dia de inundação em Kinshasa custa às famílias um total de US$ 1,2 milhão (aproximadamente R$6,5 milhões) devido à interrupção do transporte em larga escala, de acordo com um documento do Banco Mundial de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>G1</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>República Democrática do Congo declara fim do surto de Ebola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2022 14:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Congo]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
		<category><![CDATA[Fim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A República Democrática do Congo declarou, nesta 2ª feira (4.jul), o fim do surto de Ebola na cidade de Mbandaka, no noroeste do país. Segundo as autoridades sanitárias, foram confirmados quatro casos da doença, todos resultados em óbitos, sendo o terceiro surto na província desde 2018 e o 14º no geral do país. &#8220;Graças à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A República Democrática do Congo declarou, nesta 2ª feira (4.jul), o fim do surto de Ebola na cidade de Mbandaka, no noroeste do país. Segundo as autoridades sanitárias, foram confirmados quatro casos da doença, todos resultados em óbitos, sendo o terceiro surto na província desde 2018 e o 14º no geral do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Graças à resposta robusta das autoridades nacionais, esse surto foi rapidamente causado pela transmissão do vírus. Lições cruciais foram aprendidas com surtos passados e elas foram aplicadas para elaborar e implantar uma resposta cada vez mais eficaz ao Ebola&#8221;, disse o Dr. Matshidiso Moeti, diretor regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a África.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O surto acabou com um total de 2.104 pessoas vacinadas, incluindo 302 contatos e 1.307 trabalhadores da linha de frente. Para facilitar a implantação da vacinação, foi instalado um freezer ultra-frio em Mbandaka, que permitiu que as doses da vacina fossem armazenadas localmente com segurança e&nbsp;entregues de forma eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Precisamos ser cada vez mais vigilantes para garantir que pegamos os casos rapidamente. Essa resposta ao surto mostra que, reforçando a preparação, a vigilância da doença e a detecção rápida, podemos ficar um passo à frente&#8221;, reforçou Moeti. Segundo ele, apesar de declarar o fim do surto, as autoridades sanitárias continuarão mantendo a vigilância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A doença, que afeta humanos e outros primatas, é grave e muitas vezes fatal. As taxas de letalidade por casos variaram de 25% a 90% em surtos passados. No entanto, com o tratamento eficaz atualmente disponível, os pacientes têm uma chance significativamente maior de sobrevivência se forem tratados precocemente e receberem cuidados de apoio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>SBT News</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-06-15-at-10.41.14-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-53290"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/republica-democratica-do-congo-declara-fim-do-surto-de-ebola/">República Democrática do Congo declara fim do surto de Ebola</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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