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	<title>covid |</title>
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		<title>Seis anos após primeira morte de covid, relatório aponta necessidade de políticas públicas na saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lorena Barberia defende proposta segundo a qual políticas públicas devem ter como objetivo ajudar as famílias socialmente mais vulneráveis, justamente as que mais estiveram expostas ao coronavírus A primeira morte por covid-19 no Brasil ocorreu no dia 12 de março de 2020, há exatamente seis anos. A epidemia felizmente ficou no passado, mas seus efeitos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lorena Barberia defende proposta segundo a qual políticas públicas devem ter como objetivo ajudar as famílias socialmente mais vulneráveis, justamente as que mais estiveram expostas ao coronavírus</p>



<p>A primeira morte por covid-19 no Brasil ocorreu no dia 12 de março de 2020, há exatamente seis anos. A epidemia felizmente ficou no passado, mas seus efeitos, de uma forma ou de outra, se fazem presentes ainda hoje, acima de tudo por trazer lembranças para as muitas pessoas que perderam entes queridos e que gostariam de se ver livres dessas recordações. Num cenário que resultou em mais de 776 milhões de casos confirmados em todo o planeta, com mais de sete milhões de mortes, o vilão é o coronavírus e o mocinho, a ciência, que concluiu um&nbsp;<a href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2026/03/2026-Final-Version-.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo&nbsp;</a>sobre a doença e as populações vulneráveis no Brasil, estudo esse feito em parceria com o Instituto Butantã. Na verdade, é o primeiro trabalho a avaliar a soroprevalência de Sars-Cov-2 entre participantes do Programa Saúde da Família, uma população socioeconomicamente vulnerável, atendida pelo sistema público de saúde da atenção primária.</p>



<p>O estudo sorológico, denominado Avaliação da Incidência da Infecção de Sars-Cov-2 no Brasil, foi liderado pelo Instituto Butantã e consistiu em recrutar famílias em 11 cidades, distribuídas em quatro regiões do País, buscando avaliar evidências, por meio de testes mensais de sangue, de infecções prévias por Sars-Cov-2. Um total de 2.986 de indivíduos participou da primeira avaliação do estudo, que apresentou um índice de evidência de contaminação pelo coronavírus de quase 36%. Para efeitos de comparação, basta dizer que, em populações representativas de outros estratos sociais, o nível de soroprevalência ficou entre 9% e 11%.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_639008"><a class="oceanwp-lightbox" href="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/05/20230512_lorenabarberia.png"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/05/20230512_lorenabarberia-300x300.png" alt="" class="wp-image-639008"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Lorena Barberia – Foto: Léo Ramos Chaves/<em>Revista Fapesp</em></figcaption></figure>



<p>A contribuição do estudo foi mostrar que, quanto mais vulnerável socialmente, mais essa camada da população, que dependia do SUS,&nbsp; esteve exposta ao vírus, informa a professora Lorena Barberia, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, uma das autoras desse trabalho. Segundo ela, entre algumas constatações, algumas se sobressaem, como a que mostra que os indivíduos que se autodeclaravam brancos tiveram uma menor chance de ter infecção prévia do que aqueles que se autodeclaravam pretos ou pardos. “Os indivíduos que moravam em famílias com mais de seis pessoas em casa tinham mais chances de ter uma infecção prévia por Sars-Cov-2”, diz ela.</p>



<p>Outra constatação foi a de que moradores das regiões Norte e Nordeste (como Boa Vista e Fortaleza, retrospectivamente) tinham maiores chances de testar positivo para o vírus do que os habitantes localizados na região Sudeste do País.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância do estudo</h2>



<p>Para Lorena, “esse estudo é superimportante, que não nos ajuda só retrospectivamente para compreender o que aconteceu durante a pandemia, [mas também] porque a gente está mostrando que as famílias mais vulneráveis tiveram uma exposição maior, e essa é uma questão importante para trazer para futuras emergências sanitárias. Sabemos que essas famílias, por causa da renda menor, tinham de frequentar transporte público, tinham que normalmente sair de casa, e moravam com mais pessoas em casa. A consequência de tudo isso é que estamos trazendo evidências muito diretas de qual foi a magnitude da diferença, nessa população, de quanto a mais essa exposição se traduziu em casos positivos nessas famílias”.</p>



<p>A professora deposita suas esperanças em que esse tipo de estudo ajude na elaboração de políticas públicas para atender essa população mais vulnerável em futuras emergências sanitárias. “Temos que desenhar políticas e pensar na prevenção para proteger essas camadas mais vulneráveis, talvez desenvolver especificamente programas para essas populações, além do auxílio emergencial, uma transferência de renda que foi importante para garantir apoio material, mas, além disso, existem outras questões sobre as quais se debruçar, incluindo o fato de que pessoas que tinham doenças, que precisavam frequentar os postos de saúde não poderiam isolar-se em casa. Precisamos desenvolver e pensar nisso de uma forma de como podemos reagir melhor, e isso requer preparação.” Ela entende que o que se viveu durante a pandemia de covid-19 pode ensinar muito no enfrentamento de outras emergências sanitárias, focando, acima de tudo, no universo das famílias socialmente mais desfavorecidas.</p>



<p>(texto atualizado em 13/03)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Jornal da USP no Ar </strong><br><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/jornal-da-usp-no-ar/">Jornal da USP no Ar</a> no ar veiculado pela Rede USP de Rádio, de segunda a sexta-feira: 1ª edição das 7h30 às 9h, com apresentação de Roxane Ré, e demais edições às 14h, 15h, 16h40 e às 18h. Em Ribeirão Preto, a edição regional vai ao ar das 12 às 12h30, com apresentação de Mel Vieira e Ferraz Junior. Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em <a href="https://www.jornal.usp.br/">www.jornal.usp.br</a> ou pelo aplicativo do Jornal da USP no celular. </p>



<p><em>O estudo sorológico, denominado Avaliação da Incidência da Infecção de Sars-Cov-2 no Brasil, foi liderado pelo Instituto Butantã – Arte sobre fotos: </em><a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/a-equipe-medica-esta-verificando-o-idoso-controle-antes-de-entrar-na-area-com-epidemia-de-covid-19_17090748.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=49&amp;uuid=c1c9644a-3a04-422a-ab1c-62ac38ce9604&amp;query=isolamento+costa+medico+luva+coronavirus">prostooleh/Freepik</a><em> e</em><a href="https://www.freepik.com/free-photo/3d-render-coronavirus-cells_11923930.htm"><br>kjpargeter/Freepik</a></p>



