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	<title>Crianças |</title>
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	<title>Crianças |</title>
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		<title>Projeto cria regras para prevenir a obesidade em crianças e adolescentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 13:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 6274/25 cria a Política Nacional de Prevenção e Combate à Obesidade, com atenção especial para crianças e adolescentes. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Apresentado pelo deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), o texto estabelece uma série de diretrizes divididas em eixos principais, como o incentivo à alimentação saudável, o estímulo à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 6274/25 cria a Política Nacional de Prevenção e Combate à Obesidade, com atenção especial para crianças e adolescentes. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.</p>



<p>Apresentado pelo deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), o texto estabelece uma série de diretrizes divididas em eixos principais, como o incentivo à alimentação saudável, o estímulo à atividade física e o apoio à pesquisa e ao tratamento.</p>



<p>Entre as medidas previstas para promover uma alimentação melhor estão:</p>



<p>campanhas educativas contínuas em escolas, comunidades e meios de comunicação;<br>rotulagem obrigatória com informações claras sobre calorias, açúcares, gorduras saturadas e sódio, seguindo normas da Organização Mundial da Saúde (OMS);<br>incentivos fiscais para a produção e venda de alimentos frescos, como frutas, legumes e hortaliças.</p>



<p><strong>Infraestrutura e trabalho</strong></p>



<p>No eixo da atividade física, o projeto prevê a construção e manutenção de parques, ciclovias e academias ao ar livre, prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social.</p>



<p>O texto também incentiva empresas a adotarem programas de bem-estar, como ginástica laboral e horários flexíveis para exercícios.</p>



<p><strong>Tratamento pelo SUS</strong></p>



<p>A proposta busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) para o atendimento de pessoas com sobrepeso e obesidade. O projeto prevê:</p>



<p>ampliação de serviços com nutricionistas, psicólogos e médicos especializados;<br>oferta gratuita de tratamentos farmacológicos e cirúrgicos para casos de obesidade grave, conforme critérios médicos;<br>suporte psicológico focado em distúrbios alimentares, em colaboração com a Secretaria Nacional de Saúde Mental.<br>Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2025 indicam que cerca de 31% da população brasileira vive com a condição. “Não estamos diante de um problema individual, mas sim de um problema estrutural e coletivo”, diz o autor.</p>



<p><strong>Próximas etapas</strong></p>



<p>A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. </p>



<p>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="EMAGRECIMENTO MODERNO" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/FeGat2T796U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/projeto-cria-regras-para-prevenir-a-obesidade-em-criancas-e-adolescentes/">Projeto cria regras para prevenir a obesidade em crianças e adolescentes</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Sistema de smartwatch ajuda pais a encurtar e atenuar crises emocionais em crianças rapidamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2025 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[crises emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da&#160;Mayo Clinic&#160;desenvolveram um sistema de alerta baseado em&#160;smartwatches&#160;que sinaliza aos pais os primeiros sinais de um ataque de birra em crianças com transtornos emocionais e comportamentais — permitindo que os pais intervenham antes que o ataque se intensifique. Em um novo estudo publicado na JAMA Network Open, esses alertas ajudaram os pais a intervir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/mayo-clinic/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mayo Clinic</a></strong>&nbsp;desenvolveram um sistema de alerta baseado em&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/smartwatch/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">smartwatches</a>&nbsp;</strong>que sinaliza aos pais os primeiros sinais de um ataque de birra em crianças com transtornos emocionais e comportamentais — permitindo que os pais intervenham antes que o ataque se intensifique. Em um novo estudo publicado na JAMA Network Open, esses alertas ajudaram os pais a intervir em até quatro segundos e reduziram ataques de birra intensos em uma média de 11 minutos — cerca de metade da duração observada com a terapia padrão.</p>



<p>Nesse sistema, um smartwatch usado pela criança detecta sinais fisiológicos de estresse, como aumento da frequência cardíaca ou mudanças nos movimentos ou no sono, e os envia para um aplicativo habilitado por inteligência artificial (IA) no smartphone dos pais. O aplicativo analisa os dados em tempo real e envia um alerta como um sinal para que os pais se conectem com a criança.</p>



<p>As descobertas demonstraram como a tecnologia de smartwatches pode ajudar a preencher uma lacuna nos cuidados com a saúde mental pediátrica, oferecendo aos pais um suporte acionável quando a ajuda profissional não está imediatamente disponível. Essa necessidade é ampla — quase 1 em cada 5 crianças nos Estados Unidos tem um transtorno de saúde mental, comportamental ou emocional, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês).</p>



<p>A abordagem demonstra como a tecnologia vestível, combinada com um design de IA focado no paciente, pode apoiar as famílias para além do ambiente clínico.</p>



<p>No ensaio clínico randomizado, 50 crianças de 3 a 7 anos que recebiam terapia de interação pais-filhos na Mayo Clinic participaram ao longo de 16 semanas. Metade delas foi designada a usar um sistema de smartwatch, e a outra metade continuou com a terapia padrão. O estudo avaliou se as famílias usariam a tecnologia conforme planejado e se alertas imediatos poderiam alterar de forma mensurável o tempo de resposta dos pais e o comportamento das crianças.</p>



<p>É importante destacar que as crianças usaram o smartwatch por cerca de 75% do período do estudo, demonstrando viabilidade e engajamento familiar.</p>



<p>“Este estudo mostra que até mesmo intervenções pequenas e feitas no momento certo podem mudar a trajetória de um episódio de desregulação emocional da criança,” diz Magdalena Romanowicz, M.D., psiquiatra infantil na Mayo Clinic e colíder do estudo. “Esses momentos dão aos pais a oportunidade de intervir com medidas de apoio — aproximar-se, oferecer segurança, nomear emoções e redirecionar a atenção antes que a birra se intensifique.”</p>



<p><strong>Baseando-se em pesquisas anteriores</strong></p>



<p>Este trabalho se baseia em um estudo anterior da equipe, que utilizou um algoritmo de aprendizado de máquina para analisar dados do smartwatch — incluindo frequência cardíaca, sono e movimento — a fim de prever comportamentos disruptivos em crianças hospitalizadas que recebiam cuidados psiquiátricos.</p>



<p>Esse&nbsp;<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37966360/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo</a>, publicado no Journal of Child and Adolescent Psychopharmacology, mostrou que o algoritmo poderia prever o estado comportamental de uma criança com 81% de precisão e fornecia um aviso prévio de 30 a 60 minutos sobre um surto iminente.</p>



<p>“Este trabalho mostra como a ciência básica e a pesquisa clínica podem se unir para transformar o cuidado ao paciente,” diz Arjun Athreya, Ph.D., colíder do estudo e membro do corpo docente de engenharia do Departamento de Farmacologia Molecular e Terapêutica Experimental da Mayo Clinic. “Nós traduzimos descobertas obtidas no ambiente de internação para o cuidado ambulatorial, e os resultados mostram como dados de dispositivos inteligentes do dia a dia podem ajudar as famílias em tempo real.”</p>



<p><strong>Capacitando famílias com cuidados orientados por dados</strong></p>



<p>Paul Croarkin, D.O., psiquiatra infantil e adolescente da Mayo Clinic e coautor do estudo, afirma que as descobertas destacam o poder do cuidado orientado por dados. “Um smartwatch pode parecer simples, mas quando é respaldado por tratamentos baseados em evidências e análises avançadas, torna-se uma tábua de salvação para famílias que tentam administrar os sintomas comportamentais intensos em casa.</p>



<p>Julia Shekunov, M.D., diretora médica da Unidade de Internação em Psiquiatria Infantil e Adolescente da Mayo Clinic e também coautora do estudo, diz que o trabalho atende a uma necessidade urgente. “Estamos vendo mais crianças em crise, e a intensidade está aumentando. Esse sistema oferece aos pais ferramentas que eles podem utilizar imediatamente, mesmo fora do ambiente clínico, para ajudar seu filho a retomar o controle.”</p>



