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	<title>construção estratégica |</title>
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	<title>construção estratégica |</title>
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		<title>Para onde vamos? A construção estratégica do SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pensar no potencial revolucionário da 8ª Conferência Nacional de Saúde nos obriga a olhar para o futuro. E levanta questões políticas e filosóficas: como traduzir seu projeto original aos tempos atuais, para construir um novo programa de governo – e um projeto existencial? Nestes dias 21 e 22 de maio de 2026 ocorrerá em São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensar no potencial revolucionário da 8ª Conferência Nacional de Saúde nos obriga a olhar para o futuro. E levanta questões políticas e filosóficas: como traduzir seu projeto original aos tempos atuais, para construir um novo programa de governo – e um projeto existencial?</p>



<p>Nestes dias 21 e 22 de maio de 2026 ocorrerá em São Paulo, na USP o&nbsp;<strong>Seminário Da Reforma Sanitária ao Futuro do SUS: 40 anos da 8ª Conferência Nacional de Saúde</strong>&nbsp;[<a href="https://outraspalavras.net/futurodosus/">veja a programação e inscreva-se</a>]. Uma promoção de<em><strong>&nbsp;Outra Saúde</strong></em>, Faculdade de Saúde Pública da USP, Associação Paulista de Saúde Pública e Icict/Fiocruz. O objetivo central anunciado é o de retomar o espírito de ousadia política e participação popular da Oitava Conferência Nacional de Saúde (1986) para pensar os desafios do SUS em nosso tempo.</p>



<p>Na ocasião será feito&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/lancada-a-2a-conferencia-livre-de-saude-hora-de-construir-o-futuro-do-sus/">mais um lançamento</a>&nbsp;da&nbsp;<strong>2ª Conferência Nacional Livre Democrática e Popular de Saúde</strong>, convocada pela Frente pela Vida, para o dia 7 de agosto de 2026 no Rio de Janeiro. Ela tem o principal objetivo de elaborar propostas para a disputa da política de saúde, no âmbito do debate de um projeto de país, que ocorre nas eleições presidenciais de 2026. E fundamentalmente vamos estar discutindo a força épica do SUS, sua potência insurgente contra uma sociedade desigual, e discriminatória.</p>



<p>Esse projeto estratégico que tensiona a hegemonia neoliberal da sociedade que vivemos hoje, foi muito bem sintetizado na célebre frase de Sergio Arouca (1941-2003), então coordenador da 8ª Conferência de Saúde (1986), de que o SUS é um “projeto político civilizatório”. Ficava claro que um sistema de saúde igualitário, exigia uma transformação estrutural da sociedade, desde que o bem-estar, a universalidade, integralidade, equidade e a democracia fossem os alicerces reais do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p>Passados 38 anos nos acostumamos a lutar diariamente por aquela ideia de SUS. Um breve exercício de memória que nos leva a quase quatro décadas atrás, percebemos que neste período os avanços em relação ao sistema público de saúde foram enormes. Podemos dizer que somos vitoriosos em manter a Universalidade de Acesso, Equidade, Integralidade como pilares de um modelo de assistência fundamental para o cuidado à saúde.</p>



<p>Assim como ao princípio constitucional da Participação da Comunidade, se construiu um robusto sistema de democracia participativa através dos Conselhos e Conferências de Saúde, com forte participação popular. Mecanismo que garante que a política de saúde e os serviços assistenciais estejam sendo acompanhados e discutidos pela base da sociedade. Há entre essas questões basilares um mundo extenso e complexo de construção do SUS, onde milhares de atores sociais e políticos, ativam uma animada disputa pelos rumos da política de saúde.</p>



<p>Nesse cenário de disputa de projetos, trazer à cena os 40 anos da 8ª Conferência Nacional de Saúde, que plantou as bases para o SUS é oportuno e um resgate fundamental dos princípios que norteiam um projeto não apenas para a saúde, mas para o país, tendo por referência a democracia revigorada, e de forte componente social.</p>



<p>Ao mesmo tempo, associar esta memória do SUS constitucional, e seu potencial revolucionário, ao futuro, é algo salutar, que nos cobra hoje, uma posição estratégica, política e filosófica, que lembra a notável obra do pintor francês Paul Gauguin (1848-1903):&nbsp;<em>“quem somos? de onde viemos? para onde vamos?”</em>. Longe de um problema de identidade, essa reflexão nos remete a um alinhamento necessário para pensar e agir por um projeto estratégico que necessariamente remete à transformação social, para alcançar aquilo que o SUS propõe, com seus princípios e diretrizes, tal como está na Constituição Federal.</p>



<p>Por mais turbulenta tenha sido a travessia desses 38 anos para uma política de saúde universalista, emancipatória e de base democrática e social, mativemos a clareza de&nbsp;<em>quem somos</em>, e de&nbsp;<em>onde viemos</em>. O grande desafio atual em relação à construção do SUS, se encontra na terceira questão filosófica colocada pela obra de Gauguin:&nbsp;<em>para onde vamos?</em></p>



<p>Entendendo que o futuro é o que organiza e mobiliza as forças do presente, a hora é agora, de alinhar o projeto estratégico do SUS. E, ele precisa estar associado ao SUS constitucional. Neste sentido, para uma política de saúde a ser proposta no cenário de disputa das eleições presidenciais deste ano de 2026, precisamos pensar em como traduzir o projeto original do SUS, ao tempo atual, com as novas questões que surgiram nesse período, a complexidade que ganhou o cenário das práticas de saúde, e as enormes novidades que se apresentam em relação à gestão, no dia de hoje. Essa conexão é o exercício teórico e prático a ser feito, como a construção de um programa de governo, que ao mesmo tempo, é um projeto existencial, e de defesa da vida dos povos de toda uma nação.</p>



<p>Este é um convite ao debate franco sobre a estratégia, e sua tradução em conteúdo, forma e ação política no tempo atual.</p>



<p>Fonte: Outra Saúde / Foto: <em>De Onde Viemos? O Que Somos? Para Onde Vamos?</em> (1897-98), de <strong>Paul Gauguin</strong></p>



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