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	<title>desafio |</title>
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		<title>A alimentação saudável é o novo desafio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo um novo relatório da ONU, o número de pessoas que passam fome registrou uma queda de 0,3pp — atingindo 7,8% da população mundial no ano passado. Esse foi o terceiro ano consecutivo de queda. A diminuição foi impulsionada principalmente pela melhora nos índices da Ásia, América Latina e Caribe. O país destaque foi a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Segundo um novo relatório da ONU, o número de pessoas que passam fome registrou uma queda de 0,3pp — atingindo 7,8% da população mundial no ano passado. Esse foi o terceiro ano consecutivo de queda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diminuição foi impulsionada principalmente pela melhora nos índices da Ásia, América Latina e Caribe. O país destaque foi a Índia, onde a fome caiu para menos de 10% das pessoas, mesmo com quase um quinto da população mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O outro lado da moeda<br>Apesar da fome ter diminuído, a qualidade das refeições da população é preocupante. Cerca de uma em cada três pessoas (2,97 bilhões) ainda não tem condição de arcar com uma alimentação saudável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos fatores que ajuda a explicar esse problema são os valores. O custo médio de uma dieta saudável saiu de US$ 2,94 em poder de paridade de compra em 2017 para US$ 4,28 atualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somado a isso, a maioria dos governos tende a subsidiar cereais e amidos, não carnes, laticínios, frutas e verduras. Olhando no mapa, na África, 66% da população não tinha condição de ter uma alimentação saudável em 2025 — mais que o dobro da Ásia ou América Latina e Caribe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falando em alimentação saudável… Enquanto a fome diminui, dados da OMS mostram que o índice de obesidade subiu de 12,1% dos adultos em 2012 para 16,2% em 2024. Por aqui, o número de adultos com a comorbidade cresceu 118% em menos de uma década.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: The News / (Imagem: Axios)</p>



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		<title>O aprendizado que não termina – o desafio da educação continuada para professores no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A formação continuada é o processo de atualização e aperfeiçoamento dos professores ao longo de suas carreiras A constante busca por melhora é comum na maioria das profissões, e não é diferente no mundo da educação; educadores estão sempre atrás de novos conhecimentos e de desenvolver suas habilidades dentro e fora da sala de aula. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A formação continuada é o processo de atualização e aperfeiçoamento dos professores ao longo de suas carreiras</p>



<p class="wp-block-paragraph">A constante busca por melhora é comum na maioria das profissões, e não é diferente no mundo da educação; educadores estão sempre atrás de novos conhecimentos e de desenvolver suas habilidades dentro e fora da sala de aula. Pensando nisso, a formação continuada é o processo permanente de atualização e aperfeiçoamento dos saberes e habilidades dos professores ao longo da carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela é essencial para garantir a qualidade do ensino, permitindo que os educadores inovem e atualizem suas práticas pedagógicas e acompanhem as rápidas transformações sociais e tecnológicas. Essa etapa deve ser realizada após o término da formação inicial do profissional e precisa ser constante para assegurar um processo de ensino-aprendizagem cada vez melhor dentro da instituição de ensino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, como todas as etapas de ensino no Brasil, esse sistema apresenta falhas e gargalos, que envolvem obstáculos sistêmicos e metodológicos. Os principais entraves são a falta de tempo para profissionais se aperfeiçoarem e cumprirem longas cargas horárias, que incluem atividades extracurriculares, correções e preparação de materiais, alto custo dos cursos, falha de alinhamento entre o que é aprendido pelos professores e a realidade prática na sala de aula e a resistência à inovação, entre outros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Avanços ao longo dos anos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">José Sérgio Fonseca de Carvalho, professor e diretor da Faculdade de Educação da USP, comenta em quais campos houve avanços e em quais não no que diz respeito a garantir que o professor continue se capacitando ao longo da carreira. “No geral, não foi o suficiente, mas avançamos muito ao deslocar esse problema para pensar a formação continuada do professor em diálogo com a realidade concreta na qual ele está inserido. Ou seja, o êxito de cursos de extensão dependem da unidade de ensino.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o professor, é um erro enxergar a educação continuada apenas como extensão da formação inicial. Hoje o principal polo de capacitação ocorre no cotidiano das escolas públicas, liderado por coordenadores pedagógicos em reuniões com os docentes. “Toda vez que a Universidade se abre, acolhe esses professores da rede, que vêm para cá fazer pós-graduação. Este contato indireto vai ter profundo impacto lá”, explica. Assim, o ensino superior transforma o chão de giz de forma indireta, transformando esses profissionais em multiplicadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Desafios pelo caminho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das melhoras, os professores enfrentam diversas adversidades para permanecerem ou até continuarem seus cursos de extensão. “Existem desafios que relacionam-se com a própria estrutura da rede pública, baixa remuneração, poucos cursos de mestrado profissional e cargas horárias excessivas, que condicionam negativamente a disponibilidade e o ânimo dos docentes para aperfeiçoarem-se. Além disso, falta um incentivo, um plano de carreira que, de fato, valorize essa educação e que possa, portanto, fazer com que para o professor também seja interessante cursar isso.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os cursos de mestrado profissional são essenciais pois há uma demanda muito grande de professores da rede para continuar estudando. Contudo, Carvalho ressalta que professores não necessariamente almejam uma formação acadêmica. Eles querem, muitas vezes, ter conhecimentos que os ajudem em desafios cotidianos. “E para isso, a universidade teria que caminhar em direção a uma oferta maior de mestrados profissionais que se voltassem para esse tipo de trabalho. Temos que nos antenar a essas novas demandas da sociedade, visto que a maioria dos professores formaram-se há 20 anos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso tempo é marcado por mudanças muito rápidas. Houve uma aceleração das transformações sociais, culturais, de tudo que sabemos. E, com isso, práticas que estavam até então solidificadas tornam-se obsoletas. Esse grau de obsolescência a que estamos sujeitos é algo que nós não estamos dando conta, não só na formação continuada, mas nas vidas privadas. Então eu temo que a humanidade transporte acriticamente algo que funciona no campo da tecnologia para o campo da formação humana, pois ele exige um respeito por esse legado do passado”, afirma o especialista.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Importância para o futuro</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para incentivarmos o futuro dos profissionais da educação e seu desenvolvimento constante ao longo dos anos é necessário entender sua relevância. “O significado de uma ação de formação continuada não precisa ser necessária e imediatamente a sua aplicabilidade. Ela dá ao professor a oportunidade justamente de habitar outros ambientes para sentir a real importância do estudo. Formação continuada é oferecer a esses docentes que têm um cotidiano tão difícil, um tempo e um espaço de produção de conhecimento e conhecimento do mundo. E um professor que passa por esse processo de alargamento da sua compreensão do mundo é o melhor professor”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Andrey Furmankiewicz, estagiário sob a supervisão de Cinderela Caldeira</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Jornal da USP / Escola Avançada de Genética e Biotecnologia Agrícola da Esalq – Foto: Instagram/PET Biotecnologia Esalq</p>