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		<title>Um em cada quatro internados por covid apresenta doença renal após a alta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 14:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[doença renal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma parte dos infectados pelo vírus da covid-19 teve algum grau de lesão renal durante a hospitalização, no entanto, ainda são escassas as evidências sobre o impacto da doença em longo prazo na saúde dos rins. No maior estudo do tipo na América Latina, pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) avaliaram 665 pacientes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma parte dos infectados pelo vírus da covid-19 teve algum grau de lesão renal durante a hospitalização, no entanto, ainda são escassas as evidências sobre o impacto da doença em longo prazo na saúde dos rins. No maior estudo do tipo na América Latina, pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/fmusp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FMUSP</a></strong>) avaliaram 665 pacientes por até 11 meses após a alta hospitalar. Os resultados,&nbsp;<a href="https://www.kireports.org/article/S2468-0249(25)00420-6/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicados</a>&nbsp;na revista Kidney International Reports, indicam que um, em cada quatro destes sobreviventes, apresenta a chamada disfunção renal tardia.</p>



<p>A classificação é um desfecho, usando dois critérios relacionados à Taxa de Filtração Glomerular Estimada, a TFGe, que calcula a função renal a partir do nível de creatinina no sangue. O primeiro critério considera os casos em que houve redução igual ou superior a 25% na TFGe em relação ao momento da alta hospitalar, o que significaria uma piora da função renal. O segundo, avalia se a taxa ficou abaixo de 60 ml/min/1,73 m². Respectivamente, 16% e 27% dos pacientes apresentaram essas alterações.</p>



<p>A amostra engloba participantes hospitalizados com quadros moderados a graves durante a primeira onda da covid-19, entre março e agosto de 2020. Muitos deles relataram desconfortos urinários persistentes, como urina espumosa ou avermelhada e idas frequentes ao banheiro, inclusive durante a noite. Eles foram convidados a retornar ao&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/hcfmusp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hospital das Clínicas</a></strong>&nbsp;pelo menos três meses após a alta, para uma bateria de exames que avaliou o funcionamento de múltiplos órgãos, incluindo os rins. A média de idade do grupo era de 56 anos, sendo homens a maioria (54%). Mais de 40% apresentava obesidade e 7,5% já conviviam com algum problema renal prévio que não a doença renal crônica.</p>



<p>Embora reconheça tratar-se de “uma amostra mais crítica de sobreviventes da covid-19”, com pacientes que tiveram uma forma mais severa da doença, o pesquisador Heitor S. Ribeiro destaca que os resultados acendem um outro alerta. “Uma pessoa que sobrevive à hospitalização crítica, como no caso da covid-19, e desenvolve disfunção renal tardia, passa a precisar de mais acompanhamento no sistema de saúde”, explica ele, que é primeiro autor do artigo. O diagnóstico acompanha, por exemplo, maior carga medicamentosa, mudanças no estilo de vida e consultas mais frequentes com nefrologistas, cardiologistas ou endocrinologistas.</p>



<p>O impacto é direto na rotina: “Esse paciente pode ficar anêmico, cansado, fadigado, indisposto. Também são comuns distúrbios do sono.”</p>



<p>A qualidade de vida cai, e essas pessoas se sentem menos dispostas para as atividades do dia a dia”, ressalta. Ainda assim, a equipe ficou relutante em classificar os sintomas como doença renal crônica. Segundo o pesquisador da FMUSP, para afirmar que se trata de uma doença renal, os sintomas têm que perdurar por três meses, o que não foi possível monitorar nesta análise — mas que será feito posteriormente.</p>



<p>“O rim é um dos órgãos mais vitais, com comunicação cruzada com o coração, o cérebro, os músculos e o pâncreas. Quando o rim sobrecarrega e entra em disfunção, outros órgãos normalmente ou já foram ou vão ser afetados.” diz Heitor S. Ribeiro.</p>



<p><strong>Injúria renal aguda</strong></p>



<p>A injúria renal aguda (IRA) é uma das complicações mais comuns da covid-19. A condição refere-se a uma perda súbita na função dos rins, que param de filtrar o sangue e desempenham outras funções de forma eficaz. Quase 80% dos participantes do estudo apresentaram o quadro — número bem acima dos cerca de 30% citados na literatura, destaca Ribeiro.</p>



<p>A pesquisa focou em dois tipos de lesão renal aguda. Como resume o pesquisador, “uma delas é a que ocorre antes mesmo da admissão, a IRA comunitária [IRA-C]. A outra é a que aparece durante a internação, a IRA adquirida no hospital [IRA-H]”. Entre os pacientes, 35% tiveram IRA-C e 43% IRA-H, mas somente a primeira mostrou associação com a disfunção renal tardia. “Normalmente a lesão adquirida no hospital é melhor tratada, melhor gerenciada, e em longo prazo pode não ter um impacto tão significativo”, afirma.</p>



<p>A hipótese é que o cenário seria menos crítico nas ondas pandêmicas após a aplicação da vacina na população. “Acreditamos que esse tipo de lesão antes da hospitalização continuaria associado, só que com uma estimativa menor”, defende. Para ele, os dados refletem o perfil dos participantes: “Quem realmente quis participar do estudo foram pessoas que ficaram preocupadas com o estado de saúde e quiseram ser acompanhadas”.</p>



<p><strong>Covid longa</strong></p>



<p>Seis a cada 100 pessoas infectadas pelo vírus sars-cov-2 desenvolvem a covid longa, um conjunto de problemas apresentados após a covid-19, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O termo engloba sintomas que surgem ou persistem três meses após o contágio inicial e continuam por pelo menos mais dois meses. Como também há poucas pesquisas sobre do impacto da covid longa na saúde renal, Ribeiro e equipe fizeram um outro estudo, sob supervisão do professor Emmanuel A. Burdmann. Na pesquisa, analisaram 37 artigos que, somados, reúnem uma amostra de 1,3 milhão de pessoas.</p>



<p>A revisão mostra que as pesquisas sobre a covid longa renal se concentram em países europeus (37%) e asiáticos (34%), a maioria delas do período pré-vacinação. Apenas um trabalho brasileiro foi incluído e nenhum estudo da África ou do Oriente Médio apareceu no levantamento. “Muito provavelmente, os sistemas públicos e privados de saúde do Sul Global estão negligenciando a covid longa, em especial seus efeitos nos rins”, alerta o pesquisador. Ele ressalta que, enquanto a produção científica se concentra em países de alta renda, 40% dos pacientes avaliados pela FMUSP vivem em baixas condições socioeconômicas.</p>



<p>Além disso, a manifestação da doença foi heterogênea ao redor do mundo, o que torna difícil a tarefa de entender quais foram seus impactos na saúde. Na avaliação de Ribeiro, o artigo contribui para preencher parte dessa lacuna. “A nossa coorte pode oferecer um retrato mais fiel desse cenário e apoiar o cuidado dessas pessoas”, diz.</p>



