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	<title>Copom |</title>
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	<title>Copom |</title>
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		<title>Banco Central reduz taxa básica de juros da economia, a Selic, de 15% para 14,75% ao ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 04:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024 Quinta, 19 de março de 2026 Pela primeira vez&#160;desde maio de 2024, o&#160;Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) aprovou a redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano.&#160;A decisão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024</p>



<p>Quinta, 19 de março de 2026</p>



<p>Pela primeira vez&nbsp;desde maio de 2024, o&nbsp;Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) aprovou a redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano.&nbsp;A decisão foi tomada nesta nesta quarta-feira (18).</p>



<p>Em comunicado, o comitê justificou a decisão e informou que &#8220;é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&#8221;.</p>



<p>O início do processo de queda dos juros no Brasil acontece mesmo com as incertezas internacionais, impulsionadas pelos confrontos no Oriente Médio — que tem pressionado o petróleo para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito. O aumento do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, embora a Petrobras ainda não tenha anunciado reajustes.</p>



<p>Devido às saídas dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e do diretor de Política Econômica, Diogo Guillen,&nbsp;&nbsp;A reunião desta quarta teve dois votos a menos. O governo ainda não indicou substitutos.</p>



<p><strong>Como os juros são definidos</strong><br>A definição dos&nbsp;juros é feita com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Caso estejam acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic. Com o início do sistema de meta contínua, desde 2025 o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%. Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o Banco Central teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.</p>



<p>As mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia. Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.</p>



<p>Fonte: Metro 1. / Foto: <strong>Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong></p>



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<iframe title="AVALIAÇÃO DA ESTRÉIA E DO CAMPEONATO 2026" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/Qhyt_zresx0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Com quórum desfalcado, Copom decide se mantém Taxa Selic</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro últimas reuniões Com a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro últimas reuniões</p>



<p><strong>C</strong>om a inflação desacelerando, mas alguns preços, como o de serviços, pressionados,&nbsp;<strong>o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (28) a primeira reunião do ano</strong>. Mesmo com a queda recente do dólar,&nbsp;<strong>os analistas de mercado acreditam na manutenção da taxa no maior nível em quase 20 anos.</strong></p>



<p><strong>Atualmente em 15% ao ano, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano</strong>. De setembro de 2024 a junho do ano passado, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro últimas reuniões.</p>



<p>A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva só encaminhará as indicações dos substitutos na volta do Congresso Nacional, em fevereiro.</p>



<p>Na ata da última reunião, em dezembro, o Copom informou que a Selic será mantida em 15% ao ano por tempo prolongado para garantir a convergência da inflação à meta, sem indicar quando começaria a baixar os juros.</p>



<p>Segundo a ata do Copom, o cenário atual continua marcado por elevada incerteza, o que exige cautela na condução da política monetária. No cenário interno, alguns preços, como o de serviços, continuam a pressionar a inflação, apesar da desaceleração da economia.</p>



<p><strong>Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a&nbsp;</strong><strong>taxa básica deve ser mantida em 15% ao ano até março.&nbsp;No entanto, as chances de uma redução ainda em janeiro aumentaram nos últimos dias com a queda recente do dólar, que voltou a ficar em torno de R$ 5,20.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação</h2>



<p>O comportamento da inflação continua uma incógnita. Prévia da inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) ficou em apenas 0,2% em outubro e acumula 4,5% em 12 meses, tendo voltado para o teto da meta. O IPCA cheio de novembro só será divulgado nesta quarta.</p>



<p>Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2025 caiu para 4,4%, contra 4,55% há quatro semanas. Isso representa inflação pouco abaixo do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Meta contínua</h2>



<p>Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>



<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2026, a inflação desde fevereiro de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>



<p>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2026&nbsp;em 3,5%, mas a estimativa deve ser revista. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de março.</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto / Foto: © Shutterstock</p>



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<iframe title="A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO NO BRASIL: O SUS COMO REFERÊNCIA MUNDIAL NA PROTEÇÃO COLETIVA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-cdJU2tXx4I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/com-quorum-desfalcado-copom-decide-se-mantem-taxa-selic/">Com quórum desfalcado, Copom decide se mantém Taxa Selic</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Mercado se divide sobre fim de altas da Selic, mas espera decisão unânime do Copom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 11:19:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado financeiro está dividido sobre o fim do ciclo de alta da taxa básica de juros –a Selic– nesta quarta-feira (18), mas espera uma decisão unânime do Copom (Comitê de Política Monetária), temendo que um dissenso atrapalhe a convergência da inflação à meta. Enquanto uma parcela dos economistas aposta na manutenção da Selic no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro está dividido sobre o fim do ciclo de alta da taxa básica de juros –a Selic– nesta quarta-feira (18), mas espera uma decisão unânime do Copom (Comitê de Política Monetária), temendo que um dissenso atrapalhe a convergência da inflação à meta.</p>



