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	<title>Derretimento de geleiras |</title>
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	<title>Derretimento de geleiras |</title>
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		<title>Dados da ONU alertam para o derretimento de geleiras e contínua ameaça às cidades costeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 14:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Alexander Turra, a dificuldade em medir o nível do mar é justamente porque muda de ponto a ponto, mas, ao longo dos anos, esses milímetros de elevação acabam afetando diversas cidades costeiras como um todo Por Sandra Capomaccio &#8211; Segunda, 22 de janeiro de 2024 O fenômeno da elevação do nível do mar é complexo&#160; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo Alexander Turra, a dificuldade em medir o nível do mar é justamente porque muda de ponto a ponto, mas, ao longo dos anos, esses milímetros de elevação acabam afetando diversas cidades costeiras como um todo</em></p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/OCEANO-ELEVADO_SANDRA-CAPOMACCIO.mp3"></audio><figcaption class="wp-element-caption">Radio USP</figcaption></figure>



<p>Por <a href="https://jornal.usp.br/author/scapousp-br/">Sandra Capomaccio</a> &#8211; Segunda, 22 de janeiro de 2024</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="343" height="343" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-26.png" alt="" class="wp-image-110859" style="width:149px;height:auto" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-26.png 343w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-26-300x300.png 300w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2024/01/image-26-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 343px) 100vw, 343px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Alexander Turra – Foto: Reprodução/IEA USP</em></figcaption></figure>
</div>


<p>O fenômeno da elevação do nível do mar é complexo&nbsp; e fortemente ligado ao aquecimento do planeta e do&nbsp; oceano.&nbsp;&nbsp;Também está associado ao derretimento das calotas polares, dos glaciares e do gelo acumulado em áreas elevadas do planeta. Apesar desses serem&nbsp; alguns dos motivos, existem outros, segundo o biólogo Alexander Turra,&nbsp; professor do Instituto Oceanográfico (IO) da Universidade de São Paulo e coordenador da cátedra Unesco para a sustentabilidade do oceano, especialista em gerenciamento costeiro. Existe dificuldade em medir a elevação do nível do mar, justamente porque muda de ponto a ponto, mas, ao longo dos anos, esses milímetros de elevação acabam afetando diversas cidades costeiras como um todo.&nbsp;</p>



<p>A salinização dos estuários acaba levando a migração dos manguezais para o interior das encostas, justamente onde não existem construções. São problemas de grande magnitude que afetam o meio ambiente e pouco visíveis para a maioria das pessoas.&nbsp;Existe maneiras de reduzir esse quadro, porém é preciso diminuir as emissões de gases e retirada do excesso de gás carbônico da atmosfera de forma drástica.&nbsp;O racismo ambiental é gerado nas camadas mais vulneráveis da sociedade.&nbsp;</p>



<p>A migração de algumas comunidades e populações em áreas arenosas das encostas&nbsp; já vem ocorrendo em diversas localidades no mundo. Aqui no Brasil, o fato já ocorre em cidades como o Rio de Janeiro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mobilidade sustentável</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized" id="attachment_646804"><a href="https://jornal.usp.br/universidade/campus-da-usp-usa-tecnologia-de-biolarvicida-para-controle-do-mosquito-transmissor-da-dengue/attachment/20230605_raquel_rolnik_fau_usp/"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/jornal.usp.br/wp-content/uploads/2023/06/20230605_raquel_rolnik_fau_usp.png?resize=250%2C250&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-646804" style="width:134px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption">Raquel Rolnik – Foto: Marcos Santos/USP Imagens</figcaption></figure>
</div>


<p>A urbanista e professora Raquel Rolnik, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, reforça o tema de que&nbsp; uma mobilidade mais sustentável contribuiria de forma importante para a eliminação de parte do uso de veículos movidos por combustíveis fósseis.&nbsp;</p>



<p>Apesar da colocação de&nbsp; obras de contenção como muros, diques, quebra-mar e pedras, nada deve mudar o quadro, justamente por causa de dois fatores: solo arenoso e de baixa elevação, fazendo com que cidades e até países desapareçam do mapa, como está ocorrendo no Oceano Pacífico, avalia Raquel.&nbsp;</p>



<p>“É preciso entender o meio ambiente e a natureza de cada um deles,&nbsp; um bom exemplo disso são as palafitas na Amazônia, que foi uma solução adequada para viver em locais onde as águas sobem de acordo com&nbsp; o nível do rio”, explica a urbanista.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Outro tipo de solução são as “áreas esponjas” como os mangues, onde a água é absorvida como uma espécie de barreira, uma espécie de colchão entre o mar e a terra. Isso sem falar das cidades flutuantes. A Universidade tem papel fundamental para a obtenção de resultados importantes, na medida em que prepara alunos, docentes e profissionais para o futuro desafio das cidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Efeito estufa</h2>



<p>O efeito estufa e a elevação da temperatura do planeta têm um efeito direto sobre o oceano, que presta um grande serviço à atmosfera, eliminando o gás carbônico. Na medida que a temperatura da atmosfera aumenta, a do oceano acompanha, trazendo diversos problemas às espécies marinhas e à biodiversidade. Exemplo disso é o branqueamento dos corais.</p>



<p>A Organização Meteorológica Mundial (OMM)&nbsp; confirmou a elevação recorde em 2022 e alertou que a tendência continuará por milênios. O derretimento acelerado de geleiras deve continuar ameaçando cidades costeiras e países insulares. Não menos grave é o fato de que o&nbsp;&nbsp;aquecimento dos oceanos afeta também os peixes que vivem em determinadas regiões, porque acabam migrando para outras localidades menos quentes, afetando a vida de pescadores e, consequentemente, a economia local.&nbsp;A matriz energética, dizem os especialistas, precisaria ser alterada, isso sem falar da necessidade de trabalhar para uma economia de baixo carbono em países como os EUA e a China, onde a tecnologia impera. Valores precisam ser revistos, já que ambos prejudicam todo o mundo.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Fonte: Jornal USP</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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