<p> <em>(Com informações do Jornal da USP)</em></p>



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		<title>Mães vacinadas contra covid protegem bebês com aleitamento exclusivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 13:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Fiocruz reforça que leite materno confere anticorpos Um novo estudo realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) analisou os benefícios da amamentação exclusiva no fortalecimento da imunidade dos bebês contra a Covid-19. A pesquisa, que envolveu mulheres vacinadas contra o vírus SARS-CoV-2, comprovou que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa da Fiocruz reforça que leite materno confere anticorpos</p>



<p>Um novo estudo realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) analisou os benefícios da amamentação exclusiva no fortalecimento da imunidade dos bebês contra a Covid-19. <strong>A pesquisa, que envolveu mulheres vacinadas contra o vírus SARS-CoV-2, comprovou que o leite humano contém níveis significativos de anticorpos neutralizantes</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1634362&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1634362&amp;o=node"></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Mães vacinadas contra a Covid-19 que amamentam exclusivamente seus bebês transferem níveis mais elevados de anticorpos neutralizantes para o leite humano, ajudando a proteger&nbsp;seus filhos contra infecções pelo Sars-CoV-2.</p>



<p>O aleitamento materno exclusivo se dá quando os bebês são alimentados apenas com o leite materno,&nbsp;sem a necessidade de sucos, chás, água e outros alimentos líquidos ou sólidos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os resultados representam um importante avanço no entendimento da imunidade passiva transferida por meio da amamentação e reforçam a recomendação dessa prática de forma exclusiva nos primeiros seis meses de vida”, afirma a pediatra e líder da pesquisa, Maria Elisabeth Moreira.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados</h2>



<p>O estudo analisou a amostra de mulheres vacinadas com duas ou mais doses de diferentes tecnologias de vacinas contra a Covid-19.&nbsp;O trabalho revelou que mães que amamentam exclusivamente apresentaram 22,6% de anticorpos neutralizantes no leite, contra 16,1% das que não amamentam exclusivamente. A descoberta é significativa, pois, no Brasil, a vacinação de bebês menores de seis meses ainda não está disponível, o que torna a amamentação uma ferramenta essencial para a proteção das crianças.</p>



<p>“Os anticorpos neutralizantes presentes no leite humano são uma defesa natural e eficaz contra o vírus, e a amamentação exclusiva potencializa essa proteção. Com a contínua evolução da pandemia, é essencial que as mães sigam as orientações de amamentação para garantir a segurança dos bebês”, avalia Elisabeth Moreira.</p>



<p>Os pesquisadores destacam que a tecnologia das vacinas (mRNA, Vírus Inativado ou Vetor Viral Não Replicante) não influenciou na quantidade de anticorpos neutralizantes presentes no leite humano, indicando que,&nbsp;<strong>independentemente do tipo de vacina recebida, a amamentação ainda é uma prática essencial para proteger os bebês contra a Covid-19</strong>.</p>



<p>Participaram também do estudo,&nbsp;os pesquisadores do IFF/Fiocruz, Yasmin Amaral, Antonio Egídio Nardi, Daniele Marano e Ana Carolina da Costa.</p>



<p>A expansão do aleitamento materno exclusivo é um objetivo importante para a saúde pública. A meta do Ministério da Saúde é de que, até 2030, 70% dos bebês de até 6 meses de idade recebam esse tipo de nutrição. </p>



<p>Fonte: Agência Brasil / Foto: © José Cruz/Agência Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PORNOGRAFIA : MOCINHA OU VILÃ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/EeeKhcI8jac?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/maes-vacinadas-contra-covid-protegem-bebes-com-aleitamento-exclusivo/">Mães vacinadas contra covid protegem bebês com aleitamento exclusivo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Covid pode encolher tumores cancerígenos, indicam novos testes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 14:04:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tumores cancerígenos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um&#160;novo estudo&#160;fascinante, publicado na revista científica Journal of Clinical Investigation, revelou um benefício potencial inesperado da infecção grave por&#160;covid-19: ela pode ajudar a encolher tumores cancerígenos. Esta descoberta surpreendente, baseada em pesquisas realizadas em camundongos, abre novas possibilidades para o tratamento do&#160;câncer&#160;— e lança luz sobre as complexas interações entre o&#160;sistema imunológico&#160;e as células cancerígenas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Justin Stebbing</strong></li>



<li><strong>The Conversation*</strong></li>
</ul>



<p>Um&nbsp;<a href="https://www.jci.org/articles/view/179527">novo estudo</a>&nbsp;fascinante, publicado na revista científica Journal of Clinical Investigation, revelou um benefício potencial inesperado da infecção grave por&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/clmq8rgyyvjt">covid-19</a>: ela pode ajudar a encolher tumores cancerígenos.</p>



<p>Esta descoberta surpreendente, baseada em pesquisas realizadas em camundongos, abre novas possibilidades para o tratamento do&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c7zp5z8w981t">câncer</a>&nbsp;— e lança luz sobre as complexas interações entre o&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-55429355">sistema imunológico</a>&nbsp;e as células cancerígenas. Mas certamente não significa que as pessoas devam tentar ativamente pegar covid.</p>



<p>Os dados que destacam a importância do sistema imunológico no câncer são consideráveis, e muitos medicamentos têm como alvo o sistema imunológico, liberando todo seu potencial, um foco importante da minha própria pesquisa.</p>



<p>Este estudo se concentrou em um tipo de glóbulo branco chamado monócito. Estas células imunológicas desempenham um papel fundamental na defesa do organismo contra infecções e outras ameaças.</p>



<p>No entanto, em pacientes com câncer, os monócitos podem, às vezes, ser &#8220;sequestrados&#8221; por células tumorais e transformados em células favoráveis ao câncer, que protegem o tumor do sistema imunológico.</p>



<p>O que os pesquisadores descobriram foi que a&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd198wnyqgeo">infecção grave por covid-19</a>&nbsp;faz com que o organismo produza um tipo especial de monócito com propriedades anticancerígenas únicas.</p>



<p>Estes monócitos &#8220;induzidos&#8221; são especificamente treinados para atacar o vírus, mas também retêm a capacidade de combater as células cancerígenas.</p>



<p>Para entender como isso funciona, precisamos analisar o material genético do vírus que causa a covid-19.</p>



<p>Os pesquisadores descobriram que esses monócitos induzidos têm um receptor especial que se liga bem a uma sequência específica de RNA da covid.</p>



<p>Ankit Bharat, um dos cientistas envolvidos neste estudo da Universidade Northwestern, em Chicago, explicou essa relação usando uma analogia de chave e fechadura:</p>



<p>&#8220;Se o monócito fosse uma fechadura, e o RNA da covid fosse uma chave, então o RNA da covid é o encaixe perfeito.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Notável">Notável</h2>