<p>Enquanto uma parcela dos economistas aposta na manutenção da Selic no nível atual de 14,75% ao ano, outra ala projeta um aumento adicional de 0,25 ponto percentual, o que elevaria a taxa básica a 15% ao ano –o maior patamar desde julho de 2006. Nas últimas semanas, houve grande oscilação na precificação extraída da curva de juros.</p>



<p>Das 32 instituições consultadas pela Bloomberg, 12 acreditam que a Selic vai subir 0,25 ponto percentual, a 15% ao ano, na reunião desta quarta. As outras 20 —dentre elas Bradesco, XP e Itaú— apostam na manutenção em 14,75%.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A expectativa por uma decisão consensual do comitê, ainda que haja divergência entre os próprios agentes econômicos, remonta ao arranhão reputacional provocado pelo racha dos membros do colegiado do Banco Central em maio do ano passado.</p>



<p>Na ocasião, o Copom reduziu o ritmo de corte da Selic com oposição de todos os diretores indicados pelo governo Lula (PT), em um placar de 5 votos a 4, colocando a credibilidade e o risco à autonomia da autoridade monetária em debate. Desde então, houve unanimidade entre os membros do Copom em todas as votações.</p>



<p>Sérgio Werlang, ex-diretor do BC, vê grande chance de o Copom interromper o ciclo de alta de juros nesta quarta, tendo em vista que a atividade econômica já começa a sinalizar uma desaceleração e os últimos dados de inflação indicam um leve respiro na direção certa.</p>



<p>A inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), desacelerou a 0,26% em maio, abaixo das previsões, com alívio de alimentos e queda de passagem aérea e gasolina.</p>



<p>Ele considera que o impacto de um aumento de 0,25 ponto percentual seria pouco significativo e que continuar subindo os juros teria um efeito limitado diante da política fiscal expansionista praticada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>



<p>O economista, que hoje é assessor da presidência da FGV (Fundação Getulio Vargas) e professor da EPGE (Escola Brasileira de Economia e Finanças) na instituição, recorda que o Copom reduziu o ritmo de elevação de altas da Selic e indicou a possibilidade de pausar o ciclo mesmo projetando para 2026 a inflação em 3,6% –acima do centro da meta de 3%.</p>



<p>“Foi um importante sinalizador de que nessa conjuntura, em que nós temos o governo federal gastando desenfreadamente, estimulando a economia, aumentando a dívida, é muito difícil fazer a inflação convergir para a meta de 3% em um ano e meio”, diz.</p>



<p>Na visão dele, o Copom deve manter a Selic estacionada por um período prolongado, até que os efeitos da política de juros se materializem sobre a economia. “Manter os juros elevados pelo menos até o final do ano não seria surpreendente para mim”, afirma.</p>



<p>Para Rafaela Vitória, economista-chefe do banco Inter, houve uma melhora na conjuntura econômica desde a última reunião, com destaque para a inflação mais comportada, o câmbio mais favorável e a pausa na piora das expectativas.</p>



<p>Na última reunião, a cotação do dólar usada pelo comitê em suas projeções foi de R$ 5,70. Nesta segunda (16), a moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 5,487, fechando abaixo de R$ 5,50 pela primeira vez desde 7 de outubro.</p>



<p>“Não seria surpresa uma alta de 0,25 [ponto percentual], mas a gente entende que isso não é necessário”, afirma. “O BC não precisa ver uma convergência clara para parar de subir os juros, todas essas sinalizações já são suficientes.”</p>



<p>A economista avalia que o Copom terá um cuidado redobrado com a comunicação, buscando transmitir uma mensagem consensual para evitar ruído. Ela espera também um tom duro de modo a afastar apostas prematuras de corte de juros até que haja maior clareza da evolução do cenário econômico.</p>



<p>Vitória vê espaço para corte da Selic na reunião de dezembro, desde que não haja novas surpresas fiscais. “Qualquer estímulo à demanda nesse momento pode prejudicar essa trajetória de inflação. Na nossa visão, é possível corte [de juros] no final do ano, desde que o governo não acelere mais os gastos”, afirma.</p>



<p>Já Fábio Kanczuk, ex-diretor do BC e diretor de macroeconomia do ASA, aposta em uma alta de 0,25 ponto percentual na reunião desta quarta.</p>



<p>O principal ganho desse movimento, segundo ele, será o efeito provocado na curva de juros. Uma nova elevação da Selic desencadearia uma reavaliação do mercado, que poderia descartar uma queda de juros antecipada e passaria a reconsiderar a possibilidade de o Copom continuar subindo juros à frente.</p>



<p>O economista ressalta que são os juros de mercado entre um e dois anos que afetam as decisões econômicas na hora de tomar um empréstimo ou realizar um investimento.</p>