<p><strong>Próximos passos</strong></p>



<p>Estudos futuros irão aprimorar a precisão preditiva do sistema, testá-lo em grupos maiores e avaliar seus benefícios a longo prazo no cuidado ambulatorial cotidiano.</p>



<p>Este estudo foi financiado em parte pelo Fundo de Estímulo a Ensaios Clínicos da Mayo Clinic e pelo Centro de Medicina Personalizada da Mayo Clinic. Reveja o estudo para uma lista completa de autores, divulgações e financiamento.</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



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<iframe title="SABORES QUE CONECTAM:DICAS ENSSENCIAIS SOBRE O MUNDO DOS CAFÉS E DOS VINHOS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/g1hlMfA5wtI?start=1720&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Metodologia pode ampliar diagnóstico de tuberculose em crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos Sem Fronteiras (MSF) apresentará nesta semana novos dados mostrando que os algoritmos de decisão clínica recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) podem quase dobrar o número de crianças que conseguem iniciar tratamento de tuberculose, mesmo em locais sem exames laboratoriais disponíveis. As conclusões serão divulgadas durante a Conferência Mundial sobre Saúde Pulmonar e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Médicos Sem Fronteiras (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/medicos-sem-fronteiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MSF</a></strong>) apresentará nesta semana novos dados mostrando que os algoritmos de decisão clínica recomendados pela Organização Mundial da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OMS</a></strong>) podem quase dobrar o número de crianças que conseguem iniciar tratamento de tuberculose, mesmo em locais sem exames laboratoriais disponíveis. As conclusões serão divulgadas durante a Conferência Mundial sobre Saúde Pulmonar e reforçam o potencial da metodologia para ampliar drasticamente o acesso ao cuidado em contextos com poucos recursos.</p>



<p>A urgência é grande: estima-se que 1,2 milhão de crianças e adolescentes com menos de 15 anos tenham adoecido de tuberculose em 2024. Embora seja uma doença curável, a TB infantil frequentemente não é diagnosticada porque os testes disponíveis foram projetados para adultos e têm baixa sensibilidade em crianças. Além disso, a maioria dos exames exige amostras de escarro — difíceis de obter nessa faixa etária — e, mesmo quando coletadas, a baixa carga bacteriana costuma impedir a detecção laboratorial.</p>



<p>O Relatório Global sobre Tuberculose da OMS, publicado na semana passada, revelou que cerca de 43% das crianças com tuberculose não foram diagnosticadas em 2024, permanecendo sem acesso ao tratamento que poderia salvar suas vidas. Por isso, MSF reforça o apelo para que governos adotem as recomendações da OMS em suas diretrizes nacionais e garantam a implementação da metodologia, permitindo que mais crianças tenham acesso ao diagnóstico e ao tratamento que salva vidas.</p>



<p>O estudo<em>&nbsp;Testar, Prevenir, Curar a tuberculose em crianças</em>&nbsp;(TACTiC, na sigla em inglês) de MSF avaliou os algoritmos da OMS em 1.846 crianças menores de 10 anos com sintomas sugestivos de tuberculose pulmonar entre agosto de 2023 e outubro de 2025 em cinco países: Uganda, Níger, Nigéria, Guiné e Sudão do Sul, incluindo crianças com desnutrição aguda grave e crianças vivendo com HIV. Os dados de MSF mostraram que os algoritmos da OMS identificaram corretamente a maioria dos casos de tuberculose e, em média, duplicaram a proporção de crianças que podem iniciar o tratamento contra doença.</p>



<p>As conclusões de MSF mostraram que a introdução dos algoritmos da OMS não apenas apoia os profissionais de saúde no diagnóstico da tuberculose em crianças, como também é viável de ser utilizado. A metodologia ainda aumenta a satisfação dos pais em relação aos cuidados oportunos que seus filhos receberam para a doença.</p>



<p>“Antes, os profissionais de saúde se baseavam principalmente na tosse e, se a criança não tossisse, muitas vezes concluíam que ela não tinha tuberculose”, explica Angeline Dore, ponto focal do projeto TACTiC na Guiné. “Os algoritmos da OMS agora mostram que não devemos depender apenas da tosse, pois existem outros sinais importantes da doença.”</p>



<p>Em 2022, a OMS revisou suas orientações para o diagnóstico, tratamento e prevenção da tuberculose em crianças, a fim de se alinhar com as evidências científicas mais recentes. Entre várias atualizações importantes, as novas diretrizes da OMS recomendam o uso de algoritmos de decisão de tratamento para o diagnóstico de tuberculose em crianças em ambientes com e sem acesso a aparelhos de raios-X.</p>



<p>No entanto, apesar das recomendações da OMS, muitos países ainda não adotaram esses algoritmos em suas diretrizes nacionais nem facilitaram sua implementação em unidades de saúde. “Muitas crianças com tuberculose ainda estão passando despercebidas devido à falta de ferramentas de diagnóstico eficazes”, relata Helena Huerga, pesquisadora do estudo TACTiC conduzido por MSF.</p>



<p>“Nossas descobertas comprovam que os algoritmos de decisão de tratamento da OMS, para os quais não precisamos de resultados de exames laboratoriais para iniciar o tratamento da tuberculose em crianças, funcionam em contextos reais e podem salvar a vida de muito mais crianças se forem implementados. A ciência é clara – o que falta agora é a vontade política para colocar a metodologia em prática.”</p>



<p>Com os recentes cortes no financiamento da ajuda humanitária global, que ameaçam ampliar as lacunas na identificação e no tratamento de pessoas com tuberculose, MSF apela aos países e às partes interessadas, incluindo doadores internacionais, para que intensifiquem os esforços e garantam um financiamento sustentado para o tratamento da doença para todos, especialmente crianças pequenas, que já enfrentam as maiores lacunas no acesso ao tratamento da tuberculose.</p>



<p>“Além da adoção e implementação oportuna dos algoritmos da OMS, os formuladores de políticas, doadores e implementadores também devem antecipar e planejar um aumento no fornecimento de medicamentos necessários para tratar crianças, a fim de garantir que todas as crianças diagnosticadas com tuberculose possam ter acesso ao tratamento sem demora”, alerta Daniel Martinez Garcia, líder do projeto TACTiC de MSF.</p>



<p>Com Informações do Site Medicina SA</p>



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<iframe title="NOVEMBRO AZUL: MÊS MUDIAL DE COMBATE AO CÂNCER DE PRÓSTATA" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/2axkOlm19WQ?start=1194&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Contos de fadas ajudam na educação das crianças. E na percepção dos adultos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 15:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Contos de fadas]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Katia Canton traz o encanto das narrativas mágicas para os pais e filhos na arte de viver “Contos de fadas são obras de arte, heranças vivas da humanidade que foram criadas e recriadas, na voz e na escrita, por milhares de pessoas reconhecidas ou anônimas. É importante lembrar que, desde a época das cavernas, os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Katia Canton traz o encanto das narrativas mágicas para os pais e filhos na arte de viver</p>



<p>“Contos de fadas são obras de arte, heranças vivas da humanidade que foram criadas e recriadas, na voz e na escrita, por milhares de pessoas reconhecidas ou anônimas. É importante lembrar que, desde a época das cavernas, os contos de magia foram criados e materializados para diferentes necessidades humanas, como amenizar dores e medos, dar exemplos de condutas, viajar na imaginação. Suas narrativas são construções simbólicas inventadas como formas estéticas. São as histórias que nos fazem humanos…”</p>