<p>Para testar sua teoria, a equipe de pesquisa realizou experimentos em camundongos com vários tipos de câncer avançados (estágio 4), incluindo&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63891835">melanoma</a>,&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-57208591">câncer de pulmão</a>, de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-41681161">mama</a>&nbsp;e de&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-62040159">cólon</a>.</p>



<p>Eles deram aos camundongos uma droga que imitava a resposta imunológica a uma infecção grave por covid, induzindo a produção desses monócitos especiais.</p>



<p>Os resultados foram notáveis. Os tumores dos camundongos começaram a encolher em todos os quatro tipos de câncer estudados.</p>



<p>Diferentemente dos monócitos normais, que podem ser convertidos por tumores em células protetoras, estes monócitos induzidos mantiveram suas propriedades de combate ao câncer.</p>



<p>Eles foram capazes de migrar para os locais dos tumores — uma façanha que a maioria das células imunológicas não consegue realizar — e, uma vez lá, ativaram as células NK (sigla em inglês para&nbsp;<em>natural killer</em>, algo como &#8220;assassinas naturais&#8221;). Essas células assassinas atacaram as células cancerígenas, fazendo com que os tumores encolhessem.</p>



<p>Este mecanismo é particularmente interessante porque oferece uma nova abordagem para combater o câncer que não depende das células T, que são o foco de muitos tratamentos atuais de imunoterapia.</p>



<p>Embora a imunoterapia tenha se mostrado promissora, ela só funciona em cerca de 20% a 40% dos casos, muitas vezes fracassando quando o corpo não consegue produzir células T funcionais suficientes. Na verdade, acredita-se que a dependência da imunidade das células T seja uma das principais limitações das abordagens atuais de imunoterapia.</p>



<p>Este novo mecanismo, por outro lado, oferece uma maneira de matar seletivamente os tumores que é independente das células T, fornecendo potencialmente uma solução para pacientes que não respondem à imunoterapia tradicional.</p>



<p>É importante observar que este estudo foi realizado em camundongos, e serão necessários ensaios clínicos para determinar se o mesmo efeito acontece em seres humanos.</p>



<p>Talvez aspectos deste mecanismo possam funcionar em seres humanos, e também contra outros tipos de câncer, uma vez que ele interrompe uma via comum que a maioria dos cânceres usa para se espalhar pelo corpo.</p>



<p>Embora seja improvável que as vacinas contra covid acionem este mecanismo (já que não usam a sequência completa de RNA do vírus), esta pesquisa abre possibilidades para o desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas que poderiam estimular a produção destes monócitos que combatem o câncer.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/c866/live/c6543c00-ab2a-11ef-a4fe-a3e9a6c5d640.jpg.webp" alt="Pessoas andando de máscara na rua"/><figcaption class="wp-element-caption">Getty Images<br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="Imunidade-treinada">Imunidade treinada</h2>



<p>As implicações deste estudo vão além da covid e do câncer. Ele mostra como nosso sistema imunológico pode ser treinado por um tipo de ameaça para se tornar mais eficaz contra outra.</p>



<p>Esse conceito, conhecido como &#8220;imunidade treinada&#8221;, é uma área de pesquisa animadora que pode levar a novas abordagens para o tratamento de uma ampla variedade de doenças.</p>



<p>No entanto, é fundamental enfatizar novamente que isso não significa que as pessoas devam buscar a infecção por covid como uma forma de combater o câncer, e isso é especialmente perigoso, como&nbsp;<a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/ijc.33325">já descrevi</a>. A forma grave da covid pode ser fatal, além de ter muitas consequências graves para a saúde a longo prazo.</p>



<p>Em vez disso, esta pesquisa fornece informações valiosas que podem levar ao desenvolvimento de tratamentos mais seguros e direcionados no futuro. Enquanto continuamos a lidar com as consequências da pandemia de covid-19, novas infecções e a covid longa, estudos como este nos lembram da importância da pesquisa científica básica.</p>



<p>Mesmo diante de uma crise de saúde global, os pesquisadores estão encontrando maneiras de melhorar nossa compreensão da&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/c404v0k9nk9t">biologia</a>&nbsp;humana e das doenças.</p>



<p>Este estudo não apenas nos ajuda a combater a ameaça imediata da covid, como também abre caminho para avanços no tratamento de outras doenças graves, como o câncer.</p>



<p>Embora ainda haja muito trabalho a ser feito antes que estas descobertas possam ser traduzidas em tratamentos para pacientes humanos, este estudo representa um avanço animador na nossa compreensão da complexa relação entre os vírus, o sistema imunológico e o câncer.</p>



<p>Ele oferece esperança para novas abordagens terapêuticas e ressalta as maneiras muitas vezes inesperadas pelas quais as descobertas científicas podem levar a avanços médicos.</p>



<p><em>*Justin Stebbing é professor de ciências biomédicas na Universidade Anglia Ruskin, no Reino Unido.</em></p>



<p><em>Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas&nbsp;</em><a href="https://theconversation.com/"><em>The Conversation</em></a><em>&nbsp;e republicado aqui sob uma licença Creative Commons.&nbsp;</em><a href="https://theconversation.com/covid-caused-cancer-tumours-to-shrink-in-mice-new-study-243973"><em>Leia aqui a versão original</em></a><em>&nbsp;(em inglês).</em></p>



<p>Fonte: BBC Brasil / Foto: Getty Images</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="CONVIVÊNCIA COM A SECA, COM FOCO NA PALMA FORRAGEIRA E ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/NxQa5d98lbA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/covid-pode-encolher-tumores-cancerigenos-indicam-novos-testes/">Covid pode encolher tumores cancerígenos, indicam novos testes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Por que AstraZeneca decidiu &#8216;aposentar&#8217; sua vacina contra covid, após 3 bilhões de doses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 19:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AstraZeneca]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após mais de 3 bilhões de doses distribuídas, a&#160;vacina&#160;da AstraZeneca e da Universidade de Oxford contra a&#160;covid-19&#160;está sendo retirada do mercado. A companhia farmacêutica AstraZeneca disse que estava “incrivelmente orgulhosa” da vacina, mas havia tomado uma decisão comercial. Segundo a empresa, o surgimento de novas variantes do coronavírus fez com que a demanda se voltasse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após mais de 3 bilhões de doses distribuídas, a&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cxnyknq5p9kt">vacina</a>&nbsp;da AstraZeneca e da Universidade de Oxford contra a&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/clmq8rgyyvjt">covid-19</a>&nbsp;está sendo retirada do mercado.</p>



<p>A companhia farmacêutica AstraZeneca disse que estava “incrivelmente orgulhosa” da vacina, mas havia tomado uma decisão comercial.</p>