<p>Outra forma de provocar o mesmo efeito seria por meio de um “forward guidance” (sinalização futura) rígido. Ele ressalta que, quando há um maior comprometimento, pode haver uma grande perda reputacional em caso de descumprimento. Então, cria-se um efeito importante sobre a curva de juros.</p>



<p>Kanczuk, contudo, não acha que o Copom vai querer se comprometer dessa forma e perder liberdade de atuação. “O fato de eles não se amarrarem é mais um indicador de que devem cortar os juros mesmo. Acaba tendo esse efeito traiçoeiro”, afirma.</p>



<p>Para o ex-diretor do BC, o colegiado do BC deve aguardar o Fed (Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos) iniciar a flexibilização de juros e embarcar na mesma direção no encontro seguinte, entre o fim deste ano e o começo do próximo.</p>



<p>Na visão dele, a opinião dos economistas teve uma importância relevante na modulação do discurso dos membros do comitê com relação aos próximos passos. “Eu tenho a impressão de que esse Copom tem menos ideias fixas e escuta mais. Isso não é ruim, é só um estilo.”</p>



<p><em>Nathalia Garcia/Folhapress</em> / Foto: Raphael Ribeiro/ Banco Central</p>



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<iframe title="ELEIÇÕES 2026: ANÁLISE DO CENÁRIO POLÍTICO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/9aQteI5lGIM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Banco Central define nesta quarta nova taxa de juros; expectativa é de corte de 0,5 ponto percentual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 11:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comitê espera aprovar taxa Selic de 11,25%, o que seria quinta queda desde agosto e menor taxa desde fevereiro de 2022 O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central define nesta quarta-feira (31) a nova taxa básica de juros, a Selic. A expectativa é de um novo corte de 0,5 ponto percentual no indicador, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comitê espera aprovar taxa Selic de 11,25%, o que seria quinta queda desde agosto e menor taxa desde fevereiro de 2022</em></p>



<p>O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central define nesta quarta-feira (31) a nova taxa básica de juros, a Selic. A expectativa é de um novo corte de 0,5 ponto percentual no indicador, que atualmente está em 11,75%. Caso o ritmo de quedas se mantenha, o novo patamar da Selic será de 11,25%, o menor desde fevereiro de 2022.</p>



<p>A primeira reunião do Copom deste ano começou nesta terça-feira (30). Em dezembro, diretores do comitê projetaram novas reduções semelhantes nos próximos encontros do colegiado.</p>



<p>&#8220;Os membros do comitê concordaram, unanimemente, com a expectativa de cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões e avaliaram que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário&#8221;, consta na ata.</p>



<p>A avaliação levou em conta que a taxa Selic é o principal instrumento da política monetária para determinar a inflação em uma economia. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam novas opções de investimento pelas famílias.</p>



<p>A inflação no Brasil encerrou 2023 em 4,62%, de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). O valor é 0,13 pontos percentuais abaixo do teto da meta, que era de 4,75%. Com a manutenção da queda do índice, a expectativa é de que a Selic mantenha o ritmo de baixa.</p>



<p>Caso se confirme, a redução de 0,5 ponto percentual deverá ser o quinto corte seguido na Selic desde agosto, quando o BC interrompeu o ciclo de aperto monetário anterior e começou a reduzir os juros.</p>



<p>Diante da sequência de queda dos juros, o Copom notou que houve &#8220;progresso desinflacionário relevante&#8221;, mas observa que ainda vê com cautela o processo de devolver a inflação para o centro da meta de 3,5%, estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). A ata destaca a necessidade de manter uma política monetária ainda contracionista para atingir o objetivo.</p>



<p>&#8220;Ainda há um caminho longo a percorrer para a ancoragem das expectativas e o retorno da inflação à meta, o que exige serenidade e moderação na condução da política monetária. [&#8230;] Além disso, a incerteza, em particular no cenário internacional, que tem se mostrado volátil, prescreve cautela&#8221;, prevê o documento.</p>



<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário em resposta à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



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<iframe title="Estresse e disfunção sexual" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DD5xNG9n6lA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>Fonte: <strong>R7</strong></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/banco-central-define-nesta-quarta-nova-taxa-de-juros-expectativa-e-de-corte-de-05-ponto-percentual/">Banco Central define nesta quarta nova taxa de juros; expectativa é de corte de 0,5 ponto percentual</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nas vésperas da reunião do Copom, ministro da Fazenda se encontra com banqueiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 11:48:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro acontece na manhã desta segunda-feira (31), no escritório do ministério, em São Paulo Nas vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reúne na manhã desta segunda-feira (31) com banqueiros. O encontro acontece no escritório do ministério, em São Paulo, e tenciona dialogar sobre a redução [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontro acontece na manhã desta segunda-feira (31), no escritório do ministério, em São Paulo</p>



<p>Nas vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reúne na manhã desta segunda-feira (31) com banqueiros. O encontro acontece no escritório do ministério, em São Paulo, e tenciona dialogar sobre a redução da taxa básica de juros, que atualmente está em 13,75%.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/12/Sem-nome-720-×-90-px-1.jpg" alt="" class="wp-image-70022" width="837" height="105"/></figure>