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		<title>Um novo desafio à Reforma Sanitária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Jairnilson Paim Para sistematizar o que passou, o que está acontecendo e o futuro da Reforma Sanitária Brasileira (RSB), vou dividir minha exposição em duas partes. A primeira está relacionada com os estudos que eu realizei e, na segunda parte, vou trabalhar com as reflexões e as contribuições que estão sendo colocadas no presente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Por Jairnilson Paim</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para sistematizar o que passou, o que está acontecendo e o futuro da Reforma Sanitária Brasileira (RSB), vou dividir minha exposição em duas partes. A primeira está relacionada com os estudos que eu realizei e, na segunda parte, vou trabalhar com as reflexões e as contribuições que estão sendo colocadas no presente, com vistas ao futuro, que é a grande convocação que esse movimento “Da Reforma Sanitária ao Futuro do SUS” coloca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Sanitária é uma expressão que está sendo retomada nos últimos anos. Há algum tempo, se dizia: “Aquela agenda já se esgotou, a Reforma é aquilo que foi muito bonito lá durante a 8ª Conferência, mas estamos vivendo uma outra situação, um outro contexto”. A expressão “Reforma Sanitária Brasileira” já está quase no senso comum. Há um certo esforço de entendê-la a partir de um fenômeno que não é natural, mas social. Nesse caso particular, ele se transformou em um conceito teórico e, portanto, deve ser objeto de reflexão e crítica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, é preciso diferenciar a Reforma Sanitária Brasileira das reformas setoriais, que estão na literatura internacional e, de alguma forma, na pauta de vários organismos internacionais. A RSB não é voltada exclusivamente para o setor saúde: ela traz a questão sanitária, que é também social, para o centro do debate. Trabalha com as necessidades de saúde, que não se confundem com as necessidades de&nbsp;<em>serviços</em>&nbsp;de saúde. Trabalha com a questão da determinação social e ambiental do processo saúde-doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, nesse particular, por mais que o Sistema Único de Saúde seja um dos filhos diletos da reforma sanitária, ela não se esgota no SUS. A RSB, como objeto de estudo, se compromete com a democratização. Não é à toa que sempre é lembrada a frase “Saúde é democracia e democracia é saúde”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Sanitária trabalha com a ideia de um direito que não é natural, é um direito da cidadania, um direito social. Trabalha com a ideia de uma consciência sanitária que implica em luta quando esse direito à saúde não é reconhecido. Trabalha com a ideia de que essa vinculação da saúde com a democracia deve atravessar o Estado, a economia e a cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, são várias as visões acerca da RSB. Para muitos, a reforma sanitária era uma mera racionalização do uso dos recursos, com vistas a uma integração ou a uma unificação dos serviços, inclusive dos privados.&nbsp;<strong>Outros, como Sergio Arouca, desde o início, chamavam a atenção de que a RSB compunha uma totalidade de mudanças que tinha reformas-irmãs, como a reforma agrária, a reforma urbana, a reforma tributária, a reforma universitária e, porque não registrar, uma reforma intelectual e moral, como falava Antonio Gramsci.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns admitiam que essa reforma era uma possibilidade de apostar numa democracia progressiva que pudesse ir transformando a sociedade paulatinamente numa sociedade socialista e democrática. Outros, apesar das muitas derrotas que tivemos, especialmente da minha geração em uma boa parte da década de 1970, também apontavam a ideia de uma revolução.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Revolução passiva e transformismo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para tratar teoricamente dessas distintas visões, fomos buscar nas reflexões de uma filósofa, Agnes Heller, a sistematização dos tipos de práxis a partir de um estudo exaustivo que ela realizou em vida sobre o conceito de necessidades em Marx. Ela trabalhava com pelo menos quatro tipos de práxis: 1) uma reforma parcial; 2) uma reforma total ou geral; 3) uma revolução ou movimentos revolucionários; 4) e uma revolução do modo de vida. Isto examinando o próprio desenvolvimento da sociedade. Vou tentar trabalhar um pouquinho com essas visões e possibilidades teóricas trazidas pela filósofa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós podemos, com um olhar sobre esse desenvolvimento, verificar que, na história do Brasil, essa reforma passou por constrangimentos externos que têm a ver com duas marcas da sociedade brasileira: a revolução passiva e o transformismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros colegas trabalham com&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/fleury-a-saude-na-construcao-democratica-do-brasil/">outros modelos analíticos</a>, como, por exemplo, Sonia Fleury, que trabalha com as noções de constitucionalização, de subjetivação e de institucionalização. Mas vocês vão ver que nesta perspectiva que nós trabalhamos aqui, é possível retomar os vários conceitos que foram elaborados pela Reforma Sanitária Brasileira, que também tinha suas irmãs na América Latina – o conceito de determinação social, o conceito de processo de trabalho, o conceito de prática de saúde, o conceito de necessidade, sujeitos, atores etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós trabalhamos com a possibilidade de examinar esta reforma em seus vários momentos: o momento da&nbsp;<strong>ideia</strong>, o momento de&nbsp;<strong>uma proposta</strong>, o momento de&nbsp;<strong>um movimento</strong>, o momento de&nbsp;<strong>elaboração de um projeto</strong>&nbsp;e o momento do&nbsp;<strong>processo</strong>. Esses momentos não se constituindo em etapas, em fases, pois podem conviver dialeticamente. Um momento pode estar sobredeterminando outros e, em certa situação, mudar completamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando&nbsp;<a href="https://outraspalavras.net/outrasaude/para-onde-vamos-a-construcao-estrategica-do-sus/">Túlio Franco</a>&nbsp;trazia a emergência desse movimento [a Frente pela Vida], que nós estamos realizando hoje, mas que começava diante da pandemia, da tragédia, um movimento pela vida, ele trazia exatamente o momento em que o processo estava regredindo, um retrocesso incrível dentro da tragédia brasileira. E esse movimento passou a ser dominante em relação à revitalização do processo da reforma sanitária. Então, é um esquema que pode nos ajudar a examinar este processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se formos examinar a 8ª Conferência Nacional de Saúde e seu relatório final, nele está escrito com todas as letras que a Reforma Sanitária Brasileira não se resumia a uma reforma administrativa institucional, nem financeira. Ela implicava no respeito à proteção, à promoção, à recuperação da saúde, mas fundamentalmente, a partir de&nbsp;<strong>um conceito ampliado de saúde que requeria uma nova ação institucional.</strong>&nbsp;Então, isso não é invenção intelectual, está no registro desse marco histórico que nós reverenciamos hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São valores que não podemos abrir mão, como liberdade, democracia, solidariedade, equidade e dignidade da pessoa humana – um dos primeiros artigos da nossa Constituição.&nbsp;<strong>A saúde como um direito humano e, sobretudo, um bem público, é o que nos diferencia daqueles que apostam na saúde como mercadoria.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O SUS</strong>&nbsp;e seus impasses</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A reforma sanitária pode ser entendida como uma reforma social do Estado, dos seus aparelhos, da sociedade. E o SUS? O SUS é uma totalidade complexa, mas concreta. Cada um de nós vivencia um tipo de SUS no nosso bairro, no nosso município, na nossa região. Há também, em disputa, várias concepções de SUS, como SUS constitucional, o SUS da reforma sanitária, o SUS pobre para pobres, e o SUS real – este que querem nos impor como se não houvesse alternativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, o mesmo SUS que em um determinado local está avançando, em outro está retrocedendo. Às vezes, no mesmo município em que ele avançou, na gestão que vem depois, recua. A dinâmica desse processo nos dá a ideia de que o SUS não é algo tão simples. Por isso, falamos dessa<strong>&nbsp;totalidade complexa e concreta.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E há, sim, vantagens da descentralização, com comando único, mas também tem uma série de questões quando, pela descentralização, se amplia a saúde como negócio; pela descentralização, se amplia a saúde como ação político-partidária; e, sobretudo, quando as políticas de austeridade vão corrompendo, corroendo e desmontando as instituições de saúde. Portanto, nós vivemos esse paradoxo: temos o maior sistema público de saúde do mundo e nos orgulhamos disso, mas ao mesmo tempo, somos o segundo mercado de planos privados de saúde no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O SUS, portanto, convive com impasses e ameaças. Temos o&nbsp;<strong>subfinanciamento crônico</strong>; essa&nbsp;<strong>relação público-privada espúria</strong>, cuja renúncia fiscal favorece o mercado; a&nbsp;<strong>subregulação do setor privado</strong>, completamente diferente do que se lutava na Constituição; uma&nbsp;<strong>isenção de impostos&nbsp;</strong>para os “hospitais ricos”, entre aspas, porque eles se dizem filantrópicos, como se produzissem mais ciência do que as universidades. Com isso,&nbsp;<strong>nós temos a privatização por dentro e por fora do SUS</strong>, como lembrava e lembra Nelsão [professor Nelson Rodrigues (Unicamp)].