<p>Com essa convicção, a escritora, artista visual, psicanalista e professora do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, Katia Canton, leva os leitores a mergulhar em seu novo livro,&nbsp;<em>Contos de Fadas, Modos de Ser e de Usar: Educação, Arte e Psicanálise,</em>&nbsp;lançamento da editora Panda Educação. Uma edição que integra a pesquisa, arte, ciência e educação. Com sensibilidade, a autora consegue despertar a percepção dos pais e filhos leitores. Sai na defesa dos contos de fadas na educação das crianças, reunindo pesquisas e estudos de diversos autores como Jack Zipes, Maria Tatar, Angela Carter, Nelly Novaes Coelho e conceitos de Sigmund Freud, Carl Jung, Jacques Lacan, além de poetas e artistas.</p>



<p>“Este livro foi pensado para todos aqueles que amam histórias e acreditam nas narrativas mágicas”, argumenta Katia. “As narrativas dos contos de magia e dos contos de fadas são de fato potentes ferramentas formativas. Constroem formas alargadas de legitimar nossas vidas e heranças humanas; portanto, são imprescindíveis para todos nós.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&nbsp;Os contos se alastraram e foram ganhando jeitos próprios e características singulares à medida que eram recontados.</p>
</blockquote>



<p>A autora Katia Canton também conta a sua história. “Os contos de fadas compõem a cartografia da minha vida desde que eu era muito pequena. Narram a trajetória de uma menina muito tímida e sonhadora que passava as tardes ouvindo histórias de uma tia-avó”, lembra.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_941952"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/10/20251007_katia_canton1.jpg" alt="" class="wp-image-941952"/><figcaption class="wp-element-caption">Katia Canton: “Este livro foi pensado para todos aqueles que amam histórias e acreditam nas narrativas mágicas” – Foto: Cecília Bastos</figcaption></figure>



<p>Os contos de fadas foram seguindo Kátia como artista e crítica de arte, despertando o seu olhar para além das paisagens. E hoje estão, como ela define, nas várias linguagens da arte, nas produções e oficinas de arte-educação, tornando-se lema de toda a sua carreira acadêmica, do mestrado ao pós-doutorado, como professora e curadora no Museu de Arte Contemporânea da USP e também na sua sensibilidade como psicanalista. “Para mim, desde criança, o lado mais belo e significativo do conto de fadas sempre esteve associado à sua capacidade de produzir esperança. Mas não se trata de uma esperança plena, lisa,&nbsp;<em>a priori</em>, ou mesmo transcendente, ligada a algum tipo de religiosidade. A esperança alavancada pelas histórias incita um modo de pensar como potência ativa dos personagens que se lançam em uma luta, muitas vezes desesperada, por uma vida melhor.”</p>



<p>Com a certeza da importância das narrativas mágicas na educação e no desenvolvimento de crianças e adultos, Katia Canton tem se dedicado a uma pesquisa multidisciplinar. No livro&nbsp;<em>Contos de Fadas, Modos de Ser e de Usar: Educação, Arte e Psicanálise</em>, a autora busca a origem dessas histórias que aliam sonhos e fantasias ao cotidiano da realidade. “Sabemos que é muito difícil precisar com exatidão onde e como os&nbsp;<em>Homo sapiens</em>&nbsp;começaram a criar contos de magia”, explica Katia. “Na verdade, há opiniões divergentes sobre a origem dessas histórias, muitas delas incrivelmente semelhantes, ainda que contadas por povos distantes entre si física e culturalmente.”</p>



<p>A autora argumenta que alguns pesquisadores atribuem as similaridades nos enredos por abordarem questões comuns à condição humana, como a luta do bem e do mal, o certo e o errado, o humano e o não humano. “Outros defendem que as narrativas surgiram num momento e cultura específicos, se espalhando pelo planeta como a própria expansão do&nbsp;<em>Homo sapiens</em>&nbsp;sobre a Terra. Nesse sentido, os contos se alastraram e foram ganhando jeitos próprios e características singulares à medida que eram recontados.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Das obras pioneiras de Marie de France, das fadas de Madame D’Aulnoy, dos contos dos Irmãos Grimm até a ‘Branca de Neve e os Sete Anões’ de Walt Disney.</p>
</blockquote>



<p>Katia Canton apresenta uma perspectiva histórica cuidadosa. “Se pudermos pensar as histórias dos contos desde o início, no momento em que criamos narrativas orais, percebemos que esse é um carretel muito grande, com fios que não param de passar”, argumenta. “Se pontuarmos a literatura, desde os manuscritos medievais, percebemos que ela vai em direção à sofisticação dessas histórias, que já não estão mais na linguagem oral, na boca do povo, mas passam também a ser registradas pelas pessoas que tinham domínio da escrita.”</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_941950"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/10/20251007_contos_de_fadas_katia_canton_1.jpg" alt="" class="wp-image-941950"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Livro&nbsp;<em>Contos de Fadas</em></figcaption></figure>



<p>Nesta perspectiva histórica, Katia observa que os estudos sobre os contos de fadas vêm sendo o foco de pesquisadores contemporâneos. Aponta um estudo realizado em 2015 pela pesquisadora Sara Graça da Silva, da Universidade Nova de Lisboa, Portugal, e por Jamie Tehrani, antropólogo da Universidade de Durham, no Reino Unido. “Essa pesquisa atesta que algumas das histórias por trás dos contos de fadas teriam até seis mil anos, ou seja, da Idade do Bronze, datando de 3.000 a.C. Ou seja, numa cronologia mais antiga do que aquela atribuída à mitologia grega.”</p>



<p>O livro desperta a atenção dos leitores, especialmente porque a autora investiga os contos milenares árabes e as obras pioneiras da poetisa Marie de France. Conta que a inventora do termo “conto de fadas” foi Marie-Catherine Le Jumel de Barneville, a Madame D’Aulnoy, que, no reinado de Luís XIV, levava para os salões literários da época a moda dos contos de fadas e seres mágicos. Katia vai pontuando o caminho dessa narrativa entre autores clássicos como o poeta francês Charles Perrault, os Irmãos Grimm, Jacob Ludwig e Wilhelm, na Alemanha. E chega à apropriação dos contos pelo cinema de animação. “Em 1937, Walt Disney concretizava o sonho de realizar seu primeiro longa-metragem de animação,&nbsp;<em>Branca de Neve e os Sete Anões</em>, um estrondoso sucesso que retirou os estúdios de uma grave crise financeira que assolava os Estados Unidos e o mundo”, explica Katia Canton. “Alguns anos depois, foi a vez de&nbsp;<em>Cinderela</em>, em 1950,&nbsp;<em>A Bela Adormecida</em>, em 1951…” Um movimento criativo que atravessou o milênio. Uma viagem entre histórias que o leitor vai reconhecer na sua própria história.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_941951"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/10/20251007_contos_de_fadas_katia_canton_2.jpg" alt="" class="wp-image-941951"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Livro&nbsp;<em>Contos de Fadas</em></figcaption></figure>



<p>“Os contos de fadas não apenas ensinam às crianças lições sobre a vida, o amor e si mesmas, mas também podem promover reflexões sobre a sociedade, seus valores, sua ética, seus modos de operar”, explica Katia. “Há toda uma gama de operações de sentido que expandem o valor do aprendizado de ouvir e ler histórias, dependendo das singularidades de cada vida que as recebe.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Torço para que os livros, as histórias tenham vida longa…</p>
</blockquote>



<p>Em Lisboa, onde vive e pesquisa, a professora Katia Canton envia um depoimento especial para o&nbsp;<strong>Jornal da USP</strong>&nbsp;neste mês dedicado às crianças. E homenageia os pais e filhos leitores dos contos de fadas:</p>



<p>“Hoje somos todos, em maior ou menor grau, afetados pelas redes sociais, pelas ramificações de notícias vorazes, muitas vezes difundidas sem nenhuma checagem, e pela introdução da inteligência artificial que, como diz o brilhante cientista Nicolelis, não é nem artificial, nem inteligente.</p>