<p>Estarão presentes na reunião: o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney; o CEO do Itaú, Milton Maluhy; o CEO do Bradesco, Octávio Lazari; o CEO do Santander Brazil, Mario Leão e o presidente do BTG Pactual, André Esteves.</p>



<p>O grupo é formado por empresários que apoiam o ministro nas críticas à manutenção do valor da taxa Selic.</p>



<p>Já a reunião do Copom será realizada na quarta-feira (2). O comitê é formado por nove diretores do banco, dentre eles, os indicados pelo presidente Lula (PT): Gabriel Galípolo, da diretoria de Política Monetária; e Ailton Aquino, da diretoria de Fiscalização.</p>



<p>No momento, os integrantes do comitê irão debater pautas importantes para área econômica, sendo o debate da redução da taxa Selic, uma das motivações para o encontro. O mercado espera, em sua maioria, uma redução de 0,25 pontos-(base) para a Selic. O indicador ficaria, então, em 13,5% ao ano com o corte.</p>



<p>Fonte: Bahia.ba</p>



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<iframe title="Doenças crônicas e ausência do trabalho, qual o seu direito?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/aGpB4TFo4mg?start=3172&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/nas-vesperas-da-reuniao-do-copom-ministro-da-fazenda-se-encontra-com-banqueiros/">Nas vésperas da reunião do Copom, ministro da Fazenda se encontra com banqueiros</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Em ata, maioria do Copom diz que continuidade da queda da inflação pode permitir corte de juros em agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2023 12:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BC avaliou que cortes de juros &#8216;exigem confiança&#8217; no trajetória de queda da inflação, pois reduções &#8216;prematuras&#8217; podem gerar &#8216;reacelerações do processo inflacionário&#8217;. Até o momento, mercado financeiro vê queda dos juros em agosto. E governo segue pressionado pela redução da Selic. A maioria dos integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom), colegiado formado pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>BC avaliou que cortes de juros &#8216;exigem confiança&#8217; no trajetória de queda da inflação, pois reduções &#8216;prematuras&#8217; podem gerar &#8216;reacelerações do processo inflacionário&#8217;. Até o momento, mercado financeiro vê queda dos juros em agosto. E governo segue pressionado pela redução da Selic.</em></p>



<p>A maioria dos integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom), colegiado formado pelo presidente e diretores do Banco Central, responsável por fixar os juros básicos da economia, avaliou nesta terça-feira (27) que a continuidade da queda da inflação, e seu impacto sobre as expectativas do mercado para o IPCA, pode possibilitar uma queda dos juros no começo de agosto.</p>



<p>A informação consta na ata de sua última reunião, realizada na semana passada, quando a taxa Selic foi mantida estável em 13,75% ao ano &#8211; o maior nível em seis anos e meio.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A avaliação predominante [entre os integrantes do Copom] foi de que a continuação do processo desinflacionário em curso, com consequente impacto sobre as expectativas, pode permitir acumular a confiança necessária para iniciar um processo parcimonioso [bem gradual] de inflexão [corte dos juros] na próxima reunião [marcada para o início de agosto]&#8221;, informou o Banco Central.</p>
</blockquote>



<p>O BC acrescentou, entretanto, outro integrantes do Copom, embora em minoria, mostraram-se mais cautelosos, avaliando que a dinâmica de queda da inflação &#8220;ainda reflete o recuo de componentes mais voláteis e que a incerteza sobre o hiato do produto [capacidade de a economia crescer sem gerar inflação] gera dúvida sobre o impacto do aperto monetário [alta dos juros] até então implementado&#8221;.</p>



<p>&#8220;Para esse grupo, é necessário observar maior reancoragem das expectativas longas [projeções de inflação do mercado para os próximos anos em linha com as metas] e acumular mais evidências de desinflação nos componentes mais sensíveis ao ciclo&#8221;, informou a instituição.</p>



<p>Por fim, o Banco Central informou que houve unanimidade entre todos os integrantes do Copom ao concordar que os &#8220;passos futuros da política monetária&#8221; [definição do juro para conter a inflação] dependerão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica &#8211;&nbsp;<strong>isto é, do comportamento dos próximos resultados do IPCA.</strong></li>



<li>das expectativas de inflação, em particular as de maior prazo &#8211;&nbsp;<strong>ou seja, das projeções do mercado para a inflação.</strong></li>



<li>de suas projeções de inflação &#8211;&nbsp;<strong>das estimativas do próprio BC para o IPCA.</strong></li>



<li>do hiato do produto &#8211;&nbsp;<strong>dos indicadores sobre a capacidade de crescimento da economia sem gerar inflação.</strong></li>