<p>Segundo a empresa, o surgimento de novas variantes do coronavírus fez com que a demanda se voltasse para as vacinas mais recentes e atualizadas.</p>



<p>Estima-se que sua vacina tenha salvado milhões de vidas durante a pandemia, mas ela também causou <a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-59503080">coágulos sanguíneos raros</a> e, algumas vezes, fatais.</p>



<p>Na corrida para acabar com os lockdowns impostos ao redor do mundo na pandemia, a vacina foi&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-55049893">desenvolvida por cientistas da Universidade de Oxford em tempo recorde</a>. Um processo que normalmente leva 10 anosfoi realizado em cerca de 10 meses.</p>



<p>Em novembro de 2020, ela foi anunciada como “uma vacina para o mundo”, uma vez que era muito mais barata e fácil de armazenar do que outras vacinas contra covid-19. A AstraZeneca havia concordado em fabricá-la em massa.</p>



<p>Inicialmente, ela serviu de base para os planos do&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/cxnyknxvp53t">Reino Unido</a>&nbsp;de vacinar a população e sair do lockdown.</p>



<p>Agora você pode receber as notícias da BBC News Brasil no seu celular</p>



<p>“A verdade é que fez uma enorme diferença, foi o que nos tirou da catástrofe que se desenrolava naquela época, combinada com a outra vacina, da Pfizer”, afirma Adam Finn, professor da Universidade de Bristol, no Reino Unido.</p>



<p>Mas sua reputação foi prejudicada à medida que coágulos sanguíneos incomuns foram registrados como um efeito colateral raro da vacina, e o Reino Unido recorreu a alternativas.</p>



<p>Em comunicado, a AstraZeneca afirmou: &#8220;De acordo com estimativas independentes, mais de 6,5 milhões de vidas foram salvas apenas no primeiro ano de uso&#8221;.</p>



<p>“Nossos esforços foram reconhecidos por governos no mundo todo, e foram amplamente considerados como tendo sido um componente fundamental para acabar com a pandemia global.”</p>



<p>A companhia farmacêutica afirmou que o desenvolvimento de novas vacinas contra variantes da covid, que estão agora em circulação, gerou um “excedente de vacinas atualizadas disponíveis”, levando a um “declínio na demanda” pela sua vacina, que “não será mais fabrica ou distribuída”.</p>



<p>“Acho que a retirada da vacina (do mercado) simplesmente reflete que ela não é mais útil&#8221;, avalia Finn.</p>



<p>“Acabou que este vírus é muito ágil. Ele evoluiu para se afastar das vacinas originais — por isso, de certa forma, elas se tornaram irrelevantes, e só as vacinas reformuladas provavelmente serão usadas agora.”</p>



<p>Fonte: BB Brasil / GETTY IMAGES</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Análise do quadro político para o próximo pleito eleitoral 2024" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/WcL8t3jTo5A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Pode tomar vacina com sintomas de gripe ou Covid? Entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 13:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas de gripe]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista explica se existem riscos na vacinação quando há sintomas como febre, mal-estar e dor muscular No final de março, teve início a campanha de vacinação contra a gripe em várias regiões do Brasil. Recentemente, o Ministério da Saúde anunciou a ampliação do público-alvo da vacinação contra a dengue com doses de imunizantes próximos à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista explica se existem riscos na vacinação quando há sintomas como febre, mal-estar e dor muscular</p>



<p>No final de março, teve início a campanha de vacinação contra a gripe em várias regiões do Brasil. Recentemente, o Ministério da Saúde anunciou a ampliação do público-alvo da vacinação contra a dengue com doses de imunizantes próximos à data de vencimento. Diante desse cenário — e da importância de manter a caderneta de vacinação em dia para as outras doenças também — algumas dúvidas podem surgir. Uma das mais comuns é <strong>se pode tomar vacina com algum sintoma de gripe ou Covid</strong>.</p>



<p>De acordo com Rosana Richtmann, consultora em vacinas do Delboni, marca pertencente à Dasa, o recomendado é <strong>evitar tomar vacinas com sintomas de uma doença infecciosa,</strong> como febre e mal-estar. “O ideal é aguardar, pelo menos, 72 horas até entendermos o que está acontecendo, que doença é essa e, depois fazer a vacinação”, afirma.</p>



<p>A especialista explica que&nbsp;<strong>é importante aguardar o fim da infecção</strong>&nbsp;que está causando os sintomas porque o sistema imunológico pode não responder adequadamente às vacinas nesse período. “O sistema imunológico está ocupado combatendo um agente infeccioso. Então, a resposta imune diante da vacina pode ser prejudicada”, explica. Ou seja, o imunizante pode não ter a sua eficácia adequada quando é administrado diante de sintomas infecciosos.</p>



<p>Além disso, algumas vacinas, como a da gripe, podem causar reações leves, como febre baixa, dor muscular e mal-estar. Essas reações podem ser confundidas com o quadro infeccioso, já que os sintomas também são comuns de doenças virais, como a própria gripe, a Covid-19 e a dengue. “Diante disso, é fundamental aguardar 72 horas sem febre ou apresentar uma melhora clínica para tomar a vacina”, reforça Richtmann.</p>



<p>Em 2024, a vacinação contra a gripe acontecerá no primeiro semestre do ano nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, enquanto no Norte acontecerá no segundo semestre. Essa estratégia visa atender as particularidades climáticas de cada região. Saiba mais sobre a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/vacina-da-gripe-2024-veja-quem-pode-tomar-e-como-funciona/">vacinação aqui</a>.</p>



<p>PUBLICIDADE</p>



<p>Já a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/vacinacao-contra-dengue-sera-ampliada-com-doses-perto-da-data-de-vencimento/">ampliação da vacina da dengue</a>&nbsp;foi anunciada na semana passada para a faixa etária de 6 a 16 anos em municípios que ainda tiverem com um alto número de doses a vencer em 30 de abril. Esses imunizantes fazem parte do quantitativo doados ao Brasil em fevereiro.</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, os municípios que permanecerem com baixa adesão poderão ampliar para o público especificado na bula da vacina da dengue, que vai dos 4 aos 59 anos. Essa medida deverá ser adotada em caso de necessidade, para que não haja desperdício das doses.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância de manter a vacinação em dia</h2>



<p>Apesar de não ser recomendado se vacinar quando estiver com sintomas de doenças infecciosas, vale a pena se programar e aguardar a recuperação total da doença para se imunizar adequadamente. Manter a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/saiba-a-importancia-de-manter-a-caderneta-de-vacinacao-atualizada/">caderneta de vacinação em dia</a>&nbsp;é fundamental para garantir a própria saúde e a coletiva, evitando a circulação de vírus com potencial epidêmico.</p>