<p>Diante de um panorama de estímulos acelerados, acredito que ler seja um ato político. Torço para que os livros, as histórias tenham vida longa, pois, como discuto neste recente livro, foi a capacidade narrativa que nos fez humanos. É a capacidade de continuar contando e inventando histórias que garantirá que nossa humanidade continue existindo, mesmo diante de um mundo repleto de dificuldades.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_941953"><img decoding="async" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2025/10/20251007_katia_canton2.jpg" alt="" class="wp-image-941953"/><figcaption class="wp-element-caption">Katia Canton e seu filho, João Roberto: “Muitas histórias para contar…” – Foto: João Monteiro/ Arquivo pessoal</figcaption></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Vivia pedindo histórias para minha tia-avó Cecília. Depois que aprendi a ler, ficava horas no quarto, nesse delicioso exercício de virar as páginas, sonhar, visualizar…</p>
</blockquote>



<p>Passo para todos os pais e crianças, os livros que ficaram gravados na minha mente e coração:&nbsp;<em>As Reinações de Narizinho</em>, de Monteiro Lobato;&nbsp;<em>Onde Vivem os Monstros</em>, de Maurice Sendak;&nbsp;<em>O Menino do Dedo Verde</em>, de Maurice Druon;&nbsp;<em>O Touro Ferdinando</em>, de Munro Leal;&nbsp;<em>A Mulher que Matou os Peixes</em>,&nbsp;de Clarice Lispector;&nbsp;<em>Ou Isso ou Aquilo</em>, de Cecília Meireles, e&nbsp;<em>Flicts</em>, de Ziraldo. Mas há outros, muitos outros… Ler permite, entre outros prazeres, manter e alargar a capacidade de sonhar, de criar, de esperançar.”</p>



<p>Contos de Fadas, Modos de Ser e de Usar: Educação, Arte, Psicanálise<em>, de Katia Canton, editora Panda Educação, 136 páginas. Preço: R$ 55,90</em>.</p>



<p>Fonte: Jornal da USP / Livro integra a pesquisa, arte, ciência e educação – Foto: Reprodução/Livro <em>Contos de Fadas</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ENTENDENDO OS DESAFIOS SEXUAIS" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/OC53B-hrJ74?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/contos-de-fadas-ajudam-na-educacao-das-criancas-e-na-percepcao-dos-adultos/">Contos de fadas ajudam na educação das crianças. E na percepção dos adultos</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Coalizão para a Alimentação Escolar termina com a meta de alcançar 150 milhões de crianças até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 19:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[150 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Realizada em Fortaleza, Cúpula Global contou com a participação de delegações de 80 países e identificou avanços e acordos futuros, priorizando a alimentação escolar na governança pública Maior encontro mundial dedicado ao tema, a 2ª Cúpula Global da Coalizão para a Alimentação Escolar em Fortaleza (CE), destacou em sua Declaração Final as metas globais e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Realizada em Fortaleza, Cúpula Global contou com a participação de delegações de 80 países e identificou avanços e acordos futuros, priorizando a alimentação escolar na governança pública</p>



<p>Maior encontro mundial dedicado ao tema, a 2ª Cúpula Global da Coalizão para a Alimentação Escolar em Fortaleza (CE), destacou em sua Declaração Final as metas globais e os próximos passos da coalizão para alimentação escolar. O documento adota a alimentação escolar como prioridade em políticas públicas e decisões governamentais, com meta de alcançar mais de 150 milhões de crianças até 2030.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A cúpula reuniu delegações de cerca de 80 países e contou com a presença de mais de 1.500 participantes. Entre os representantes do Governo do Brasil estavam o ministro da Educação, Camilo Santana, e vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. O evento foi realizado pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Secretariado da Coalizão para a Alimentação Escolar, sediado pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<p>Camilo Santana celebrou o resultado do encontro. Para ele, só a educação é capaz de mobilizar tanta gente em torno de um mesmo prato. “O coração fica cheio de esperança quando conseguimos juntar pessoas de todo canto, de países tão distintos, para reforçar que comida boa na mesa dos estudantes também é qualidade de aprendizagem e enfrentamento da fome em todo o mundo”, frisou o ministro da Educação.</p>



<p><strong>ALIANÇA GLOBAL CONTRA A FOME&nbsp;</strong>– A Declaração Final também ressalta o apoio à Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a consolidação dos avanços da Cúpula Nutrition for Growth. O aprendizado coletivo e o compartilhamento de experiências seguirão como temas centrais, com foco em pesquisa, financiamento, investimentos e assistência técnica para fortalecer programas nacionais. A Cúpula ainda ressaltou o papel das Instituições Financeiras Internacionais no apoio à alimentação escolar, por meio de investimentos em educação, nutrição e capital humano, viabilizando soluções de financiamento inovadoras.</p>



<p><strong>REDE DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR SUSTENTÁVEL&nbsp;</strong>– De acordo com a Declaração Final, a Coalizão continuará mobilizando governos, sociedade civil e redes regionais, como a Rede de Alimentação Escolar Sustentável (RAES), além de buscar novos parceiros estratégicos. O trabalho seguirá posicionando as refeições escolares em agendas globais, como União Africana, G7, G20, Assembleia da ONU e COP31. O Programa Mundial de Alimentos (WFP) seguirá responsável pelo secretariado da Coalizão, e os próximos encontros já estão definidos: a Reunião Ministerial da Força-Tarefa em 2026 e a terceira Cúpula Global em 2027.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA MUNDIAL&nbsp;</strong>– O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), apresentado aos participantes da Cúpula, integra a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza — iniciativa proposta pelo Brasil na presidência do G20 que tem como meta erradicar a fome no mundo até 2030 —, reforçando sua relevância como política pública estratégica em nível mundial. Coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), o Pnae é uma das maiores políticas do tipo do mundo. Atualmente, garante refeições diárias a quase 40 milhões de estudantes em 150 mil escolas, somando 50 milhões de refeições por dia, em um investimento anual de R$ 5,5 bilhões.</p>



<p><strong>FORA DO MAPA DA FOME&nbsp;</strong>– O programa contribuiu para a saída do Brasil do Mapa da Fome, aliado a outras políticas públicas consistentes de combate à insegurança alimentar e de promoção da cidadania. O Brasil também se destaca pela experiência em cooperação técnica internacional. Ao ingressar na coalizão, o país levou consigo o sucesso de sua política associada à Rede de Alimentação Escolar Sustentável (Raes), que atua na América Latina e no Caribe desde 2018, apoiando diversos países na consolidação de suas políticas de alimentação escolar, em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).</p>



<p><strong>COALIZÃO </strong>– Em 2021, enquanto o mundo lidava com os efeitos da pandemia de covid-19, houve a mobilização de 46 governos e 44 parceiros, liderados pela Finlândia e pela França, que se reuniram durante a Cúpula dos Sistemas Alimentares para formar a Coalizão para a Alimentação Escolar. Uma alimentação escolar saudável pode apoiar de maneira eficaz objetivos relacionados à educação, segurança alimentar, nutrição, saúde, proteção social, igualdade de gênero, transformação dos sistemas agroalimentares e a ações contra as mudanças climáticas. Além disso, promove a justiça social, o desenvolvimento do capital humano e a equidade entre as gerações.</p>



<p><a href="https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/09/coalizao-para-a-alimentacao-escolar-destaca-meta-de-alcancar-mais-de-150-milhoes-de-criancas-no-mundo-ate-2030" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/09/coalizao-para-a-alimentacao-escolar-destaca-meta-de-alcancar-mais-de-150-milhoes-de-criancas-no-mundo-ate-2030</a></p>