<li>do balanço de riscos &#8211;&nbsp;<strong>dos índices que mostram que a inflação futura pode ser maior ou menor.</strong></li>
</ul>



<p>O Copom avaliou, ainda, que avalia de forma unânime que cortes de juros &#8220;exigem confiança&#8221; no trajetória de queda da inflação, uma vez que reduções &#8220;prematuras&#8221; da taxa Selic podem gerar &#8220;reacelerações do processo inflacionário&#8221;.</p>



<p>Essa reaceleração da inflação, por conta de um possível corte prematuro dos juros, poderia, por sua vez, &#8220;levar a uma reversão do próprio processo de relaxamento monetário&#8221;, ou seja, fazer com que o BC parasse de baixars os juros.</p>



<p>&#8220;A materialização desse tipo de cenário [parada dos cortes de juros por uma eventual reaceleração da inflação] pode impactar negativamente não apenas a credibilidade da política monetária [da definição do juro pelo BC], mas também as condições financeiras&#8221;, concluiu o BC.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Helio-sodre-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-90794" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Helio-sodre-1-1024x683.jpg 1024w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Helio-sodre-1-300x200.jpg 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Helio-sodre-1-768x512.jpg 768w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/06/Helio-sodre-1.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Mercado vê possível corte em agosto</h2>



<p>Até o momento, a previsão do mercado é justamente de que os juros comecem a recuar em agosto, quando passariam para 13,50% ao ano.</p>



<p>Para o fim deste ano, a previsão é que que a Selic cai para 12,25% ao ano.</p>



<p>O comunicado divulgado pelo BC após a reunião do Copom, na semana passada, não trazia indicação de que o processo de redução da taxa de juros poderia ter início no começo de agosto.</p>



<p>O documento foi criticado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na última semana, que considerou o documento como &#8220;muito ruim&#8221;, e acrescentou que ele não &#8220;aliviava a situação&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Metas de inflação</h2>



<p>Para definir a taxa básica de juros e tentar conter a alta dos preços, no sistema de metas de inflação, o BC olha para frente.</p>



<p>Neste momento, a instituição já está mirando na meta do ano que vem. Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A meta de inflação do próximo ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3% e será considerada cumprida se oscilar entre 1,5% e 4,5%.</li>



<li>Na semana passada, os economistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de inflação deste ano, de 5,12% para 5,06%, e passaram a projetar uma inflação de 3,98% para 2024.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Pressão de Lula</h2>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem pressionado o Banco Central a iniciar o processo de redução da taxa básica de juros da economia, e critica o efeito de juros altos sobre o crescimento da economia e a geração de empregos.</p>



<p>Nesta semana passada, em transmissão pela internet, Lula voltou a pressionar pela queda de juros.</p>



<p>&#8220;Apenas o juro precisa baixar, porque também não tem explicação. O presidente do Banco Central precisa explicar, não a mim, porque eu já sei o porque ele não baixa, mas ao povo brasileiro e ao Senado, por que ele não baixa [a taxa]&#8221;, disse.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outros recados do Copom</h2>



<p>A ata do Copom, divulgada nesta terça-feira, também trouxe outros recados. Veja abaixo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A&nbsp;<strong>inflação ao consumidor se reduziu no período recente</strong>, com destaque para as dinâmicas em bens industriais e alimentos. O Copom diz que os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária [alta de juros], que apresentam maior inércia inflacionária [efeito de carregamento da inflação passada para a futura], apresentaram uma incipiente melhora, mas mantêm-se acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta para a inflação.</li>



<li>As projeções de inflação do Copom&nbsp;<strong>se reduziram, especialmente, no horizonte relevante (de 6 a 18 meses), em boa medida como função da redução das expectativas de inflação.</strong></li>



<li>No âmbito doméstico, o&nbsp;<strong>conjunto de indicadores recentes sugere um cenário de desaceleração gradual [da economia]</strong>. &#8220;A divulgação do PIB referente ao primeiro trimestre de 2023 surpreendeu positivamente, com grande parte da contribuição de tal surpresa no desempenho da agropecuária, porém com menor dinamismo nos setores mais cíclicos da economia&#8221;, informou.</li>



<li>As&nbsp;<strong>expectativas de inflação (do mercado) seguem desancoradas (acima) das metas definidas pelo Conselho Monetário Nacional (para os próximos anos)</strong>&nbsp;tendo havido uma pequena diminuição da desancoragem na margem. O BC avaliou novamente que o c<strong>omportamento das expectativas é um aspecto fundamental do processo inflacionário</strong>, uma vez que serve de guia para a definição de reajustes de preços e salários presentes e futuros.</li>



<li>O Comitê discutiu também os impactos do cenário fiscal sobre a inflação e avalia que a&nbsp;<strong>apresentação e a tramitação do arcabouço fiscal (a nova regra para as contas públicas em análise no Congresso Nacional) reduziram substancialmente a incerteza em torno do risco fiscal.&nbsp;</strong>O Copom&nbsp;<strong>novamente enfatizou que não há relação mecânica entre a convergência de inflação e a aprovação do arcabouço fiscal.</strong></li>