<p>Isso é fundamental diante, principalmente, da baixa cobertura vacinal evidente no Brasil nos últimos anos. Em 2015, por exemplo, foi o último a alcançar a taxa de 95% de cobertura vacinal, a meta necessária de pessoas vacinadas para considerar uma doença sob controle. Com o baixo índice de imunização, segundo especialistas, a população fica mais vulnerável às doenças e infecções.</p>



<p>Diante disso, a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) criou a 22ª Semana de Vacinação nas Américas para promover a equidade e o acesso à vacinação em todos os países da Região. A campanha de 2024 ocorre de 20 a 27/4, englobando também a 13ª Semana Mundial de Imunização (SMI), na última semana do mês de abril.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Catherine Falls Commercial/GettyImages</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Agulhamento à seco no tratamento de dores" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/psjbPEJN-7U?start=17&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/pode-tomar-vacina-com-sintomas-de-gripe-ou-covid-entenda/">Pode tomar vacina com sintomas de gripe ou Covid? Entenda</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo estima 17 mil mortes em seis países por uso de cloroquina contra Covid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 12:31:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[17 mil mortes]]></category>
		<category><![CDATA[cloroquina]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa foi realizada com dados de pacientes de Bélgica, França, Itália, Espanha, Estados Unidos e Turquia O uso, sem previsão na bula (off label), de hidroxicloroquina para tratar pacientes hospitalizados com covid-19 na primeira onda da pandemia pode estar relacionado a cerca de 17 mil mortes em seis países:&#160;Bélgica, França, Itália, Espanha, Estados Unidos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa foi realizada com dados de pacientes de Bélgica, França, Itália, Espanha, Estados Unidos e Turquia</p>



<p>O uso, sem previsão na bula (off label), de hidroxicloroquina para tratar pacientes hospitalizados com covid-19 na primeira onda da pandemia pode estar relacionado a cerca de 17 mil mortes em seis países:&nbsp;Bélgica, França, Itália, Espanha, Estados Unidos e Turquia. A maior parte das mortes estimadas, cerca de 7,5 mil, foi nos Estados Unidos.</p>



<p>A estimativa foi feita por pesquisadores da França e do Canadá em um estudo que reúne dados coletados&nbsp;com diferentes metodologias, e teve as conclusões publicadas com ressalvas neste ano no periódico científico Biomedicine &amp; Pharmacotherapy.</p>



<p>Os cientistas estimaram ainda que o <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/hidroxicloroquina-nao-previne-hospitalizacoes-por-covid-19-mostra-novo-estudo/">uso do medicamento</a> pode ser associado a um aumento de 11% na taxa de mortalidade de pacientes hospitalizados.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/9.jpg" alt="" class="wp-image-86860" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/9.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/9-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Limitações</h2>



<p>Os autores afirmam que, apesar das limitações do estudo e de suas imprecisões, ele ilustra o perigo de, no manejo de futuras emergências, mudar a recomendação de um medicamento com base em evidências fracas. O número de mortes estimado, de 16.990, pode estar tanto sub como superestimado, mas certamente seria muito maior se houvesse dados disponíveis para mais países, ponderam.</p>



<p>“Esse estudo ilustra as limitações de extrapolar tratamentos de condições crônicas para condições agudas sem dados precisos, e a necessidade de produzir rapidamente evidência de alto nível em testes clínicos randomizados para doenças emergentes”, diz o artigo.</p>



<p>Originalmente, a hidroxicloroquina é indicada para o tratamento de doenças como malária, lúpus e artrite, mas, durante a pandemia de covid-19,&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-recomendacoes-das-instituicoes-de-saude-contra-o-uso-de-cloroquina/">seu uso foi defendido por autoridades políticas</a>, como ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo depois de evidências científicas mostrarem ineficácia e riscos.</p>



<p>Já nos primeiros meses da pandemia, a Organização Mundial da Saúde suspendeu os testes para tratamento da covid-19 com a hidroxicloroquina, para preservar a segurança dos pacientes e por reconhecer sua ineficácia.</p>



<p>O estudo publicado neste ano pelos pesquisadores franceses e canadenses reforça que o uso prolongado do medicamento aumenta o risco de problemas cardiovasculares. Os pesquisadores ainda citam um estudo de colegas brasileiros que relaciona a hidroxicloroquina a efeitos colaterais no coração e no fígado.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Os riscos do pé diabético com Dra. Séfora Oliveira" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YNbu6WEPcbw?start=182&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/estudo-estima-17-mil-mortes-em-seis-paises-por-uso-de-cloroquina-contra-covid/">Estudo estima 17 mil mortes em seis países por uso de cloroquina contra Covid</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Do desafio da covid à revolução quântica, série na TV explica a ciência no dia a dia das pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 04:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ciencia]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[revolucao quantica]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda temporada da série documental “Ciência Para Todos” busca comunicar ao grande público como importantes pesquisas financiadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo impactam diretamente a sociedade Segunda, 27 de novembro de 2023 Mostrar a força e presença da ciência no dia a dia das pessoas é a proposta da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segunda temporada da série documental “Ciência Para Todos” busca comunicar ao grande público como importantes pesquisas financiadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo impactam diretamente a sociedade</em></p>



<p>Segunda, 27 de novembro de 2023</p>



<p>Mostrar a força e presença da ciência no dia a dia das pessoas é a proposta da série&nbsp;<a href="https://globoplay.globo.com/ciencia-para-todos/t/C2PcVrYQZF/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Ciência Para Todos</em></a>, que estreia sua segunda temporada nesta segunda-feira, dia 27 de novembro, às 20h30, no Canal Futura. Com 13 episódios semanais, cada um com cerca de 15 minutos, o programa traz entrevistas com pesquisadores da USP e de outras instituições, além de depoimentos do público em geral sobre&nbsp;os impactos sociais e econômicos das pesquisas científicas e tecnológicas&nbsp;financiadas pela&nbsp;Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e reforçam o valor da ciência e da pesquisa brasileira para o desenvolvimento do país. A produção é da Trupe Filmes e a série será exibida até fevereiro de 2024. É possível acompanhar os episódios gratuitamente&nbsp;<a href="https://globoplay.globo.com/ciencia-para-todos/t/C2PcVrYQZF/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link</a>.</p>



<p>Entre os temas desta nova temporada estão a busca por uma vacina para a covid-19, um novo tratamento de combate ao câncer, o impacto da inteligência artificial no cotidiano das pessoas, transplantes de órgãos entre diferentes espécies, estudos sobre os povos originários da Amazônia e oportunidades oferecidas pelo avanço da física quântica. Pesquisadores da Unicamp, USP, Instituto Butantan, Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), Museu Paulista, Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) e Universidade Estadual Paulista (Unesp) estão entre os entrevistados.</p>