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<iframe title="QUAIS OS IMPACTOS E DESAFIOS QUE O PARECER 50 ENFRENTERÁ?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/s374Rv6LLaA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Morar perto de áreas verdes favorece desenvolvimento cognitivo infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 14:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que o ambiente em que a mãe vive durante a gestação e nos primeiros anos de vida do bebê pode prevenir atrasos no desenvolvimento da criança Morar perto de áreas verdes antes e durante a gestação, bem como na primeira infância da criança, pode beneficiar o desenvolvimento cognitivo e ter um efeito protetor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa revela que o ambiente em que a mãe vive durante a gestação e nos primeiros anos de vida do bebê pode prevenir atrasos no desenvolvimento da criança</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Morar perto de áreas verdes antes e durante a gestação, bem como na primeira infância da criança, pode beneficiar o desenvolvimento cognitivo e ter um efeito protetor contra atrasos de desenvolvimento infantil, mostra um estudo recém-publicado no periódico Environmental International.</p>



<p>Segundo a pesquisa, o contato com a natureza está associado à saúde física e mental, mas pouco se investiga sobre o impacto no desenvolvimento cognitivo, principalmente, em populações mais carentes.</p>



<p>Por isso, cientistas da Universidade Harvard e outras instituições dos Estados Unidos avaliaram dados de mais de 1,8 milhão de duplas de mães e filhos, entre os anos de 2001 e 2014, a partir de registros do Medicaid, sistema de saúde estadunidense. As grávidas que fazem parte do programa geralmente são jovens, apresentam grande diversidade étnica e racial, além de baixo nível socioeconômico.</p>



<p>As informações sobre o desenvolvimento das crianças — incluindo transtornos do espectro autista, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/tdah/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TDAH</a>), problemas de aprendizagem e de coordenação motora, atrasos no desenvolvimento e problemas comportamentais — foram cruzadas com dados sobre o local em que a mãe morava antes, durante e após a gestação, a partir de imagens de satélite.</p>



<p>A análise revela que, quanto maior a exposição a áreas verdes, menor é o risco de transtornos do desenvolvimento. As maiores associações foram encontradas em relação a comprometimento intelectual e dificuldades de aprendizagem, principalmente para crianças negras e hispânicas morando em áreas urbanas.</p>



<p>“O estudo reforça o que temos observado em diversos outros trabalhos demonstrando que viver perto de áreas verdes tem impacto positivo não só desenvolvimento infantil, mas em todas as faixas etárias”, observa Lis Leão, pesquisadora sênior do Centro de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, do Einstein Hospital Israelita.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Infância e natureza</h2>



<p>A infância é um período de alta plasticidade cerebral, e o contato ambiental tem grande importância nessa fase. “É na infância que se cria maior conexão com a natureza, e esse tem sido um fator protetor também de saúde mental na vida adulta”, explica Leão, que é cofundadora da Rede Saúde e Natureza Brasil e líder do grupo de pesquisa e-Natureza, do Einstein, que atua na geração de conhecimento sobre a relação entre saúde humana e meio ambiente, além da produção de materiais educativos e cursos gratuitos nessa área.</p>



<p>Ao explorar ambientes naturais, as crianças estão expostas a diversos estímulos. “Elas estão sujeitas a terrenos irregulares e então desenvolvem melhor equilíbrio, ganham em amplitude de movimentos, além do aprendizado que a natureza oferece e das oportunidades de interação social”, acrescenta Lis Leão.</p>



<p>Segundo a especialista, viver perto do verde também significa estar em um ambiente que reúne características consideradas mais saudáveis, como temperaturas mais amenas, fator importante nas crescentes ondas de calor. Além disso, a criança tem contato com maior biodiversidade e ar menos poluído, entre outras vantagens.</p>



<p>Para os autores da pesquisa, vários mecanismos explicam esses benefícios, incluindo impactos positivos sobre células reprodutivas, efeitos no desenvolvimento do cérebro ainda no útero, além de menos estresse e depressão. “Isso reforça que o desenho das cidades, a distribuição de áreas verdes e a garantia de acesso equitativo não são apenas questões urbanísticas, e sim determinantes sociais e ecológicos de saúde e desenvolvimento”, afirma a pesquisadora.</p>



<p>Fonte: CNN Brasil /  Foto: Freepik</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="MARCHA PARA JESUS 2025" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/-MXf3TAahHU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/morar-perto-de-areas-verdes-favorece-desenvolvimento-cognitivo-infantil/">Morar perto de áreas verdes favorece desenvolvimento cognitivo infantil</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Efeito Felca: o que pode mudar com votação de projeto de proteção a crianças na internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito Felca]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto de lei que cria regras de proteção para crianças e adolescentes em ambientes digitais deve ser colocado para votação na Câmara dos Deputados nesta semana, segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). A proposta tramita no Congresso desde 2022 e foi aprovada no Senado em novembro de 2024. Desde então estava parada na Câmara [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul class="wp-block-list">
<li>
<ul class="wp-block-list">
<li>Author,<strong>Julia Braun</strong></li>



<li><strong>Da BBC Brasil em Londres</strong></li>



<li><a href="https://twitter.com/juliatbraun">X,<strong>@juliatbraun</strong></a></li>
</ul>
</li>
</ul>



<p>O projeto de lei que cria regras de proteção para crianças e adolescentes em ambientes digitais deve ser colocado para votação na Câmara dos Deputados nesta semana, segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>A proposta tramita no Congresso desde 2022 e foi aprovada no Senado em novembro de 2024. Desde então estava parada na Câmara aguardando apreciação dos deputados.</p>



<p>Mas o tema voltou à tona impulsionada pela repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, o Felca.</p>



<p>O vídeo compartilhado pelo influenciador em 7 de agosto já tem 45 milhões de visualizações e expõe produtores de conteúdo que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais, além de cobrar as plataformas que monetizam este tipo de vídeo.</p>



<p>Um dos casos denunciados é o do influenciador Hytalo Santos, que foi preso preventivamente na manhã de sexta-feira (15/08).</p>



<p>O PL 2628/22, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), obriga todos os produtos e serviços de tecnologia a terem mecanismos para impedir, ativamente, o uso por crianças e adolescentes quando não tiverem sido desenvolvidos para esse público ou quando não forem adequados a ele.</p>



<p>Entenda, a seguir, o que pode mudar se a proposta for aprovada e virar lei.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Obrigações-das-plataformas">Obrigações das plataformas</h2>



<p>Agora você pode receber as notícias da BBC News Brasil no seu celular.</p>



<p>O projeto determina que todos os produtos e serviços de tecnologia, incluindo redes sociais, aplicativos e jogos, devem garantir a proteção integral de crianças e adolescentes, incluindo segurança contra intimidação, exploração, abuso, ameaça e outras formas.</p>



<p>Se a proposta for aprovada, também será obrigação das plataformas tomar providências para prevenir e mitigar o bullying e padrões de uso que possam incentivar vícios e transtornos diversos.</p>



<p>O texto exige ainda a disponibilização de mecanismos de controle parental, para impedir a visibilidade de determinados conteúdos, limitar a comunicação direta entre adultos e menores de 18 anos e restringir o tempo de uso.</p>



<p>Serviços de monitoramento infantil deverão conter mecanismos de tecnologia para garantir a inviolabilidade das informações armazenadas e encontrar soluções para informar as crianças e adolescentes, em linguagem apropriada, sobre o monitoramento.</p>



<p>O projeto também estabelece algumas regras específicas para os jogos eletrônicos, como a proibição do uso de&nbsp;<em>loot boxes&nbsp;</em>(uma espécie de caixa de recompensas, usada como forma de monetização) por crianças e adolescentes.</p>



<p>Jogos que possibilitem a interação entre usuários por meio de mensagens de texto, áudio ou vídeo, devem seguir as diretrizes de classificação indicativa e permitir a desativação das ferramentas de interação por meio dos sistemas de controle parental.</p>



<p>A proposta deixa claro, no entanto, que as obrigações das plataformas não eximem os pais e responsáveis, bem como qualquer pessoa que se beneficie do compartilhamento de imagens de crianças e adolescentes, de sua responsabilidade diante de situações que violem a lei.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Publicidade">Publicidade</h2>



<p>O projeto que será debatido na Câmara foca em alguns temas, entre eles o acesso de crianças e adolescentes a publicidades.</p>