<li>O Comitê ressalta que,&nbsp;<strong>em seus cenários para a inflação, permanecem fatores de risco em ambas as direções (que podem levar a uma alta ou queda da inflação)</strong>. Entre os fatores que podem pressionar o IPCA, estão a inflação global em alta, incertezas sobre o desenho da nova regra fiscal e uma possível projeção de inflação do mercado acima das metas para os próximos anos. Entre os riscos de baixa, estão uma queda adicional no preço de produtos básicos (commodities), uma desaceleração da atividade econômica global mais acentuada, e uma desaceleração na concessão doméstica de crédito maior.</li>



<li>O Copom informou que&nbsp;<strong>conduzirá a política de juros necessária para o cumprimento das metas de inflação</strong>&nbsp;e avalia que a&nbsp;<strong>estratégia de manutenção da taxa básica de juros por período prolongado tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação (para as metas)</strong>.</li>



<li>O Comitê&nbsp;<strong>reforçou que irá perseverar até que se consolide não apenas o processo de queda da inflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas.</strong></li>



<li>O Comitê <strong>avaliou novamente que o atual momento demanda paciência e serenidade na condução da política de juros</strong> e reiterou que os <strong>passos futuros dependerão da evolução da dinâmica inflacionária.</strong></li>
</ul>



<p>Fonte: <strong>G1</strong></p>



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<iframe title="Evidência Instituto: uma realidade em Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/NPFQhisZGxo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/em-ata-maioria-do-copom-diz-que-continuidade-da-queda-da-inflacao-pode-permitir-corte-de-juros-em-agosto/">Em ata, maioria do Copom diz que continuidade da queda da inflação pode permitir corte de juros em agosto</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Copom inicia quarta reunião do ano para definir juros básicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 11:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa é que taxa Selic seja mantida em 13,75% ao ano O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa nesta terça-feira (20), em Brasília, a quarta reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. O órgão deve manter o aperto monetário com a Selic em 13,75% ao ano, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Expectativa é que taxa Selic seja mantida em 13,75% ao ano</p>



<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa nesta terça-feira (20), em Brasília, a quarta reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. O órgão deve manter o aperto monetário com a Selic em 13,75% ao ano, mesmo com a queda recente da inflação.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1539043&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1539043&amp;o=node"></p>



<p>Nesta segunda-feira (19), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que os juros deveriam ter começado a cair em março. Desde o início do ano, o presidente&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-02/lula-diz-que-nao-ha-justificativa-para-selic-estar-em-1375-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Inácio Lula da Silva</a>&nbsp;também critica os juros. Em janeiro, ele afirmou que o atual nível da taxa Selic atrapalha os investimentos&nbsp;e que não existe nenhuma justificativa para que a Selic esteja neste momento nesse patamar.</p>



<p>Embora a taxa básica tenha parado de subir em agosto do ano passado, está no nível mais alto desde o início de 2017 e os efeitos de um aperto monetário são sentidos na desaceleração da economia.</p>



<p>Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deverá ser mantida em 13,75% ao ano&nbsp;pela sétima vez seguida. A expectativa do mercado financeiro, entretanto, éde que a Selic encerre o ano em 12,25% ao ano. Nesta quarta-feira (21), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.</p>



<p>Na ata da última reunião, em maio, o órgão informou que a decisão da taxa de juros requer&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-05/copom-definicao-da-taxa-de-juros-requer-paciencia-e-serenidade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">paciência e serenidade</a>. Mais uma vez, o Copom reforçou a possibilidade de aumentar a taxa Selic, “apesar de ser um cenário menos provável”. Para o BC, a aprovação do arcabouço fiscal pode ajudar no equilíbrio das contas públicas, que impactam nas expectativas de inflação.</p>



<p>Depois de subir no início do ano, as expectativas de inflação têm caído. Segundo o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-06/mercado-eleva-para-214-projecao-do-crescimento-da-economia-em-2023" target="_blank" rel="noreferrer noopener">último boletim Focus</a>, a estimativa de inflação para 2023 passou de 5,42% para 5,12%.</p>



<p>Em maio, puxado pela queda nos preços dos combustíveis e de artigos de residência, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-06/inflacao-oficial-cai-para-023-em-maio-e-acumula-295-este-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IPCA caiu para 0,23%</a>, de acordo com&nbsp;o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador acumulou alta de 2,95% no ano e de 3,94% nos últimos 12 meses, percentual mais baixo do que os 4,18% acumulados até o mês anterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Meta de inflação</h2>



<p>Para 2023, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior é 4,75%. Para 2024 e 2025, as metas são de 3% para os dois anos, com o mesmo intervalo de tolerância. A meta para 2026 será definida neste mês.</p>