<p>A série&nbsp;<em>Ciência Para Todos</em>&nbsp;é uma parceria da Fapesp com a Fundação Roberto Marinho, e abrange diversas iniciativas com o objetivo de estimular o interesse pela ciência, divulgar resultados de pesquisa,&nbsp;fortalecer e valorizar a educação e educadores em diversas frentes, da educação básica à universitária,&nbsp;sempre oferecendo conteúdo de qualidade.</p>



<p> Confira no player abaixo a chamada da nova temporada e a agenda da série <em>Ciência Para Todos</em>, que será exibida semanalmente às segundas-feiras, às 20h30:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Nova temporada de &#039;Ciência Para Todos&#039; estreia dia 27 de novembro no Futura!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/44_zPxdnBOA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>27/11 – A jornada da CoronaVac</strong><br>Na busca por uma vacina capaz de frear a maior crise sanitária do século, o Instituto Butantan firmou parcerias, realizou diversos testes e produziu a primeira vacina do Brasil.</li>



<li>&nbsp;<strong>04/12 – Agricultura e carbono</strong><br>Com o crescimento populacional, o Brasil precisa aumentar a produção de alimentos. Métodos inovadores de agricultura que não causem danos ambientais se apresentam como soluções.</li>



<li>&nbsp;<strong>11/12 – O Museu do Ipiranga revive</strong><br>Após o fechamento do Museu do Ipiranga em 2013, um longo processo de restauração, que aliou arte e ciência, foi fundamental para a sua reabertura quase uma década depois.</li>



<li>&nbsp;<strong>25/12 – Cidades e sustentabilidade</strong><br>A produção de alimentos, água e energia influi nas mudanças climáticas, de modo que melhorar a administração desses fatores é essencial para tornar as cidades mais sustentáveis.</li>



<li><strong>01/01/2024 – Biotecnologia e sustentabilidade</strong><br>Para diminuir o impacto ambiental de certas indústrias, a biotecnologia permite descobrir e estudar novas enzimas, tornando processos industriais mais sustentáveis.</li>



<li><strong>08/01 – Povos originários da Amazônia</strong><br>Por muito tempo se pensou que a Amazônia era uma terra sem gente a ser ocupada, mas pesquisas arqueológicas comprovam que ela foi bastante povoada muito antes da invasão europeia.</li>



<li><strong>15/01 – Combate ao câncer</strong><br>Um novo tratamento em desenvolvimento contra alguns tipos de câncer consiste em retirar as células da pessoa doente, modificá-las geneticamente e reinseri-las no paciente.</li>



<li>&nbsp;<strong>22/01 – O desafio da covid<br></strong>Quando a covid-19 pegou o mundo de surpresa e exigiu respostas rápidas, a Fapesp lançou editais convocando pesquisadores a estudar o vírus e buscar soluções de saúde pública.</li>



<li><strong>29/01 – Medicamentos biológicos</strong><br>Biofármacos são medicamentos feitos com substâncias biológicas, como proteínas e anticorpos. A Unesp abrigará uma fábrica desses produtos que será fundamental para o nosso país.</li>



<li>&nbsp;<strong>05/02 – Inteligência artificial</strong><br>Inteligência artificial é um campo que gera dúvidas e medos. Os estudos do C4AI, centro mantido pela Fapesp e IBM com várias pesquisas sobre o assunto, podem esclarecer algumas questões.</li>



<li><strong>12/02 – Transplantes entre diferentes espécies</strong><br>A escassez de órgãos humanos disponíveis para transplante pode encontrar uma solução na modificação genética aprimorada que possibilita o transplante entre espécies diferentes.</li>



<li><strong>19/02 – Biodiversidade ameaçada</strong><br>Serviços ecossistêmicos são benefícios que obtemos da natureza, como alimentos e água. A perda de biodiversidade compromete a oferta desses serviços e ameaça nossa existência.</li>



<li>&nbsp;<strong>26/02 – A revolução quântica</strong><br>A física quântica estuda a natureza das menores coisas que conhecemos, como átomos e partículas. O conhecimento desse mundo de leis próprias tem gerado grandes avanços científicos.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>



<p>O Futura está disponível gratuitamente no site da <a href="https://s2311.imxsnd02.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRmdsb2JvcGxheS5nbG9iby5jb20lMkZjYW5haXMlMkZmdXR1cmElMkY6MjQxOTg3MzUwOnRhYml0YUB1c3AuYnI6Yjg4MWQzOjYy" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Globoplay;</a> para assistir, basta escolher o episódio e clicar no play. Assista também nas principais operadoras de TV por assinatura no Brasil: Net e Claro TV ( 534 HD e 34), Sky (434 HD e 34), Vivo ( 68HD e 24 fibra ótica) e Oi TV (35). </p>



<p>Fonte: Jornal USP</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ITAMARAJÚ X PORTO SEGURO, AO VIVO - FINAL DO INTERMUNICOIPAL 2023" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/BlXIYGCTZ4E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/do-desafio-da-covid-a-revolucao-quantica-serie-na-tv-explica-a-ciencia-no-dia-a-dia-das-pessoas/">Do desafio da covid à revolução quântica, série na TV explica a ciência no dia a dia das pessoas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Jequié e Teixeira de Freitas registram crescimento em casos ativos de Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 19:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Jequié]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Jequié, localizada no Médio Rio de Contas, registrou um aumento nos casos de Covid-19, no final do mês de outubro. Segundo o Blog Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, a Secretaria Municipal de Saúde do município divulgou um boletim epidemiológico, na noite desta segunda-feira (30), relatando o registro de 39 casos da doença, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A cidade de Jequié, localizada no Médio Rio de Contas, registrou um aumento nos casos de Covid-19, no final do mês de outubro. Segundo o Blog Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, a Secretaria Municipal de Saúde do município divulgou um boletim epidemiológico, na noite desta segunda-feira (30), relatando o registro de 39 casos da doença, onde 6 são casos ativos e outros 2 aguardam resultado. </strong></p>



<p><strong>Desde o início da pandemia, Jequié obteve 26520 casos e 458 óbitos pela enfermidade desde o início da pandemia, decretada em março de 2020. O alerta de crescimento de casos também foi emitido pela prefeitura de Teixeira de Freitas, cidade localizada no extremo sul da Bahia. </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/05/3-1.jpg" alt="" class="wp-image-86854"/></figure>



<p><strong>Em um comunicado emitido na última quarta-feira (25), a gestão municipal confirmou que 32 casos foram confirmados durante as duas semanas finais do mês de outubro.&nbsp;O município do extremo sul registrou um aumento de 0,09% entre a segunda-feira (30) e esta terça-feira (31). Já nos últimos cinco dias, a cidade obteve um crescimento de 0,15, de acordo com dados do Boletim Informativo da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab)</strong></p>