<p>Se aprovado, ficará proibida a utilização de técnicas de perfilamento para direcionamento de publicidade a menores, bem como o emprego de análise emocional, realidade aumentada, realidade estendida e realidade virtual para esse fim.</p>



<p>O texto também determina que os conteúdos não devem estimular ofensa ou discriminação, nem induzir sentimento de inferioridade no público. As propagandas também não podem incentivar atividades ilegais, violência ou degradação do meio ambiente e devem estar explicitamente sinalizadas como peças publicitárias.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/1be9/live/fb0cd9d0-7c1b-11f0-83cc-c5da98c419b8.png.webp" alt="O influenciador Felca
"/><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução/YouTube/@felcaseita<br></figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="Conteúdos-que-violem-direitos">Conteúdos que violem direitos</h2>



<p>O projeto prevê ainda que as plataformas que possam ser utilizadas por crianças e adolescentes devem comunicar às autoridades nacionais e internacionais competentes sobre conteúdos de exploração e abuso sexual infantil detectados em seus produtos ou serviços.</p>



<p>Os provedores também deverão remover qualquer conteúdo que viole direitos de crianças e adolescentes assim que receberem denúncias, sem a necessidade de aguardar por ordem judicial.</p>



<p>Segundo o texto, aplicativos que tenham mais de 1 milhão de usuários menores também deverão elaborar relatórios semestrais sobre as denúncias recebidas e o tratamento dado a elas.</p>



<p>A proposta prevista no PL 2628/22 vai ao encontro do que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para plataformas de redes sociais em junho deste ano, em um julgamento de recurso sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet.</p>



<p>O trecho original da lei previa que as plataformas digitais só seriam responsabilizadas por danos causados por conteúdos ofensivos se, depois de uma ordem judicial específica, não tomassem providências para retirar o material do ar.</p>



<p>A nova decisão da corte não invalidou totalmente esse entendimento, mas definiu que em casos de crimes, atos ilícitos e contas inautênticas (criadas por robôs, por exemplo), as empresas de mídia social se tornam responsáveis se, após serem notificadas extrajudicialmente (pela vítima ou advogado), não removerem o conteúdo e a Justiça considerar o material ofensivo posteriormente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Proteção-de-dados">Proteção de dados</h2>



<p>O PL 2628/22 prevê ainda que as plataformas realizem esforços para verificar que o consentimento para coleta e tratamento de dados foi realizado pelos responsáveis da criança ou adolescente.</p>



<p>Se o texto for aprovado, ficará proibido condicionar a participação de crianças e adolescentes em jogos e aplicativos ao fornecimento de mais dados pessoais do que aqueles estritamente necessários. Também não será permitida a criação de perfis comportamentais.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Punições">Punições</h2>



<p>Caso o projeto se torne lei, aqueles que descumprirem as determinações estarão sujeitos a advertência, suspensão e proibição do exercício das atividades.</p>



<p>Também poderá ser aplicada multa de até 10% do faturamento da empresa ou de R$ 10 até R$ 1 mil por usuário, com valor máximo de R$ 50 milhões por infração.</p>



<p>A arrecadação com as multas será destinada ao Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente, para proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.</p>



<p>As punições serão determinadas a partir da gravidade da infração, da reincidência na prática e da capacidade econômica do infrator.</p>



<p>O texto deixa claro, no entanto, que as punições previstas no projeto não interferem ou substituem demais sanções cíveis, criminais ou administrativas.</p>



<p>Fonte: BBC Brasil / Getty Images</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ADULTIZAÇÃO: O QUE É? QUAIS SÃO OS IMPACTOS QUE REFLETEM NAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES?" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/AGH5Ib6rkHM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/efeito-felca-o-que-pode-mudar-com-votacao-de-projeto-de-protecao-a-criancas-na-internet/">Efeito Felca: o que pode mudar com votação de projeto de proteção a crianças na internet</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Cerca de 30% das crianças com câncer abandonam o tratamento em países em desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[abandono]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Cuidar de uma criança com câncer exige mais do que remédios. Exige presença, amor, estrutura e acolhimento. E isso muda tudo.” A frase de Bianca Provedel, CEO do&#160;Instituto Ronald McDonald, resume o que especialistas e organizações vêm reforçando: tratar o&#160;câncer&#160;infantojuvenil vai muito além da quimioterapia ou da internação hospitalar. Envolve toda uma rede de apoio, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Cuidar de uma criança com câncer exige mais do que remédios. Exige presença, amor, estrutura e acolhimento. E isso muda tudo.” A frase de Bianca Provedel, CEO do&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/instituto-ronald-mcdonald/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Ronald McDonald</a></strong>, resume o que especialistas e organizações vêm reforçando: tratar o&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/oncologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>&nbsp;</strong>infantojuvenil vai muito além da quimioterapia ou da internação hospitalar. Envolve toda uma rede de apoio, especialmente para famílias que enfrentam a doença longe de casa e em meio à vulnerabilidade social.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/opas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OPAS</a></strong>), as taxas de abandono do tratamento em países de média e baixa renda podem chegar a 30%, um número preocupante que compromete diretamente as chances de cura. No Brasil, embora não haja uma estimativa exata nacional atualizada, especialistas apontam que questões como pobreza, distância dos centros especializados, falta de transporte e suporte emocional são fatores decisivos.</p>



<p>De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil registrará quase 8 mil novos casos de câncer infantojuvenil por ano entre 2023 e 2025. A doença já é a principal causa de morte por enfermidade entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, o que reforça ainda mais a urgência de políticas públicas integradas e ações de suporte ampliado.</p>



<p><strong>Acolhimento salva vidas</strong></p>



<p>No Brasil, iniciativas como as unidades do Programa Casa Ronald McDonald, coordenadas pelo Instituto Ronald McDonald, se mostram essenciais para garantir a continuidade do tratamento e reduzir as taxas de abandono. Apenas em 2024, as 7 unidades acolheram mais de 1.200 hóspedes, oferecendo hospedagem, transporte e alimentação, incluindo quase 59 mil idas e voltas aos hospitais e mais de 500 mil refeições.</p>



<p>Essas unidades funcionam como uma segunda moradia para famílias que precisam se deslocar até outras cidades em busca de tratamento para seus filhos. Além de hospedagem e alimentação, oferecem suporte emocional, oficinas, espaços de convivência e acompanhamento constante.</p>



<p>“A jornada de uma criança com câncer afeta toda a família. Muitos pais abandonam seus empregos, mães deixam os outros filhos em suas cidades e enfrentam o medo e a incerteza longe de casa. Sem uma rede de apoio, o risco de abandono do tratamento aumenta. Acolher essas famílias é cuidar da saúde pública”, afirma Bianca Provedel.</p>



<p><strong>Cuidar de quem cuida</strong></p>



<p>Dentro das unidades do Programa Casa Ronald McDonald, os profissionais que atuam no dia a dia também enfrentam desafios emocionais intensos. São histórias de dor, luta e superação que exigem preparo psicológico e empatia.</p>



<p>“As histórias que atravessam nossos corredores não são fáceis. Lidar com a vulnerabilidade humana todos os dias exige preparo, escuta e um olhar integral. Por isso, cuidar de quem cuida também é parte da nossa missão. O acolhimento começa dentro da nossa equipe”, reforça Bianca.</p>



<p><strong>Impacto real e duradouro</strong></p>



<p>Com 26 anos de atuação no Brasil, o Instituto Ronald McDonald já investiu mais de R$ 422 milhões em programas de combate ao câncer infantojuvenil, impactando mais de 15 milhões de vidas em todo o país. As unidades do Programa Casa Ronald McDonald são uma das principais frentes de ação, ao lado dos Espaços da Família Ronald McDonald, implantados em hospitais públicos e voltados ao acolhimento durante o tratamento.</p>