</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o SUS que nasce no país periférico do capitalismo. E sobretudo depois da crise de 2008, em um contexto de expansão das direitas, em que a democracia vai sendo destruída por dentro da legalidade, como vários cientistas políticos apontam. Na saúde, vai-se abrindo espaço para privatização e, sobretudo, para um fenômeno que vem sendo bem estudado: a&nbsp;<strong>financeirização da saúde</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reforma do SUS não é reforma sanitária, mas é reforma do SUS de determinados governos para se ajustar ao mercado. Hoje, várias dessas entidades privadas trabalham com a ideia de reforma da saúde. Defendem o SUS explicitamente nos documentos. Defenderam até a emenda popular Saúde +10, pela qual nós lutamos tanto – porque eles queriam pegar a parte deles, obviamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, nossos trabalhadores de saúde são terceirizados, precarizados, “pejotizados”, em vez de terem garantidos tempo integral e dedicação exclusiva, como está no relatório da 8ª CNS e da Conferência Nacional de Recursos Humanos para a Saúde. E quando nossos trabalhadores são maltratados, não pelo SUS, mas pelos governos, eles podem, às vezes, tratar também mal os usuários do SUS. Trabalhadores sem supervisão, sem educação permanente, sem cogestão do trabalho, sem carreira do SUS, produzem, muitas vezes, experiências e vivências para os nossos usuários que contrariam todos os recursos que nós trazemos aqui como o maior sistema de saúde do mundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Neoliberalismo e respostas simples a problemas complexos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Como a democracia está sob ameaça, aumenta o espaço para demagogos examinarem problemas concretos, mas complexos, receitando respostas simples. Temos muitos exemplos disso em um ano eleitoral, como estamos vivendo. Vão mobilizando o medo da violência, os sentimentos morais, o ressentimento e a vergonha, para apoiar candidaturas de extrema-direita, neofascistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tsunami neoliberal varreu e continua varrendo políticas universalizantes, inclusive o SUS. Se ele está, aqui, cada um de nós vai tendo que se deparar, estudar as estratégias do capital na saúde, para poder fazer análise de correlação de forças em cada conjuntura. A resultante desse enfrentamento de força nem sempre é visível, nem claro, para poder apontar tendências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estudos têm indicado que a maioria dos países que passam por processos dessa natureza mantêm sistemas híbridos, em que o público e o privado continuam reproduzindo desigualdades e segmentação. Como é o nosso caso, no Brasil, em que o projeto mercantilista forte e o projeto racionalizador, em determinados momentos, adquire uma certa direção, mas o projeto democrático que nós apostamos sempre tende a ser contra-hegemônico.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quem pode tensionar mudanças?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não por acaso, como Túlio Franco mencionou, quem pode tensionar essa eleição, inclusive na saúde, é o movimento da Reforma Sanitária Brasileira. Não vão ser as universidades, por mais comprometidas que elas estejam, mas essas parcerias que estão sendo construídas, como esse evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, nós temos no Brasil aquilo que Gramsci chamou de&nbsp;<strong>revolução passiva</strong>, que é uma revolução sem revolução, que é uma reforma com manutenção. Essa é a contradição do Brasil para quem estuda sua história. As repactuações democráticas são lentas, custosas. Tem muita garotada aqui impaciente porque esse SUS tem 40 anos e ainda está assim. Mas o sistema de saúde britânico tem 78 anos. A Itália, com toda experiência, colocou na sua Constituição que saúde era direito lá em 1948, só 30 anos depois foi ter um uma lei do sistema público lá. Então, é preciso entender um pouquinho esses tempos da História.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As forças estão em disputa e avançam no Congresso e no Judiciário, com apoio dos tecnocratas servis, sobretudo da Fazenda, Planejamento, Gestão etc. Esses lobbies que antes ficavam nos escaninhos da democracia, corrompendo a democracia como Estado, vão tendo cada vez mais uma proximidade com as grandes autoridades desse país. Por isso, os nossos companheiros estão sempre chamando a atenção para colocar o bloco que luta na rua. E como diz o Nelsão,&nbsp;<strong>a reforma sanitária, ao contrário de encerrada, está desafiada a não prescindir de sua ação inovadora e criativa na luta pelos direitos sociais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos muitas reformas democráticas do Estado a realizar.&nbsp;<strong>Nós temos um projeto de sociedade socialista e não podemos abrir mão dele.&nbsp;</strong>Nós temos que revigorar essa esquerda democrática para fazer a diferença nessa frente. Recriar utopia, a política do encanto, mas sem&nbsp;<em>utopismos</em>. Ou seja, devemos ser bem cuidadosos com os nossos sonhos, como lembrava Lênin. Definindo, portanto, as nossas vias da construção das estratégias – a legislativo-parlamentar, a socio-sanitária, a técnico-institucional etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A retomada da reforma sanitária hoje se faz com&nbsp;<strong>a tradição crítica da Saúde Coletiva brasileira, com a ampliação possível das bases sociais e políticas</strong>, visando especialmente as eleições de 2026. Esse movimento pode se sobrepor ao processo, trabalhando com novas proposições do projeto e desequilibrando o equilíbrio do binômio da conservação-mudança,&nbsp;<strong>apostando na mudança</strong>. O processo da reforma continua vivo, revelando contradições, antagonismos, conflitos e lutas de classes que atravessam o Estado e a sociedade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só para lembrar um pouquinho o que o Sergio Arouca nos deixou:&nbsp;<strong>o projeto da reforma é o da civilização humana</strong>. É um projeto civilizatório, que, para se organizar, precisa ter dentro dele valores que nunca devemos perder, pois o que queremos para a Saúde, queremos para a sociedade brasileira, entendendo que o futuro é o que organiza e mobiliza as forças do presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A hora é agora de alinhar o projeto estratégico do SUS!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Outra Saúde / Foto: Argel do Valle/Outra Saúde</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O surgimento da Igreja Assembléia de Deus no Brasil" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/14pUrdqor3U?start=624&amp;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p><p>The post <a href="https://ipiracity.com/um-novo-desafio-a-reforma-sanitaria/">Um novo desafio à Reforma Sanitária</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Desafio do New York Times: você leu no máximo 7 desses 80 livros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gleidson Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[Ipirá City]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prepare-se para encarar um dos testes literários mais implacáveis da internet. Dos 100 melhores livros do século 21 — segundo uma curadoria do “New York Times” com a ajuda de 503 escritores, críticos e leitores profissionais — selecionamos os 80 que já foram traduzidos no Brasil. Estão todos aí, acessíveis, publicados em português. E agora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Prepare-se para encarar um dos testes literários mais implacáveis da internet. Dos 100 melhores livros do século 21 — segundo uma curadoria do “New York Times” com a ajuda de 503 escritores, críticos e leitores profissionais — selecionamos os 80 que já foram traduzidos no Brasil. Estão todos aí, acessíveis, publicados em português. E agora vem o desafio: você consegue dizer, honestamente, que leu mais de 7?</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2025/01/Banner-para-loja-online-frete-gratis-mercado-shops-medio-720-x-90-px-1.gif" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Não se engane: esse número é uma muralha. A vasta maioria dos leitores brasileiros não leu nem metade disso — muitos não passaram nem de três. E não é por falta de qualidade: estamos falando de romances que ganharam o Pulitzer, o Booker, o Nobel. Livros que viraram filmes, séries, teses acadêmicas e tópicos de mesa de bar. O problema é outro: a lista derruba a ilusão de que a gente está em dia com a literatura contemporânea. E expõe um abismo entre o que se considera leitura de verdade — e o que circula por modinha, hype ou pose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode até ser um leitor voraz, ter estante organizada e foto com livro no Instagram. Mas este teste é outro jogo. Aqui, a régua é alta. Não basta conhecer o autor, ter começado ou saber do que se trata. Ou você leu — do começo ao fim — ou não leu. Então olhe bem para a lista. Marque os que leu com honestidade. E se passar de sete… parabéns: você está num grupo minúsculo.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">1 — A Amiga Genial, de Elena Ferrante</p>