<p>No último&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/bc-aumenta-projecao-de-crescimento-da-economia-de-1-para-12" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório de Inflação</a>, divulgado no fim de março pelo BC,&nbsp;a autoridade monetária reconhece a possibilidade do estouro da meta de inflação neste ano. No documento, a estimativa é que o IPCA atingirá 5,8% em 2023. O próximo relatório será divulgado no fim do mês.</p>



<p>Edição: Graça Adjuto</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Possibilitando a Amamentação" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/6gFoouwY5JA?start=1741&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/copom-inicia-quarta-reuniao-do-ano-para-definir-juros-basicos/">Copom inicia quarta reunião do ano para definir juros básicos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Copom inicia quinta reunião do ano avaliando fim de aperto nos juros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 13:53:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa é que a taxa Selic suba de 13,25% para 13,75% ao ano Em meio aos impactos de uma possível recessão nos Estados Unidos e da evolução da inflação após a queda dos preços da gasolina no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), inicia hoje (2), em Brasília, a quinta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Expectativa é que a taxa Selic suba de 13,25% para 13,75% ao ano</p>



<p>Em meio aos impactos de uma possível recessão nos Estados Unidos e da evolução da inflação após a queda dos preços da gasolina no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), inicia hoje (2), em Brasília, a quinta reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Amanhã (3), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1473976&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1473976&amp;o=node"></p>



<p>Nas estimativas das instituições financeiras, o comitê deverá encerrar o ciclo de aumento de juros, apesar das pressões atuais sobre a inflação. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado,<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-08/mercado-financeiro-reduz-projecao-da-inflacao-de-730-para-715" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;a Selic deverá passar de 13,25% para 13,75% ao ano</a>, com alta de 0,5 ponto percentual. Os analistas de mercado esperam que a taxa permaneça nesse nível até o fim do ano.</p>



<p>Na ata da última reunião, os membros do Copom indicaram que pretendiam aumentar mais uma vez a taxa Selic em 0,5 ou 0,25 ponto percentual, mas deixaram aberta a possibilidade de promover novas altas caso a inflação persista.&nbsp;</p>



<p>Até maio, os comunicados do BC indicavam que a autoridade monetária pretendia encerrar o ciclo de elevações em junho. No entanto, as altas além do previsto promovidas pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) e do Banco Central Europeu adicionaram pressão sobre os juros brasileiros.</p>



<p>Depois de altas nos últimos meses, as estimativas de inflação têm caído. A última edição do boletim Focus reduziu a previsão de<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-08/mercado-financeiro-reduz-projecao-da-inflacao-de-730-para-715" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;inflação</a>&nbsp;oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 8,89% para 9% em 2022. Em junho, as projeções para o IPCA chegaram a 9%.</p>



<p>Embora a gasolina e a energia elétrica tenham ficado mais baratas nos últimos meses, a guerra entre Rússia e Ucrânia continua a impactar os preços do diesel, de fertilizantes e de outras mercadorias importadas. Além disso, a instabilidade na economia norte-americana, que enfrenta a maior inflação nos últimos 41 anos, provoca forte volatilidade na cotação do dólar em todo o planeta.</p>



<p><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-06/cmn-fixa-em-35-meta-de-inflacao-para-2022" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Para 2022, a meta de inflação</a>&nbsp;que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior, 5%. Os analistas consideram que o teto da meta será estourado pelo segundo ano consecutivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aperto monetário</h2>



<p>Principal instrumento para o controle da inflação, a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa atingiu 6,5% ao ano em março de 2018.</p>



<p>Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até chegar ao menor nível da história em agosto de 2020, em 2% ao ano. Começou a subir novamente em março do ano passado, tendo aumentado 11,25 pontos percentuais até agora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.&nbsp;</p>



<p>O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.</p>



<p>Quando o Copom eleva a taxa básica de juros, ele pretende conter a demanda aquecida, causando reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas seguram a atividade econômica.&nbsp;</p>



<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>



<p>Edição: Kleber Sampaio</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2022/06/par.jpg" alt="" class="wp-image-53194"/></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/copom-inicia-quinta-reuniao-do-ano-avaliando-fim-de-aperto-nos-juros/">Copom inicia quinta reunião do ano avaliando fim de aperto nos juros</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Copom inicia quarta reunião do ano avaliando fim de altas da Selic</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 10:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa é que taxa suba de 12,75% para 13,25% ao ano Em meio aos impactos da guerra no leste europeu e do nervosismo no mercado financeiro internacional, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa&#160;hoje&#160;(14) a&#160;quarta&#160;reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Amanhã (15), ao fim do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Expectativa é que taxa suba de 12,75% para 13,25% ao ano</p>



<p>Em meio aos impactos da guerra no leste europeu e do nervosismo no mercado financeiro internacional, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa&nbsp;hoje&nbsp;(14) a&nbsp;quarta&nbsp;reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Amanhã (15), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1465583&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1465583&amp;o=node"></p>