<p>Confira os números de impacto das unidades do Programa Casa Ronald McDonald em 2024:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>1.292 hóspedes acolhidos</li>



<li>58.942 idas e voltas para hospitais oferecidas</li>



<li>563.189 refeições servidas</li>



<li>84,7% das famílias afirmaram que não teriam onde ficar se não fossem acolhidas</li>



<li>72,8% das famílias atendidas vivem com até 1 salário-mínimo</li>
</ul>



<p>O modelo de acolhimento segue o legado de Audrey Evans, oncopediatra americana que, nos anos 1970, iniciou a iniciativa abrindo sua própria casa para abrigar famílias. Desde então, a rede Ronald McDonald House Charities (RMHC) se espalhou por mais de 60 países.</p>



<p>“Nosso maior desejo é que nenhuma criança precise abandonar o tratamento por falta de estrutura. Que todas encontrem não só cuidados médicos, mas um lar temporário onde possam continuar acreditando na cura. E que, ao final dessa jornada, levem consigo não só cicatrizes, mas também memórias de acolhimento e dignidade”, diz Bianca que acredita que para reduzir de forma estrutural os índices de abandono e ampliar o acesso ao tratamento, é fundamental que o acolhimento seja visto como parte da estratégia de saúde pública.</p>



<p>“O Brasil precisa de políticas públicas que entendam o câncer infantojuvenil como prioridade, com estratégias específicas para garantir diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e suporte às famílias. Também precisamos de mais pessoas e empresas engajadas, com um olhar macro, que entendam que apoiar essa causa é investir no futuro do país. O Instituto Ronald McDonald existe para isso: para ser ponte, para garantir cuidado, mas também para transformar o sistema”, finaliza Bianca.</p>



<p><strong>McDia Feliz: Campanha que salva vidas</strong></p>



<p>Uma forma concreta de mudar essa história é apoiar o McDia Feliz, a maior campanha nacional pela saúde de crianças e adolescentes com câncer.</p>



<p>Neste ano, a mobilização acontece no dia 23 de agosto. Cada Big Mac vendido (R$ 20,00) será revertido em recursos para 75 projetos de 48 instituições que atuam em todas as etapas da jornada do câncer infantojuvenil.</p>



<p>Você pode ajudar comprando tíquetes antecipados pelo&nbsp;<a href="http://www.mcdiafeliz.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a>, adquirindo os produtos oficiais da campanha com estampa exclusiva da estilista Lethicia Bronstein ou divulgando a causa nas redes sociais. Empresas também podem participar comprando lotes de tíquetes e promovendo ações solidárias com colaboradores e clientes.</p>



<p>Fonte: Medicia SA / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O MUNDO QUE EU ENXERGO NÃO É O MESMO MUNDO QUE PERTENCE A VOCÊ" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/IPA6QcbtAM0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Diretrizes para assistência a crianças com malformações congênitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 13:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[malformações congênitas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Educação da&#160;Câmara dos Deputados&#160;aprovou o Projeto de Lei 2643/24, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), que estabelece diretrizes para a assistência integral a crianças e jovens com malformações congênitas (anomalias que ocorrem antes do nascimento). Pela proposta, o Sistema Único de Saúde (SUS) assegurará atendimento multidisciplinar a esse público, incluindo: Segundo Tavares, crianças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação da&nbsp;<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/camara-dos-deputados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Câmara dos Deputados</a></strong>&nbsp;aprovou o Projeto de Lei 2643/24, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), que estabelece diretrizes para a assistência integral a crianças e jovens com malformações congênitas (anomalias que ocorrem antes do nascimento).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Pela proposta, o Sistema Único de Saúde (<strong><a href="https://medicinasa.com.br/tag/sus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SUS</a></strong>) assegurará atendimento multidisciplinar a esse público, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>diagnóstico precoce, ainda no período pré-natal ou neonatal;</li>



<li>tratamento médico e cirúrgico, conforme a necessidade de cada caso;</li>



<li>reabilitação e terapias de suporte, incluindo fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia; e</li>



<li>acesso a medicamentos e tecnologias assistivas necessárias.</li>
</ul>



<p>Segundo Tavares, crianças e jovens com malformações congênitas frequentemente requerem cuidados médicos especializados, que vão desde intervenções cirúrgicas a terapias contínuas de reabilitação. “A falta de acesso a serviços adequados pode comprometer seriamente sua qualidade de vida e desenvolvimento”, disse.</p>



<p>A proposta foi aprovada por recomendação do relator, deputado Pastor Gil (PL-MA). Ele afirmou que leis mais detalhadas podem ampliar e acelerar o acesso a serviços especializados. “O efetivo compromisso com a garantia dos direitos dessa população exige uma atuação intersetorial do Estado brasileiro”, disse.</p>



<p>Pastor Gil fez uma emenda de redação para adequar o projeto de lei à&nbsp;<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13146-6-julho-2015-781174-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência</a>.</p>



<p><strong>Ensino</strong></p>



<p>Conforme a proposta aprovada, as instituições de ensino deverão adaptar-se para receber crianças e jovens com malformações congênitas, garantindo-lhes atendimento especializado e acessibilidade às edificações, além de capacitação e aperfeiçoamento dos profissionais de educação.</p>



<p><strong>Apoio psicológico</strong></p>



<p>O texto também prevê adoção de programa de apoio social e psicológico para crianças, jovens e seus familiares, a fim de ajudá-los a lidar com desafios emocionais associados às malformações congênitas.</p>



<p>Para viabilizar a assistência, a proposta prevê o uso de recursos do próprio SUS; de fundos de programas de educação e assistência social; e parcerias público-privadas.</p>



<p>Os ministérios da Saúde, da Educação e da Cidadania farão monitoramento e avaliação periódicos dos programas criados.</p>



<p><strong>Próximos passos</strong></p>



<p>A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>



<p>Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. </p>



<p><em>(Com informações da Agência Câmara de Notícias)</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PERIODONTIA, IMPLANTES E ODONTOLOGIA DIGITAL" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/lcAEN51K1Es?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/diretrizes-para-assistencia-a-criancas-com-malformacoes-congenitas/">Diretrizes para assistência a crianças com malformações congênitas</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Seu filho se comporta mal? Uso de telas pode ser a causa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 14:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Uso de telas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo aponta para relação entre uso excessivo de telas com problemas socioemocionais como ansiedade, depressão, hiperatividade e agressividade Seu filho não te escuta? Ele esperneia e grita quando fica bravo? Você pode precisar repensar o tempo de tela dele, de acordo com um artigo publicado na segunda-feira (9) no Psychological Bulletin, um periódico da Associação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo aponta para relação entre uso excessivo de telas com problemas socioemocionais como ansiedade, depressão, hiperatividade e agressividade</p>



<p>Seu filho não te escuta? Ele esperneia e grita quando fica bravo? Você pode precisar repensar o tempo de tela dele, de acordo com um artigo publicado na segunda-feira (9) no Psychological Bulletin, um periódico da Associação Americana de Psicologia.f.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p>Quanto mais tempo as crianças passavam olhando para uma tela, maior a probabilidade de suas ações e sentimentos não corresponderem às expectativas para seu estágio de desenvolvimento, de acordo com uma meta-análise de 117 estudos com crianças menores de 10 anos e meio quando a pesquisa começou.</p>



<p>Esses problemas socioemocionais incluíam ansiedade, depressão, hiperatividade e agressividade. A associação foi pequena, mas significativa, especialmente para meninas.</p>



<p>Os estudos foram elaborados de diferentes maneiras, mas o panorama geral mostrou que problemas ocorriam quando crianças com menos de 2 anos tinham qualquer tempo de tela (além de videochamadas), quando crianças de 2 a 5 anos tinham mais de uma hora por dia de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/maior-tempo-em-frente-as-telas-esta-associado-a-piora-da-dieta-de-adolescentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tempo de tela</a>&nbsp;e quando crianças mais velhas tinham mais de 2 horas por dia de tempo de tela.</p>