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<p class="wp-block-paragraph">2 — O Mundo Conhecido, de Edward P. Jones</p>



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<p class="wp-block-paragraph">3 — As Correções, de Jonathan Franzen</p>



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<p class="wp-block-paragraph">4 — 2666, de Roberto Bolaño</p>



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<p class="wp-block-paragraph">5 — The Underground Railroad: Os Caminhos para a Liberdade, de Colson Whitehead</p>



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<p class="wp-block-paragraph">6 — Austerlitz, de W.G. Sebald</p>



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<p class="wp-block-paragraph">7 — Não me Abandone Jamais, de Kazuo Ishiguro</p>



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<p class="wp-block-paragraph">8 — Gilead, de Marilynne Robinson</p>



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<p class="wp-block-paragraph">9 — A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao, de Junot Díaz</p>



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<p class="wp-block-paragraph">10 — O Ano do Pensamento Mágico, de Joan Didion</p>



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<p class="wp-block-paragraph">11 — A Estrada, de Cormac McCarthy</p>



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<p class="wp-block-paragraph">12 — Esboço, de Rachel Cusk</p>



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<p class="wp-block-paragraph">13 — Pachinko, de Min Jin Lee</p>



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<p class="wp-block-paragraph">14 — As Incríveis Aventuras de Kavalier e Clay, de Michael Chabon</p>



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<p class="wp-block-paragraph">15 — O Vendido, de Paul Beatty</p>



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<p class="wp-block-paragraph">16 — Lincoln no Limbo, de George Saunders</p>



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<p class="wp-block-paragraph">17 — Erasure, de Percival Everett</p>



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<p class="wp-block-paragraph">18 — Em Busca de um Final Feliz, de Katherine Boo</p>



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<p class="wp-block-paragraph">19 — Ódio, Amizade, Namoro, Amor, Casamento, de Alice Munro</p>



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<p class="wp-block-paragraph">20 — Reparação, de Ian McEwan</p>



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<p class="wp-block-paragraph">21 — Americanah, de Chimamanda Ngozi Adichie</p>