<p>Nas estimativas das instituições financeiras, o Copom deverá encerrar o ciclo de aumento de juros, apesar das pressões atuais sobre a inflação. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-06/mercado-financeiro-preve-inflacao-em-9-neste-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">analistas de mercado</a>, a Selic deverá passar de 12,75% para 13,25% ao ano,&nbsp;com alta de 0,5 ponto percentual. Os analistas de mercado esperam que a taxa permaneça nesse nível até o fim do ano.</p>



<p>Na ata da última reunião, os membros do Copom tinham sinalizado que pretendiam concluir o ciclo de alta da Selic porque as elevações dos últimos meses ainda estão sendo sentidas pelo mercado. No entanto, a guerra entre Rússia e Ucrânia passou a impactar a inflação brasileira, por meio do aumento dos combustíveis, de fertilizantes e de outras mercadorias importadas. Além disso, a instabilidade na economia norte-americana, que enfrenta a maior inflação nos últimos 40 anos, têm elevado a cotação do dólar em todo o planeta.</p>



<p>O mercado financeiro sentiu o impacto da economia externa. A última edição do&nbsp;<em>boletim Focus</em>&nbsp;elevou a previsão de inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de&nbsp;<a href="http://%20https//agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-06/mercado-financeiro-preve-inflacao-em-9-neste-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">8.89% para 9%</a>&nbsp;em 2022&nbsp;</p>



<p>Para 2022, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-06/cmn-fixa-em-35-meta-de-inflacao-para-2022" target="_blank" rel="noreferrer noopener">meta de inflação</a>&nbsp;que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior é 5%. Os analistas de mercado consideram que o teto da meta será estourado pelo segundo ano consecutivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aperto monetário</h2>



<p>Principal instrumento para o controle da inflação, a Selic continua em ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegou a 6,5% ao ano, em março de 2018.</p>



<p>Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até chegar ao menor nível da história, em agosto de 2020, em 2% ao ano. Começou a subir novamente em março do ano passado, tendo subido 10,75 pontos percentuais até agora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, causando reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas seguram a atividade econômica. Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>



<p>Edição: Graça Adjuto</p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Jaildo do Bonfim - Presidente da Câmara de vereadores de Ipirá" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/a8Qq4oPVg1g?start=901&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Copom inicia primeira reunião do ano para definir juros básicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Feb 2022 10:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amanhã (2), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa hoje (1º), em Brasília, a primeira reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Pela primeira vez em cinco anos, os juros deverão atingir os dois dígitos. Amanhã (2), ao fim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã (2), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão</p>



<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) começa hoje (1º), em Brasília, a primeira reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Pela primeira vez em cinco anos, os juros deverão atingir os dois dígitos. Amanhã (2), ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.</p>



<p>Com a alta da inflação nos últimos meses, a previsão das instituições financeiras é de que a Selic deve subir de 9,25% para 10,75% ao ano nesta reunião. A expectativa está no boletim&nbsp;<em>Focus</em>, pesquisa divulgada toda semana pelo BC. Para o final de 2021, o mercado prevê que a taxa fique em 11,75% ao ano.</p>



<p>Os membros do Copom sinalizaram, na ata da última reunião, que devem manter a elevação da Selic no mesmo patamar de 1,5 ponto percentual, com política monetária contracionista diante da piora dos índices de preços. Desde setembro, os juros básicos têm sido elevados nesse ritmo.</p>



<p>Principal instrumento para controle da inflação, a Selic continua em ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegou a 6,5% ao ano, em março de 2018.</p>



<p>Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até chegar ao menor nível da história em agosto de 2020, em 2% ao ano. Começou a subir novamente em março do ano passado, tendo aumentado 7,25 pontos percentuais até agora.</p>



<p>Para 2022, a meta de inflação a ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior, 5%.<br><br>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim&nbsp;de dezembro&nbsp;pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), inflação oficial do país, fecharia o ano em 4,7% no cenário base, com Selic em 11,25% ao ano e câmbio em R$ 5,65. O próximo relatório será divulgado em março.<br><br>Puxado pelo aumento dos preços de energia elétrica e combustíveis, o IPCA encerrou 2020 em 10,06%, maior inflação anual desde 2015. A projeção do mercado é de inflação fechando o ano em 5,38%, de acordo com o boletim Focus. É a 29ª alta consecutiva na previsão das instituições financeiras.</p>



<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. É o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa próxima do valor definido na reunião.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque juros mais altos encarecem crédito e estimulam poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem conter a atividade econômica. Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, já que ela é apenas parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>



<p>Fonte: Notícias ao Minuto</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Trombose: uma doença perigosa que requer cuidado!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/d74VTbX7f2c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/copom-inicia-primeira-reuniao-do-ano-para-definir-juros-basicos/">Copom inicia primeira reunião do ano para definir juros básicos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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