<p>Crianças que passavam muito tempo em jogos estavam particularmente em risco. E crianças de 6 a 10 anos eram mais propensas a desenvolver problemas socioemocionais do que crianças com 5 anos ou menos.</p>



<p>Além do mais, crianças que experimentavam esses desafios tendiam a recorrer ainda mais às telas para lidar com a situação, o que poderia exacerbar o problema. Isso era especialmente o caso dos meninos. &#8220;O alto uso de telas não é apenas uma causa de problemas &#8211; às vezes, é um sintoma&#8221;, afirma a autora principal Roberta Pires Vasconcellos por e-mail, observando uma das descobertas mais marcantes.</p>



<p>&#8220;Em muitos casos, crianças que já estão lutando emocionalmente recorrem às telas, especialmente a videogames, como forma de lidar ou escapar&#8221;, afirma Vasconcellos, que é professora associada na Universidade de New South Wales em Sydney, Austrália. &#8220;Embora isso possa oferecer alívio a curto prazo, com o tempo pode prendê-los em um ciclo que reforça essas dificuldades emocionais.&#8221;</p>



<p>Uma das maiores de seu tipo, a meta-análise tem limitações, no entanto, porque não conseguiu contabilizar fatores como estilo parental ou status socioeconômico, segundo Vasconcellos. E como os estudos analisaram o tempo de tela de forma mais ampla, eles não puderam identificar os efeitos do uso de mídias sociais na saúde mental das crianças.</p>



<p>No entanto, esses dados mais recentes sobre crianças e tempo de tela sugerem ações específicas que pais ou responsáveis podem tomar para ter um impacto real e positivo na saúde mental de seus filhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não use telas para cuidar de crianças</h2>



<p>Adultos frequentemente dão telas para as crianças ajudá-las a se acalmar, especialmente durante o horário de trabalho ou em outras situações em que as crianças precisam ficar quietas, como em um restaurante.</p>



<p>&#8220;Embora isso possa oferecer alívio a curto prazo, pode levar a problemas de longo prazo&#8221;, alerta Vasconcellos. Isso ocorre porque pode impedir que as crianças aprendam a se comportar adequadamente e a lidar com suas emoções.</p>



<p>&#8220;Em vez de desenvolverem habilidades de autorregulação, elas passam a depender das telas para conforto e distração&#8221;, afirma. &#8220;Isso pode reforçar um ciclo prejudicial em que as dificuldades emocionais são mascaradas em vez de abordadas, tornando ainda mais difícil para as crianças lidarem sem uma tela ao longo do tempo.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não deixe as crianças usarem telas para lidar com suas emoções</h2>



<p>Procure sinais de que as crianças estão buscando telas quando têm um problema. Em vez de presumir que o problema é a própria tela, veja o quadro geral, orienta Vasconcellos.</p>



<p>&#8220;Se você notar seu filho recorrendo às telas com mais frequência quando está chateado ou retraído, pode ser a hora de verificar como ele está emocionalmente&#8221;, ela aconselhou. &#8220;Em alguns casos, eles podem estar buscando o senso de conexão ou apoio que não estão encontrando em seus relacionamentos presenciais – em casa, na escola ou em outros ambientes sociais.&#8221;</p>



<p>É quando eles mais precisam de apoio e orientação parental – &#8220;para ajudá-los a se sentirem ouvidos, compreendidos e emocionalmente seguros, tanto online quanto offline&#8221;, afirma Vasconcellos.</p>



<p>Conselheiros escolares ou terapeutas também são boas fontes de apoio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidado com os videogames</h2>



<p>A quantidade de tempo que as crianças passam jogando também é importante de se observar, de acordo com o estudo.</p>



<p>&#8220;Jogos online, em particular, representam riscos adicionais porque muitas vezes funcionam como plataformas de mídia social&#8221;, diz Vasconcellos. &#8220;Como esses jogos continuam mesmo quando um jogador se desconecta, as crianças podem sentir pressão para permanecer conectadas por períodos mais longos, o que pode levá-las a negligenciar atividades importantes da vida real, como sono, trabalhos escolares e interações presenciais.</p>



<p>&#8220;Por essa razão, os jogos podem exigir atenção extra e limites mais claros – especialmente para crianças mais velhas, que geralmente recebem mais independência em como usam seu tempo.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Defina regras e use controles parentais</h2>



<p>É importante definir regras para o tempo de tela das crianças e cumpri-las. &#8220;Manter as regras consistentes ajuda as crianças a saber o que esperar e facilita o cumprimento dos limites&#8221;, afirmaVasconcellos.</p>



<p>Controles parentais em telefones e aplicativos também são úteis. &#8220;A maioria dos dispositivos oferece ferramentas embutidas para ajudar a gerenciar o tempo de tela e filtrar o conteúdo&#8221;, explica. &#8220;Use essas configurações para definir limites diários razoáveis e garantir que seu filho esteja acessando apenas material apropriado para a idade.&#8221;</p>



<p>Para ajudar a evitar que as crianças dependam demais de dispositivos, Vasconcellos sugere remover aplicativos como plataformas de streaming de vídeo que são particularmente tentadoras. Em vez disso, dê às crianças conteúdo educacional ou que sirva a um bom propósito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não há problema em dizer não aos seus filhos</h2>



<p>Os resultados deste estudo não me surpreenderam. Em minha pesquisa, terapeutas e professores frequentemente reclamam que pais ou responsáveis não estão dispostos a definir limites e dizer não quando seus filhos pedem telas.</p>



<p>Quando digo não aos meus próprios filhos, suas reações nem sempre são agradáveis. Tenho que me lembrar de que, como mãe deles, é meu trabalho saber o que é melhor para eles e tomar decisões que os manterão saudáveis a longo prazo – mesmo que isso leve a um sofrimento de curto prazo para todos nós.</p>



<p>Limitar o uso do telefone pelas crianças também é sensato. Uma declaração de consenso recém-publicada que coautora com especialistas de todo o mundo oferece evidências de que o uso intenso de mídias sociais e smartphones por jovens está ligado a problemas de sono, atenção, vício e insatisfação corporal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Você não precisa ser &#8220;justo&#8221;</h2>



<p>Quando converso com pais sobre como lidar com o uso de mídias sociais de seus filhos, eles frequentemente me dizem que sentem que precisam dar um telefone aos filhos mais novos na mesma idade em que seus irmãos mais velhos receberam um. Isso não é verdade.</p>



<p>Diga aos filhos mais novos que fazem esse argumento que você tem mais experiência agora e tem mais dados mostrando como o tempo de tela pode ser prejudicial.</p>



<p>Considere também alternativas atraentes para um telefone. Uma mãe relatou que ofereceu à filha US$ 1.600 (cerca de R$ 8.915,52) para esperar até os 16 anos para ter um telefone. A filha dela aceitou o dinheiro. Embora muitas pessoas não tenham esse tipo de renda disponível, você ainda pode ser criativo e propor outras coisas que as crianças gostariam. Festas do pijama com amigos ou uma aventura de acampamento em família são apenas alguns exemplos.</p>



<p>Não importa o que você ofereça, é importante repensar a maneira como você permite que seus filhos usem a tecnologia. Como o tempo de tela pode ser tanto uma causa quanto um sintoma de problemas comportamentais e emocionais em crianças, sinta-se à vontade para dizer não. Isso pode provocar esperneio e gritos no momento, mas provavelmente levará a uma melhor saúde mental a longo prazo.</p>



<p>*<em>Kara Alaimo é professora associada de comunicação na Universidade Fairleigh Dickinson</em></p>



<p>Fonte: CNN Brasil / Foto: Maskot/Getty Images</p>



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<p><br></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/seu-filho-se-comporta-mal-uso-de-telas-pode-ser-a-causa/">Seu filho se comporta mal? Uso de telas pode ser a causa</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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