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<p class="wp-block-paragraph">22 — Atlas de Nuvens, de David Mitchell</p>



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<p class="wp-block-paragraph">23 — O Último Samurai, de Helen DeWitt</p>



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<p class="wp-block-paragraph">24 — Dentes Brancos, de Zadie Smith</p>



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<p class="wp-block-paragraph">25 — A Linha da Beleza, de Alan Hollinghurst</p>



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<p class="wp-block-paragraph">26 — Cidadã: Uma Lírica Americana, de Claudia Rankine</p>



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<p class="wp-block-paragraph">27 — Fun Home: Uma Tragicomédia em Família, de Alison Bechdel</p>



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<p class="wp-block-paragraph">28 — Entre o Mundo e Eu, de Ta-Nehisi Coates</p>



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<p class="wp-block-paragraph">29 — Os Anos, de Annie Ernaux</p>



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<p class="wp-block-paragraph">30 — Os Detetives Selvagens, de Roberto Bolaño</p>



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<p class="wp-block-paragraph">31 — A Visita Cruel do Tempo, de Jennifer Egan</p>



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<p class="wp-block-paragraph">32 — F de Falcão, de Helen Macdonald</p>



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<p class="wp-block-paragraph">33 — Breve História de Sete Assassinatos, de Marlon James</p>



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<p class="wp-block-paragraph">34 — Pós-Guerra: História da Europa desde 1945, de Tony Judt</p>



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<p class="wp-block-paragraph">35 — A Quinta Estação, de N.K. Jemisin</p>



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<p class="wp-block-paragraph">36 — Argonautas, de Maggie Nelson</p>



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<p class="wp-block-paragraph">37 — O Pintassilgo, de Donna Tartt</p>



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<p class="wp-block-paragraph">38 — Compaixão, de Toni Morrison</p>



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<p class="wp-block-paragraph">39 — Persépolis, de Marjane Satrapi</p>



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<p class="wp-block-paragraph">40 — A Vegetariana, de Han Kang</p>



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<p class="wp-block-paragraph">41 — Confiança, de Hernán Diaz</p>



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<p class="wp-block-paragraph">42 — O Fio da Vida, de Kate Atkinson</p>



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<p class="wp-block-paragraph">43 — Sonhos de Trem, de Denis Johnson</p>



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<p class="wp-block-paragraph">44 — Fugitiva, de Alice Munro</p>



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<p class="wp-block-paragraph">45 — Dez de Dezembro, de George Saunders</p>



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<p class="wp-block-paragraph">46 — O Vulto das Torres, de Lawrence Wright</p>



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<p class="wp-block-paragraph">47 — Os Lança-Chamas, de Rachel Kushner</p>



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<p class="wp-block-paragraph">48 — Middlesex, de Jeffrey Eugenides</p>



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<p class="wp-block-paragraph">49 — Pesado, de Kiese Laymon</p>



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<p class="wp-block-paragraph">50 — 10:04, de Ben Lerner</p>



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<p class="wp-block-paragraph">51 — Veronica, de Mary Gaitskill</p>



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<p class="wp-block-paragraph">52 — Complô Contra a América, de Philip Roth</p>



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<p class="wp-block-paragraph">53 — Longe da Árvore, de Andrew Solomon</p>



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<p class="wp-block-paragraph">54 — O Amigo, de Sigrid Nunez</p>



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<p class="wp-block-paragraph">55 — A Nova Segregação, de Michelle Alexander</p>



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<p class="wp-block-paragraph">56 — Trilogia de Copenhagen: Infância, Juventude e Dependência, de Tove Ditlevsen</p>



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<p class="wp-block-paragraph">57 — O Fim do Homem Soviético, de Svetlana Aleksiévitch</p>



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<p class="wp-block-paragraph">58 — Olive Kitteridge, de Elizabeth Strout</p>



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<p class="wp-block-paragraph">59 — Passagem para o Ocidente, de Mohsin Hamid</p>



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<p class="wp-block-paragraph">60 — Amanhã, Amanhã, e Ainda Outro Amanhã, de Gabrielle Zevin</p>



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<p class="wp-block-paragraph">61 — Um Casamento Americano, de Tayari Jones</p>



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<p class="wp-block-paragraph">62 — Manual da Faxineira, de Lucia Berlin</p>



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<p class="wp-block-paragraph">63 — História da Menina Perdida, de Elena Ferrante</p>



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<p class="wp-block-paragraph">64 — Pulphead: O Outro Lado da América, de John Jeremiah Sullivan</p>



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<p class="wp-block-paragraph">65 — Temporada de Furacões, de Fernanda Melchor</p>



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<p class="wp-block-paragraph">66 — Quando Deixamos de Entender o Mundo, de Benjamín Labatut</p>



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<p class="wp-block-paragraph">67 — O Imperador de Todos os Males, de Siddhartha Mukherjee</p>



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<p class="wp-block-paragraph">68 — Pastoralia, de George Saunders</p>



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<p class="wp-block-paragraph">69 — Destransição, Baby, de Torrey Peters</p>



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<p class="wp-block-paragraph">70 — O Retorno: Pais, Filhos e a Terra ao Meio, de Hisham Matar</p>



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<p class="wp-block-paragraph">71 — O Simpatizante, de Viet Thanh Nguyen</p>



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<p class="wp-block-paragraph">72 — A Marca Humana, de Philip Roth</p>



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<p class="wp-block-paragraph">73 — Dias de Abandono, de Elena Ferrante</p>



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<p class="wp-block-paragraph">74 — Estação Onze, de Emily St. John Mandel</p>



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<p class="wp-block-paragraph">75 — Sobre a Beleza, de Zadie Smith</p>



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<p class="wp-block-paragraph">76 — Tragam os Corpos, de Hilary Mantel</p>



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<p class="wp-block-paragraph">77 — Vidas Rebeldes, Belos Experimentos, de Saidiya Hartman</p>



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<p class="wp-block-paragraph">78 — Bel Canto, de Ann Patchett</p>



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<p class="wp-block-paragraph">79 — Como Ser as Duas Coisas, de Ali Smith</p>



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<p class="wp-block-paragraph">80 — Árvore de Fumaça, de Denis Johnson</p>