<p><strong>Entre março deste ano até esta segunda-feira (30), Teixeira de Freitas registrou 28.107 casos ativos de Covid-19. Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Itabuna e Camaçari são os municípios com maior número de casos da enfermidade. A capital baiana tem 18% dos casos confirmados e um total de 340.161 casos. Já Feira obteve 85.455 casos e Vitória da Conquista com 52.485 casos. </strong></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f2.png" alt="📲" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029Va7POUB9sBI88RkOb31T">Clique aqui e participe do Canal do Ipirá City no WhatsApp</a></strong></p>



<p>Fonte: Bahia Notícias </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Os riscos do pé diabético com Dra. Séfora Oliveira" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/YNbu6WEPcbw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/jequie-e-teixeira-de-freitas-registram-crescimento-em-casos-ativos-de-covid-19/">Jequié e Teixeira de Freitas registram crescimento em casos ativos de Covid-19</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Covid longa pode causar danos a órgãos importantes, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Sep 2023 20:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cerebro]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[Danos]]></category>
		<category><![CDATA[orgaos]]></category>
		<category><![CDATA[Pulmoes]]></category>
		<category><![CDATA[ressonancia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas que vivem com covid longa, após serem hospitalizadas, têm maior probabilidade de apresentar algum dano em seus principais órgãos, segundo um novo estudo realizado no Reino Unido. Ressonâncias magnéticas revelaram que esses pacientes tinham três vezes mais probabilidade de apresentar anomalias em vários órgãos, incluindo pulmões, cérebro e rins. Os pesquisadores acreditam haver uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Dominic Hughes</strong></li>



<li>Role,<strong>Correspondente de saúde da BBC News</strong></li>



<li><a href="https://twitter.com/hughesthenews">Twitter,<strong>@hughesthenews</strong></a></li>



<li>Domingo, 24 de setembro de 2024</li>
</ul>



<p>Pessoas que vivem com covid longa, após serem hospitalizadas, têm maior probabilidade de apresentar algum dano em seus principais órgãos, segundo um novo estudo realizado no Reino Unido.</p>



<p>Ressonâncias magnéticas revelaram que esses pacientes tinham três vezes mais probabilidade de apresentar anomalias em vários órgãos, incluindo pulmões, cérebro e rins.</p>



<p>Os pesquisadores acreditam haver uma ligação com a gravidade com que a doença se desenvolveu nesses pacientes.</p>



<p>Espera-se que esse estudo ajude a promover tratamentos mais eficazes para a covid longa.</p>



<p>A pesquisa foi publicada na revista científica Lancet Respiratory Medicine e analisou 259 pacientes que, por conta do vírus, precisaram ser internados.</p>



<p>Cinco meses após receberem alta do hospital, as ressonâncias magnéticas dos principais órgãos mostraram algumas diferenças significativas em comparação com um grupo de 52 pessoas que nunca tiveram covid.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Outros-fatores">Outros fatores</h2>



<p>O maior impacto foi observado nos pulmões, órgão no qual os exames mostraram 14 vezes mais probabilidade de anormalidades.</p>



<p>As ressonâncias magnéticas também apontaram três vezes mais probabilidade de anormalidades no cérebro (e duas vezes mais probabilidade nos rins) entre pessoas que tiveram covid grave.</p>



<p>Não houve diferenças significativas na saúde do coração ou do fígado.</p>



<p>Betty Raman, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e uma das principais pesquisadoras do estudo, diz que está claro que aqueles que vivem com sintomas prolongados de covid têm maior probabilidade de ter sofrido algum dano em certos órgãos.</p>



<p>&#8220;Cinco meses após a alta hospitalar, por covid, encontramos mais anormalidades nos pulmões, cérebro e rins nesses pacientes do que no grupo que nunca teve covid&#8221;, assinala.</p>



<p>&#8220;A idade do paciente, a gravidade da covid e se ele sofria de outras doenças ao mesmo tempo foram fatores importantes para determinar se encontramos ou não danos nesses órgãos importantes do corpo&#8221;, acrescenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Novos-tratamentos">Novos tratamentos</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/6896/live/79613e60-5a00-11ee-8d98-89c41327f7f4.jpg" alt="Mulher dormindo no sofá"/><figcaption class="wp-element-caption">Legenda da foto,Cansaço extremo é um dos sintomas da covid longa</figcaption></figure>
</div>


<p>As descobertas fazem parte de um estudo mais amplo que analisa os efeitos de longo prazo da covid nas pessoas que foram hospitalizadas, conhecido como&nbsp;<a href="https://www.phosp.org/">estudo Phosp-Covid</a>.</p>



<p>Os pesquisadores descobriram que alguns sintomas coincidiam com sinais de danos a órgãos revelados por exames de ressonância magnética, por exemplo, aperto no peito e tosse anormal.</p>



<p>No entanto, nem todos os sintomas sentidos por quem vive com covid longa podem estar diretamente relacionados ao que foi observado nos testes.</p>



<p>Raman observa que, aparentemente, as anomalias em mais de um órgão eram mais comuns entre as pessoas que foram internadas no hospital e ainda relataram problemas de saúde física e mental após a recuperação da infecção inicial.</p>



<p>&#8220;O que estamos vendo é que as pessoas com patologia de múltiplos órgãos na ressonância magnética, ou seja, que tiveram mais de dois órgãos afetados, tinham quatro vezes mais probabilidade de relatar comprometimento físico e mental grave e muito grave&#8221;.</p>



<p>&#8220;Nossas descobertas também destacam a necessidade de serviços de acompanhamento multidisciplinar de longo prazo focados na saúde pulmonar e extrapulmonar (rins, cérebro e saúde mental), especialmente para aqueles que foram hospitalizados com covid&#8221;.</p>



<p>Chris Brightling, da Universidade de Leicester, na Inglaterra, que lidera o estudo Phosp-Covid, diz que a pesquisa faz parte de um esforço mais amplo para compreender o grupo de diferentes sintomas que compõem a síndrome conhecida como covid longa.</p>



<p>&#8220;Esse estudo detalhado de imagens de corpo inteiro confirma que alterações são observadas em vários órgãos meses após a hospitalização por covid.&#8221;</p>



<p>&#8220;Estamos trabalhando para entender por que isso está acontecendo e como podemos desenvolver testes e novos tratamentos para a covid longa&#8221;.</p>



<p>Fonte: BBC Brasil</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eleições Conselho Tutelar 2023" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/ZdCK9ysY590?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/covid-longa-pode-causar-danos-a-orgaos-importantes-diz-estudo/">Covid longa pode causar danos a órgãos importantes, diz estudo</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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