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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.revistabula.com/wp/wp-content/uploads/2024/11/Carlos-Willian-Leite.webp" alt="Carlos Willian Leite"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carlos Willian Leite</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Jornalista especializado em jornalismo cultural e enojornalismo, com foco na análise técnica de vinhos e na cobertura do mercado editorial e audiovisual, especialmente plataformas de streaming. É sócio da Eureka Comunicação, agência de gestão de crises e planejamento estratégico em redes sociais, e fundador da Bula Livros, dedicada à publicação de obras literárias contemporâneas e clássicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Bula Conteúdo / Foto: Reprodução</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="LEI DO PIX E A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE E MEI ,DIREITOS E DEVERES" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/DHNUU9dWjnA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>FMS 4: Popó atropela Bambam e nocauteia em 36 segundos de luta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Feb 2024 05:21:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Bambam]]></category>
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		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Popo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Duelo dura menos de dois minutos após tetracampeão mundial de boxe aplicar knockdowns no campeão do BBB 1: &#8220;Deu até as costas pra mim de tão frouxo que você é&#8221;, disparou Popó Por Gleidson Venga — São Paulo &#8211; Domingo, 25 de fevereiro de 2024 Bambam prometeu chocar o mundo. Mas ninguém ficou em choque ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading">Duelo dura menos de dois minutos após tetracampeão mundial de boxe aplicar knockdowns no campeão do BBB 1: &#8220;Deu até as costas pra mim de tão frouxo que você é&#8221;, disparou Popó</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Por Gleidson Venga — São Paulo &#8211; Domingo, 25 de fevereiro de 2024</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bambam prometeu chocar o mundo. Mas ninguém ficou em choque ao ver, na verdade, Acelino Popó Freitas nocautear o campeão do BBB 1 com apenas 36 segundos de luta, ainda no primeiro round de até seis previstos. O tetracampeão mundial de boxe aplicou dois knockdowns e não deixou Bambam em condições de seguir na luta, obrigado o árbitro a encerrar o combate na luta principal do Fight Music Show 4, na Vibra São Paulo, arena na capital paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da vitória, primeiro Popó destacou a importância de Bambam para promover a luta, além de lembrar que nessa mesma arena fez uma defesa de cinturão quando era campeão mundial de boxe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Há quatro dias fez 24 anos que lutei aqui (na mesma arena). Digo com toda a humildade, com todo respeito ao Bambam, ele foi responsável em toda essa casa estar cheia hoje. O que ele me provocou, ele provocou tipo assim, &#8220;quero ver esse Popó derrubar esse cara&#8221;. Quem tá aqui hoje veio pra ver isso, não só por causa de mim, só tava âncora ali pra derrubar ele. Ele foi o cara que fez todo o marketing, que encheu e deu todas as audiências</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, porém, Popó não aliviou para o campeão da primeira edição do BBB e disparou sobre o influenciador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Você me desrespeitou muito. Você desmereceu meu boxe, meu esporte. Quando você desmerece alguem que é do esporte, você está desmerecendo o boxe. Me respeita, respeita a minha família. Deu até as costas pra mim de tão frouxo que você é. Você falou que seu soco é tipo um foguete, mas é tipo o do Elon Musk, deu de ré.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira os resultados completos do Fight Music Show 4:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CARD PRINCIPAL:</strong><br>Acelino Popó Freitas venceu Kleber Bambam por nocaute aos 36 segundos do R1 (boxe)<br>Nego do Borel x MC Gui (boxe)<br>Emilene Juarez venceu Fernanda Lacerda por decisão unânime (triplo 40-36) (boxe)<br>uiz Otávio Mesquita venceu Thomaz Costa por decisão unânime (58-56, 60-54 e 59-55) (boxe)<br>Rey Physique e Natural pra Cavalo vencem Pobre Loco e Sheviii2k por nocaute técnico a 1min12 do R3 (duplas de boxe)<br><strong>CARD PRELIMINAR:</strong><br>ábio Maldonado venceu Leo Leleco por nocaute técnico (interrupção médica) a 1min38s do R4 (boxe)<br>Martin Farley venceu Lucas Bomba por decisão dividida (MMA)<br>Hugo Paiva venceu Wellington Souza por nocaute técnico aos 4min16s do R1 (MMA)<br>Pedro Oliveira venceu Max Alves por nocaute aos 3min14s do R1 (MMA)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Globo/Combate/ Popó comemora vitória contra Bambam no FMS 4 — Foto: Gleidson Venga</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Sua casa mais segura. A prevenção de acidentes domésticos" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/2XjCRQcNyAg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><p>The post <a href="https://ipiracity.com/fms-4-popo-atropela-bambam-e-nocauteia-em-36-segundos-de-luta/">FMS 4: Popó atropela Bambam e nocauteia em 36 segundos de luta</a> first appeared on <a href="https://ipiracity.com"></a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Profissionais de diversas áreas encaram o desafio da corrida em Feira de Santana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Wellington]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Aug 2023 19:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Feira de Santana ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>POR ANDREA TRINDADE &#8211; Domingo, 27 de agosto de 2023 Neste domingo (27), as principais ruas do centro da cidade de Feira de Santana viraram, mais uma vez, pista de atletismo para trabalhadores de diversas áreas que encaram o desafio da corrida, seja para superar recordes pessoais, seja para se tornarem atletas profissionais. Ao final da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">POR <a href="https://www.acordacidade.com.br/author/andrea-trindade/">ANDREA TRINDADE</a> &#8211; Domingo, 27 de agosto de 2023</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste domingo (27), as principais ruas do centro da cidade de Feira de Santana viraram, mais uma vez, pista de atletismo para trabalhadores de diversas áreas que encaram o desafio da corrida, seja para superar recordes pessoais, seja para se tornarem atletas profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da Corrida da Casa Esportiva, o Acorda Cidade conversou com alguns destes atletas amadores que conciliam as atividades normais do dia a dia e trabalho com muito treino a ponto de vencer provas de 5, 10 e 15 km.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27140053/Givanildo-Sampaio-foto-ed-santos-acorda-cidade.jpg" alt="Cerca de 1.200 pessoas se inscreveram para participar da corrida em provas de 5, 10 e 15 km, promovida por uma empresa de material esportivo." class="wp-image-314382"/><figcaption class="wp-element-caption">Givanildo Sampaio | Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O barbeiro Givanildo Sampaio, 31 anos, mora em Baixa Grande, e iria correr em outra cidade, mas acabou optando por Feira de Santana. Ele venceu a prova masculina de 10 km e estava muito feliz com seu desempenho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu queria fazer 15 km, mas não tinha mais vagas e então eu me inscrevi na de 10. Eu me preparo há mais de seis anos. É gratificante correr. A gente trabalha e se esforça bastante e Deus aponta o dedo para os mais esforçados”, disse.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27135656/Givaldo-Sena-foto-ed-santos-acorda-cidade.jpg" alt="" class="wp-image-314379"/><figcaption class="wp-element-caption">Givaldo Sena | Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Campeão dos 15 km, Givaldo Sena é natural de Irará e reside há sete anos em Feira de Santana. Ele finalizou a prova em cerca de 47 minutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sou lavrador, nascido numa família humilde, descobri o atletismo e graças a Deus agora estou competindo e tendo bastante resultado. Faço parte da equipe Tartaruga com Salto, com os professores Vinny Brito e Rafael, estamos desenvolvendo bons treinos para maratonas e graças a Deus está dando tudo certo”, ressaltou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27135907/maria-santos-foto-ed-santos-acorda-cidade.jpg" alt="" class="wp-image-314380"/><figcaption class="wp-element-caption">Maria Santos | Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Maria Santos de Jesus, 34, trabalha numa clínica odontológica. Ela chegou em primeiro lugar na prova feminina ao percorrer 15 km em 1 hora e 3 minutos. Ao Acorda Cidade ela informou que é bicampeã e disse qual é a chave do sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É muita disciplina e treino. A chave do sucesso é essa aí. Me considero bicampeã. Venci no ano passado e neste ano, na mesma distância. Monto uma planilha e consigo trabalhar e treinar. Quero fazer a maratona de Salvador em setembro”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roseane Soares, 33 anos, é professora de educação física, e é bicampeã nos 5 km.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27135223/Roseane-Soares-foto-ed-santos-acorda-cidade.jpg" alt="" class="wp-image-314376"/><figcaption class="wp-element-caption">Roseane Soares | Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Tenho buscado sempre baixar meus tempos, nos 5, nos 10 e nos 21 km também. Na última corrida que foi realizada aqui em Feira, a do Sesc, eu bati no RP e hoje bati novamente. Estou tendo a honra hoje de ser bicampeã. Venci ano passado nos 5 km e neste ano novamente, só que um tempo bem menor. O importante é a constância nos treinos.”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27135504/Jackson-Brito-foto-ed-santos-acorda-cidade.jpg" alt="" class="wp-image-314378"/><figcaption class="wp-element-caption">Jackson Brito | Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Acorda Cidade conversou também com outro bicampeão. É o motorista de caminhão de carga, Jackson Brito. Ele tem 33 anos e percorreu 5 km em 17 minutos de prova.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Já vim para cá decidido que eu iria ganhar. No ano passado fui campeão e neste ano estou sendo de novo. Me consagrei bicampeão, graças a Deus. Treino todos os dias da semana e só descanso na véspera da prova. Estou firme e forte.”</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27135007/corrida-casa-esportiva-2023-segunda-educao-foto-ed-santos-acorda-cidade-10.jpg" alt="" class="wp-image-314372"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a corrida, as histórias de superação se multiplicavam. Profissionais que enfrentaram longas jornadas de trabalho, pessoas com deficiência, estudantes que equilibraram suas agendas e pais e mães que conciliaram a responsabilidade familiar com o treinamento físico – todos eles compartilhavam a determinação de cruzar a linha de chegada.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27135010/Tomas-de-Oliveira-foto-ed-santos-acorda-cidade.jpg" alt="" class="wp-image-314373"/><figcaption class="wp-element-caption">Tomas de Oliveira | Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Tomas de Oliveira, 35 anos, é cadeirante há 12 anos. Ele contou que foi ferido com um tiro na perna ao tentar separar uma briga, e a lesão o deixou sem o movimento das pernas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele sempre praticou atividades físicas e a deficiência não o tirou do foco. Hoje ele tem grandes sonhos no esporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Procurei uma forma de estar sempre me movimentado. Sempre pratiquei esportes, e encontrei no ciclismo e no atletismo essa maneira de praticar coisas que eu fazia antes da deficiência. Fui vendo vídeos, tem o apresentador da Rede Globo, Fernando Fernandes, que é uma inspiração para a maioria dos cadeirantes do Brasil, ele é atleta profissional, e encontrei no atletismo a inspiração. A força que eles usam com as pernas eu uso com os braços, a dificuldade é a mesma. Meu sonho é me tornar um atleta profissional no paraciclismo, participar das competições nacionais e quem sabe até as internacionais. Não custa nada sonhar”, declarou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27134822/Margarete-Cedraz-foto-ed-santos-acorda-cidade.jpg" alt="" class="wp-image-314371"/><figcaption class="wp-element-caption">Margareth Cedraz | Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das organizadoras da corrida, Margareth Cedraz, da RG+, empresa que realiza e gerencia provas de corridas de ruas em Feira de Santana, disse ao Acorda Cidade que o número de participantes desta segunda edição da Corrida Casa Esportiva superou a da primeira, no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É a segunda edição da corrida, quase dobramos o número de participantes da primeira edição, principalmente pelo desafio, que é o 15 km, e o percurso inovador onde levamos os atletas a percorrerem as principais ruas do centro histórico de Feira de Santana. Eles passam pela Avenida Senhor dos Passos, Marechal Deodoro, Conselheiro Franco, Sales Barbosa, Casarão Eduardo Fróes da Mota, até a Getúlio Vargas e Nóide Cerqueira.”</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Profissionais de diversas áreas encaram o desafio da corrida em Feira de Santana <a href="https://t.co/Th3SZlQOCy">https://t.co/Th3SZlQOCy</a> <a href="https://t.co/rYRpIc8Dqp">pic.twitter.com/rYRpIc8Dqp</a></p>&mdash; AcordaCidade.com.br (@Acordacidade) <a href="https://twitter.com/Acordacidade/status/1695844840271909239?ref_src=twsrc%5Etfw">August 27, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27135217/corrida-casa-esportiva-2023-segunda-educao-foto-ed-santos-acorda-cidade-12.jpg" alt="" class="wp-image-314374"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ela finaliza falando sobre a importância da corrida. “A corrida é uma importante atividade física porque mexe de forma simultânea com todos os órgãos, causando bem-estar. As pessoas que praticam corrida são viciadas em corrida, e além do bem-estar e da atividade física, a corrida de rua é um excelente antidepressivo, indicado por todos os terapeutas. É um esporte altamente democrático porque basta tu colocar um tênis, um shorts e uma camisa e a rua é tua e tu vai correr. É um esporte delicioso e temos incentivado”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total 1.200 pessoas se inscreveram na corrida, mas além deles correram também os chamados pipocas, pessoas que não conseguem fazer a inscrição, mas participam da corrida acompanhando todo o percurso ao mesmo tempo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27135220/corrida-casa-esportiva-2023-segunda-educao-foto-ed-santos-acorda-cidade-11.jpg" alt="" class="wp-image-314375"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens.acordacidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/27135911/corrida-casa-esportiva-2023-segunda-educao-foto-ed-santos-acorda-cidade-13.jpg" alt="" class="wp-image-314381"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Ed Santos/Acorda Cidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade</em></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>Guerra da Ucrânia desafia China e vira laboratório sobre situação de Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 11:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até o momento, chineses relutam em assumir postura mais firme em relação à guerra. (FOLHAPRESS) &#8211; No aniversário de um ano, a Guerra da Ucrânia deixou a China em uma situação geopolítica mais delicada que o previsto. A despeito das promessas da &#8220;parceria sem restrições&#8221; com a Rússia –anunciada em meio a juras de amizade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Até o momento, chineses relutam em assumir postura mais firme em relação à guerra.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>(</strong>FOLHAPRESS) &#8211; No aniversário de um ano, a Guerra da Ucrânia deixou a China em uma situação geopolítica mais delicada que o previsto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A despeito das promessas da &#8220;parceria sem restrições&#8221; com a Rússia –anunciada em meio a juras de amizade entre Xi Jinping e Vladimir Putin durante visita do líder russo às Olimpíadas de Inverno no ano passado–, as dificuldades no avanço das tropas de Moscou e a reação conjunta do Ocidente em apoio a Kiev tornaram os cenários estratégico e diplomático mais complicados para Pequim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, chineses relutam em assumir postura mais firme em relação à guerra. Tradicionalmente, a China não aplica sanções não aprovadas pelo Conselho de Segurança da ONU, colegiado no qual a própria Rússia tem poder de veto, e não se juntou a esforços de Europa e EUA para pressionar comercialmente o país vizinho. Em órgãos internacionais, a diplomacia de Pequim tem preferido se abster em resoluções que condenam a invasão e clamado por moderação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os motivos para a postura podem ser, em partes, explicados em números. Doutoranda na Escola Superior de Economia de Moscou, Ana Lívia Esteves diz que, logo no início do conflito, a China se prontificou a ocupar o vácuo deixado por empresas ocidentais que deixaram o mercado russo. A chancelaria chinesa também anunciou que as relações comerciais seguiriam seu &#8220;fluxo normal&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fechadas as estatísticas de 2022, foi possível observar crescimento recorde nas trocas entre os dois países. Dados do regime chinês mostram que o comércio bilateral com a Rússia cresceu 34,3% em relação a 2021, alcançando US$ 190 bilhões (R$ 984 bilhões). O aumento, explica Esteves, foi acompanhado da reação americana que impôs sanções a empresas chinesas com operações na Rússia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para se proteger, alguns setores chineses diminuíram presença na Rússia, sobretudo empresas de chips e microcircuitos que usam componentes americanos. O setor bancário adotou cautela, e algumas instituições financeiras pararam de emitir crédito para transações com os russos&#8221;, conta, dizendo acreditar que o número é pequeno tendo em vista a expansão na cooperação militar, política e logística.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="90" src="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg" alt="" class="wp-image-77220" srcset="https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px.jpg 720w, https://ipiracity.com/wp-content/uploads/2023/02/Sem-nome-720-×-90-px-300x38.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A guerra tem servido como uma espécie de laboratório para acompanhar as pressões e os embargos sofridos pela Rússia, de modo a aferir a temperatura do que seria a reação global em caso de intervenção militar em Taiwan, diz o coronel da reserva do Exército brasileiro Paulo Roberto da Silva Gomes Filho, que estudou na Universidade Nacional de Defesa, em Pequim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a situação não é confortável para o país. Gomes Filho avalia que a preocupação global com a guerra pode levar a uma corrida armamentista. &#8220;Não são apenas os europeus que aumentaram os gastos em defesa.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Japão planeja dobrar o orçamento militar até 2027. Na Coreia do Sul, que acaba de anunciar o seu novo plano de defesa, uma pesquisa da Deutsche Welle mostrou que 76% da população é favorável ao desenvolvimento de armas nucleares. Isso é contra os interesses chineses na região.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coronel ressalta que uma participação chinesa no conflito é possibilidade remota. Ele diz que a China também tenta se posicionar diplomaticamente como uma força mais responsável que os EUA e critica os americanos por uma escalada no conflito com o fornecimento de ajuda bélica aos ucranianos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há, assim, pouco incentivo para uma mudança no posicionamento chinês quanto à guerra no curto prazo. A exceção, prevê, seria o uso de armas nucleares táticas por Moscou, algo que a China já sinalizou que não deve tolerar e não teria condições políticas para apoiar Putin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, a inércia chinesa impactou a comunidade ucraniana que vivia no país. Formada na Universidade Tsinghua e morando em Pequim há quatro anos quando o conflito estourou, a ucraniana Lidiia Zhgyr diz que esperava uma posição mais sóbria e responsável da diplomacia chinesa tendo em vista os inúmeros apelos pela preservação da integridade territorial quando o assunto é Taiwan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela logo se frustrou ao perceber que a narrativa oficial e o discurso na imprensa local seguiam praticamente apenas o lado russo no conflito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para tentar influenciar a opinião pública e mostrar o outro lado da guerra, Zhgyr articulou uma rede com mais de cem voluntários que traduzem as notícias da mídia internacional para o chinês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também se tornou figura frequente na imprensa chinesa, em um esforço de ir além da narrativa oficial. O assédio online e a censura nos meios digitais, porém, a fizeram desistir da empreitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Depois que um post nosso atingiu 900 mil visualizações, plataformas passaram a bloquear tudo que a gente publicava. O volume de ataques online, nos chamando de &#8216;cachorros dos EUA&#8217; aumentou e, em junho, meu canal sumiu sem justificativa. O trabalho de meses se perdeu.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela conta ter desenvolvido depressão e crises de ansiedade. Decidiu deixar Pequim permanentemente. &#8220;A despeito das dificuldades de qualquer estrangeiro na China, gostava muito da minha vida lá.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mas se tornou muito difícil viver em meio a pessoas que, em sua maioria, apoiam o que considero o genocídio do meu povo. Não espero uma postura diferente da China no futuro próximo e acredito que eles devem continuar a apoiar silenciosamente a Rússia.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <strong>Noticias ao Minuto</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Reeducação alimentar!" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/HhmkKzeeij0?start=2862&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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